Hidratante Regenerador para Peles Extremamente Secas 250ml – Tenys Pé Baruel
Alívio imediato do ressecamento com a regeneração do tecido. Seguro para pele sensível do diabético. Não oleoso.
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Alívio imediato do ressecamento com a regeneração do tecido. Seguro para pele sensível do diabético. Não oleoso.
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250 ml
Benefícios
• Com Hydroxyethyl Urea
• Seguro para pele do diabético
• Regenera e restaura a barreira cutânea
• Rápida absorção
• Alta espalhabilidade
• Hidratação de até 72 horas
• Aumento da elasticidade e firmeza da pele
• Toque sedoso
• Ação antioxidante
• Fragrância suave
• Hidrata pele sensível
• Livre de parabenos, silicones e petrolatos
Dicas de Uso
Aplique o produto duas vezes ao dia sobre a pele limpa e seca. Massageie a área de aplicação suavemente com movimentos circulares até que o creme seja completamente absorvido pela pele.
Resultado
Pele suave e hidratada por até 72 horas com tecido regenerado e alívio da coceira causada pela pele seca e ressecada.
Mais elasticidade, flexibilidade e firmeza da pele.
Seguro para uso na pele sensível do diabético.
Ingredientes
INGREDIENTS: AQUA, HYDROXYETHYL UREA , ISOPROPYL PALMITATE, CETEARYL ALCOHOL, GLYCERIL STEARATE, CETETH-20, PHENOXYETHANOL, SODIUM POLYACRYLATE, CRAMBE ABYSSINICA SEED OIL, HYDROXYPROPYL STARCH PHOSPHATE, PARFUM, UREA, DISODIUM EDTA, CAPRYLYL GLYCOL, DECYLENE GLYCOL, AMINOMETHYL PROPANOL.
Mais sobre Hidratante Regenerador para Peles Extremamente Secas 250ml – Tenys Pé Baruel
O Hidratante para Peles Extremamente Secas Tenys Pé traz uma sensação imediata de alívio do ressecamento extremo e hidrata por até 72 horas, enquanto promove a regeneração do tecido da pele. Desenvolvido para peles sensíveis e secas. É indicado inclusive para pele sensível dos diabéticos por conter Hydroxyethyl Urea que não é abrasivo.
Livre de Parabenos, Silicones e Petrolatos, esse creme regenerador possui ação antioxidante e tem efeito protetor contra o aumento excessivo da síntese de radicais livres, para uma pele com brilho natural. Fórmula não oleosa e de rápida absorção. Alivia a coceira causada pela pele seca e ressecada. Promove a elasticidade, flexibilidade e firmeza deixando a pele bonita e saudável.
O Hidratante para Peles Extremamente Secas Tenys Pé Baruel restaura e fortalece a barreira cutânea da pele pelo aumento na síntese de Queratina 10, do Pró-Colágeno Tipo I e da Elastina. Hidrata a pele sem irritação e ainda protege contra os 5 sinais da pele sensível: aspereza, desconforto, repuxamento, ressecamento e barreira cutânea enfraquecida.
Endocrinologicamente testado, ele tem uma fórmula exclusiva com Hydroxyethyl Urea que proporciona excelente hidratação e aumenta a elasticidade da pele com capacidade de aumentar o teor de água no estrato córneo. Além de outros ativos hidratantes e fortalecedores da barreira cutânea. Tem excelente espalhabilidade e não deixa qualquer resíduo branco ou pegajosidade. O creme é absorvido rapidamente e proporciona aquele toque sedoso na pele.
Mais seguro para a pele do diabético.
Recomendações
Para uso externo. Não ingerir. Não aplique sobre a pele irritada ou ferida. Caso haja qualquer efeito indesejado suspenda o uso e procure orientações de um médico. Evitar contato com os olhos. Para o uso durante a gravidez, consulte um médico. O uso deste produto não substitui o tratamento médico, é um cosmético com finalidade estritamente de hidratação. Manter fora do alcance das crianças. Manter em temperatura ambiente, ao abrigo da luz solar.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Pé inchado: o que pode ser e como tratar?
