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Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.
Os produtos Baruel Kids são indicados para uso a partir dos 3 anos.
Entre outros, os nossos repelentes protegem contra as picadas de insetos como o. Proteção de mosquitos testada para espécie Culex Quinquefasciatus e Aedes Aegypti, este último transmissor das doenças Dengue, Zika, e Chikungunya.
Conheça o Universo do Pé
O que é frieira ou pé de atleta?
Sentiu uma coceira estranha entre os dedos? Pode ser uma infecção por fungos – contamos aqui como evitar e tratar. Você está secando os pés e, de repente, ao separar um dos dedos, sente uma ardência, uma queimação, até uma coceirinha: será uma frieira ou pé de atleta? Se você olhar mais de perto e encontrar um corte na pele, muito provavelmente a resposta será “sim”. A frieira ou o pé de atleta são a mesma coisa: uma infecção na pele causada por fungos chamados de dermatófitos – o nome clínico dessa condição é “tinea pedis”. Esses fungos são oportunistas e surgem entre os dedos do pé quando essa parte do corpo fica úmida por muito tempo. Além da umidade, eles curtem também um “escurinho”, ressalta Ariane da Silva Pires, enfermeira podiatra e professora-adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). “Eles não resistem à umidade e ao escurinho dos calçados. E pode também haver contaminação se o calçado estiver infectado.” Como saber se eu tenho pé de atleta? Alguns dos sintomas mais comuns do pé de atleta (ou frieira) são: Coceira e sensação de queimadura entre os dedos dos pés Pele muito seca, com descamação Fissuras ou rachaduras na pele da sola dos pés e do calcanhar Pele esbranquiçada Aberturas entre os dedos, deixando, em casos graves, a região “em carne viva” Ariane explica que a pele do pé fica esbranquiçada porque, como o fungo está se multiplicando entre os dedos, vai causar uma infecção na pele que causa essa mudança de cor. “Lembra um pouco quando a gente passa o dia inteiro na praia ou na piscina e a nossa pele fica enrugada e amolecida, parecendo com a pele que ficou de molho”, explica a podiatra. “Às vezes a pele pode apresentar também algum tipo de odor por conta da proliferação desses fungos. E pode rachar, o que realmente é bastante doloroso.” Como evitar o pé de atleta A melhor forma de evitar toda essa chateação é bem simples: basta enxugar muito bem a área entre os dedos dos pés após o banho. Ariane também recomenda o uso de um talco próprio para os pés para manter a região seca (como um desodorante para os pés em pó). Outro cuidado importante é sempre usar chinelos se for tomar banho em um banheiro coletivo ou fora de casa. Isso porque o pé de atleta é contagioso e podemos nos infectar se andarmos descalços no boxe ou mesmo pelo banheiro. “Um fungo vai estar presente em vários ambientes. Se você for a uma piscina e não utilizar um calçado e alguém tiver pisado por ali descalço tendo frieira, pode haver contaminação. Daí a importância de não andar descalço ou descalça, principalmente nesses locais de banho e piscina coletivos”, reforça a podóloga. Como tratar o pé de atleta O tratamento da frieira envolve o uso de medicamentos antimicóticos ou antifúngicos no local afetado, sempre seguindo a orientação de um profissional, que pode ser um(a) médico(a) ou um(a) enfermeiro(a) podiatra. Também é importante ter mais atenção ao usar sapatos e tênis para não se infectar novamente, pois eles podem ter sido contaminados com o fungo. Isso porque se esse microrganismo continuar no calçado, pode haver uma reinfecção. “Todos os calçados têm que ser lavados e higienizados. Essa limpeza pode ser feita com álcool 70%. Nos dias de sol, vale abrir os calçados e colocá-los para tomar sol, um dos inimigos do fungo”, ensina Ariane. Além disso, é fundamental lembrar de usar desodorante em pó nos sapatos antes de guardá-los.
