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As tendências de esmaltação para 2025
É claro que o cuidado com os pés vai além da estética e envolve conforto e bem-estar. Mas manter as unhas cortadas e pintadas também ajuda na autoestima e no autocuidado. Em 2025, as tendências de esmaltação para os pés prometem ser sofisticadas e práticas, atendendo a uma clientela que busca elegância e durabilidade. Para a pedicure Sandra Regina, que trabalha há mais de 20 anos no segmento, três estilos vão estar em voga durante o ano todo. São eles: Mocha Mousse O mocha mousse é um tom suave, quase nude, eleito a cor de 2025 pela Pantone. Em alta, promete ser uma grande tendência, especialmente para as clientes que buscam algo elegante e discreto para os pés. A cor já é um sucesso nos salões desde o final de 2024 e só tende a crescer. Marrom O marrom também começou a se destacar no fim do ano passado e será outra cor forte para os próximos meses. A nuance é sóbria, mas elegante e perfeita para quem quer fugir das cores tradicionais - como o nude e o branco -, sem perder a sofisticação. O marrom traz uma sensação de aconchego e modernidade ao mesmo tempo, sobretudo nos tons chocolate e café. Branquinho com fios de ouro Para quem gosta de um toque de sofisticação, o branquinho com fios de ouro será uma das grandes apostas. A tendência inclui o uso de fitas douradas para criar desenhos geométricos delicados nas unhas dos pés – e dá para usar até com a francesinha! Esmaltações atemporais Entra ano, sai ano, há tons de esmaltes que sempre estão entre as mais pedidas há muitas décadas: Branquinho O clássico branquinho continua sendo a escolha favorita das clientes. Essa cor, que nunca sai de moda, mantém sua popularidade por ser elegante e fácil de combinar com qualquer look. A tendência para 2025 é ganhar versões com brilho, como glitter, trazendo um toque de modernidade ao visual. Nude Tons neutros, como o nude, também permanecem entre os mais pedidos – desde os bem clarinhos até os próximos ao marrom. Já é uma cor amada pelas clientes e promete ganhar novos rumos nesse ano, com acabamento discreto. Francesinha A clássica francesinha é outra que segue firme como uma das esmaltações preferidas para os pés. Simples e sofisticada, combina o branco (e, às vezes, até nude) nas pontas das unhas com tons suaves na base. Embora as decorações nos pés não sejam tão comuns quanto nas mãos, ainda assim fazem sucesso, especialmente quando aplicadas de forma discreta e refinada. Segundo a pedicure Sandra Regina, as mais pedidas incluem brilho, strass, adesivos e o ponto de luz, geralmente aplicadas no dedão. Passo a passo para a esmaltação perfeita Antes de pintar as unhas, a profissional pontua que a esmaltação perfeita requer seguir alguns passos, além de escolher a cor do esmalte: 1. Higienização dos pés; 2. Corte e lixamento das unhas; 3. Amolecer as cutículas e retirá-las; 4. Aplicar base fortalecedora ou nutritiva; 5. Esmaltar e decorar; 6. Palitar para limpar os “borradinhos”; 7. Aplicar extrabrilho e repetir a limpeza; 8. Finalizar com secante em óleo ou spray.