O inchaço nos pés, também conhecido como edema, é um problema comum que pode ter diferentes causas – desde fatores simples, como ficar muito tempo em pé ou sentado, até condições mais sérias, ligadas ao coração e às veias e circulação. Segundo o cirurgião vascular e angiologista Eduardo Toledo de Aguiar, professor de cirurgia vascular da USP, o inchaço ocorre principalmente em razão do acúmulo de líquido no espaço entre as células, sendo mais frequente nos membros inferiores por conta da gravidade. Existem muitos fatores que podem deixar os pés inchados e as pernas com edema, e o especialista elenca algumas das causas mais comuns. Causas mais comuns Insuficiência venosa crônica, ou seja, dificuldade das veias em retornar o sangue ao coração, que causa acúmulo de líquido nos membros inferiores; Retenção de líquidos, provocada por ingestão excessiva de sódio, desequilíbrios hormonais ou uso de medicamentos como anti-hipertensivos; Gravidez, já que o aumento do volume sanguíneo e a compressão de veias abdominais pelo útero contribuem para o edema; Problemas cardíacos, renais ou hepáticos, que são condições que afetam o equilíbrio de líquidos no corpo; Linfedema, a intercorrência no sistema linfático, que pode ser congênita ou surgir após cirurgias, infecções ou traumas. Trombose venosa profunda (TVP), uma formação de coágulos nas veias profundas, causando inchaço, dor e vermelhidão. Fatores mecânicos ou posturais, uma vez que longos períodos sentado, viagens prolongadas e uso de calçados inadequados dificultam a circulação e resultam em inchaço temporário. Quando pé inchado é sinal de algo mais grave Embora o inchaço nos pés possa ser ocasional e inofensivo, o sintoma também pode acender o alerta para algo mais sério. Por isso, é fundamental estar de olho a outros sinais associados, como: Dor intensa ou sensação de peso: são comuns na insuficiência venosa e TVP. Vermelhidão ou calor local: podem indicar inflamação ou infecção. Alterações na cor da pele: escurecimento crônico pode ser um sinal de insuficiência venosa avançada. Úlceras ou feridas: surgem em estágios mais graves de problemas circulatórios. Dispneia ou cansaço extremo: indicativos de edema generalizado, como na insuficiência cardíaca. “Se o inchaço for persistente, doloroso ou acompanhado de outros sintomas, é fundamental procurar um médico para avaliação”, reforça o cirurgião Eduardo Toledo de Aguiar. Grupos mais propensos ao inchaço nos pés Algumas pessoas têm maior predisposição a ter pés inchados, portanto, devem redobrar os cuidados e a atenção. O especialista médico destaca os seguintes grupos: Idosos, uma vez que sua circulação sanguínea já é menos eficiente; Gestantes, devido ao aumento do volume sanguíneo e das alterações hormonais típicas da gestação; Obesos, pois o excesso de peso sobrecarrega os sistemas venoso e linfático; Indivíduos sedentários ou imobilizados, pois a falta de movimentação dificulta o retorno venoso; Pacientes com doenças crônicas, como insuficiência cardíaca, renal ou hepática. Prevenção e tratamento Para evitar ou aliviar o inchaço nos pés, adotar hábitos saudáveis e medidas simples são os dois caminhos mais recomendados e efetivos. Isso porque, juntos, conseguem tratar ou melhorar a maioria das condições causadoras do edema. Desse modo, o vascular indica: Para prevenir Movimente-se regularmente: evite ficar muito tempo em pé ou sentado; faça pequenas caminhadas ao longo do dia; Eleve os pés: sempre que possível, coloque os pés em um nível acima do coração para facilitar o retorno venoso; Opte por calçados adequados: prefira os confortáveis e que não apertam os pés; Controle o peso e a dieta: reduza o consumo de sódio e mantenha uma alimentação equilibrada. Use meias de compressão: são recomendadas em casos de insuficiência venosa, pois ajudam no retorno do sangue ao coração. Para tratar Drenagens linfáticas manuais: técnica é indicada para linfedema e retenção de líquidos; Medicamentos sob prescrição: podem ser receitados diuréticos, por exemplo; Terapias avançadas: no caso de linfedema, a terapia linfática combina exercícios, drenagem, dieta e medicamentos; Cuidados direcionados: insuficiência venosa, trombose e condições cardíacas ou renais exigem tratamentos específicos. “Além de tratar o inchaço, é crucial investigar e tratar a causa subjacente. Muitas vezes, o edema é apenas o sintoma de um problema maior”, finaliza o angiologista, que ressalta a importância da indicação, orientação e acompanhamento médico.
O que é o pé diabético e quais são os cuidados essenciais?
