Perna Cansada
Perna cansada pode ser resultado de longos períodos em pé ou sentado. Descubra nosso gel creme para combater a sensação de peso, queimação e dores nas pernas.
Conheça outros tipos de produtos
Cuidado com os Pés
Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Como evitar o mau cheiro nos pés?
Apesar de desconfortável, ter mau cheiro nos pés é um problema bastante comum. Também conhecida como bromidrose plantar, e popularmente como chulé, o mau cheiro nos pés é decorrente da combinação do suor, algumas vezes excessivo, com a presença de bactérias e fungos que vivem na pele. Alguns cuidados simples são suficientes para eliminar o mau cheiro da maioria dos pés e garantir que ele não volte. Quer dicas para acabar com o odor e manter seus pés sempre secos e cheirosos? 6 dicas para acabar com o mau cheiro nos pés 1. Higiene diária Lave bem os pés todos os dias, de preferência com sabonetes antibacterianos ou específicos para os pés. Seque cuidadosamente, principalmente entre os dedos, para evitar umidade. 2. Pés sempre secos O suor é o principal vilão. Use talcos, sprays ou desodorantes próprios para os pés, que ajudam a controlar a transpiração e mantêm a pele seca por mais tempo. 3. Escolha bem as meias Prefira meias de algodão ou tecidos tecnológicos, que absorvem melhor o suor. Evite materiais sintéticos que abafam e retêm a umidade. 4. Cuidado com os calçados Evite usar o mesmo tênis ou sapato por dias seguidos e lembre-se de deixar sempre os calçados em locais ventilados após o uso. Use sprays antissépticos dentro dos sapatos para combater fungos e bactérias. 5. Mantenha unhas e pele bem cuidadas Unhas grandes acumulam sujeira e podem favorecer micose. Mantenha sempre cortadas, limpas e cuide da hidratação da pele, evitando rachaduras que também acumulam micro-organismos. 7. Use produtos específicos Sabonetes antibacterianos, talcos, sprays e desodorantes para os pés são aliados poderosos na prevenção do mau cheiro. Eles ajudam a controlar tanto o suor quanto as bactérias causadoras do odor. Quando procurar um especialista? Se, mesmo adotando esses cuidados, o mau cheiro nos pés persistir, pode ser sinal de problemas como micose, infecção bacteriana ou hiperidrose (suor excessivo). Nesses casos, é recomendado buscar orientação de um especialista em cuidados com os pés.
Os desvios mais comuns nos pés desde a infância
É fato: nem todos os pés são iguais. Mas, muito além de diferenças sutis na aparência, algumas pessoas podem sofrer com condições anatômicas, que, muitas vezes, pedem até tratamento. Desvios como o metatarso em adução, o pé chato e o calcâneo-valgo são alguns desses exemplos bastante comuns já na infância. Bernardo Fonseca, ortopedista cirurgião do pé e tornozelo da Kora Saúde, conta que algumas condições mais frequentes são o pé torto congênito, o pé plano valgo (ou chato), o pé aducto e o pé cavo. Embora algumas possam sumir com o crescimento, outras podem comprometer a mobilidade e requerem atenção especializada. “Algumas dessas condições, como o pé plano ou aducto, tendem a melhorar com o desenvolvimento da criança. Já o pé torto congênito exige tratamento imediato para evitar sequelas”, exemplifica o médico. Entenda as principais condições A seguir, Bernardo Fonseca detalha os principais quadros: Metatarso em adução: também chamado de metatarso varo, é um desvio em que a parte da frente do pé é voltada para dentro. Surge ao nascimento ou nos primeiros anos de vida. A causa é desconhecida, mas pode estar relacionada à posição no útero ou ao histórico familiar. Metatarso varo x adução: embora os termos sejam usados como sinônimos, há uma distinção técnica. O metatarso aduto é a adução do antepé (quando os dedos e a frente do pé apontam mais para dentro, como se "virassem" em direção ao pé oposto) isoladamente, enquanto o metatarso varo (quando a parte da frente do pé está virada para dentro em relação ao meio e calcanhar do pé) é mais raro e complexo, envolvendo também alteração no retropé (parte posterior do pé). Pé calcâneo-valgo: adquirido ao longo do crescimento, é caracterizado pela dorsiflexão acentuada (quando o pé se movimenta exageradamente para cima, em direção à canela) e eversão do retropé (movimento em que o calcanhar se inclina para fora, ou seja, afasta-se da linha média do corpo). Na maioria das vezes, é uma condição benigna, que regride espontaneamente. Pé chato (ou plano valgo): quando flexível e indolor, é apenas uma variação anatômica e não exige tratamento. Casos rígidos ou dolorosos, no entanto, merecem investigação. Na infância, pediatra e ortopedista devem atuar em conjunto para fechar o diagnóstico e propor o melhor tratamento. Tratar ou esperar? A maioria dos casos de pé chato e metatarso em adução melhora com o tempo. Porém, o pé torto congênito, entre outras situações, exige tratamento imediato, geralmente com gessos e órteses. “Nesse caso, a intervenção precoce é essencial para evitar complicações futuras”, orienta o especialista. Já tratamentos como o uso de palmilhas, em geral, são reservados para casos com dor, principalmente em atividades físicas. “Elas não corrigem deformidades como o pé plano ou cavo, mas podem aliviar o desconforto”, esclarece o cirurgião de pé. Impactos do não tratamento Ainda que boa parte dos quadros possa se resolver durante o crescimento, quando não diagnosticados ou tratados corretamente, esses desvios podem gerar uma série de problemas. O ortopedista lista como possibilidades: Disfunções na marcha; Sobrecarga em joelhos, quadris e coluna; Dores crônicas e dificuldade para realizar atividades físicas. “A cirurgia só é indicada quando o tratamento conservador falha e a criança, adolescente ou adulto apresenta dor ou limitação funcional”, finaliza o médico.