Cuidados com as unhas dos pés, além da esmaltação
Esmaltar as unhas pode fazer parte da rotina de beleza, mas está longe de ser o único cuidado importante para mantê-las saudáveis. Higiene adequada, corte correto e atenção a mudanças na aparência ajudam a prevenir e identificar alterações. Lavar e secar bem os pés são as primeiras indicações da dermatologista Bhertha Tamura para a saúde das unhas. Da mesma forma, os cuidados com calçados e meias fazem diferença, sobretudo para quem costuma sofrer com micoses. “Os sapatos devem ser mantidos sempre limpos e secos. Também é importante alternar entre os pares, arejá-los e deixá-los no sol sempre que possível”, orienta a médica. Se houver excesso de suor, meias devem ser trocadas mais de uma vez ao dia. O corte das unhas importa muito A forma de cortar as unhas pode ajudar a reduzir o risco de encravamentos e pequenas lesões. A recomendação é manter os cantos laterais expostos, sem que as pontinhas entrem na pele, com um formato levemente quadrado. Há outros hábitos que contribuem para preservar a região saudável, como escolher o calçado adequado, principalmente para praticar esportes de impacto. Também vale comprar uma numeração maior que a dos sapatos sociais para não apertar os dedos. Se necessário, talcos e desinfetantes podem entrar nessa rotina de cuidado. Nesse sentido, a especialista indica somente produtos que não sensibilizam a pele e sejam próprios para a limpeza de calçados. Fique atento às mudanças nas unhas Observar a cor, a espessura e o formato das unhas é fundamental. Isso porque algumas alterações aparentemente simples podem indicar desde pequenos traumas até doenças que precisam de tratamento. Segundo a médica Bhertha Tamura, as colorações que merecem atenção são: unhas brancas ou amareladas, pois costumam indicar micose ou surgir após lesões, principalmente em corredores e praticantes de esportes de impacto; tons roxos, que geralmente indicam sangramento provocado por trauma; manchas negras que surgem de forma repentina, mudam de cor, aumentam de largura ou atingem a pele ao redor da unha, e pedem avaliação urgente. Nem toda alteração pode ser tratada em casa O tratamento caseiro, com esmaltes e cremes antifúngicos, costuma funcionar nos quadros mais leves de micose, mas nos cenários mais avançados, a medicação via oral pode ser necessária para a recuperação. “Nos casos persistentes de micose nas unhas, acompanhados de micose nos pés e excesso de suor, a toxina botulínica pode ser considerada”, observa a especialista. A visita ao dermatologista é essencial se houver suspeita de tumor nas unhas. Em algumas situações, a biópsia é o caminho mais indicado para definir quais abordagens terapêuticas serão realmente eficientes.
6 dicas práticas para evitar o ressecamento nos pés no inverno
Os pés ficam mais ressecados no inverno por causa do ar seco e frio, pelo uso de sapatos fechados e pelos banhos quentes e demorados. Para evitar o ressecamento e até mesmo prevenir o surgimento de fissuras podais que podem além de causar dor, ser uma porta de entrada para fungos e bactérias, nossa colunista dá seis dicas simples para o dia a dia. São elas: 1. Hidrate todos os dias No inverno, o ar fica mais seco e a pele perde água mais rápido. Use cremes específicos para os pés, ricos em ureia, manteiga de karité ou óleo de amêndoas. 2. Evite banhos muito quentes e demorados A água quente retira a oleosidade natural da pele, deixando os pés ainda mais ressecados. 3. Use meias de algodão Elas ajudam a manter a hidratação e deixam a pele respirar, evitando rachaduras. 4. Faça esfoliação semanal Remove células mortas e ajuda o hidratante a penetrar melhor. Mas sem exageros para não agredir a pele. 5. Beba água! Mesmo no frio, mantenha-se hidratado. A água é fundamental para a saúde da pele. 6. Faça manutenção com seu podólogo Um profissional pode prevenir fissuras e orientar o melhor cuidado para o seu tipo de pele. Cuide dos seus pés. Eles sustentam você o ano todo!
