Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
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Nossa essência

Baruel é a marca de cuidado do dia a dia dos brasileiros, levando produtos que todos precisam com qualidade, confiança e cheirinho de carinho.

Nossa missão

Ser a empresa de cuidado e bem-estar do dia a dia dos brasileiros, oferecendo produtos acessíveis, inovadores e com qualidade, gerando impacto positivo contribuindo para o desenvolvimento social e ambiental.

Nossa visão

Ser uma marca brasileira admirada no setor de cuidados pessoais democratizando acesso a produtos com qualidade para toda a população.

Nossos valores

  • Cuidar de gente

  • Execução

  • Consumidor no centro

  • Qualidade

  • Sustentabilidade

Manifesto

Baruel é brasileira.
Caminha junto, evolui junto.
Tá sempre lá, mesmo quando alguns não notam.
Nos corres da vida. Nas emoções da rotina.
No primeiro banho. Nas grandes conquistas.
Do “sapo que não lava o pé”, ao funk do “mete o pé”.
Na bola, no banho, na ginga, na moda.
Baruel é brasileira. Da cabeça aos pés.
Com sorriso aberto. De coração inteiro.
Do cuidado real. Na vida real.
Cuida de todos os corpos. Cabe em todos os bolsos.
É para todas as idades.
Depois de mais de 130 anos, tem uma coisa que só Baruel pode dizer: a gente sabe cuidar dos brasileiros e brasileiras, e sabe o jeito brasileiro de cuidar.
Baruel. O jeito brasileiro de cuidar bem.

Nossa cultura

Aqui na Baruel, acreditamos que a nossa cultura é o alicerce de quem somos. É o que nos define, molda nossos valores e orienta nossas ações. É o coração pulsante que une todos os membros de nosso time e nos impulsiona a atingir nossos objetivos.

O Jeito Baruel de Ser

Nossa história

Francisco Antônio Baruel era agricultor, criador de animais, fabricante de farinha e telhas e proprietário de fazendas, dentre elas a Baruel. Em 1852, Francisco Baruel adquiriu terras na atual zona norte paulistana. Na chácara comprada havia plantações de café, arroz, feijão, milho e cana.

O alferes teve cinco filhos com a esposa Ana Maria da Conceição, dentre eles se destacou Francisco Nicolau Baruel, que herdou a propriedade após a morte de seu pai. Era farmacêutico, empresário e vereador municipal. Em 1892, fundou a Farmácia Baruel, também conhecida como Casa Baruel, localizada no centro da cidade de São Paulo. Lá foi onde tudo começou.

Foto histórica da Farmácia Baruel, fundada em 1892 no centro da cidade de São Paulo.
A Casa Baruel evoluiu para o setor de higiene doméstica, higiene pessoal e cosméticos, com um objetivo muito claro: promover o bem-estar do consumidor, oferecendo produtos de alta qualidade a preços competitivos.

100% nacional

Há mais de 130 anos no mercado, a Baruel é líder no segmento de cuidados com os pés e tem seus produtos distribuídos em mais de 190 mil pontos de vendas em todo o País. Ao longo dos anos, a empresa cresceu e fortaleceu os seus valores com um único objetivo: promover o bem-estar do seu consumidor, oferecendo produtos de alta qualidade a preços acessíveis.

Estrutura

A Baruel possui uma complexa e eficiente estrutura. Com ampla capacidade produtiva, sua unidade fabril, localizada na cidade de Guarulhos/SP, foi construída e recentemente modernizada para atender as normativas, ao mais alto padrão de qualidade e para adotar os mais modernos processos de produtividade.

Distribuição

Para garantir agilidade na distribuição nacional de seus produtos, conta com 2 centros de distribuição, sendo um em Extrema, Minas Gerais e o segundo em João Pessoa/Paraíba. Seu escritório central é sediado na Rua George Ohm no bairro do Brooklin em São Paulo. Atua em todos os canais de venda: atacado, distribuição, varejo direto e cash & carry. Seu mix de produtos contempla mais de 100 itens.

