Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
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Corretivo de Joanete Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel

Corretivo entre dedos. Alinha a articulação e evita a progressão do joanete. Ajuste anatômico e reutilizável.

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Corretivo de Joanete Tamanho 39 a 43
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Quantidade

(tamanho 39 a 43) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alívio da dor e pressão entre dedos
• Formato anatômico
• Alinhamento da articulação
• Transparente
• Macio
• Encaixe perfeito nos pés
• Maior bem-estar e conforto
• Longa duração
• Resistente
• Reutilizável

Dicas de Uso

Colocar o corretivo entre o dedão e o segundo dedo do pé.

Evite usar o produto molhado ou em regiões molhadas.

Produto reutilizável. Pode ser lavado com água e secar à sombra.

A troca deve ser feita quando o corretivo apresentar desgaste aparente ou quando você desejar.

Resultado

Dedos dos pés alinhados e pressão entre eles reduzida.

Alivio das dores do joanete e redução da progressão da deformidade.

Ingredientes

GEL POLÍMERO (100% TPE) E ÓLEO MINERAL (USP).

Mais sobre Corretivo de Joanete Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel

O Corretivo para Joanete entre dedos Tenys Pé Baruel ajuda a reduzir a progressão da deformidade Hallux Valgus (joanete) e melhora o alinhamento entre os dedos durante o uso.

Ao ajudar no alinhamento da articulação, separa os dedos tortos e/ou sobrepostos, diminuindo assim o incômodo causado.

Macio e confortável, o Corretivo para Joanete Tenys Pé possui ajuste anatômico e dois tamanhos para você escolher o que é mais adequado, um tamanho que vai do 34 ao 38 e outro maior que vai do 39 ao 43. Este que aparece na foto é o maior, do 39 ao 43.

Resistente, durável e lavável. Cabe dentro do calçado e pode ser utilizado várias vezes.

Ele é feito para você que tem joanete, mas não quer sentir dor ao usar o seu sapato favorito.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Biofilme microbiano pode trazer riscos para a saúde
Biossegurança

Biofilme microbiano pode trazer riscos para a saúde

A biossegurança é um fator essencial nos cuidados com os pés e as unhas. Isso porque, em ambientes como salões de beleza e clínicas de podologia, a falta de higienização adequada dos itens utilizados no atendimento pode levar ao acúmulo de bactérias e fungos, favorecendo a formação do chamado biofilme microbiano, que traz riscos à saúde. Segundo a podóloga Fernanda Ribeiro, que atua há 15 anos na área, esse biofilme se forma em superfícies úmidas e pode ser um grande risco. “Trata-se de uma camada que se acumula em objetos mal higienizados, como alicates, lixas e bacias. Se o material não for esterilizado do jeito e no tempo certos, os micro-organismos permanecem ali, aumentando o risco de contaminação”, explica. A boa notícia é que, com os cuidados adequados, é possível evitar esse problema e garantir um atendimento seguro. Só que, para que isso ocorra, tanto os profissionais quanto os clientes precisam ficar atentos às normas de biossegurança. Para começo de conversa, a fim de evitar a proliferação de micro-organismos, a biossegurança estabelece diretrizes rígidas para a limpeza e esterilização de materiais. As principais recomendações incluem: Esterilização correta: uso de autoclave para esterilizar materiais reutilizáveis, já que estufa e fervura não são eficazes; Uso de descartáveis: lixas, palitos e bacias devem ser trocados a cada cliente; Higiene pessoal: uso obrigatório de luvas e máscara pelo profissional; Desinfecção de superfícies: bancadas e equipamentos devem ser higienizados regularmente, pois o biofilme não sai apenas com álcool. “O biofilme é resistente e a limpeza precisa ser feita corretamente para eliminar bactérias, fungos e até vírus. Do contrário, o cliente pode sair do salão com uma infecção”, frisa Fernanda. Quais são os riscos do biofilme? A falta de higienização adequada pode causar diversas complicações para a saúde, principalmente em pessoas com imunidade baixa, como diabéticos. Os principais riscos do biofilme microbiano são: Micose: infecção fúngica que pode atingir a pele e as unhas; Unha encravada infeccionada: o acúmulo de bactérias pode agravar o quadro; Paroníquia: inflamação ao redor da unha, causando dor e inchaço; Infecções graves: em casos mais sérios, a contaminação pode evoluir para problemas mais complexos. Em que ficar de olho A podóloga reforça que os clientes também precisam ficar atentos ao ambiente onde realizam os cuidados com os pés e as unhas. Anote alguns pontos de alerta para ficar de olho nas próximas visitas aos salões: O profissional abre os instrumentos esterilizados na sua frente? Ele usa luvas e máscara durante o atendimento? O ambiente está limpo e organizado? As bacias são descartáveis ou protegidas com plástico? “Se tiver dúvidas, pergunte como os materiais são higienizados. Pode parecer incômodo, mas é sua saúde que está em jogo”, frisa. O papel do podólogo na prevenção Além de garantir um atendimento seguro, o podólogo orienta os clientes sobre a importância da higiene e da escolha correta dos locais para o cuidado dos pés. “Muita gente não faz ideia do perigo que pode haver num salão que não segue as normas direitinho. Nosso papel é educar os clientes e garantir que eles não corram riscos desnecessários”, conclui Fernanda.