Quem tem diabetes precisa caprichar na hidratação e checar os pés todo dia para evitar feridas que prejudiquem sua saúde. Algumas pessoas que têm diabetes podem desenvolver uma condição chamada de “pé diabético”. Isso acontece quando se tem uma ou mais complicações do diabetes, como neuropatia (que afeta o funcionamento dos nervos), circulação reduzida ou deformidades na estrutura do pé. A neuropatia causa uma perda de sensibilidade que não deixa a pessoa sentir dor e desconforto nos pés se tiver uma irritação na pele, que pode virar uma ferida (ou úlcera). “Essa ferida é a uma causa importante de amputação”, alerta a endocrinologista Sharon Nina Admoni, responsável pelo ambulatório de pé diabético do grupo de diabetes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e médica do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês. Já a doença vascular reduz a circulação nas pernas e nos pés devido ao acúmulo de placas de gordura na parede das artérias, dificultando a cicatrização de feridas e piorando o inchaço. E a deformidade dos pés, combinada com a neuropatia e/ou a diminuição da circulação, pode levar ao desenvolvimento de uma ferida que pode ter graves consequências. “Essa ulceração é mais comum na planta do pé. Se não for tratada, pode destruir os tecidos mais profundos, levando à amputação”, explica Roseanne Montargil Rocha, enfermeira especialista em Estomaterapia e coordenadora do Departamento do Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes. Um sapato apertado, uma pedrinha na meia ou uma pressão sob determinada área do pé, por exemplo, cria uma calosidade. “Por baixo desse calo pode acontecer uma hemorragia, que não é sentida por causa da perda de sensibilidade e dá origem à úlcera, que afeta as camadas por baixo da pele”, diz Admoni. Nesses casos, é preciso consultar um especialista para remover o calo e tratar a lesão ou infecção — e jamais fazer isso em casa. Isso porque, dependendo da seriedade do problema, será preciso debridar a úlcera, ou seja, remover o tecido que necrosou e limpar a lesão para deixar somente a pele e os tecidos saudáveis. Como cuidar do pé diabético Como quem tem pé diabético pode não sentir dor ao se ferir ou ao pisar de maneira diferente por causa de alterações na estrutura do pé, precisa dedicar um tempinho ao cuidado diário com os pés. “Essa inspeção deve ser feita todo dia, especialmente em caso de perda de sensibilidade”, diz Rocha. Para começar essa rotina diária de cuidado, a Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda observar a textura da pele e ver se algum ponto está mais áspero ou ressecado —especialmente no calcanhar— e se há calosidades, vermelhidão, inchaço, rachaduras na pele ou aumento da temperatura, que podem ser indícios de uma infecção. Na rotina de cuidado, também é importante afastar os dedos dos pés para procurar feridas ou um aspecto esbranquiçado na pele, que pode sinalizar a presença de micoses (como as frieiras). E, claro, manter os hábitos de higiene, como lavar e secar bem os pés e, principalmente, aplicar hidratante específico para eles. “A neuropatia deixa o pé mais ressecado, mais propenso a ter rachaduras e fissuras”, afirma Admoni. Uma vez por semana, é bom fazer uma esfoliação nos pés. Os esfoliantes removem as células mortas da superfície da pele e estimulam sua renovação, além de preparar a pele para absorver melhor o hidratante. Quem tem pé diabético precisa de calçados especiais? Outra recomendação importante é nunca andar com os pés descalços, especialmente quem tem neuropatia, porque isso aumenta as chances de machucar os pés sem perceber e pode causar úlceras. Os calçados devem estar na medida certa: nem muito apertados nem muito largos, para não causar bolhas e outras feridas por causa do atrito. “O calçado inadequado é a principal causa externa das ulcerações no pé”, afirma Rocha. Além disso, deve ter um solado rígido. “Assim, ele organiza o caminhar e distribui de maneira melhor as pressões sobre os pés”, completa Admoni. “Também é importante, especialmente para quem tem neuropatia, que o calçado tenha um contraforte. É aquela estrutura na parte do calcanhar, para que o pé não escorregue.” Para não machucar o pé, escolha calçados sem costuras internas ou rebarbas e feitos de materiais macios. Com eles, é bom usar meias de algodão, também sem costuras, e de preferência claras, que “denunciam” se houver algum machucado. Se a meia tiver costuras, o melhor é usá-la do avesso. 5 dicas para a saúde do pé Verifique sempre a glicemia para mantê-la sob controle; Inspecione seus pés diariamente para ver se existe alguma lesão, inchaço ou aumento de temperatura; Aplique hidratante todo dia para melhorar a qualidade da pele; Use calçados adequados, de solado rígido, para dar apoio aos pés; Se descobrir alguma lesão, procure auxílio médico — não tente tratar em casa.