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Dor no calcanhar: produtos e cuidados para prevenir
Dor no Calcanhar

Dor no calcanhar: produtos e cuidados para prevenir

Dores no calcanhar são mais comuns do que muita gente imagina, mas a boa notícia é que existem produtos que ajudam a preveni-las, bem como cuidados práticos que podem ser adotados. Quem nunca sentiu uma fisgada no calcanhar ao pisar de mau jeito? Enquanto para alguns pode ser uma sensação passageira, para outros, tais dores na região são sinônimo de problema, que pode ter diversas causas – desde inflamações até lesões por impacto. Segundo o ortopedista e traumatologista Paulo Ricardo Ferrari, do Hospital Albert Sabin de São Paulo (HAS-SP), as causas mais comuns incluem a fascite plantar, esporão calcâneo, tendinopatia do tendão de Aquiles, bursite retrocalcânea, fraturas por estresse e a síndrome do túnel do tarso. Alguns fatores aumentam o risco de sofrer com as dores na região, como: Uso de calçados inadequados; Prática de atividades de alto impacto, como corrida; Sobrepeso; Idade avançada; Sedentarismo. “O sobrepeso e a falta de fortalecimento nos músculos dos pés e tornozelos são agravantes comuns que favorecem a dor no calcanhar”, destaca o médico. No caso da assistente jurídica Dionísia Rueda, 24 anos, de Santo André, tudo começou com o incômodo no calcanhar. Logo depois, as dores se espalharam para o arco do pé, principalmente ao final do dia. Ela conta que levou a queixa ao especialista e foi diagnosticada com fascite plantar, agravada pela obesidade. Como prevenir dores no calcanhar Escolha calçados adequados. Priorize o conforto e o suporte, evitando solados duros e calçados de salto alto. Mantenha um peso saudável. O sobrepeso aumenta a carga nos pés e favorece a inflamação. Alongue-se regularmente. Isso ajuda a evitar o encurtamento muscular, um fator que contribui para a dor no calcanhar. Fortaleça os músculos dos pés e tornozelos. Exercícios específicos para essa região evitam lesões e melhoram o suporte dos pés. Evite atividades de impacto sem preparo. Esportes como corrida exigem tênis apropriados e preparação para evitar sobrecarga nos pés. Produtos também ajudam Palmilhas ortopédicas e calcanheiras de silicone são ideais para absorver o impacto e dar mais conforto. O ortopedista Paulo Ricardo Ferrari também indica faixas de compressão, dispositivos de alongamento e calçados específicos para atividades físicas, que oferecem mais suporte para quem pratica esportes de impacto. Mas não é só isso. É importante cuidar-se para não piorar. Ir ao médico quando perceber a dor é o primeiro de muitos passos. Mesmo depois da avaliação e indicação do tratamento mais adequado, é importantíssimo continuar cuidando dos calcanhares e pés, além de todos os outros fatores citados acima, que podem levar ao reaparecimento das dores e condições associadas. Após o diagnóstico, Dionísia Rueda passou a adotar algumas dessas medidas no seu dia a dia. “Parei de usar salto no escritório e comecei a usar sapatos confortáveis”, conta ela, que também está sendo acompanhada por uma nutricionista para controlar o peso e evitar que o problema seja agravado. “Tudo é difícil na prática, mas preciso cuidar disso para melhorar”, admite. Para quem sente dor no calcanhar, nunca é demais reforçar que buscar ajuda ao notar os primeiros sinais é fundamental. Medidas preventivas e atenção aos calçados fazem a diferença na rotina e ajudam a evitar problemas que podem afetar a mobilidade e a qualidade de vida. E um último lembrete: apenas o ortopedista poderá indicar o melhor caminho para cada caso.

Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés
Exercícios Funcionais

Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés

O treino funcional não precisa acontecer apenas na academia. Movimentos simples do dia a dia, como subir escadas ou pegar objetos no chão, podem se transformar em estímulos estratégicos para fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio. Para a educadora física Aline Turazzi, diretora de operação da rede Azzurro Fitness, o treino funcional para os pés acontece quando eles são preparados para cumprir bem o que fazem na vida real: sustentar o corpo, absorver impacto, equilibrar e empurrar o chão ao caminhar ou subir. “O foco não é ‘queimar’ o pé, mas melhorar a eficiência e segurança do movimento. Na prática, envolve trabalhar a força dos músculos intrínsecos da planta, mobilidade do tornozelo, controle do arco plantar, coordenação e estabilidade”, explica. Cotidiano como estímulo inteligente Segundo Aline, movimentos diários podem ser tão eficazes quanto exercícios específicos porque o corpo melhora aquilo que repete com qualidade e consistência. Além disso, o cotidiano oferece três vantagens importantes: Frequência alta, já que os movimentos se repetem várias vezes ao dia; Contexto real, com transferência de peso e ajustes de equilíbrio; Integração com pé, tornozelo, joelho, quadril e tronco trabalhando juntos.   Subir escadas, por exemplo, pode virar treino quando feito com atenção ao chamado “tripé do pé”, ou seja, manter apoio na base do dedão, do mindinho e no calcanhar. Já o ato de “empurrar”o degrau para baixo e para trás no movimento de subir, como se quisesse afastar o piso, ativa melhor o arco plantar, enquanto controlar conscientemente a descida do degrau, fazendo isso de forma lenta e segura, ajuda a treinar a estabilidade e a reduzir o risco de torções. Pequenas ações, grandes ajustes Agachar para pegar um objeto no chão parece coisa simples, mas o corpo precisa transferir peso e ajustar o tornozelo para manter o equilíbrio. Para estimular a estabilidade e a coordenação, é necessário deixar o arco plantar ativo, distribuir o peso (sem jogar tudo no calcanhar ou na ponta do pé) e, se for seguro, apoiar mais em uma perna. Até ações como empurrar portas ou simplesmente ficar em pé envolvem os pés mais do que parece. Para gerar força no tronco e nos braços ao empurrar algo, é preciso ter pressão e estabilidade no pé, com boa transferência de peso para o solo. “Ficar em pé é um exercício de microajustes constantes. Os pés e tornozelos fazem correções o tempo todo para manter o centro de massa equilibrado, especialmente quando mudamos o peso de um lado para o outro ou estamos em superfície irregular”, destaca a educadora física Aline Turazzi. Exercício não deve envolver dor Vale lembrar que o progresso desse dia a dia funcional deve ser gradual e não envolve sentir dor. Um desconforto muscular leve até pode acontecer, mas dor aguda, pontadas, dormência ou piora progressiva são sinais de alerta. Casos de desalinhamentos do arco, joelho e calcanhar também merecem atenção médica. Para fugir das sobrecargas, a especialista orienta: Evitar excessos repetitivos, como subir escadas na ponta do pé o dia inteiro. Observar calçado e piso, já que tênis muito gasto ou instável pode atrapalhar. Respeitar limitações em casos de lesão recente, inflamação, instabilidade ou perda de sensibilidade.   “Como são movimentos cotidianos, podem ser aproveitados diariamente, desde que haja qualidade e dosagem. Se houver histórico de lesão, dor persistente ou objetivo esportivo específico, vale buscar orientação profissional”, conclui Aline.