Fascite plantar: o que é e como evitar
Fascite Plantar

Fascite plantar: o que é e como evitar

A fascite plantar é uma condição que causa dor na parte inferior do pé, geralmente perto do calcanhar. Ela ocorre quando a fáscia plantar, um ligamento espesso que conecta o calcanhar aos dedos, se inflama. Essa condição é mais comum em pessoas que praticam atividades que envolvem ficar em pé por longos períodos, correr ou andar muito. A dor da fascite plantar é mais intensa pela manhã, ao dar os primeiros passos, e pode diminuir com o tempo, mas geralmente retorna após atividades que exigem mais esforço. Além disso, fatores como sobrepeso, uso de calçados inadequados e movimentos repetitivos podem aumentar o risco de desenvolver fascite plantar. Para evitar a fascite plantar Você pode seguir algumas dicas para evitar a fascite: 1. Escolha calçados adequados: use sapatos que proporcionem bom suporte para o arco do pé e amortecimento suficiente para absorver o impacto. Evite saltos altos ou sapatos sem suporte. 2. Alongamento e aquecimento: faça alongamentos regulares para a panturrilha e a fáscia plantar, especialmente antes de atividades físicas. Um bom alongamento pode ajudar a reduzir a tensão na fáscia plantar. 3. Evite o sobrepeso: o excesso de peso aumenta a pressão sobre os pés, o que pode contribuir para o desenvolvimento da fascite plantar. Manter um peso saudável pode ajudar a prevenir essa condição. 4. Moderação na atividade física: se você está começando uma nova rotina de exercícios, aumente a intensidade gradualmente para evitar sobrecarregar os pés. Atividades de alto impacto, como corrida em superfícies duras, podem ser um fator de risco. 5. Use palmilhas ortopédicas: se necessário, palmilhas personalizadas podem ajudar a corrigir problemas de alinhamento nos pés e proporcionar suporte extra. 6. Evite ficar em pé por longos períodos: quando possível, alterne entre sentar e ficar de pé para reduzir a pressão constante sobre os pés. 7. Fortaleça os músculos dos pés: exercícios que fortaleçam os músculos do pé e da panturrilha podem melhorar a resistência e evitar o desenvolvimento de problemas como a fascite plantar. Essas práticas podem ajudar a reduzir o risco de fascite plantar, mas caso você já tenha sintomas, é importante consultar um médico, fisioterapeuta ou podólogo especializado em biomecânica, para um tratamento adequado.

