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O que causa artrose nos pés? Saiba identificar e tratar
Prevenção de Lesões

O que causa artrose nos pés? Saiba identificar e tratar

A artrose nos pés é o desgaste progressivo das cartilagens que revestem as articulações dessa região, tecidos que funcionam como um “amortecedor natural”, permitindo que os ossos se movam suavemente. Quando sofrem alterações, podem causar dor, rigidez e limitação dos movimentos. A condição pode atingir diferentes articulações do pé, sendo mais comum no dedão (hálux), no meio do pé (mediotársica) ou na articulação subtalar, entre o tornozelo e o pé. “A artrose é um processo crônico, geralmente lento, e está relacionada ao envelhecimento, mas pode surgir mais cedo em pessoas com fatores de risco específicos”, informa o ortopedista Marco Aurélio Neves, da Clínica Movitè, especialista em cirurgia de próteses de quadril e joelho. Principais causas da artrose Mas, afinal, por que uma pessoa desenvolve essa doença? O médico lista os motivos mais importantes: Desgaste natural com a idade; Sobrecarga repetitiva (corridas, esportes de impacto, uso de salto alto); Traumas prévios (entorses, fraturas, lesões mal curadas); Deformidades como joanetes, pés planos ou cavos; Doenças inflamatórias como artrite reumatoide ou gota; Excesso de peso, que aumenta a carga sobre as articulações. Além disso, o histórico familiar e o uso prolongado de calçados inadequados elevam as chances de desenvolver o problema. Sintomas iniciais Os primeiros sinais incluem dor que piora com o uso das articulações e melhora com repouso; rigidez matinal ou após longos períodos parado; e sensação de travamento. Porém, esses não são os únicos sintomas possíveis. O paciente também pode apresentar: Inchaço; Diminuição da mobilidade; Dificuldade para calçar sapatos; Deformidades visíveis nos dedos ou no dorso do pé em fases mais avançadas. “A dor geralmente começa leve e vai se intensificando ao longo do tempo, comprometendo a qualidade de vida”, alerta o ortopedista. Impacto na mobilidade e tratamento Quando não tratada, a artrose pode limitar bastante a capacidade de caminhar, correr ou ficar em pé por muito tempo. Para compensar a dor, a pessoa muda o jeito de andar, sobrecarregando joelhos, quadris e coluna lombar. Não para por aí: o quadro ainda aumenta o risco de quedas, torções e lesões secundárias, principalmente em idosos. De acordo com o especialista, na maioria dos casos, o tratamento começa de forma conservadora, sem cirurgia. Entre as principais opções estão: Uso de calçados mais largos e confortáveis, com bom amortecimento; Palmilhas ortopédicas personalizadas; Fisioterapia e exercícios para fortalecer o pé e o tornozelo; Medicamentos para dor e inflamação; Infiltrações com ácido hialurônico ou corticoide, em casos moderados. A cirurgia só é indicada quando a dor se torna incapacitante e o tratamento clínico não funciona mais. “Os procedimentos variam conforme a articulação afetada e podem ir desde pequenas correções ósseas até artrodeses (fusões) ou mesmo próteses em casos mais raros”, detalha Marco Aurélio. Cuidados diários são importantes Vale saber também que alguns hábitos simples podem retardar a evolução da artrose ou reduzir seus sintomas, incluindo o seguinte: Manter o peso sob controle; Usar calçados adequados, com suporte e sem salto alto; Evitar longos períodos em pé ou caminhadas extenuantes em superfícies duras; Alongar e fortalecer os pés regularmente; Evitar esportes de alto impacto quando houver dor; Procurar um ortopedista nos primeiros sinais de desconforto. “A artrose não tem cura, mas tem tratamento e controle. Quanto mais cedo for diagnosticada, maior a chance de evitar cirurgias e manter a qualidade de vida”, garante o médico. Marco Aurélio Neves ressalta que “o pé, muitas vezes negligenciado, é a base da nossa mobilidade e cuidar dele é cuidar da nossa liberdade”. “Viver com dor não é normal.”

Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento
Frieira e Micose

Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento

A micose nos pés é uma condição incômoda e persistente causada por fungos que afeta milhões de pessoas. Comumente encontrada na pele ou nas unhas, essa infecção pode variar de uma irritação leve a um problema mais difícil de tratar. “A frieira, também conhecida como pé de atleta, e a onicomicose, que afeta as unhas, são os tipos mais comuns de micose nos pés”, explica a podóloga Gabriela Maia, da Majô Beauty Club. Os fungos responsáveis pela micose se proliferam em ambientes quentes e úmidos, como os proporcionados por sapatos fechados ou pés mal secos após o banho. De acordo com a especialista, a frieira é causada pelo fungo Trichophyton, já presente na pele, enquanto a onicomicose pode ser provocada por diferentes espécies, como Epidermophyton, Microsporum e Trichophyton. Causas e hábitos que favorecem a doença A micose ocorre quando fungos encontram as condições ideais para se multiplicarem. Portanto, na lista de fatores mais comuns estão: Uso de sapatos fechados e apertados, porque retêm umidade e calor, criando um ambiente favorável para os fungos; Higiene inadequada, visto que pés mal lavados ou sem estarem completamente secos facilitam a proliferação; Compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas, meias ou calçados, o que pode transmitir os fungos; Frequentar ambientes úmidos e coletivos, tais quais piscinas, academias e vestiários públicos, que são locais de alto risco. “Pequenas lesões ou rachaduras na pele também facilitam a entrada dos fungos e podem agravar o quadro”, alerta a podóloga. Tipos de micose nos pés e seus sintomas As micoses mais comuns que afetam os pés são: Frieira, também conhecida como ‘pé de atleta’: os sintomas incluem coceira, odor forte, vermelhidão, descamação e rachaduras, especialmente entre os dedos. O problema geralmente causa desconforto constante e pode evoluir para fissuras dolorosas, se não tratado. Onicomicose, a micose específica das unhas: unhas com manchas amareladas ou esbranquiçadas, espessamento, fragilidade, deformação e odor desagradável são os principais sinais. A condição pode levar meses para ser tratada completamente, devido ao crescimento lento das unhas. Por que é tão difícil curar micose nos pés? O tratamento de micoses nos pés é desafiador, especialmente quando elas afetam as unhas. Isso ocorre porque os fungos se alimentam de queratina, uma proteína presente na pele e nas unhas. “O ambiente quente e úmido nos pés cria as condições ideais para a proliferação dos fungos e dificulta a erradicação total”, explica a especialista. Assim, enquanto a frieira pode ser resolvida em cerca de um mês, com o uso correto de pomadas e cuidados diários, a onicomicose exige tratamentos prolongados. O processo pode levar de 6 a 12 meses, dependendo do crescimento da unha e da adesão ao tratamento. Como tratar a micose nos pés O tratamento deve ser iniciado com a avaliação de um profissional qualificado. Entre as medidas recomendadas estão: Higienização rigorosa: lavar bem os pés, secá-los completamente, sobretudo entre os dedos, e evitar compartilhar objetos pessoais; Cuidados com calçados: higienizar sapatos regularmente, deixá-los secar ao sol e aplicar desinfetantes específicos; Uso de medicamentos tópicos: pomadas ou cremes antifúngicos são indicados para casos leves de frieira; Tratamentos avançados: em casos mais graves, podem ser necessários laser ou medicamentos orais, sempre prescritos por um médico. Além disso, manter a constância no tratamento é essencial para garantir resultados duradouros. “Interromper o uso de medicamentos antes do tempo pode levar à recorrência da micose”, alerta Gabriela. Impactos na qualidade de vida Embora pareçam problemas simples, as micoses nos pés podem causar desconforto significativo, além de afetar a autoestima e a rotina. A coceira persistente, as rachaduras dolorosas e o comprometimento estético das unhas são reclamações frequentes entre pacientes. A podóloga destaca que, ao menor sinal de micose, é importante buscar ajuda profissional. “Quanto mais cedo o problema for tratado, menores serão as chances de complicações ou recidivas”, conclui.

Calcanhar rachado pode sangrar (e isso não é um bom sinal)
Calcanhar Rachado

Calcanhar rachado pode sangrar (e isso não é um bom sinal)