Podologia ou podiatria? Saiba o que fazem e a quem procurar
Podologia e Podólogos

Podologia ou podiatria? Saiba o que fazem e a quem procurar

A saúde dos pés pode ser cuidada por diferentes profissionais, mas é comum haver confusão sobre quem faz o quê. Por exemplo, qual é a diferença entre podologia e podiatria e em quais situações cada uma deve ser procurada? A principal distinção está na formação e no tipo de atuação, de acordo com a enfermeira Silvia Rangel, pós-graduada em podiatria clínica e especialista em pés diabéticos. Enquanto a podologia cuida da parte preventiva e menos complexa, a podiatria tem foco em diagnósticos e tratamentos de doenças. “O podólogo costuma ser requisitado para cuidados básicos e preventivos, como cortar unhas, retirar calosidades, orientar sobre higiene etc. Já o podiatra tem formação em saúde, diagnostica e trata doenças. Em países regulamentados isso é mais comum, mas, no Brasil, a especialização é geralmente feita por enfermeiros”, explica Silvia. Quando procurar cada profissional Se forem situações de rotina, como uma unha levemente encravada, alguns calos ou ressecamento da pele dos calcanhares, a recomendação é agendar um horário com o podólogo de sua confiança. Ele também poderá dar orientações e fazer a manutenção dos cuidados com os pés. A consulta com o podiatra fica para quando o problema é mais sério. “Costumamos brincar que o podiatra é quando a situação aperta. Ele é indicado para dor persistente, deformidade, lesões e doenças como diabetes, artrite ou neuropatia”, detalha a especialista na área. Vale lembrar que, no Brasil, a podiatria ainda não é regulamentada como profissão independente, diferentemente do que ocorre em países como Estados Unidos e Austrália. Aqui, ela é reconhecida como uma especialidade da enfermagem, após decisão do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) em 2023. Condições mais comuns Cada profissional tem áreas de atuação bem definidas. Como vimos, enquanto o podólogo cuida dos aspectos considerados preventivos e menos complexos, o podiatra lida com quadros clínicos mais sérios. Alguns exemplos são: Podólogo: calos e calosidades, fissuras superficiais, unhas encravadas, ressecamento e prevenção de micoses. Podiatra: pé diabético, joanetes, neuropatias, infecções, artrite e artrose. É imprescindível buscar informações sobre a capacitação de cada profissional, pois recorrer ao serviço inadequado pode trazer complicações, sobretudo em casos mais sérios ou complexos. “Se o paciente precisa de avaliação clínica ou até cirurgia e procura apenas um cuidado estético, não vai adiantar. Isso pode trazer riscos, como no pé diabético, que parece simples, mas pode evoluir para infecção e até amputação”, alerta Silvia. Sinais de alerta É fundamental estar de olho em sinais de alerta dos pés – e, caso note algum deles, saber que o melhor a fazer é procurar pelos especialistas em podiatria. Anote alguns deles: Dor persistente; Dificuldade para andar; Deformidades ósseas visíveis; Feridas que não cicatrizam; Infecções graves ou recorrentes; Rigidez do membro; Alterações decorrentes do diabetes; Perda de mobilidade. O podiatra também pode realizar um encaminhamento para especialidades médicas, como o ortopedista, a depender da situação. Um cuidado que se soma A enfermeira reforça que podologia e podiatria devem trabalhar em uma constante atuação conjunta – afinal, não se trata de concorrência, mas integração. O primeiro é essencial na prevenção e no cuidado diário, enquanto o segundo tem foco no diagnóstico e tratamento clínico. Juntos, garantem o bem-estar estético e funcional e ajudam a resolver problemas mais complexos. “Uma não é superior à outra. O podólogo atua de forma preventiva e evita muitos problemas, enquanto o podiatra oferece suporte clínico e tratamentos para os casos graves”, finaliza Silvia.

