Ajuda: Perguntas frequentes
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Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.
Entre outros, os nossos repelentes protegem contra as picadas de insetos como o. Proteção de mosquitos testada para espécie Culex Quinquefasciatus e Aedes Aegypti, este último transmissor das doenças Dengue, Zika, e Chikungunya.
Conheça o Universo do Pé
Qual é a função do talco nos pés?
O desodorante em pó não é a mesma coisa que o talco feito para o corpo: conheça suas características e saiba como usá-lo. Tem gente que gosta de usar desodorante para os pés em spray — e tem quem prefira a versão em pó. São dois produtos muito parecidos quando se trata de combater as bactérias que causam o mau odor, mas tem uma característica que os diferencia: o talco absorve mais a transpiração. “O talco absorve o excesso de umidade nos pés, deixando a pele com um nível mais saudável de umidade para não haver mau cheiro”, explica Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). Por isso, essa versão do desodorante para os pés em geral é a preferida por quem transpira em excesso nos pés, uma condição conhecida como hiperidrose. Ou por pessoas que passam muito tempo com calçados fechados ou suam bastante nos pés ao fazer exercícios. Afinal, o excesso de umidade pode também propiciar o aparecimento de infecções por fungos, como as frieiras. “O talco tem substâncias sólidas que, em contato com a transpiração, absorvem a água. Ele também possui componentes que combatem bactérias e fungos”, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Qual é a melhor maneira de aplicar o talco nos pés? O desodorante em pó é um talco especial para os pés e não tem a mesma formulação do talco que usamos no corpo ou aplicamos em bebês. “Ele é feito para agir sobre as bactérias, fungos e umidades do pé e tem um pH compatível com essa pele, que é diferente da do resto do corpo”, esclarece Schwarz. A propriedade de absorver bem a umidade, porém, pode fazer com que o desodorante para os pés em pó resseque a pele se não for utilizado da maneira adequada. Por isso, ela recomenda aplicar o talco apenas entre os dedos, e não no pé todo — e sempre depois de tomar banho. “Não adianta passar o desodorante com o pé sujo. Quem tem costume de tomar banho à noite pode aplicar nesse momento, porque o produto já vai agindo e deixando a pele preparada para o dia seguinte”, conclui. Raio-X do talco para pés Como ele age Absorve o excesso de umidade causado pela transpiração; Combate as bactérias que causam mau cheiro; Protege o pé de fungos como os que causam frieiras. Para quem é Pessoas que transpiram muito no pé, especialmente por usar calçados fechados ou ao fazer exercícios. Como usar Sempre depois do banho e com os pés limpos; Aplicar na região entre os dedos.
Artrite reumatoide ou artrose: entenda diferenças e tratamentos
A artrite reumatoide e a artrose (osteoartrite) são doenças distintas que afetam as articulações e podem comprometer a mobilidade. Enquanto a primeira é inflamatória e autoimune, a segunda é degenerativa e ligada ao desgaste progressivo da cartilagem. Ambas provocam dor, rigidez e limitações, mas de formas diferentes. O ortopedista Sérgio Costa explica que a artrite reumatoide costuma atingir várias articulações de forma simétrica, incluindo pés e tornozelos, com crises inflamatórias e risco de deformidades. Enquanto isso, a artrose é localizada, assimétrica e mais comum em articulações que sofrem maior sobrecarga, avançando de forma lenta ao longo do tempo. “A artrite reumatoide é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca a membrana sinovial, levando à inflamação crônica, dor e deformidades. Já a artrose é uma condição degenerativa, caracterizada pelo desgaste da cartilagem articular e pela formação de osteófitos, com dor que piora no esforço e melhora no repouso”, diferencia o médico. Causas e fatores de risco Além de se manifestar de maneiras distintas, os quadros têm causas bem diferentes. Nesse sentido, o especialista esclarece que: A artrite reumatoide resulta da combinação de predisposição genética e fatores ambientais, como tabagismo e possíveis infecções desencadeadoras; A artrose está ligada ao envelhecimento, obesidade, traumas prévios, desalinhamentos