Hidratante
O hidratante proporciona nutrição intensa e maciez à pele dos pés. Com fórmula leve, é perfeito para manter a pele hidratada evitando ressecamento.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Caminhar na esteira, na rua, na areia: o que é melhor?
A caminhada é uma das atividades físicas mais simples e benéficas para a saúde, mas o tipo de base percorrida - esteira, asfalto ou areia, por exemplo - pode influenciar significativamente os resultados e o impacto para as articulações. Isso porque pisos diferentes alteram o esforço necessário e afetam a biomecânica do corpo. “Enquanto o asfalto oferece mais impacto, a esteira é ideal para iniciantes por ser mais segura. Já a areia exige maior esforço muscular, sendo excelente para fortalecer a musculatura, sem impactar tanto”, cita o fisioterapeuta Kauê Yub, especialista em traumatologia e ortopedia do esporte. Como os terrenos influenciam Antes de decidir por onde caminhar, vale saber que cada tipo de solo possui características específicas, que afetam diretamente a resposta do corpo à caminhada. Nesse sentido, entenda que: Asfalto é o terreno mais rígido. Oferece maior impacto nas articulações do tornozelo e joelho. Apesar disso, proporciona uma mecânica mais natural da caminhada, semelhante ao dia a dia. Esteira possui amortecimento que reduz o impacto, indicada sobretudo para pessoas com dores articulares ou em retorno pós-lesão. Entretanto, por ser uma superfície previsível e estável, exige menos esforço muscular. Areia dura absorve impacto e oferece uma alternativa menos intensa que a areia fofa, ainda mantendo bom nível de segurança articular. Areia fofa requer maior esforço muscular devido à instabilidade, aumentando consequentemente o gasto calórico. É ideal para fortalecer pernas e pés, mas deve ser usada com moderação para evitar fadiga muscular. “Cada solo tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha ideal depende das condições físicas e do objetivo de quem caminha”, destaca o fisioterapeuta. Qual é o melhor solo para caminhar? A escolha do terreno mais adequado varia em função do estado físico e dos objetivos de quem caminha. Quem tem artrose ou desgastes deve optar pela esteira, enquanto a praia vale mais para os que estão retornando ao esporte, inclusive pós-fraturas ou com uma canelite, por exemplo, pois haverá esforço, mas preservando as articulações. O fisioterapeuta explica ainda que há uma sequência recomendada para quem deseja progredir de forma segura, especialmente ao voltar à prática: 1º) Esteira: oferece baixo impacto e controle de intensidade, ideal para reabilitação e adaptação inicial. 2º) Areia fofa: exige mais esforço muscular com baixo impacto articular e ajuda a desenvolver força nas pernas e pés. 3º) Asfalto: é o retorno ao movimento natural, proporcionando um desafio maior, mas com mais impacto nas articulações. “A progressão gradual é essencial para evitar lesões e permitir a adaptação muscular e articular. Cada solo tem seu momento certo”, orienta o especialista. Cuidados específicos para cada tipo de solo Seja qual for o terreno escolhido, é importante saber que não deve-se começar a caminhar sem antes adotar cuidados específicos para evitar lesões. Na esteira: mantenha uma postura adequada e ajuste a velocidade gradualmente para evitar desequilíbrios. Apesar de segura, a esteira não substitui completamente a caminhada ao ar livre. Na areia: é importante caminhar com calçados adequados e, ocasionalmente, descalço para fortalecer a musculatura dos pés. Evite sobrecarga ou volume excessivo de treino, especialmente no início. No asfalto: é bom evitar terrenos inclinados ou irregulares, pois podem sobrecarregar músculos estabilizadores e causar tendinites. Use calçados com bom amortecimento para reduzir o impacto. “O volume excessivo de caminhada, independentemente do solo, é o maior vilão para iniciantes. O ideal é começar aos poucos e progredir com cautela”, reforça Yub. Caminhada na rua X na esteira Dúvidas comuns de quem caminha são as diferenças relacionadas à rua e à esteira. Causam o mesmo efeito? Oferecem os mesmos ganhos? O fisioterapeuta esclarece que o asfalto sempre oferece uma mecânica mais natural, diferentemente da esteira, equipada com amortecimento para reduzir o impacto nas articulações. “Na rua, você utiliza a musculatura exatamente como deve, fazendo a propulsão do corpo para frente. Já na esteira, o movimento é diferente, porque o tapete se move sob os pés, exigindo menos força”, esclarece Kauê Yub. Diante disso, a principal recomendação do especialista é alternar os dois tipos de terreno, especialmente para quem busca treinar para caminhadas longas ou desafios ao ar livre. Calçado é uma escolha individual A escolha do calçado ideal para caminhada varia conforme o formato do pé e o tipo de terreno. “Não existe um tênis perfeito para todos, mas é essencial que ele seja confortável e não machuque”, orienta o fisioterapeuta. Ao caminhar no asfalto, prefira opções com bom amortecimento para minimizar o impacto. Na areia, opte por modelos mais aderentes. Na esteira, escolha tênis leves e estáveis. Para chegar à melhor opção, o segredo é experimentar mais de uma alternativa até encontrar a que melhor se adapta às necessidades.
