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Estalar os dedos do pé faz mal? Médico responde
Proteção Articular

Estalar os dedos do pé faz mal? Médico responde

Apesar de ser mais comum com as mãos, muita gente tem o hábito de estalar os dedos dos pés, seja para aliviar uma sensação de rigidez ou por costume mesmo. Mas será que tal prática pode prejudicar as articulações ao longo do tempo? De acordo com o ortopedista Sérgio Costa, especialista em cirurgia do joelho e artroscopia, não há evidências científicas de que estalar os dedos dos pés cause danos diretos às articulações. No entanto, embora seja uma situação mais rara, se o movimento for feito com força excessiva ou de forma repetitiva, pode gerar desconforto e até pequenas lesões. “O estalo ocorre pela formação e rompimento de uma bolha de gás dentro da articulação. Esse fenômeno é natural e, quando não há dor associada, não precisa ser motivo de preocupação”, afirma o médico. Mesmo não sendo problema, o especialista pontua algumas questões que devem ser observadas: Dor ao estalar: “Se houver dor ao estalar os dedos dos pés, pode ser um indicativo de desequilíbrio ou rigidez articular.” Estalo frequente: “O estalo excessivo pode indicar uma alteração na mobilidade da articulação. Se a pessoa sente necessidade constante de estalar os dedos, vale investigar se há algum problema ortopédico.” Movimento forçado: “Se o estalo é causado por um movimento muito intenso, pode gerar sobrecarga nos ligamentos e cápsulas articulares, aumentando o risco de lesões.” Estalo como sinal de problema Se o estalar dos dedos for acompanhado de sintomas como dor, inchaço ou rigidez, pode haver uma alteração ortopédica subjacente. Entre as possíveis condições estão: Alinhamento irregular dos ossos ou de ligamentos: se há uma alteração na estrutura óssea ou ligamentar dos pés, o estalo pode ocorrer com mais frequência e vir acompanhado de desconforto; Desgaste da articulação: em alguns casos, o estalo pode estar relacionado a processos degenerativos, portanto, se houver perda de cartilagem ou instabilidade articular, o ruído pode indicar um problema mais sério; Processos inflamatórios: inflamações em tendões e cartilagens também podem gerar estalos frequentes, principalmente se houver dor associada. O especialista reforça que, se o estalo vem acompanhado de dor que não vai embora, é recomendado buscar orientação médica para investigar a causa. Saúde das articulações “Estalar os dedos dos pés, por si só, não causa artrite ou artrose. Essas doenças estão mais relacionadas a fatores como envelhecimento, predisposição genética e lesões repetitivas”, diz Sérgio Costa Ele lembra que não é preciso se assustar com o barulho produzido pela bolha de gás que se rompe dentro da articulação - o ruído não é sinal de alerta. “Esse gás é, na maioria das vezes, dióxido de carbono, e sua liberação não causa nenhum prejuízo à articulação”, acrescenta o médico. Cuide da saúde articular Mesmo sem comprovação de que o estalo cause danos, manter a saúde das articulações é essencial. O ortopedista recomenda: Usar calçados adequados, que ofereçam suporte e conforto; Fazer exercícios de fortalecimento e alongamento para manter a flexibilidade dos pés e pernas; Evitar sobrecarga nas articulações, distribuindo bem o peso corporal; Praticar atividades físicas regulares, sempre respeitando os limites do corpo; Manter a higiene dos pés, lavando e secando bem a região. “O ideal é manter os pés sempre fortalecidos e alongados para evitar problemas articulares no futuro”, finaliza Costa.

