Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel

Web Stories

O melhor conteúdo sobre cuidados com os pés agora num formato de Web Stories. Confira e aprenda tudo sobre cuidados com os pés.

Sintomas e Dores

Pés inchados: causas, sinais de alerta e como tratar o edema

Sintomas e Dores

Tipos de calos nos pés: diferenças e como identificar cada um

Esporte e Saúde

Pé diabético: a importância do cuidado constante

Relaxamento e Bem-Estar

Hidratação dos pés em casa: passo a passo completo

Esporte e Saúde

Exercícios fortalecem os pés em casa e melhoram o equilíbrio

Relaxamento e Bem-Estar

Tesoura, alicate ou cortador: corte as unhas com segurança

Esporte e Saúde

Caminhada faz bem: benefícios para todo o corpo

Mobilidade e Longevidade

Calçados inadequados trazem riscos aos pés

Sintomas e Dores

Calcanhar rachado: causas, tratamentos e como evitar

Relaxamento e Bem-Estar

Escalda-pés: faça em casa e aproveite os benefícios

Esporte e Saúde

Correr sem dor: como evitar lesões nas corridas

Mobilidade e Longevidade

Quando usar palmilhas ortopédicas?

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Conheça o Universo do Pé

Alongar é preciso! Especialista explica benefícios
Alongamento Muscular

Alongar é preciso! Especialista explica benefícios

O alongamento muscular é frequentemente associado à prática de esportes. Ele é visto como um passo essencial para preparar o corpo antes da atividade física, seja ela qual for. Mas você já se perguntou por que é tão importante assim e, mais do que isso, se existe jeito certo de executá-lo? Universo do Pé ouviu o fisioterapeuta André Pêgas, responsável pela rede de clínicas Doutor Hérnia, para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema. O profissional oferece dicas valiosas para um alongamento eficiente e seguro e ainda ensinar o jeito certo de fazê-lo. Por que alongar é essencial De acordo com Pêgas, o alongamento é extremamente necessário porque prepara a musculatura para as demandas físicas da atividade. “Aumenta a capacidade do músculo de ser esticado, prevenindo lesões e melhorando o desempenho”, explica. Detalhe: é importante combiná-lo com aquecimentos que trabalham a contratilidade muscular. Ou seja: durante uma atividade, os músculos se contraem e se esticam constantemente. Assim, prepará-los para essas condições reduz o risco de lesões e até melhora a performance. Contudo, antes de alongar, é fundamental aquecer o corpo – normalmente, com movimentos repetitivos e de baixa intensidade. Pés também precisam? A resposta é sim! Embora o termo “alongar os pés” seja comumente usado, Pêgas assegura que o foco está, na verdade, nos músculos da panturrilha, que influenciam diretamente na mobilidade dos pés. “Para quem pratica corrida, salto ou atividades que exigem aceleração e frenagem rápida, é fundamental alongar a musculatura da panturrilha”, exemplifica. Dois alongamentos eficazes e práticos são: Degrau: apoie a ponta dos pés em um degrau e deixe o calcanhar descer. Isso alonga profundamente a panturrilha. Cadeia muscular posterior: em pé, incline o corpo para frente e tente tocar o chão, alongando toda a parte posterior das pernas, incluindo as panturrilhas. Benefícios comprovados Incorporar o alongamento à rotina traz vários benefícios, como: Prevenção de lesões; Melhora da flexibilidade e da mobilidade; Redução de tensão muscular; Melhora da circulação e da postura. Além de servir como um “pré-treino”, a prática de alongar é amplamente usada na fisioterapia como parte do tratamento de lesões musculares. Isso porque, segundo o fisioterapeuta André Pêgas, após a fase da cicatrização, é necessário trabalhar tanto o fortalecimento quanto a elasticidade muscular. “Lesões deixam os músculos mais fracos e rígidos. O alongamento ajuda a devolver elasticidade e funcionalidade”, acrescenta. Contraindicações e cuidados Embora seja seguro para a maioria das pessoas, existem momentos em que ele deve ser evitado: Durante a cicatrização muscular, quando alongar pode acabar por retardar a recuperação; Em casos de inflamações ativas, como tendinites, que podem piorar com o alongamento. “O segredo é respeitar a fase do tratamento e contar com a orientação de um profissional para garantir o melhor resultado”, ressalta o especialista. Uma observação: é comum sentir um leve desconforto durante o alongamento. Porém, se a prática trouxer dor, algo não está certo. Isso porque as dores são mecanismos de alerta do corpo, que devem ser ouvidos. “Se ultrapassarmos o limite de dor aceitável, podemos causar lesões. Alongue-se dentro de um limiar confortável para evitar problemas”, finaliza o fisioterapeuta André Pêgas.

