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Baruel Kids acredita que a infância pede movimento e celebra o suor que vem do viver e ser criança. Com a linha completa de cuidados Baruel Kids, os seus filhos podem brincar à vontade.

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O que seu filho leva da escola além da mochila?
Escola

O que seu filho leva da escola além da mochila?

Quando volta da escola, a criança não traz consigo apenas o caderno cheio de tarefas ou o estojo organizado na mochila. Ela também carrega uma bagagem emocional construída no convívio diário com colegas e professores. São aprendizados que não aparecem no boletim, mas moldam comportamento, percepção e maturidade. O professor César Guimarães, diretor da MMP Materiais Pedagógicos de Matemática, afirma que a vivência escolar é um laboratório intenso de experiências sociais. Jogos, atividades em grupo e até situações de conflito contribuem para o desenvolvimento de habilidades que extrapolam o conteúdo formal. “A escola não ensina só soma ou conteúdo curricular. Ela ensina a esperar, a ganhar, a perder, a lidar com frustração e a se conectar com pessoas. A vida é uma eterna quinta série, porque muitas dessas experiências continuam se repetindo na vida adulta”, pondera o matemático. Convivência ensina mais do que parece A rotina no colégio favorece o desenvolvimento da autonomia ao propor tarefas, acompanhar responsabilidades e valorizar atitudes positivas, estimulando o aluno a assumir compromissos e entender as consequências de suas escolhas. No dia a dia escolar, a criança ainda aprende a: negociar e dividir espaços; esperar sua vez; lidar com frustrações; resolver conflitos; ajustar estratégias de comunicação quando algo não funciona. Até mesmo trocas de amizade, pequenas decepções e a sensação de “traição” entre colegas fazem parte desse amadurecimento. A convivência em grupo amplia a empatia e a capacidade de leitura do outro, contribuindo diretamente para a construção de maturidade emocional. Perspicácia do ambiente às emoções A vivência coletiva fortalece ainda a perspicácia – capacidade de perceber o clima do ambiente e interpretar emoções alheias. Muitas vezes, o próprio professor auxilia nesse processo ao nomear situações e destacar sentimentos presentes no grupo. “A criança aprende a perceber se o meio está leve ou tenso, se alguém está feliz ou chateado. Quando o professor chama atenção para isso, está ensinando a ler o outro e a ajustar o próprio comportamento”, explica o professor César Guimarães. Em casa, os pais podem observar reflexos diretos dessa experiência, por exemplo maior responsabilidade ou organização são sinais positivos, que surgem naturalmente. Por outro lado, se uma criança extrovertida fica introvertida, chorosa ou retraída, pode ser que algo negativo tenha acontecido e merece escuta atenta e acompanhamento cuidadoso. Família e escola formam parceria Como ressalta o educador, a escola não substitui a educação que começa em casa. Valores como respeito, responsabilidade e empatia têm origem em casa e são reforçados no ambiente escolar. Quando a parceria entre instituição de ensino e organização familiar funciona, os aprendizados são potencializados. No sentido oposto, se a família invalida qualquer correção feita pela escola e defende o filho a qualquer custo, o processo educativo se fragiliza. O ideal é pais e professores atuarem alinhados para a criança compreender os limites com mais clareza.

Doce, tela e colo para os netos. Quando os avós passam dos limites
Família

Doce, tela e colo para os netos. Quando os avós passam dos limites

Guloseimas antes do almoço ou fora de hora, alguns minutos a mais de tela ou aquele colo depois da criança aprontar. Diferenças entre pais e avós sobre a criação são comuns, mas não precisam virar motivos de conflitos quando todos compartilham do mesmo amor. Para a psicóloga Leny Louzada, especialista em ciências do envelhecimento, essas divergências surgem porque os mais velhos normalmente ocupam papéis diferentes, quer dizer, enquanto os pais são responsáveis por educar e estabelecer limites, os avós vivem a relação de um jeito mais leve, aproveitando o tempo com os netos. Ainda assim, isso não significa falta de cuidado. “Essas diferenças são completamente naturais. São maneiras diferentes de expressar o amor pelas crianças”, afirma a profissional. O diálogo vem antes das regras O primeiro passo é lembrar que ninguém está em lados opostos. Pais e avós precisam construir os combinados por meio de conversas abertas, respeitosas e sem julgamentos, para que cada um compreenda as necessidades do outro. A professora aposentada Roseli Caldas é avó de três crianças e conta que esse alinhamento começou antes mesmo de assumir parte dos cuidados com os netos. Como se aposentou justamente para cuidar deles, ela e os filhos conversaram desde o início sobre a rotina que seria seguida. Uma das estratégias adotadas pela família foi criar quadros de rotina, usados até hoje para organizar horários e atividades. “É aquele ditado: o combinado não sai caro. Com tudo acordado, fica tudo certinho para todos nós”, garante a avó. Nem tudo precisa ser igual Cada avô e cada avó têm seu jeito de demonstrar carinho, e preservar essa individualidade também faz parte de uma convivência saudável. O importante é que as regras realmente essenciais sejam compartilhadas por todos. Quando um combinado não é cumprido, a orientação é evitar discussões na frente da criança. “O ideal é conversar em particular, com carinho e sem apontar culpados. Na maioria das vezes, os avós agem movidos pelo desejo de agradar os netos, não de desrespeitar os pais”, observa a especialista Leny. Ela lembra ainda que os próprios avós são os pais dos adultos que hoje criam essas crianças. Por isso, o diálogo deve acontecer sempre com respeito e acolhimento. Quando vale flexibilizar Nem todas as regras têm o mesmo peso. Nesse sentido, algumas flexibilizações podem fazer parte das boas lembranças da infância, como um doce em ocasiões especiais, alguns minutos extras de brincadeira ou pequenas exceções previamente combinadas. Já temas ligados à saúde, à segurança, ao sono e ao uso de telas pedem que todos mantenham a mesma orientação. A avó Roseli conta que viveu esse desafio. Embora fosse contra liberar celulares para as crianças, respeitou a decisão tomada pelos pais. Já em relação aos doces antes dos dois anos, admitiu que inicialmente não concordava com a regra, mas optou por segui-la. Leny Louzada reforça que, mais importante do que concordar com tudo, é agir em parceria. “Quando pais e avós conseguem dialogar, respeitar seus papéis e trabalhar juntos, ensinam, pelo exemplo, valores como respeito, cooperação e afeto. Esse é um dos maiores presentes que uma família pode oferecer a uma criança”, finaliza.

