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O melhor conteúdo sobre cuidados com os pés agora num formato de Web Stories. Confira e aprenda tudo sobre cuidados com os pés.

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Conheça o Universo do Pé

Escalda-pés: aprenda como fazer e relaxar
Escalda Pés

Escalda-pés: aprenda como fazer e relaxar

Após um dia cansativo, poucas coisas são tão relaxantes quanto um bom escalda-pés, prática bastante tradicional, que surgiu antes mesmo do spa dos pés se tornar tão popular. Ao aliar simplicidade e eficácia, consegue proporcionar alívio imediato para os pés, além de oferecer benefícios estéticos e terapêuticos. Conforme explica a cosmetóloga Roseli Siqueira, especialista em tratamentos naturais, o escalda-pés consiste em submergir os pés em água quente enriquecida com sais e ervas para promover bem-estar e maciez. Mais do que um momento de autocuidado, o escalda-pés oferece diversos benefícios também para a saúde e o bem-estar, conforme lista a profissional: Relaxamento muscular, que alivia dores e tensões acumuladas nos pés; Ativação da circulação, necessária para melhorar o fluxo sanguíneo; Cuidado estético, pois deixa a pele macia e hidratada e previne rachaduras e ressecamento; Bem-estar geral, uma vez que reduz o estresse e promove sensação de descanso. Embora seja seguro para a maioria das pessoas, há situações em que o escalda-pés deve ser evitado: pessoas com feridas abertas ou infecções nos pés, por exemplo, devem esperar a cicatrização completa antes de realizar o procedimento. Roseli Siqueira ressalta também a importância do cuidado ao usar óleos essenciais. “São muito concentrados e podem causar sensibilidade se aplicados diretamente na pele. É necessário diluí-los em óleo vegetal ou sabonete líquido para evitar irritações”, ensina. Como fazer um escalda-pés em casa Realizar o ritual no conforto do lar é simples e requer poucos itens. Veja o passo a passo indicado pela cosmetóloga para um escalda-pés eficiente, usando folhas de eucalipto. Prepare os itens necessários: água quente, pedras de sal grosso e folhas de eucalipto. Monte o ambiente: escolha uma bacia ou recipiente onde seus pés caibam confortavelmente. Adicione os ingredientes: coloque água quente suficiente para cobrir os pés, pedrinhas de sal grosso no fundo e folhas de eucalipto. A água quente ajudará a liberar o aroma relaxante das folhas. Aguarde o momento ideal: espere até que a água esteja morna para colocar os pés. Massageie os pés: use as pedrinhas de sal acumuladas no fundo para fazer movimentos circulares e delicados, massageando as plantas dos pés e, também, as unhas. Finalize com hidratação: após 5 a 10 minutos, retire os pés da água, seque bem e aplique um óleo 100% natural - como as versões compostas por sementes de abóbora, girassol e coco - para hidratar a pele. A boa notícia é que pode ser feito diariamente, estimulando o relaxamento, mas vale adequar a frequência à rotina e necessidade, que são individuais. “É uma prática simples e acessível que, além de promover descanso, ajuda a manter a saúde e a beleza dos pés”, diz a especialista. E se for no salão de beleza? Roseli adverte que, quando realizado em ambientes profissionais, o escalda-pés deve seguir normas de biossegurança rigorosas para garantir a saúde do cliente. Isso inclui higienização, com a limpeza minuciosa do espaço e materiais; uso de itens descartáveis, sempre que possível, para evitar contaminações; e avaliação prévia, a fim de verificar a saúde dos pés e se os membros apresentam condições para serem submetidos ao escalda-pé.

