Bolha
As bolhas podem surgir devido ao atrito, pressão nos pés e umidade. Conheça produtos que ajudam a prevenir e cuidar delas para manter seus pés saudáveis e confortáveis.
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Mulheres mudam o jogo e ganham espaço no esporte
Nos últimos anos, o esporte feminino deixou de ser visto apenas como promessa e passou a ocupar mais espaço no mercado, nas transmissões e nas conversas sobre prática esportiva. Entre 2022 e 2024, a receita gerada por esportes femininos cresceu 4,5 vezes mais rápido que a dos esportes masculinos, segundo análise da McKinsey & Company. Quando o assunto é futebol feminino, a projeção também é de expansão: relatório da Nielsen Sports, em colaboração com a PepsiCo, aponta que a modalidade está no caminho para figurar entre os cinco esportes mais consumidos do mundo até 2030. Só para ter uma ideia, o campeonato Brasileirão Feminino teve alta de 41% na audiência em 2025 na TV Brasil e na Rede Nacional de Comunicação Pública, em comparação com o ano anterior. Mais do que refletir o interesse do público e a exemplo do que ocorre no mundo, os números mostram uma mudança de comportamento que também vem sendo percebida dentro de academias e clubes esportivos em todo o país. Segundo o educador físico Eduardo Netto, diretor técnico da Bodytech Company, esse crescimento não acontece apenas nas arquibancadas ou diante das telas. Cada vez mais mulheres têm incorporado o esporte à rotina, impulsionadas pelo desejo de melhorar a saúde, desenvolver capacidades físicas e alcançar novos desafios. Lugar de mulher é no esporte O aumento da participação feminina nas modalidades esportivas é um movimento observado na rotina das academias, onde a mudança aparece de forma bastante clara. Se antes a procura estava mais concentrada em atividades voltadas ao emagrecimento ou à estética, hoje cresce o interesse por categorias que desenvolvem força, resistência, condicionamento e desempenho físico. Musculação, corrida e treinamento funcional seguem entre as atividades mais procuradas. O foco em força e esportes híbridos também ganha destaque, como no Hyrox, competição que combina corrida com exercícios funcionais. Na avaliação de Eduardo Netto, essa mudança demonstra que a prática esportiva deixou de estar ligada só à aparência. “Cada vez mais as mulheres buscam desafios relacionados ao desempenho, à superação e à performance, e não apenas à estética”, comenta. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Hugo Gloss (@hugogloss) Referências impulsionam o movimento O crescimento do interesse feminino no mundo esportivo também acompanha uma transformação fora dos espaços de treino. A maior visibilidade das atletas e das competições amplia o interesse pelo esporte e cria novas referências para quem deseja começar a praticar alguma modalidade. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Street League Skateboarding (@sls) Nomes como o da ginasta Rebeca Andrade e da skatista Rayssa Leal ganharam destaque por suas conquistas, enquanto atletas como a tenista Naomi Osaka e a jogadora de rugby Ilona Maher mostram que esporte, identidade e representatividade caminham cada vez mais lado a lado. View this post on Instagram A post shared by 大坂なおみ🇭🇹🇯🇵 (@naomiosaka) Para o profissional de educação física, esse cenário contribui para romper antigos estereótipos e ampliar o acesso das mulheres a diversas práticas esportivas e em diferentes fases da vida. "O maior acesso à informação sobre os benefícios da atividade física para a saúde, a longevidade e a qualidade de vida, também tem fortalecido a identificação das mulheres com o esporte”, diz o diretor técnico da Bodytech Company. Mercado acompanha a nova demanda Essa transformação acaba exigindo mudanças das academias e dos clubes esportivos. Para atender a um público com objetivos cada vez mais diversos, os espaços passaram a investir em programas personalizados para mulheres, com foco em força, performance, saúde e longevidade. Além da oferta de aulas, Eduardo Netto percebe que o relacionamento com as alunas evoluiu, com priorização de acolhimento, acompanhamento profissional qualificado e experiências que favoreçam a adesão à prática de exercícios, ao bem-estar e, sobretudo, à qualidade de vida.
Salão de beleza: o que observar antes de frequentar
Conseguir um horário de última hora em um salão de beleza para cuidar dos pés pode parecer sorte. No entanto, se o lugar não seguir os cuidados básicos de biossegurança, esse agendamento pode se tornar um grande problema, que vai desde micoses até infecções. Por isso, antes de escolher o esmalte, é bom olhar para outros detalhes. Quem descobriu isso na prática foi a jornalista Giovanna Penha, de 29 anos, depois de agendar um serviço de última hora em salão perto de casa. Prestes a viajar, o local que ela costumava frequentar não tinha mais agenda, então decidiu arriscar outro atendimento. Infelizmente, a experiência não foi boa. “Percebi que o alicate estava jogado na gaveta, sem envelope. Até me acendeu uma luz de perigo, mas pensei que uma única vez não daria em nada. Semanas depois, comecei a ter muita coceira entre os dedos. A pele descamou, saía uma ‘água’ e sangrava. Fui na dermatologista e era micose”, relembra a comunicadora. Ambiente dá pistas importantes Segundo a podóloga Lana Fagundes, a limpeza geral do estabelecimento costuma ser um dos primeiros sinais de segurança – ou de alerta. Ambientes desorganizados, instrumentos soltos e profissionais sem equipamentos de proteção individual merecem atenção redobrada. Durante cada atendimento, manicures, pedicures e podólogas devem usar luvas, máscaras e toucas. Além disso, há outros materiais descartáveis que não podem ser reutilizados, como lixas, palitos, algodão, separadores de dedos e toalhas. Já os instrumentos metálicos, como alicates, espátulas e cortadores, precisam passar obrigatoriamente pelo processo correto de esterilização. De acordo com as normas vigentes da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a autoclave é o meio mais seguro e indicado para isso. Micose, frieira e até hepatite Quando os protocolos de biossegurança não são seguidos corretamente, o cliente pode ficar exposto a diferentes doenças e infecções. Micose e frieira estão entre os problemas mais comuns, mas não são os únicos. “Instrumentos contaminados e materiais reutilizados inadequadamente também podem favorecer a transmissão de infecções bastante graves, incluindo hepatite”, alerta a profissional. Por isso, observar a rotina de higiene do espaço de beleza vai além da estética do local. Caso note que alguma regra não está sendo seguida, não hesite em questionar ou até desmarcar o atendimento. Como é a esterilização correta A podóloga Lana Fagundes explica que a higienização dos instrumentos segue etapas específicas antes da esterilização final. Isso significa: limpar com álcool; lavar com água corrente e detergente enzimático; esperar secar; envelopar em embalagens próprias para autoclave; levar à autoclave conforme manual do equipamento. No caso de Giovanna Penha, a experiência mudou completamente a forma como ela escolhe um salão para cuidar dos pés. Após o tratamento com antifúngicos tópicos e orais, ela passou a observar atentamente o ambiente e os métodos utilizados. A podóloga revela um detalhe interessante a ser observado: os instrumentos sempre devem estar embalados em envelope próprio, que muda de rosa para marrom após o processo de esterilização na autoclave.