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Sem guerra no banho: lavar o cabelo pode ser divertido
Rotina de Cuidados

Sem guerra no banho: lavar o cabelo pode ser divertido

Lavar o cabelo costuma gerar tensão em muitas casas com moradores mirins. A criança chora, se encolhe, tenta fugir ou reage com irritação. Logo, o que deveria ser rotina vira confronto. Para muitos adultos, parece birra, mas vale um olhar atento ao comportamento. Conforme esclarece a psicóloga Adriana de Lima, do Hospital e Maternidade Santa Joana, a lavagem do cabelo ativa três pontos sensíveis do desenvolvimento infantil: autonomia, sensorialidade e imprevisibilidade. Dos dois aos sete anos, o senso de controle do corpo está sendo construído e qualquer sensação de invasão é intensa. “Quando a criança se sente sem controle ou em desconforto, o sistema de ameaça é ativado. Surge a resposta de luta, fuga ou congelamento. Isso é reatividade neurobiológica, não birra”, afirma a profissional. O que está por trás da resistência É importante entender que o conflito durante o banho geralmente revela uma tentativa de recuperar controle corporal. Inclinar a cabeça, fechar os olhos e sentir água escorrendo pode gerar sensação de vulnerabilidade. E medos reais entram em cena: de levar um tombo, da água entrar nos olhos, do ardor do shampoo ou sensação de sufocamento. Além disso, há também crianças com maior sensibilidade tátil e vestibular. Perfis sensoriais mais intensos não são necessariamente patológicos, mas tornam estímulos como temperatura, cheiro e toque mais impactantes. A boa notícia é que isso não deve durar para sempre. Quando o banho se conecta com vínculo e segurança, a resistência tende a diminuir. Mas se for ligado à tensão, continuará virando sinal de perigo. É fundamental trabalhar nessa mudança. Como transformar o banho em ritual de conexão Para a psicóloga Adriana de Lima, pequenos combinados funcionam melhor que imposições, porque diminuem a luta de poder e aumentam a cooperação. Vale também trabalhar com antecipação e previsibilidade para reduzir a ansiedade: avise com antecedência, explique o passo a passo e combine a duração. Outras estratégias simples podem tornar a experiência mais leve: fazer o “banho do boneco” antes; usar um espelho para a criança acompanhar o que está acontecendo; criar contagem regressiva divertida (“chuva do foguete em 3… 2… 1…”); montar “chapéu” ou “coroa” de espuma antes do enxágue; oferecer escolhas simples (“sentado ou em pé?”, “qual shampoo?”); criar histórias (“chuva mágica da floresta”); deixar uma toalha quentinha pronta para antecipar conforto. “O brincar regula o sistema nervoso. Quando a experiência vira ritual relacional, o cérebro aprende a associar banho com segurança e vínculo”, analisa a especialista. Empatia com firmeza muda o comportamento Respeitar o limite não significa abandonar a higiene. A situação pede equilíbrio entre empatia, firmeza e calma. Para isso, o cuidador deve: validar o desconforto; manter tom previsível; conduzir com segurança. Por outro lado, a psicóloga recomenda evitar ameaças, ironias, pressa brusca e contenção física sem explicação, porque costumam intensificar o conflito. Fique de olho também nos sinais de alerta que indicam memória emocional negativa do banho: entrar no banheiro já tenso; chorar antes mesmo de começar; rigidez corporal; tentativa de fuga. “O cérebro infantil aprende por repetição. Experiências previsíveis, respeitosas, lúdicas e constantes reduzem a resposta de ameaça e aumentam a cooperação ao longo das semanas. Isso é neuroplasticidade relacional”, conclui Adriana.