Reflexologia podal ou massagem nos pés: saiba a melhor
Após um dia com muitas horas em pé ou usando aquele sapato desconfortável, nada parece ser melhor do que uma massagem. Afinal, a prática é reconhecida por proporcionar relaxamento e bem-estar imediatos. Mas você sabia que ela não é a única opção? A reflexologia podal, uma técnica terapêutica que busca tratar desequilíbrios no corpo pelo estímulo de pontos dos pés, também pode ajudar. A principal diferença entre as duas está na finalidade, conforme explica o massoterapeuta Alan Roberto Silva, especialista na área da saúde e bem-estar há mais de 15 anos. Isso porque, apesar de as duas trazerem benefícios, a indicação de cada uma costuma acontecer em momentos diferentes. “Enquanto a massagem relaxante nos pés tem o objetivo de liberar tensões e promover bem-estar imediatamente, a reflexologia é um tratamento terapêutico que utiliza pontos reflexos nos pés para aliviar sintomas e melhorar a saúde geral do corpo”, explica o profissional. Entenda as principais diferenças Assim, mesmo envolvendo técnicas de manipulação dos pés em ambos os casos, as abordagens utilizadas e os propósitos são diferentes. Veja só: Massagem relaxante nos pés: é focada no alívio das tensões musculares e no aumento do conforto físico. Por meio de movimentos suaves e precisos, melhora a circulação sanguínea local e proporciona relaxamento instantaneamente. É ideal para pessoas que buscam aliviar o cansaço ou a tensão acumulada no dia a dia. Reflexologia: é uma técnica terapêutica que vai além do bem-vindo relaxamento. Baseia-se no conceito de que os pés possuem pontos reflexos que correspondem a diferentes órgãos e sistemas do corpo. Por meio de pressões específicas, estimula tais áreas, promovendo benefícios que incluem redução do estresse, melhora da qualidade do sono e alívio de dores, como na cabeça e nas costas. Benefícios sempre Apesar de indicações distintas, um fator é comum: as duas alternativas oferecem muitos benefícios – e, alguns deles, podem até ser compartilhados entre si. A seguir, você conhece os principais: Reflexologia podal: Auxilia no alívio de dores crônicas, como enxaquecas e lombalgias; Promove equilíbrio emocional, eficaz contra ansiedade e estresse; Melhora a qualidade do sono ao estimular o relaxamento profundo; Estimula a circulação sanguínea de forma integrada, beneficiando órgãos internos. Massagem relaxante nos pés: Alivia tensões e cansaço muscular nos pés; Também melhora a circulação sanguínea local, reduzindo inchaços; Proporciona relaxamento imediato e sensação de conforto; É ideal para quem busca um momento de bem-estar após um dia intenso. Detalhe: a massagem para os pés e a reflexologia podal podem ser feitas simultaneamente. Aliás, essa combinação é especialmente indicada para pessoas que enfrentam tanto dores crônicas quanto tensões musculares nos pés. “A reflexologia, por ser um tratamento mais profundo, pode causar um leve desconforto durante a aplicação, mas, quando associada à massagem, proporciona bem-estar e diminuição das tensões de maneira mais completa”, detalha Alan. Como escolher a melhor opção A escolha de qual fazer dependerá principalmente dos sintomas apresentados e dos objetivos pessoais. Nesse sentido, o massoterapeuta Alan Roberto Silva recomenda: Optar pela reflexologia se objetivo for tratar problemas específicos, como dores crônicas, insônia, ansiedade ou desequilíbrios no organismo. Escolher a massagem relaxante nos pés se a necessidade for aliviar o cansaço ou promover relaxamento rápido e imediato. “Observar os sinais do corpo é fundamental para entender qual técnica atende melhor às suas necessidades”, acrescenta. Escolha o profissional certo Vale destacar que profissionais capacitados em diferentes áreas estão aptos a realizar as técnicas, porém, devem sempre ter formação adequada para isso. Algumas especializações recomendadas são: fisioterapeutas, massoterapeutas, terapeutas holísticos, esteticistas e educadores físicos. “A aplicação inadequada da reflexologia ou mesmo de uma massagem relaxante pode não trazer os benefícios esperados e, em alguns casos, até causar desconforto ou agravar dores preexistentes”, finaliza o especialista.