O calcanhar rachado vai além de um incômodo estético. Quando a pele fica seca e espessa, pode se romper e formar fissuras profundas que chegam até a sangrar. Além de dor e desconforto, esse quadro facilita a entrada de bactérias e fungos, aumentando o risco de infecções graves. Marlí da Silva, podóloga especialista em pés diabéticos, explica que as causas mais comuns deste problema são a falta de hidratação, o uso frequente de calçados abertos, andar descalço em pisos ásperos, clima seco ou frio e doenças como diabetes e obesidade. “Quando a fissura se aprofunda, o sangramento pode aparecer. Se for leve e cessar em poucos dias, tudo bem. Mas intenso e frequente, não! Em pessoas com diabetes, mesmo uma ferida pequena deve ser avaliada por um médico, pois a cicatrização é mais difícil”, explica. Quando o sangramento exige atenção Nem todo sangramento indica algo grave. Porém, a frequência e a intensidade servem como alerta. Assim, é necessário ficar atento aos sinais que indicam necessidade de atendimento: Dor intensa ou dificuldade para andar; Sangramento que não melhora em poucos dias; Secreção, pus ou mau cheiro; Fissuras profundas que não cicatrizam. Além do mais, pessoas com diabetes ou imunidade baixa devem procurar ajuda em qualquer ocorrência de sangramento. Marlí adverte que, quando não tratado, o problema pode evoluir para inflamação, inchaço e até úlceras. Nos casos mais graves, há risco de necessidade de intervenção médica e, em pacientes diabéticos, até amputação. Cuidados para evitar o agravamento Os primeiros cuidados começam em casa e ajudam a prevenir que as pequenas fissuras piorem. Entre eles estão: Hidratar os pés diariamente com cremes específicos; Secar bem os pés após o banho; Evitar andar descalço em pisos ásperos; Preferir calçados fechados que protegem o calcanhar; Fazer esfoliação leve para remover a pele morta. Para pessoas mais propensas a rachaduras, a podóloga recomenda intensificar a hidratação à noite e usar meias de algodão, além de controlar doenças como diabetes e obesidade, e visitar o consultório médico regularmente. Tratamentos profissionais Quando os cortes já estão mais profundos, não adianta esperar que melhorem por conta própria. É hora de buscar um podólogo, que poderá atuar com técnicas seguras e específicas, como: Limpeza profissional e remoção controlada da pele espessa; Aplicação de produtos emolientes concentrados; Uso de bandagens protetoras; Orientação personalizada de cuidados no dia a dia; Encaminhamento médico em casos de infecção ou úlcera. No entanto, também é fundamental que o paciente continue fazendo sua parte. Mesmo com o tratamento profissional, os cuidados caseiros devem ser mantidos e tudo aquilo que não é recomendado precisa ser evitado. É um trabalho conjunto e de confiança. Plástica dos pés pode ajudar Para a publicitária Marina Lopes, de 27 anos, a virada de chave no cuidado com os pés foi conhecer a plástica dos pés. “Eu sempre tive a região muito seca e já cheguei a puxar a pele do calcanhar, o que fez sangrar. Doeu, ardeu, foi horrível!”, relembra. Ela conta que, no passado, sua pedicure costumava lixar seus pés, mas, com o tempo, os salões foram descontinuando este passo. “Até que descobri a plástica dos pés, que usa um produto e uma bota de alumínio. Depois, eles retiram toda a pele ressecada. Foi um divisor de águas na minha rotina”, compartilha. Além do procedimento mensal, Marina passou a hidratar os pés diariamente com cremes à base de ureia e evitar andar descalça em casa. “Meu conselho é não deixar chegar no ponto de sangrar! Esses hidratantes são baratos e, quando usados com meias à noite, deixam o pé super-hidratado. Se puder investir, a plástica dos pés é maravilhosa também”, afirma.

