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3 exercícios de fortalecimento para manter os pés saudáveis
Exercícios de Fortalecimento

3 exercícios de fortalecimento para manter os pés saudáveis

Os pés são a base de sustentação do corpo, responsáveis por garantir equilíbrio, locomoção e absorção de impactos. No entanto, apesar de tanta importância, a saúde deles muitas vezes é negligenciada. Para garantir que isso não aconteça, a dica é fortalecê-los com exercícios simples que promovem bem-estar, ajudam a prevenir lesões e ainda melhoram a postura. Exercitar-se e adotar cuidados diários na rotina é essencial para manter os pés saudáveis, como pontua a fisioterapeuta Raquel Esteves, especialista em reabilitação musculoesquelética. “Práticas específicas auxiliam na manutenção, no tratamento e até na prevenção de patologias relacionadas”, afirma. Quanto antes começar a fortalecê-los, melhor. A especialista ensina exercícios fáceis para o fortalecimento e relaxamento dos pés: 1. Alongamento da fáscia plantar Como fazer: fique em pé e apoie a ponta do pé em uma base elevada, como uma parede, mantendo o calcanhar no chão. Por quanto tempo? Permaneça na posição por 20 a 30 segundos apoiando-se em cada pé, repetindo de 3 a 5 vezes. 2. Fortalecimento dos dedos Como fazer: sente-se e coloque pequenos objetos (como tampinhas ou borrachas) no chão, à sua frente. Tente pegar os objetos com os dedos dos pés, forçando a flexão plantar. Por quanto tempo? Pratique por 2 a 3 minutos com cada pé. 3. Automassagem com bola Como fazer: use uma bola de tênis ou de massagem e deslize-a sob o pé com uma leve pressão. Movimente a bola do calcanhar até os dedos e pelos lados do pé. Por quanto tempo? Repita por 2 a 3 minutos com cada pé. “Esses exercícios são simples, mas extremamente eficazes para relaxar a musculatura e melhorar a circulação”, garante a fisioterapeuta. “O de alongamento, por exemplo, alivia a tensão da fáscia plantar, um tecido que reveste a sola dos pés e, quando tensionado, pode causar dor e desconforto”, explica. Cuidados e hábitos para pés fortes Além dos exercícios, hábitos diários contribuem para a saúde dos pés. De acordo com a especialista, os principais são: Escolher calçados adequados: deve-se optar por modelos que ofereçam suporte ao tornozelo e ao arco plantar, com solado confortável; Evitar certos tipos de sapato: saltos muito altos, bicos finos ou sapatos folgados podem causar calosidades, joanetes e problemas posturais; Manter a higiene: é importante lavar e secar bem os pés todos os dias, especialmente entre os dedos, para evitar infecções; Cortar as unhas corretamente: um corte reto previne unhas encravadas, que tendem a causar dor e alterações posturais; Relaxar após atividades: um escalda-pés ao fim do dia, com água quente, ajuda a relaxar os músculos e a melhorar a circulação. Benefícios do fortalecimento Fáceis e recomendados, os exercícios para fortalecer os pés devem ser incluídos na rotina, já que trazem uma série de benefícios, como: Melhora da locomoção: reduzem o esforço ao caminhar ou correr; Absorção de impactos: protegem as articulações e a coluna durante atividades físicas; Prevenção de lesões: evitam condições como fascite plantar e entorses. Estabilidade postural: diminuem o risco de quedas, especialmente em idosos. Saúde geral: afinal, contribuem para o equilíbrio do corpo como um todo. “Pés fortes ajudam até mesmo a manter o cérebro em alerta, especialmente em superfícies instáveis, promovendo segurança e bem-estar”, acrescenta Raquel. Porém, é preciso cuidado. Embora o fortalecimento seja essencial, ter cautela ao executar alguns exercícios também é necessário. Isso porque movimentos feitos de forma inadequada podem sobrecarregar as articulações e causar lesões, indo contra os benefícios esperados. Nesse sentido, a profissional alerta para práticas como: Agachamentos com peso excessivo: se não forem realizados corretamente, podem prejudicar o arco plantar e os tornozelos. Exercícios de equilíbrio sem supervisão: tendem a comprometer a estabilidade e sobrecarregar os pés. Corrida descalço: a prática exige técnica, pois o impacto direto pode lesionar os tecidos. “Uma avaliação capacitada é indispensável para direcionar a prática e evitar sobrecargas nos pés”, conclui.