O que é joanete e como evitar que ele piore?
É fácil entender o que é joanete ao olhar para o pé — afinal, ele parece um “osso saltado” ao lado do dedão. Mas você sabe qual é a sua causa e como evitar que essa condição evolua e cause dores? O joanete é uma deformidade que aparece na articulação do metatarso (osso que liga o peito do pé aos dedos) com o osso do dedão, causando um desalinhamento que “entorta” o dedão na direção dos outros dedos. Por isso, o nome oficial do joanete é hálux valgo: em latim, hallux significa “dedão do pé”, e valgus descreve algo desviado da linha média do corpo. Esse desvio pode causar problemas porque essa articulação do metatarso ajuda a suportar e a distribuir o peso do nosso corpo. “A deformidade causa dor, dificuldade para calçar e, habitualmente, bastante descontentamento estético”, lista o médico ortopedista José Sanhudo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). O joanete pode até prejudicar os outros dedos, causando calos e deformidades ao serem empurrados para dentro pelo dedão. Dá para evitar o joanete? O joanete tem origem genética, pois o formato e a estrutura do pé são hereditários. Quem tem o arco do pé baixo, pé chato ou articulações e tendões mais frouxos em geral tem mais chances de ter herdado o joanete. Mas isso não significa que quem tem predisposição a essa condição vai conviver com dores no pé para o resto da vida. “O joanete normalmente é causado por uma predisposição genética somada ao uso de calçados inadequados”, afirma o médico ortopedista Isnar Moreira de Castro Junior, especialista em pé e tornozelo e chefe do grupo de pé e tornozelo do Instituto Nacional de Traumato Ortopedia (INTO). Ou seja, para que ele apareça, é preciso haver o estímulo do calçado. As chances de o joanete se desenvolver aumentam quando se usa com frequência sapatos que tenham a parte superior estreita, como os de bico fino. Esse tipo de calçado deixa o dedão do pé espremido e faz com que ele empurre os demais dedos ou se sobreponha a eles. Usar salto alto pode agravar o problema porque, ao inclinar o peso do corpo para frente, os dedos dos pés também são forçados para a parte da frente do sapato. “O uso de calçados sociais, principalmente de salto e bico fino, estão também associados ao desenvolvimento e à maior progressão da deformidade”, completa Sanhudo. Quem tem joanete precisa operar? Não necessariamente. “Muitas pessoas apresentam a deformidade com poucos ou nenhum sintoma. Nesses casos, pode não haver necessidade de tratamento cirúrgico”, afirma Sanhudo. Se a região começar a ficar muito inflamada e dolorida, é bom consultar um médico ortopedista para investigar se é necessário operar. “Às vezes a pessoa não tem dor, mas tem a deformidade e, por uma razão estética, se incomoda com isso”, completa Castro Junior. “Alguns ortopedistas não recomendam operar quando não há dor”, explica o especialista do INTO. “Mas há quem indique a cirurgia de correção do joanete mesmo a quem tem só a deformidade, porque ela é progressiva, pode piorar e, então, será preciso operar em uma condição muito pior.” Ele explica que essa cirurgia retira um pedaço daquele osso proeminente e corrige a deformidade do primeiro dedo para que ele fique alinhado. “As técnicas de cirurgia mudaram muito. As pessoas imaginam que dói muito e demora para recuperar, mas isso não acontece mais.” Quem tem joanete pode evitar que ele se agrave tomando alguns cuidados, como evitar calçados de bico fino, de salto alto e que apertem o peito do pé. E pode usar protetores de pé para evitar as dores. “Eles protegem as áreas que estão sob pressão no calçado. Quando já existe a deformidade, você tem áreas em que o osso é mais proeminente, fica em atrito com o calçado e isso causa dor”, diz Castro Junior.
