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O hidratante proporciona nutrição intensa e maciez à pele dos pés. Com fórmula leve, é perfeito para manter a pele hidratada evitando ressecamento.

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Qual a diferença do pé diabético para o diabético?
Pé Diabético

Qual a diferença do pé diabético para o diabético?

Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos, explica que a grande diferença do diabético para o pé diabético é que no primeiro caso a pessoa é portadora de uma doença chamada diabetes, onde através de vários fatores fisiopatológicos, seu organismo não consegue realizar o controle adequado dos índices glicêmicos no sangue, causando hiperglicemia, seja pela falta da insulina ou pelo não funcionamento correto e fisiológico deste hormônio. Já com relação ao pé diabético, trata-se uma complicação da diabetes que pode levar à diversas alterações circulatórias e neurológicas onde o paciente pode desenvolver perda das sensibilidades, deformidades e até mesmo desenvolver feridas. “Vale enfatizar que nem todas as pessoas que são portadores de diabetes irão desenvolver os pés diabéticos, sobretudo passar para um grau de amputação. Esses riscos são inerentes a um diabetes mal controlado ao que tange má alimentação (dietas ricas em gordura e carboidratos), baixa adesão ao tratamento farmacológico para tratar a doença, sedentarismo, falta de cuidado com os pés, entre outros fatores de risco”, esclarece Nardi. Leia também: Pés diabéticos precisam de atenção redobrada

É joanete ou gota? Saiba diferenciar as situações
Joanete

É joanete ou gota? Saiba diferenciar as situações

Dores e inchaço no dedão do pé podem ser sinais tanto de joanete (nome popular para Hallux Valgus), quanto de gota. No entanto, cada condição tem causas e características bem diferentes. A principal diferença está no momento em que os sintomas aparecem e nos fatores que os desencadeiam, conforme explica o ortopedista Caio Yoshino, do Hospital Japonês Santa Cruz, em São Paulo. No caso do joanete, a dor surge de forma progressiva e piora com o tempo, especialmente com o uso de calçados inadequados. Já em um quadro de gota, a crise é súbita e intensa, geralmente após o consumo excessivo de alimentos ricos em purinas, como carnes vermelhas, frutos do mar e bebidas alcoólicas. Características principais Joanete Deformidade óssea na articulação do dedão, causando desvio do dedo para dentro. Pode gerar dor ao caminhar e aumentar com o tempo. Associada ao uso frequente de calçados apertados ou de salto alto. Predisposição genética é um fator importante. Gota Inflamação provocada pelo excesso de ácido úrico no sangue. Causa crises súbitas de dor intensa, vermelhidão e inchaço. É mais comum em homens, especialmente acima dos 40 anos. O histórico alimentar influencia diretamente no surgimento dos sintomas. Mesmo local, padrões diferentes Em muitos casos, ambos problemas afetam a mesma região do corpo: a base do dedão do pé. Por isso, o médico explica que apenas a localização do incômodo não é suficiente para o diagnóstico. Outros fatores, como o padrão dos sintomas e os gatilhos para dor, devem sempre ser observados. Enquanto o joanete se desenvolve gradualmente, a gota costuma se manifestar em crises agudas, que podem durar dias e reaparecer com frequência caso a alimentação e outros hábitos não sejam ajustados. Os exames necessários para diferenciar um caso do outro também são diferenciais entre os quadros. De acordo com o especialista, o joanete pode ser confirmado com uma série de radiografias e, com a gota, é preciso medir os níveis de ácido úrico no sangue. Yoshino lembra que, embora seja raro, uma pessoa pode desenvolver ambas as condições simultaneamente. Nesse caso, o médico deve investigar as duas possibilidades e tratá-las separadamente, já que não compartilham da mesma causa. Fatores de risco Joanete Uso frequente de sapatos apertados ou de salto alto. Predisposição genética. Alterações biomecânicas do pé. Gota Alimentação rica em purinas, como carnes vermelhas, frutos do mar e bebidas alcoólicas. Histórico familiar da doença. Problemas renais ou metabólicos que dificultam a eliminação do ácido úrico. Aprenda a aliviar os sintomas Seja gota ou joanete, a prevenção e o controle de fatores de risco são essenciais. Determinadas medidas, mesmo iniciais, já podem reduzir o desconforto manifestado. Com o diagnóstico confirmado, as recomendações são: Para joanete: evitar calçados apertados; dar preferência a modelos com bico largo e salto baixo; e considerar o uso de palmilhas ortopédicas. Para gota: controlar a alimentação, reduzindo o consumo de carnes vermelhas, frutos do mar e álcool; manter uma boa hidratação para auxiliar na eliminação do ácido úrico. Nas duas situações, o acompanhamento médico é fundamental para definir o melhor tratamento e evitar complicações.