A importância dos cuidados com os pés no verão
Cuidado Diário

A importância dos cuidados com os pés no verão

No verão, os pés ganham mais exposição e também enfrentam maiores desafios. O aumento da temperatura, o uso frequente de calçados abertos, a maior transpiração e o contato com ambientes úmidos favorecem o surgimento de diversos problemas podológicos. Por isso, os cuidados com os pés nessa estação são tão importantes. Durante o verão, é comum o aumento de micoses, bactérias, rachaduras, unhas encravadas, hiperidrose (suor excessivo) e alterações nas unhas, como descolorações e fragilidade. Ambientes como praias, piscinas, vestiários e academias tornam-se locais propícios para a proliferação de fungos e bactérias quando não há cuidados adequados. Ressecamento nos pés e fissuras Outro ponto importante é a hidratação da pele. O calor intenso, aliado ao uso constante de sandálias, pode causar ressecamento e fissuras nos pés, principalmente nos calcanhares. Essas rachaduras, além de dolorosas, podem servir como porta de entrada para infecções, especialmente em pessoas com diabetes ou baixa imunidade. Os cuidados com as unhas também merecem atenção especial. O uso prolongado de esmaltes, unhas artificiais ou alongamentos, associado à umidade, pode favorecer o aparecimento de bactérias como a pseudomonas e infecções fúngicas. Manter as unhas limpas, bem cortadas e permitir períodos sem esmalte são atitudes simples que fazem toda a diferença. Além disso, escolher calçados adequados é fundamental. Mesmo no verão, o ideal é optar por sandálias ou sapatos que ofereçam conforto, estabilidade e boa ventilação, evitando modelos muito rígidos ou que causem atrito excessivo, prevenindo calosidades e lesões. Prevenção e tratamento Uma visita regular à podóloga é essencial para a prevenção e o tratamento adequado de alterações nos pés. O profissional capacitado realiza a avaliação correta, orienta sobre cuidados diários e intervém de forma segura quando necessário, promovendo saúde, conforto e bem-estar. Cuidar dos pés no verão é investir em qualidade de vida. Com atenção diária, hábitos corretos e acompanhamento profissional, é possível aproveitar a estação mais quente do ano com pés bonitos, saudáveis e livres de complicações.

Aprenda 3 exercícios rápidos para aliviar a fascite plantar
Dor no Calcanhar

Aprenda 3 exercícios rápidos para aliviar a fascite plantar

A fascite plantar é uma inflamação dolorosa e capaz de afetar a faixa de tecido que liga o calcanhar aos dedos dos pés. Esse problema pode dificultar a locomoção e comprometer a qualidade de vida. A boa notícia é que alguns exercícios específicos podem aliviar o desconforto e até ajudar no tratamento da condição. A fisioterapeuta Gislaine Eurich ressalta que os exercícios desempenham um papel essencial no combate à fascite plantar. “Eles ajudam a aumentar a flexibilidade, fortalecer os músculos do pé e da perna, melhorar a mobilidade e reduzir a inflamação, o que alivia a dor”, explica. Além disso, se praticadas corretamente, as atividades físicas podem ser grandes aliadas na prevenção da condição, diminuindo a sobrecarga na fáscia plantar e até evitando novas (e dolorosas) crises. Exercícios ajudam a tratar ou apenas aliviam a dor? As duas coisas! Os exercícios não apenas aliviam os sintomas, mas fazem parte do tratamento indicado pelo profissional de saúde. Eles atuam tanto em: Alívio da dor, pois promovem o relaxamento da fáscia plantar, melhoram a flexibilidade e reduzem a intensidade; Tratamento da condição, já que fortalecem os músculos do pé e tornozelo, melhoram a postura e ajudam a prevenir recidivas. “Mesmo após a cura da fascite plantar, manter uma rotina de exercícios é muito importante para evitar que o problema retorne”, ressalta Gislaine. Exercícios X fascite plantar A atividade física pode ocasionar a fascite plantar? A resposta é sim. Entretanto, isso só acontece quando as práticas dos exercícios são feitas de maneira errada e acabam se tornando um fator de risco para o surgimento de tal problema. Nesse sentido, os principais erros são: Praticar esportes de alto impacto sem preparação adequada; Usar calçados sem suporte ou amortecimento suficiente; Ter baixa flexibilidade e força muscular, aumentando o risco de lesões; Correr ou caminhar de forma errada, sobrecarregando a fáscia plantar. “Se houver dor ou desconforto durante a prática, é fundamental ajustar a técnica ou buscar a orientação de um profissional”, alerta a fisioterapeuta. 3 exercícios para aliviar a fascite plantar Na maior parte do tempo, os exercícios são aliados para aliviar a fascite plantar. Isso significa que aprender algumas práticas simples podem trazer alívio às dores e ainda acelerar a recuperação. A seguir, a fisioterapeuta Gislaine Eurich ensina três opções para serem colocadas em prática: Alongamento da fáscia plantar Sente-se em uma cadeira e estenda o pé afetado para frente. Use uma toalha ou uma faixa para puxar o pé para cima, sem tirar o calcanhar do chão. Mantenha a posição por 15 a 30 segundos e repita de 3 a 5 vezes. Alongamento dos músculos do pé Ainda sentado, estenda o pé afetado para frente. Use os dedos das mãos para puxar os dedos do pé para cima, alongando a sola do pé. Segure a posição por 15 a 30 segundos e repita de 3 a 5 vezes. Fortalecimento dos músculos do pé Também sentado em uma cadeira, levante o pé afetado do chão. Mantenha a posição elevada por 5 a 10 segundos antes de relaxar. Repita o exercício de 10 a 15 vezes. “Esses exercícios são simples e podem ser feitos em casa. Mas é importante não exagerar e respeitar os limites do corpo. Lembre-se também de consultar um profissional antes de iniciá-los”, complementa. Como evitar uma fascite plantar Por fim, mesmo após a cura, manter bons hábitos é essencial para que não ocorra o retorno da fascite plantar. Algumas medidas preventivas incluem: Usar calçados adequados para absorver impacto e dar suporte ao arco do pé; Alongar e fortalecer os pés regularmente; Controlar o impacto ao caminhar e praticar esportes; Evitar ficar longos períodos em pé, sem apoio adequado. “A fascite plantar pode ser crônica, então a melhor estratégia é manter os pés fortalecidos e evitar sobrecargas desnecessárias”, conclui a fisioterapeuta.