anatômicos e atividades de impacto que sobrecarregam as articulações. A chave para diferenciar as duas doenças está nos sintomas. Isso porque, embora possam se cruzar em algum momento, como na dor intensa, outros sinais costumam ser específicos de cada uma. Veja só alguns deles: Artrite reumatoide: dor acompanhada de calor, inchaço e rigidez matinal prolongada (mais de uma hora). Nos pés e tornozelos, pode gerar deformidades conhecidas como “pé reumatoide”. Artrose: os sintomas incluem dor mecânica que surge com a atividade e melhora com o repouso, rigidez matinal mais curta (menos de 30 minutos) e limitações progressivas. Nos pés, é comum o desenvolvimento do hálux rígido e artrose do primeiro raio (dedo + metatarso). Impacto nas atividades físicas De acordo com o ortopedista, tanto a artrite reumatoide quanto a artrose podem atrapalhar a prática esportiva. Na artrite, crises inflamatórias e deformidades aumentam o risco de lesões e dificultam os exercícios. Já com a artrose, a dor e a rigidez limitam o desempenho. “Mesmo assim, o exercício adaptado e de baixo impacto é fundamental em ambos os casos para preservar a mobilidade, a força muscular e a qualidade de vida”, completa. Diferenças no tratamento Conforme lembra o médico, as abordagens terapêuticas variam bastante entre as duas doenças. A saber: Artrite reumatoide: exige terapias sistêmicas para controlar a inflamação. O tratamento pode incluir medicamentos de base associados ou não a biológicos, além de anti-inflamatórios e corticoides nas crises. A reabilitação é essencial e, em casos avançados, pode haver necessidade de cirurgia. Artrose: o foco é local. São adotados analgésicos, anti-inflamatórios, fisioterapia, fortalecimento muscular, perda de peso, palmilhas e, em estágios graves, artrodeses ou próteses articulares. Cuidados diários e prevenção Quando o assunto é prevenir tais quadros, há muitos pontos em comum. Sérgio Costa destaca que alguns cuidados diários podem ser suficientes na prevenção ou até mesmo no controle dessas doenças. Alguns deles são: Manter o peso adequado; Praticar atividade física de baixo impacto; Adotar alimentação equilibrada; Evitar o tabagismo; Usar calçados adequados. No caso da artrite reumatoide, o acompanhamento médico regular e a adesão ao tratamento são fundamentais para evitar complicações sistêmicas e deformidades. Por outro lado, na artrose, a prioridade é reduzir a sobrecarga articular e preservar a função com fortalecimento e flexibilidade. “A boa notícia é que, com diagnóstico precoce, tratamento adequado e hábitos saudáveis, é possível manter qualidade de vida e continuar ativo, mesmo convivendo com essas condições”, conclui o especialista.
Como evitar rachaduras nos pés no calor
Evitar rachaduras nos pés no calor nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque no calor, se costuma usar bastante sandálias e chinelos e em algum momento podem aparecem umas rachaduras nos pés, especialmente no calcanhar. O calcanhar fica com um aspecto craquelado e até esbranquiçado. Essas rachaduras, também conhecidas como fissuras podais aparecem por causa do ressecamento da pele. “Usar calçados abertos na parte de trás ou sem as meias predispõe ao aparecimento dessas rachaduras porque a pele do calcanhar fica muito seca e, ao receber a pressão que o corpo faz sobre os pés, começa a rachar”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. A perda de umidade do pé é mais preocupante do que em outras partes do corpo. A pele do pé já é, por natureza, mais seca. “A planta do pé não tem oleosidade porque não possui glândulas sebáceas”, diz Bega. “A transpiração evapora mais facilmente se não estivermos usando meias, como as de algodão, que absorvem o nosso suor e deixam a região mais umedecida”. Mas as rachaduras podem aparecer também em outras partes do pé (especialmente em quem já tem a pele extremamente seca) ou estar associadas a calosidades ou a micoses, completa Bega. “As rachaduras também podem ser causadas por fungos. Nesse caso, na maior parte das vezes, essa fissura é acompanhada de coceira e pode acabar passando para outras partes do corpo ao coçar, porque os fungos infectam as mãos. O ideal é sempre procurar um podólogo ou dermatologista”, explica o especialista.
