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O melhor conteúdo sobre cuidados com os pés agora num formato de Web Stories. Confira e aprenda tudo sobre cuidados com os pés.

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Conheça o Universo do Pé

6 dicas para evitar frieira no pé
Frieira e Micose

6 dicas para evitar frieira no pé

Com alguns cuidados simples no dia a dia, dá para prevenir a frieira no pé, também conhecida como pé de atleta. Saiba quais são eles. Será que dá para evitar a frieira no pé? Dá, sim, e a melhor maneira de fazer isso é manter essa região sempre bem seca, principalmente entre os dedos, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Tudo começa ao sair do chuveiro. “Após o banho, é superimportante secar os pés para evitar a frieira que dá entre os dedos”, reforça o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Isso porque a umidade, combinada com calor e com os fungos que vivem naturalmente na nossa pele, favorece o aparecimento da frieira (ou pé de atleta). Ao longo do dia, quando suamos muito nos pés ou não secamos bem entre os dedos, essa umidade persiste, e os fungos aproveitam essa condição para se multiplicar em excesso, causando essa infecção. O mesmo pode acontecer quando passamos muito tempo com calçados fechados e meias feitas de tecidos sintéticos, que não absorvem a transpiração. “É preciso tomar cuidado com os calçados esportivos, como chuteiras, e com as meias finas feitas de material sintético”, diz Bega. “É melhor usar meias de algodão e calçados de materiais não sintéticos.” Com esses e outros cuidados simples com os pés no dia a dia, podemos evitar o aparecimento das frieiras. “Para completar a prevenção, usar um talco antisséptico para os pés ajuda, especialmente quando ele tem agentes antimicrobianos”, explica Bega. “O antisséptico em aerossol também pode ser utilizado. O importante é associar o uso desses produtos à higiene dos pés.” Dicas para prevenir a frieira no pé Ao sair do banho, seque bem a região entre os dedos com a toalha, pois os fungos adoram umidade; Aplique o desodorante para os pés para controlar a transpiração; se você transpira muito nos pés, prefira o desodorante em forma de talco, que absorve mais umidade; Use calçados e meias feitos de materiais que absorvem a transpiração (como o algodão) sempre que possível; Ao usar o chuveiro da academia ou de outros espaços compartilhados, calce chinelos para evitar a contaminação pelo piso; Se for possível, seque sua toalha no sol ou em local arejado para que ela não fique úmida, pois isso favorece os fungos; Quem sua muito nos pés pode fazer, uma vez por semana, um escalda-pés com água morna e 50 ml de vinagre 6% por 5 minutos para prevenir a frieira.