Quando a dormência nos pés é um sinal de alerta
Prevenção de Lesões

Quando a dormência nos pés é um sinal de alerta

Sentir os pés dormentes ou com formigamento pode parecer algo comum, mas esse sintoma, também conhecido como parestesia, pode ter diferentes causas e merece atenção. Em alguns casos, está relacionado a condições ortopédicas. Em outros, pode ter origem vascular. O tratamento adequado depende da causa, por isso, a avaliação médica é fundamental. Diversos fatores ortopédicos podem levar à dormência. “As causas mais comuns são discopatias lombares, como hérnia de disco, lesões traumáticas dos nervos e síndromes compressivas, como a do túnel do tarso”, afirma o ortopedista Bernardo Fonseca, especialista em cirurgia de pé e tornozelo da Kora Saúde. Já o cirurgião vascular Sergio Belczak, da rede São Camilo, destaca os problemas circulatórios como causa da parestesia. “A redução do fluxo sanguíneo pode comprometer os nervos e os tecidos”, explica. Entre as condições vasculares mais associadas ao quadro estão a doença arterial periférica, a insuficiência venosa crônica e a neuropatia diabética – vale saber que um mesmo paciente costuma apresentar mais de uma. A hora de procurar assistência médica De acordo com o ortopedista, tais sintomas nos pés devem ser investigados sem demora quando: Persistem por mais de três meses; Apresentam piora rápida; Estão associados à dor intensa. O médico explica ainda que a dormência representa perda de sensibilidade, enquanto o formigamento é uma alteração do tato. “A coluna é um ponto-chave nesses sintomas, além de regiões de compressão nervosa, como o glúteo, punho e tornozelos”, detalha. Causas neurológicas X vasculares O diagnóstico parte de uma consulta clínica e pode envolver exames específicos. Belczak esclarece que eles ajudarão a identificar a origem do problema. Veja os mais indicados: Para causas vasculares: Doppler ultrassom; Angiotomografia computadorizada; Angioressonância magnética; Índice tornozelo-braquial (ITB). Para causas neurológicas: Eletromiografia (EMG); Eletroneuromiografia (ENMG); Ressonância magnética; Tomografia computadorizada. “A partir desses resultados, o médico vascular desenvolve um plano de tratamento personalizado para melhorar a circulação e aliviar a dormência”, indica o cirurgião. Tratamento e prevenção Os especialistas ressaltam que as medidas para prevenir e tratar o formigamento vão desde pequenas modificações no dia a dia até cirurgias, para casos mais graves. Para tratar: Mudanças no estilo de vida, como prática de exercícios, alimentação balanceada, controle de peso e abandono do cigarro; Uso de medicamentos, como anticoagulantes, antiplaquetários, vasodilatadores e remédios para pressão ou colesterol; Procedimentos como angioplastia ou cirurgias de revascularização, em casos graves. Para prevenir: Controlar doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e dislipidemia; Manter os pés limpos, secos e protegidos com calçados adequados; Evitar cruzar as pernas por longos períodos ou ficar muito tempo inativo; Usar meias de compressão, se houver indicação médica; Fazer check-ups regulares com um especialista vascular. Sergio Belczak reforça que cada plano de tratamento e prevenção deve ser individualizado e montado conforme as necessidades específicas do paciente. Por isso, o ponto de partida é identificar os sintomas e logo procurar um especialista.

