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Web Stories

O melhor conteúdo sobre cuidados com os pés agora num formato de Web Stories. Confira e aprenda tudo sobre cuidados com os pés.

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Conheça o Universo do Pé

Postura errada pode ser a causa da dor no pé
Biomecânica

Postura errada pode ser a causa da dor no pé

Dores frequentes nos pés, calos fora do lugar e sensação de pisada “errada” nem sempre começam no próprio pé, sabia? Em muitos casos, o problema está na postura. Identificar e corrigir esses desalinhamentos ajuda a redistribuir a carga, reduzir sobrecargas e preservar a mobilidade ao longo do tempo. A fisioterapeuta Mariana Milazzotto, mestre em Ciências Médicas, explica que o corpo funciona como um sistema integrado: quando a postura sai do eixo, os pés acabam absorvendo impactos que não deveriam. Embora não exista uma única postura certa, há padrões posturais aceitáveis que devem ser considerados. “Andar com a cabeça muito projetada para frente (olhando o celular), ombros rodados ou pelve excessivamente inclinada, deslocam o centro de gravidade. Com isso, o padrão de marcha muda e o pé deixa de absorver o impacto como deveria”, exemplifica a profissional. Um erro, muitas consequências Quando esses desvios posturais acontecem com frequência, alguns incômodos (e consequências) podem começar a surgir. Fique de olho no seguinte: Menor contato do calcanhar no início da pisada; Maior impacto na parte da frente do pé; Sobrecarga da musculatura da sola do pé; Dores plantares recorrentes. Em casos de anteversão pélvica acentuada, por exemplo, a mobilidade do quadril diminui e o pé passa a trabalhar mais para garantir estabilidade, favorecendo a pronação excessiva e a sobrecarga no dedão. O efeito dominó dos desalinhamentos Para compreender melhor essa relação de causa e efeito, pense que o corpo funciona como uma cadeia cinética, ou seja, todas as articulações estão conectadas. Assim, um desalinhamento mais acima pode “descer” até os pés sem que a pessoa perceba. Na prática, Mariana Milazzotto aponta que alterações como escoliose na coluna podem gerar desalinhamento da pelve, rotação do quadril, joelho valgo e, por fim, colapso do arco do pé. Esse encadeamento ajuda a explicar por que algumas pessoas desenvolvem pé chato ou dores persistentes, mesmo usando calçados adequados. Nesses casos, certos pontos passam a receber mais carga do que outros, o que pode resultar em: Desgaste desigual da sola dos calçados; Sobrecarga no hálux (dedão); Dores localizadas e calos em regiões específicas. Ficar parado também sobrecarrega. Permanecer longos períodos em pé, sentado ou caminhar de forma inadequada contribui para a fadiga da musculatura postural. Quando esses músculos se cansam, o corpo cria compensações automáticas para continuar funcionando - a partir daí, vem a sobrecarga, que pode afetar os pés. Quando o problema não é só o calçado Alguns sinais ajudam a indicar que a origem da dor pode estar na postura e não apenas no tipo de pisada ou no tênis usado: Desgaste muito diferente entre um sapato e outro; Calos sempre no mesmo ponto, especialmente na região dos metatarsos; Dor concentrada na parte da frente do pé; Sensação de que uma perna trabalha mais do que a outra. Calos são um bom exemplo disso: costumam surgir como resposta ao excesso de pressão e podem refletir deslocamentos do centro de gravidade causados por alterações na coluna ou na pelve. Não adianta “só” tratar o pé Do ponto de vista ortopédico, Juliano Martynetz, especialista em cirurgia de pé e tornozelo dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), explica que o pé foi projetado para absorver impacto e distribuir o peso do corpo de forma eficiente. “Quando a postura global está alterada, essa distribuição muda. Com o tempo, áreas específicas do pé passam a receber carga excessiva, favorecendo dor, inflamação e deformidades progressivas”, afirma o médico. Dessa forma, condições como fascite plantar, tendinites, dores crônicas e a progressão do joanete muitas vezes estão associadas a alterações posturais e desalinhamentos do membro inferior. Fisioterapia e cuidado integrado A fisioterapia é uma grande aliada nesses casos, porque permite uma avaliação postural completa, da cabeça aos pés, e consegue identificar a origem do problema. Com isso definido, é possível trabalhar musculaturas estabilizadoras, alongamentos, fortalecimento específico e reeducação do movimento. O ortopedista Juliano Martynetz reforça que, quando há dor persistente, deformidades em progressão ou limitação funcional, o acompanhamento multidisciplinar se torna essencial. Enquanto a ortopedia avalia a estrutura e define o diagnóstico, a fisioterapia atua na correção do movimento e na prevenção da cronificação da dor.

