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O hidratante proporciona nutrição intensa e maciez à pele dos pés. Com fórmula leve, é perfeito para manter a pele hidratada evitando ressecamento.

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Calor e sapatos apertados agravam o Neuroma de Morton
Neuroma de Morton

Calor e sapatos apertados agravam o Neuroma de Morton

O Neuroma de Morton é uma inflamação do nervo localizado entre os ossos do antepé, geralmente no terceiro e quarto dedos. A compressão constante dessa região provoca espessamento do nervo, dor, sensação de queimação, formigamento e até a impressão de estar ‘pisando em uma pedrinha’. O desconforto pode ser ainda pior com gatilhos como o calor e o uso de sapatos apertados. Paulo Frederico, ortopedista especialista em cirurgia do pé e tornozelo e presidente da Comissão de Ensino e Treinamento da SBOT-RJ, esclarece que as altas temperaturas causam dilatação dos vasos e leve inchaço nos pés, o que aumenta a pressão sobre o nervo. Já calçados inadequados comprimem a cabeça dos metatarsos e agravam ainda mais a inflamação. “O calor intensifica os sintomas e os calçados estreitos comprimem o nervo entre os ossos do antepé, gerando atrito e dor. Por isso, quem sofre com o Neuroma de Morton deve redobrar a atenção nos dias quentes e evitar sapatos que apertem ou tenham salto alto”, reforça o médico. Cuidados com fatores de risco O ideal é evitar sapatos de bico fino, salto alto e solado rígido, pois esses modelos empurram o peso do corpo para o antepé e comprimem os dedos. A orientação é apostar em opções com bico largo, solado macio e bom amortecimento, como tênis esportivos. Mas, além do calor e dos calçados estreitos, há outros gatilhos que favorecem o desenvolvimento do Neuroma de Morton: Pés cavos ou planos (pois alteram a distribuição da carga); Encurtamento do tendão de Aquiles; Ganho de peso recente; Traumas repetitivos no antepé; Atividades de impacto, como corrida ou salto, que aumentam a sobrecarga. Por isso, não basta dedicar atenção apenas no verão ou escolher o sapato certo: é preciso olhar para todos esses possíveis estímulos e focar na prevenção. Como identificar o Neuroma de Morton O ortopedista destaca a dor em queimação entre os dedos, com irradiação para as pontas, como o sintoma mais marcante. Também é comum a sensação de “choque” ou da famosa “pedrinha no sapato”, que piora com o uso de calçados apertados e melhora ao caminhar descalço. Ele esclarece que o diagnóstico é geralmente clínico, baseado no exame físico e no Teste de Mulder, que aplica compressão lateral no antepé para reproduzir a dor. Exames como ultrassom e ressonância magnética complementam a avaliação, mostrando o espessamento do nervo e sinais inflamatórios. Tratamentos mais eficazes Na grande maioria dos casos, o tratamento é conservador e envolve: Troca dos calçados; Uso de palmilhas com apoio retrocapital; Fisioterapia e alongamentos; Aplicação local de anti-inflamatórios; Infiltrações guiadas, quando necessário; Ajustes no treino para quem pratica corrida. O médico observa que, se a dor se tornar crônica e resistente, pode ser indicada cirurgia para remoção do neuroma ou técnicas percutâneas que redistribuem a carga metatarsal. “O Neuroma de Morton é uma condição benigna, mas que pode afetar a qualidade de vida se for ignorada. Reconhecer os sintomas e cuidar dos pés com atenção é essencial para manter o corpo em movimento e livre de dor”, finaliza Paulo.

O que é o pé diabético e quais são os cuidados essenciais?
Pé Diabético

O que é o pé diabético e quais são os cuidados essenciais?