Como cuidar dos pés antes e depois da caminhada
Caminhada

Como cuidar dos pés antes e depois da caminhada

Caminhar é uma atividade simples, acessível e cheia de benefícios para a saúde. No entanto, os pés, ou seja, a base desse movimento, precisam de cuidados especiais antes, durante e depois da prática para evitar dores, bolhas e até lesões. Pequenos ajustes na rotina podem fazer toda a diferença na performance e na prevenção de problemas futuros. Para o professor de Educação Física Cesar Miguel Momesso, do Centro Universitário FMU, a preparação começa antes mesmo de sair de casa. Ele explica que um bom tênis, meias próprias e unhas bem cuidadas são fundamentais para proteger os pés e garantir conforto durante a caminhada. O calçado, por exemplo, deve respeitar o formato do pé, com leve folga na ponta para impedir a pressão. “Evitar atrito é essencial. Calçado muito apertado ou largo demais pode causar bolhas e desconforto. A meia também precisa ser adequada para não acumular suor e aumentar o risco de lesões. E deve-se manter as unhas curtas, algo essencial para não descolarem com o impacto”, detalha o profissional. A escolha do calçado certo O tênis não precisa ter amortecimento robusto, mas deve, ao menos, proporcionar estabilidade e conforto ao corredor. Cesar Miguel Momesso observa que, quanto maior for a duração da caminhada, mais interessante se torna ter um sistema de amortecimento eficiente para reduzir o impacto e evitar dores não só nos pés, mas nas articulações. Ele recomenda sempre experimentar o calçado antes da compra e observar se não há pontos de pressão que possam machucar durante o trajeto. Além disso, pessoas com curvatura acentuada ou pés muito planos podem se beneficiar do uso de palmilhas ortopédicas, que melhoram o encaixe e a distribuição do peso. Atenção aos sinais na caminhada A caminhada deve ser uma atividade prazerosa e sem dor. Se houver desconforto, algo pode não estar bem. Preste atenção a sintomas como formigamento ou dormência, normalmente relacionados a tênis amarrado com força excessiva ou meias enroladas. Caso perceba esses sinais, a recomendação do professor é ajustar o calçado e só retomar a atividade se o desconforto passar. Persistindo a dor, interrompa o exercício completamente e, se necessário, procure avaliação médica. Cuidados após a prática Depois de caminhar, a higienização é essencial. Isso significa lavar e secar bem os pés, especialmente entre os dedos, para evitar micoses. O especialista também recomenda exercícios de relaxamento, como rolar a sola do pé sobre uma bolinha de tênis, o que é ótimo para aliviar a tensão da fáscia plantar e melhorar a circulação. Outra dica é elevar os pés por alguns minutos para reduzir inchaço e fadiga. “Pequenos cuidados no pós-atividade aceleram a recuperação e preparam os pés para a próxima caminhada”, reforça o educador físico. Além do tênis, alguns outros produtos podem prevenir bolhas, calos e desconfortos. Entre eles estão pomadas, géis e fitas de micropore, que reduzem a fricção. Para quem transpira muito, meias que absorvem a umidade são boas aliadas. Rotina de quem pratica A advogada Giovanna do Vale, de 28 anos, encontrou na corrida e na caminhada uma forma de cuidar do corpo e da mente. Ela começou por influência do pai, que sempre foi corredor. “No início, eu só o acompanhava por diversão. Depois percebi como me fazia bem, principalmente para aliviar o estresse do trabalho”, conta. Antes de treinar, Giovanna segue uma rotina simples: hidratar os pés com creme leve, usar meias sem costura e alongar a panturrilha e a sola do pé. Durante a atividade, ela fica atenta a qualquer desconforto. “Se o tênis aperta, eu paro e o ajusto na hora. Também evito terrenos muito irregulares, porque forçam demais os pés.” Depois de correr ou caminhar, ela tira o tênis rapidamente, lava os pés com água morna, seca bem e aplica um creme mais denso. “É um cuidado que parece básico, mas faz muita diferença no dia seguinte. Sem pés saudáveis, a gente não chega a lugar nenhum”, brinca.

