Hidratante
O hidratante proporciona nutrição intensa e maciez à pele dos pés. Com fórmula leve, é perfeito para manter a pele hidratada evitando ressecamento.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Hidratação intensiva para recuperar pés ressecados no verão
Sol forte, areia da praia e cloro da piscina são a combinação perfeita para um verão divertido, mas desafiador para a pele dos pés. Juntos, esses fatores aumentam o risco de ressecamento intenso, deixando os calcanhares ásperos, esbranquiçados e até rachados. Além de prejudicar a aparência, podem causar dor e facilitar infecções. De acordo com a cosmetóloga Vitória Contini, professora de Cosmetologia Clínica na FMU, cada agente age de maneira diferente: o sol provoca perda acelerada da hidratação natural da pele, a areia funciona como um abrasivo que desgasta a camada protetora e a água da piscina, por conter cloro, compromete ainda mais a barreira cutânea. Já a podóloga Grace Kelly Barreto complementa que, se o ressecamento evoluir, acaba deixando a pele vulnerável. “As fissuras profundas machucam, sangram e até infeccionam. Nesse ponto, não é apenas uma questão estética, mas sim de saúde.” Ingredientes que fazem a diferença Os melhores produtos para pés ressecados têm fórmulas mais potentes, pensadas para uma pele mais espessa, como a do calcanhar. Entre os ativos recomendados pela cosmetóloga Vitória estão: Ureia (5% a 20%), com ação umectante e queratolítica suave; Glicerina e propilenoglicol, que atraem água para a pele; Manteigas vegetais como karité, cupuaçu e cacau, com efeitos emolientes e restauradores; Óleos vegetais como jojoba, amêndoas, semente de uva e coco, que repõem lipídios; Pantenol e alantoína, com ação calmante e cicatrizante; Ceramidas, que reforçam a barreira cutânea. Nesse sentido, a profissional lembra que os cremes corporais comuns costumam ter concentrações menores desses ativos e são mais leves, voltados para manutenção. Já os específicos para pés possuem texturas densas e maior liberação prolongada, capazes de promover reparação intensa. Além da hidratação tópica, beber bastante água durante o dia também faz parte do processo, pois a ingestão adequada de líquidos melhora a hidratação da pele. Frequência e rotina ideais O mais recomendado é aplicar o creme duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. No período noturno, a especialista recomenda usar meias de algodão após a aplicação para potencializar o efeito do creme. Esse cuidado evita que o produto seja removido durante o sono e garante maior penetração dos ativos. Grace reforça que a regularidade é essencial para bons resultados. “Não adianta hidratar um dia e esquecer na semana seguinte. O efeito é cumulativo e só funciona se feito todos os dias”, orienta. Esfoliação é aliada ou vilã? Vitória Contini indica a esfoliação semanal como complemento para remover células mortas e aumentar a eficácia do hidratante. Para isso, recomenda esfoliantes químicos suaves, como ureia 20% ou ácido láctico em baixa concentração, ou mecânicos (que têm partículas) delicados. O melhor é evitar produtos muito agressivos, que podem machucar a pele. É comum pensar na famosa lixa de pés nesse momento. Mas a podóloga Grace Kelly Barreto já deixa o alerta: é errado exagerar no lixamento ou raspagem. “Quando a pele entende que está sendo agredida, reage formando mais calos ainda”, adverte. Tratamentos profissionais A hidratação intensiva também pode ser feita no consultório. Ao visitar um podólogo, por exemplo, o profissional poderá realizar: Limpeza completa; Retirada do excesso de pele morta; Hidratação profunda; Aplicação de curativos, se necessário. Vitória ainda acrescenta que ressecamentos crônicos merecem avaliação médica, pois podem estar relacionados a diabetes, dermatite atópica e psoríase. O diagnóstico correto garante que o tratamento seja mais eficaz e seguro. Por último, as profissionais reforçam que cuidados extras no dia a dia podem ajudar bastante. Assim, evite andar descalço, seque bem os pés, aplique protetor solar quando estiver exposto ao sol e faça um revezamento entre os calçados. Antes de qualquer tratamento, procure um profissional qualificado para avaliar o caso e indicar a melhor conduta.
