Bolha
As bolhas podem surgir devido ao atrito, pressão nos pés e umidade. Conheça produtos que ajudam a prevenir e cuidar delas para manter seus pés saudáveis e confortáveis.
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Cuidado com os Pés
Perguntas frequentes
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Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos
Para quem sofre com diabetes, pequenos machucados, que em outras pessoas cicatrizam rapidamente, podem evoluir para infecções graves e, em casos mais raros, até amputações. Um simples corte de unha feito de forma errada, por exemplo, pode ser o ponto de partida para complicações sérias. O endocrinologista Cláudio Ambrósio observa que o chamado pé diabético está relacionado a alterações na circulação sanguínea e na sensibilidade dos nervos. “Quando a glicose está descontrolada, qualquer machucado no pé demora mais para cicatrizar. Às vezes, o paciente nem percebe que se feriu porque não sente dor e isso facilita a piora da lesão”, explica. A podóloga Esther Assis acrescenta que a perda de sensibilidade, a má circulação e a cicatrização lenta tornam os pés extremamente vulneráveis. “Uma feridinha que seria simples para quem não tem diabetes pode se transformar rapidamente em uma infecção grave”, alerta. Corte inadequado pode trazer complicações Um dos principais problemas ocorre quando a unha é cortada de forma errada. Esther Assis cita como principais riscos: machucar a pele ao redor, causar encravamento, criar feridas que infeccionam rapidamente e aumentar as chances de complicações. “Se a unha encrava ou abre uma pequena fissura, a baixa circulação dificulta a cicatrização. Esse machucado pode virar porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em úlceras profundas e difíceis de tratar”, explica a podóloga. Cláudio Ambrósio acrescenta que, caso o corte cause sangramento ou ferimento, é preciso agir rápido. “Estanque o sangue, limpe bem a área com álcool absoluto e procure atendimento especializado. O médico ou enfermeiro vai avaliar se há necessidade de antibiótico e o melhor tratamento”, orienta. Sinais de alerta para atenção imediata Fique atento aos sinais de que algo não vai bem após cortar as unhas: Vermelhidão ou inchaço ao redor da unha; Dor ao tocar ou caminhar; Presença de pus, secreção ou mau cheiro; Pele machucada ou com sangramento; Unha crescendo torta, indicando encravamento. “Esses sinais indicam que o problema já está em evolução. Quanto antes o paciente procurar ajuda, maiores as chances de evitar complicações graves”, garante Esther. Quando cortar em casa pode ser seguro? De acordo com o médico, cortar as unhas em casa pode ser seguro quando o paciente não apresenta feridas ou deformidades nos pés. A podóloga complementa com algumas dicas de segurança: Use sempre tesouras ou alicates limpos e desinfetados; Corte a unha reta, sem arredondar os cantos; Não tire as cutículas; Não force a unha se ela estiver grossa ou difícil de cortar; Examine os pés depois para verificar se houve algum machucado. Caso não se sinta bem preparado para isso, é bom não arriscar. Aí é melhor procurar especialistas. Existem situações em que só o podólogo ou outro profissional deve realizar o corte, como nos casos de: Feridas abertas ou sinais de infecção; Unhas muito grossas ou deformadas; Histórico de encravamento frequente; Dor intensa ou pus; Complicações anteriores, como amputações ou feridas de difícil cicatrização. “O profissional tem técnica, material adequado e sabe quando encaminhar para o médico, se houver necessidade”, destaca Esther. Cláudio reforça ainda a importância do papel da família. “Muitas vezes, o diabético não percebe machucados devido à perda de sensibilidade. Por isso, cuidadores e parentes devem inspecionar os pés regularmente e, ao notar algo suspeito, buscar atendimento especializado imediatamente”, ensina. Cuidados diários que fazem a diferença Por fim, os profissionais lembram que, além do corte correto das unhas, hábitos simples ajudam a proteger os pés no dia a dia: Lave os pés diariamente e seque bem; Hidrate-os com produtos indicados por especialistas; Use calçados confortáveis e que não apertem; Evite andar descalço; Examine os pés todos os dias. Se tiver qualquer dúvida, busque seu endocrinologista ou podólogo de confiança.
Usar calçados fechados no calor pode causar frieira, sabia?