Pé diabético: cuidados e tratamentos
Pé Diabético

Pé diabético: cuidados e tratamentos

“Cuidados básicos e prevenção são palavras intrinsecamente ligadas, dessa forma, é necessário começar pelos fatores de risco inerentes ao surgimento de lesões nos pés, sobretudo o índice glicêmico, pois a partir de taxas de glicose alteradas (picos constantes - hiperglicemia) é que tudo começa sendo este o principal motivo que ativa uma cascata de alterações”, explica Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo Nardi, o primeiro aspecto a ser cuidado é a alimentação, que precisa ser balanceada com relação aos carboidratos, gorduras de qualidade ruim, sobretudo, uma dieta feita com periodicidade para evitar picos de glicemia. Outro ponto muito importante é a adesão correta ao tratamento farmacológico com relação ao diabetes (hipoglicemiantes orais, insulinas, entre outros). Ele lembra ainda que se os medicamentos forem tomados nos horários corretos, de acordo com a prescrição médica, já há um grande percentual de sucesso no tratamento de forma geral. Por último e não menos importante, ele fala sobre o autoexame e autocuidado diário com os pés.   Autoexame e autocuidado diário com os pés “O autoexame por ser feito pelo próprio paciente ou por um familiar (cuidador), aliás, caso a pessoa tenha alguma dificuldade, o autoexame pode ser feito com a ajuda de um espelho, que quando colocado ao chão, o paciente deve procurar quaisquer alterações como bolhas, fissuras, cortes, alterações de cor, micoses, inchaço (edema), frieiras entre os dedos, calosidades, entre outros“, ensina Nardi. Qualquer alteração encontrada deve ser levada a um profissional de saúde, especialmente para o podologista, a fim de avaliar, tratar e caso seja necessário, encaminhar ao médico ou outro profissional da equipe multidisciplinar em saúde. Já ao que tange o autocuidado, alguns hábitos diários devem ser adotados a fim de reduzir ao máximo as chances de surgirem úlceras e até mesmo destas evoluírem amputações. “Hábitos saudáveis como realizar o corte correto das unhas (reto e sem bordas irregulares), uso de meias de algodão (preferencialmente sem costuras para não causar atrito), hidratação diária dos pés (com produtos específicos para pessoas com diabetes), manter intensa higiene dos pés e em especial das unhas, a água do banho deve ser morna para não causar queimaduras, realizar a secagem entre os dedos com toalha limpa (para evitar micoses interdigitais), não andar descalço para evitar contato com corpos estranhos e também evitar queimaduras, usar calçados específicos para portadores de diabetes e quando este for novo, usar no máximo por uma a fim não causar lesões de atrito”, recomenda o farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Nardi diz que quando as lesões já estão instaladas o tratamento é feito usualmente através de antibioticoterapia, tratamentos de laserterapia, troca diária das coberturas (curativos), cirurgias para colocação de stents em artérias obstruídas e até mesmo procedimentos para remoção de tecidos necróticos. ‘Ressalto que o melhor tratamento é a prevenção, através da adesão ao tratamento farmacológico (insulinas e hipoglicemiantes orais), dieta adequada e atividade física”, fala Nardi. Segundo ele, a educação em diabetes é o melhor “remédio”, pois somente através do conhecimento do processo da doença pode haver mudanças de hábitos diários e consequentemente ter reflexo positivo direto em no organismo, sobretudo em seus pés.   O que um diabético jamais deve fazer? “O paciente jamais deve negligenciar seu tratamento da diabetes e sua alimentação, pois todas as alterações, sem exceção, têm seu início e agravamento com os picos de glicemia, ou seja, a hiperglicemia crônica”, ensina Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo ele, complicações como neuropatia diabética, obstruções vasculares periféricas (DAOP), deformidades motoras (musculares e articulares), a imunodeficiência e até o surgimento de úlceras são inerentes ao cuidado inadequado com a doença. “Apesar de parecer que os cuidados com os pés não são muito relevantes, são sim! Toda e qualquer complicação com os membros inferiores em portadores de diabetes tem início com a hiperglicemia, sendo assim o tratamento, bem como possíveis correções de rota devem começar pela base e é impreterível não o negligenciar”, afirma Nardi.