Quem tem diabetes precisa caprichar na hidratação e checar os pés todo dia para evitar feridas que prejudiquem sua saúde. Algumas pessoas que têm diabetes podem desenvolver uma condição chamada de “pé diabético”. Isso acontece quando se tem uma ou mais complicações do diabetes, como neuropatia (que afeta o funcionamento dos nervos), circulação reduzida ou deformidades na estrutura do pé. A neuropatia causa uma perda de sensibilidade que não deixa a pessoa sentir dor e desconforto nos pés se tiver uma irritação na pele, que pode virar uma ferida (ou úlcera). “Essa ferida é a uma causa importante de amputação”, alerta a endocrinologista Sharon Nina Admoni, responsável pelo ambulatório de pé diabético do grupo de diabetes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e médica do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês. Já a doença vascular reduz a circulação nas pernas e nos pés devido ao acúmulo de placas de gordura na parede das artérias, dificultando a cicatrização de feridas e piorando o inchaço. E a deformidade dos pés, combinada com a neuropatia e/ou a diminuição da circulação, pode levar ao desenvolvimento de uma ferida que pode ter graves consequências. “Essa ulceração é mais comum na planta do pé. Se não for tratada, pode destruir os tecidos mais profundos, levando à amputação”, explica Roseanne Montargil Rocha, enfermeira especialista em Estomaterapia e coordenadora do Departamento do Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes. Um sapato apertado, uma pedrinha na meia ou uma pressão sob determinada área do pé, por exemplo, cria uma calosidade. “Por baixo desse calo pode acontecer uma hemorragia, que não é sentida por causa da perda de sensibilidade e dá origem à úlcera, que afeta as camadas por baixo da pele”, diz Admoni. Nesses casos, é preciso consultar um especialista para remover o calo e tratar a lesão ou infecção — e jamais fazer isso em casa. Isso porque, dependendo da seriedade do problema, será preciso debridar a úlcera, ou seja, remover o tecido que necrosou e limpar a lesão para deixar somente a pele e os tecidos saudáveis. Como cuidar do pé diabético Como quem tem pé diabético pode não sentir dor ao se ferir ou ao pisar de maneira diferente por causa de alterações na estrutura do pé, precisa dedicar um tempinho ao cuidado diário com os pés. “Essa inspeção deve ser feita todo dia, especialmente em caso de perda de sensibilidade”, diz Rocha. Para começar essa rotina diária de cuidado, a Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda observar a textura da pele e ver se algum ponto está mais áspero ou ressecado —especialmente no calcanhar— e se há calosidades, vermelhidão, inchaço, rachaduras na pele ou aumento da temperatura, que podem ser indícios de uma infecção. Na rotina de cuidado, também é importante afastar os dedos dos pés para procurar feridas ou um aspecto esbranquiçado na pele, que pode sinalizar a presença de micoses (como as frieiras). E, claro, manter os hábitos de higiene, como lavar e secar bem os pés e, principalmente, aplicar hidratante específico para eles. “A neuropatia deixa o pé mais ressecado, mais propenso a ter rachaduras e fissuras”, afirma Admoni. Uma vez por semana, é bom fazer uma esfoliação nos pés. Os esfoliantes removem as células mortas da superfície da pele e estimulam sua renovação, além de preparar a pele para absorver melhor o hidratante. Quem tem pé diabético precisa de calçados especiais? Outra recomendação importante é nunca andar com os pés descalços, especialmente quem tem neuropatia, porque isso aumenta as chances de machucar os pés sem perceber e pode causar úlceras. Os calçados devem estar na medida certa: nem muito apertados nem muito largos, para não causar bolhas e outras feridas por causa do atrito. “O calçado inadequado é a principal causa externa das ulcerações no pé”, afirma Rocha. Além disso, deve ter um solado rígido. “Assim, ele organiza o caminhar e distribui de maneira melhor as pressões sobre os pés”, completa Admoni. “Também é importante, especialmente para quem tem neuropatia, que o calçado tenha um contraforte. É aquela estrutura na parte do calcanhar, para que o pé não escorregue.” Para não machucar o pé, escolha calçados sem costuras internas ou rebarbas e feitos de materiais macios. Com eles, é bom usar meias de algodão, também sem costuras, e de preferência claras, que “denunciam” se houver algum machucado. Se a meia tiver costuras, o melhor é usá-la do avesso. 5 dicas para a saúde do pé Verifique sempre a glicemia para mantê-la sob controle; Inspecione seus pés diariamente para ver se existe alguma lesão, inchaço ou aumento de temperatura; Aplique hidratante todo dia para melhorar a qualidade da pele; Use calçados adequados, de solado rígido, para dar apoio aos pés; Se descobrir alguma lesão, procure auxílio médico — não tente tratar em casa.

