Perna Cansada
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Perguntas frequentes
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Como escolher o melhor calçado para reduzir fricção e impacto
A escolha do calçado ideal vai muito além da estética, pois o tênis ou sapato adequado pode evitar fricção e impacto excessivo nos pés e articulações. Por isso, o treinador Bruno Ferreira, coordenador técnico da rede de academias Evoque, orienta que o primeiro passo para escolhê-lo é considerar o tipo de pisada – pronada e supinada ou mesmo a neutra – e o formato do arco plantar, que varia entre plano, normal e côncavo. "Esses fatores são determinantes para escolher um calçado que distribua bem o peso e absorva o impacto adequadamente", explica o profissional. "Além disso, o sapato certo melhora a estabilidade e evita o aparecimento de desconfortos que, se ignorados, podem evoluir para problemas mais sérios", complementa. Dicas para escolher o calçado certo Certifique-se de qual é o seu tamanho ideal de calçado. Ele precisa ter ajuste perfeito ao pé, sem ser apertado demais para não causar atrito ou muito solto e gerar instabilidade. Não se esqueça do amortecimento, principalmente para atividades de impacto, como corrida, é importante escolher modelos com bom amortecimento, que protejam tanto o calcanhar quanto as articulações. Seu peso corporal impacta na decisão: quanto mais o usuário pesar, maior será o amortecimento necessário para reduzir o impacto nas articulações. Atenção aos materiais: tecidos respiráveis e flexíveis são ideais, pois ajudam a evitar o acúmulo de umidade e melhoram o conforto geral, reduzindo o risco de bolhas e calos. Existe um calçado ideal para todo mundo? De acordo com Bruno, não existe um calçado universal que funcione bem para todos. "Cada pessoa tem características únicas, desde o tipo de pisada até a estrutura do arco plantar e o tipo de atividade que pratica. Por isso, um modelo adequado para uma pessoa pode ser inadequado para outra", esclarece. Desse modo, o treinador recomenda que, se possível, seja feita uma avaliação podiátrica para auxiliar na hora de escolher um calçado que atenda às necessidades específicas de cada indivíduo. Apesar do nome complicado, o processo nada mais é do que um estudo individual e mais profundo dos pés da pessoa. Calçados inadequados trazem riscos A fricção e o impacto são exemplos dos problemas que calçados inapropriados podem provocar. "A fricção excessiva de um calçado pode gerar bolhas, calos e até lesões na pele, enquanto a falta de amortecimento coloca pressão nas articulações e aumenta o risco de lesões", alerta o profissional. Além disso, um calçado que não oferece o ajuste adequado compromete o equilíbrio e pode resultar em instabilidade articular, facilitando torções, quedas e até condições mais graves, como fascite plantar e tendinites. Evite a fricção e o impacto Fugir de situações que provoquem fricções ou afetem o impacto é fundamental para manter o sistema de amortecimento natural do corpo em bom funcionamento. "Nossos pés são os primeiros a absorver o peso e o impacto a cada passo, e isso afeta todo o corpo – desde os tornozelos até a coluna", ressalta o treinador Bruno Ferreira. Sem contar que a fricção constante ainda pode causar desgaste nos tecidos moles dos pés, enquanto o baque repetitivo compromete as articulações e pode causar dores crônicas. Considerando tudo isso, a recomendação é fugir de calçados que: Causem desconforto e/ou dor após o uso, mesmo que não seja por grandes períodos; A sola apresenta um desgaste desigual das partes, pois isso indica desalinhamento da pisada; Não oferecem boa estabilidade, sobretudo durante a prática esportiva. Isso porque, conforme destaca Bruno Ferreira, os modelos de calçados adequados não devem se revelar desconfortáveis nem depois de muitas horas de uso, sempre se mantendo alinhados às necessidades e formatos dos pés. Outro ponto claro é que devem deixar o usuário estável, sem favorecer quedas ou torções. Como identificar qual a pisada Basicamente são dois tipos principais, além da neutra: A pisada pronada caracteriza-se pelo pé chato ou plano. O arco medial, encostando no chão, aumenta a área de contato com o solo. É mais frequente em pessoas com pé sem cava e impacta a biomecânica do corpo, podendo provocar maior desgaste nas estruturas internas dos pés. A pisada supinada (ou pé cavo) é identificada pelo arco elevado ao tocar o chá, o que reduz a área de contato com o piso. Esse tipo limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar. A pisada neutra é quando as partes interna e externa do pé tocam o chão quase ao mesmo tempo, de maneira praticamente uniforme. Logo, o peso corporal é distribuído de forma mais equilibrada.
