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Como evitar dores de joanetes
Joanete

Como evitar dores de joanetes

O joanete inflamado causa uma dor intensa no pé. Isso acontece frequentemente com quem tem essa condição e usa calçados que não acomodam a saliência do osso — o que cria uma pressão sobre o joanete, causando uma inflamação da bursa (um saco cheio de líquido que envolve e amortece essa articulação). Um fator determinante para o agravamento do joanete é o uso de calçados estreitos, de bico fino ou de salto alto, especialmente por quem tem o formato do pé mais quadrado e largo. “O uso de calçados inadequados causa dor, mas isso não acontece com todo mundo que tem joanete. A dor depende muito das atividades do dia a dia. Quem anda muito pode sentir mais do quem não se movimenta”, afirma o médico ortopedista Isnar Moreira de Castro Junior, especialista em pé e tornozelo e chefe do grupo de pé e tornozelo do Instituto Nacional de Traumato Ortopedia (INTO). Ele explica que a progressão do joanete pode desviar ainda mais o dedão para dentro, entortando os dedos menores e causando dor neles também. “O grande problema do joanete é a dor e a deformidade progressiva do primeiro dedo”, completa. O que pode evitar o joanete inflamado? Usar um calçado apertado demais causa um atrito que irrita a região e causa dor. “Uma vez que você começou a ter o joanete, existe uma tendência de ele ir piorando ao longo da vida. O calçado que a pessoa precisa usar para não piorar a situação é o que é compatível com a largura do seu pé”, afirma Castro Junior. O ideal é evitar usar calçados de salto alto e bico fino. “Eles são os maiores responsáveis pelo desenvolvimento da deformidade e devem ser evitados como forma de minimizar a sua progressão”, diz o médico ortopedista José Sanhudo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Se não for possível evitar o uso desse tipo de sapato, Castro Junior recomenda alterná-lo com calçados mais largos para dar um descanso para os pés depois de ser submetido ao estresse causado por esse tipo de sapato. Para evitar as dores, ele indica usar protetores, calçados largos e fazer exercícios ou fisioterapia específicos para o pé. “Os protetores aliviam a dor porque protegem as áreas que estão sob pressão no calçado. Quando já existe a deformidade, você tem áreas onde o osso é mais proeminente, fica em atrito e dói”, explica Castro Junior. Ele reforça a importância de aliar esse cuidado com os pés ao uso de calçados confortáveis. “Se você continuar usando os mesmos sapatos apertados, vai continuar doendo”, diz. “Também é preciso diminuir o esforço dos pés. Uma pessoa que corre, por exemplo, se sentir dor, deve treinar menos.” 5 dicas para não ter dor nos joanetes Use sapatos confortáveis Para aliviar a pressão do corpo sobre o joanete, o primeiro passo é usar sapatos compatíveis com a largura do seu pé e flexíveis na biqueira para acomodar o joanete. Evite salto alto O ideal é manter sempre os calcanhares baixos e usar saltos de até 2,5 cm. O calçado de salto alto força os dedos para frente e piora o joanete. Não use bico fino Os calçados que têm a parte superior estreita podem fazer a joanete se desenvolver; então, é bom não usá-los. Proteja o joanete No dia a dia, você pode usar protetores de joanete na área que costuma ser pressionada pelo calçado. Antes, veja se o sapato tem espaço suficiente para acomodá-los. E quem tem que usar sapato social? Não faça isso todos os dias. Alterne com um calçado mais largo para que o pé possa descansar do estresse causado ao joanete.