Conheça o Universo Infantil
Avó cuida do neto, mas do jeito dela. Como resolver isso?
Quando a avó passa a ser responsável pelos cuidados da criança com frequência, é comum surgirem diferenças na forma de educar. Regras sobre alimentação, sono, escola ou disciplina podem gerar tensão dentro de casa e desafiar a autoridade dos pais. Com isso, vem o dilema: como impor limites sem parecer ingratidão? O equilíbrio é difícil, mas possível. A empreendedora Lilian Melo, de 40 anos, viveu esse tipo de situação na própria família. Ela foi mãe muito jovem e, com a filha mais velha, contou intensamente com a ajuda da própria mãe para conseguir terminar o estudo e começar a trabalhar. Com o tempo, percebeu que a avó acabou assumindo muitas decisões sobre a criação da neta, incluindo questões ligadas à escola, alimentação e até regras. “Na época, eu ainda era adolescente e não tinha repertório sobre maternidade, então era difícil entender se aquilo era certo ou errado. Depois que tive minha segunda filha, já mais velha, percebi que minha mãe tentou retomar o mesmo papel, mas dessa vez eu senti que precisava assumir esse lugar como mãe”, conta. Conflito também de gerações O psicólogo André Machado, mestre e doutor pela PUC-RJ, avalia que conflitos desse tipo são comuns porque a educação dos filhos envolve valores muito profundos, ligados à identidade e, também, às experiências de cada geração. De um lado, os pais estão construindo seu próprio jeito de formar uma família e, muitas vezes, tentando corrigir ou transformar aspectos da própria infância. Já do outro lado, a avó tende a repetir práticas que, para ela, funcionaram como mãe. Além disso, o próprio envelhecimento leva a mudanças no modo de cuidar. “O problema aparece quando esses jeitos colidem. Os pais podem sentir que sua autoridade está sendo ameaçada, enquanto a avó pode interpretar que sua ajuda está sendo desvalorizada. No fundo, é menos sobre certo ou errado e mais sobre proteger a autoestima e o pertencimento dentro da família”, explica o profissional. Como equilibrar ajuda e autoridade A boa notícia é que existe, sim, uma linha saudável entre reconhecer a ajuda da avó e manter a autoridade parental. Para o especialista, esse equilíbrio – difícil, mas possível – costuma surgir quando gratidão e clareza de papéis caminham juntas. Nesse sentido, demonstrar reconhecimento pelo cuidado oferecido ajuda a diminuir tensões. Ao mesmo tempo, os pais precisam definir o que é inegociável na criação da criança, como segurança física, limites saudáveis, rotina de sono e alimentação. “Conversas colaborativas costumam funcionar melhor. Algo como ‘vamos alinhar juntos o que é importante para ele crescer bem?’ tende a reduzir o clima de confronto e reforçar a ideia de parceria”, orienta o psicólogo André Machado. Onde flexibilizar e onde ter limites O primeiro passo é reconhecer que nem todas as diferenças precisam virar discussão. Afinal, cada familiar tem um papel importante na rotina e na criação da criança: Avós: costumam oferecer mais colo, brincadeiras livres e histórias de família. Essas experiências fortalecem o apego e ajudam na construção da resiliência emocional. Pais: tendem a agir com mais firmeza, que se torna essencial quando estão em jogo aspectos centrais do desenvolvimento da criança, como segurança física, ausência de agressões, limites no uso de telas, qualidade do sono e alimentação equilibrada. O especialista André Machado ainda sugere transformar o alinhamento familiar em um hábito. Conversas periódicas ajudam a prevenir atritos e permitem que todos entendam quais pontos são realmente inegociáveis e onde há espaço para flexibilizar. No caso de Lilian, o melhor caminho foi mesmo a conversa, mas ela não foi nada fácil. Apesar do medo de magoar a mãe, a empreendedora precisou agir com firmeza quando a filha mais nova tinha cerca de 3 anos. O diálogo foi essencial para escrever um capítulo diferente no seu jeito de maternar. “Eu tenho uma gratidão enorme por tudo que minha mãe fez por mim e pelas minhas filhas, mas entendi que precisava tomar as rédeas da maternidade. Hoje, acredito que cada mulher precisa assumir esse papel, principalmente quando está criando os filhos sozinha”, compartilha.