Tendinite nos pés: sintomas que não devem ser ignorados
Dores nos pés podem parecer passageiras, mas quando envolvem os tendões, o problema exige atenção imediata. A tendinite é uma inflamação que pode atingir diferentes estruturas do membro inferior e, quanto antes for tratada, menores são os riscos de complicações, incluindo rupturas e deformidades. Segundo o ortopedista Thiago Coelho, especialista em pé e tornozelo do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, a tendinite é a inflamação dos tendões, ou seja, estruturas que ligam os músculos aos ossos e permitem o movimento das articulações. “Os tendões mais afetados nos pés são o calcâneo, conhecido como tendão de Aquiles; o tibial posterior, essencial para manter o arco do pé; e os fibulares. O perigo maior está nas tendinoses, que são degenerações dessas estruturas e podem levar até a rompimentos”, alerta o médico. Primeiros sinais que merecem atenção Os sintomas iniciais de tendinite nos pés nem sempre são intensos, mas indicam que algo não vai bem. Os principais são: Dor localizada que piora ao movimentar e acompanha o trajeto do tendão; Inchaço que tende a aumentar ao longo do dia ou após atividade física; Desabamento do arco do pé, nos casos que envolvem o tendão tibial posterior; Dificuldade para descer escadas ou saltar, especialmente quando o tendão de Aquiles é afetado. Esses sinais não devem ser ignorados, já que, conforme o especialista, a falta de tratamento precoce pode gerar complicações sérias. Situações que favorecem a inflamação Algumas condições e comportamentos aumentam o risco de desenvolver tendinite: Tabagismo; Diabetes; Uso de anabolizantes; Sedentarismo; Deformidades nos pés, como pé plano ou cavo, com pisadas excessivamente pronadas ou supinadas; Esforço repetitivo sem preparo físico adequado. Além disso, sapatos inadequados são uma das causas mais comuns da inflamação. O recomendado é fugir dos modelos que causam atrito no calcanhar (porque podem gerar tendinopatia de Aquiles), dos saltos altos e finos (aumentam o risco de entorse e lesão dos tendões fibulares) e rasteirinhas retas e sem amortecimento (prejudicam qualquer tipo de pé). “Em casos de tendinite do tendão de Aquiles, por exemplo, a ausência de cuidados pode levar à ruptura total, exigindo cirurgia. Já em idosos com lesão do tendão tibial posterior, pode ocorrer colapso do pé, com desabamento progressivo”, acrescenta Thiago Coelho. Diante de um processo doloroso, para saber se está relacionado à condição, a dica é: a dor da tendinite costuma ser localizada no trajeto do tendão ou na inserção no osso, além de piorar com o movimento e melhorar com o repouso, podendo vir ainda acompanhada de inchaço e vermelhidão. “Exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética, ajudam a confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade da lesão. Já testes biomecânicos, como isocinético, baropodometria e biomecânica 3D, identificam a causa exata do problema”, esclarece o ortopedista. Por isso é fundamental ir ao médico. Tratamentos eficazes Nos casos leves e moderados, o tratamento de tendinite é geralmente clínico. Nesse cenário, costumam ser indicados: Crioterapia (gelo), se houver inchaço e vermelhidão; Repouso relativo e, se necessário, imobilização; Anti-inflamatórios quando o gelo não for suficiente; Fisioterapia individualizada, com protocolos específicos para a lesão; Palmilhas ortopédicas, em caso de deformidades nos pés. Thiago Coelho destaca ainda o avanço da terapia por ondas de choque, chamada de ortotripsia, que estimula a regeneração do tendão e melhora a dor nos casos moderados e graves. “Já as infiltrações com corticoides devem ser evitadas, pois aumentam o risco de ruptura”, adverte. Mais fácil do que tratar a tendinite é evitá-la. Alongar e fortalecer os músculos dos pés e pernas é fundamental. Exercícios de fortalecimento, principalmente os excêntricos, ajudam a proteger os tendões e evitar novas lesões. No entanto, o especialista traz um alerta importante: alongamentos não devem ser feitos durante a fase aguda, quando há dor e inchaço, pois pioram o quadro. Só devem ser introduzidos após melhora da inflamação e com orientação. Por último, a fisioterapia tem papel central na recuperação e prevenção das tendinites. “Ela atua no controle da dor, da inflamação e, principalmente, nas causas da lesão. Quanto mais personalizada for a abordagem, maiores as chances de sucesso”, finaliza o médico.