Massagem nas pernas: como e porque fazer no dia a dia
Reflexologia e Massagem

Massagem nas pernas: como e porque fazer no dia a dia

Seja para aliviar dores, relaxar ou melhorar a circulação, a massagem nas pernas pode ser uma grande aliada do bem-estar. Com diferentes técnicas, ajuda a reduzir o cansaço, o estresse e corrigir as dores causadas por má postura e sobrecarga, situações geralmente experimentadas no dia a dia. “Existem vários tipos de massagem que podem ajudar a aliviar dores nas pernas, como a drenante, que é a massagem de drenagem linfática; a de pontos de gatilhos, pontos de tensões e a automassagem”, cita o massoterapeuta Evaristto Silva. Principais técnicas de massagem nas pernas A seguir, o profissional destaca e explica algumas das técnicas mais comuns e indicadas para tratar queixas associadas às pernas, como inchaço, dores musculares e mais. Drenagem linfática: auxilia na eliminação de líquidos retidos, reduzindo inchaço e toxinas. Também é recomendada para ajudar na prevenção da celulite. Massagem de pontos de gatilho: indicada para quem tem dores crônicas ou lesões, ajudando a aliviar contraturas musculares severas. Massagem desportiva: combina movimentos suaves e pressões mais profundas, melhorando a recuperação muscular. Automassagem: pode ser feita em casa, com movimentos de pressão e deslizamento, trazendo alívio imediato para tensão e fadiga. Além dessas, há a reflexologia, uma técnica aplicada nos pés, mas que influencia diretamente as pernas e outras regiões do corpo. Segundo Evaristto, a pressão exercida em pontos específicos dos pés pode estimular órgãos internos, melhorar a circulação sanguínea e até aliviar sintomas emocionais. “O corpo sobrecarrega essa região e a reflexologia faz com que o fluxo sanguíneo volte para a parte superior, trazendo uma sensação de alívio geral”, explica. Massagem relaxante X terapêutica O profissional também ensina a escolher o melhor tipo de massagem para cada caso: Massagens relaxantes: buscam aliviar o estresse e promover o bem-estar geral, ou seja, proporcionam um alívio progressivo para o corpo todo. Massagem terapêutica: é focada em tratar dores e tensões específicas. Apesar de finalidades diferentes, ambas compartilham benefícios importantes. “Movimentos como deslizamento, fricção e amassamento estimulam o fluxo sanguíneo, reduzindo a fadiga muscular e promovendo uma sensação de leveza”, aponta Silva. Quem não pode fazer massagem? Embora a prática traga muitos benefícios, há situações em que ela deve ser evitada ou aplicada com cautela: Casos de trombose; Pacientes com feridas abertas; Durante febre e infecções; Quadros de cardiopatias; Doenças específicas, como osteoporose severa e câncer; Gestantes sem liberação médica. De acordo com o massoterapeuta, as restrições são necessárias porque as massagens podem agravar os casos citados. Três movimentos simples para aliviar a tensão Evaristto ensina três técnicas principais para quem quer aprender, na prática, como relaxar e diminuir o estresse. Ponto de pressão: pressione suavemente os pontos de tensão nas pernas por alguns segundos para aliviar dores localizadas. Deslizamento: com as mãos espalmadas, deslize do tornozelo até a coxa para estimular a circulação. Amassamento: segure a musculatura da panturrilha ou da coxa e aperte suavemente, ajudando a relaxar e aliviar a fadiga muscular. Se desejar, pode investir em alguns produtos para potencializar os efeitos. “Óleos neutros, como os de coco e amêndoas, são boas opções, desde que a pessoa não tenha alergias”, diz o especialista.