Por que adolescentes sofrem mais com chulé?
Na adolescência, o mau cheiro nos pés costuma ser muito mais frequente e incomodar bastante. O famoso e indesejado chulé pode afetar diretamente a autoestima, justamente em um período marcado por tantas mudanças físicas e emocionais. Embora seja comum, não acontece por acaso. Compreender a causa ajuda na solução. Conforme explica a dermatologista Nádia Aires, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, o suor em si não tem cheiro. Na verdade, o odor desagradável aparece quando bactérias da flora natural da pele degradam os componentes do suor. “Durante a puberdade, as alterações hormonais levam ao aumento da atividade das glândulas sudoríparas e a uma mudança importante na composição cutânea. Por isso, há mais volume de suor e bactérias com maior capacidade de decompor o suor produzido em substâncias com mau cheiro”, explica a médica. O que acontece nos pés nessa fase A especialista reforça que os fungos não são a causa do chulé. Ainda assim, são os vilões de outras condições, como as micoses, que podem causar fissuras na pele, aumentar a proliferação de bactérias e, consequentemente, agravar o odor. Alguns hábitos comuns na adolescência criam o ambiente ideal para esse processo: Uso prolongado de calçados fechados (menos ventilação e mais temperatura). Optar por meias sintéticas, que não absorvem o suor e mantêm a pele úmida e com pH elevado. Não lavar nem secar os pés corretamente. Usar as mesmas meias e calçados diariamente. Utilizar sapatos úmidos. Isso porque o suor é predominantemente formado por água, eletrólitos, aminoácidos e ácidos graxos. Esses componentes servem de substrato para as bactérias, que os transformam em compostos voláteis de odor ácido ou sulfuroso característico. O papel dos hormônios e do estresse A endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional de São Paulo (SBEM-SP), lembra que a adolescência é marcada pelo amadurecimento do eixo hormonal. Isso eleva a produção de hormônios como a testosterona, que estimula as glândulas apócrinas. “Nos pés, predominam as glândulas écrinas, que já produzem mais suor. Além disso, situações de estresse e ansiedade, que são comuns nessa fase, podem aumentar a liberação de adrenalina e estimular a transpiração”, observa a médica. Já o desbalanço do sistema nervoso simpático leva ao suor excessivo, conhecido como hiperidrose. A condição pode atingir pés, mãos e axilas, mesmo sem calor ou estresse. Como cuidar e em que ficar de olho A dermatologista Nádia Aires reforça que, na maior parte das vezes, o chulé está relacionado a fatores locais. Por isso, incorporar cuidados simples à rotina é suficiente, como: Lavar os pés com sabonetes antissépticos. Secar bem os pés e entre os dedos. Usar meias de algodão ou de tecido tecnológico respirável e trocá-las com frequência. Revezar os calçados, deixando o par usado secar por, pelo menos, 24 horas antes de ser reutilizado. Dar preferência a sapatos abertos ou com ventilação. Em casos de suor excessivo, utilizar antitranspirantes ou talcos secativos, sempre com orientação profissional. Mas vale ficar de olho em alguns sinais de alerta. Busque avaliação médica se houver: Odor muito intenso e persistente que não cede com os hábitos de higiene; Suor excessivo; Vermelhidão e descamação; Fissuras entre os dedos com maceração; Fissuras dolorosas com secreção amarelada ou purulenta. “Se o suor intenso vier com perda de peso, tremores, queda de cabelo ou alterações de pressão, é importante investigar possíveis alterações hormonais, como distúrbios da tireoide ou da suprarrenal”, orienta a endocrinologista Andressa Heimbecher.
