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As bolhas podem surgir devido ao atrito, pressão nos pés e umidade. Conheça produtos que ajudam a prevenir e cuidar delas para manter seus pés saudáveis e confortáveis.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Chulé ou xulé? De onde vem esse cheiro?
Suor e Odor

Chulé ou xulé? De onde vem esse cheiro?

Se você também já se fez essa pergunta, vem descobrir a maneira correta de pronunciar e de tratar os pés para evitar odores desagradáveis. Aquele cheirinho nada agradável que vem dos pés depois de um dia bem intenso de atividades já deve ter feito muita gente parar e se perguntar: o certo é chulé ou xulé? Falando em ortografia, o correto é escrever a palavra com “ch”, assim como em chuchu. Mas, diferentemente do legume, ele tem cheiro. E o mau odor que costumamos chamar de chulé na verdade tem um nome técnico, bem menos conhecido: bromidrose. Passando para a biologia, esse mau odor surge graças à combinação de dois fatores: o excesso de suor na região dos pés e a ação de bactérias presentes nessa área. Essas bactérias se alimentam justamente de suor e da pele “morta”, que descama ao longo do dia. Quando as bactérias fazem a decomposição do suor e da pele descamada, elas produzem esse cheiro, que em geral começamos a notar a partir da puberdade. “Vale lembrar que não é o suor em si que causa o mau cheiro. O suor é inodoro. O que causa o odor desagradável é o contato do suor com as bactérias presentes na pele”, reforça Renato Butsher Cruz, docente do curso técnico em Podologia do Senac Osasco. Algumas pessoas têm mais problemas com o chulé? Sim. Existem pessoas que suam mais do que as outras. Isso explica sentir um odor mais forte em alguns pés do que em outros, explica Carolina Marçal, médica dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Um grupo que sua muito é o dos adolescentes. “Devido a uma condição hormonal comum a essa fase da vida, as glândulas sudoríparas trabalham em dobro, favorecendo a transpiração excessiva e, consequentemente o mau cheiro, proveniente da proliferação de bactérias, que encontram nos pés um ambiente favorável”, explica Cruz. Ele acrescenta que o mesmo acontece com gestantes, por causa da alteração hormonal, que favorece a sudorese. Outras pessoas têm uma disfunção chamada de hiperidrose no pé — um suor excessivo, principalmente na região plantar, aponta Marçal. “Isso acontece por causa da hiperatividade das glândulas sudoríparas e pode ser constitucional ou decorrente de alguma outra causa primária, alguma doença que possa levar a essa hiperidrose. A parte plantar transpira um pouco mais do que as outras.” No geral, a transpiração é um mecanismo necessário do corpo. Afinal, é a forma como o organismo age para regular a nossa temperatura. “Quando o corpo está muito quente, acaba liberando por meio das glândulas sudoríparas o suor, composto por vários minerais, mas basicamente por sal e água. No momento em que o suor sai, ele puxa o calor junto e, por isso, diminui a nossa temperatura”, esclarece Marçal. Toda vez que temos um hiperaquecimento do organismo, seja porque a temperatura está mais alta no exterior, seja pela prática de uma atividade física ou até mesmo devido a uma febre, nossa reação é essa sudorese — uma tentativa de diminuir a temperatura corporal. Como combater o mau odor? A boa notícia é que, mesmo suando, podemos evitar esse cheiro desagradável adotando uma rotina de cuidados com os pés. Depois de lavá-los bem no banho, uma parte importante desses cuidados é o uso do desodorante para os pés, formulado para que a transpiração, ainda que excessiva, não favoreça a bromidrose. Afinal, o pé, por ser uma região que passa bastante tempo do dia abafada em calçados fechados, “tem essa tendência também de proliferação de fungos, que pode contribuir para o mau odor”, completa Marçal.

Para que serve desodorante para os pés
Suor e Odor

Para que serve desodorante para os pés

Descubra a diferença entre o desodorante pédico e o das axilas e como evitar problemas como frieiras e mau cheiro. Assim como o desodorante que usamos nas axilas, o desodorante para os pés evita odores desagradáveis. Mas não só isso: ele também age como um antisséptico, restringindo a multiplicação excessiva de microrganismos, e absorve a umidade causada pelo suor nos pés. “O desodorante para os pés tem substâncias que são bactericidas e fungicidas ou fungistáticas (que não deixam os fungos crescerem). Ao mesmo tempo em que ele ajuda a prevenir micoses, frieiras e infecções bacterianas, proporciona um odor agradável aos pés, mesmo para quem não tem chulé”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Ele explica que o chulé – também conhecido como bromidrose – é causado pela combinação da umidade causada pelo suor nos pés com as bactérias naturalmente presentes na nossa pele. O mau cheiro vem da decomposição do suor por essas bactérias, se o pé não for devidamente higienizado. Por isso o desodorante para os pés têm agentes antimicrobianos específicos para as bactérias que se desenvolvem no ambiente quente e úmido que se cria nessa parte do corpo e outros ingredientes (como o amido de milho) que absorvem a umidade para manter os pés secos. “O desodorante pédico é formulado especificamente para o tipo de transpiração e de micro-organismos que afetam mais os pés. Tem um odor mais forte porque essa é uma região que costuma ficar fechada e que transpira, além de estar em contato com as sujidades do calçado”, explica Bega. Quem precisa usar desodorante para os pés? O desodorante pédico deve ser usado por qualquer pessoa, não só por quem sua muito no pé, afirma Bega. Para quem transpira mais nesta região, ele recomenda usar o desodorante em forma de talco, que absorve bem essa umidade e mantém o pé seco. “Não é a mesma coisa que usar o talco comum ou os formulados para bebês, pois esses não têm as substâncias específicas para a microbiota dos pés”, alerta o podólogo. A versão em pó também é boa para quem quer prevenir as frieiras, que são causadas por fungos que surgem entre os dedos quando essa região fica úmida por muito tempo. “O excesso de transpiração no pé pode levar ao aparecimento de fissuras, e a frieira pode se instalar. Por isso é importante usar um desodorante que absorva bem a transpiração”, diz. Já para quem não sua excessivamente no pé mas quer ter um cheirinho agradável no final do dia, ele recomenda usar o desodorante pédico em aerossol. O ideal é aplicar o desodorante duas vezes ao dia: de manhã e à noite, de preferência após o banho. No banho, a recomendação é lavar bem os pés com sabonete e, ao sair, secar completamente (especialmente entre os dedos) para então aplicar o desodorante, especialmente entre os dedos e nas unhas, regiões onde as bactérias costumam se multiplicar. Para completar a rotina contra o chulé, podemos também usar meias de algodão e dar preferência a calçados feitos de materiais “respiráveis”.