Salto alto é vilão da metatarsalgia? Confira mitos e verdades
Metatarsalgia

Salto alto é vilão da metatarsalgia? Confira mitos e verdades

A dor na parte da frente do pé, logo atrás dos dedos, é mais comum do que parece e tem nome que chega a assustar: metatarsalgia. Apesar de muita gente achar que se trata de uma doença, na verdade é um sintoma, que pode ter diferentes causas além do sapato de salto alto. “Quando existe sobrecarga, alterações no formato do pé, uso de calçados inadequados ou desequilíbrios na forma de pisar, a pressão no antepé torna-se excessiva e provoca inflamação e dor”, afirma a ortopedista Lara Furtado, especialista em pé e tornozelo do Hospital viValle. A seguir, listamos alguns mitos e verdades sobre o assunto. Salto alto pode contribuir para a metatarsalgia? VERDADE. Apesar de não ser o único culpado, o sapato de salto alto pode, sim, causar e agravar o quadro, especialmente quando usado de forma inadequada. Isso porque ele desloca o peso do corpo para a parte da frente do pé, concentrando praticamente toda a carga nesta região. Do ponto de vista biomecânico, o fisioterapeuta Gustavo Barbosa, da Clínica Movitè, explica que, com o calcanhar elevado, o tornozelo fica em flexão plantar e o corpo se inclina para frente. Essa inclinação desloca o centro de massa e faz uma parcela crescente do peso ser suportada só pelo antepé. O tipo de salto faz diferença? VERDADE. Nem todo salto impacta o pé da mesma forma. Quanto mais alto for, maior será a sobrecarga sobre as cabeças dos metatarsos. Além disso, modelos com bico fino aumentam ainda mais a pressão em pontos específicos e pioram o equilíbrio. A ortopedista Lara Furtado também alerta para calçados pouco acolchoados ou muito rígidos, que criam áreas de impacto excessivo. Além disso, o tempo de uso conta: manter o antepé sob sobrecarga constante favorece inflamações, dores crônicas e até lesões. Todo mundo que usa salto vai ter metatarsalgia? MITO. Nem todas as pessoas vão desenvolver a condição. Fatores individuais influenciam muito, tais como: pés cavos, joanete, encurtamento do tendão de Aquiles, peso corporal e tipo de atividade física, que podem aumentar a carga no antepé. Vale lembrar que o uso frequente do salto pode gerar compensações na marcha e na postura. Muitas vezes, essas adaptações são mantidas mesmo fora do sapato, agravando e perpetuando o quadro. Quem sente dor precisa abolir o salto para sempre? MITO. Inclusive, para quem não abre mão do modelo de calçado, algumas estratégias ajudam a reduzir o risco de dores ou complicações. Os profissionais recomendam: Optar por saltos moderados (entre 4 e 6 cm no dia a dia); Escolher opções com plataforma frontal, que distribuem melhor a carga; Preferir saltos mais largos, que dão estabilidade; Evitar bicos muito finos, que comprimem os dedos. O fisioterapeuta Gustavo Barbosa reforça que não é preciso abolir o salto para sempre, mas repensar sobre usar “o tipo errado, do jeito errado e pelo tempo errado”. Dor persistente é sinal de alerta? VERDADE. A dor no antepé merece atenção quando é frequente, persistente ou piora com o tempo. Sinais como inchaço, vermelhidão, calosidade dolorosa ou mudança na forma de pisar indicam a necessidade de avaliação médica o quanto antes. Se o diagnóstico for confirmado, mudanças no calçado e no movimento são essenciais no início do quadro para conseguir resolvê-lo.