10 hábitos diários que podem causar frieira
Frieira e Micose

10 hábitos diários que podem causar frieira

A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia. Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta. Práticas que favorecem a frieira A verdade é que atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais: 1. Ficar com o pé molhado ou suado por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios; 2. Usar o mesmo sapato todos os dias, sem dar tempo para secar e arejar; 3. Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente, acumulando umidade; 4. Não secar o vão entre os dedos depois do banho, deixando a pele molhada na região mais crítica; 5. Andar descalço em lugares úmidos e coletivos, como academias, piscinas, clubes ou vestiários; 6. Compartilhar toalhas, meias ou calçados com outras pessoas; 7. Usar sapatos muito apertados ou de material sintético, que não deixam o pé respirar; 8. Não trocar calçados molhados depois de pegar chuva ou suar excessivamente; 9. Ignorar pequenos machucados ou rachaduras, que funcionam como porta de entrada para o fungo; 10. Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos, sem exposição ao sol ou ventilação. A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção. Calor e umidade pioram o problema A médica esclarece que o ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados. “O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água. Grupo de risco e sinais de alerta Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São: Pessoas que transpiram excessivamente nos pés (com diagnóstico de hiperidrose); Atletas e esportistas que passam longas horas usando tênis fechados; Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios; Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível. Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento. Fique atento ao seguinte: Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos; Coceira leve que pode piorar com o tempo; Sensação de ardência ou mau cheiro; Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar. Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas. Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença. “Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz. Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.

Beleza dos pés é uma questão cultural. Entenda!
Embelezamento

Beleza dos pés é uma questão cultural. Entenda!

Pés bonitos, feios ou sagrados? Na verdade, é tudo uma questão cultural. No Brasil, por exemplo, o formato egípcio (aquele em que os dedos formam uma “escadinha”) é considerado o padrão de beleza para a região. Mas será que o mundo todo enxerga assim? A podóloga Fabiana Lopes desvenda essas questões. Formada pelo Senac Guarulhos e especialista em atendimento a idosos e pés diabéticos, a profissional explica que pés bonitos são aqueles bem cuidados – e ponto final! Assim, quando a pessoa não dedica um tempinho para eles, fica difícil o membro figurar entre as listas dos mais belos. “Os principais indicadores de um pé malcuidado é a presença de frieiras, bolhas, chulé e rachaduras”, afirma Fabiana Lopes. Ainda segundo ela, fatores como hidratação regular, unhas cortadas e saudáveis são determinantes para enquadrar um pé no padrão considerado bonito. Beleza não é exclusividade brasileira A preocupação com a aparência dos pés é, sim, mais comum no Brasil, onde há maior exposição desta parte do corpo devido ao clima e à cultura. Porém, tal comportamento não é verificado só aqui. Mas há diferenças óbvias de país para país. Em outros lugares, como nos Estados Unidos, as pessoas tendem a usar calçados fechados por mais tempo, o que pode causar umidade e facilitar o surgimento de micoses e fungos. Em contrapartida, há culturas que possuem relações únicas com os pés. Na Índia, por exemplo, são parte de rituais tradicionais. “Um dia antes do casamento, os pés e as mãos da noiva são pintados com henna para protegê-la e trazer boa sorte na nova vida. No segundo dia, os pés são lavados, simbolizando pureza”, conta a podóloga. Na China antiga, os “pés de lótus” eram um padrão de beleza amplamente difundido. Jovens meninas tinham os pés enfaixados para moldá-los em um formato menor e modificado, considerado atrativo para o casamento. “Embora essa prática tenha sido extinta, mostra como a percepção cultural varia e pode ser influenciada por diferentes fatores”, pontua a profissional. 10 cuidados para ter pés bonitos e saudáveis Manter os pés bem tratados é fundamental não apenas para a aparência, mas também para a saúde. Fabiana Lopes reforça que seguir uma rotina de cuidados pode evitar problemas como micoses, rachaduras e outras condições que afetam o bem-estar. Por isso, ela recomenda: 1. Lave os pés diariamente com sabonete adequado; 2. Seque-os bem com uma toalha limpa e macia; 3. Mantenha as unhas curtas e retas; 4. Faça hidratações diárias com cremes específicos, como de ureia, se não houver contraindicações (gestantes, por exemplo, não podem usar); 5. Use calçados e meias adequados e confortáveis; 6. Higienize os sapatos sempre e alterne o uso; 7. Evite andar descalço; 8. Beba bastante água; 9. Vá ao podólogo mensalmente; 10. Não fique mais de uma semana com o mesmo esmalte. Vale lembrar que cuidados adicionais são necessários para os pés diabéticos. “Observe diariamente as solas dos pés, use meias brancas para identificar possíveis feridas e escolha cremes hidratantes específicos para evitar complicações”, reforça Lopes. Beleza vai além da aparência Mais importante do que se encaixar em padrões criados de tempos em tempos pela sociedade, é ter pés saudáveis, bem cuidados e que sustentam o corpo e permitem a mobilidade diária. Por isso, a podóloga acrescenta que pés bonitos são aqueles saudáveis. “Ignorar pequenos sinais, como rachaduras ou desconforto, pode levar a complicações mais sérias. Portanto, cuidar dos pés deve ser um hábito constante, independentemente de padrões estéticos ou culturais”, conclui.