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Chá de bebê sem desperdício: o que realmente vale pedir
Montar a lista do chá de bebê pode ser uma tarefa que também gera muitas dúvidas entre as futuras mamães. Afinal, entre tantos produtos bonitos e novidades do mercado, escolher o que realmente fará diferença nos primeiros meses pode se revelar uma tarefa complicada, ainda mais se a ideia é ter um enxoval enxuto. A resposta para isso passa menos pela aparência e mais pela rotina da família. A primeira dica da baby organizer Karina Lara é pensar no uso que cada item terá no dia a dia. "Vale se perguntar: 'Vou usar esse item várias vezes por semana ou apenas em uma ocasião específica?'. Se a resposta for uso frequente, ele provavelmente merece estar nessa lista", orienta. Isso porque, nos primeiros meses, o bebê exige cuidados básicos, e o tempo dos pais costuma ser bastante corrido. Portanto, priorizar produtos que tragam praticidade tende a fazer mais sentido do que investir em itens comprados só por estética. O que precisa estar na sua lista A especialista sugere que cerca de 70% da lista seja composta por itens de uso contínuo, enquanto os outros 30% podem incluir itens permanentes. A divisão é feita entre as categorias de higiene, alimentação e roupas, mas o objetivo é sempre o mesmo: facilitar a rotina. Entre os pedidos essenciais estão: fraldas de diferentes tamanhos; lenços umedecidos; pomada para prevenção de assaduras; sabonete líquido, shampoo, algodão e hastes flexíveis próprias para bebês; toalhas com capuz e paninhos de boca; bodies e macacões básicos; babadores, cueiros, mamadeiras, pratinhos e copos introdutórios para as fases seguintes. Mais do que pedir muitos produtos diferentes, vale dar preferência à qualidade, conforto e funcionalidade. Também é interessante incluir opções que acompanhem o crescimento da criança ou possam ser usadas em diferentes fases. Os erros que mais geram desperdício Montar a lista apenas com base em tendências ou referências da internet, sem considerar as necessidades reais da família, é um dos erros mais comuns. Outro problema frequente é não definir quantidades e tamanhos. "Dependendo do peso ao nascer, alguns bebês usam fraldas RN por pouco tempo. Por isso, é recomendado distribuir os pedidos entre diferentes tamanhos e até incluir marcas variadas, já que a adaptação pode variar de uma criança para outra", orienta a organizadora. A mesma lógica vale para as roupinhas: incluir muitas peças do mesmo tamanho na lista aumenta as chances de sobrarem itens sem uso. É preciso pensar no longo prazo. Chá de bebê mais consciente Uma lista organizada ajuda familiares e amigos a escolherem presentes realmente úteis. Hoje, muitas plataformas e lojas permitem controlar os itens já comprados, evitando repetições e tornando a distribuição mais equilibrada. Aos convidados, é importante lembrar que um presente útil demonstra tanto carinho quanto um presente criativo. Muitas vezes, um pacote de fraldas ou um kit de higiene será lembrado por muito mais tempo do que um objeto decorativo. "O enxoval mais inteligente não é o mais caro nem o mais completo, mas aquele que atende às necessidades da família sem excessos. Quando compramos menos, mas compramos melhor, evitamos desperdícios e ganhamos espaço na casa", conclui Karina.
Filho é “outro” fora de casa: por que o comportamento muda?
É comum que crianças apresentem comportamentos diferentes dependendo do ambiente em que estão. Em casa, costumam se sentir mais seguras e previsíveis, enquanto em espaços externos, como escola, festas ou encontros sociais, podem se manifestar de maneiras que surpreendem os pais. A pergunta é: como agir nesses casos? Segundo a psicóloga Priscila Evangelista, isso acontece porque todos nós desempenhamos papéis sociais distintos conforme o contexto. Assim como um adulto não se comporta da mesma forma em casa, no trabalho ou com amigos, a criança aprende gradualmente a se adaptar ao ambiente em que está. “Ela ainda está aprendendo a lidar com esses papéis sociais. Por isso, apresentar comportamentos diferentes em cada espaço é algo muito comum e faz parte do processo de desenvolvimento e socialização”, explica a especialista em saúde da família. Desafios dentro e fora de casa Ficar excessivamente tímido, agressivo ou desobediente em ambientes externos pode ter relação com os desafios que a criança enfrenta fora do espaço familiar. Novas regras, pessoas desconhecidas e situações sociais diferentes exigem uma organização emocional que ainda está em construção durante a infância. Priscila também considera o contexto que o pequeno está vivendo naquele momento para justificar comportamentos mais “primitivos”, como gritar ou se opor, sendo uma forma de defesa. “Ele pode estar lidando com a separação dos pais, desafios sociais ou simplesmente algo que ainda não sabe como administrar emocionalmente”, observa. A própria adaptação a novos ambientes influencia diretamente essas reações. Como a criança está aprendendo a organizar internamente suas emoções e interações sociais, é natural que mudanças de comportamento apareçam enquanto ela se ajusta ao novo local. Quando o comportamento pede atenção Na maioria das vezes, mudar fora de casa não é motivo de preocupação. No entanto, também é importante observar o tempo e a intensidade dessas mudanças, já que comportamentos persistentes sem construção de novos vínculos podem indicar que a criança está enfrentando mais dificuldade para se adaptar do que o esperado. A especialista explica que o alerta surge quando há prejuízo claro no funcionamento da criança. Assim, alguns sinais merecem a atenção dos pais e cuidadores: Ficar excessivamente quieta ou retraída. Deixar de socializar com amigos ou parentes com quem antes interagia. Perder o interesse por brincadeiras de que costumava gostar. Evitar sair do quarto ou participar de atividades sociais. Outro ponto importante é evitar comparações com outras crianças. Isso porque o paralelo a coloca em um lugar de desvalorização e não ajuda no desenvolvimento emocional, intensificando sentimentos de inferioridade e falta de pertencimento. Como os pais podem agir A reação dos adultos é uma peça essencial nessas situações. De acordo com a psicóloga Priscila Evangelista, o primeiro passo é oferecer acolhimento em vez de responder à tensão com ainda mais tensão, além de conversar com a criança antes de chegar a um lugar novo, antecipando o que pode acontecer e reduzindo sua insegurança. “Se a criança grita ou se joga no chão, não adianta gritar de volta. É preciso acolher a emoção que está sendo expressa ali, mostrar que está tudo bem sentir aquilo e ajudar a encontrar uma forma de resolver a situação”, orienta a profissional. Depois que ela estiver mais calma, falem sobre o ocorrido e como funcionam ambientes diferentes. Por último, vale lembrar que, quando há segurança emocional, é mais fácil enfrentar os desafios e construir vínculos em novos espaços. Além disso, o processo envolve ajudar o pequeno a perceber que outras pessoas podem se tornar essa referência segura, como professores e cuidadores.
