Bolha
As bolhas podem surgir devido ao atrito, pressão nos pés e umidade. Conheça produtos que ajudam a prevenir e cuidar delas para manter seus pés saudáveis e confortáveis.
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Calo com núcleo: o que é e como tratar corretamente
Dores ao pisar e uma pequena bolinha dura na sola do pé podem ser sinais de um calo com núcleo. Diferente dos calos comuns, ele tem uma raiz mais profunda que pressiona as camadas internas da pele e causa um desconforto intenso. O problema surge principalmente devido ao atrito constante e à pressão repetitiva nos pés. Esse tipo de calo é caracterizado por uma região “endurecida” no centro, semelhante a um miolo, que se forma dentro da pele. “Não é apenas uma camada grossa de pele, como os demais. A raiz é mais profunda, causa dor intensa e requer um tratamento mais específico”, explica a podóloga Simone Lopes. Vale ressaltar que a identificação precoce é muito importante para evitar complicações. Isso porque o calo com núcleo pode até parecer pequeno, mas a tendência é crescer e se tornar cada vez mais doído se não tratado corretamente. Como identificar um calo com núcleo O primeiro passo é aprender a identificá-lo e, assim, buscar o tratamento necessário. Os principais sinais que ajudam a diferenciar tal problema dos outros tipos de calo são: Dor intensa e localizada ao pisar; Pequena área endurecida no centro, semelhante a uma bolinha; Pele ao redor mais grossa e avermelhada; Maior sensibilidade ao toque na região afetada. As principais causas para seu surgimento estão ligadas à pressão excessiva e ao atrito constante. Entre os demais fatores de risco, a podóloga cita: Uso de sapatos apertados ou desconfortáveis; Pisada irregular, que sobrecarrega áreas específicas do pé; Lesões pequenas que endurecem com o tempo; Falta de hidratação da pele, deixando-a mais propensa ao problema. Tratamento correto Para dar fim ao problema, o tratamento deve ser feito por um profissional especializado. "O podólogo avalia o grau do calo e faz a remoção do núcleo de forma segura, sem machucar a pele", orienta Simone. Além disso, outras medidas podem ser indicadas para aliviar os sintomas e evitar novos calos, como: Uso de palmilhas ortopédicas para reduzir a pressão nos pés; Produtos específicos para amolecer a pele – sempre com recomendação profissional; Orientação sobre calçados adequados para evitar o problema. Previna-se contra o calo com núcleo É importante lembrar que existe prevenção contra o problema. Pequenos cuidados podem evitar o surgimento desse tipo de calo e, consequentemente, aquela dor forte e o desconforto gerado. Entre as medidas preventivas, a podóloga recomenda: Evitar calçados apertados ou de bico fino; Hidratar os pés regularmente para manter a pele saudável; Reduzir o tempo de pressão excessiva sobre os pés; Observar sinais iniciais e buscar ajuda ao primeiro incômodo. Da mesma forma que adotar novos hábitos faz parte do tratamento e prevenção, há situações que devem ser evitadas de toda maneira. Um exemplo disso é cortar o calo ou usar lixas agressivas por conta própria, o que pode piorar o quadro. “Isso pode machucar a pele e aumentar o risco de infecção. O ideal é buscar um podólogo logo no início para tratar da maneira correta”, finaliza a especialista.