Unha encravada: o que fazer quando acontece
A unha encravada é um problema comum, mas que pode causar muito incômodo se não houver um tratamento adequado. Tudo começa quando a borda da unha cresce e penetra na pele ao redor do dedo, gerando dor e inflamação. Sem os devidos cuidados, a condição pode evoluir e até resultar em infecções mais graves. Diversos fatores podem favorecer o encravamento, como cortes errados, uso de sapatos apertados e até predisposição genética. "O desconforto pode começar leve, mas, se não for tratado, tende a piorar, causando inflamação intensa e até infecção", alerta a podóloga Ana Maria Motta. O caso pode ocorrer de forma isolada ou se tornar recorrente, o que pode indicar uma predisposição anatômica ou mesmo um problema de saúde subjacente. Sintomas da unha encravada Os primeiros sinais de problemas do gênero podem ser sutis, mas evoluem rapidamente. Entre os principais “sintomas” de unha encravada, Ana Maria destaca: Dor na lateral da unha, especialmente ao pressionar ou ao pisar no chão; Vermelhidão e inchaço ao redor da unha; Secreção e pus, indicando um quadro de inflamação mais grave; Sensação de calor na região afetada. "Se houver sinais como vermelhidão intensa, pus ou até febre, é um indicativo de que a inflamação pode ter se tornado uma infecção e precisa ser tratada com urgência", explica a podóloga. Por que a unha encrava? Essa é provavelmente a pergunta mais feita sobre esse tema. Como a profissional citou, o encravamento não se deve a apenas um motivo específico. As maiores causas são, nessa ordem: Corte inadequado: arredondar as bordas pode fazer com que a unha cresça para dentro da pele; Uso de sapatos apertados: a pressão nos dedos pode empurrar a unha para a pele; Genética: algumas pessoas já possuem um formato de unha que favorece o encravamento. Além disso, se o problema ocorre com frequência, pode ser necessário investigar mais a fundo. "Episódios recorrentes de unha encravada podem estar ligados a um formato inadequado da unha, problemas na pisada ou até doenças como diabetes, que afetam a saúde dos pés", complementa a especialista. Quando buscar um podólogo A unha encravada já é um sinal de alerta e deve ser tratada o quanto antes. No entanto, alguns sintomas exigem atenção redobrada: Pus ou secreção amarelada saindo da lateral da unha; Vermelhidão intensa e aumento da dor; Inchaço persistente que não melhora; Febre ou sinais de infecção mais ampla. Vale lembrar que diabéticos e pessoas com problemas circulatórios devem ter ainda mais cuidado, porque tais condições podem dificultar a cicatrização e agravar possíveis infecções. Nesse caso, o ideal é visitar regularmente um profissional capacitado e especializado, que possa identificar, prevenir e tratar o quadro. Como é o tratamento O tratamento da unha encravada varia conforme a gravidade do quadro. "Nos casos mais leves, conseguimos corrigir apenas removendo a parte da unha que está entrando na pele e orientando os cuidados", explica Ana Maria. Já em casos mais avançados, pode ser necessário um corte mais profundo para aliviar a pressão e tratar a inflamação. "Sempre fazemos o procedimento com muito cuidado para evitar dor e garantir que a unha cresça corretamente", acrescenta. Se houver sinais de infecção severa ou granuloma, a intervenção médica passa a ser considerada, com acompanhamento de um dermatologista ou um pronto-socorro. Dá para evitar a unha encravada? A prevenção é simples, mas faz toda a diferença para evitar o desconforto da unha encravada. A podóloga recomenda: Cortar as unhas sempre retas, sem arredondar os cantos; Evitar calçados muito apertados ou de bico fino; Fazer acompanhamento regular com um podólogo para detectar o problema antes que ele se agrave. "Com os cuidados certos, é possível evitar esse problema e manter as unhas saudáveis. O ideal é sempre tratar no início para não ter complicações", finaliza a podóloga.
Mais sobre Perna Cansada
A sensação de perna cansada é comum após longos períodos em pé ou sentado, podendo causar desconforto, inchaço e até dor. Para aliviar essa sensação de peso e proporcionar maior bem-estar é importante utilizar produtos que promovam uma sensação de frescor e ativem a circulação.
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Cuidar das pernas diariamente, especialmente após jornadas intensas, é essencial para manter a saúde e evitar o agravamento do desconforto.

