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Perguntas frequentes
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Como escolher o calçado ideal para se exercitar?
Escolher o calçado adequado para praticar esportes é fundamental para garantir conforto, segurança e desempenho. Segundo o técnico de futebol Marcelo Rodrigues, ex-atleta com certificação pela CBF, o tênis deve ser adequado ao exercício a ser realizado. “Para cada modalidade, há um modelo que melhor atende às necessidades de quem pratica, considerando características como tipo de pisada, peso e genética”, frisa. Esses fatores influenciam na forma como o corpo absorve o impacto e distribui a pressão nos pés durante a prática de atividades físicas. “É importante buscar orientação antes de adquirir um par de calçados, caso possível, para escolher um modelo que ofereça bom amortecimento e estabilidade, evitando sobrecargas que podem causar lesões”, alerta o profissional. Portanto, ao ir à loja, não considere apenas o visual do item desejado. O especialista ainda destaca que tênis com solado muito alto, por exemplo, podem limitar a mobilidade e prejudicar a execução dos movimentos. Como são os tênis dos atletas Para o jogador Lincoln Henrique, do Red Bull Bragantino, o calçado é uma peça-chave em seu desempenho nos esportes. “Meu trabalho depende de um produto com tecnologia e qualidade. Já tive desconfortos com alguns modelos, e isso acabou impactando o meu rendimento”, relata. É por isso que o atleta evita calçados duros e apertados, e busca por modelos que absorvem o impacto e dissipam a energia durante o esporte. Sendo alguém que tem a prática de atividade física como ocupação principal no dia, Lincoln Henrique garante que essas características são indispensáveis para ter um rendimento de excelência e seguro. “O tênis precisa proporcionar conforto e dar a sensação de leveza durante os movimentos, sem incomodar. Sempre vou optar por calçados que promovam estabilidade e sejam confortáveis”, enfatiza, ciente que um modelo inadequado pode resultar em dores e comprometer a qualidade do treino, impactando o desempenho. Para cada pessoa, um calçado adequado A regra é clara: a escolha de um tênis deve ser individualizada, considerando as especificidades de cada pessoa e seus objetivos com a prática esportiva. Desse modo, o técnico e o jogador de futebol concordam que, para cada corpo e objetivo, existe um modelo de calçado ideal. Enquanto Marcelo Rodrigues aponta a necessidade de atenção a fatores estruturais, como peso e tipo de pisada, e até considera o uso de palmilhas recomendadas pelo ortopedista, Lincoln Henrique ressalta a importância de experimentar o calçado e fazer uma autoavaliação. “Coloquei no pé, ficou confortável e mostrou bom desempenho? Está aprovado!”, diz. Dicas para escolher o tênis certo A seguir, a dupla de esportistas dá dicas para não errar na próxima compra. Garanta que o modelo tenha amortecimento e absorção de impacto. Reduzir esse baque sobre as articulações é essencial para prevenir lesões. Busque por estabilidade e conforto. O calçado deve oferecer suporte durante seu uso para garantir a segurança do atleta. Além disso, o conforto é indispensável para uma prática efetiva e um bom desempenho. Certifique-se de estar com o tamanho adequado e bom ajuste. Modelos duros e apertados vão causar desconfortos e prejudicar o rendimento, enquanto os muito soltos não oferecerão a firmeza necessária. Opte pelo modelo que permita um espaço entre os dedos. Não ignore seu tipo de pisada. São três variações, basicamente: a neutra, quando as partes interna e externa do pé tocam o pé ao mesmo tempo; a pronada, em que a lado interno toca o solo antes, associada ao pé sem cava; e a supinada (pé cavo), em que é explorado mais o lado externo. Se não se sentir seguro na autoavaliação, basta ir a lojas especializadas que façam essa avaliação ou ao ortopedista.
Onicofose: como prevenir e tratar
A saúde das unhas vai além da estética. Alguns problemas podem surgir devido ao acúmulo de pele descamada e proteínas, causando desconforto e até inflamações. Entre essas condições está a onicofose, que pode envolver as mãos e os pés e ser evitada com os cuidados certos. A onicofose, que às vezes é confundida com a onicocriptose, ocorre quando células mortas e queratina se acumulam entre a unha e a pele ao redor. Isso pode endurecer a região e levar a dor, incômodo e até mesmo processos inflamatórios, de acordo com a podóloga e pedicure Bárbara Martins, especialista em atendimento podológico com embelezamento. “A pressão de sapatos apertados, o corte incorreto das unhas e o atrito constante são as principais causas desse quadro. Além disso, o envelhecimento e problemas circulatórios podem aumentar o risco de desenvolver a condição”, explica a profissional. Como identificar e evitar A onicofose pode ser percebida pelo surgimento de pele endurecida nos cantos da unha. Em alguns casos, a região pode ficar dolorida, avermelhada e até inflamar. Para evitar esse quadro, Bárbara recomenda: Cortar as unhas corretamente, sem deixar cantos irregulares que favoreçam o acúmulo de pele morta. Evitar sapatos muito justos, que podem pressionar os dedos e agravar o problema. Manter os pés e as mãos hidratados, pois a pele ressecada favorece o acúmulo de células mortas. O que fazer para aliviar a dor Se a onicofose já estiver causando desconforto, algumas medidas podem ajudar a aliviar os sintomas: Remoção profissional: o podólogo pode remover o excesso de pele com instrumentos adequados, aliviando a dor de forma segura; Banhos mornos: a imersão dos pés e mãos em água morna ajuda a amolecer a pele endurecida; Hidratação intensiva: o uso de cremes específicos mantém a pele macia e reduz a chance de novas inflamações. “Se houver muita dor, inchaço ou sinais de infecção, como pus e vermelhidão intensa, pode ser um indicativo de complicação e precisa de atenção imediata”, alerta a especialista. Tratamento para onicofose A recomendação de como tratar deve ser feita exclusivamente por um podólogo. É ele quem remove o acúmulo de queratina com técnicas especializadas que não podem ser feitas em casa. O modo de tratamento também vai depender da gravidade: Casos leves: remoção cuidadosa da pele endurecida e orientação para cuidados preventivos. Casos mais graves: pode ser necessário acompanhamento com um dermatologista para avaliar possíveis infecções. Além disso, quando nos pés, o podólogo pode sugerir ajustes no calçado ou o uso de palmilhas para evitar a pressão nos dedos e prevenir o reaparecimento do problema. Diabetes pede atenção especial Vale ainda um lembrete para pessoas com diabetes: é necessário atenção redobrada, pois a inflamação pode evoluir para um problema mais sério. “O ideal é visitar um podólogo regularmente para evitar complicações”, reforça Bárbara Martins.
Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento
A micose nos pés é uma condição incômoda e persistente causada por fungos que afeta milhões de pessoas. Comumente encontrada na pele ou nas unhas, essa infecção pode variar de uma irritação leve a um problema mais difícil de tratar. “A frieira, também conhecida como pé de atleta, e a onicomicose, que afeta as unhas, são os tipos mais comuns de micose nos pés”, explica a podóloga Gabriela Maia, da Majô Beauty Club. Os fungos responsáveis pela micose se proliferam em ambientes quentes e úmidos, como os proporcionados por sapatos fechados ou pés mal secos após o banho. De acordo com a especialista, a frieira é causada pelo fungo Trichophyton, já presente na pele, enquanto a onicomicose pode ser provocada por diferentes espécies, como Epidermophyton, Microsporum e Trichophyton. Causas e hábitos que favorecem a doença A micose ocorre quando fungos encontram as condições ideais para se multiplicarem. Portanto, na lista de fatores mais comuns estão: Uso de sapatos fechados e apertados, porque retêm umidade e calor, criando um ambiente favorável para os fungos; Higiene inadequada, visto que pés mal lavados ou sem estarem completamente secos facilitam a proliferação; Compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas, meias ou calçados, o que pode transmitir os fungos; Frequentar ambientes úmidos e coletivos, tais quais piscinas, academias e vestiários públicos, que são locais de alto risco. “Pequenas lesões ou rachaduras na pele também facilitam a entrada dos fungos e podem agravar o quadro”, alerta a podóloga. Tipos de micose nos pés e seus sintomas As micoses mais comuns que afetam os pés são: Frieira, também conhecida como ‘pé de atleta’: os sintomas incluem coceira, odor forte, vermelhidão, descamação e rachaduras, especialmente entre os dedos. O problema geralmente causa desconforto constante e pode evoluir para fissuras dolorosas, se não tratado. Onicomicose, a micose específica das unhas: unhas com manchas amareladas ou esbranquiçadas, espessamento, fragilidade, deformação e odor desagradável são os principais sinais. A condição pode levar meses para ser tratada completamente, devido ao crescimento lento das unhas. Por que é tão difícil curar micose nos pés? O tratamento de micoses nos pés é desafiador, especialmente quando elas afetam as unhas. Isso ocorre porque os fungos se alimentam de queratina, uma proteína presente na pele e nas unhas. “O ambiente quente e úmido nos pés cria as condições ideais para a proliferação dos fungos e dificulta a erradicação total”, explica a especialista. Assim, enquanto a frieira pode ser resolvida em cerca de um mês, com o uso correto de pomadas e cuidados diários, a onicomicose exige tratamentos prolongados. O processo pode levar de 6 a 12 meses, dependendo do crescimento da unha e da adesão ao tratamento. Como tratar a micose nos pés O tratamento deve ser iniciado com a avaliação de um profissional qualificado. Entre as medidas recomendadas estão: Higienização rigorosa: lavar bem os pés, secá-los completamente, sobretudo entre os dedos, e evitar compartilhar objetos pessoais; Cuidados com calçados: higienizar sapatos regularmente, deixá-los secar ao sol e aplicar desinfetantes específicos; Uso de medicamentos tópicos: pomadas ou cremes antifúngicos são indicados para casos leves de frieira; Tratamentos avançados: em casos mais graves, podem ser necessários laser ou medicamentos orais, sempre prescritos por um médico. Além disso, manter a constância no tratamento é essencial para garantir resultados duradouros. “Interromper o uso de medicamentos antes do tempo pode levar à recorrência da micose”, alerta Gabriela. Impactos na qualidade de vida Embora pareçam problemas simples, as micoses nos pés podem causar desconforto significativo, além de afetar a autoestima e a rotina. A coceira persistente, as rachaduras dolorosas e o comprometimento estético das unhas são reclamações frequentes entre pacientes. A podóloga destaca que, ao menor sinal de micose, é importante buscar ajuda profissional. “Quanto mais cedo o problema for tratado, menores serão as chances de complicações ou recidivas”, conclui.
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A sensação de perna cansada é comum após longos períodos em pé ou sentado, podendo causar desconforto, inchaço e até dor. Para aliviar essa sensação de peso e proporcionar maior bem-estar é importante utilizar produtos que promovam uma sensação de frescor e ativem a circulação.
A Baruel desenvolveu um gel creme que ajuda a aliviar a queimação e o cansaço nas pernas com efeito imediato. Sua aplicação promove alívio das dores e refresca a pele graças à sua fórmula exclusiva.
Cuidar das pernas diariamente, especialmente após jornadas intensas, é essencial para manter a saúde e evitar o agravamento do desconforto.