Calor e sapatos apertados agravam o Neuroma de Morton
Neuroma de Morton

Calor e sapatos apertados agravam o Neuroma de Morton

O Neuroma de Morton é uma inflamação do nervo localizado entre os ossos do antepé, geralmente no terceiro e quarto dedos. A compressão constante dessa região provoca espessamento do nervo, dor, sensação de queimação, formigamento e até a impressão de estar ‘pisando em uma pedrinha’. O desconforto pode ser ainda pior com gatilhos como o calor e o uso de sapatos apertados. Paulo Frederico, ortopedista especialista em cirurgia do pé e tornozelo e presidente da Comissão de Ensino e Treinamento da SBOT-RJ, esclarece que as altas temperaturas causam dilatação dos vasos e leve inchaço nos pés, o que aumenta a pressão sobre o nervo. Já calçados inadequados comprimem a cabeça dos metatarsos e agravam ainda mais a inflamação. “O calor intensifica os sintomas e os calçados estreitos comprimem o nervo entre os ossos do antepé, gerando atrito e dor. Por isso, quem sofre com o Neuroma de Morton deve redobrar a atenção nos dias quentes e evitar sapatos que apertem ou tenham salto alto”, reforça o médico. Cuidados com fatores de risco O ideal é evitar sapatos de bico fino, salto alto e solado rígido, pois esses modelos empurram o peso do corpo para o antepé e comprimem os dedos. A orientação é apostar em opções com bico largo, solado macio e bom amortecimento, como tênis esportivos. Mas, além do calor e dos calçados estreitos, há outros gatilhos que favorecem o desenvolvimento do Neuroma de Morton: Pés cavos ou planos (pois alteram a distribuição da carga); Encurtamento do tendão de Aquiles; Ganho de peso recente; Traumas repetitivos no antepé; Atividades de impacto, como corrida ou salto, que aumentam a sobrecarga. Por isso, não basta dedicar atenção apenas no verão ou escolher o sapato certo: é preciso olhar para todos esses possíveis estímulos e focar na prevenção. Como identificar o Neuroma de Morton O ortopedista destaca a dor em queimação entre os dedos, com irradiação para as pontas, como o sintoma mais marcante. Também é comum a sensação de “choque” ou da famosa “pedrinha no sapato”, que piora com o uso de calçados apertados e melhora ao caminhar descalço. Ele esclarece que o diagnóstico é geralmente clínico, baseado no exame físico e no Teste de Mulder, que aplica compressão lateral no antepé para reproduzir a dor. Exames como ultrassom e ressonância magnética complementam a avaliação, mostrando o espessamento do nervo e sinais inflamatórios. Tratamentos mais eficazes Na grande maioria dos casos, o tratamento é conservador e envolve: Troca dos calçados; Uso de palmilhas com apoio retrocapital; Fisioterapia e alongamentos; Aplicação local de anti-inflamatórios; Infiltrações guiadas, quando necessário; Ajustes no treino para quem pratica corrida. O médico observa que, se a dor se tornar crônica e resistente, pode ser indicada cirurgia para remoção do neuroma ou técnicas percutâneas que redistribuem a carga metatarsal. “O Neuroma de Morton é uma condição benigna, mas que pode afetar a qualidade de vida se for ignorada. Reconhecer os sintomas e cuidar dos pés com atenção é essencial para manter o corpo em movimento e livre de dor”, finaliza Paulo.

Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!
Mobilidade Articular

Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!

Mover-se com liberdade, equilíbrio e controle é um dos pilares da saúde. A mobilidade articular é justamente a capacidade de as articulações se movimentarem de forma ampla e coordenada. É ela que garante autonomia, previne dores e facilita as tarefas do dia a dia, do simples ato de caminhar até a prática de esportes. Para garanti-las, fazer exercícios físicos é fundamental! Caio Caires, especialista em quiropraxia e osteopatia, argumenta que preservar a mobilidade é superimportante para manter o corpo funcional e independente. Isso porque, com o passar dos anos, o sedentarismo e a má postura reduzem a amplitude dos movimentos e aumentam o risco de dores. O segredo está justamente no estímulo do movimento de forma consciente e constante, respeitando os limites de cada fase. “Quando as articulações se movimentam com liberdade e controle, conseguimos evitar dores, manter uma boa postura e garantir independência em qualquer idade. A mobilidade preserva a estabilidade e o equilíbrio do corpo, reduz o risco de lesões e melhora a qualidade de vida. É essencial para todos”, afirma o profissional. Se isso não for priorizado, com o envelhecimento e a falta de atividade física, articulações como ombros, quadris, coluna e tornozelos tendem a perder movimento. “A ausência de estímulo faz com que o corpo perca flexibilidade, prejudicando a postura, o equilíbrio e a execução de tarefas simples”, avisa Caio Caires. Aliás, vale esclarecer que exercícios de mobilidade não são a mesma coisa que alongamentos. “O alongamento atua no comprimento muscular, enquanto a mobilidade trabalha o movimento ativo e o controle das articulações. A combinação dos dois melhora a flexibilidade e o desempenho”, afirma. Exercícios para cada idade A mobilidade articular pode (e deve) ser trabalhada por todas as pessoas, em qualquer momento da vida. Porém, a escolha dos exercícios depende do nível de condicionamento e da idade, como indica o fisioterapeuta: Crianças e adolescentes: atividades lúdicas, agachamentos, pular corda e exercícios de mobilidade para tornozelos e quadris; Adultos jovens: exercícios funcionais, pranchas e movimentos para melhorar a mobilidade da coluna torácica e do quadril; Pessoas de meia-idade: rotação de tronco, mobilização de ombros e alongamentos controlados; Idosos: movimentos lentos e assistidos, articulações de braços e tornozelos, exercícios realizados na água ou na posição sentada. Mesmo sendo as mais indicadas, essas práticas devem ser orientadas e supervisionadas por um profissional, independentemente da fase da vida em que a pessoa se encontra. A frequência de exercícios de mobilidade também é importante - devem ser realizados de três a cinco vezes por semana, podendo ser feitos diariamente, em períodos curtos de duração. “A constância é o que traz resultado. Para quem tem dores ou limitações, os movimentos precisam ser leves, lentos e totalmente sem dor, com a orientação de um fisioterapeuta”, destaca o especialista.