Quais produtos usar para cuidar dos pés?
Cuidado Diário

Quais produtos usar para cuidar dos pés?

Nem precisa arrumar muito espaço no banheiro: três produtos para o pé bastam para cuidar bem dessa parte tão importante do corpo no dia a dia. Combinados, eles afastam de vez incômodos, como o mau odor, a pele seca e o suor excessivo. Confira, abaixo, quais produtos para os pés não podem faltar na sua rotina de cuidados — e em quais casos eles são mais indicados. Sabonete No banho, podemos usar o sabonete comum para lavar os pés. A ideia é usar uma esponja ou bucha e esfregar bem de leve para retirar a pele que descama naturalmente e evitar que ela se acumule e favoreça o aparecimento do mau odor pela presença de umidade e microrganismos. Já o sabonete antibacteriano é a melhor opção para quem sente um odor desagradável permanente, mesmo com os cuidados diários, de acordo com Renato Buscher Cruz, docente de saúde e bem-estar do Senac Osasco. E o sabonete antifúngico é recomendado apenas em caso de infecção por fungos (como micose e frieira). Desodorante Assim como fazemos com as axilas, é bom usar um desodorante próprio para os pés depois do banho. “Ele evita a transpiração excessiva e mantém os pés secos. Isso evita a proliferação de microrganismos responsáveis pelo mau odor e que eventualmente poderiam causar outras doenças”, afirma Cruz. O desodorante para os pés (ou desodorante para os pés) contém substâncias específicas não só para manter os pés secos, mas também para evitar a multiplicação de fungos e de bactérias. “Fazer uso de desodorantes para os pés é uma questão de saúde e bem-estar”, completa o especialista. O uso do desodorante em pó ajuda a controlar a transpiração e é indicado para quem costuma suar bastante nos pés. E olha que eles não suam pouco: temos cerca de 250 mil glândulas sudoríparas nesta região. “Pensando na quantidade de suor que eles produzem, dá para entender os cuidados que temos que ter com eles todos os dias”, diz Cruz. O excesso de transpiração pode levar ao aparecimento de fissuras no pé, favorecendo a contaminação por fungos que causam a frieira, ou pé de atleta, aponta Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. “Nesse caso, é melhor usar o desodorante em pó, que absorve melhor a transpiração”, diz. Hidratante Quem tem a pele seca pode usar um hidratante após o banho, depois de secar bem os pés, especialmente entre os dedos. “Na idade adulta, os pés começam a ficar ressecados, principalmente na terceira idade. Por isso é preciso fazer uma hidratação diária com um creme específico para os pés para evitar o ressecamento e doenças que podem surgir a partir de lesões na pele, como rachaduras”, explica o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. O hidratante também pode evitar lesões no verão, quando os pés ficam mais ressecados por causa do uso de sandálias e chinelos. Em ambos os casos, é preciso aplicar um creme específico para a pele do pé, que é mais grossa e tem menos oleosidade do que a pele do restante do corpo, ensina Bega.

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O hidratante Tenys Pé Baruel é a solução ideal para manter a pele dos pés sempre hidratada e protegida. Com uma fórmula enriquecida com ingredientes de alta qualidade, o produto proporciona uma nutrição profunda, ajudando a restaurar e reter a umidade natural da pele. Sua textura leve e de rápida absorção facilita o uso diário, sem deixar resíduos oleosos, promovendo uma sensação imediata de conforto e bem-estar. Os ativos presentes no hidratante atuam para suavizar calosidades e prevenir o aparecimento de fissuras, comuns em áreas mais ressecadas.