Dor no pé pode indicar outros problemas de saúde
Calcanhar Rachado

Dor no pé pode indicar outros problemas de saúde

Adotar uma rotina de cuidados com os pés não é apenas uma maneira de evitar o mau odor, o ressecamento ou as micoses. Dar atenção a essa parte do corpo também nos ajuda a identificar, com antecedência, outros problemas de saúde. “Os pés podem indicar algumas questões que prejudicam não só as suas funções, mas a nossa saúde e bem-estar”, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Nossos pés podem dar pistas sobre problemas como diabetes, artrite e até mesmo doenças renais e cardíacas. Quer saber como? Confira a seguir cinco sinais que os pés dão para indicar que a nossa saúde não vai bem. Inchaço Se o inchaço dos pés não passa (ou se piora ao longo dos dias), é bom investigar sua causa, pois isso pode indicar problemas como pressão alta ou doenças renais ou cardíacas, explica Luciana Maragno, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Quando a perna incha muito, a circulação é reduzida e as defesas do organismo também. Por isso, aumentam-se as chances de ter uma infecção. O inchaço das pernas pode sinalizar uma doença sistêmica que leva a outros riscos, como trombose e infecção de pele”, explica a especialista. O inchaço (também chamado de edema) pode ser um sinal de alerta para insuficiência cardíaca, trombose venosa profunda (um coágulo sanguíneo em uma veia da perna), insuficiência renal ou doença ou cirrose hepática. Dor no dedão Uma dor súbita nas articulações do dedão do pé é um dos sintomas de gota, especialmente se vier acompanhada de vermelhidão, inchaço e rigidez. A gota ocorre quando o excesso de ácido úrico se transforma em cristais, causando inflamação nas articulações — e a base do dedão costuma ser o primeiro lugar onde ela ataca. É preciso tratar a gota porque esses cristais podem se acumular em outros lugares, como no ouvido externo, na pele e nos rins. Além disso, a doença pode ser um indicador de osteoartrite, a forma mais comum de artrite. Calcanhar espesso O espessamento da pele do calcanhar é um indício de sobrecarga. “Se a pessoa tem a pele do calcanhar mais grossa, provavelmente a distribuição do peso do corpo é mais forçada no calcanhar”, afirma Carolina Marçon, médica dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Ela explica que esse espessamento é um mecanismo de defesa e que ignorá-lo pode trazer problemas em longo prazo. “É sempre interessante alternar calçados para que não haja sobrecarga. Quem usa muito salto pode usar um mais baixo para contrabalançar e não ter sobrecarga em determinadas estruturas do pé que possam levar a problemas no joelho, no quadril ou na coluna”, completa. Alterações de sensibilidade Sensações como formigamento, queimação ou dormência, quando ocorrem com muita frequência, podem indicar algum tipo de dano no sistema nervoso. Danos nos nervos do pé, especificamente, costumam ser um sinal de alerta de diabetes. “A neuropatia, que altera o funcionamento do sistema nervoso, é uma das complicações do diabetes”, afirma Sharon Nina Admoni, responsável pelo ambulatório de pé diabético do grupo de diabetes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e médica do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês. Por isso, ao sentir essa perda de sensibilidade, é importante procurar um(a) especialista para saber se tem essa condição, e evitar o “pé diabético” e a ocorrência de feridas que podem trazer complicações para a saúde. Ferida que não cicatriza Outra complicação do diabetes é a doença vascular, que reduz a circulação nas pernas e nos pés. Com isso, além do inchaço, podem aparecer feridas que não cicatrizam. Isso acontece porque a redução no fluxo sanguíneo prejudica a chegada das substâncias que vão cicatrizar a ferida e remover toxinas. Além do diabetes, essas feridas crônicas acontecem quando se tem doenças como insuficiência arterial, varizes e obstrução dos vasos sanguíneos — por isso é bom investigar sua causa.

Caminhada afasta a depressão? Especialistas respondem!
Caminhada

Caminhada afasta a depressão? Especialistas respondem!