Esportes de verão têm riscos. Saiba o que deve evitar
Caminhada

Esportes de verão têm riscos. Saiba o que deve evitar

Sol, calor e disposição são o cenário perfeito para colocar o corpo em movimento. No verão, esportes como corrida, caminhada na praia e trilhas ganham ainda mais adeptos, mas também exigem atenção redobrada com o corpo. Isso porque alguns fatores podem transformar o momento de lazer em risco de lesões e desconfortos. Por incrível que pareça, o aumento rápido da carga em treinos é uma das principais causas de lesões nessa época do ano. “Durante o verão, é comum que as pessoas retomem ou intensifiquem a prática de exercícios ao ar livre. Isso, quando feito sem preparo, favorece tendinites, entorses e dores musculares”, aponta o ortopedista Lindbergh Barbosa, especialista em tratamentos de lesões esportivas. A fisioterapeuta Adriana Melo, coordenadora do Hospital Badim (RJ), acrescenta que os terrenos típicos do verão exigem muito mais da musculatura estabilizadora dos pés e pernas. “Areia, trilha e terrenos irregulares sobrecarregam panturrilhas, tornozelos e coxas. Entre os problemas mais comuns estão fascite plantar, tendinite do tendão de Aquiles e distensões”, explica. Principais riscos e como fugir deles O excesso de entusiasmo pode custar caro para o corpo. Entre os fatores que mais favorecem lesões estão o aumento abrupto da intensidade, o treino sob sol forte e a falta de hidratação. Para manter o equilíbrio entre prazer e segurança, as dicas são: Progredir com calma: aumente gradualmente o volume e a intensidade dos treinos; Respeitar limites: o corpo precisa de adaptação, principalmente após períodos de inatividade; Hidratar-se sempre: antes, durante e depois da atividade; Evitar os horários mais quentes: entre 10h e 16h, o risco de superaquecimento e câimbras é maior. Usar roupas e calçados adequados: opte por tecidos leves e tênis com boa estabilidade e amortecimento. “O planejamento é essencial. O verão é um convite natural ao movimento, mas a empolgação não pode ultrapassar os limites da fisiologia”, observa o médico. Cuidado com o solo e o calor Os riscos não estão só na intensidade, mas também no solo e no próprio calor. A areia e os terrenos acidentados das trilhas exigem mais esforço e atenção, por exemplo. Essa irregularidade da superfície impacta as articulações e pode levar à sobrecarga. De acordo com a fisioterapeuta Adriana Melo, é justamente o tipo de piso que deve orientar o treino: Areia fofa: explore com moderação e por curtos períodos, porque ela exige mais da musculatura e pode causar dor e fadiga; Areia firme (próxima à água): é mais estável e segura para caminhadas leves; Trilhas e terrenos irregulares: escolha calçados com boa aderência e estabilidade lateral. “O tênis adequado faz toda a diferença, tanto na praia quanto na trilha. Ajuda a reduzir o impacto e previne torções. Caminhar descalço só é indicado para trajetos curtos e pessoas já adaptadas”, orienta a especialista. Em relação às altas temperaturas, o ortopedista Lindbergh Barbosa adiciona: “O calor intenso e a desidratação também reduzem a concentração e a coordenação, elevando o risco de quedas e acidentes.” Ou seja, cuide-se! Sinais de alerta do corpo Dor muscular aguda, pontadas nas articulações, tontura e câimbras são sinais claros de sobrecarga. O corpo ainda reage à exaustão pelo calor com sintomas como enjoo, dor de cabeça e frequência cardíaca elevada. Esses sintomas indicam que é hora de parar, procurar sombra e se hidratar. Se persistirem, é fundamental buscar avaliação médica, mesmo que seja no pronto-socorro. Movimente-se com segurança Para aproveitar os benefícios do exercício sem riscos, o segredo está no equilíbrio entre esforço e recuperação. Nesse sentido, os profissionais reforçam: Faça aquecimento ativo antes do treino; Alongue-se levemente após o exercício; Prefira horários amenos, como início da manhã ou fim da tarde; Use protetor solar, boné e roupas claras; Inclua descanso ativo e fortalecimento muscular na rotina. “Cada corpo tem um tempo de adaptação. Exercitar-se com regularidade, sob orientação adequada, é o que transforma o treino de verão em um hábito de saúde que pode durar o ano inteiro”, conclui o ortopedista. A fisioterapeuta completa: “O ideal é começar devagar, fazer aquecimento articular, alongamentos leves e alternar os dias de treino para permitir recuperação.”