Corrida impacta saúde dos pés. Saiba cuidados a adotar
Correr é uma das maneiras mais práticas de se exercitar, mas a corrida impacta a saúde dos pés e é necessário adotar cuidados para protegê-los. Seja na esteira, no parque ou nas calçadas, correr é o exercício mais praticado no mundo, conforme levantamento do aplicativo Strava, principal comunidade de atletas do momento, em 2023. A escolha não é à toa: a corrida tem muitos benefícios e quase nenhum gasto, já que pode ser praticada ao ar livre e não requer, obrigatoriamente, aparelhos ou itens esportivos. Entretanto, quem quer garantir que a atividade física traga só benefícios precisa atentar a alguns detalhes. De acordo com o ortopedista e traumatologista Caio Fábio, especialista em pé e tornozelo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), correr com orientação adequada e calçados apropriados fortalece os músculos dos pés e auxilia no controle de peso, o que reduz a pressão sobre as articulações. “Porém, a escolha inadequada do calçado ou a falta de atenção ao tipo de pisada pode causar sobrecarga, gerando dor e lesões”, salienta o médico. Assim, quem deseja começar a correr – ou já iniciou e tem percorrido alguns quilômetros – precisa saber mais sobre o tema. Ônus e bônus da corrida O treinador Adriano Aparecido Silva, supervisor de capacitação da rede de academias Evoque, salienta que a corrida também atua no fortalecimento dos ossos e ligamentos, com uma melhora significativa da resistência dos pés, cujo principal benefício é a prevenção de futuras lesões. No entanto, esses ganhos, embora ótimos para a saúde, são apenas um lado da moeda. Entre as consequências antecipadas pelo ortopedista, Adriano acrescenta mais algumas, como a fascite plantar e a tendinite podal. Isso pode decorrer da falta de acompanhamento ou prática inadequada, mas também como agravamento de quem já tem uma contraindicação para correr. Por isso, nunca é demais lembrar, que a corrida não é recomendada para quem já sofre com: Fascite plantar; Tendinopatia do Aquiles; Neuroma de Morton; Metatarsalgias. Nesse sentido, o treinador Adriano Aparecido Silva reforça que, se mesmo assim a corrida for considerada como prática esportiva, é essencial adaptar o treino e, se necessário, reduzir a intensidade para evitar que essas condições piorem. É que, sem adaptação ou acompanhamento, as condições podem ser agravadas e gerar um impacto negativo à saúde, sobretudo para os pés. Cuidados para quem vai começar a correr Para quem nunca correu, o educador físico indica atenção especial a alguns detalhes: Ao escolher o tênis, opte por modelos com amortecimento e suporte adequado à pisada, e substitua o calçado de tempos em tempos, para garantir sua eficácia; A progressão da corrida deve ser gradual, ou seja, é importante começar com distâncias menores e ritmo leve para ajudar os pés a se adaptarem ao impacto; Atente-se à postura e à técnica, observando a forma como os pés estão em contato com solo para evitar dores; Busque sempre orientação de profissionais capacitados e, se possível, tenha um especialista para supervisionar o treino; Considere meias confortáveis e hidratação diária dos pés, para evitar bolhas e machucados. E se o pé doer com a corrida? Sentir algum desconforto nos pés durante as primeiras corridas é comum, porque os músculos e articulações estão se adaptando. Só que o incômodo não pode ser forte nem incapacitante. “Um desconforto leve e temporário é esperado, mas dores intensas ou persistentes podem ser sinais de sobrecarga e uso de calçado inadequado, por exemplo”, alertam os profissionais. Agora, quando a pessoa já corre e começa a sentir dor, a história é outra. “Para corredores experientes, dores repentinas podem indicar alterações no padrão de treino ou o desgaste dos tênis, que deve ser monitorado”, explica Caio. “Em ambos os casos, é sugerido reduzir a intensidade, descansar e, se necessário, aplicar compressas frias para aliviar a inflamação”, indica. O ortopedista Caio Fábio ainda destaca que alguns problemas têm relação direta com a prática incorreta. “Fascite plantar e tendinite se agravam quando o tênis é inadequado ou quando a técnica está errada, enquanto calos e unhas encravadas geralmente surgem devido ao atrito excessivo com calçados apertados”. Por isso, tanto o médico quanto o treinador recomendam uma avaliação especializada para ajustar o treino e prevenir esses problemas. Mas, afinal, qual é o meu tipo de pisada? Não é complicado identificar o jeito que você pisa no solo - ou, melhor, qual o tipo de pisada que tem. Além da neutra, em que ambas as partes dos pés tocam o chão no mesmo momento, sendo bem uniforme, há duas outras que são conhecidas. A primeira delas é a pisada pronada, definida como aquela em que o pé tem seu arco medial encostado no chão. Geralmente ocorre com pessoas que têm o pé sem cava e isso afeta a biomecânica do corpo, gerando um maior desgaste nas estruturas internas dos pés. Enquanto isso, a pisada supinada (pé cavo) é entendida como a que apresenta um arco elevado, reduzindo a área de contato com o solo e seu formato limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar.