A atividade física é uma forte aliada da saúde mental e pode desempenhar um papel importante na prevenção e no tratamento da depressão. Entre as opções mais acessíveis, a caminhada se destaca por ser democrática e poder ser praticada em diferentes ritmos, e por pessoas de todas as idades. Mas qual é o real impacto dessa prática no cérebro? A educadora física Bianca Vilela, mestre em fisiologia do exercício, explica que a caminhada gera adaptações fisiológicas benéficas que contribuem diretamente para o bem-estar emocional. "Melhora a circulação sanguínea, aumenta a oxigenação cerebral e estimula a liberação da endorfina e serotonina, que ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade", lista. O psiquiatra Rafael Moraes, por sua vez, reforça que a caminhada tem um papel essencial na regulação do humor. "Atividades físicas, mesmo de baixo impacto, são antidepressivas porque incitam a produção de neurotransmissores que ajudam no combate à depressão. A sensação de bem-estar pode ser percebida logo após a prática", afirma. Ele acrescenta que a caminhada estimula a produção de endorfina, serotonina e dopamina – substâncias essenciais para a regulação emocional. Além disso, reduz os níveis de cortisol, o hormônio associado ao estresse, favorecendo consequentemente o equilíbrio mental a longo prazo. Quanto tempo de caminhada é indicado Para obter benefícios significativos na saúde mental, Bianca recomenda uma frequência de 3 a 5 vezes por semana, com uma duração ideal entre 30 e 60 minutos por sessão. A intensidade pode ser leve a moderada, mas com um leve aumento da frequência cardíaca. Na dúvida entre praticar ao livre ou na esteira? Saiba que o ambiente externo pode, sim, oferecer vantagens extras. "Ao caminhar ao ar livre, o corpo lida com diferentes superfícies e inclinações, o que exige maior ativação muscular. Além disso, a exposição à luz natural contribui para a produção de vitamina D, que tem impacto positivo no humor", destaca a fisiologista. Por outro lado, a esteira permite um controle maior do ritmo e do terreno, sendo uma boa opção para quem prefere um ambiente previsível ou tem dificuldades de locomoção, por exemplo. Para quem nunca praticou atividades físicas, a recomendação é começar de forma gradual. "Inicie com sessões curtas, de 10 a 15 minutos, e vá aumentando o tempo progressivamente", recomenda a educadora física Bianca Vilela. Não se esqueça: Usar calçados adequados para evitar impacto excessivo nas articulações; Manter um ritmo confortável, respeitando os limites do corpo; Hidratar-se bem, especialmente em dias quentes. "O mais importante é criar uma rotina sustentável. A caminhada deve ser um hábito prazeroso e não uma obrigação", lembra a especialista. Ah! O horário da caminhada escolhido pode oferecer benefícios distintos: Pela manhã: a exposição à luz natural ajuda a regular o ritmo circadiano e estimula a serotonina, promovendo mais disposição ao longo do dia. No final da tarde ou à noite: pode ajudar a aliviar o estresse acumulado e melhorar a qualidade do sono. "A escolha do horário deve levar em conta a rotina de cada pessoa. O essencial é manter a constância", pontua Bianca. Caminhadas X medicação O psiquiatra Rafael Moraes destaca que, para casos leves, a caminhada pode ser tão eficaz quanto a medicação, desde que seja feita com frequência e alinhada a outras práticas saudáveis. Já nos quadros mais severos, o exercício pode ser um grande aliado, mas não substitui o acompanhamento médico e terapêutico. "Quando a atividade é constante e bem orientada, pode ajudar a evitar a necessidade de remédios. Mas cada caso deve ser avaliado individualmente", ressalta o médico. "A caminhada é um excelente primeiro passo para quem quer melhorar a saúde mental", finaliza. Lembre-se: não se deve iniciar nem interromper medicações sem orientação médica.

Vai viajar? Prepare os pés para andar mais
Caminhada

Vai viajar? Prepare os pés para andar mais

Tirar férias ou curtir um feriado longe de casa costuma significar mais tempo andando e passando horas sem se sentar. Por isso, preparar os pés antes do embarque ajuda a evitar dores, bolhas e desconfortos capazes de atrapalhar a programação. Como os pés absorvem uma carga significativa durante caminhadas prolongadas, se não houver um trabalho antecipado, não estarão preparados para um aumento repentino da atividade física, o que tende a levar às dores musculares. “Preparar os pés previamente aumenta a resistência, melhora a adaptação ao esforço e reduz o risco de desconfortos que podem comprometer a experiência da viagem”, orienta o ortopedista Thales Rama. Cuidados antes de viajar A preparação deve começar algumas semanas antes do passeio. Uma das principais recomendações é aumentar gradualmente o volume de caminhadas para que o corpo se acostume ao esforço esperado durante o roteiro. Também vale adotar alguns cuidados simples antes da viagem: hidratar a pele dos pés para evitar rachaduras; cuidar das unhas para prevenir encravamentos; identificar calosidades excessivas ou dores recorrentes. Outro ponto importante é utilizar previamente os mesmos calçados que serão levados no destino. Segundo o médico, estrear tênis ou sapatos durante a viagem aumenta o risco de bolhas e incômodos. Calçado faz toda a diferença Na hora de escolher o que calçar, o conforto deve vir antes da aparência. O modelo ideal precisa oferecer estabilidade, amortecimento, espaço para os dedos e suporte adequado ao arco plantar. Também é importante verificar se o calçado possui boa absorção de impacto, não cria pontos de pressão e permite a ventilação dos pés. Uma pequena folga na parte frontal ajuda a acomodar o inchaço que pode surgir ao longo do dia. A preparação também inclui alguns exercícios simples, além das caminhadas progressivas: elevação na ponta dos pés; flexão e extensão dos dedos; equilíbrio em um pé só; alongamentos da panturrilha e da fáscia plantar. Fique atento aos sinais de sobrecarga Como sinais de alerta, o ortopedista Thales Rama destaca os principais: dor persistente, inchaço excessivo, sensação de queimação, bolhas, dificuldade para caminhar ou mudanças na forma de pisar. Isso indica que os pés estão sendo sobrecarregados e merecem atenção. Para prevenir problemas maiores e trazer um pouco de alívio, é recomendado: fazer pausas durante os passeios; alternar caminhada e descanso; manter boa hidratação; elevar os pés por alguns minutos; não usar meias úmidas; proteger áreas de atrito. O especialista reforça a importância de não ignorar as dores nem pular os descansos. Além disso, os cuidados devem ser redobrados para pessoas com diabetes, neuropatias, problemas circulatórios, fascite plantar, tendinites ou deformidades nos pés.

