Bolha
As bolhas podem surgir devido ao atrito, pressão nos pés e umidade. Conheça produtos que ajudam a prevenir e cuidar delas para manter seus pés saudáveis e confortáveis.
Conheça outros tipos de produtos
Cuidado com os Pés
Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Uso de pequenas órteses no tratamento da unha encravada
Um dos problemas mais comuns e dolorosos que afeta os pés é a unha encravada, conhecida também por onicocriptose. Acontece quando a borda da unha penetra na pele, causando dor, vermelhidão, inflamação e, em casos mais graves, infecção. Muitas vezes, o desconforto é tão intenso que caminhar se torna quase impossível. Mas, felizmente, a podologia moderna oferece soluções que vão além do corte ou da cirurgia: as órteses ungueais. As órteses são dispositivos finos e moldáveis aplicados sobre a unha, com a função de corrigir sua curvatura natural. Unhas encravadas normalmente têm uma curvatura excessiva, principalmente nas bordas laterais. Ao colocar a órtese, a unha é gradualmente elevada e tensionada de maneira equilibrada, evitando que continue penetrando na pele. É um processo delicado, que exige conhecimento técnico, mas oferece resultados notáveis. Existem diferentes tipos de órteses, cada uma indicada para um perfil específico de unha: Órtese de resina rígida ou flexível: usada em casos de curvaturas moderadas, mantém a forma da unha e distribui a pressão uniformemente. Fita de aço ou fibra de memória: ideal para unhas mais grossas ou resistentes, corrigindo de forma progressiva a deformidade. Órteses autoajustáveis: materiais mais flexíveis, adaptam-se ao crescimento da unha, oferecendo conforto imediato e prevenção de novos encravamentos. Além da correção mecânica, o uso da órtese traz benefícios fisiológicos importantes. Ao reduzir a pressão sobre o tecido periungueal, diminui a inflamação e a dor. Evita ainda a formação de granulomas e o risco de infecção, que são complicações frequentes em unhas encravadas negligenciadas. Outro ponto essencial é a personalização do tratamento. Cada unha tem seu formato, espessura e tendência de crescimento. Por isso, a órtese não é uma solução genérica: ela acompanha o crescimento da unha e pode ser ajustada conforme a evolução do paciente, garantindo conforto, estética e funcionalidade. Em resumo, as órteses ungueais representam uma abordagem moderna, conservadora e eficaz para o tratamento da onicocriptose. Elas não apenas aliviam a dor e previnem complicações, mas também devolvem a liberdade de caminhar, correr e viver sem a preocupação constante de um incômodo nos pés. Às vezes, a solução mais simples, como uma pequena órtese, é a que gera o maior alívio e transforma completamente a experiência de cuidar dos pés. Mas sempre vale lembrar que um profissional habilitado é a melhor pessoa para esclarecer dúvidas e indicar o tratamento adequado.
Reflexologia podal ou massagem nos pés: saiba a melhor
Após um dia com muitas horas em pé ou usando aquele sapato desconfortável, nada parece ser melhor do que uma massagem. Afinal, a prática é reconhecida por proporcionar relaxamento e bem-estar imediatos. Mas você sabia que ela não é a única opção? A reflexologia podal, uma técnica terapêutica que busca tratar desequilíbrios no corpo pelo estímulo de pontos dos pés, também pode ajudar. A principal diferença entre as duas está na finalidade, conforme explica o massoterapeuta Alan Roberto Silva, especialista na área da saúde e bem-estar há mais de 15 anos. Isso porque, apesar de as duas trazerem benefícios, a indicação de cada uma costuma acontecer em momentos diferentes. “Enquanto a massagem relaxante nos pés tem o objetivo de liberar tensões e promover bem-estar imediatamente, a reflexologia é um tratamento terapêutico que utiliza pontos reflexos nos pés para aliviar sintomas e melhorar a saúde geral do corpo”, explica o profissional. Entenda as principais diferenças Assim, mesmo envolvendo técnicas de manipulação dos pés em ambos os casos, as abordagens utilizadas e os propósitos são diferentes. Veja só: Massagem relaxante nos pés: é focada no alívio das tensões musculares e no aumento do conforto físico. Por meio de movimentos suaves e precisos, melhora a circulação sanguínea local e proporciona relaxamento instantaneamente. É ideal para pessoas que buscam aliviar o cansaço ou a tensão acumulada no dia a dia. Reflexologia: é uma técnica terapêutica que vai além do bem-vindo relaxamento. Baseia-se no conceito de que os pés possuem pontos reflexos que correspondem a diferentes órgãos e sistemas do corpo. Por meio de pressões específicas, estimula tais áreas, promovendo benefícios que incluem redução do estresse, melhora da qualidade do sono e alívio de dores, como na cabeça e nas costas. Benefícios sempre Apesar de indicações distintas, um fator é comum: as duas alternativas oferecem muitos benefícios – e, alguns deles, podem até ser compartilhados entre si. A seguir, você conhece os principais: Reflexologia podal: Auxilia no alívio de dores crônicas, como enxaquecas e lombalgias; Promove equilíbrio emocional, eficaz contra ansiedade e estresse; Melhora a qualidade do sono ao estimular o relaxamento profundo; Estimula a circulação sanguínea de forma integrada, beneficiando órgãos internos. Massagem relaxante nos pés: Alivia tensões e cansaço muscular nos pés; Também melhora a circulação sanguínea local, reduzindo inchaços; Proporciona relaxamento imediato e sensação de conforto; É ideal para quem busca um momento de bem-estar após um dia intenso. Detalhe: a massagem para os pés e a reflexologia podal podem ser feitas simultaneamente. Aliás, essa combinação é especialmente indicada para pessoas que enfrentam tanto dores crônicas quanto tensões musculares nos pés. “A reflexologia, por ser um tratamento mais profundo, pode causar um leve desconforto durante a aplicação, mas, quando associada à massagem, proporciona bem-estar e diminuição das tensões de maneira mais completa”, detalha Alan. Como escolher a melhor opção A escolha de qual fazer dependerá principalmente dos sintomas apresentados e dos objetivos pessoais. Nesse sentido, o massoterapeuta Alan Roberto Silva recomenda: Optar pela reflexologia se objetivo for tratar problemas específicos, como dores crônicas, insônia, ansiedade ou desequilíbrios no organismo. Escolher a massagem relaxante nos pés se a necessidade for aliviar o cansaço ou promover relaxamento rápido e imediato. “Observar os sinais do corpo é fundamental para entender qual técnica atende melhor às suas necessidades”, acrescenta. Escolha o profissional certo Vale destacar que profissionais capacitados em diferentes áreas estão aptos a realizar as técnicas, porém, devem sempre ter formação adequada para isso. Algumas especializações recomendadas são: fisioterapeutas, massoterapeutas, terapeutas holísticos, esteticistas e educadores físicos. “A aplicação inadequada da reflexologia ou mesmo de uma massagem relaxante pode não trazer os benefícios esperados e, em alguns casos, até causar desconforto ou agravar dores preexistentes”, finaliza o especialista.
