Pés inchados: causas, sinais de alerta e como tratar o edema
Tipos de calos nos pés: diferenças e como identificar cada um
Pé diabético: a importância do cuidado constante
Hidratação dos pés em casa: passo a passo completo
Exercícios fortalecem os pés em casa e melhoram o equilíbrio
Tesoura, alicate ou cortador: corte as unhas com segurança
Caminhada faz bem: benefícios para todo o corpo
Calçados inadequados trazem riscos aos pés
Calcanhar rachado: causas, tratamentos e como evitar
Escalda-pés: faça em casa e aproveite os benefícios
Correr sem dor: como evitar lesões nas corridas
Quando usar palmilhas ortopédicas?
Conheça o Universo do Pé
Podologia e qualidade de vida: muito além da estética
Muitas pessoas ainda associam a podologia apenas à aparência dos pés, unhas e calos. No entanto, a atuação do podólogo vai muito além da estética: trata-se de uma prática essencial para a saúde, bem-estar e qualidade de vida. Como a podologia impacta a qualidade de vida > Prevenção de dores e desconfortos Pés saudáveis permitem caminhar, praticar atividades físicas e manter a mobilidade sem dor. O tratamento de calos, calosidades e unhas encravadas reduz significativamente o sofrimento diário. > Prevenção de complicações graves Pacientes com diabetes, problemas circulatórios ou doenças reumatológicas dependem do cuidado podológico para evitar úlceras, infecções e deformidades. A detecção precoce de alterações garante intervenções mais simples e eficazes. > Bem-estar emocional e autoestima Pés doloridos ou com problemas visíveis podem gerar constrangimento e limitar a vida social. A podologia restauradora contribui para a confiança e para a sensação de cuidado com o próprio corpo. > Atenção à saúde integral O podólogo identifica sinais que podem indicar condições sistêmicas ou deficiências posturais. A intervenção adequada promove equilíbrio, postura correta e melhora na marcha. O papel do podólogo O profissional de podologia vai além da estética: ele atua como guardião da saúde dos pés, combinando conhecimento técnico, avaliação clínica e orientações preventivas. A prática inclui: Avaliação detalhada da pele, unhas e estruturas dos pés. Planejamento de cuidados personalizados, incluindo tratamentos, hidratação e órteses. Educação do paciente sobre hábitos saudáveis e prevenção de complicações. Encaminhamentos estratégicos a outros profissionais de saúde quando necessário. A podologia é uma especialidade que transforma vidas, proporcionando alívio da dor, mobilidade, bem-estar e segurança. Cuidar dos pés é, na prática, cuidar de toda a saúde do corpo e da mente. Reconhecer o valor dessa profissão vai muito além da estética: é reconhecer sua importância na prevenção, na reabilitação e na qualidade de vida dos pacientes.
Biofilme microbiano pode trazer riscos para a saúde
A biossegurança é um fator essencial nos cuidados com os pés e as unhas. Isso porque, em ambientes como salões de beleza e clínicas de podologia, a falta de higienização adequada dos itens utilizados no atendimento pode levar ao acúmulo de bactérias e fungos, favorecendo a formação do chamado biofilme microbiano, que traz riscos à saúde. Segundo a podóloga Fernanda Ribeiro, que atua há 15 anos na área, esse biofilme se forma em superfícies úmidas e pode ser um grande risco. “Trata-se de uma camada que se acumula em objetos mal higienizados, como alicates, lixas e bacias. Se o material não for esterilizado do jeito e no tempo certos, os micro-organismos permanecem ali, aumentando o risco de contaminação”, explica. A boa notícia é que, com os cuidados adequados, é possível evitar esse problema e garantir um atendimento seguro. Só que, para que isso ocorra, tanto os profissionais quanto os clientes precisam ficar atentos às normas de biossegurança. Para começo de conversa, a fim de evitar a proliferação de micro-organismos, a biossegurança estabelece diretrizes rígidas para a limpeza e esterilização de materiais. As principais recomendações incluem: Esterilização correta: uso de autoclave para esterilizar materiais reutilizáveis, já que estufa e fervura não são eficazes; Uso de descartáveis: lixas, palitos e bacias devem ser trocados a cada cliente; Higiene pessoal: uso obrigatório de luvas e máscara pelo profissional; Desinfecção de superfícies: bancadas e equipamentos devem ser higienizados regularmente, pois o biofilme não sai apenas com álcool. “O biofilme é resistente e a limpeza precisa ser feita corretamente para eliminar bactérias, fungos e até vírus. Do contrário, o cliente pode sair do salão com uma infecção”, frisa Fernanda. Quais são os riscos do biofilme? A falta de higienização adequada pode causar diversas complicações para a saúde, principalmente em pessoas com imunidade baixa, como diabéticos. Os principais riscos do biofilme microbiano são: Micose: infecção fúngica que pode atingir a pele e as unhas; Unha encravada infeccionada: o acúmulo de bactérias pode agravar o quadro; Paroníquia: inflamação ao redor da unha, causando dor e inchaço; Infecções graves: em casos mais sérios, a contaminação pode evoluir para problemas mais complexos. Em que ficar de olho A podóloga reforça que os clientes também precisam ficar atentos ao ambiente onde realizam os cuidados com os pés e as unhas. Anote alguns pontos de alerta para ficar de olho nas próximas visitas aos salões: O profissional abre os instrumentos esterilizados na sua frente? Ele usa luvas e máscara durante o atendimento? O ambiente está limpo e organizado? As bacias são descartáveis ou protegidas com plástico? “Se tiver dúvidas, pergunte como os materiais são higienizados. Pode parecer incômodo, mas é sua saúde que está em jogo”, frisa. O papel do podólogo na prevenção Além de garantir um atendimento seguro, o podólogo orienta os clientes sobre a importância da higiene e da escolha correta dos locais para o cuidado dos pés. “Muita gente não faz ideia do perigo que pode haver num salão que não segue as normas direitinho. Nosso papel é educar os clientes e garantir que eles não corram riscos desnecessários”, conclui Fernanda.