Mitos e verdades sobre pisada supinada e pronada
Pé Supinado e Pé Pronado

Mitos e verdades sobre pisada supinada e pronada

Pisar de um jeito “errado” é uma das maiores preocupações de quem pratica corrida ou caminha com frequência. Termos como “pisada pronada” e “pisada supinada” aparecem com frequência em conversas, análises de tênis e avaliações de performance. Porém, muito se fala sobre o assunto, mas nem sempre tudo é correto. Conforme esclarece a fisioterapeuta Denise Amorim, coordenadora do Hospital Moriah, esses padrões fazem parte do funcionamento natural do corpo. “A pisada pronada ocorre quando o pé faz uma leve rotação para dentro para absorver o impacto, enquanto a supinada é o movimento oposto, para fora”, diferencia. E nenhuma representa um erro, diga-se de passagem. Spoiler: só existe problema se houver excesso ou limitação dos movimentos. Tanto é verdade que não deve apontar uma maneira errada que a professora e também fisioterapeuta Brenda Luciano, coordenadora do curso de Fisioterapia da FMU, observa que o foco da fisioterapia moderna não é ‘corrigir o jeito de pisar’, mas promover adaptação e força. “A pisada é uma variação individual, não um defeito. O que realmente previne lesões é o fortalecimento, o controle de carga e a reeducação do movimento”, aponta. O que é verdadeiro e o que é falso Com tanta informação disponível – e, muitas vezes, contraditória ou pouco confiável –, é comum surgirem dúvidas sobre o que realmente influencia a saúde e seu desempenho. Entender o que é mito e o que é verdade ajuda a evitar diagnósticos apressados e escolhas erradas, como a opção de usar um ou outro calçado, por exemplo. A seguir, as especialistas desvendam as principais questões sobre o tema. “Pronar é sempre ruim para os pés” MITO. De acordo com Denise Amorim, esse é um dos maiores equívocos. “A pronação é um movimento fisiológico e essencial para a marcha e a corrida. Ela ajuda a amortecer o impacto e distribuir o peso de forma equilibrada. Sem isso, o pé ficaria rígido e o impacto seria transmitido diretamente para os joelhos, quadris e coluna”, diz. No entanto, a profissional deixa um alerta, válido apenas para casos de hiperpronação, ou seja, quando há rotação excessiva. Nesses quadros, é muito importante o acompanhamento especializado, pois ajuda a corrigir compensações e prevenir lesões. “Palmilhas curam a pronação e a supinação” MITO. Brenda Luciano observa que as palmilhas podem, sim, aliviar desconfortos e redistribuir a carga de apoio, mas não corrigem a pisada. “Esses recursos devem ser usados junto com fortalecimento e reeducação motora, evitando dependência prolongada”, pontua. Nesse contexto, a avaliação constante é essencial. “Todo supinador ou pronador precisa usar tênis corretivo” MITO. Denise afirma que, na maioria dos casos, isso não é necessário. Afinal, os tênis com suporte ou reforço lateral têm função específica e devem ser indicados apenas quando há dor, lesão recorrente ou alteração biomecânica importante. “Pessoas sem queixas e com bom controle muscular costumam se adaptar perfeitamente a modelos neutros. O mais importante é avaliar individualmente cada caso com fisioterapeuta ou especialista em corrida”, orienta. “Correr descalço corrige a pisada” MITO. A corrida sem sapatos não traz correções. “Pode melhorar a propriocepção e fortalecer os músculos dos pés, mas deve ser introduzida com cautela. Quando feito sem preparo, pode causar sobrecarga e novas lesões”, lembra Brenda. A profissional observa ainda que o ideal é combinar o treino descalço com fortalecimento de glúteos, tornozelos e pés, sempre com suporte profissional. “O desgaste do tênis revela a pisada” QUASE VERDADE. O padrão de desgaste mostra apenas onde há mais atrito, mas não traduz toda a mecânica. “Terreno, tipo de treino, forma de correr e até compensações posturais interferem nesse desgaste. Por isso, olhar apenas a sola pode enganar: o corredor pode ter desgaste lateral e não ser verdadeiramente supinador”, ressalta Denise. A especialista ainda salienta que o diagnóstico da pisada deve considerar o corpo em movimento, com análise funcional e dinâmica, como filmagens em esteira e observação da biomecânica completa. Ou seja, avaliar o desgaste do tênis até ajuda, mas não é tudo. Movimento e adaptação são aliados Mais importante do que tentar seguir dicas da internet e “consertar” a pisada é aprender a movimentar-se melhor. Portanto, fortalecer os pés, tornozelos e quadris, melhorar a mobilidade e ajustar a carga de treino são atitudes que naturalmente reduzem o risco de lesões e trazem mais conforto ao caminhar e correr. Assim, as fisioterapeutas ensinam que, no fim das contas, entender o próprio corpo é o passo mais seguro para seguir em frente – com estabilidade e confiança.