O que é frieira ou pé de atleta?
Sentiu uma coceira estranha entre os dedos? Pode ser uma infecção por fungos – contamos aqui como evitar e tratar. Você está secando os pés e, de repente, ao separar um dos dedos, sente uma ardência, uma queimação, até uma coceirinha: será uma frieira ou pé de atleta? Se você olhar mais de perto e encontrar um corte na pele, muito provavelmente a resposta será “sim”. A frieira ou o pé de atleta são a mesma coisa: uma infecção na pele causada por fungos chamados de dermatófitos – o nome clínico dessa condição é “tinea pedis”. Esses fungos são oportunistas e surgem entre os dedos do pé quando essa parte do corpo fica úmida por muito tempo. Além da umidade, eles curtem também um “escurinho”, ressalta Ariane da Silva Pires, enfermeira podiatra e professora-adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). “Eles não resistem à umidade e ao escurinho dos calçados. E pode também haver contaminação se o calçado estiver infectado.” Como saber se eu tenho pé de atleta? Alguns dos sintomas mais comuns do pé de atleta (ou frieira) são: Coceira e sensação de queimadura entre os dedos dos pés Pele muito seca, com descamação Fissuras ou rachaduras na pele da sola dos pés e do calcanhar Pele esbranquiçada Aberturas entre os dedos, deixando, em casos graves, a região “em carne viva” Ariane explica que a pele do pé fica esbranquiçada porque, como o fungo está se multiplicando entre os dedos, vai causar uma infecção na pele que causa essa mudança de cor. “Lembra um pouco quando a gente passa o dia inteiro na praia ou na piscina e a nossa pele fica enrugada e amolecida, parecendo com a pele que ficou de molho”, explica a podiatra. “Às vezes a pele pode apresentar também algum tipo de odor por conta da proliferação desses fungos. E pode rachar, o que realmente é bastante doloroso.” Como evitar o pé de atleta A melhor forma de evitar toda essa chateação é bem simples: basta enxugar muito bem a área entre os dedos dos pés após o banho. Ariane também recomenda o uso de um talco próprio para os pés para manter a região seca (como um desodorante para os pés em pó). Outro cuidado importante é sempre usar chinelos se for tomar banho em um banheiro coletivo ou fora de casa. Isso porque o pé de atleta é contagioso e podemos nos infectar se andarmos descalços no boxe ou mesmo pelo banheiro. “Um fungo vai estar presente em vários ambientes. Se você for a uma piscina e não utilizar um calçado e alguém tiver pisado por ali descalço tendo frieira, pode haver contaminação. Daí a importância de não andar descalço ou descalça, principalmente nesses locais de banho e piscina coletivos”, reforça a podóloga. Como tratar o pé de atleta O tratamento da frieira envolve o uso de medicamentos antimicóticos ou antifúngicos no local afetado, sempre seguindo a orientação de um profissional, que pode ser um(a) médico(a) ou um(a) enfermeiro(a) podiatra. Também é importante ter mais atenção ao usar sapatos e tênis para não se infectar novamente, pois eles podem ter sido contaminados com o fungo. Isso porque se esse microrganismo continuar no calçado, pode haver uma reinfecção. “Todos os calçados têm que ser lavados e higienizados. Essa limpeza pode ser feita com álcool 70%. Nos dias de sol, vale abrir os calçados e colocá-los para tomar sol, um dos inimigos do fungo”, ensina Ariane. Além disso, é fundamental lembrar de usar desodorante em pó nos sapatos antes de guardá-los.
Mais sobre Perna Cansada
A sensação de perna cansada é comum após longos períodos em pé ou sentado, podendo causar desconforto, inchaço e até dor. Para aliviar essa sensação de peso e proporcionar maior bem-estar é importante utilizar produtos que promovam uma sensação de frescor e ativem a circulação.
A Baruel desenvolveu um gel creme que ajuda a aliviar a queimação e o cansaço nas pernas com efeito imediato. Sua aplicação promove alívio das dores e refresca a pele graças à sua fórmula exclusiva.
Cuidar das pernas diariamente, especialmente após jornadas intensas, é essencial para manter a saúde e evitar o agravamento do desconforto.

