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Calcanhar rachado: mitos e erros nos cuidados
Calcanhar Rachado

Calcanhar rachado: mitos e erros nos cuidados

Quando o calcanhar começa a ressecar e a rachar, muita gente tenta resolver tudo de uma vez só, ou seja,  lixa demais, usa produtos agressivos ou aposta em receitas caseiras sem orientação. O problema é que alguns desses hábitos acabam piorando ainda mais as fissuras e aumentando o risco de dor, sangramento e infecções na região. Há maneiras corretas de fazer isso e muita coisa ensinada por aí é puro mito! A podóloga Marcineide Tavares explica que um dos erros mais comuns é deixar a pele ressecar excessivamente antes de iniciar qualquer cuidado. Depois disso, fica complicado tentar “corrigir” o problema rapidamente usando métodos mais grosseiros. Mas não é só isso. Ela também aponta práticas que sensibilizam ainda mais a pele. Usar lâmina nos pés; Exagerar no uso da lixa; Deixar de hidratar a região com frequência. “E isso pode agravar bastante o quadro do ressacamento dos pés e até das fissuras podais”, alerta. Mitos sobre o calcanhar rachado Segundo a dermatologista Giuliana Miranda, da Clínica Elsimar Coutinho, o ressecamento intenso dos pés acontece pela combinação entre pele seca e pressão constante na região. Como os pés possuem menos glândulas sebáceas, já existe uma tendência natural para ressecarem. Entre os mitos mais comuns sobre o tratamento e cuidados do calcanhar rachado estão: achar que só hidratar resolve tudo; acreditar que lixar os pés todos os dias acelera a melhora; pensar que andar descalço ajuda a pele a “respirar”; tratar as fissuras apenas como um problema estético. Esses hábitos e crenças podem piorar o ressecamento, aumentar a pressão sobre os calcanhares e favorecer novas rachaduras. Erros pioram as fissuras Acreditar em mitos e dicas milagrosas também atrapalha o tratamento. Afinal, não existe fórmula mágica. Os cuidados precisam ser contínuos e focados tanto na hidratação quanto na recuperação dérmica. Nesse sentido, a dermatologista Giuliana Miranda acrescenta que soluções caseiras podem até hidratar superficialmente, mas nem sempre tratam a causa do ressecamento. E faz um alerta! Em fissuras abertas, certas receitas improvisadas podem causar mais irritação. O tratamento realmente eficaz envolve ativos capazes de tratar as fissuras de forma segura. Entre eles estão: ureia; ácido lático; ácido salicílico; glicerina; pantenol; manteigas e óleos vegetais. A recomendação é aplicar os produtos após o banho e usar meias (preferencialmente de algodão) para potencializar o efeito da hidratação. Além disso, a avaliação e a orientação de um profissional médico são importantes, já que algumas fórmulas podem ter contraindicações. Sinais de alerta: fique de olho Quando as fissuras ficam profundas, dolorosas ou apresentam sinais inflamatórios, o acompanhamento profissional passa a ser bem mais importante para evitar complicações. De acordo com Giuliana Miranda, os principais sinais de alerta incluem: sangramento; secreção; vermelhidão; inchaço; pus; dor intensa; mau odor. “A presença de fissuras pode funcionar como porta de entrada para bactérias e fungos, principalmente em pacientes com diabetes ou outras condições associadas”, reforça a médica dermatologista Giuliana Miranda.

Vai viajar? Prepare os pés para andar mais
Caminhada

Vai viajar? Prepare os pés para andar mais

Tirar férias ou curtir um feriado longe de casa costuma significar mais tempo andando e passando horas sem se sentar. Por isso, preparar os pés antes do embarque ajuda a evitar dores, bolhas e desconfortos capazes de atrapalhar a programação. Como os pés absorvem uma carga significativa durante caminhadas prolongadas, se não houver um trabalho antecipado, não estarão preparados para um aumento repentino da atividade física, o que tende a levar às dores musculares. “Preparar os pés previamente aumenta a resistência, melhora a adaptação ao esforço e reduz o risco de desconfortos que podem comprometer a experiência da viagem”, orienta o ortopedista Thales Rama. Cuidados antes de viajar A preparação deve começar algumas semanas antes do passeio. Uma das principais recomendações é aumentar gradualmente o volume de caminhadas para que o corpo se acostume ao esforço esperado durante o roteiro. Também vale adotar alguns cuidados simples antes da viagem: hidratar a pele dos pés para evitar rachaduras; cuidar das unhas para prevenir encravamentos; identificar calosidades excessivas ou dores recorrentes. Outro ponto importante é utilizar previamente os mesmos calçados que serão levados no destino. Segundo o médico, estrear tênis ou sapatos durante a viagem aumenta o risco de bolhas e incômodos. Calçado faz toda a diferença Na hora de escolher o que calçar, o conforto deve vir antes da aparência. O modelo ideal precisa oferecer estabilidade, amortecimento, espaço para os dedos e suporte adequado ao arco plantar. Também é importante verificar se o calçado possui boa absorção de impacto, não cria pontos de pressão e permite a ventilação dos pés. Uma pequena folga na parte frontal ajuda a acomodar o inchaço que pode surgir ao longo do dia. A preparação também inclui alguns exercícios simples, além das caminhadas progressivas: elevação na ponta dos pés; flexão e extensão dos dedos; equilíbrio em um pé só; alongamentos da panturrilha e da fáscia plantar. Fique atento aos sinais de sobrecarga Como sinais de alerta, o ortopedista Thales Rama destaca os principais: dor persistente, inchaço excessivo, sensação de queimação, bolhas, dificuldade para caminhar ou mudanças na forma de pisar. Isso indica que os pés estão sendo sobrecarregados e merecem atenção. Para prevenir problemas maiores e trazer um pouco de alívio, é recomendado: fazer pausas durante os passeios; alternar caminhada e descanso; manter boa hidratação; elevar os pés por alguns minutos; não usar meias úmidas; proteger áreas de atrito. O especialista reforça a importância de não ignorar as dores nem pular os descansos. Além disso, os cuidados devem ser redobrados para pessoas com diabetes, neuropatias, problemas circulatórios, fascite plantar, tendinites ou deformidades nos pés.