Nos dias quentes, a transpiração dos pés aumenta naturalmente e, diante do uso de calçados fechados, o suor fica retido no espaço do sapato, cujo ambiente abafado favorece o surgimento da frieira. Também chamada de pé de atleta, trata-se de uma infecção fúngica que atinge principalmente a pele entre os dedos e precisa ser acompanhada. Larissa Wood Fraga, dermatologista do Instituto Fraga de Dermatologia, explica que os fungos se desenvolvem facilmente em locais quentes, úmidos e pouco ventilados, como o interior dos sapatos. Isso não ocorre só no verão, mas em qualquer época mais quente, como alguns dias da primavera, por exemplo. “Quando a pele permanece úmida por muito tempo, perde sua proteção natural. Isso cria o cenário perfeito para os fungos se multiplicarem rapidamente e, consequentemente, causarem condições como a frieira”, alerta a médica. Sinais iniciais da frieira Identificar os sintomas no começo do problema faz diferença no tratamento e evita que a frieira se espalhe. De acordo com a especialista, os sinais mais comuns são: Coceira leve entre os dedos; Descamação discreta e vermelhidão; Pequenas rachaduras (fissuras); Odor desagradável; Sensação de ardor ou queimação. Assim, ao reconhecer uma ou mais destas manifestações, é melhor não ignorá-las e buscar ajuda de um podólogo ou médico para avaliação profissional, diagnóstico e tratamento adequados. Melhores e piores tipos de calçados Já quando o assunto são os sapatos, vale lembrar que nem todo modelo traz o mesmo risco ao pé no verão. Isso vai depender de características específicas do calçado: Oferecem riscos menores: sandálias, rasteirinhas e chinelos, que permitem ventilação e reduzem a umidade. Mais seguros entre os fechados: modelos de tecido leve e respirável. Grandes vilões: sapatos sintéticos, como os de plástico, couro sintético, e tênis usados por longos períodos sem meias adequadas. A dermatologista Larissa lembra que, muitas vezes, pode ser necessário usar um sapato mais fechado por diferentes motivos, como trabalho ou ocasiões formais. Nesses casos, a orientação é prestar atenção no material do calçado: quanto mais permitir a respiração da pele, melhor será a escolha. Higiene faz a diferença Além de escolher um calçado adequado, manter bons hábitos de higiene é fundamental para evitar e tratar a frieira. Esteja atento a: Lavar e secar bem os pés, principalmente entre os dedos; Usar meias limpas diariamente e dar preferência às de algodão; Alternar calçados e deixá-los arejar ao sol ou em local ventilado; Não compartilhar toalhas, meias ou sapatos. O propósito desses hábitos é evitar que a região permaneça quente e/ou úmida, já que os fungos buscam exatamente esse ambiente. Tais práticas também são cuidados contra o contágio. O que fazer se notar sinais de frieira? Intensificar a higiene e manter os pés secos são os primeiros passos para amenizar a frieira. Também é importante evitar sapatos fechados por muitas horas e, sobretudo, procurar um profissional para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento correto. Geralmente, o tratamento começa com antifúngicos tópicos, aplicados diretamente na lesão por 2 a 4 semanas. Se a infecção for mais extensa ou resistente, pode ser necessário o uso de antifúngicos orais – sempre com prescrição médica. “O acompanhamento com um dermatologista garante que a frieira seja totalmente tratada e isso evita que ela volte ou cause complicações, como infecções bacterianas”, destaca Larissa. Além disso, muita gente acredita que a frieira é passageira, mas, se não tratada corretamente, pode se tornar crônica e até se espalhar para as unhas, tornando o tratamento mais difícil e longo.