Beleza dos pés é uma questão cultural. Entenda!
Embelezamento

Beleza dos pés é uma questão cultural. Entenda!

Pés bonitos, feios ou sagrados? Na verdade, é tudo uma questão cultural. No Brasil, por exemplo, o formato egípcio (aquele em que os dedos formam uma “escadinha”) é considerado o padrão de beleza para a região. Mas será que o mundo todo enxerga assim? A podóloga Fabiana Lopes desvenda essas questões. Formada pelo Senac Guarulhos e especialista em atendimento a idosos e pés diabéticos, a profissional explica que pés bonitos são aqueles bem cuidados – e ponto final! Assim, quando a pessoa não dedica um tempinho para eles, fica difícil o membro figurar entre as listas dos mais belos. “Os principais indicadores de um pé malcuidado é a presença de frieiras, bolhas, chulé e rachaduras”, afirma Fabiana Lopes. Ainda segundo ela, fatores como hidratação regular, unhas cortadas e saudáveis são determinantes para enquadrar um pé no padrão considerado bonito. Beleza não é exclusividade brasileira A preocupação com a aparência dos pés é, sim, mais comum no Brasil, onde há maior exposição desta parte do corpo devido ao clima e à cultura. Porém, tal comportamento não é verificado só aqui. Mas há diferenças óbvias de país para país. Em outros lugares, como nos Estados Unidos, as pessoas tendem a usar calçados fechados por mais tempo, o que pode causar umidade e facilitar o surgimento de micoses e fungos. Em contrapartida, há culturas que possuem relações únicas com os pés. Na Índia, por exemplo, são parte de rituais tradicionais. “Um dia antes do casamento, os pés e as mãos da noiva são pintados com henna para protegê-la e trazer boa sorte na nova vida. No segundo dia, os pés são lavados, simbolizando pureza”, conta a podóloga. Na China antiga, os “pés de lótus” eram um padrão de beleza amplamente difundido. Jovens meninas tinham os pés enfaixados para moldá-los em um formato menor e modificado, considerado atrativo para o casamento. “Embora essa prática tenha sido extinta, mostra como a percepção cultural varia e pode ser influenciada por diferentes fatores”, pontua a profissional. 10 cuidados para ter pés bonitos e saudáveis Manter os pés bem tratados é fundamental não apenas para a aparência, mas também para a saúde. Fabiana Lopes reforça que seguir uma rotina de cuidados pode evitar problemas como micoses, rachaduras e outras condições que afetam o bem-estar. Por isso, ela recomenda: 1. Lave os pés diariamente com sabonete adequado; 2. Seque-os bem com uma toalha limpa e macia; 3. Mantenha as unhas curtas e retas; 4. Faça hidratações diárias com cremes específicos, como de ureia, se não houver contraindicações (gestantes, por exemplo, não podem usar); 5. Use calçados e meias adequados e confortáveis; 6. Higienize os sapatos sempre e alterne o uso; 7. Evite andar descalço; 8. Beba bastante água; 9. Vá ao podólogo mensalmente; 10. Não fique mais de uma semana com o mesmo esmalte. Vale lembrar que cuidados adicionais são necessários para os pés diabéticos. “Observe diariamente as solas dos pés, use meias brancas para identificar possíveis feridas e escolha cremes hidratantes específicos para evitar complicações”, reforça Lopes. Beleza vai além da aparência Mais importante do que se encaixar em padrões criados de tempos em tempos pela sociedade, é ter pés saudáveis, bem cuidados e que sustentam o corpo e permitem a mobilidade diária. Por isso, a podóloga acrescenta que pés bonitos são aqueles saudáveis. “Ignorar pequenos sinais, como rachaduras ou desconforto, pode levar a complicações mais sérias. Portanto, cuidar dos pés deve ser um hábito constante, independentemente de padrões estéticos ou culturais”, conclui.