Palmilhas ajudam a relaxar pés cansados e prevenir dores
Passar o dia todo em pé, andando ou usando calçados inadequados, pode deixar os pés doloridos e sobrecarregados. As palmilhas surgem como aliadas nesse cenário, trazendo mais conforto e ajudando a prevenir problemas ortopédicos. Antes de tudo é preciso lembrar que os pés suportam todo o peso do corpo e, ao longo do dia, músculos, tendões e articulações sofrem fadiga. Assim, o excesso de esforço ou longos períodos em pé podem causar microtraumas e até dificultar a circulação sanguínea, gerando dor e sensação de cansaço, conforme esclarece o ortopedista Igor Freitas de Lucena, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE). A podóloga Esther Assis, por sua vez, reforça que o sapato influencia diretamente no bem-estar. Saltos altos, solados muito rígidos ou modelos apertados favorecem a sobrecarga e o desconforto. “Quando o calçado não oferece o apoio correto, a pisada fica desequilibrada e os pés sofrem mais impacto”, aponta. Como as palmilhas ajudam De acordo com o médico, as palmilhas redistribuem a pressão na planta do pé. Isso alivia pontos de sobrecarga e reduz a dor em áreas específicas, tirando aquela sensação pesada do cansaço. “Em casos de pé plano, por exemplo, usamos uma palmilha com suporte no arco medial para equilibrar o peso e diminuir a pressão”, diz o especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo. Esther Assis completa que, além de aliviar, as palmilhas proporcionam outros benefícios, como estabilidade, melhora na postura durante a caminhada, absorção de impacto, maior equilíbrio e aumento da sensação de conforto. Importante: a escolha da palmilha ideal deve sempre ser feita com ajuda de um profissional. O ortopedista destaca que o processo inclui análise da marcha, podoscópio e, em alguns casos, baropodometria para identificar os pontos de pressão e necessidades individuais. “Quando é feita sob medida, a palmilha oferece melhor adaptação e resultados mais eficazes, com qualidade de vida e prevenção de lesões”, detalha o profissional. Prevenção e tratamento Além de auxiliar no cansaço, o uso correto e orientado de palmilhas adequadas pode prevenir e até tratar condições ortopédicas, entre as quais: Fascite plantar, marcada pela dor na sola do pé; Metatarsalgia, causadora da pressão nos metatarsos (ossos do antepé); Joanete (deformidade do osso próximo ao dedão) e dores associadas; Pé plano leve a moderado, quando toca o chão por inteiro. “Com a indicação correta, é possível até postergar ou evitar cirurgias em casos de fascite, joanete ou pé plano”, reforça o médico. Hábitos potencializam resultados As palmilhas trazem ainda mais benefícios quando usadas junto a cuidados diários. Nesse sentido, os profissionais recomendam: Escolher calçados adequados, que não apertem nem fiquem folgados demais; Fazer alongamentos leves para pés, panturrilhas e cadeia posterior; Manter a higiene das palmilhas e do calçado; Trocar a palmilha quando estiver gasta para não perder o efeito. Essas dicas são ideais principalmente para quem passa muitas horas em pé. Já para casos que envolvam questões vasculares, vale apostar em alongamentos, massagens e uso de meias de compressão como complemento – sempre com indicação médica! Por último, fique de olho: se notar dor frequente, cansaço exagerado, calos em locais incomuns ou desgaste irregular no calçado, procure um especialista, pois a pisada pode estar desalinhada.
Por que a dor no calcanhar pode chegar ao tornozelo?
Sentir dor no calcanhar já é desconfortável. Quando começa a se espalhar para o tornozelo, então, o sinal de alerta se acende. Esse tipo de irradiação costuma estar ligada a alterações na marcha e sobrecargas em cadeia, mas tem solução. Com o diagnóstico correto e tratamento adequado, o quadro tende a responder bem. A ortopedista Marília Manfrinato, especialista em cirurgia de pé e tornozelo do Hospital São Marcelino Champagnat, explica que as causas mais comuns de dor no calcanhar incluem fascite plantar (associada ou não ao esporão), tendinopatias do tendão de Aquiles, atrofia do coxim gorduroso plantar e compressões nervosas. “A fascite plantar responde por cerca de 80% dos casos de dor no calcanhar. Quando há sobrecarga nessa região, a forma de pisar muda e isso pode aumentar a tensão no tornozelo”, justifica a médica. Por que a dor pode irradiar? A dor