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Tenys Pé Baruel traz solução completa para manter seus pés cuidados e protegidos. Do desodorante à calcanheira. Combate 99% dos fungos e bactérias. Pés secos e cheirosos.

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Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Tenys Pé Sabrina Sato

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Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

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Hidratação intensiva para recuperar pés ressecados no verão
Hidratação e Emolientes

Hidratação intensiva para recuperar pés ressecados no verão

Sol forte, areia da praia e cloro da piscina são a combinação perfeita para um verão divertido, mas desafiador para a pele dos pés. Juntos, esses fatores aumentam o risco de ressecamento intenso, deixando os calcanhares ásperos, esbranquiçados e até rachados. Além de prejudicar a aparência, podem causar dor e facilitar infecções. De acordo com a cosmetóloga Vitória Contini, professora de Cosmetologia Clínica na FMU, cada agente age de maneira diferente: o sol provoca perda acelerada da hidratação natural da pele, a areia funciona como um abrasivo que desgasta a camada protetora e a água da piscina, por conter cloro, compromete ainda mais a barreira cutânea. Já a podóloga Grace Kelly Barreto complementa que, se o ressecamento evoluir, acaba deixando a pele vulnerável. “As fissuras profundas machucam, sangram e até infeccionam. Nesse ponto, não é apenas uma questão estética, mas sim de saúde.” Ingredientes que fazem a diferença Os melhores produtos para pés ressecados têm fórmulas mais potentes, pensadas para uma pele mais espessa, como a do calcanhar. Entre os ativos recomendados pela cosmetóloga Vitória estão: Ureia (5% a 20%), com ação umectante e queratolítica suave; Glicerina e propilenoglicol, que atraem água para a pele; Manteigas vegetais como karité, cupuaçu e cacau, com efeitos emolientes e restauradores; Óleos vegetais como jojoba, amêndoas, semente de uva e coco, que repõem lipídios; Pantenol e alantoína, com ação calmante e cicatrizante; Ceramidas, que reforçam a barreira cutânea. Nesse sentido, a profissional lembra que os cremes corporais comuns costumam ter concentrações menores desses ativos e são mais leves, voltados para manutenção. Já os específicos para pés possuem texturas densas e maior liberação prolongada, capazes de promover reparação intensa. Além da hidratação tópica, beber bastante água durante o dia também faz parte do processo, pois a ingestão adequada de líquidos melhora a hidratação da pele. Frequência e rotina ideais O mais recomendado é aplicar o creme duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. No período noturno, a especialista recomenda usar meias de algodão após a aplicação para potencializar o efeito do creme. Esse cuidado evita que o produto seja removido durante o sono e garante maior penetração dos ativos. Grace reforça que a regularidade é essencial para bons resultados. “Não adianta hidratar um dia e esquecer na semana seguinte. O efeito é cumulativo e só funciona se feito todos os dias”, orienta. Esfoliação é aliada ou vilã? Vitória Contini indica a esfoliação semanal como complemento para remover células mortas e aumentar a eficácia do hidratante. Para isso, recomenda esfoliantes químicos suaves, como ureia 20% ou ácido láctico em baixa concentração, ou mecânicos (que têm partículas) delicados. O melhor é evitar produtos muito agressivos, que podem machucar a pele. É comum pensar na famosa lixa de pés nesse momento. Mas a podóloga Grace Kelly Barreto já deixa o alerta: é errado exagerar no lixamento ou raspagem. “Quando a pele entende que está sendo agredida, reage formando mais calos ainda”, adverte. Tratamentos profissionais A hidratação intensiva também pode ser feita no consultório. Ao visitar um podólogo, por exemplo, o profissional poderá realizar: Limpeza completa; Retirada do excesso de pele morta; Hidratação profunda; Aplicação de curativos, se necessário. Vitória ainda acrescenta que ressecamentos crônicos merecem avaliação médica, pois podem estar relacionados a diabetes, dermatite atópica e psoríase. O diagnóstico correto garante que o tratamento seja mais eficaz e seguro. Por último, as profissionais reforçam que cuidados extras no dia a dia podem ajudar bastante. Assim, evite andar descalço, seque bem os pés, aplique protetor solar quando estiver exposto ao sol e faça um revezamento entre os calçados. Antes de qualquer tratamento, procure um profissional qualificado para avaliar o caso e indicar a melhor conduta.