Metatarsalgia causa dor na frente do pé. Saiba como tratar
Metatarsalgia

Metatarsalgia causa dor na frente do pé. Saiba como tratar

A metatarsalgia é o termo utilizado para descrever a dor na parte da frente do pé, quando ocorre o apoio do peso ao caminhar. Essa dor surge na “almofadinha” da sola do pé, logo abaixo dos dedos, devido ao excesso de pressão na região durante a pisada. “Embora o nome pareça complicado, a metatarsalgia é basicamente uma dor que aparece nesta área do pé, especialmente ao ficar muito tempo em pé ou ao usar calçados inadequados”, resume o ortopedista Marco Neves, da Clínica Movité. Sintomas da metatarsalgia Além da dor na frente do pé, a metatarsalgia pode causar: Ardência; Dormência (na parte da frente dos pés); Sensação de “ter uma pedra sob o pé” ao andar, o que leva o paciente a mudar o jeito que caminha para evitar o incômodo. Isso acaba gerando cansaço e desconforto em outras áreas, como pernas e articulações. A secretária executiva Maria Beatriz Fernandes, 38 anos, de São Paulo, experimentou as dores extremas da doença ao combinar anos de balé com a rotina de salto alto. “Queimava, ardia, pressionava, principalmente nos dias mais intensos”, descreve. Quem está mais propenso à metatarsalgia? As mulheres são as mais propensas a ter a condição. Isso porque o salto alto costuma concentrar todo o peso na parte da frente do pé, justamente o local que sofre com a dor posteriormente. Atletas integram a lista, mas com ênfase aos esportistas que praticam modalidades de impacto, como a corrida. Pessoas com sobrepeso também sofrem, devido à sobrecarga da região. Quem já tem alterações nos pés, como joanetes. Pode-se dizer que as causas principais da metatarsalgia têm dois culpados: os calçados inadequados – geralmente com salto e sem amortecimento – e as atividades de alto impacto. Alterações na pisada e excesso de peso vêm logo em seguida entre as causas, levando ao surgimento da dor pela pressão na região frontal dos pés. Como tratar a metatarsalgia A primeira medida é bastante simples, com a troca de calçados por modelos mais adequados, confortáveis e com bom amortecimento. O uso de palmilhas também é recomendado para distribuir melhor o peso. A fisioterapia é fortemente recomendada, porque fortalece a musculatura do pé e pode até corrigir a pisada, caso seja necessário. Cirurgias são raras, mas podem ser necessárias. “Em casos em que a dor é persistente e há deformidades, a cirurgia pode ser uma opção para corrigir a estrutura do pé”, acrescenta o especialista Marco Neves. Atualmente, Maria Beatriz está em tratamento e faz fisioterapia todas as semanas. “Estou sem ballet e sem salto - e agora com atestado também,” brinca ao contar que precisou comprovar a doença para poder fazer a troca de sapatos no ambiente de trabalho. Ela também está focada em perder peso para reduzir a sobrecarga nos membros inferiores. Foque na prevenção O ortopedista reforça que medidas simples do cotidiano são muito eficazes para prevenir o quadro e, portanto, vale adotá-las: Use calçados adequados – evite saltos e opte por modelos com amortecimento; Controle do peso; Alongue-se e faça exercícios de fortalecimento para os pés e tornozelos; Respeite o tempo de descanso após longos períodos em pé. “A metatarsalgia causa dor e pode, sim, limitar as atividades diárias, mas com o tratamento adequado e medidas preventivas, é possível aliviar a condição e proteger os pés no dia a dia”, garante o profissional.