Culpa do calcanhar rachado nem sempre é do frio
Calcanhar Rachado

Culpa do calcanhar rachado nem sempre é do frio

Se os seus calcanhares ficam mais ressecados, ásperos ou rachados durante o inverno, saiba que isso não é coincidência. A combinação entre frio, baixa umidade do ar e mudanças nos hábitos de cuidados com a pele cria o cenário perfeito para o surgimento das fissuras. A pele do calcanhar já possui características que a tornam naturalmente mais vulnerável ao ressecamento, segundo a dermatologista Patrícia Dalboni. Isso porque, além de não produzir oleosidade natural, a região suporta o peso do corpo e tende a ficar mais espessa ao longo do tempo. “Diferentemente de outras áreas do corpo, o calcanhar não possui glândulas sebáceas e depende de hidratação externa. No inverno, a pele perde elasticidade, fica mais rígida e tem mais dificuldade para acompanhar os movimentos naturais dos pés, levando às rachaduras”, explica a médica. O frio não é o único culpado As baixas temperaturas típicas da estação provocam vasoconstrição, ou seja, diminuem a circulação sanguínea na pele, reduzindo a produção de suor. Como consequência, os calcanhares ficam ainda mais ressecados. No entanto, a culpa não é só do inverno. Os hábitos adotados durante o frio também contribuem para o problema. Um bom exemplo disso são os banhos muito quentes que removem a camada de gordura natural da pele. Sem essa proteção, a retenção de água fica prejudicada. Beber menos água também entra nessa lista, assim como relaxar na rotina com hidratantes para driblar o frio. A soma desses fatores aumenta significativamente o risco de rachaduras e fissuras. Quem tem mais risco Embora qualquer pessoa possa apresentar o problema, alguns grupos pedem atenção especial. Entre eles estão pessoas com pele naturalmente seca, idosos, obesos e quem costuma usar rasteirinhas com frequência. Também devem ser incluídas na lista pessoas com diabetes, hipotireoidismo e doenças dermatológicas, como dermatite, psoríase e ictiose. No caso dos diabéticos, o cuidado deve ser redobrado devido ao maior risco de complicações. “Pequenas fissuras que evoluem de forma tranquila em uma pessoa saudável podem se transformar em lesões graves nesses pacientes. Por isso, a hidratação dos pés é especialmente importante para esse grupo”, alerta a especialista Patrícia Dalboni. Como prevenir no dia a dia A pressão e o atrito exercidos sobre os calcanhares acontecem durante todo o ano, mas o inverno potencializa os danos porque a pele ressecada perde flexibilidade e passa a acompanhar pior os movimentos realizados durante a caminhada. Para proteger a região, a dermatologista recomenda: hidratar os pés diariamente, de preferência à noite; dormir de meia após a aplicação do hidratante; evitar banhos muito quentes; secar bem os pés, principalmente entre os dedos; usar calçados fechados sempre com meia; evitar andar descalço em superfícies frias e ásperas; manter uma boa ingestão de água. Vale lembrar que as rachaduras deixam de ser apenas uma questão estética quando se tornam profundas, dolorosas, apresentam sangramento ou sinais de infecção, como vermelhidão, secreção, odor e calor local. Nesses casos, a orientação é procurar avaliação dermatológica.

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Mais sobre Perna Cansada

A sensação de perna cansada é comum após longos períodos em pé ou sentado, podendo causar desconforto, inchaço e até dor. Para aliviar essa sensação de peso e proporcionar maior bem-estar é importante utilizar produtos que promovam uma sensação de frescor e ativem a circulação.

A Baruel desenvolveu um gel creme que ajuda a aliviar a queimação e o cansaço nas pernas com efeito imediato. Sua aplicação promove alívio das dores e refresca a pele graças à sua fórmula exclusiva.

Cuidar das pernas diariamente, especialmente após jornadas intensas, é essencial para manter a saúde e evitar o agravamento do desconforto.