Filha cacheada quer o cabelo liso das princesas: o que faço?
Na infância, querer se parecer com uma princesa não soa como algo problemático até entender o contexto de cada criança. Quando meninas cacheadas ou crespas pedem por um cabelo liso “como o das princesas”, a situação não é tão simples assim. Questões como comparação e identidade são postas à mesa - e isso pode ser um pedido de ajuda por pertencimento e aceitação. A jornalista Caroline Ferreira é mãe de uma menina de 5 anos e viveu essa experiência de forma intensa. “Nem todo o estudo da negritude me preparou para o momento em que a minha filha queria ser branca, ter traços de branco e ser reconhecida como branca”, relata. O episódio foi no Carnaval, quando a filha escolheu a fantasia da Cinderela e ficou triste porque o cabelo natural dela “não combinava” com o da personagem. Mesmo sendo estudiosa dos movimentos negros e ancestrais, a mãe Carol lembra que a dor foi o sentimento que a invadiu, como se fosse um soco no estômago. Impactada, ela se viu em um duelo entre a mulher preta empoderada que sempre buscou ser e a mãe que só desejava ver a filha feliz. A saída foi uma só: intensificar as conversas, referências e os cuidados. O processo dessa construção de identidade, porém, não é nada simples. De onde nasce esse desejo? Segundo a neuropsicóloga infantil Aline Graffiette, da Mental One, as crianças constroem as próprias noções de beleza a partir das referências com as quais se deparam repetidamente. Vale lembrar que, há muito tempo, quase todas as princesas e heroínas são representadas com cabelo liso e longo. Quando uma menina observa tais personagens, associa esse modelo padrão à ideia de beleza, aceitação e pertencimento. O repertório familiar também conta. “O que tem sido apreciado e valorizado dentro de casa, quais atitudes e pessoas (ou personagens) os pais elogiam, o que é valoroso para aquela família. A criança assiste esse movimento”, pontua a neuropsicóloga. Isso porque, desde a infância, a sociedade costuma passar mensagens implícitas sobre aparência, sobretudo para as meninas. Comentários, elogios, brinquedos e histórias reforçam que o valor feminino está ligado ao visual. Para a terapia comportamental, essas experiências ajudam a construir crenças centrais como “para ser bonita preciso me parecer com isso”. O impacto emocional da rejeição Sentir-se longe do que é um padrão pode levar à própria rejeição. Assim, quando a criança repele a textura de seu cabelo, por exemplo, isso pode indicar o início de uma desconexão com a própria identidade. Como resultado, surgem sentimentos de inadequação, frustração e diminuição da autoestima. “A imagem corporal começa a se formar cedo. Se ela aprende que algo que faz parte dela “não é bonito”, isso pode se transformar em pensamentos automáticos negativos sobre si mesma, limitando o que acredita ser capaz de fazer ou ser”, avalia Aline Graffiette. Por isso, o desejo pelo cabelo liso não deve ser tratado como rebeldia ou vaidade excessiva, mas como um pedido por pertencimento e aceitação. Quando adultos oferecem escuta e acolhimento, ajudam a criança a elaborar esse sentimento sem se transformar em culpa ou conflito. Como conversar sem invalidar A neuropsicóloga infantil orienta que o primeiro passo é acolher o desejo, sem julgamentos. Frases como “entendo que você ache bonito” fazem a criança se sentir ouvida. A partir daí, é possível ampliar a conversa e mostrar outras visões. O fortalecimento da autoestima acontece quando o adulto: Valida a emoção da criança; Oferece novas perspectivas; Reforça o valor da criança para além da aparência. Além disso, pode ser um momento adequado para buscar apoio externo. Psicoterapia, conversas na escola, rodas de diálogo e atividades que ampliem o repertório ajudam a ter contato com diferentes olhares e percepções. Representatividade e identidade A representatividade é fundamental nesse processo. “Quando a criança se vê refletida em livros, desenhos, bonecas e referências reais, aprende que pode ser bonita, forte e valorizada sendo quem é”, observa a especialista. Entre estratégias úteis, os pais podem: Valorizar os cachos com linguagem positiva no dia a dia; Evitar comparações ou comentários negativos; Transformar o cuidado com os fios em um momento prazeroso de autocuidado; Buscar desenhos, personagens e conteúdos que representem diferentes texturas de cabelo; Ampliar referências dentro da própria família e comunidade. Caroline Ferreira coloca essa lista em prática com a filha e busca mostrar à menina que o superpoder da mulher está na individualidade - e que o cabelo é uma peça-chave nisso. “Quero que ela tenha referências pretas de beleza. Quero que ela se sinta vista, respeitada e amada, independentemente de como estiver o cabelo dela”, pontua.