Para melhorar o equilíbrio, comece fortalecendo os pés
Exercícios de Fortalecimento

Para melhorar o equilíbrio, comece fortalecendo os pés

Quando pensamos em equilíbrio, normalmente lembramos das pernas ou da postura, mas os pés também têm um papel fundamental nessa história. Afinal, são eles que fazem o primeiro contato com o solo e ajudam o corpo a se adaptar aos movimentos do dia a dia. Nesse sentido, o fisioterapeuta Alexandre Alcaide, especialista em Fisioterapia Esportiva e Terapias Regenerativas Avançadas, explica que a musculatura dos pés e tornozelos faz parte de um sistema responsável pela estabilidade corporal conhecido como foot core. “Um pé com musculatura fraca não consegue repassar adequadamente as informações e as forças do solo para o corpo. Isso favorece desequilíbrios que podem aumentar o risco de quedas e entorses”, adverte o profissional. Mais força, mais estabilidade Vale destacar que fortalecer os pés não significa apenas ganhar força muscular. Também é importante ter controle do movimento para que a musculatura consiga responder rapidamente diante de situações inesperadas. Em outras palavras, força sem controle não é suficiente para garantir estabilidade. Na prática, isso acontece quando a pessoa pisa em um buraco, caminha em uma superfície irregular ou perde momentaneamente o equilíbrio. Nesses momentos, a musculatura precisa ser ativada no instante certo para evitar quedas e lesões. Esse cuidado se torna ainda mais importante ao longo do envelhecimento. A perda natural de massa muscular, conhecida como sarcopenia, gera instabilidades e pode comprometer a autonomia e a mobilidade se não for combatida com exercícios. Como saber se os pés estão fracos Alguns sinais simples são indícios de que a musculatura dos pés não está desempenhando adequadamente sua função de estabilização. Entre eles estão: dificuldade para ficar na ponta dos pés; incapacidade de sustentar o peso corporal em apenas um pé; dificuldade para subir e descer escadas; sensação frequente de instabilidade ao caminhar. “Não podemos pensar somente nos pés. Os membros inferiores trabalham em conjunto e a musculatura dos pés faz parte de todo o sistema de locomoção do corpo”, reforça o especialista Alexandre Alcaide. Exercícios simples para incluir na rotina A boa notícia é que alguns exercícios podem ajudar a fortalecer essa musculatura e melhorar diferentes aspectos da funcionalidade. Para equilíbrio, estabilidade, prevenção de quedas e redução do risco de torções: permaneça apoiado em apenas um pé, mantendo o quadril alinhado durante a execução. Por segurança, fique próximo a uma parede para se apoiar, caso necessário. Para fortalecer os pés e a panturrilha: sente-se e apoie um pequeno peso sobre os joelhos. Realize movimentos de elevação dos calcanhares, ficando na ponta dos pés. Para manutenção da autonomia e da mobilidade: o exercício indicado é o “senta e levanta”. Sentado em uma cadeira, o objetivo é levantar e sentar dez vezes sem utilizar os braços como apoio. Segundo o fisioterapeuta, esses exercícios podem ser realizados diariamente, respeitando os limites individuais e, sempre que necessário, com orientação profissional prévia.