Piscina, vestiários e mais: locais em que frieira é um risco
Frieira e Micose

Piscina, vestiários e mais: locais em que frieira é um risco

A frieira, também conhecida como pé de atleta, é uma micose superficial causada por fungos dermatófitos que encontram nos pés o ambiente perfeito para se multiplicar: quente, úmido e pouco ventilado. Além disso, certos lugares são mais propícios para espalhar esses fungos e um risco maior, caso não haja cuidados adequados. Esse tipo de infecção é um problema comum, mas costuma ser confundido com outras contaminações, o que atrasa o tratamento e favorece recidivas. Como esclarece a dermatologista Cibele Leite, pós-graduada em dermatologia clínica, cirúrgica e cosmiatria, o que diferencia a frieira de outras micoses é principalmente a região onde aparece no corpo, que são pontos com maior calor e umidade. “Costuma afetar áreas interdigitais, ou seja, entre os dedos dos pés, enquanto outras micoses dos pés podem aparecer nas plantas (micose plantar) ou nas unhas (onicomicose). Além disso, a frieira é caracteristicamente esbranquiçada, descamativa, com fissuras e coceira”, diferencia a médica. Contágio com maior frequência Ambientes compartilhados e com pouca ventilação são os principais vilões. Isso porque, conforme a especialista, os fungos se multiplicam em locais quentes, úmidos e pouco arejados. Consequentemente, o risco de contágio aumenta. Entre os principais ambientes estão: Vestiários e banheiros públicos: o piso úmido e quente é ideal para fungos; Piscinas e academias: o compartilhamento de pisos molhados, duchas e armários facilita a transmissão; A médica lembra que fatores como uso prolongado de calçados fechados, falta de secagem adequada dos pés após o banho, problemas circulatórios e imunidade baixa, como pessoas com diabetes, também favorecem o aparecimento da frieira. Quando a frieira não é tratada Sem o tratamento correto, o quadro tende a piorar. “As fissuras entre os dedos servem como porta de entrada para bactérias e isso pode levar a infecções mais sérias, como a celulite, que é uma infecção profunda da pele”, alerta Cibele. O fungo ainda pode se espalhar e migrar para outras partes do corpo, piorando o quadro geral. “É uma infecção contagiosa. A pessoa pode se autoinocular, levando o fungo dos pés para as mãos, virilha ou unhas. Além disso, pode transmitir para outras pessoas pelo contato com toalhas, pisos, calçados ou meias contaminadas”, reforça ela. Como se proteger em locais públicos Evitar o contágio é simples e começa com medidas básicas de higiene e prevenção. Veja as principais: Usar chinelos em vestiários, duchas e áreas de piscina; Evitar compartilhar toalhas, meias e calçados; Secar bem os pés antes de calçar os sapatos; Optar por meias de algodão e trocá-las sempre que ficarem úmidas. “Também é importante alternar os calçados, permitindo que arejem por, pelo menos 24 horas, e evitar sapatos muito fechados em dias quentes”, acrescenta a dermatologista. Cuidados diários que previnem A rotina de cuidados também faz diferença para quem quer manter os pés saudáveis e, sobretudo, longe das frieiras. Anote algumas dicas profissionais: Lave e seque cuidadosamente entre os dedos; Use talcos ou sprays antifúngicos se houver tendência à transpiração; Prefira calçados ventilados e tecidos respiráveis; Evite meias sintéticas e sapatos de material plástico ou impermeável. Sobre tratamentos caseiros, a Cibele é categórica: “Vinagre e bicarbonato podem até aliviar momentaneamente, mas não eliminam o fungo e o uso em excesso pode irritar a pele e agravar as lesões. O ideal é sempre buscar orientação médica para antifúngicos tópicos ou orais, conforme a gravidade.” “Uma coceira sem fim” A designer de interiores Juliana Gonçalves, de 27 anos, sabe bem como lidar com a frieira. “Tudo indica que peguei em um hotel fazenda para onde viajei”, conta. “A pele entre os meus dedos começou a descamar e coçava muito. Era como se tivessem umas fissuras, aí eu puxava a parte branca e ia machucando. Chegou até a sair água.” Foi justamente a coceira intensa que a levou a procurar ajuda dermatológica. “Teve um dia, depois da academia, que eu comecei a colocar a meia entre os dedos e puxar de um lado para o outro para ver se a coceira parava. A gente tratou com medicamento oral e também pomadas que eu aplicava após o banho, depois de secar muito bem”, relembra. Depois do episódio, Juliana mudou totalmente sua rotina. “Hoje, uso chinelos em qualquer situação, mesmo conhecendo o lugar. Também faço doses profiláticas de antifúngico em épocas de viagens e piscina. O chinelo realmente salva, porque impede o contato com o chão contaminado. Mas o essencial é procurar o médico nos primeiros sinais. Se perceber qualquer coceirinha ou ferida, vá direto no dermato”, reforça.