Por que é importante o dedão do pé ter flexibilidade?
Mobilidade Articular

Por que é importante o dedão do pé ter flexibilidade?

Manter a flexibilidade do dedão do pé é essencial não só para a saúde geral dos pés, mas também para o equilíbrio, a postura e a qualidade de vida. Segundo o fisioterapeuta Gustavo Barbosa, da Clínica Movitè, em São Paulo, a mobilidade articular e a flexibilidade muscular são fundamentais para prevenir lesões, realizar as atividades do dia a dia e garantir o bem-estar. O dedão, ou hálux, tem dois papéis fundamentais para os pés: Distribuição de carga: auxilia na melhor distribuição da pressão e da sobrecarga que os pés recebem, funcionando como um ponto de apoio importantíssimo. Estabilidade e impulso: junto com o calcanhar e o dedinho, forma o arco plantar, garantindo estabilidade. Além disso, fornece o impulso final a cada passo, essencial para a locomoção. "Sem a mobilidade do dedão, tarefas simples como caminhar ou ficar em pé podem se tornar desafiadoras. Isso impacta diretamente a qualidade de vida", afirma Barbosa. Os impactos da rigidez no dedão Quando o dedão perde flexibilidade, o corpo compensa, mas gerando uma série de problemas. Os principais são: Alteração na postura, já que a rigidez no hálux pode causar uma má distribuição de carga, levando às modificações posturais e sobrecarga em outras articulações. Dores e lesões, com destaque para as mais comuns, como hálux rígido, joanetes, dedos em garra, fascite plantar e artrose. "A falta de flexibilidade pode afetar não só os pés, mas também joelhos, quadris e até a coluna, dependendo do grau de compensação do corpo", explica o fisioterapeuta. Flexibilidade é essencial para todos Para atletas, a exigência por flexibilidade é ainda maior, já que o ritmo intenso de treinos e competições demanda mais do sistema músculo-esquelético. Mas, mesmo para quem não pratica esportes, a mobilidade do dedão é indispensável. No dia a dia, ficar em pé, caminhar e realizar tarefas básicas dependem diretamente da articulação do dedão. É por isso que cuidar e manter flexível se mostra indispensável, com medidas simples: Pratique exercícios regulares: alongamentos dos dedos, mobilização articular e liberação da fáscia plantar ajudam a preservar ou recuperar a flexibilidade. Escolha calçados adequados: sapatos apertados ou com salto muito alto alteram a distribuição de carga, comprometendo a mobilidade. Prefira modelos confortáveis e saltos baixos. Cuide dos pés: a atenção à saúde dos pés inclui cuidados com as unhas, tratamento de calosidades e hidratação da pele. Fique atento aos sinais Vale lembrar que o envelhecimento é um fator natural que impacta a flexibilidade articular. Com o passar dos anos, os tecidos perdem parte de sua elasticidade e capacidade de adaptação. Pessoas ativas, com hábitos saudáveis e boa condição física, tendem a ter a mobilidade preservada, mesmo em idades avançadas. Já quem apresenta rigidez ou má postura pode sentir os efeitos da senioridade de forma mais acentuada. Assim, identificar precocemente a perda de mobilidade no dedão é essencial para prevenir complicações. Esteja atento a: Dores localizadas ou desconforto na região do hálux; Deformidades, que incluem joanetes e calosidades; Dificuldades de movimento como rigidez ao tentar dobrar o dedão. Quando procurar ajuda médica? Conforme explica Gustavo, o tratamento de problemas relacionados à rigidez do dedão costuma começar de forma conservadora, com fisioterapia, exercícios e mudanças no estilo de vida. No entanto, em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária. Intervenções não invasivas: são a primeira linha de tratamento e podem resolver a maioria dos problemas. Cirurgia: indicada apenas quando o tratamento conservador não apresenta resultados. Após a intervenção, a reabilitação é fundamental para restaurar a mobilidade. "Cada caso deve ser avaliado de forma individualizada para garantir o melhor cuidado e restabelecer a funcionalidade dos pés", finaliza o profissional.