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro
Banho

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro

O banho do recém-nascido é daqueles momentos que mais despertam insegurança nos pais. Medo do bebê escorregar, de se afogar, de a água entrar no ouvido ou de não saber segurar direito estão entre os receios comuns registrados nas primeiras semanas. O cuidado envolve confiança e adaptação, mas algumas dicas podem ajudar. Antes do primeiro banho da filha, a relações públicas Ana Cristina, 28 anos, tentou se preparar ao máximo. Ela e o marido fizeram cursos, assistiram a vídeos, leram livros e até deram banho em bebês de amigos, mas ainda assim o receio persistia. O maior medo era de afogamento na banheira ou de o suporte dela ceder. A solução veio ao optar pelo chuveiro, no colo e com a água controlada. Isso trouxe mais segurança à mãe, que conseguiu finalmente relaxar e aproveitar o momento de verdade. “Parece que meu medo desapareceu e pude curtir o banho da minha filha pela primeira vez”, lembra. Por que banho gera tanto medo Para a enfermeira obstetra Karina Trevisan, o medo do banho está muito ligado ao desconhecido. Afogar o bebê ou deixá-lo escorregar são os receios mais frequentes, especialmente nas primeiras experiências. Também surgem dúvidas sobre a necessidade do banho diário, principalmente quando há muitas trocas no dia. “Essa avalanche de questionamentos mostra que o medo não está apenas na técnica, mas no excesso de informação e na falta de confiança. A própria preparação da banheira pode aumentar a tensão de quem está inseguro: montar, encher, organizar”, acrescenta a especialista em cuidados da saúde. A temperatura é outro ponto de insegurança dos cuidadores. Nos dias frios, a dica é aquecer o próprio ambiente antes de começar o banho, o que ajuda na sensação de aconchego. Já no calor, o bebê regula melhor a temperatura, mas o local ainda precisa estar com um clima confortável. Dicas que aumentam a confiança Você sabia que o bebê não tem medo de água? Ou que não é ruim cair água no rosto ou no ouvido dele, por exemplo? Embora muitos pais imaginam isso, o bebezinho costuma até aproveitar o momento. Por isso, a confiança deve vir do adulto. Quanto mais centrado e consciente do que está fazendo, mais tranquila será a experiência. Algumas dicas podem ajudar a “destravar”: 1. Testar a temperatura da água no antebraço, garantindo que esteja morna, sem necessidade obrigatória de termômetro. 2. Enrolar o bebê em uma fraldinha no início, tanto na banheira quanto no chuveiro, para dar mais segurança. 3. Apoiar o corpo do bebê junto ao do adulto e segurar a cabeça com firmeza. 4. Ter atenção ao virar o bebê na banheira para não molhar o rosto inadvertidamente. 5. Iniciar o banho pela cabeça, especialmente na imersão, antes de mergulhar totalmente o corpo. 6. Evitar estímulos excessivos e tornar o momento menos técnico e fluido. 7. Considerar o banho de chuveiro como alternativa prática e calmante. 8. Observar como o bebê reage após o banho (alguns ficam mais relaxados, outros mais despertos) para escolher o melhor horário. 9. Se o banho noturno favorecer um sono mais longo, aproveitar para descansar junto com o bebê. 10. Manter uma rotina, mas entendendo que cada família pode adaptar o horário conforme a resposta da criança. “A dica-chave é confiar. Existe um instinto por trás da maternidade e da paternidade. Você é capaz de dar banho no seu bebê de uma maneira tranquila”, afirma a enfermeira obstetra Karina Fernandes Trevisan. Quando a segurança chega Na experiência de Ana Cristina, entender que não existe só um jeito correto para o banho acabou mudando a percepção. “Tudo bem não usar a banheira e optar pelo chuveiro. Isso não nos torna menos pais. Considere a melhor opção para a sua família”, diz. Nesse sentido, a especialista alerta os pais a não deixarem que comentários inseguros ou opiniões alheias interfiram nesse momento. Avós e familiares costumam transmitir seus próprios medos, mas o banho só deve ter espaço para troca, carinho e confiança. “Um ambiente calmo, uma conversa durante o banho, a sensação de segurança no toque e a confiança de quem conduz fazem com que o momento se torne mais prazeroso e menos cercado de tensão. Outra pessoa não precisa assumir isso por insegurança dos pais”, finaliza Karina.

Amamentar a cada 3 horas: até quando é necessário?
Amamentação e Alimentação

Amamentar a cada 3 horas: até quando é necessário?