Como evitar dores de joanetes
Joanete

Como evitar dores de joanetes

O joanete inflamado causa uma dor intensa no pé. Isso acontece frequentemente com quem tem essa condição e usa calçados que não acomodam a saliência do osso — o que cria uma pressão sobre o joanete, causando uma inflamação da bursa (um saco cheio de líquido que envolve e amortece essa articulação). Um fator determinante para o agravamento do joanete é o uso de calçados estreitos, de bico fino ou de salto alto, especialmente por quem tem o formato do pé mais quadrado e largo. “O uso de calçados inadequados causa dor, mas isso não acontece com todo mundo que tem joanete. A dor depende muito das atividades do dia a dia. Quem anda muito pode sentir mais do quem não se movimenta”, afirma o médico ortopedista Isnar Moreira de Castro Junior, especialista em pé e tornozelo e chefe do grupo de pé e tornozelo do Instituto Nacional de Traumato Ortopedia (INTO). Ele explica que a progressão do joanete pode desviar ainda mais o dedão para dentro, entortando os dedos menores e causando dor neles também. “O grande problema do joanete é a dor e a deformidade progressiva do primeiro dedo”, completa. O que pode evitar o joanete inflamado? Usar um calçado apertado demais causa um atrito que irrita a região e causa dor. “Uma vez que você começou a ter o joanete, existe uma tendência de ele ir piorando ao longo da vida. O calçado que a pessoa precisa usar para não piorar a situação é o que é compatível com a largura do seu pé”, afirma Castro Junior. O ideal é evitar usar calçados de salto alto e bico fino. “Eles são os maiores responsáveis pelo desenvolvimento da deformidade e devem ser evitados como forma de minimizar a sua progressão”, diz o médico ortopedista José Sanhudo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Se não for possível evitar o uso desse tipo de sapato, Castro Junior recomenda alterná-lo com calçados mais largos para dar um descanso para os pés depois de ser submetido ao estresse causado por esse tipo de sapato. Para evitar as dores, ele indica usar protetores, calçados largos e fazer exercícios ou fisioterapia específicos para o pé. “Os protetores aliviam a dor porque protegem as áreas que estão sob pressão no calçado. Quando já existe a deformidade, você tem áreas onde o osso é mais proeminente, fica em atrito e dói”, explica Castro Junior. Ele reforça a importância de aliar esse cuidado com os pés ao uso de calçados confortáveis. “Se você continuar usando os mesmos sapatos apertados, vai continuar doendo”, diz. “Também é preciso diminuir o esforço dos pés. Uma pessoa que corre, por exemplo, se sentir dor, deve treinar menos.” 5 dicas para não ter dor nos joanetes Use sapatos confortáveis Para aliviar a pressão do corpo sobre o joanete, o primeiro passo é usar sapatos compatíveis com a largura do seu pé e flexíveis na biqueira para acomodar o joanete. Evite salto alto O ideal é manter sempre os calcanhares baixos e usar saltos de até 2,5 cm. O calçado de salto alto força os dedos para frente e piora o joanete. Não use bico fino Os calçados que têm a parte superior estreita podem fazer a joanete se desenvolver; então, é bom não usá-los. Proteja o joanete No dia a dia, você pode usar protetores de joanete na área que costuma ser pressionada pelo calçado. Antes, veja se o sapato tem espaço suficiente para acomodá-los. E quem tem que usar sapato social? Não faça isso todos os dias. Alterne com um calçado mais largo para que o pé possa descansar do estresse causado ao joanete.