Salto alto é vilão da metatarsalgia? Confira mitos e verdades
Metatarsalgia

Salto alto é vilão da metatarsalgia? Confira mitos e verdades

A dor na parte da frente do pé, logo atrás dos dedos, é mais comum do que parece e tem nome que chega a assustar: metatarsalgia. Apesar de muita gente achar que se trata de uma doença, na verdade é um sintoma, que pode ter diferentes causas além do sapato de salto alto. “Quando existe sobrecarga, alterações no formato do pé, uso de calçados inadequados ou desequilíbrios na forma de pisar, a pressão no antepé torna-se excessiva e provoca inflamação e dor”, afirma a ortopedista Lara Furtado, especialista em pé e tornozelo do Hospital viValle. A seguir, listamos alguns mitos e verdades sobre o assunto. Salto alto pode contribuir para a metatarsalgia? VERDADE. Apesar de não ser o único culpado, o sapato de salto alto pode, sim, causar e agravar o quadro, especialmente quando usado de forma inadequada. Isso porque ele desloca o peso do corpo para a parte da frente do pé, concentrando praticamente toda a carga nesta região. Do ponto de vista biomecânico, o fisioterapeuta Gustavo Barbosa, da Clínica Movitè, explica que, com o calcanhar elevado, o tornozelo fica em flexão plantar e o corpo se inclina para frente. Essa inclinação desloca o centro de massa e faz uma parcela crescente do peso ser suportada só pelo antepé. O tipo de salto faz diferença? VERDADE. Nem todo salto impacta o pé da mesma forma. Quanto mais alto for, maior será a sobrecarga sobre as cabeças dos metatarsos. Além disso, modelos com bico fino aumentam ainda mais a pressão em pontos específicos e pioram o equilíbrio. A ortopedista Lara Furtado também alerta para calçados pouco acolchoados ou muito rígidos, que criam áreas de impacto excessivo. Além disso, o tempo de uso conta: manter o antepé sob sobrecarga constante favorece inflamações, dores crônicas e até lesões. Todo mundo que usa salto vai ter metatarsalgia? MITO. Nem todas as pessoas vão desenvolver a condição. Fatores individuais influenciam muito, tais como: pés cavos, joanete, encurtamento do tendão de Aquiles, peso corporal e tipo de atividade física, que podem aumentar a carga no antepé. Vale lembrar que o uso frequente do salto pode gerar compensações na marcha e na postura. Muitas vezes, essas adaptações são mantidas mesmo fora do sapato, agravando e perpetuando o quadro. Quem sente dor precisa abolir o salto para sempre? MITO. Inclusive, para quem não abre mão do modelo de calçado, algumas estratégias ajudam a reduzir o risco de dores ou complicações. Os profissionais recomendam: Optar por saltos moderados (entre 4 e 6 cm no dia a dia); Escolher opções com plataforma frontal, que distribuem melhor a carga; Preferir saltos mais largos, que dão estabilidade; Evitar bicos muito finos, que comprimem os dedos. O fisioterapeuta Gustavo Barbosa reforça que não é preciso abolir o salto para sempre, mas repensar sobre usar “o tipo errado, do jeito errado e pelo tempo errado”. Dor persistente é sinal de alerta? VERDADE. A dor no antepé merece atenção quando é frequente, persistente ou piora com o tempo. Sinais como inchaço, vermelhidão, calosidade dolorosa ou mudança na forma de pisar indicam a necessidade de avaliação médica o quanto antes. Se o diagnóstico for confirmado, mudanças no calçado e no movimento são essenciais no início do quadro para conseguir resolvê-lo.

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