Como se pega bicho-de-pé e o que acontece se não tratar
O bicho-de-pé, também chamado de tungíase, é uma infestação de pele provocada pela pulga Tunga penetrans. Minúscula, ela mede cerca de 1 mm e penetra na pele humana, onde se instala - e geralmente, isso ocorre nos pés. Essa presença causa coceira intensa, dor e dificuldade ao caminhar, podendo trazer complicações se não for tratada corretamente. A dermatologista Ana Maria Benvegnú esclarece que a infestação acontece quando a pessoa entra em contato direto com a pulga, encontrada em solos quentes, secos e arenosos, além de chiqueiros, currais e até praias frequentadas por animais. “A tungíase, ou bicho-de-pé, é uma infestação que acontece quando a pessoa anda descalça em locais potencialmente contaminados, principalmente na zona rural. Por isso, os pés são os mais afetados”, diz a especialista. Sintomas e sinais de alerta A presença do bicho-de-pé costuma causar coceira e desconforto ao caminhar, mas os sintomas podem variar conforme a evolução da infestação. Entre os sinais mais comuns estão: Lesão nodular na pele, com ponto central escuro e halo claro ao redor; Coceira intensa, muitas vezes insuportável; Dor progressiva, principalmente ao caminhar; Inchaço e sensação de travamento; Presença de múltiplas lesões em casos mais graves. A dermatologista destaca ainda que, em situações raras, a infestação pode causar infecção secundária, com vermelhidão, pus e dor significativa. Além disso, outros problemas de pele podem se confundir com o bicho-de-pé, como miíase, verrugas virais, abscessos, corpos estranhos ou picadas de insetos, reforçando a importância do diagnóstico médico. O que acontece se não retirar Apesar de, em geral, não causar quadros graves, o bicho-de-pé é uma infecção e precisa de manejo adequado. A remoção incorreta ou a falta de tratamento pode levar a desdobramentos mais sérios, como: Infecção secundária, que pode se espalhar; Formação de úlceras dolorosas; Porta de entrada para o tétano, se a vacinação não estiver em dia; Gangrena em situações extremas, quando a infecção avança e compromete os tecidos. “É importante entender que se trata de uma infecção que precisa ser removida por completo para evitar complicações”, reforça Ana Maria. Tratamento seguro e eficaz A dermatologista alerta que a retirada deve ser feita por um profissional de saúde, em ambiente adequado e com material estéril. Assim, o tratamento envolve: Remoção da pulga com pinça e instrumentos apropriados; Aplicação de antissépticos locais para evitar infecção; Avaliação da necessidade de antibióticos, se houver sinais de inflamação; Uso de medicamentos orais em casos de múltiplas lesões ou infestação disseminada. Na maior parte das vezes, o procedimento é simples e resolvido muito rápido, trazendo alívio imediato dos sintomas. Prevenção e cuidados diários Para evitar a tungíase, é essencial adotar hábitos de proteção: Usar calçados fechados, como sapatos ou botas, em áreas de risco; Manter a higiene dos pés com sabonete ou sabão; Evitar andar descalço em solos arenosos, secos ou locais onde circulam animais; Orientar especialmente crianças e idosos, que são mais vulneráveis à infestação. “O bicho-de-pé é uma doença negligenciada. Em 2025, a Organização Mundial da Saúde lançou novas diretrizes técnicas para conter essa infestação e reduzir complicações, reforçando a importância do uso de calçados, principalmente entre os mais novos e os mais velhos”, finaliza a especialista.
Mais sobre Bolha
As bolhas são lesões comuns nos pés, causadas principalmente pelo atrito contínuo ou pela pressão excessiva e umidade, gerando desconforto e até dor. Para tratá-las de forma adequada, é importante utilizar produtos específicos que protejam a área afetada e acelerem a cicatrização como os curativos hidrocoloides para bolhas da marca Tenys Pé Baruel, prevenindo complicações como infecções.
Além do cuidado imediato, manter os pés hidratados com cremes apropriados ajuda a restaurar a pele e a evitar o surgimento de novas bolhas.
A marca Tenys Pé Baruel oferece soluções eficazes para quem busca alívio e proteção, garantindo que os pés permaneçam confortáveis e saudáveis em diversas situações, seja no dia a dia ou em momentos de maior esforço físico.