Alongamentos para evitar canelite em trilhas e praias
Canelite

Alongamentos para evitar canelite em trilhas e praias

A canelite é uma inflamação na região interna da canela, causada pelo esforço repetitivo e pelo impacto constante durante atividades físicas. Em trilhas por terra e caminhadas na areia de praias, o terreno irregular e a instabilidade dos passos favorecem a sobrecarga na tíbia. Sem o preparo adequado, a dor pode aparecer ao longo das práticas e pode ser evitada com alongamentos. Quem confirma é o fisioterapeuta Caio Caires, especialista em quiropraxia e osteopatia. Ele argumenta que o alongamento é, definitivamente, uma das formas mais eficazes de prevenir o problema nessas situações. “A melhora da flexibilidade reduz a tensão sobre a canela, prevenindo sobrecargas e inflamações”, explica. Já para a fisiologista Bianca Vilela, mestre em fisiologia do exercício, o segredo está em preparar o corpo antes mesmo de começar a atividade. “Ao iniciar qualquer trilha ou caminhada longa, é essencial aquecer a musculatura e escolher calçados adequados. Isso faz diferença na prevenção de dores e lesões, como a canelite”, afirma. Antes e depois da atividade Informação importante: o tipo de alongamento muda conforme o momento do exercício, ou seja, se feito previamente ou depois das caminhadas. Isso evita tanto lesões quanto desconfortos. Antes da trilha, por exemplo, a recomendação é apostar em exercícios dinâmicos, que envolvem movimento e ajudam a aquecer os músculos e articulações. Algumas opções são: Balanço de pernas: apoiado em alguma superfície (uma árvore, por exemplo), mantenha um pé no chão e suspenda a outra perna, balançando-a para frente e para trás Elevação dos joelhos: de pé, puxe os joelhos de encontro ao tronco, envolvendo-os com os braços e mantendo a posição por alguns segundos; Rotações de tornozelos e quadril: apoie a ponta de um dos pés no chão e faça movimentos em círculos para a direita e para a esquerda. O mesmo vaivém deve ser feito com os quadris, logo na sequência. “Esses alongamentos preparam o corpo para o impacto e ativam articulações importantes, como tornozelos e quadris”, indica Bianca. Após o exercício, porém, prefira os estáticos, mantendo as posições citadas por alguns segundos. Tais posturas ajudam a relaxar e a recuperar a musculatura depois do esforço. A alternância prepara o corpo para o impacto e facilita a recuperação. Músculos que merecem atenção Para evitar a canelite, também é fundamental priorizar grupos musculares que estabilizam as pernas e amortecem o impacto durante o movimento. Tais músculos atuam como uma espécie de “escudo” protetor da canela. São eles: Panturrilhas: em pé, apoiado em alguma parede ou estrutura vertical, mantenha um joelho mais à frente e o calcanhar no chão, alongando a outra perna reta, para trás; Músculos tibiais (parte anterior da perna): afaste os pés alinhando-os com os ombros, flexione-os e equilibre-se sobre os calcanhares; nesta posição, caminhe por cerca de 30 segundos; Músculos isquiotibiais (posteriores da coxa): em pé, mantenha um pé ao lado do outro e a posição reta e, então, curve-se para baixo, tentando tocar os pés com as mãos; Quadríceps: em pé, puxe o calcanhar direito em direção ao glúteo, segurando o pé com a mão direita e mantendo os joelhos próximos e a postura, ereta. “Esses grupos ajudam a manter o equilíbrio e reduzem o estresse sobre a tíbia, especialmente em terrenos irregulares”, acrescenta Caio. Por isso, alongá-los e fortalecê-los é essencial para distribuir melhor a carga e não sobrecarregar esse osso. Trilhas, praias e pausas necessárias Terrenos irregulares e a areia fofa da praia exigem mais do corpo, especialmente das panturrilhas e da parte anterior das pernas. De acordo com a fisiologista Bianca Vilela, o esforço é maior porque o pé afunda e a musculatura precisa compensar a instabilidade. Mas há alternativas eficazes para isso, como caminhar em faixas de areia mais firme, próximas à água, o que reduz o impacto e ajuda na adaptação. Bianca também recomenda atenção ao ritmo e às pausas: Respeite o próprio limite; Mantenha ritmo constante; Faça pequenas pausas a cada 30 a 40 minutos; Hidrate-se e aproveite as pausas para alongar levemente. Esses momentos de descanso aliviam a fadiga muscular e previnem inflamações. Quando buscar ajuda profissional Nem toda dor é “normal” após o exercício. O fisioterapeuta Caio Caires orienta ser preciso interromper a atividade e procurar avaliação se houver: Dor constante; Inchaço; Sensibilidade ao toque; Dificuldade para andar. Ele também esclarece que, após o diagnóstico, o tratamento é baseado em fisioterapia e exige respeitar o tempo de recuperação, que varia de 4 a 12 semanas, conforme a gravidade da inflamação. O retorno às atividades deve ser gradual e sempre com orientação profissional. O especialista salienta que a prevenção deve ser parte da rotina de quem pratica trilhas ou caminhadas. Alongamentos regulares, fortalecimento das pernas e o uso de calçados adequados fazem toda a diferença para evitar problemas. “O pós-trilha é tão importante quanto o preparo”, reforça a especialista. “Alongar, hidratar e, em caso de dor, aplicar gelo ajudam na recuperação. Se o desconforto persistir, é sinal de que o corpo precisa de descanso ou avaliação profissional.”

Calo duro, mole, calosidade: saiba como diferenciar e tratar
Calo e Calosidade

Calo duro, mole, calosidade: saiba como diferenciar e tratar

Calos nos pés são incômodos frequentes e podem surgir devido ao atrito ou pressão repetitiva, formando uma camada espessa de pele endurecida. Mas nem todos são iguais. Existem diferentes tipos de calos e o tratamento adequado depende da identificação correta do problema. Para começo de conversa, a podóloga Katia Lira, especialista em reflexologia podal, explica que o calo se forma como um mecanismo de defesa do corpo. “É um espessamento da pele causado pelo atrito contínuo. O corpo cria essa camada extra para proteger a pele de lesões”, explica. Há uma diferença importante entre calo e calosidade. O calo tende a ser menor, mais profundo e pode causar dor intensa, enquanto a calosidade é uma área maior e superficial, sem dor significativa. Além disso, nem os próprios calos são sempre iguais – tem duro, mole, vascular… É hora de conhecê-los! Os principais tipos de calos Há cinco variações principais e cada um se manifesta de uma maneira: Calo duro: pequeno, redondo e firme, aparece normalmente nos dedos dos pés; Calo mole: surge entre os dedos, tem uma textura mais macia e pode ser bem doloroso; Calo vascular: contém pequenos vasos sanguíneos, causando dor e podendo sangrar ao ser removido; Calo neurovascular: além dos vasos sanguíneos, tem terminações nervosas, que o tornam o tipo mais doloroso; Calosidade plantar: caracteriza-se por uma camada espessa na sola do pé, geralmente sem dor intensa. Ou seja, a localização, as características e o nível de dor podem ajudar na identificação de qual é o tipo de calo em questão. Como tratar cada tipo de calo O tratamento varia conforme a gravidade do calo. A podóloga Katia Lira lista as principais abordagens para aliviar o desconforto causado por cada um: Calo duro: lixar levemente e hidratar com frequência; Calo mole: reduzir a umidade entre os dedos, utilizar espaçadores e evitar calçados muito apertados; Calo vascular e neurovascular: necessitam de remoção profissional, pois podem causar dor intensa e sangramento. Calosidade plantar: usar palmilhas adequadas, lixar com moderação e manter a hidratação da pele. A podóloga alerta que não existe um tratamento universal que funcione para todos os tipos de calos. Porém, medidas como hidratar os pés regularmente e usar calçados adequados ajudam na prevenção de qualquer um deles. Qual o tipo mais comum de calo De acordo com a especialista, o tipo mais comum é o calo duro, justamente por estar associado ao atrito com sapatos. Já o calo neurovascular é o menos frequente, pois envolve vasos e nervos, causando dor intensa. Seja qual for o tipo de calo, um alerta é unânime: nunca tente cortá-lo em casa! “Isso pode causar infecção e agravar ainda mais a situação”, reforça a podóloga. Pessoas com diabetes também precisam ter atenção redobrada, pois qualquer ferida nos pés pode evoluir para complicações sérias. A recomendação é visitar regularmente um especialista para acompanhar o quadro e evitar que o problema se agrave. O impacto dos calos na rotina O motorista de aplicativo José Bruno, de 47 anos, lembra que os calos fazem parte de sua vida desde a adolescência, quando usava sapatos apertados para ir à escola. Com o tempo, a condição só piorou e levou até a dores intensas e incapacitantes. “Tentei de tudo: lixar em casa, usar palmilhas e até remédios caseiros. Mas os calos sempre voltavam. Quando fui ao podólogo, ele explicou que eu estava tratando errado e que os calos eram profundos. Com o tratamento adequado, fui aprendendo a cuidar melhor dos meus pés, fazendo a remoção profissional e usando calçados mais confortáveis”, conta o paulistano, que não abre mão do acompanhamento regular profissional.

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