Nos primeiros dias de vida do bebê, muitas famílias ficam reféns do relógio quando o assunto é amamentação. A orientação padrão de oferecer o peito a cada 3 horas costuma gerar dúvidas, causar ansiedade e até sentimento de culpa. Entender melhor a recomendação médica é o melhor caminho para lidar com essa situação. Na prática, amamentar “de 3 em 3 horas” significa contar o intervalo a partir do início da mamada anterior e não do momento em que ela termina. “Essa recomendação funciona como uma regra de segurança no início da vida para evitar que o bebê fique longos períodos sem se alimentar até recuperar o peso do nascimento”, explica a enfermeira obstetra e consultora de amamentação Meiriele Rodrigues. Esse cuidado faz sentido porque o recém-nascido ainda tem uma capacidade gástrica muito pequena, o leite materno é digerido rapidamente e as mamadas frequentes são fundamentais para estimular e regular a produção de leite da mãe. É como se os primeiros dias “calibrassem” a fábrica materna. Regra não vale para sempre De modo geral, esses intervalos curtos e regulares para mamar só são indicados até o nenê retornar ao peso que nasceu. Isso costuma acontecer entre o 10º e 15º dia de vida. A partir dali, se o recém-nascido estiver saudável, alerta e com bom ganho ponderal, o relógio tende a perder um pouco a importância. Não significa, porém, abandonar os cuidados. Para a profissional, é a hora certa de entender que a amamentação deve seguir mais os sinais que o bebezinho dá do que horários previamente estabelecidos. Já a livre demanda é indicada desde o início, com uma ressalva importante: nas primeiras semanas, ela é “livre” para o bebê pedir, mas a mãe deve ofertar o peito, caso ele durma por tempo prolongado. Com o ganho de peso bem estabelecido, isso muda. Será que meu bebê está mamando o suficiente? Mesmo quando os intervalos entre as mamadas começam a variar, alguns sinais ajudam a confirmar que a amamentação está adequada. Entre os principais, a especialista Meiriele Rodrigues destaca: fraldas de xixi frequentes, claras e bem cheias (geralmente seis ou mais por dia); comportamento de saciedade após a mamada, como soltar o peito espontaneamente e relaxar as mãos; ganho de peso constante nas consultas de acompanhamento com o pediatra. Por outro lado, tentar espaçar demais as mamadas antes do tempo também pode trazer riscos. Vale ficar de olho em: desidratação; letargia (o bebê fica tão fraco que não acorda para pedir leite); dificuldade em engordar. Além disso, a mãe também costuma sofrer com o espaçamento precoce. Diminuição da produção de leite e risco aumentado para mastite e ingurgitamento mamário – o famoso “leite empedrado” – são algumas das consequências. “Peito é fábrica; não, estoque. Quanto mais o bebê mama, mais leite o corpo entende que precisa produzir”, reforça a profissional. Durante a madrugada Acordar o recém-nascido de madrugada para oferecer o peito pode parecer errado, afinal, ele finalmente dormiu. Porém, é uma regra necessária nas primeiras semanas, enquanto os quilos do nascimento ainda não foram recuperados. Normalmente, o intervalo para aleitamento não deve ultrapassar três ou quatro horas, mas quem define é o pediatra. A consultora de amamentação Meiriele Rodrigues lembra que, após essa fase, se tudo estiver bem, não há mais necessidade de despertar o nenê, uma vez que o sono também é essencial para o desenvolvimento neurológico. Para mães que se sentem presas ao relógio, a enfermeira ensina que observar o filho é o melhor caminho. Isso porque, antes mesmo do choro, ele já dá sinais claros de que está com fome, como: levar as mãos à boca; virar a cabeça; ou fazer movimentos de sucção. “Responder a esses sinais torna a amamentação mais fluida, eficiente e menos angustiante”, garante a especialista.

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