Bolha estourou? Aprenda a fazer o curativo ideal
Bolha

Bolha estourou? Aprenda a fazer o curativo ideal

As bolhas nos pés são uma resposta natural da pele ao atrito, calor ou umidade, que funcionam como uma proteção para o tecido lesionado. Só que, quando se rompem, deixam a área sensível e exposta, aumentando o risco de inflamações e infecções. O problema é bastante comum em quem usa sapatos apertados ou caminha por longos períodos em dias quentes, como relata a podóloga Aline Campos Silva. “A bolha junta líquido para proteger a pele, mas se a pressão aumenta ou a gente força muito, acaba estourando sozinha”, explica. De acordo com a dermatologista e cirurgiã Paula Sian, especializada em medicina chinesa, as bolhas podem surgir por outras causas além do atrito. “O mais comum é o trauma, mas também aparecem devido a queimaduras, alergias, infecções ou até micoses. Quando estouram, expõem uma pele que ainda está se recuperando, o que favorece a infecção”, alerta. O que fazer quando uma bolha estourar Quando a bolha se rompe, os cuidados iniciais são fundamentais para evitar complicações. Nesse sentido, Aline recomenda higienizar o local imediatamente e proteger a região com um curativo adequado. “É necessário limpar muito bem com água e sabão, usar um antisséptico e evitar encostar a mão suja para não infeccionar”, orienta a podóloga. Segundo ela, o ideal é cobrir com um curativo próprio para bolhas, que não gruda e ajuda a aliviar a dor. Durante o dia, a recomendação é manter o curativo para evitar o contato com sujeira e atrito. À noite, porém, vale deixar o ferimento respirar um pouco para acelerar a cicatrização. Erros que pioram a situação Vale lembrar que alguns hábitos bem comuns podem agravar o quadro e atrasar a recuperação. A podóloga Aline cita, por exemplo, a mania de furar as bolhas, arrancar a pele ao redor ou passar álcool no local. Usar sapatos apertados, que aumentam o atrito, é outro erro clássico. Tudo isso tende a piorar o caso. Assim, enquanto estiver com a bolha, opte por modelos de calçados mais largos, que não causarão machucados na região já sensibilizada. A dermatologista Paula Sian explica que manter a pele limpa e protegida é o melhor caminho para uma recuperação sem riscos. “O importante é garantir limpeza com água corrente e sabonete. Depois, usar pomada hidratante ou lubrificante e aplicar curativos oclusivos, como gaze vaselinada ou películas de silicone, que protegem sem grudar”, orienta. Já em caso de bolhas infeccionadas, a médica alerta que pode ser necessário o uso de pomada antibiótica. “Se houver inflamação, dor ou secreção, o tratamento deve sempre ser orientado pelo dermatologista”, complementa. Para não ficar na dúvida, confira quais são os sinais que indicam necessidade de avaliação profissional: Dor que só piora; Vermelhidão e inchaço; Eliminação de pus ou secreção amarelada. “Esses sintomas mostram que o machucado não está cicatrizando bem”, adverte a especialista. Como evitar que novas bolhas apareçam A prevenção começa pela escolha do calçado e pela rotina de cuidados com os pés. A cirurgiã recomenda sempre priorizar o conforto. “Use sapatos já amaciados e evite estrear pares novos em viagens ou caminhadas longas. Calçados novos ainda vão ceder aos pés e podem causar bolhas”, avisa. Para evitar o problema definitivamente, vale seguir as dicas: Prefira sapatos confortáveis e bem ajustados; Não estreie calçados novos em longas caminhadas; Mantenha os pés secos e limpos; Use meias que reduzam o atrito. “Lembre-se: cuidar logo no início das bolhas evita dor e infecção. É um cuidado simples, mas que faz toda diferença”, finaliza Aline.