Pé chato: como identificar os sinais em casa
Pé Chato ou Pé Plano

Pé chato: como identificar os sinais em casa

Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns testes caseiros ajudam a identificar a condição e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada. A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento & Postura, esclarece que pé chato e pé plano são a mesma condição: a redução ou ausência da curvatura natural na parte interna dos pés. Pode parecer irrelevante, mas esse arco é importante para absorção de impacto, equilíbrio e distribuição da carga do corpo durante os movimentos. “O pé é a base de todo o alinhamento corporal. Por isso, qualquer alteração nessa região pode acabar repercutindo no corpo inteiro”, observa a profissional. Quais sinais podem indicar pé chato? Algumas características costumam aparecer com mais frequência em pessoas com pé plano. O principal indício é a ausência da “curvinha” interna dos pés, fazendo com que praticamente toda a sola fique apoiada no chão. Outros sinais importantes incluem: desgaste maior na parte interna do calçado; tornozelos inclinando para dentro; dificuldade para manter equilíbrio; cansaço nos pés após muito tempo em pé; dores nos pés, joelhos ou lombar. Tatiane explica que alterações na pisada também podem provocar compensações em outras partes do corpo, uma vez que há perda da eficiência na absorção de impacto e no alinhamento biomecânico ao longo do tempo. Testes simples ajudam na triagem Recorrer a testes caseiros pode ser útil para identificar se é caso de buscar avaliação médica, sobretudo quando há outros sintomas associados. A seguir, a profissional Tatiane Roschel compartilha algumas possibilidades: Reflexo no espelho: fique descalço em frente ao espelho e observe se existe curvatura interna nos pés ou se os tornozelos parecem “cair para dentro”; Ponta dos pés: suba na ponta dos pés e note se o arco aparece. Se for possível vê-lo, pode ser um pé plano flexível. Caso não, pode indicar rigidez e necessidade de avaliação; “Teste da pisada” ou “teste do pé molhado”: molhe a sola do pé, pise em uma superfície seca e observe o formato da pegada. Uma curva bem definida aponta para um arco normal, enquanto pisadas completas são sinal de pé chato. Quando buscar um médico Vale lembrar que esses resultados da autoavaliação não são diagnósticos médicos e não substituem a consulta com um profissional especializado. Por isso, a fisioterapeuta Tatiane Roschel recomenda procurar um especialista em casos de dor frequente (nos pés ou pernas), dificuldade para caminhar, desgaste rápido dos calçados e alterações visíveis na postura. Ela também chama atenção para os casos infantis: crianças com alterações persistentes nos pés após os seis ou sete anos devem ser avaliadas para acompanhamento adequado.

Exercícios funcionais ou de fortalecimento: qual escolher?
Exercícios de Fortalecimento

Exercícios funcionais ou de fortalecimento: qual escolher?

Na busca por mais força, mobilidade e prevenção de lesões, os exercícios físicos se tornam aliados essenciais. Mas você sabe a diferença entre os funcionais e os de fortalecimento? Embora ambos contribuam para o condicionamento físico, possuem focos distintos e podem ser combinados para potencializar os resultados. A educadora física Alessandra Nascimento, diretora da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo (SBGG-SP), explica que os exercícios funcionais englobam diferentes capacidades físicas, como agilidade, coordenação e equilíbrio, utilizando muitas vezes o peso do próprio corpo. "Já o treinamento funcional trabalha movimentos naturais do dia a dia, como sentar e levantar, alcançar objetos e manter o equilíbrio, enquanto a musculação foca na força muscular de maneira isolada", explica. Fortalecimento muscular x funcional Os exercícios de fortalecimento, geralmente associados à musculação, trabalham a força muscular de maneira segmentada, com séries e repetições em aparelhos ou pesos livres. "Visam aumentar a força e a resistência muscular, podendo ser direcionados para hipertrofia ou condicionamento", detalha a educadora física Alessandra Nascimento. Já os exercícios funcionais ativam várias cadeias musculares simultaneamente, aprimorando a estabilidade e a performance em atividades cotidianas e esportivas. Mesmo não tendo o fortalecimento como foco, ele também acaba ocorrendo. "Ao realizar movimentos como agachamentos, a musculatura é recrutada de forma integrada, estimulando força e equilíbrio", exemplifica a especialista. Dúvidas mais comuns Para quem busca mais força, qual a melhor opção? Se o objetivo principal é ganho de força muscular, a musculação é a mais indicada, pois possibilita um trabalho direcionado para o desenvolvimento da força e volume muscular. No entanto, o ideal é combinar os dois tipos de treino, especialmente para quem busca benefícios mais amplos, como melhora postural, prevenção de lesões e equilíbrio. Quem pode praticar exercícios funcionais? Os exercícios funcionais são recomendados para pessoas de todas as idades, desde que sejam realizados sob orientação profissional. Por trabalharem várias capacidades motoras ao mesmo tempo, exigem coordenação, equilíbrio e postura adequada para evitar lesões. Por isso, é fundamental contar com um especialista em educação física para ajustar os movimentos e garantir um treino seguro. Como os funcionais contribuem para a mobilidade e postura? Exercícios funcionais são excelentes aliados na melhora da mobilidade e postura, pois envolvem movimentos dinâmicos e exercícios de flexibilidade. Esse tipo de treino estimula a amplitude de movimento das articulações, fortalece a musculatura estabilizadora e melhora a consciência corporal, reduzindo riscos de lesões. Como combinar os dois tipos de treino? Uma estratégia eficaz é alternar os dias de treino. Por exemplo, três dias de musculação e dois dias de funcional são uma boa opção para equilibrar os benefícios. Dessa forma, o corpo recebe diferentes estímulos e melhora sua capacidade geral de movimento e força. Qual o tipo de exercício para quem está se recuperando de uma lesão? A escolha do tipo de exercício depende do tipo de lesão e da fase da recuperação. O acompanhamento de um profissional é essencial para determinar o melhor protocolo.

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Tenys Pé Baruel oferece uma proteção completa para os pés. Além do famoso desodorante, tem uma linha de produtos para cuidados com os pés e pernas que ajuda no tratamento de calos, bolhas e outras condições.

O desodorante Tenys Pé Baruel em spray ou em pó, combate 99% dos fungos e bactérias que causam odores desagradáveis, frieiras e micoses. Antisséptico e com uma fórmula exclusiva, proporciona sensação de frescor e mantém os pés secos e cheirosos.

O uso diário é recomendado, principalmente em climas quentes, uso contínuo de sapatos fechados ou durante atividades físicas intensas. Escolha Tenys Pé Baruel para um cuidado eficaz e duradouro com seus pés no dia a dia.