Hidratação dos pés preserva a pele e evita calos. Entenda
Hidratação e Emolientes

Hidratação dos pés preserva a pele e evita calos. Entenda

Manter a hidratação dos pés  é mais importante do que parece. Afinal, a pele dessa região é mais espessa, especialmente na planta, e tende a ressecar com mais facilidade. Para evitar rachaduras, calosidades e garantir conforto, uma rotina de cuidados com a hidratação faz toda a diferença. O podólogo Joaquim Sato salienta que o hábito de hidratar os pés é essencial, porque preserva a integridade da pele, evitando que ela se rompa com facilidade. “Além disso, retarda o crescimento de calos e calosidades e mantém a pele mais próxima do que era na juventude, com maciez e elasticidade”, acrescenta. Benefícios da hidratação Portanto, investir na hidratação regular dos pés traz diversos benefícios, principalmente: Prevenção de rachaduras e fissuras, que podem se tornar dolorosas; Retardo do crescimento de calos e calosidades; Manutenção da elasticidade da pele; Sensação de maciez e conforto; Proteção contra ressecamento extremo. Como e quando hidratar os pés? Existe, sim, jeito e hora mais adequada para a hidratação. Nesse sentido, o podólogo recomenda que seja feita sempre que possível, mas com preferência para o período noturno. “À noite, os pés ficam mais tempo em contato com o produto, permitindo que a pele absorva melhor o hidratante. Nesse momento, pode-se até usar um creme mais consistente, que traz melhores resultados”, orienta. Os diferentes tipos de hidratantes Falando nos cremes, é importante escolher a fórmula certa. Isso porque, embora haja uma grande variedade disponível no mercado, nem todas as formulações oferecem o mesmo nível de hidratação. Joaquim Sato reforça que, quanto mais consistente, melhor será o efeito. Veja opções: Hidratantes à base de ureia: são conhecidos por seu alto poder de hidratação, ajudam a reter água na pele; Manteigas vegetais (karité, cacau): oferecem nutrição profunda e são ideais para peles secas; Óleos e parafina: formam uma película que evita a perda de água, mantendo a hidratação por mais tempo, mas não hidratam diretamente. Vale lembrar que casos de pele extremamente seca, fissuras e calosidades demandam uma atenção maior. Nessas situações, a hidratação intensiva (com os produtos sugeridos acima) costuma ser recomendada, mas pode ser insuficiente. É aí que entra o acompanhamento profissional para novas orientações. Hidratante e emoliente: qual a diferença? Além de todos os hidratantes, existem os chamados emolientes. Apesar de muitas pessoas confundirem os dois, eles têm funções diferentes: Hidratantes: repõem água na pele, mantendo a maciez e a elasticidade; Emolientes: ajudam a amolecer e a soltar o excesso de pele, geralmente utilizados por podólogos para tratar áreas mais ressecadas ou com calosidades. De acordo com o especialista, para um tratamento mais completo, o ideal é combinar os dois, mas sempre com avaliação de um profissional capacitado. “Em casos de excesso de pele, usamos o emoliente primeiro para soltar as áreas endurecidas. Depois, aplicamos um bom hidratante para garantir a nutrição da pele”, cita. Hidratação caseira ou profissional É totalmente possível manter os pés bem hidratados em casa, porém, a hidratação feita por um podólogo tem alguns diferenciais importantes. “No consultório, usamos produtos voltados para profissionais e preparamos os pés para receber a hidratação de forma mais eficiente, removendo calosidades e promovendo tratamentos específicos”, explica o especialista. Se a ideia é potencializar os cuidados em casa, o podólogo recomenda o seguinte protocolo: 1. Faça um tratamento podológico para preparar os pés; 2. Aplique um creme hidratante consistente; 3. Após alguns minutos, finalize com óleo ou parafina para selar a pele e prolongar o efeito da hidratação.  