Inchaço e edema são a mesma coisa? Conheça tratamentos
Inchaço e Edema

Inchaço e edema são a mesma coisa? Conheça tratamentos

O inchaço e o edema são fenômenos comuns e até usados como sinônimos. Mas será que são exatamente iguais? De acordo com o fisioterapeuta e acupunturista Rodrigo Ricardo, os dois nomes servem para a mesma condição, porém, “inchaço” é o termo mais usado pela população, enquanto “edema” é a forma de os médicos nomearem o quadro. “Ambos referem-se ao acúmulo de líquido na região intersticial do corpo, ou seja, entre as células”, detalha o profissional. Na lista de causas entram: contusão; cirurgia; medicamentos anti-inflamatórios; problemas cardíacos, renais e circulatórios; sedentarismo e gravidez, assim como manter-se por muito tempo na mesma posição, algo corriqueiro no dia a dia. Determinar qual é o motivo de inchaço depende de uma análise bem detalhada e relacionada ao histórico do paciente. Por exemplo, se for constatado após um exercício intenso, pode se tratar de uma lesão muscular. Se houver a presença de cacifo, ou seja, uma pequena depressão em meio ao edema, é provável ser resultado de questões circulatórias ou linfáticas. Será que é sério? Nem sempre o inchaço é motivo de preocupação, mas alguns sinais indicam a necessidade de procurar ajuda médica. "Se o inchaço for causado por uma contusão, é fundamental procurar um médico rapidamente, pois pode haver uma lesão mais grave, como fratura ou rompimento de ligamento", alerta Rodrigo Rodrigo. Em casos sem uma causa evidente, o especialista explica que é possível recorrer a outros profissionais, como o fisioterapeuta ou massoterapeuta para realizar uma drenagem linfática. Mas, se persistir por mais de uma semana sem uma explicação plausível, também merece atenção médica. Já para os sinais de alerta, como quando se constata cacifo (sinal clínico avaliado por meio da pressão digital sobre a pele), a conduta deve ser diferente. "Se, ao apertar a pele, o local ficar marcado por muito tempo, significa que o edema está ali há um bom tempo e pode indicar um problema circulatório", esclarece. Como reduzir e tratar o inchaço Entre as opções mais indicadas para tratar o inchaço, o profissional recomenda: Drenagem linfática: indicada para todos os casos, desde edemas pós-cirúrgicos até problemas circulatórios e contusões; Terapia manual: técnicas que incluem mobilização e manipulação articular; Exercícios: são indicados exercícios de tornozelo e panturrilha, pois melhoram a circulação sanguínea e ajudam na retirada do líquido intersticial e linfa. "Exercícios de mobilidade articular, fortalecimento e resistência são eficazes para reduzir o inchaço", pontua o fisioterapeuta. No entanto, ele alerta que, caso o edema seja decorrente de uma lesão, é essencial entender a causa antes de iniciar qualquer atividade física. Prevenir é o melhor remédio, sempre! Movimentar-se regularmente é a melhor forma de evitar o acúmulo de líquidos nos tecidos. Sendo assim, o segredo para prevenir os edemas é se manter ativo. Atividades físicas como caminhada, musculação, pilates e yoga são opções recomendadas pelo profissional. Rodrigo Ricardo ainda indica que pessoas que passam longos períodos sentadas ou em pé mudem de posição regularmente, alongando-se e realizando exercícios simples, como contrair as panturrilhas. "O ideal é fazer pausas a cada 30 a 45 minutos para se movimentar. Quem fica muito tempo sentado deve levantar-se e caminhar um pouco, enquanto quem passa o dia em pé pode elevar as pernas para melhorar a circulação", finaliza.