Artrite nos pés e tornozelos: saiba identificar e tratar
Prevenção de Lesões

Artrite nos pés e tornozelos: saiba identificar e tratar

A artrite nos pés e tornozelos é um processo inflamatório crônico que provoca desgaste progressivo da cartilagem das articulações. Esse quadro causa dor, inchaço e perda gradual de movimento, impactando diretamente a qualidade de vida. Segundo o ortopedista Rafael Botelho, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), as causas mais comuns incluem: Fraturas graves no tornozelo; Instabilidades crônicas após entorses mal tratadas; Alterações da pisada, como o pé plano grave; Doenças inflamatórias, como artrite reumatoide e lúpus; Infecções articulares. “A artrite é um processo inflamatório crônico que gera desgaste progressivo da cartilagem que reveste os ossos das articulações, causando dor, inchaço e redução da amplitude de movimento de forma progressiva”, explica o especialista em cirurgia minimamente invasiva do pé. Sintomas e diagnóstico Os primeiros sinais são dor e inchaço de instalação lenta, geralmente acompanhados de rigidez matinal. Para diferenciar de outros problemas articulares, como tendinites ou fascite, é importante observar a duração dos sintomas. Veja só: Problemas benignos costumam durar menos de duas semanas e cessam espontaneamente. A artrite, ao contrário, provoca dores persistentes que se estendem por meses ou anos, limitam atividades físicas e profissionais e só regridem com tratamento médico. Além disso, nos estágios mais avançados, a artrite compromete a movimentação dos pés e tornozelos. Essa limitação leva a uma sobrecarga das articulações vizinhas, já que o corpo busca compensar a dor alterando a forma de pisar e andar. Com o tempo, esse padrão favorece o surgimento de novas lesões. Tratamentos disponíveis Os procedimentos para reverter o cenário variam conforme a gravidade e devem ser sempre individualizados. De acordo com o médico, existem três abordagens principais: Não cirúrgicas: fortalecimento muscular dos membros inferiores (panturrilha, inversores e eversores do tornozelo), uso de colágeno tipo 2 para auxiliar a cartilagem remanescente e adoção de calçados de solado firme (como tênis, plataforma, papete, tamanco ou anabela) e palmilhas para corrigir alterações da pisada. Procedimentos guiados: infiltrações articulares com ácido hialurônico, que aliviam a dor por 6 a 12 meses e ajudam no deslizamento articular. Cirurgias: indicadas em casos de destruição articular ou deformidades graves, podendo envolver fusão das articulações (artrodeses) ou substituição das mesmas (artroplastias). “A escolha do tratamento é individual e feita pelo ortopedista, levando em conta o grau de destruição articular e o impacto na vida do paciente”, salienta Rafael. Cuidados no dia a dia Alguns hábitos ajudam a controlar os sintomas da artrite e prevenir crises mais dolorosas. Alguns deles são: Manter uma dieta saudável; Controlar o peso corporal; Praticar atividades de baixo impacto, como bicicleta, pilates, elíptico ou exercícios aquáticos; Fortalecer a musculatura periarticular para estabilizar tornozelos e pés. Manter o peso adequado, associado aos esportes corretos, promove a saúde das articulações e reduz o risco de artrite. Além disso, tratar precocemente alterações da pisada ou dores persistentes ajuda a evitar a progressão da doença. Sinais de alerta O alarme deve soar com dores osteoarticulares intensas ou que duram mais de duas semanas. Esses casos merecem investigação de perto pelo ortopedista para descartar ou diagnosticar a doença. “Uma lesão tratada de forma precoce com reforço muscular, palmilhas ou pequenas cirurgias pode ser revertida sem prejuízos a longo prazo. Mas negligenciar a dor pode levar a artrite com destruição articular, exigindo tratamentos e cirurgias complexas”, alerta o médico.

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