Artrite reumatoide ou artrose: entenda diferenças e tratamentos
Prevenção de Lesões

Artrite reumatoide ou artrose: entenda diferenças e tratamentos

A artrite reumatoide e a artrose (osteoartrite) são doenças distintas que afetam as articulações e podem comprometer a mobilidade. Enquanto a primeira é inflamatória e autoimune, a segunda é degenerativa e ligada ao desgaste progressivo da cartilagem. Ambas provocam dor, rigidez e limitações, mas de formas diferentes. O ortopedista Sérgio Costa explica que a artrite reumatoide costuma atingir várias articulações de forma simétrica, incluindo pés e tornozelos, com crises inflamatórias e risco de deformidades. Enquanto isso, a artrose é localizada, assimétrica e mais comum em articulações que sofrem maior sobrecarga, avançando de forma lenta ao longo do tempo. “A artrite reumatoide é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca a membrana sinovial, levando à inflamação crônica, dor e deformidades. Já a artrose é uma condição degenerativa, caracterizada pelo desgaste da cartilagem articular e pela formação de osteófitos, com dor que piora no esforço e melhora no repouso”, diferencia o médico. Causas e fatores de risco Além de se manifestar de maneiras distintas, os quadros têm causas bem diferentes. Nesse sentido, o especialista esclarece que: A artrite reumatoide resulta da combinação de predisposição genética e fatores ambientais, como tabagismo e possíveis infecções desencadeadoras; A artrose está ligada ao envelhecimento, obesidade, traumas prévios, desalinhamentos anatômicos e atividades de impacto que sobrecarregam as articulações. A chave para diferenciar as duas doenças está nos sintomas. Isso porque, embora possam se cruzar em algum momento, como na dor intensa, outros sinais costumam ser específicos de cada uma. Veja só alguns deles: Artrite reumatoide: dor acompanhada de calor, inchaço e rigidez matinal prolongada (mais de uma hora). Nos pés e tornozelos, pode gerar deformidades conhecidas como “pé reumatoide”. Artrose: os sintomas incluem dor mecânica que surge com a atividade e melhora com o repouso, rigidez matinal mais curta (menos de 30 minutos) e limitações progressivas. Nos pés, é comum o desenvolvimento do hálux rígido e artrose do primeiro raio (dedo + metatarso). Impacto nas atividades físicas De acordo com o ortopedista, tanto a artrite reumatoide quanto a artrose podem atrapalhar a prática esportiva. Na artrite, crises inflamatórias e deformidades aumentam o risco de lesões e dificultam os exercícios. Já com a artrose, a dor e a rigidez limitam o desempenho. “Mesmo assim, o exercício adaptado e de baixo impacto é fundamental em ambos os casos para preservar a mobilidade, a força muscular e a qualidade de vida”, completa. Diferenças no tratamento Conforme lembra o médico, as abordagens terapêuticas variam bastante entre as duas doenças. A saber: Artrite reumatoide: exige terapias sistêmicas para controlar a inflamação. O tratamento pode incluir medicamentos de base associados ou não a biológicos, além de anti-inflamatórios e corticoides nas crises. A reabilitação é essencial e, em casos avançados, pode haver necessidade de cirurgia. Artrose: o foco é local. São adotados analgésicos, anti-inflamatórios, fisioterapia, fortalecimento muscular, perda de peso, palmilhas e, em estágios graves, artrodeses ou próteses articulares. Cuidados diários e prevenção Quando o assunto é prevenir tais quadros, há muitos pontos em comum. Sérgio Costa destaca que alguns cuidados diários podem ser suficientes na prevenção ou até mesmo no controle dessas doenças. Alguns deles são: Manter o peso adequado; Praticar atividade física de baixo impacto; Adotar alimentação equilibrada; Evitar o tabagismo; Usar calçados adequados. No caso da artrite reumatoide, o acompanhamento médico regular e a adesão ao tratamento são fundamentais para evitar complicações sistêmicas e deformidades. Por outro lado, na artrose, a prioridade é reduzir a sobrecarga articular e preservar a função com fortalecimento e flexibilidade. “A boa notícia é que, com diagnóstico precoce, tratamento adequado e hábitos saudáveis, é possível manter qualidade de vida e continuar ativo, mesmo convivendo com essas condições”, conclui o especialista.

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