Vai viajar? Prepare os pés para andar mais
Tirar férias ou curtir um feriado longe de casa costuma significar mais tempo andando e passando horas sem se sentar. Por isso, preparar os pés antes do embarque ajuda a evitar dores, bolhas e desconfortos capazes de atrapalhar a programação. Como os pés absorvem uma carga significativa durante caminhadas prolongadas, se não houver um trabalho antecipado, não estarão preparados para um aumento repentino da atividade física, o que tende a levar às dores musculares. “Preparar os pés previamente aumenta a resistência, melhora a adaptação ao esforço e reduz o risco de desconfortos que podem comprometer a experiência da viagem”, orienta o ortopedista Thales Rama. Cuidados antes de viajar A preparação deve começar algumas semanas antes do passeio. Uma das principais recomendações é aumentar gradualmente o volume de caminhadas para que o corpo se acostume ao esforço esperado durante o roteiro. Também vale adotar alguns cuidados simples antes da viagem: hidratar a pele dos pés para evitar rachaduras; cuidar das unhas para prevenir encravamentos; identificar calosidades excessivas ou dores recorrentes. Outro ponto importante é utilizar previamente os mesmos calçados que serão levados no destino. Segundo o médico, estrear tênis ou sapatos durante a viagem aumenta o risco de bolhas e incômodos. Calçado faz toda a diferença Na hora de escolher o que calçar, o conforto deve vir antes da aparência. O modelo ideal precisa oferecer estabilidade, amortecimento, espaço para os dedos e suporte adequado ao arco plantar. Também é importante verificar se o calçado possui boa absorção de impacto, não cria pontos de pressão e permite a ventilação dos pés. Uma pequena folga na parte frontal ajuda a acomodar o inchaço que pode surgir ao longo do dia. A preparação também inclui alguns exercícios simples, além das caminhadas progressivas: elevação na ponta dos pés; flexão e extensão dos dedos; equilíbrio em um pé só; alongamentos da panturrilha e da fáscia plantar. Fique atento aos sinais de sobrecarga Como sinais de alerta, o ortopedista Thales Rama destaca os principais: dor persistente, inchaço excessivo, sensação de queimação, bolhas, dificuldade para caminhar ou mudanças na forma de pisar. Isso indica que os pés estão sendo sobrecarregados e merecem atenção. Para prevenir problemas maiores e trazer um pouco de alívio, é recomendado: fazer pausas durante os passeios; alternar caminhada e descanso; manter boa hidratação; elevar os pés por alguns minutos; não usar meias úmidas; proteger áreas de atrito. O especialista reforça a importância de não ignorar as dores nem pular os descansos. Além disso, os cuidados devem ser redobrados para pessoas com diabetes, neuropatias, problemas circulatórios, fascite plantar, tendinites ou deformidades nos pés.
Autorreflexologia: toques nos pés faz relaxar em 1 minuto
A correria do dia a dia nem sempre permite pausas longas, mas pequenos momentos de cuidado podem fazer toda a diferença. Um bom exemplo disso é a autorreflexologia, que surge como uma alternativa simples para aliviar tensões e promover relaxamento usando apenas as mãos e os pés. Segundo o terapeuta Fabiano Takeda, do Espaço Sinergia, a técnica deriva da reflexologia e consiste em estimular pontos específicos que se relacionam com diferentes regiões do corpo. Essa prática pode ser feita de forma acessível, em casa, com foco exclusivo no bem-estar. “A reflexologia estimula pontos dos pés que correspondem a órgãos e sistemas do corpo. Já a autorreflexologia é aplicar essa técnica em si, com as próprias mãos, de forma segura e fácil”, explica o profissional. Pontos para relaxar Algumas áreas dos pés são mais indicadas para quem busca relaxamento rápido, principalmente em momentos de estresse ou cansaço: Dedões dos pés = cabeça e pescoço. Centro dos dedões = hipófise, ligada ao equilíbrio hormonal. Centro do pé = ponto do plexo solar, importante para aliviar tensões. Região abaixo dos dedos = diafragma. Lateral interna dos pés = coluna. Esses pontos são conhecidos por promoverem benefícios como melhora do sono, controle do estresse, alívio de dores de cabeça e sensação de equilíbrio geral do corpo. Como fazer a técnica em 60 segundos Se o objetivo for só relaxamento, a autorreflexologia pode ser feita em casa e bem rapidamente, sem conhecimento técnico. Para esses casos, o terapeuta Fabiano ensina uma sequência rápida, de um minuto, com cinco passos. Veja só: 10 segundos: segure o pé e faça duas respirações profundas para iniciar; 15 segundos: pressione o centro do pé (plexo solar) com o polegar em movimentos circulares; 15 segundos: deslize o polegar abaixo dos dedos (região do diafragma); 10 segundos: pressione o dedão com movimentos circulares; 10 segundos: deslize o polegar na lateral interna do pé, da parte superior até a inferior (região da coluna). “Respiração lenta, movimentos circulares e pressões de alguns segundos ajudam a promover relaxamento. Se houver dor, o ideal é reduzir a intensidade. O toque deve ser firme, mas sempre confortável”, orienta o profissional. Para melhores resultados, a autorreflexologia pode ser feita diariamente, até duas a três vezes a cada 24 horas, especialmente antes de dormir ou após um dia cansativo. O ideal é fazer em um ambiente confortável, com o corpo relaxado, priorizando a regularidade em vez da intensidade. Cuidados e contraindicações Apesar de simples, a prática exige alguns cuidados importantes. Atente-se para: Evitar pressão com força excessiva. Não ter pressa. Não ignorar sinais de dor. Vale ainda conhecer as contraindicações: casos de lesões, feridas ou inflamações nos pés, trombose, febre, infecções agudas ou varizes. Para condições específicas, como gravidez ou problemas vasculares, consulte um médico antes. “A autorreflexologia pode ajudar a aliviar sintomas como estresse, ansiedade, tensão muscular, cansaço e dificuldades para dormir, mas não substitui tratamentos médicos”, finaliza o especialista.
Palmilhas ajudam a prevenir canelite? Saiba como funcionam
A canelite, também conhecida no meio médico como síndrome do estresse tibial medial, é uma dor que aparece na parte frontal ou interna da canela. O problema surge quando os ossos, músculos e tendões desta região são sobrecarregados de forma repetitiva, especialmente durante atividades físicas. Palmilhas podem ser opções para ajudar no problema. A canelite pode ser causada por fatores como aumento rápido na intensidade dos treinos, calçados inadequados ou impacto constante em superfícies muito duras. “O quadro é um alerta do corpo sobre excesso de demanda. É importante não ignorar esse sinal para evitar complicações mais graves”, destaca o ortopedista Luiz Holanda, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Ceará (SBOT-CE), e especialista da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé). Quem tem mais riscos Embora qualquer pessoa possa desenvolver a condição, alguns grupos têm maior predisposição à canelite. O médico Luiz Holanda observa que isso acontece porque certos esportes ou rotinas exigem mais das pernas e aumentam o impacto sobre a canela. Alguns grupos mais afetados são: Corredores, principalmente iniciantes ou aqueles que aumentam o volume de treino rapidamente; Militares, devido ao ritmo intenso de atividades; Dançarinos e praticantes de esportes com saltos frequentes, como basquete e vôlei. Sendo assim, indivíduos com sobrecarga repetitiva podem experimentar a dor, especialmente quando há distribuição inadequada de forças durante os movimentos. Palmilhas atuam na prevenção As palmilhas são ferramentas que ajudam a melhorar a distribuição da carga e a adaptação da pisada, tornando os movimentos mais equilibrados. Também oferecem amortecimento adicional, diminuindo o impacto nas articulações. “Mas nem todos os pacientes com canelite precisam usar palmilhas. A indicação é mais precisa para pessoas com alterações nos pés, como pés planos ou cavos, que contribuem para o surgimento da dor”, explica Luiz. É importante saber que existem