Hidratação dos pés preserva a pele e evita calos. Entenda
Hidratação e Emolientes

Hidratação dos pés preserva a pele e evita calos. Entenda

Manter a hidratação dos pés  é mais importante do que parece. Afinal, a pele dessa região é mais espessa, especialmente na planta, e tende a ressecar com mais facilidade. Para evitar rachaduras, calosidades e garantir conforto, uma rotina de cuidados com a hidratação faz toda a diferença. O podólogo Joaquim Sato salienta que o hábito de hidratar os pés é essencial, porque preserva a integridade da pele, evitando que ela se rompa com facilidade. “Além disso, retarda o crescimento de calos e calosidades e mantém a pele mais próxima do que era na juventude, com maciez e elasticidade”, acrescenta. Benefícios da hidratação Portanto, investir na hidratação regular dos pés traz diversos benefícios, principalmente: Prevenção de rachaduras e fissuras, que podem se tornar dolorosas; Retardo do crescimento de calos e calosidades; Manutenção da elasticidade da pele; Sensação de maciez e conforto; Proteção contra ressecamento extremo. Como e quando hidratar os pés? Existe, sim, jeito e hora mais adequada para a hidratação. Nesse sentido, o podólogo recomenda que seja feita sempre que possível, mas com preferência para o período noturno. “À noite, os pés ficam mais tempo em contato com o produto, permitindo que a pele absorva melhor o hidratante. Nesse momento, pode-se até usar um creme mais consistente, que traz melhores resultados”, orienta. Os diferentes tipos de hidratantes Falando nos cremes, é importante escolher a fórmula certa. Isso porque, embora haja uma grande variedade disponível no mercado, nem todas as formulações oferecem o mesmo nível de hidratação. Joaquim Sato reforça que, quanto mais consistente, melhor será o efeito. Veja opções: Hidratantes à base de ureia: são conhecidos por seu alto poder de hidratação, ajudam a reter água na pele; Manteigas vegetais (karité, cacau): oferecem nutrição profunda e são ideais para peles secas; Óleos e parafina: formam uma película que evita a perda de água, mantendo a hidratação por mais tempo, mas não hidratam diretamente. Vale lembrar que casos de pele extremamente seca, fissuras e calosidades demandam uma atenção maior. Nessas situações, a hidratação intensiva (com os produtos sugeridos acima) costuma ser recomendada, mas pode ser insuficiente. É aí que entra o acompanhamento profissional para novas orientações. Hidratante e emoliente: qual a diferença? Além de todos os hidratantes, existem os chamados emolientes. Apesar de muitas pessoas confundirem os dois, eles têm funções diferentes: Hidratantes: repõem água na pele, mantendo a maciez e a elasticidade; Emolientes: ajudam a amolecer e a soltar o excesso de pele, geralmente utilizados por podólogos para tratar áreas mais ressecadas ou com calosidades. De acordo com o especialista, para um tratamento mais completo, o ideal é combinar os dois, mas sempre com avaliação de um profissional capacitado. “Em casos de excesso de pele, usamos o emoliente primeiro para soltar as áreas endurecidas. Depois, aplicamos um bom hidratante para garantir a nutrição da pele”, cita. Hidratação caseira ou profissional É totalmente possível manter os pés bem hidratados em casa, porém, a hidratação feita por um podólogo tem alguns diferenciais importantes. “No consultório, usamos produtos voltados para profissionais e preparamos os pés para receber a hidratação de forma mais eficiente, removendo calosidades e promovendo tratamentos específicos”, explica o especialista. Se a ideia é potencializar os cuidados em casa, o podólogo recomenda o seguinte protocolo: 1. Faça um tratamento podológico para preparar os pés; 2. Aplique um creme hidratante consistente; 3. Após alguns minutos, finalize com óleo ou parafina para selar a pele e prolongar o efeito da hidratação.  