Usar calçados fechados no calor pode causar frieira, sabia?
Nos dias quentes, a transpiração dos pés aumenta naturalmente e, diante do uso de calçados fechados, o suor fica retido no espaço do sapato, cujo ambiente abafado favorece o surgimento da frieira. Também chamada de pé de atleta, trata-se de uma infecção fúngica que atinge principalmente a pele entre os dedos e precisa ser acompanhada. Larissa Wood Fraga, dermatologista do Instituto Fraga de Dermatologia, explica que os fungos se desenvolvem facilmente em locais quentes, úmidos e pouco ventilados, como o interior dos sapatos. Isso não ocorre só no verão, mas em qualquer época mais quente, como alguns dias da primavera, por exemplo. “Quando a pele permanece úmida por muito tempo, perde sua proteção natural. Isso cria o cenário perfeito para os fungos se multiplicarem rapidamente e, consequentemente, causarem condições como a frieira”, alerta a médica. Sinais iniciais da frieira Identificar os sintomas no começo do problema faz diferença no tratamento e evita que a frieira se espalhe. De acordo com a especialista, os sinais mais comuns são: Coceira leve entre os dedos; Descamação discreta e vermelhidão; Pequenas rachaduras (fissuras); Odor desagradável; Sensação de ardor ou queimação. Assim, ao reconhecer uma ou mais destas manifestações, é melhor não ignorá-las e buscar ajuda de um podólogo ou médico para avaliação profissional, diagnóstico e tratamento adequados. Melhores e piores tipos de calçados Já quando o assunto são os sapatos, vale lembrar que nem todo modelo traz o mesmo risco ao pé no verão. Isso vai depender de características específicas do calçado: Oferecem riscos menores: sandálias, rasteirinhas e chinelos, que permitem ventilação e reduzem a umidade. Mais seguros entre os fechados: modelos de tecido leve e respirável. Grandes vilões: sapatos sintéticos, como os de plástico, couro sintético, e tênis usados por longos períodos sem meias adequadas. A dermatologista Larissa lembra que, muitas vezes, pode ser necessário usar um sapato mais fechado por diferentes motivos, como trabalho ou ocasiões formais. Nesses casos, a orientação é prestar atenção no material do calçado: quanto mais permitir a respiração da pele, melhor será a escolha. Higiene faz a diferença Além de escolher um calçado adequado, manter bons hábitos de higiene é fundamental para evitar e tratar a frieira. Esteja atento a: Lavar e secar bem os pés, principalmente entre os dedos; Usar meias limpas diariamente e dar preferência às de algodão; Alternar calçados e deixá-los arejar ao sol ou em local ventilado; Não compartilhar toalhas, meias ou sapatos. O propósito desses hábitos é evitar que a região permaneça quente e/ou úmida, já que os fungos buscam exatamente esse ambiente. Tais práticas também são cuidados contra o contágio. O que fazer se notar sinais de frieira? Intensificar a higiene e manter os pés secos são os primeiros passos para amenizar a frieira. Também é importante evitar sapatos fechados por muitas horas e, sobretudo, procurar um profissional para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento correto. Geralmente, o tratamento começa com antifúngicos tópicos, aplicados diretamente na lesão por 2 a 4 semanas. Se a infecção for mais extensa ou resistente, pode ser necessário o uso de antifúngicos orais – sempre com prescrição médica. “O acompanhamento com um dermatologista garante que a frieira seja totalmente tratada e isso evita que ela volte ou cause complicações, como infecções bacterianas”, destaca Larissa. Além disso, muita gente acredita que a frieira é passageira, mas, se não tratada corretamente, pode se tornar crônica e até se espalhar para as unhas, tornando o tratamento mais difícil e longo.
Palmilhas ajudam a relaxar pés cansados e prevenir dores
Passar o dia todo em pé, andando ou usando calçados inadequados, pode deixar os pés doloridos e sobrecarregados. As palmilhas surgem como aliadas nesse cenário, trazendo mais conforto e ajudando a prevenir problemas ortopédicos. Antes de tudo é preciso lembrar que os pés suportam todo o peso do corpo e, ao longo do dia, músculos, tendões e articulações sofrem fadiga. Assim, o excesso de esforço ou longos períodos em pé podem causar microtraumas e até dificultar a circulação sanguínea, gerando dor e sensação de cansaço, conforme esclarece o ortopedista Igor Freitas de Lucena, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE). A podóloga Esther Assis, por sua vez, reforça que o sapato influencia diretamente no bem-estar. Saltos altos, solados muito rígidos ou modelos apertados favorecem a sobrecarga e o desconforto. “Quando o calçado não oferece o apoio correto, a pisada fica desequilibrada e os pés sofrem mais impacto”, aponta. Como as palmilhas ajudam De acordo com o médico, as palmilhas redistribuem a pressão na planta do pé. Isso alivia pontos de sobrecarga e reduz a dor em áreas específicas, tirando aquela sensação pesada do cansaço. “Em casos de pé plano, por exemplo, usamos uma palmilha com suporte no arco medial para equilibrar o peso e diminuir a pressão”, diz o especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo. Esther Assis completa que, além de aliviar, as palmilhas proporcionam outros benefícios, como estabilidade, melhora na postura durante a caminhada, absorção de impacto, maior equilíbrio e aumento da sensação de conforto. Importante: a escolha da palmilha ideal deve sempre ser feita com ajuda de um profissional. O ortopedista destaca que o processo inclui análise da marcha, podoscópio e, em alguns casos, baropodometria para identificar os pontos de pressão e necessidades individuais. “Quando é feita sob medida, a palmilha oferece melhor adaptação e resultados mais eficazes, com qualidade de vida e prevenção de lesões”, detalha o profissional. Prevenção e tratamento Além de auxiliar no cansaço, o uso correto e orientado de palmilhas adequadas pode prevenir e até tratar condições ortopédicas, entre as quais: Fascite plantar, marcada pela dor na sola do pé; Metatarsalgia, causadora da pressão nos metatarsos (ossos do antepé); Joanete (deformidade do osso próximo ao dedão) e dores associadas; Pé plano leve a moderado, quando toca o chão por inteiro. “Com a indicação correta, é possível até postergar ou evitar cirurgias em casos de fascite, joanete ou pé plano”, reforça o médico. Hábitos potencializam resultados As palmilhas trazem ainda mais benefícios quando usadas junto a cuidados diários. Nesse sentido, os profissionais recomendam: Escolher calçados adequados, que não apertem nem fiquem folgados demais; Fazer alongamentos leves para pés, panturrilhas e cadeia posterior; Manter a higiene das palmilhas e do calçado; Trocar a palmilha quando estiver gasta para não perder o efeito. Essas dicas são ideais principalmente para quem passa muitas horas em pé. Já para casos que envolvam questões vasculares, vale apostar em alongamentos, massagens e uso de meias de compressão como complemento – sempre com indicação médica! Por último, fique de olho: se notar dor frequente, cansaço exagerado, calos em locais incomuns ou desgaste irregular no calçado, procure um especialista, pois a pisada pode estar desalinhada.
Corrida impacta saúde dos pés. Saiba cuidados a adotar
Correr é uma das maneiras mais práticas de se exercitar, mas a corrida impacta a saúde dos pés e é necessário adotar cuidados para protegê-los. Seja na esteira, no parque ou nas calçadas, correr é o exercício mais praticado no mundo, conforme levantamento do aplicativo Strava, principal comunidade de atletas do momento, em 2023. A escolha não é à toa: a corrida tem muitos benefícios e quase nenhum gasto, já que pode ser praticada ao ar livre e não requer, obrigatoriamente, aparelhos ou itens esportivos. Entretanto, quem quer garantir que a atividade física traga só benefícios precisa atentar a alguns detalhes. De acordo com o ortopedista e traumatologista Caio Fábio, especialista em pé e tornozelo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), correr com orientação adequada e calçados apropriados fortalece os músculos dos pés e auxilia no controle de peso, o que reduz a pressão sobre as articulações. “Porém, a escolha inadequada do calçado ou a falta de atenção ao tipo de pisada pode causar sobrecarga, gerando dor e lesões”, salienta o médico. Assim, quem deseja começar a correr – ou já iniciou e tem percorrido alguns quilômetros – precisa saber mais sobre o tema. Ônus e bônus da corrida O treinador Adriano Aparecido Silva, supervisor de capacitação da rede de academias Evoque, salienta que a corrida também atua no fortalecimento dos ossos e ligamentos, com uma melhora significativa da resistência dos pés, cujo principal benefício é a prevenção de futuras lesões. No entanto, esses ganhos, embora ótimos para a saúde, são apenas um lado da moeda. Entre as consequências antecipadas pelo ortopedista, Adriano acrescenta mais algumas, como a fascite plantar e a tendinite podal. Isso pode decorrer da falta de acompanhamento ou prática inadequada, mas também como agravamento de quem já tem uma contraindicação para correr. Por isso, nunca é demais lembrar, que a corrida não é recomendada para quem já sofre com: Fascite plantar; Tendinopatia do Aquiles; Neuroma de Morton; Metatarsalgias. Nesse sentido, o treinador Adriano Aparecido Silva reforça que, se mesmo assim a corrida for considerada como prática esportiva, é essencial adaptar o treino e, se necessário, reduzir a intensidade para evitar que essas condições piorem. É que, sem adaptação ou acompanhamento, as condições podem ser agravadas e gerar um impacto negativo à saúde, sobretudo para os pés. Cuidados para quem vai começar a correr Para quem nunca correu, o educador físico indica atenção especial a alguns detalhes: Ao escolher o tênis, opte por modelos com amortecimento e suporte adequado à pisada, e substitua o calçado de tempos em tempos, para garantir sua eficácia; A progressão da corrida deve ser gradual, ou seja, é importante começar com distâncias menores e ritmo leve para ajudar os pés a se adaptarem ao impacto; Atente-se à postura e à técnica, observando a forma como os pés estão em contato com solo para evitar dores; Busque sempre orientação de profissionais capacitados e, se possível, tenha um especialista para supervisionar o treino; Considere meias confortáveis e hidratação diária dos pés, para evitar bolhas e machucados. E se o pé doer com a corrida? Sentir algum desconforto nos pés durante as primeiras corridas é comum, porque os músculos e articulações estão se adaptando. Só que o incômodo não pode ser forte nem incapacitante. “Um desconforto leve e temporário é esperado, mas dores intensas ou persistentes podem ser sinais de sobrecarga e uso de calçado inadequado, por exemplo”, alertam os profissionais. Agora, quando a pessoa já corre e começa a sentir dor, a história é outra. “Para corredores experientes, dores repentinas podem indicar alterações no padrão de treino ou o desgaste dos tênis, que deve ser monitorado”, explica Caio. “Em ambos os casos, é sugerido reduzir a intensidade, descansar e, se necessário, aplicar compressas frias para aliviar a inflamação”, indica. O ortopedista Caio Fábio ainda destaca que alguns problemas têm relação direta com a prática incorreta. “Fascite plantar e tendinite se agravam quando o tênis é inadequado ou quando a técnica está errada, enquanto calos e unhas encravadas geralmente surgem devido ao atrito excessivo com calçados apertados”. Por isso, tanto o médico quanto o treinador recomendam uma avaliação especializada para ajustar o treino e prevenir esses problemas. Mas, afinal, qual é o meu tipo de pisada? Não é complicado identificar o jeito que você pisa no solo - ou, melhor, qual o tipo de pisada que tem. Além da neutra, em que ambas as partes dos pés tocam o chão no mesmo momento, sendo bem uniforme, há duas outras que são conhecidas. A primeira delas é a pisada pronada, definida como aquela em que o pé tem seu arco medial encostado no chão. Geralmente ocorre com pessoas que têm o pé sem cava e isso afeta a biomecânica do corpo, gerando um maior desgaste nas estruturas internas dos pés. Enquanto isso, a pisada supinada (pé cavo) é entendida como a que apresenta um arco elevado, reduzindo a área de contato com o solo e seu formato limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar.
Como evitar rachaduras no calcanhar
As rachaduras, também conhecidas como fissuras podais, são causadas pela combinação do ressecamento com a pressão sobre a pele. Se a pele em questão for a do calcanhar, a melhor maneira de tratar e prevenir um calcanhar rachado é caprichar na hidratação da pele e usar calçados confortáveis, adotando os seguintes cuidados: Passe um hidratante especial para os pés ao menos uma vez por dia (para não escorregar, use meias depois de aplicar o creme); Quando for possível, cubra os pés usando meias e calçados confortáveis ou use calçados que não são abertos na parte de trás (especialmente se você já tem a pele do pé seca); Não ande descalço(a) em pisos ou na areia quente; Se você tem diabetes, cheque os pés com frequência para ver se tem calosidades ou fissuras.