Como escolher o calçado ideal para se exercitar?
Tipos de Calçados

Como escolher o calçado ideal para se exercitar?

Escolher o calçado adequado para praticar esportes é fundamental para garantir conforto, segurança e desempenho. Segundo o técnico de futebol Marcelo Rodrigues, ex-atleta com certificação pela CBF, o tênis deve ser adequado ao exercício a ser realizado. “Para cada modalidade, há um modelo que melhor atende às necessidades de quem pratica, considerando características como tipo de pisada, peso e genética”, frisa. Esses fatores influenciam na forma como o corpo absorve o impacto e distribui a pressão nos pés durante a prática de atividades físicas. “É importante buscar orientação antes de adquirir um par de calçados, caso possível, para escolher um modelo que ofereça bom amortecimento e estabilidade, evitando sobrecargas que podem causar lesões”, alerta o profissional. Portanto, ao ir à loja, não considere apenas o visual do item desejado. O especialista ainda destaca que tênis com solado muito alto, por exemplo, podem limitar a mobilidade e prejudicar a execução dos movimentos. Como são os tênis dos atletas Para o jogador Lincoln Henrique, do Red Bull Bragantino, o calçado é uma peça-chave em seu desempenho nos esportes. “Meu trabalho depende de um produto com tecnologia e qualidade. Já tive desconfortos com alguns modelos, e isso acabou impactando o meu rendimento”, relata. É por isso que o atleta evita calçados duros e apertados, e busca por modelos que absorvem o impacto e dissipam a energia durante o esporte. Sendo alguém que tem a prática de atividade física como ocupação principal no dia, Lincoln Henrique garante que essas características são indispensáveis para ter um rendimento de excelência e seguro. “O tênis precisa proporcionar conforto e dar a sensação de leveza durante os movimentos, sem incomodar. Sempre vou optar por calçados que promovam estabilidade e sejam confortáveis”, enfatiza, ciente que um modelo inadequado pode resultar em dores e comprometer a qualidade do treino, impactando o desempenho. Para cada pessoa, um calçado adequado A regra é clara: a escolha de um tênis deve ser individualizada, considerando as especificidades de cada pessoa e seus objetivos com a prática esportiva. Desse modo, o técnico e o jogador de futebol concordam que, para cada corpo e objetivo, existe um modelo de calçado ideal. Enquanto Marcelo Rodrigues aponta a necessidade de atenção a fatores estruturais, como peso e tipo de pisada, e até considera o uso de palmilhas recomendadas pelo ortopedista, Lincoln Henrique ressalta a importância de experimentar o calçado e fazer uma autoavaliação. “Coloquei no pé, ficou confortável e mostrou bom desempenho? Está aprovado!”, diz. Dicas para escolher o tênis certo A seguir, a dupla de esportistas dá dicas para não errar na próxima compra. Garanta que o modelo tenha amortecimento e absorção de impacto. Reduzir esse baque sobre as articulações é essencial para prevenir lesões. Busque por estabilidade e conforto. O calçado deve oferecer suporte durante seu uso para garantir a segurança do atleta. Além disso, o conforto é indispensável para uma prática efetiva e um bom desempenho. Certifique-se de estar com o tamanho adequado e bom ajuste. Modelos duros e apertados vão causar desconfortos e prejudicar o rendimento, enquanto os muito soltos não oferecerão a firmeza necessária. Opte pelo modelo que permita um espaço entre os dedos. Não ignore seu tipo de pisada. São três variações, basicamente: a neutra, quando as partes interna e externa do pé tocam o pé ao mesmo tempo; a pronada, em que a lado interno toca o solo antes, associada ao pé sem cava; e a supinada (pé cavo), em que é explorado mais o lado externo. Se não se sentir seguro na autoavaliação, basta ir a lojas especializadas que façam essa avaliação ou ao ortopedista.

Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento
Frieira e Micose

Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento

A micose nos pés é uma condição incômoda e persistente causada por fungos que afeta milhões de pessoas. Comumente encontrada na pele ou nas unhas, essa infecção pode variar de uma irritação leve a um problema mais difícil de tratar. “A frieira, também conhecida como pé de atleta, e a onicomicose, que afeta as unhas, são os tipos mais comuns de micose nos pés”, explica a podóloga Gabriela Maia, da Majô Beauty Club. Os fungos responsáveis pela micose se proliferam em ambientes quentes e úmidos, como os proporcionados por sapatos fechados ou pés mal secos após o banho. De acordo com a especialista, a frieira é causada pelo fungo Trichophyton, já presente na pele, enquanto a onicomicose pode ser provocada por diferentes espécies, como Epidermophyton, Microsporum e Trichophyton. Causas e hábitos que favorecem a doença A micose ocorre quando fungos encontram as condições ideais para se multiplicarem. Portanto, na lista de fatores mais comuns estão: Uso de sapatos fechados e apertados, porque retêm umidade e calor, criando um ambiente favorável para os fungos; Higiene inadequada, visto que pés mal lavados ou sem estarem completamente secos facilitam a proliferação; Compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas, meias ou calçados, o que pode transmitir os fungos; Frequentar ambientes úmidos e coletivos, tais quais piscinas, academias e vestiários públicos, que são locais de alto risco. “Pequenas lesões ou rachaduras na pele também facilitam a entrada dos fungos e podem agravar o quadro”, alerta a podóloga. Tipos de micose nos pés e seus sintomas As micoses mais comuns que afetam os pés são: Frieira, também conhecida como ‘pé de atleta’: os sintomas incluem coceira, odor forte, vermelhidão, descamação e rachaduras, especialmente entre os dedos. O problema geralmente causa desconforto constante e pode evoluir para fissuras dolorosas, se não tratado. Onicomicose, a micose específica das unhas: unhas com manchas amareladas ou esbranquiçadas, espessamento, fragilidade, deformação e odor desagradável são os principais sinais. A condição pode levar meses para ser tratada completamente, devido ao crescimento lento das unhas. Por que é tão difícil curar micose nos pés? O tratamento de micoses nos pés é desafiador, especialmente quando elas afetam as unhas. Isso ocorre porque os fungos se alimentam de queratina, uma proteína presente na pele e nas unhas. “O ambiente quente e úmido nos pés cria as condições ideais para a proliferação dos fungos e dificulta a erradicação total”, explica a especialista. Assim, enquanto a frieira pode ser resolvida em cerca de um mês, com o uso correto de pomadas e cuidados diários, a onicomicose exige tratamentos prolongados. O processo pode levar de 6 a 12 meses, dependendo do crescimento da unha e da adesão ao tratamento. Como tratar a micose nos pés O tratamento deve ser iniciado com a avaliação de um profissional qualificado. Entre as medidas recomendadas estão: Higienização rigorosa: lavar bem os pés, secá-los completamente, sobretudo entre os dedos, e evitar compartilhar objetos pessoais; Cuidados com calçados: higienizar sapatos regularmente, deixá-los secar ao sol e aplicar desinfetantes específicos; Uso de medicamentos tópicos: pomadas ou cremes antifúngicos são indicados para casos leves de frieira; Tratamentos avançados: em casos mais graves, podem ser necessários laser ou medicamentos orais, sempre prescritos por um médico. Além disso, manter a constância no tratamento é essencial para garantir resultados duradouros. “Interromper o uso de medicamentos antes do tempo pode levar à recorrência da micose”, alerta Gabriela. Impactos na qualidade de vida Embora pareçam problemas simples, as micoses nos pés podem causar desconforto significativo, além de afetar a autoestima e a rotina. A coceira persistente, as rachaduras dolorosas e o comprometimento estético das unhas são reclamações frequentes entre pacientes. A podóloga destaca que, ao menor sinal de micose, é importante buscar ajuda profissional. “Quanto mais cedo o problema for tratado, menores serão as chances de complicações ou recidivas”, conclui.

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