diversos modelos de palmilhas no mercado. Justamente por isso, a escolha depende do grau da alteração nos pés e deve ser feita sempre com orientação médica. As mais utilizadas são: Genéricas ou pré-moldadas: encontradas em lojas, oferecem alívio leve e conforto básico. Pré-fabricadas específicas: voltadas para corrigir problemas comuns, como pés planos. Ortopédicas personalizadas: feitas sob medida, a partir de um molde do pé, levando em conta características únicas de cada paciente. O ortopedista reforça que apenas uma avaliação profissional pode indicar o tipo mais adequado e, se necessário, encaminhar o paciente a um especialista em confecção de palmilhas. Afinal, utilizar um modelo sem indicação não trará benefícios ao paciente. Outras formas de prevenção O uso de palmilhas não deve ser visto como a única solução. De acordo com o especialista, a prevenção da canelite exige, na verdade, um conjunto de medidas, que inclui: Aumentar a intensidade dos treinos gradualmente em, no máximo, 10% por semana; Trocar os calçados regularmente e escolher modelos adequados para a atividade; Fortalecer e alongar coxas, panturrilhas, tornozelos e pés; Garantir repouso adequado e controlar o peso corporal; Variar as superfícies de treino para reduzir o impacto repetitivo; Avaliar a técnica de corrida, especialmente para corredores frequentes. Embora qualquer pessoa possa sofrer com a canelite, incorporar esses hábitos no dia a dia é um bom caminho para tentar prevenir as dores dessa condição. Quando procurar atendimento médico A dor na canela deve ser avaliada especificamente por um ortopedista, caso não melhore com repouso e cuidados básicos em uma ou duas semanas, ou piore com o tempo, limitando até simples atividades diárias. Além disso, há outros sinais de alerta que podem ser observados, como: Inchaço, vermelhidão ou calor local; Formigamento, dormência ou fraqueza no pé; Dor muito localizada que piora ao toque, sugerindo fratura por estresse. Se notar um ou mais desses sintomas, a orientação é buscar essa especialidade médica para obter um diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado o mais rápido possível. Tratamento e recuperação Luiz Holanda lembra que o tratamento é, na maioria das vezes, conservador, ou seja, com repouso, gelo, fisioterapia para fortalecimento e alongamento e também com uso de palmilhas, quando indicado. “Ouça seu corpo e não insista em treinar com dor”, frisa. A cirurgia, por sua vez, só é indicada em casos extremamente raros. “O acompanhamento médico e fisioterapêutico é fundamental para uma recuperação eficaz e para evitar que a canelite se torne um problema crônico”, finaliza o especialista.
A importância dos podólogos na atenção primária à saúde do paciente
O podólogo é um profissional essencial na promoção da saúde e na prevenção de complicações que afetam os pés. Os pés muitas vezes negligenciados, mas parte do corpo fundamental para a mobilidade, equilíbrio e qualidade de vida. Na atenção primária à saúde, o podólogo desempenha um papel estratégico, especialmente em pacientes com condições crônicas como diabetes, hipertensão, obesidade e doenças vasculares. Através de avaliações preventivas, orientações e tratamentos especializados, ele identifica precocemente sinais de risco como calosidades, fissuras, deformidades, alterações ungueais, infecções fúngicas e feridas iniciais. Esses cuidados evitam agravamentos, infecções e até amputações, o que é extremamente relevante no contexto da saúde pública. Além disso, o podólogo atua com educação em saúde, orientando o paciente sobre higiene correta dos pés, corte adequado das unhas, escolha de calçados apropriados e quando procurar ajuda especializada. Esse trabalho humanizado e preventivo reduz a sobrecarga dos serviços de urgência e promove o bem-estar contínuo do paciente. Portanto, incluir o podólogo na atenção primária é garantir um olhar mais completo e preventivo sobre o cuidado com a saúde. É valorizar a base do corpo que sustenta a vida cotidiana: os pés!

