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Perna Cansada

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Segredos para ter pés lisinhos e sem rachaduras
Cuidado Diário

Segredos para ter pés lisinhos e sem rachaduras

Ter pés lisinhos, sem rachaduras e hidratados é mais do que uma questão estética: é também um cuidado essencial com a saúde da pele. Os calcanhares, em especial, são áreas propensas ao ressecamento por suportarem peso e pressão constantes. Por isso, a rotina de cuidados com os pés deve ser contínua e personalizada. Para início de conversa, vale saber que diversos fatores podem deixar os pés ásperos ou com tendência a rachaduras. "A desidratação é uma das causas mais comuns, mas calçados inadequados, clima seco, falta de higiene adequada e até condições médicas como diabetes e hipotireoidismo podem agravar o quadro", explica a dermatologista Adriana Hernandez, especialista em Dermatofuncional pelo IBECO. Além disso, com o envelhecimento, a pele também perde elasticidade e colágeno, tornando-se naturalmente mais seca. Ou seja, manter os pés hidratados, limpos e protegidos é um cuidado que deve acompanhar todas as idades. Hidratação diária evita rachaduras De acordo com a dermatologista, a hidratação diária é uma das medidas mais importantes para prevenir fissuras nos pés. A recomendação é aplicar o creme logo após o banho, quando a pele ainda está úmida, e massagear bem as áreas mais secas, como calcanhares e planta dos pés. "O ideal é usar hidratantes com ureia, glicerina, óleo de jojoba ou manteiga de karité, e potencializar o efeito com meias de algodão durante a noite", orienta. Outra ajuda bem-vinda é a esfoliação semanal, que auxilia na remoção de células mortas e aumenta a absorção do creme, deixando a pele mais macia e uniforme. Só não exagere na dose: uma vez por semana é o máximo recomendado - e sempre com itens apropriados, como pedra-pome. Ativos poderosos para pés macios Alguns ingredientes têm ação comprovada no cuidado com os pés. Entre os mais eficazes estão: Ureia: hidrata profundamente e promove leve esfoliação; Ácido salicílico: ajuda a remover o excesso de células mortas; Glicerina: atrai e retém a umidade na pele; Manteiga de karité: nutre e suaviza; Óleo de jojoba e pantenol: restauram a barreira cutânea; Extratos como aloe vera e camomila: acalmam e hidratam. Esses ativos podem ser combinados em cremes específicos para os pés e devem ser aplicados de forma consistente para manter o resultado. Um detalhe: é muito importante adotar tal prática apenas com indicação e orientação de especialista, já que pode haver contraindicações aos componentes. Emoliente ou hidratante: qual escolher? Se a dúvida surge diante da gôndola de produtos, saiba que o hidratante repõe a água da pele, enquanto o emoliente forma uma camada protetora que evita a perda dessa hidratação. “O ideal é associar os dois em uma mesma rotina", recomenda Adriana Hernandez. Além dos produtos prontos, a médica indica cuidados caseiros simples, mas eficientes: Esfoliação com açúcar e mel ou azeite; Máscara de banana para hidratação profunda; Óleos naturais, como coco ou amêndoas, logo após o banho; Banho de pés com sal de Epsom ou chá de camomila; Uso de meias após o creme para intensificar o efeito. Dica bônus: o melhor horário para hidratar os pés é à noite, pouco antes de dormir. Isso porque, como o corpo está em repouso, a absorção dos ativos é maior. Outro detalhe: o uso de meias potencializa a eficácia do creme. Cuidados extras para rachaduras nos pés Alguns cuidados específicos fazem diferença para quem tem calosidades ou sofre com rachaduras frequentes. Segundo a dermatologista, vale sempre: Usar sapatos anatômicos e confortáveis; Optar por meias que absorvam o suor e reduzam o atrito; Evitar superfícies ásperas e calçados abertos por tempo prolongado; Manter uma rotina de higiene e hidratação constante. Se mesmo com os cuidados as rachaduras persistirem ou piorarem, o ideal é consultar um médico e não iniciar o uso de nenhum produto sem indicação profissional.

Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?
Suor e Odor

Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?

O mau odor nos pés, conhecido popularmente como chulé, é comum e pode causar bastante desconforto no dia a dia. Mas já reparou que esse cheirinho desagradável varia entre cada pessoa? Enquanto para uns é uma queixa constante, outros passam longe do problema. Por trás disso, há uma combinação de fatores. Conforme explica a dermatologista Adriana Brito, do dr.Consulta, o cheiro, também chamado de bromidrose plantar, é uma consequência do arranjo que envolve suor, bactérias e o ambiente em que os pés ficam ao longo do dia. “O chulé é causado pela ação de bactérias que vivem naturalmente na pele. O suor dos pés não tem cheiro, mas, quando se mistura com células mortas e queratina, essas bactérias liberam substâncias como o ácido isovalérico, responsável pelo odor característico”, observa a médica. Por que uns mais e outros menos Nem todo mundo sofre com o problema na mesma intensidade. Isso acontece porque o chulé não depende apenas dos hábitos, mas também de fatores biológicos e individuais, ou seja, muda de pessoa para pessoa. Segundo a especialista, há uma predisposição que envolve genética, alterações hormonais e condições como hiperidrose, que causa suor excessivo. Além disso, fatores como obesidade, diabetes e até o tabagismo podem aumentar o risco. Vale desmistificar que nem sempre quem transpira mais terá odor mais forte. A intensidade depende mesmo é da combinação entre suor, bactérias e umidade retida, e não apenas da quantidade de suor. Afinal, a composição da microbiota da pele também varia individualmente. O que favorece o chulé Alguns fatores do dia a dia criam o ambiente ideal para a proliferação de bactérias e intensificam o odor. Entre os principais, estão: uso prolongado de sapatos fechados ou sintéticos; meias de náilon ou poliéster, que não absorvem a umidade; não secar bem os pés, sobretudo entre os dedos; uso repetido do mesmo calçado, sem tempo para ventilação; consumo de alimentos como alho, cebola e curry; uso de medicamentos que alteram o suor. A dermatologista Adriana Brito reforça que o tipo de calçado também tem papel central no desenvolvimento (ou não) do chulé. Sapatos muito fechados, como tênis e botas ou de material sintético, tendem a reter o calor e a umidade, funcionando como uma “incubadora” para os fungos e bactérias. Sinais de alerta e tratamento Embora seja comum, o chulé pode, em alguns casos, estar associado a problemas dermatológicos. É recomendado investigar se, ao mesmo tempo, houver outros sintomas como: coceira; vermelhidão; descamação; fissuras; bolhas; maceração da pele. “Quando o odor vem acompanhado de alterações na pele pode haver infecção fúngica ou bacteriana associada”, alerta a médica. Nesses casos, apenas o dermatologista pode diagnosticar a condição e orientar o melhor tratamento. No entanto, se a queixa for só o mau odor, hábitos simples costumam resolver: boa higiene, secar os pés, investir em meias adequadas e alternar os calçados. Se isso não for suficiente, o especialista pode receitar antitranspirantes, medicamentos ou até botox para reduzir o suor.