Pés na terceira idade e os cuidados necessários
Tipos de Pés

Pés na terceira idade e os cuidados necessários

Os pés são fundamentais para a mobilidade e equilíbrio, mas sofrem alterações significativas com o avanço da idade. Essas mudanças vão desde o ressecamento da pele até deformidades articulares, que tornam os cuidados com a região ainda mais necessários, sobretudo para preservar a saúde e a qualidade de vida dos idosos. De acordo com o ortopedista Sérgio Costa, cofundador do canal Longidade, as transformações nos pés durante a terceira idade envolvem tanto o formato quanto a funcionalidade dos membros. “Com o tempo, a osteoartrite e a perda de elasticidade ligamentar podem deformá-los, causando joanetes e dedos em garra, além de ocorrer a redução do coxim plantar, que amortece os impactos ao caminhar”, cita. O podólogo Joaquim Sato acrescenta que o ressecamento da pele e o afinamento dos tecidos também tornam os pés mais suscetíveis a rachaduras e infecções. “A pele perde elasticidade e oleosidade com o passar dos anos, o que aumenta o risco de complicações, como micoses e rachaduras nos calcanhares”, alerta. Alterações mais comuns nos pés de idosos Entre as principais mudanças que ocorrem ao longo da vida, os profissionais destacam: Deformidades articulares, como joanetes (hálux valgo) e dedos em garra, causadas pela artrose; Redução do coxim plantar, resultado da perda da camada de gordura que protege a sola dos pés, provocando desconforto ao caminhar; Rigidez articular, causada pela diminuição da flexibilidade das articulações; Ressecamento e rachaduras, consequências da perda de elasticidade e hidratação da pele; Alterações nas unhas, como engrossamento e maior suscetibilidade a infecções fúngicas. Cuidados essenciais Para prevenir complicações e manter a saúde dos pés, é fundamental adotar uma rotina de cuidados. Entre eles, Sato recomenda: 1. Hidratação diária: use cremes específicos para evitar ressecamento e rachaduras. 2. Higiene adequada: lave os pés com sabonetes suaves e seque bem entre os dedos. 3. Corte correto das unhas: sempre reto, para evitar encravamentos. 4. Calçados apropriados: escolha sapatos confortáveis, com solado acolchoado e material respirável. 5. Exercícios e alongamentos: práticas simples ajudam a manter a flexibilidade e prevenir dores. Outro ponto importante é estar atento com lesões típicas da terceira idade. Isso porque, com o envelhecimento, tais ocorrências se tornam mais frequentes. Segundo o médico, vale redobrar a atenção com: Neuropatias, caracterizadas por danos nos nervos periféricos, que causam dormência ou formigamento; Fascite plantar, que é uma inflamação na sola do pé devido à sobrecarga; Fraturas por fragilidade, decorrentes da osteoporose; Úlceras e calosidades, agravadas pelo uso de calçados inadequados. Quando procurar um profissional? A terceira idade já requer visitas mais frequentes a consultórios médicos, inclusive do ortopedista. Quanto o assunto envolve os pés, a indicação é marcar consultas semestrais, caso não haja nenhum incômodo, ou buscar o especialista logo quando alguma queixa surgir. Já na rotina com a podologia, Joaquim recomenda visitas mensais para prevenir e tratar problemas como calosidades, unhas encravadas e micoses. “A manutenção regular ajuda a evitar complicações mais graves e mantém os pés saudáveis”, afirma. Agora, uma curiosidade: sabia que, durante a terceira idade, o número dos sapatos tende a mudar? O ortopedista Sérgio Costa confirma que os pés podem aumentar ligeiramente com o tempo. “Alterações na estrutura óssea, como a artrose, e inchaços causados por problemas circulatórios podem levar ao uso de calçados maiores e mais confortáveis”, explica.

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Mais sobre Perna Cansada

A sensação de perna cansada é comum após longos períodos em pé ou sentado, podendo causar desconforto, inchaço e até dor. Para aliviar essa sensação de peso e proporcionar maior bem-estar é importante utilizar produtos que promovam uma sensação de frescor e ativem a circulação.

A Baruel desenvolveu um gel creme que ajuda a aliviar a queimação e o cansaço nas pernas com efeito imediato. Sua aplicação promove alívio das dores e refresca a pele graças à sua fórmula exclusiva.

Cuidar das pernas diariamente, especialmente após jornadas intensas, é essencial para manter a saúde e evitar o agravamento do desconforto.