Meu bebê chora todo fim de tarde. Existe hora para o caos?
Chega determinado horário e é certeza: o bebê começa a chorar, nada parece resolver e a família fica com a sensação de que existe algum problema. A situação é tão comum que ganhou até o nome de “hora da bruxa”, mas não passa de uma fase. Segundo a pediatra Thatyana Turassa Ernani, integrante da plataforma de consultas INKI, esse comportamento aparece nas primeiras semanas de vida, atinge o pico por volta da sexta semana e melhora espontaneamente entre o terceiro e o quinto mês. "Os novos critérios internacionais deixaram de chamá-lo apenas de 'cólica do lactente' e passaram a usar o termo 'síndrome da angústia do lactente', reconhecendo que esse choro nem sempre está relacionado ao intestino. O bebê chora porque ainda está aprendendo a existir fora do útero", explica a especialista. Excesso de estímulos pesa O choro costuma resultar da combinação entre imaturidade do sistema nervoso, acúmulo de estímulos ao longo do dia e dificuldade natural do bebê para se autorregular. Nesse momento, quem ajuda nessa regulação ainda são os cuidadores. Ao longo do dia, o recém-nascido recebe uma enorme quantidade de informações: luzes, sons, vozes, movimentos, colo e novas experiências. Esse excesso pode fazer com que, no fim da tarde, o "copo transborde" e o choro apareça. Para tornar esse período mais tranquilo, a médica recomenda: reduzir luzes, ruídos e visitas no fim da tarde; oferecer colo, contato pele a pele ou usar sling; embalar o bebê com movimentos suaves; utilizar ruído branco ou fazer um "shhh" contínuo; oferecer o peito em livre demanda; dar um banho morno; revezar os cuidadores quando alguém estiver muito cansado. Nem todo choro significa doença Na fase da chamada "hora da bruxa", o bebê costuma ficar bem no restante do dia: mama normalmente, ganha peso e mantém boa disposição. Já quando o choro foge desse padrão ou aparece acompanhado de outros sintomas, a situação merece atenção. Entre os sinais de alerta estão: febre; vômitos frequentes; recusa alimentar; dificuldade para respirar; sangue nas fezes; diarreia; baixo ganho de peso; prostração; choro muito diferente do habitual, intenso e inconsolável. A pediatra Thatyana Turassa Ernani recomenda buscar avaliação médica se o choro persistir além do quinto mês, for intenso em qualquer horário ou vier acompanhado dos sintomas acima. Já a suspeita de alergia à proteína do leite de vaca deve ser criteriosa. Fase vai passar Durante a hora da bruxa, é importante evitar atitudes sem respaldo científico ou orientação, como restringir a alimentação da mãe, trocar fórmulas, interromper a amamentação ou oferecer medicamentos e chás sem indicação profissional. Nunca sacudir o pequenino também está entre as recomendações. Se o cuidador perceber que está perdendo o controle, o mais seguro é colocá-lo no berço por alguns minutos, respirar e pedir ajuda antes de retornar. "O objetivo não é zerar o choro, mas atravessar esse momento junto com o bebê. Colo, nessa fase, não é excesso. É uma necessidade básica. E uma mensagem importante para os pais: vocês não estão fazendo nada errado. Essa fase passa”, finaliza a médica.