Posso massagear meu bebê por todo o corpinho?
A massagem é um gesto simples que pode se transformar em um momento especial na rotina do bebê. Porém, muitos pais e cuidadores ficam inseguros com a prática: será que pode massagear o corpo todo? Há risco de machucar? Quando feita com cuidado e respeito às reações, é segura e traz ótimos benefícios. Conforme explica a pediatra Daniela Molina, do dr.consulta, a massagem é recomendada desde que realizada de forma suave e respeitando os limites do bebê. O toque é capaz de promover bem-estar, relaxamento e fortalecimento do vínculo entre os cuidadores e a criança. “É seguro massagear todo o corpinho desde que seja de forma suave e com bastante atenção aos sinais demonstrados, sem insistência. Deve ser um momento calmo, de conexão, entre adulto e bebê”, frisa a médica. Frequência e cuidado A massagem pode ser introduzida logo nos primeiros dias de vida, caso o recém-nascido esteja saudável e estável. Não é necessário esperar meses para começar, mas é fundamental observar se ele já está confortável e receptivo naquele momento. Algumas regiões costumam ser mais tranquilas para o toque, enquanto outras exigem mais delicadeza: Braços, pernas e as costas são áreas mais fáceis de massagear. Abdômen, rosto e pescoço pedem movimentos muito suaves. A regra principal é nunca provocar desconforto. A pressão do toque deve ser leve, com gestos lentos e contínuos, sem causar dor. O ritmo precisa respeitar o nenê: a qualquer sinal de incômodo, é hora de parar. Sinais de que seu filho está confortável Durante a massagem, o corpo do bebê oferece pistas importantes de que o momento está confortável: expressão relaxada; respiração tranquila; sorrisos; balbucios ou até sonolência. Por outro lado, é essencial interromper se surgirem sinais de incômodo, como: choro persistente; irritação; rigidez corporal; qualquer demonstração clara de desconforto. Como reforça a pediatra Daniela Molina, o toque nunca deve ser insistente quando o bebê sinaliza que não está bem. “Respeitar os limites da criança é o mais importante. O momento precisa ser totalmente calmo e relaxante”, acrescenta. Produtos, contraindicações e benefícios Para potencializar o relaxamento, óleos vegetais puros e próprios para bebês são permitidos, desde que não haja restrição ou alergias. Nesse sentido, a médica alerta para evitar fragrâncias e óleos essenciais, porque podem causar irritações. Vale lembrar que, em alguns casos, a massagem é contraindicada ou precisa de autorização prévia e individual do pediatra. Aguarde quando houver: febre; infecções; lesões na pele; indisposição. Mas, de modo geral, massagear o corpinho do bebê traz benefícios: melhora o sono, percepção corporal e fortalece o vínculo afetivo. Um ambiente tranquilo, com luz suave e música calma, pode tornar essa experiência ainda mais acolhedora.