Cuidado com os pés em casa: o que fazer e não fazer
Autoestima

Cuidado com os pés em casa: o que fazer e não fazer

Muita gente sai do banho e logo passa o desodorante nas axilas e o hidratante no rosto e no corpo. Mas e o pé? Devemos dedicar os mesmos cuidados a essa parte do corpo? É bom lixar de vez em quando? E pode passar hidratante? Se você tem dúvidas sobre o que pode ou não fazer para cuidar bem dos pés, confira a seguir as dicas de dois especialistas em podologia: Jeneci Andrade de Souza, docente da área de podologia do Senac São Paulo; e Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Preciso lavar os pés todos os dias? Sim: como todo o resto do corpo, os pés devem ser lavados todos os dias com sabonete comum. “No banho, muita gente deixa só a água escorrer e não lava direito os pés”, diz Bega. “É preciso lavar entre os dedos e usar uma bucha para higienizar bem o pé.” Nunca é demais lembrar: depois do banho, lave e seque bem a região entre os dedos para não ter problemas com fungos, como os que causam as frieiras. Todo mundo tem que hidratar os pés? Sim! Souza explica que manter a pele hidratada evita uma série de alterações no pé, como o aparecimento de pequenas (porém bem incômodas) rachaduras no calcanhar. O ideal é fazer essa hidratação diariamente. Se não for possível, ele recomenda uma frequência de ao menos três vezes por semana. “Mas atenção: não se deve passar creme entre os dedos, somente na região plantar e dorsal”, completa. É preciso lixar os pés? Não. O ideal é realizar uma esfoliação e, depois, uma hidratação. “O lixamento só deve ser feito quando se remove uma calosidade. É melhor usar cremes que mantêm a pele hidratada e impedem que ela engrosse muito”, explica Bega. “Lixar os pés agride a pele, abre passagem para bactérias e fungos e muitas vezes causa uma resposta inflamatória que vai levar o corpo a produzir mais pele.” No caso de calos, ele indica procurar um/a podólogo/a para fazer a avaliação. “Pode ser necessário usar uma palmilha, pois a questão não é lixar, e sim resolver uma alteração de pisada que está fazendo com que a pele engrosse em certos pontos por causa do aumento de pressão devido a essa alteração.” Que cuidados com os pés eu posso tomar se suo muito? Nesse caso, é importante manter os pés secos por mais tempo, para evitar o mau cheiro e infecções por fungos, como as frieiras. Souza recomenda usar papel interfolha na secagem, pois ele absorve melhor a umidade. Bega sugere usar desodorante para os pés na versão em pó, que tem melhor desempenho para absorver a umidade gerada na transpiração. Para completar, evite usar meias e calçados feitos de tecidos sintéticos, especialmente no calor, pois eles fazem os pés suarem mais. “É melhor usar meias de algodão, que absorvem o suor”, completa Bega. De quanto em quanto tempo devo inspecionar meu pé? “Todo dia”, responde Souza. “Observe a presença de bolhas, calos e calosidades, coloração diferente na pele ou nas unhas”, afirma o especialista. Esse cuidado deve ser redobrado para quem tem pé diabético, pois, com a perda de sensibilidade nos pés, pequenas feridas e rachaduras podem virar ulcerações graves que levam à amputação. Quem não tem diabetes deve ficar de olho e checar se há mudança de aspecto nas unhas ou na coloração da pele, especialmente entre os dedos. Esses sinais podem ser de infecção por fungos, como micose e pé de atleta.

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