Para que serve desodorante para os pés
Suor e Odor

Para que serve desodorante para os pés

Descubra a diferença entre o desodorante pédico e o das axilas e como evitar problemas como frieiras e mau cheiro. Assim como o desodorante que usamos nas axilas, o desodorante para os pés evita odores desagradáveis. Mas não só isso: ele também age como um antisséptico, restringindo a multiplicação excessiva de microrganismos, e absorve a umidade causada pelo suor nos pés. “O desodorante para os pés tem substâncias que são bactericidas e fungicidas ou fungistáticas (que não deixam os fungos crescerem). Ao mesmo tempo em que ele ajuda a prevenir micoses, frieiras e infecções bacterianas, proporciona um odor agradável aos pés, mesmo para quem não tem chulé”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Ele explica que o chulé – também conhecido como bromidrose – é causado pela combinação da umidade causada pelo suor nos pés com as bactérias naturalmente presentes na nossa pele. O mau cheiro vem da decomposição do suor por essas bactérias, se o pé não for devidamente higienizado. Por isso o desodorante para os pés têm agentes antimicrobianos específicos para as bactérias que se desenvolvem no ambiente quente e úmido que se cria nessa parte do corpo e outros ingredientes (como o amido de milho) que absorvem a umidade para manter os pés secos. “O desodorante pédico é formulado especificamente para o tipo de transpiração e de micro-organismos que afetam mais os pés. Tem um odor mais forte porque essa é uma região que costuma ficar fechada e que transpira, além de estar em contato com as sujidades do calçado”, explica Bega. Quem precisa usar desodorante para os pés? O desodorante pédico deve ser usado por qualquer pessoa, não só por quem sua muito no pé, afirma Bega. Para quem transpira mais nesta região, ele recomenda usar o desodorante em forma de talco, que absorve bem essa umidade e mantém o pé seco. “Não é a mesma coisa que usar o talco comum ou os formulados para bebês, pois esses não têm as substâncias específicas para a microbiota dos pés”, alerta o podólogo. A versão em pó também é boa para quem quer prevenir as frieiras, que são causadas por fungos que surgem entre os dedos quando essa região fica úmida por muito tempo. “O excesso de transpiração no pé pode levar ao aparecimento de fissuras, e a frieira pode se instalar. Por isso é importante usar um desodorante que absorva bem a transpiração”, diz. Já para quem não sua excessivamente no pé mas quer ter um cheirinho agradável no final do dia, ele recomenda usar o desodorante pédico em aerossol. O ideal é aplicar o desodorante duas vezes ao dia: de manhã e à noite, de preferência após o banho. No banho, a recomendação é lavar bem os pés com sabonete e, ao sair, secar completamente (especialmente entre os dedos) para então aplicar o desodorante, especialmente entre os dedos e nas unhas, regiões onde as bactérias costumam se multiplicar. Para completar a rotina contra o chulé, podemos também usar meias de algodão e dar preferência a calçados feitos de materiais “respiráveis”.

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O hidratante Tenys Pé Baruel é a solução ideal para manter a pele dos pés sempre hidratada e protegida. Com uma fórmula enriquecida com ingredientes de alta qualidade, o produto proporciona uma nutrição profunda, ajudando a restaurar e reter a umidade natural da pele. Sua textura leve e de rápida absorção facilita o uso diário, sem deixar resíduos oleosos, promovendo uma sensação imediata de conforto e bem-estar. Os ativos presentes no hidratante atuam para suavizar calosidades e prevenir o aparecimento de fissuras, comuns em áreas mais ressecadas.