Como age o Tenys Pé Baruel?
Em pó ou spray? Qual Tenys Pé usar? Ambos são desodorantes para os pés, mas um é mais indicado para quem transpira mais — descubra as diferenças entre eles. O Tenys Pé Baruel é um desodorante para os pés que basicamente tem duas funções: controlar o excesso de transpiração e eliminar 99% das bactérias e dos fungos que podem causar mau odor nesta região. Para manter os pés secos ao longo do dia ou na prática de exercícios, o Tenys Pé absorve a umidade causada pela transpiração durante essas atividades. E, para evitar que fungos e bactérias se multipliquem nos pés, possui ativos antissépticos, como o decileno glicol. Para completar, a fragrância traz um cheirinho mais agradável ao longo do dia. “O desodorante para os pés deve ser usado duas vezes ao dia, de preferência de manhã e à noite”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Para quem é indicado o Tenys Pé Baruel em pó? A versão do desodorante em pó é mais indicada para quem costuma transpirar bastante no pé (seja no cotidiano, seja na prática de esportes), aponta Bega. “O Tenys Pé Baruel em pó é mais específico para uma pele que transpira mais”, completa. “Por estar na forma de talco, ele absorve a transpiração quando entra em contato com a pele e mantém a região do pé mais seca.” Bega ressalta que o Tenys Pé Baruel em pó é formulado com ingredientes específicos para a pele dos pés. “Usar talco comum, ou mesmo os formulados para bebês, não é indicado porque eles não contêm as substâncias específicas para a microbiota dos pés.” O desodorante para os pés em pó também é indicado para prevenir o aparecimento das frieiras (ou pé de atleta), uma infecção na pele causada por fungos que surgem entre os dedos do pé por excesso de suor. “Para prevenir a frieira, é melhor usar o desodorante em pó para absorver melhor a transpiração. O problema é que o excesso de transpiração pode levar ao aparecimento de fissuras no pé, e aí a frieira pode se instalar”, afirma Bega. “O pé seco fica mais protegido. Logo, se você usar algo que absorva a transpiração, isso ajuda mais do que usar um antisséptico que não absorva.” Quando é melhor usar o Tenys Pé Baruel em spray? Quem não transpira muito nos pés pode usar a versão do Tenys Pé Baruel em spray, que também tem agentes para controlara multiplicação de fungos e bactérias que podem trazer um odor indesejável. “Mesmo quando as pessoas não têm bromidrose, que é esse mau cheiro nos pés, nem todo mundo gosta desse odor. Ter um perfume, então, ajuda”, diz Bega. Assim como a versão em pó, o Tenys Pé Baruel em spray tem ação antisséptica contra bactérias e fungos que causam problemas como micoses e frieiras. “O desodorante para os pés em aerossol, que é o spray, impede o crescimento dos microrganismos e deposita no pé uma essência que também proporciona um odor agradável”, comenta Bega. “Ele é formulado especificamente para o tipo de transpiração e de microrganismos que afetam mais os pés.” Para quem prefere a versão em spray, a Baruel tem o Tenys Pé aerossol original e o Tenys Pé Jato Seco, que se difere do primeiro por ser rapidamente absorvido, sem deixar resíduos visíveis nos pés.
Mais sobre Hidratante
O hidratante Tenys Pé Baruel é a solução ideal para manter a pele dos pés sempre hidratada e protegida. Com uma fórmula enriquecida com ingredientes de alta qualidade, o produto proporciona uma nutrição profunda, ajudando a restaurar e reter a umidade natural da pele. Sua textura leve e de rápida absorção facilita o uso diário, sem deixar resíduos oleosos, promovendo uma sensação imediata de conforto e bem-estar. Os ativos presentes no hidratante atuam para suavizar calosidades e prevenir o aparecimento de fissuras, comuns em áreas mais ressecadas.