Neuroma de Morton: ‘pedrinha no sapato’ é alerta
Neuroma de Morton

Neuroma de Morton: ‘pedrinha no sapato’ é alerta

A dor na parte frontal do pé que parece uma “pedrinha no sapato” é um relato clássico de quem tem Neuroma de Morton. O problema envolve um nervo entre os dedos que sofre pressão repetidamente, gerando desconforto, queimação, formigamento ou fisgada, que piora com calçados apertados e costuma aliviar ao ficar descalço. “Neuroma de Morton é uma inflamação com espessamento de um pequeno nervo entre os ossos do antepé. Na prática, acontecem compressão e espessamento ao mesmo tempo”, diz o ortopedista Mateus Jerônimo. Significa que o espaço reduzido comprime o nervo, a pressão contínua o engrossa e inflama, e o aumento de volume amplia ainda mais a compressão - um ciclo que explica a persistência da dor. “O nervo inflamado forma uma pequena saliência na planta do pé. Quando a pessoa apoia o peso, essa área é pressionada entre os ossos e o chão, gerando a sensação de ter uma pedrinha dentro do calçado, mesmo descalço”, acrescenta o médico. O que evitar Conforme aponta o especialista, alguns fatores aumentam a chance de desenvolver a condição. Entre os principais estão: Usar sapatos de bico fino ou salto alto, que comprimem os dedos; Estar com excesso de peso, que sobrecarrega o antepé; Ter alterações no formato do pé, como pé plano ou cavo, joanete e dedos em garra; Praticar atividades de impacto (corrida, dança, esportes com salto); Passar longos períodos em pé, sobretudo com calçados rígidos. É fundamental evitar esses hábitos e, se possível, pensar em alternativas para cada um deles. No caso dos calçados, por exemplo, vale trocar o bico estreito pelo mais largo e o salto alto pelo baixo, de até 3 centímetros, com solado macio e palmilhas de apoio central, que ajudam a distribuir o peso e reduzem o atrito. Mateus Jerônimo também observa que, em atividades de impacto, especialmente corrida, a frente do pé absorve grande parte da carga. “Por isso, é decisivo usar tênis com bom amortecimento e espaço para os dedos, além de ajustar o volume dos treinos, evitando aumentos bruscos”, orienta. Diagnóstico e tratamento O diagnóstico é clínico. Ou seja, é essencial ir ao ortopedista, que identifica a queixa típica e localiza o ponto doloroso ao pressionar o espaço entre os dedos. Exames como ultrassonografia e ressonância magnética confirmam o espessamento do nervo e afastam outras possibilidades, se houver dúvidas. A boa notícia é que, na maioria dos casos, a solução também é clínica e bastante eficaz. O especialista destaca as seguintes medidas: Troca de calçados por modelos mais confortáveis e largos; Uso de palmilhas ortopédicas com apoio metatarsal; Fisioterapia para fortalecer a musculatura do pé e equilibrar as cargas; Prescrição de medicamentos e infiltrações para reduzir a inflamação e aliviar a dor. “A cirurgia só é considerada quando a dor persiste, de 3 a 6 meses, apesar do tratamento clínico. O procedimento libera o nervo ou remove a área mais afetada, conforme a avaliação médica”, acrescenta Mateus Jerônimo. Por último, cabe ressaltar que, embora raro, o Neuroma de Morton pode voltar mesmo após a cirurgia. O ortopedista observa que alguns pacientes acabam desenvolvendo uma cicatriz sensível no local, portanto, é fundamental manter as medidas de controle e proteção.

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Mais sobre Perna Cansada

A sensação de perna cansada é comum após longos períodos em pé ou sentado, podendo causar desconforto, inchaço e até dor. Para aliviar essa sensação de peso e proporcionar maior bem-estar é importante utilizar produtos que promovam uma sensação de frescor e ativem a circulação.

A Baruel desenvolveu um gel creme que ajuda a aliviar a queimação e o cansaço nas pernas com efeito imediato. Sua aplicação promove alívio das dores e refresca a pele graças à sua fórmula exclusiva.

Cuidar das pernas diariamente, especialmente após jornadas intensas, é essencial para manter a saúde e evitar o agravamento do desconforto.