Rotina de sono: 5 erros mais comuns de pais novatos
Sono e Soneca

Rotina de sono: 5 erros mais comuns de pais novatos

Organizar o sono de um bebê parece simples na teoria, mas costuma ser um dos maiores desafios para pais de primeira viagem. Na tentativa de ajudar, muitos acabam adotando hábitos que, sem perceberem, dificultam o adormecer e a consolidação do sono. A boa notícia é que ajustes pontuais e consistentes podem fazer grande diferença. “Alguns deslizes se repetem com frequência nas famílias que estão começando essa jornada. Eles envolvem desde ambiente inadequado até expectativas irreais sobre o ritmo biológico da criança”, observa a otorrinolaringologista Saramira Bohadana, especialista em sono infantil do Grupo Santa Joana. De acordo com a médica, o sono não se ajusta de forma imediata e exige previsibilidade para amadurecer. No entanto, é comum que, nos primeiros meses, os pais e cuidadores tenham dificuldade em entender que se trata de um processo. Erros mais comuns A má higiene do sono é um dos pontos que mais impactam negativamente o descanso infantil. Quando os horários de dormir e despertar variam muito, o ciclo circadiano encontra mais dificuldade para se organizar. Entre os erros mais frequentes na rotina de sono, estão: 1. Permitir que a criança durma na cama dos pais, em vez de ter berço ou cama própria. 2. Estabelecer horário de dormir muito tarde ou sem regularidade. 3. Acostumar o bebê a adormecer apenas com artifícios como colo ou balanço. 4. Oferecer tempo de tela prolongado. 5. Manter uma má higiene do sono. Criar uma rotina previsível ajuda o cérebro da criança a compreender que o dia está terminando. Assim, o preparo para dormir deve incluir atividades relaxantes, como leitura e histórias, além de redução da luminosidade e afastamento de estímulos. O que evitar e o que fazer O excesso de estímulos antes de dormir ativa o estado de alerta do cérebro quando ele deveria desacelerar. Por isso, é importante evitar luz intensa, telas e brincadeiras agitadas. Criar uma zona de transição de 30 a 60 minutos com ambiente calmo e iluminação reduzida também costuma ajudar. “A confusão não está em oferecer colo ou peito, especialmente nos primeiros meses, mas em fazer com que o bebê dependa exclusivamente disso para pegar no sono e voltar a dormir após despertares”, esclarece a especialista Saramira Bohadana. Além disso, alguns sinais indicam que a janela do sono está chegando, como olhar perdido, quietude e menor interação. Não os interpretar na hora certa (ou confundi-los) pode levar o nenê ao supercansaço, com a liberação de cortisol e adrenalina, o que paradoxalmente dificulta ainda mais o adormecer. Dicas de ouro Embora poucos pais e cuidadores saibam, a ansiedade dos adultos interfere diretamente na construção do sono saudável. Mudar frequentemente de estratégia, ter expectativa de resultados imediatos e buscar por soluções rápidas gera inconsistência e confunde o pequenino, que precisa de repetição para aprender. Há também diferenças importantes conforme a criança cresce: Nos primeiros meses de vida, os erros estão ligados à interpretação do funcionamento biológico e às expectativas irreais sobre longos períodos de sono. Após os 4 a 6 meses, surgem desafios comportamentais, associações mais rígidas, resistência para dormir e maior impacto da irregularidade de horários, com retirada de sonecas, transição para a cama e medo do escuro, por exemplo. “A dica de ouro é buscar consistência, não perfeição. Escolher horários aproximados para acordar, respeitar as janelas de sono e manter um ritual simples e repetido todos os dias já promove grande diferença”, finaliza a médica.

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Mais sobre Condicionador e Máscara

O produto Condicionador e Máscara Infantil da linha Baruel Kids foi desenvolvido para hidratar e cuidar dos diferentes tipos de cabelos das crianças. Sua fórmula é dermatologicamente testada, vegana, sem parabenos e não testada em animais.

O produto está disponível nas três linhas da marca. A Todos os Cabelinhos, com óleo de argan e vitamina E, ajuda a manter os fios saudáveis, protegidos e sem frizz. Cachinhos ao Vento, com óleo de abacate e manteiga de karité, cuida dos cachos de curvaturas 2A a 3B. E Crespinhos Divertidos, com óleo de coco, aloe vera, pró-vitamina B5 e vitamina E, oferece nutrição, leveza e força aos fios de curvaturas 3C a 4C.

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