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Meu filho de 4 anos não divide brinquedos: como agir?
Adaptação e Ambiente

Meu filho de 4 anos não divide brinquedos: como agir?

Por volta dos quarto ano de vida, a dificuldade de uma criança em dividir brinquedos costuma gerar constrangimento (sobretudo em locais públicos) e dúvidas nos pais. Embora interpretadas como egoísmo ou falta de limite, essas explosões costumam refletir imaturidade emocional própria da idade. Entender essa diferença é o primeiro passo para intervir com equilíbrio. Foi o que aconteceu com a social media Ana Sarah Lima, mãe de um menino de 4 anos. Os episódios começaram depois da entrada na creche e se repetiram nos encontros com primos. Em situações de disputa, ele insistia que o brinquedo era dele e reagia com choro ou resistência quando outra criança se aproximava. “No começo, eu briguei e disse que ele não podia ser egoísta, porque nós não agíamos assim com ele em casa. Depois, percebi que não era algo isolado e que eu precisava mudar a forma de ensiná-lo”, relata. Por que dividir é tão difícil? De acordo com a psicóloga clínica Patricia de Paula Costa, que atua com terapia cognitivo comportamental e atende crianças, esse comportamento é absolutamente esperado nessa fase. É quando o pequeno está no estágio pré-operatório descrito por Piaget, marcado pelo egocentrismo cognitivo. Isso significa que ainda não compreende plenamente o ponto de vista do outro. Não se trata de egoísmo moral, mas de limitação do desenvolvimento. Portanto, o que acontece nesse momento: A noção de reciprocidade ainda está em construção. A autorregulação emocional é imatura. A frustração é vivida de forma intensa e concreta. Não há repertório cognitivo suficiente para esperar ou negociar. “Ensinar a dividir exige paciência, repetição e formas lúdicas de conduzir a birra para que a criança se sinta ajudada, não invadida”, orienta a profissional. Explosão X sinal de alerta Nessa fase, há um descompasso natural entre desejo intenso, linguagem em expansão e capacidade limitada de autorregulação. O pensamento ainda é concreto e dicotômico, ou seja, sem meio-termo – o famoso “é meu” ou “não é justo”. Já o “escândalo” associado à recusa funciona como descarga emocional, não como manipulação intencional. A birra esperada costuma: surgir diante de frustração clara; durar pouco tempo; acontecer principalmente com figuras de apego; cessar após acolhimento ou limite. Enquanto isso, é importante prestar atenção em alguns sinais nas situações que a criança não quer dividir um brinquedo: frequência muito alta e em vários ambientes; agressividade persistente; dificuldade de se reorganizar mesmo após ajuda; prejuízo significativo nas relações sociais; escândalos sem contexto claro de frustração. Segundo a especialista, o critério central para diferenciar é o impacto funcional. Buscar entender se o comportamento está realmente prejudicando o desenvolvimento social e emocional da criança faz toda a diferença neste momento. Como agir no momento de gritaria infantil Vergonha e dúvida invadem a mente dos pais e cuidadores quando uma situação como essa acontece. No entanto, a chave é validar o sentimento e manter o limite. Lembre-se: educação respeitosa não é permissiva. Na prática, isso significa: autorregulação do adulto primeiro; abaixar-se na altura da criança; nomear a emoção; manter o limite com clareza; oferecer alternativa possível; evitar longas explicações racionais; não ceder apenas para cessar o choro. Sim! Ceder para acabar com o escândalo pode reforçar negativamente o comportamento e ensinar a criança a fugir da frustração em vez de aprender a regulá-la. Como ensinar a dividir brinquedos na prática A psicóloga clínica Patricia de Paula Costa reforça que compartilhar é uma habilidade individual e não uma obrigação moral. O comportamento se aprende com modelo, repetição e previsibilidade. E algumas estratégias podem ajudar: ensinar antes do conflito; brincar de revezamento (“minha vez, sua vez”); usar jogos simples que envolvam espera; reforçar positivamente quando a criança aguarda; separar previamente brinquedos que poderão ser compartilhados; criar combinados simples e sustentáveis. Foi o que fizeram Ana Sarah e o marido. Ao perceberem que brigar não funcionava quando o filho de quatro anos não queria dividir nada, eles passaram a encenar situações de divisão em casa, usando brincadeiras para ensinar revezamento. Hoje, o menino ainda tenta não compartilhar em alguns momentos, mas repensa quando recebe uma orientação mais clara e direcionada. “Ensinar a dividir não significa forçar a divisão. A empatia se desenvolve gradualmente e a criança aprende mais pela modelagem do que pelo discurso. O adulto precisa estar disposto a repetir incansavelmente, com calma, até dar certo”, finaliza a psicóloga.