Seu pé é supinado ou pronado? Entenda as diferenças
Dentre as estruturas corporais identificadas, há quem tenha pés supinados ou pronados, condições que afetam a maneira como o pé toca o chão e distribui o peso do corpo. Ou seja, apesar de os pés desempenharem papel fundamental na mobilidade e no equilíbrio do corpo, nem todo mundo possui uma estrutura anatômica ideal. Ter uma dessas variações significa uma possível influência na saúde articular, na propensão a lesões e até mesmo no envelhecimento. É fácil identificar um ou outro caso, já que pé supinado e pé pronado têm diferenças marcantes. “São completamente diferentes do ponto de vista anatômico e funcional”, frisa a ortopedista Tania Szejnfeld Mann, chefe do Grupo de Medicina e Cirurgia do Pé e Tornozelo da UNIFESP e membro do Hospital Israelita Albert Einstein. O que é pé supinado O pé supinado apresenta uma flexão do primeiro raio – estrutura óssea que inclui o dedão do pé e o metatarso correspondente. Essa característica faz com que, ao apoiar o antepé no chão, esse primeiro raio force o restante do pé a se ajustar, o que resulta em um calcanhar inclinado para dentro, conhecido como varo. “O pé supinado tende a ser mais rígido, o que pode limitar a capacidade de adaptação em terrenos irregulares e aumentar o risco de lesões por sobrecarga, como fraturas por estresse”, explica a médica. A rigidez desse tipo de pé dificulta a absorção de impacto, sobrecarregando os músculos e articulações durante atividades físicas. O que é pé pronado É o oposto do supinado. No caso do pé pronado, o primeiro raio é elevado, o que causa um desabamento do arco plantar e obriga o calcanhar a se inclinar para fora – uma condição chamada de valgo. Essa anatomia resulta em maior flexibilidade, mas também em instabilidade. “O pé pronado está mais associado às tendinites e a outros problemas relacionados à instabilidade articular, já que o arco plantar desabado não oferece o suporte necessário para o alinhamento corporal”, acrescenta a especialista. Mobilidade e impacto funcional As diferenças entre os dois tipos de pés têm implicações diretas na mobilidade. O pé supinado, por ser mais rígido, oferece menos amortecimento e pode levar ao desenvolvimento de lesões devido ao impacto repetitivo. Já o pé pronado, por sua flexibilidade excessiva, compromete o alinhamento biomecânico, tornando-se mais suscetível a tendinites e lesões ligamentares. Ambas as condições podem exigir ajustes no dia a dia, como o uso de calçados adequados, palmilhas ortopédicas ou mesmo fisioterapia para corrigir desequilíbrios musculares. Em casos mais severos, intervenções médicas podem ser necessárias para prevenir complicações. Envelhecimento e saúde dos pés No processo de envelhecimento, tanto o pé supinado quanto o pronado podem apresentar desafios adicionais, mas não há como prever qual tipo de pé será mais problemático, conforme explica a ortopedista. “Isso depende da demanda física de cada indivíduo ao longo da vida”, ressalta Tania Szejnfeld Mann. Por exemplo, pessoas com pés supinados podem enfrentar maior desgaste articular devido à sobrecarga constante, enquanto aquelas com pés pronados podem desenvolver deformidades no arco plantar ou lesões crônicas nos tendões. Assim, o acompanhamento médico regular se mostra essencial para prevenir complicações e manter a qualidade de vida. Cuidados preventivos Independentemente do tipo de pé, algumas medidas gerais podem ajudar a preservar a saúde e a funcionalidade ao longo do tempo, conforme destaca a ortopedista: Escolha calçados adequados: prefira modelos que ofereçam suporte ao arco plantar e absorção de impacto; Use palmilhas personalizadas: costumam ser indicadas para correção postural e distribuição adequada do peso; Faça exercícios de fortalecimento: atividades que reforçam os músculos dos pés e tornozelos ajudam a melhorar a estabilidade; Consulte um ortopedista regularmente: vá ao médico especialmente se sentir dores recorrentes ou alterações na forma como anda.
Mais sobre Hidratante
O hidratante Tenys Pé Baruel é a solução ideal para manter a pele dos pés sempre hidratada e protegida. Com uma fórmula enriquecida com ingredientes de alta qualidade, o produto proporciona uma nutrição profunda, ajudando a restaurar e reter a umidade natural da pele. Sua textura leve e de rápida absorção facilita o uso diário, sem deixar resíduos oleosos, promovendo uma sensação imediata de conforto e bem-estar. Os ativos presentes no hidratante atuam para suavizar calosidades e prevenir o aparecimento de fissuras, comuns em áreas mais ressecadas.