Pés mudam ao longo da vida. Entenda como e o porquê
Você sabia que as características dos pés mudam significativamente no decorrer das diferentes fases da vida? Essas transformações envolvem desde o formato do arco plantar até os ossos e são influenciadas pela genética e por hábitos diários. Isso ocorre porque os pés sofrem adaptações naturais à medida que o corpo cresce e amadurece. “Ao nascer, o pé é plano, porque ainda não há o arco plantar formado. Esse desenvolvimento ocorre gradualmente, com a estabilização ligamentar por volta dos 6 a 8 anos, e se completa durante a adolescência, quando o corpo atinge estabilidade”, explica o ortopedista Daniel Baumfeld, do Hospital Felício Rocho. A podóloga Antonia Cristina da Silva, especialista em cuidados preventivos, acrescenta: “Na infância, o foco está no desenvolvimento ósseo e muscular. Na vida adulta, os pés enfrentam maior sobrecarga de peso e hábitos, enquanto na terceira idade, ocorrem perdas de elasticidade e amortecimento, resultando em calosidades e alterações na saúde das unhas”. Como mudanças ocorrem É impossível dizer que os pés são o mesmo desde o nascimento. Aliás, mais do que mudar, cada fase é marcada por evoluções bem características, com alterações estruturais e, também, funcionais. Veja: Recém-nascidos e bebês: os pés são cartilaginosos, com ossos em formação, além de o arco plantar ainda não estar presente. Infância: o desenvolvimento ósseo e muscular ocorre gradualmente, exigindo atenção ao uso de calçados adequados para evitar deformidades. Adolescência: o arco plantar estabiliza-se e os pés alcançam formato e funcionalidade definitivos. Adultos: os pés suportam o peso corporal e são influenciados por hábitos diários, como o uso de calçados inadequados. Idosos: há perda de elasticidade, redução do amortecimento natural e aumento da rigidez articular, além do surgimento de calosidades e alterações nas unhas. O ortopedista Daniel Baumfeld explica que o número de ossos no pé não muda, mas a composição deles, sim. “Ao longo do crescimento, as cartilagens se ossificam, completando o formato definitivo dos ossos. Não ganhamos ossos, mas calcificamos os centros de cartilagem presentes desde o nascimento”. Principais condições que afetam os pés Conforme envelhecemos, os pés estão sujeitos ao impacto acumulado do peso corporal e à ação de maus hábitos, como o uso de calçados inadequados, por exemplo. Juntos, esses fatores podem levar a algumas condições bem desconfortáveis, como: Deformidades no arco plantar: pés planos (sem arco) ou cavos (muito curvados) podem surgir desde a infância e se agravar ao longo da vida; Calosidades e unhas encravadas: são frequentes em adultos e idosos devido ao atrito ou cortes inadequados; Desgastes naturais: perda de elasticidade e amortecimento em idosos, agravada por sobrepeso e falta de cuidados preventivos. A podóloga Antonia Cristina da Silva alerta que “hábitos como o uso prolongado de calçados apertados ou salto alto, somados à falta de cuidado na infância, podem desencadear problemas na vida adulta e terceira idade”. Para não chegar a vivenciar esses contratempos, o ideal é apostar na prevenção. Cuidados preventivos em cada fase da vida Prevenir problemas nos pés começa desde cedo – ainda na infância – e segue durante toda a vida, ajustando-se conforme cada etapa. Confira algumas recomendações dos profissionais para as diferentes fases: Na infância: priorize calçados adequados, higiene, cortes corretos das unhas e atenção ao desenvolvimento do arco plantar. Na vida adulta: dê preferência a sapatos confortáveis, mantenha o peso corporal controlado e pratique atividades físicas regulares. Na terceira idade: reforce a hidratação da pele, o controle de calosidades e o corte adequado das unhas para evitar feridas. Segundo o ortopedista, quanto mais cedo o indivíduo começar a adotar bons hábitos, menores serão os problemas acumulados no futuro. Apesar da relevância dos cuidados preventivos, Cristina observa que crianças e jovens são raramente levados ao podólogo, o que pode comprometer o tratamento precoce de alterações, por exemplo. “Na infância, o foco é preventivo, enquanto na fase adulta é corretivo. Já para os idosos, o cuidado é voltado à hidratação e prevenção de feridas”, destaca a podóloga. Ou seja, buscar orientação profissional, seja com ortopedistas ou podólogos, é essencial para identificar alterações precocemente e adaptar os cuidados a cada fase da vida.
Mais sobre Bolha
As bolhas são lesões comuns nos pés, causadas principalmente pelo atrito contínuo ou pela pressão excessiva e umidade, gerando desconforto e até dor. Para tratá-las de forma adequada, é importante utilizar produtos específicos que protejam a área afetada e acelerem a cicatrização como os curativos hidrocoloides para bolhas da marca Tenys Pé Baruel, prevenindo complicações como infecções.
Além do cuidado imediato, manter os pés hidratados com cremes apropriados ajuda a restaurar a pele e a evitar o surgimento de novas bolhas.
A marca Tenys Pé Baruel oferece soluções eficazes para quem busca alívio e proteção, garantindo que os pés permaneçam confortáveis e saudáveis em diversas situações, seja no dia a dia ou em momentos de maior esforço físico.