Casquinha na cabeça do bebê: posso retirar com produto?
Produtos

Casquinha na cabeça do bebê: posso retirar com produto?

As “casquinhas” na cabeça do bebê chamam a atenção dos pais e cuidadores de primeira viagem, mas não costumam indicar problemas. Trata-se de uma situação comum nos primeiros meses de vida e a presença delas faz parte de uma condição benigna da pele, que tende a melhorar com o tempo e cuidados simples no dia a dia, como alguns produtos seguros. A pediatra, alergista e imunologista Fernanda Soubak explica que essas escamas são conhecidas como crosta láctea, nome popular da dermatite seborreica do lactente. Aparecem como escaminhas amareladas ou esbranquiçadas, às vezes com aspecto oleoso e, geralmente, grudadas no couro cabeludo. Além da cabeça, essas lesões podem surgir em áreas onde a pele produz mais oleosidade, como sobrancelhas (ou entre elas), cantos do nariz, maçãs do rosto e atrás das orelhas. Apesar do aspecto, não são contagiosas e, na maioria dos casos, não causam dor nem grande desconforto ao bebê. Por que a crosta láctea aparece Nos primeiros meses de vida, é comum o bebê apresentar maior oleosidade da pele. Isso acontece porque as glândulas sebáceas ficam mais ativas nessa fase, influenciadas por questões hormonais. Esse excesso facilita o acúmulo de células mortas e, consequentemente, a formação das escamas. Segundo a dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, esse processo pode ter também a participação de um fungo que faz parte da flora normal da pele, chamado Malassezia, sem que isso signifique infecção. A boa notícia é que, normalmente, a crosta melhora sozinha em semanas ou poucos meses e se torna bem menos comum após o primeiro ano de vida. Como diferenciar de outros problemas de pele Entender o que é crosta láctea ou outra questão dermatológica infantil não é tão difícil. As especialistas ouvidas garantem que a identificação é baseada em três pontos: 1. local das lesões; 2. o aspecto da pele; 3. comportamento do bebê. Além disso, os sintomas são visuais e leves: escamas amareladas ou esbranquiçadas, sem coceira intensa nem impacto no bem-estar. Já outros quadros, como a dermatite atópica, costumam se manifestar de forma diferente. A pele tende a ficar mais seca, muito vermelha, irritada e com coceira importante, deixando o bebê mais inquieto. Esse tipo de dermatite também pode surgir em outras partes do corpo e costuma ser recorrente. Posso usar algum produto nas casquinhas? Na maioria dos casos, os cuidados podem ser feitos em casa, com medidas simples e suaves, repetidas algumas vezes por semana e sem pressa. As médicas orientam um passo a passo seguro: amolecer a crosta, aplicando um óleo vegetal suave ou próprio para bebês e aguardando de 15 a 30 minutos; soltar a crosta láctea com delicadeza, usando uma escovinha macia de bebê ou uma gaze, sem forçar; lavar a cabecinha normalmente, com shampoo infantil neutro, enxaguando bem. O objetivo é reduzir as escamas aos poucos, sem tentar retirar tudo de uma vez. É importante não puxar as crostas secas, nem usar unhas, objetos ou esfregar com força, pois isso pode machucar a pele e aumentar o risco de inflamação ou infecção. Quando procurar ajuda Apesar de ser uma condição comum, é importante buscar avaliação médica especializada (pediatra ou dermatologista) se surgirem sinais como: vermelhidão intensa, dor ou irritação importante; secreção, mau cheiro, pus ou crostas com aspecto “melado”; coceira intensa ou lesões em outras áreas do corpo; falhas de cabelo em placas; ausência de melhora após algumas semanas, mesmo com cuidados suaves. Por fim, a pediatra Fernanda Soubak e a dermatologista Maria Carolina Corsi reforçam que a crosta láctea é transitória, não está relacionada à falta de higiene e não causa queda permanente de cabelo. Ainda assim, na dúvida ou diante de qualquer mudança no quadro, a orientação profissional é sempre a melhor escolha.

Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento
Primeiros Fios

Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento

O primeiro corte de cabelo costuma ser mais do que uma simples ida ao salão. Para muitas famílias, marca a passagem simbólica do bebê para uma nova fase da infância, despertando nostalgia, expectativa e até um certo aperto no coração. Entre fotos, vídeos e mechas guardadas, o momento se transforma em memória afetiva. Com Giovanna Moura, mãe de um menino de 3 anos, não foi diferente: a decisão veio acompanhada por emoção e muito significado. “Escolhemos o corte ‘tigelinha’, que eu sempre fui apaixonada. Senti como se ele estivesse virando um mocinho porque precisava cortar o cabelo”, lembra, com saudade. O menino se mostrou curioso e corajoso, sobretudo após acompanhar o corte do melhor amigo. No salão infantil, com carrinhos e brinquedos, o clima ajudou. “Eu chorei. O pai ficou todo bobo. Tiramos fotos, gravamos, foi lindo!”, conta a mãe. Aproveitaram o momento e guardaram uma pequena mecha do cabelo no livrinho de maternidade, como registro de uma fase bonita. Mudança visível, emoção inevitável Para a cabeleireira infantil Rô Freire, do complexo de beleza Pelle Capelli, o primeiro corte costuma ser carregado de emoção porque simboliza crescimento. “Representa uma mudança visível no desenvolvimento da criança. A imagem do bebê começa a dar lugar a uma nova fase, o que desperta apego, nostalgia e até insegurança”, comenta. No dia a dia do salão, ela afirma que o momento vai além da estética. Costuma ser nessa hora que os adultos percebem que os filhos estão crescendo. Para um marco afetivo tão importante, os pais e cuidadores buscam um profissional de confiança, afinal, não é apenas um cabelo; é a primeira mudança de visual. Existe idade certa para cortar? Não há idade adequada para o primeiro corte. Segundo Rô Freire, o que orienta essa decisão é a necessidade prática: os fios atrapalham a visão; o comprimento dificulta a higiene; o cabelo começa a afetar a rotina. Mas a escolha deve sempre partir da família, que conhece de perto a rotina da criança. Por outro lado, o papel do profissional, nesse contexto, é adaptar o atendimento à fase em que a criança está, independentemente da idade. Mais do que seguir um calendário, o importante é respeitar o ritmo e o conforto do pequeno. Medos, expectativas e preparação A cabeleireira infantil observa que muitos pais chegam apreensivos, preocupados se o pequeno vai chorar, se vai se mexer demais ou se a experiência pode se tornar negativa. Ainda existe a expectativa de que o corte seja rápido, seguro e confortável. “A forma como os adultos conduzem o momento influencia diretamente a reação da criança. Manter postura tranquila, evitar frases que criem medo e não tratar o corte como obrigação ajudam bastante”, garante. Por isso, conversar com os pais durante o processo e ajustar o atendimento conforme a reação do minicliente faz parte de uma condução cuidadosa. Quando os responsáveis confiam no profissional e transmitem segurança, tudo flui melhor. Um ritual que pode ser leve Para quem é da área, o primeiro corte exige sensibilidade. Entre os principais fatores para a experiência ser positiva estão: estar em um ambiente calmo; oferecer atendimento respeitoso e com pausas; ter um profissional que compreenda o comportamento infantil. “Não se trata de velocidade, mas de condução cuidadosa, ajustando postura e técnica ao movimento da criança. Afinal, o primeiro corte não é apenas um serviço técnico: envolve escuta, paciência e repertório”, argumenta Rô Freire. Para a mãe Giovanna, o episódio com o filho é lembrado com serenidade. “É uma fase como muitas outras da maternidade. Dá saudade daquele bebezinho, mas às vezes o corte é também uma necessidade. E quanto mais leve e legal for, melhor.”

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