Pé de bailarina sofre desgaste intenso
O balé encanta por sua leveza, mas os pés de quem se dedica à arte enfrentam um desgaste intenso. Não à toa, a expressão “pé de bailarina” é usada para descrever as alterações que surgem principalmente pelo uso prolongado da sapatilha de ponta, impactando ossos, articulações e tendões. Em muitos casos, essas mudanças anatômicas causam e provocam até lesões mais sérias. As maiores deformidades estão relacionadas à flexão plantar extrema, segundo o ortopedista Roberto Nahon, presidente da Sociedade Paulista de Medicina Desportiva (SPAMDE). “O movimento constante de ficar na ponta dos pés gera instabilidade no tornozelo, aumento da laxidão dos ligamentos e maior risco de entorses. Também é comum o surgimento de tendinites e lesões traumáticas”, explica. Entre os problemas mais comuns, ele destaca o trauma no primeiro dedo, chamado hálux, que pode desencadear o joanete (hálux valgo), além da sesamoidite, uma inflamação dos ossos localizados sob esse dedo. “A fratura por estresse é outra lesão recorrente, especialmente quando há déficit nutricional e baixa massa óssea, como na síndrome da RED-S”, alerta o médico. Principais riscos De acordo com o especialista, as complicações mais associadas ao chamado “pé de bailarina” são: Laxidão ligamentar e instabilidade do tornozelo; Tendinites nos músculos estabilizadores (tibial anterior, fibulares e tendão de Aquiles); Joanete agravado por trauma repetitivo no hálux; Fraturas por estresse, especialmente no sesamoide e no quinto metatarso; Sesamoidite e necrose por sobrecarga no primeiro dedo; Entorses e lesões ligamentares recorrentes; Quadro agravado em quem sofre de osteopenia (diminuição da densidade mineral óssea) ou tem alimentação inadequada. O médico lembra ainda que esses impactos podem se intensificar com o passar dos anos, especialmente quando não há um acompanhamento ortopédico adequado. Até quem não dança Apesar do nome, o pé de bailarina não é exclusividade do balé clássico. Conforme Nahon, bailarinos que não usam sapatilha de ponta e até praticantes de esportes podem apresentar lesões semelhantes. “Movimentos em meia-ponta ou torções frequentes, como no voleibol e no futebol, causam sobrecarga semelhante nos tendões e ossos do pé e tornozelo”, acrescenta. O ortopedista reforça ainda que alongamento em excesso e treinos mal orientados também aumentam o risco de lesão. Por isso, o ideal é ter acompanhamento profissional desde o início da atividade, incluindo avaliação ortopédica regular. “Eu só queria dançar, mas meu corpo cobrou depois” Aos 59 anos, a aposentada Amélia Francisco lembra com carinho dos tempos em que dançava balé clássico. Iniciou a prática aos oito anos e seguiu até os 32, quando dores constantes nos pés a obrigaram a parar. Décadas depois, ainda sente os efeitos daquele período. “Fui diagnosticada com sesamoidite e desgaste nos tendões. Meu ortopedista disse que é sequela do tempo em que dancei na ponta sem o acompanhamento adequado”, conta a ex-bailarina. “Na época, a gente não tinha muito acesso a profissionais especializados. Eu só queria dançar, mas não sabia o quanto meu corpo ia cobrar essa conta depois”. Hoje, ela faz fisioterapia e usa palmilhas para aliviar a dor, mas reconhece que algumas limitações se tornaram permanentes.
Mais sobre Bolha
As bolhas são lesões comuns nos pés, causadas principalmente pelo atrito contínuo ou pela pressão excessiva e umidade, gerando desconforto e até dor. Para tratá-las de forma adequada, é importante utilizar produtos específicos que protejam a área afetada e acelerem a cicatrização como os curativos hidrocoloides para bolhas da marca Tenys Pé Baruel, prevenindo complicações como infecções.
Além do cuidado imediato, manter os pés hidratados com cremes apropriados ajuda a restaurar a pele e a evitar o surgimento de novas bolhas.
A marca Tenys Pé Baruel oferece soluções eficazes para quem busca alívio e proteção, garantindo que os pés permaneçam confortáveis e saudáveis em diversas situações, seja no dia a dia ou em momentos de maior esforço físico.