não se espalha por acaso do pé para o calcanhar. Estruturas como a fáscia plantar, o tendão de Aquiles e a musculatura da panturrilha funcionam como uma cadeia integrada nos movimentos do pé e do tornozelo. Quando o calcanhar dói, o corpo altera a marcha para aliviar o impacto e essa adaptação acaba sobrecarregando outras regiões. Em casos crônicos de fascite plantar, por exemplo, a dor pode se espalhar mesmo sem lesões estruturais mais graves. O alerta surge quando aparecem sintomas como: Dor em queimação, formigamento ou dormência; Dor muito intensa, difusa e persistente; Piora súbita, com dificuldade para apoiar o pé ou caminhar. Tais sinais podem indicar compressões nervosas, fraturas ou rupturas e exigem avaliação médica imediata. Estruturas que podem estar envolvidas Quando a dor atinge calcanhar e tornozelo ao mesmo tempo, diferentes estruturas podem estar associadas ao quadro, como: Nervo tibial posterior; Nervos plantares; Nervo calcâneo inferior; Nervo sural; Fáscia plantar, tendão de Aquiles e articulações do pé e do tornozelo. O padrão da dor ajuda na investigação, mas não define sozinho a causa. Vale saber: Dores mecânicas costumam piorar com o uso e melhorar com o repouso; Dores inflamatórias são mais intensas em repouso, especialmente pela manhã; Dores degenerativas tendem a combinar características dos dois tipos (mecânicas e inflamatórias). Quando investigar a dor mais a fundo A especialista Marília Manfrinato diz que dores persistentes, crônicas ou sem causa bem definida pedem investigação mais aprofundada. Também merecem atenção especial os casos de: Dor intensa após quedas ou entorses; Sinais inflamatórios ou infecciosos, como inchaço, calor e vermelhidão; Piora progressiva da dor, especialmente em pessoas com diabetes; Manutenção da dor mesmo após cirurgia ou tratamento conservador bem conduzido. O diagnóstico parte da história clínica e do exame físico. Em muitas situações, a fascite plantar pode ser confirmada por ultrassonografia, enquanto compressões nervosas e tendinopatias podem exigir ressonância magnética. O papel da fisioterapia no controle da dor Do ponto de vista funcional, a fisioterapeuta Flavia Makoski Ciescilivski, do Hospital Universitário Cajuru, esclarece que a reação automática à dor no calcanhar é a pessoa tentar tirá-lo do chão o mais rápido possível. “Isso encurta o tempo de apoio inicial e antecipa a carga sobre o tornozelo, que passa a absorver impacto sem a ajuda adequada do calcâneo”, detalha a profissional. Na prática, esse mecanismo de proteção gera compensações como pisar mais de lado, sobrecarregar músculos que não deveriam assumir essa função e perder eficiência na caminhada. Com o tempo, surgem cansaço precoce, sensação de peso na perna e dor em novas regiões. Reorganizar o movimento é essencial A fisioterapia atua para interromper esse efeito em cadeia, não apenas aliviando a dor, mas reorganizando a forma de andar. Entre as abordagens mais utilizadas estão: Reintrodução progressiva do contato do calcanhar com o solo; Exercícios de transferência lenta de peso do retropé para o antepé; Treinos de apoio respeitando a tolerância à carga; Fortalecimento e reeducação do movimento. “O fortalecimento e a reeducação são decisivos para evitar que a dor se espalhe ou se torne crônica. Não é só tratar o calcanhar, mas devolver ao corpo uma pisada eficiente”, reforça a fisioterapeuta. Além disso, a ortopedista Marília reforça que a dor no calcanhar não deve ser normalizada. Quanto mais precoce for a avaliação, maiores são as chances de resolução com tratamentos mais simples e conservadores.
Mais sobre Bolha
As bolhas são lesões comuns nos pés, causadas principalmente pelo atrito contínuo ou pela pressão excessiva e umidade, gerando desconforto e até dor. Para tratá-las de forma adequada, é importante utilizar produtos específicos que protejam a área afetada e acelerem a cicatrização como os curativos hidrocoloides para bolhas da marca Tenys Pé Baruel, prevenindo complicações como infecções.
Além do cuidado imediato, manter os pés hidratados com cremes apropriados ajuda a restaurar a pele e a evitar o surgimento de novas bolhas.
A marca Tenys Pé Baruel oferece soluções eficazes para quem busca alívio e proteção, garantindo que os pés permaneçam confortáveis e saudáveis em diversas situações, seja no dia a dia ou em momentos de maior esforço físico.