A importância da biomecânica na podologia
Biomecânica

A importância da biomecânica na podologia

Segundo estudos, a podologia é uma área da saúde dedicada ao estudo, prevenção e tratamento de doenças que afetam os pés. Dentro dessa especialidade, existem diversas subáreas fundamentais. Alguns exemplos são a podologia clínica, a podogeriatria, a podopediatria, a ortopodologia e a podologia esportiva, entre outras. Cada uma tem um papel essencial no cuidado podológico. Apesar da ampla diversidade dentro da podologia, todas as suas especialidades contêm conhecimentos essenciais em anatomia, fisiologia e biomecânica. Isso garante uma abordagem completa e eficaz no tratamento das patologias dos pés. Quando falamos em biomecânica a abordagem torna-se mais complexa, pois, muitas vezes, é vista como um verdadeiro "bicho de sete cabeças" e, infelizmente, subestimado. No entanto, esse conhecimento não é apenas fundamental na podologia, como também é responsável por solucionar mais de 80% dos casos de disfunções e patologias que afetam os pés. Ignorar a biomecânica significa deixar de lado uma das principais ferramentas para um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz. A primeira atitude fundamental é se conscientizar sobre a importância da biomecânica na podologia, especialmente nos atendimentos primários, como os realizados em casos de hiperqueratose, onicofoses, onicocriptoses e outras podopatias tão comuns em consultórios. Muitas dessas condições poderiam ser solucionadas de forma definitiva com a aplicação da biomecânica, mas ainda existem muitas dúvidas sobre como utilizar esse recurso para tratar essas questões rotineiras de maneira eficaz. A onicocriptose é caracterizada pelo crescimento de uma forma interna, em direção às bordas do dedo, popularmente conhecida como "unha encravada", relatada de inflamação e infecção. No entanto, ao olhar além do tratamento convencional, podemos abordar essa condição com protocolos biomecânicos, proporcionando um tratamento mais eficaz, profundo e respaldado pela ciência. O hálux (dedão) desempenha um papel fundamental na marcha humana, especialmente na fase final, responsável pela impulsão. No entanto, engana-se quem acredita que ele é relevante apenas nesse momento. O mecanismo Windlass, uma das teorias biomecânicas mais amplamente reconhecida mundialmente, explica como a dorsiflexão do hálux, a amplitude de movimento do arco longitudinal medial e a rotação externa da tíbia trabalham de forma integrada, garantindo a eficácia na deliberação de impacto no mediopé e na impulsão do antepé. Caso o hálux apresente resistência ao movimento de dorsiflexão, todos os outros movimentos serão automaticamente comprometidos, consequentemente o halux sofre ainda mais pressão, podendo desenvolver a onicocriptose recorrente. A onicocriptose não se desenvolve apenas por cortes ou crescimentos inadequados de unha. Ela também pode ser causada por forças e pressões plantares exercidas no hálux durante a marcha. Quando analisamos o desenvolvimento de alterações não antecipadas, constatamos que 80% delas têm origem no retropé devido à instabilidade do calcâneo. A Lei de Root aborda essa questão e é amplamente reconhecida e aceita no meio científico. Ao entendermos que 80% das podopatias no antepé têm origem no retropé, podemos concluir que uma órtese plantar deve ter o objetivo de estabilizar o retropé, redistribuindo as forças e pressões no antepé. Essas forças são fundamentais para o crescimento da unha e podem influenciar diretamente no desenvolvimento ou não da onicocriptose. Nesse contexto total, a biomecânica oferece uma nova abordagem para o tratamento, trazendo um segundo protocolo para a onicocriptose. Além da espiculotomia, que é uma técnica primordial, a aplicação de técnicas biomecânicas e o uso de palmilhas são fundamentais, especialmente em pacientes com recidivas da condição, proporcionando um tratamento mais eficaz e preventivo.

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Mais sobre Bolha

As bolhas são lesões comuns nos pés, causadas principalmente pelo atrito contínuo ou pela pressão excessiva e umidade, gerando desconforto e até dor. Para tratá-las de forma adequada, é importante utilizar produtos específicos que protejam a área afetada e acelerem a cicatrização como os curativos hidrocoloides para bolhas da marca Tenys Pé Baruel, prevenindo complicações como infecções.

Além do cuidado imediato, manter os pés hidratados com cremes apropriados ajuda a restaurar a pele e a evitar o surgimento de novas bolhas.

A marca Tenys Pé Baruel oferece soluções eficazes para quem busca alívio e proteção, garantindo que os pés permaneçam confortáveis e saudáveis em diversas situações, seja no dia a dia ou em momentos de maior esforço físico.