Mulheres já são maioria nas corridas, aponta pesquisa
Corrida

Mulheres já são maioria nas corridas, aponta pesquisa

A participação feminina nas corridas de rua tem crescido significativamente nos últimos anos. Segundo a pesquisa State of Running, de 2019, que analisou dados de 70 mil eventos em 193 países, pela primeira vez na história, o número de mulheres amadoras superou o de homens. Em 1986, apenas 20% dos corredores eram mulheres, mas em 2018 esse percentual subiu para 50,24%. O crescimento, que continua evidente nas corridas, reflete não apenas a busca do público feminino por qualidade de vida, mas também a luta por igualdade de gêneros no esporte, sempre tido como um ambiente majoritariamente masculino. "A corrida é uma prática acessível, que não exige grandes investimentos e proporciona benefícios físicos e mentais", destaca o especialista em treinamento esportivo Christian Zamprogna, do Estúdio Fly. De acordo com o profissional, as diferenças fisiológicas entre homens e mulheres impactam o treinamento e requerem adaptações. "A anatomia feminina, principalmente nos membros inferiores, influencia a biomecânica da corrida", diz. Além disso, as flutuações hormonais, sobretudo durante o ciclo menstrual, fazem com que cada corredora responda de uma forma e precise de um planejamento individual. Benefícios para a saúde O esporte traz diversos benefícios para a saúde feminina, como: Fortalecimento ósseo: essencial para prevenir osteoporose, comum após a menopausa; Melhora da circulação sanguínea: auxilia na oxigenação do corpo; Redução do risco de doenças cardíacas: fortalece o coração e ajuda no controle da pressão arterial; Controle do diabetes tipo 2: corredores regulares têm menor risco da doença; Bem-estar emocional: libera endorfinas e ajuda a reduzir sintomas de ansiedade e depressão; Melhora do sono: regula o ciclo do sono e reduz a insônia; Aceleração do metabolismo: contribui para a queima de gordura corporal. Prevenção de lesões Assim como em qualquer atividade física, a corrida exige alguns cuidados para evitar lesões, especialmente quando se é iniciante na prática. Nesse sentido, Christian Zamprogna recomenda: Fortalecer os músculos para reduzir impactos nas articulações; Variar o tipo de solo e adaptar-se a diferentes superfícies; Realizar aquecimento adequado antes do treino; Respeitar os limites do corpo, evitando exageros que possam levar a sobrecargas musculares. Equipamento adequado faz diferença A primeira decisão importante para correr é sobre qual calçado usar. Para isso, o especialista afirma ser essencial reconhecer o seu tipo de pisada – neutra, pronada ou supinada. “Também deve-se usar tênis com amortecimento macio e caimento perfeito, nem muito justo, nem muito largo. Isso oferece mais conforto, ajuda a reduzir o impacto e proporciona uma sensação de suavidade”, ensina. Já para as roupas, o importante é se sentir bem consigo mesma e estar confortável para a prática. Se for comprar peças esportivas, a indicação é avaliar se elas oferecem leveza, mobilidade e suporte adequado, principalmente para mulheres com busto maior. A sustentação fará toda a diferença. A corrida como autocuidado A paulista Giovanna Moura, de 26 anos, encontrou na corrida um caminho para melhorar sua saúde e bem-estar. "Engravidei e ganhei 20 kg. Meu médico recomendou atividade física, e minha terapeuta sugeriu a corrida para ajudar na depressão e ansiedade", conta. O começo foi difícil: "Eu não tinha condicionamento, sentia falta de ar. Mas fui descobrindo meu ritmo". Com o tempo, os benefícios ficaram evidentes para a dona de casa. "Minha disposição melhorou e hoje consigo subir escadas sem ficar sem ar". Apesar de desafios, como a pressão estética no meio esportivo, ela encontrou motivação na própria evolução. “Apenas comece! O começo não é a parte mais legal, mas o processo faz tudo valer a pena. Vão ter dias difíceis, a roupa não fica boa, o ar some, mas realmente melhora. A cada obstáculo que a gente supera dá aquela sensação de capacidade”, compartilha. Entre as dicas de Giovanna para quem deseja se aventurar nas corridas, estão: protetor solar, roupas confortáveis, beber bastante água, meias de algodão e cabelos presos. Além disso, consultar um especialista e ter acompanhamento é fundamental.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções