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O hidratante proporciona nutrição intensa e maciez à pele dos pés. Com fórmula leve, é perfeito para manter a pele hidratada evitando ressecamento.

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Podologia é regulamentada por lei e tem papel fundamental na saúde
Podologia e Podólogos

Podologia é regulamentada por lei e tem papel fundamental na saúde

A podologia no Brasil é uma profissão regulamentada desde 2018, com critérios claros de formação e atuação definidos por lei federal. Isso porque a aprovação do projeto de lei PLC 151/2015 deu à atividade o reconhecimento como área da saúde, com respaldo legal e inclusão no Ministério do Trabalho, por meio de um código próprio na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Na opinião da podóloga Valéria Lemos, enfermeira especializada em podiatria, essa mudança trouxe, sobretudo, dignidade profissional. “Veio uma compreensão maior da sociedade de que podologia não é ‘serviço de salão’, e sim uma área de saúde com profissionais formados”, afirma. Profissional reconhecido Para Valéria Lemos, a regulamentação impulsionou avanços na prática clínica e na valorização do podólogo como parte da equipe multidisciplinar de cuidado. “Hoje, vemos cada vez mais clínicas de podologia estruturadas, muitas vezes dentro de hospitais ou com parcerias com dermatologistas e endocrinologistas”, cita. Ela explica ainda que o trabalho do podólogo atua na prevenção e manutenção da saúde dos pés, enquanto o podiatra com formação em enfermagem clínica é acionado em quadros mais complexos. Ambos trabalham de forma complementar para evitar complicações que podem comprometer a saúde geral do paciente. O que o podólogo pode ou não fazer As competências do podólogo são bem definidas e envolvem o cuidado podal conservador. Entre as práticas autorizadas estão: Corte e lixamento correto de unhas; Remoção de calos; Tratamento de micose e unhas espessas; Assepsia de pequenas fissuras; Tratamento de verrugas plantares; Reflexologia podal; Confecção de órteses de silicone. Além do mais, o profissional pode avaliar alterações dermatológicas e orientar o uso de calçados e cuidados com a pele. Mas há limites: o podólogo não realiza procedimentos invasivos profundos, nem aplica anestesia injetável ou prescreve medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios. Quem pode exercer a profissão Desde a regulamentação, só podem atuar como podólogos os profissionais que tenham completado curso técnico ou superior na área. “O importante é que hoje o paciente pode (e deve) saber se seu podólogo tem certificação”, pontua a enfermeira. Essa formação formal inclui conteúdos como higiene, biossegurança e uso correto de instrumentos – como bisturis, alicates, curetas e lixas –, sempre seguindo protocolos de esterilização. A fiscalização é feita por órgãos como a Vigilância Sanitária e entidades trabalhistas e de defesa do consumidor. Valéria ressalta que esse rigor ajuda a afastar a ideia de que a experiência como pedicure seria suficiente para tal atendimento. “Não são funções que se aprendem apenas na prática do dia a dia, mas sim profissões da área da saúde com formação definida”, defende. Avanços e representatividade Embora a profissão já esteja regulamentada, não existe um Conselho Federal específico de Podologia. Atualmente, a categoria conta com sindicatos e associações estaduais, como a Associação Brasileira de Podólogos (ABP), que atua desde a década de 1960 na organização da classe e na defesa da categoria. A especialista lembra que o desconhecimento sobre a atuação do podólogo ainda é um obstáculo. “Há quem pense que podólogo é médico e esse pensamento surge o tempo todo, o que pode gerar riscos. Por exemplo, alguém com infecção grave insiste em tratar só com podólogo, quando seria necessário um antibiótico que só o médico pode prescrever”, finaliza.

Calcanhar rachado pode indicar má circulação. Entenda!
Calcanhar Rachado

Calcanhar rachado pode indicar má circulação. Entenda!

O calcanhar rachado é um problema comum, mas nem sempre está ligado a questões estéticas. Em alguns casos, a situação se manifesta devido a alterações circulatórias, especialmente quando o sangue não chega adequadamente aos pés. É importante lembrar que a má circulação afeta a nutrição da pele, reduz a regeneração e aumenta o risco de feridas que demoram a cicatrizar. O cirurgião vascular Joé Sestello, diretor-presidente da Unimed de Nova Iguaçu, observa que a circulação arterial insuficiente pode se manifestar por sinais visíveis nos pés, como as tão conhecidas fissuras nos calcanhares. “Quando o fluxo de sangue diminui, a pele tende a ficar ressecada, descamativa e sem pêlos. As unhas se tornam mais frágeis e o calcanhar pode apresentar rachaduras profundas”, explica o médico. Sinais de alerta no calcanhar e nos pés No entanto, o ressecamento causado por má circulação geralmente vem acompanhado de outros sintomas, que denunciam a provável causa. Nesse sentido, o especialista orienta observar se há: Perda de pelos nos pés e pernas; Unhas enfraquecidas e quebradiças; Coloração pálida ou azulada nos dedos; Dor ou sensibilidade aumentada ao caminhar; Aspecto mais fino ou sem gordura na sola dos pés. Essas manifestações indicam que a pele não está recebendo oxigênio e nutrientes suficientes, o que pode favorecer o surgimento de fissuras e feridas por questões circulatórias. Grupos mais vulneráveis De acordo com Sestello, algumas condições elevam o risco de comprometimento vascular. “As pessoas mais predispostas são fumantes, diabéticas, sedentárias e aquelas com colesterol ou triglicerídeos altos. Quem tem inchaço crônico nas pernas também precisa redobrar a atenção”, alerta. Em todos esses casos, a má circulação pode agravar machucados e dificultar a cicatrização. “Qualquer rachadura ou ferida no pé pode piorar quando há deficiência no fluxo sanguíneo”, completa o médico. É ressecamento comum ou vascular? Saber diferenciar a causa da área ressecada e rachada é o pontapé para o diagnóstico. Deve-se prestar atenção, por exemplo, se o ressecamento estético costuma ser superficial, melhorando com hidratação e esfoliação. Já o de origem circulatória vem acompanhado daqueles outros sinais físicos e até sensação de dor. Nessas situações, é importante buscar avaliação especializada, uma vez que a origem do problema pode estar relacionada à insuficiência arterial. A condição exige tratamento específico e imediato para restaurar o fluxo sanguíneo. Cuidados na prevenção Manter a circulação ativa é essencial para evitar tanto as rachaduras quanto as complicações vasculares. Alguns hábitos simples fazem diferença no dia a dia: Hidratar os pés diariamente, com produtos suaves e sem fragrância; Evitar calçados apertados e que causem atrito; Não manipular feridas nem fazer automedicação; Praticar atividades físicas leves e regulares; Manter uma alimentação equilibrada e hidratação adequada. O especialista reforça que, ao escolher cremes ou loções, é preciso cautela. “Alguns hidratantes contêm fragrâncias ou substâncias irritantes. O ideal é buscar orientação médica antes de aplicar qualquer produto na pele.” Quando procurar um vascular O cirurgião vascular Joé Sestello ressalta que a avaliação médica é fundamental quando há dor ao caminhar ou cansaço nas pernas. “Se a pessoa precisa parar ao andar por dor na panturrilha, coxa ou glúteo, e nota pele pálida, unhas quebradiças e ausência de pelos, pode haver comprometimento arterial”, enfatiza. Por essa razão, a atenção precoce ajuda a evitar que rachaduras simples evoluam para feridas difíceis de serem tratadas.

Por que é importante o dedão do pé ter flexibilidade?
Mobilidade Articular

Por que é importante o dedão do pé ter flexibilidade?

Manter a flexibilidade do dedão do pé é essencial não só para a saúde geral dos pés, mas também para o equilíbrio, a postura e a qualidade de vida. Segundo o fisioterapeuta Gustavo Barbosa, da Clínica Movitè, em São Paulo, a mobilidade articular e a flexibilidade muscular são fundamentais para prevenir lesões, realizar as atividades do dia a dia e garantir o bem-estar. O dedão, ou hálux, tem dois papéis fundamentais para os pés: Distribuição de carga: auxilia na melhor distribuição da pressão e da sobrecarga que os pés recebem, funcionando como um ponto de apoio importantíssimo. Estabilidade e impulso: junto com o calcanhar e o dedinho, forma o arco plantar, garantindo estabilidade. Além disso, fornece o impulso final a cada passo, essencial para a locomoção. "Sem a mobilidade do dedão, tarefas simples como caminhar ou ficar em pé podem se tornar desafiadoras. Isso impacta diretamente a qualidade de vida", afirma Barbosa. Os impactos da rigidez no dedão Quando o dedão perde flexibilidade, o corpo compensa, mas gerando uma série de problemas. Os principais são: Alteração na postura, já que a rigidez no hálux pode causar uma má distribuição de carga, levando às modificações posturais e sobrecarga em outras articulações. Dores e lesões, com destaque para as mais comuns, como hálux rígido, joanetes, dedos em garra, fascite plantar e artrose. "A falta de flexibilidade pode afetar não só os pés, mas também joelhos, quadris e até a coluna, dependendo do grau de compensação do corpo", explica o fisioterapeuta. Flexibilidade é essencial para todos Para atletas, a exigência por flexibilidade é ainda maior, já que o ritmo intenso de treinos e competições demanda mais do sistema músculo-esquelético. Mas, mesmo para quem não pratica esportes, a mobilidade do dedão é indispensável. No dia a dia, ficar em pé, caminhar e realizar tarefas básicas dependem diretamente da articulação do dedão. É por isso que cuidar e manter flexível se mostra indispensável, com medidas simples: Pratique exercícios regulares: alongamentos dos dedos, mobilização articular e liberação da fáscia plantar ajudam a preservar ou recuperar a flexibilidade. Escolha calçados adequados: sapatos apertados ou com salto muito alto alteram a distribuição de carga, comprometendo a mobilidade. Prefira modelos confortáveis e saltos baixos. Cuide dos pés: a atenção à saúde dos pés inclui cuidados com as unhas, tratamento de calosidades e hidratação da pele. Fique atento aos sinais Vale lembrar que o envelhecimento é um fator natural que impacta a flexibilidade articular. Com o passar dos anos, os tecidos perdem parte de sua elasticidade e capacidade de adaptação. Pessoas ativas, com hábitos saudáveis e boa condição física, tendem a ter a mobilidade preservada, mesmo em idades avançadas. Já quem apresenta rigidez ou má postura pode sentir os efeitos da senioridade de forma mais acentuada. Assim, identificar precocemente a perda de mobilidade no dedão é essencial para prevenir complicações. Esteja atento a: Dores localizadas ou desconforto na região do hálux; Deformidades, que incluem joanetes e calosidades; Dificuldades de movimento como rigidez ao tentar dobrar o dedão. Quando procurar ajuda médica? Conforme explica Gustavo, o tratamento de problemas relacionados à rigidez do dedão costuma começar de forma conservadora, com fisioterapia, exercícios e mudanças no estilo de vida. No entanto, em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária. Intervenções não invasivas: são a primeira linha de tratamento e podem resolver a maioria dos problemas. Cirurgia: indicada apenas quando o tratamento conservador não apresenta resultados. Após a intervenção, a reabilitação é fundamental para restaurar a mobilidade. "Cada caso deve ser avaliado de forma individualizada para garantir o melhor cuidado e restabelecer a funcionalidade dos pés", finaliza o profissional.

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O hidratante Tenys Pé Baruel é a solução ideal para manter a pele dos pés sempre hidratada e protegida. Com uma fórmula enriquecida com ingredientes de alta qualidade, o produto proporciona uma nutrição profunda, ajudando a restaurar e reter a umidade natural da pele. Sua textura leve e de rápida absorção facilita o uso diário, sem deixar resíduos oleosos, promovendo uma sensação imediata de conforto e bem-estar. Os ativos presentes no hidratante atuam para suavizar calosidades e prevenir o aparecimento de fissuras, comuns em áreas mais ressecadas.