Dor no calcanhar: saiba causas e como prevenir o problema
A dor no calcanhar é uma queixa comum e pode ter diversas origens, desde inflamações até problemas ósseos. Existem dois tipos principais de dores: aguda e crônica e, dependendo da variação, podem desencadear determinadas condições e exigir tratamentos diferentes. Segundo o ortopedista Luiz Felipe Carvalho, especialista em coluna vertebral e medicina regenerativa, a dor aguda costuma ocorrer por traumas no coxim gorduroso, ou seja, o tecido gorduroso que fica entre a pele e o osso do calcanhar, responsável por amortecer o impacto. Já a dor crônica inclui condições mais complexas, como a fascite plantar, o esporão de calcâneo e a síndrome de Baxter, uma inflamação do nervo tibial. Conforme explica o especialista, a fascite plantar é causada pela inflamação da fáscia, um tecido fibroso que vai do tendão do calcanhar até a ponta dos dedos. A síndrome de Baxter, por sua vez, “é uma neurite, ou seja, uma inflamação no ramo plantar do nervo tibial, associada à fascite plantar, o que torna o problema ainda mais difícil de tratar”. Outras causas incluem o Haglund, uma formação óssea que ocorre entre o tendão de Aquiles e o calcanhar devido à tração excessiva. O médico Luiz Felipe Carvalho diz que esse tipo de dor é mais comum em pessoas com sobrecarga na região do calcanhar. Atenção aos sinais Além da dor, é comum observar calosidades ou o chamado ‘cravo plantar’, que pode ou não ser doloroso. Charles da Silva Mendonça, 73, motorista de aplicativo, conhece bem a rotina desgastante e a dor no calcanhar, que já o levou ao hospital. Ele conta que passou a sentir a dor devido às longas horas que permaneceu sentado e com os pés em posição forçada ao dirigir. “A dor é chata, às vezes vai para o pé, mas o pior é ao apoiar o calcanhar”, relata ele, que trabalha até 12 horas por dia para complementar a renda. Os profissionais da saúde são claros ao ressaltar que, diante de alguma calosidade no calcanhar ou dores insistentes, a recomendação é buscar logo um profissional para evitar que o problema se agrave. Como evitar a dor no calcanhar A prevenção de problemas no calcanhar envolve o uso de calçados adequados e, se necessário, de palmilhas especiais. Mas o ortopedista Luiz Felipe Carvalho também tem outras recomendações: Realizar o exame podobarometria para avaliar a distribuição de carga do pé e ajudar a orientar sobre o uso de calçados; Consultar um especialista e escolher calçados apropriados sempre que for iniciar uma atividade física; Fazer pausas ao longo do dia, especialmente para quem passa muito tempo em pé ou sentado; Procurar ajuda médica ao perceber os primeiros sinais de dor. É importante não deixar que as dores ultrapassem 30 dias porque, depois disso, tornam-se crônicas e mais difíceis de serem tratadas. O que realmente funciona Os tratamentos para dores no calcanhar incluem fisioterapia, eletroacupuntura e o uso de palmilhas específicas. “A fisioterapia é fundamental para fortalecer a região e melhorar a flexibilidade, enquanto o uso de palmilhas ajuda a absorver o impacto ao caminhar”, explica Luiz Felipe Carvalho. Em casos persistentes, podem ser recomendadas infiltrações com anti-inflamatórios para aliviar o desconforto. Para aliviar a dor, o motorista Charles da Silva Mendonça está se preparando para sessões de fisioterapia e, enquanto isso, aplica gelo todas as noites. Ele também adaptou a rotina para fazer pausas a cada três horas, alongando-se e caminhando um pouco. “Se eu pego leve e faço alongamentos, ajuda muito. Mas se exagero na correria, a dor volta”, lamenta.
Como você quer envelhecer? Veja hábitos que afetam mobilidade
O corpo envelhece com o tempo, mas a forma como esse processo ocorre depende diretamente dos cuidados adotados ao longo da vida. Quem mantém bons hábitos desde cedo tende a preservar a mobilidade e evitar dores e limitações na terceira idade, por exemplo. Já quem negligencia a saúde pode enfrentar dificuldades para realizar até mesmo tarefas simples no futuro. “A saúde óssea e muscular está diretamente ligada à qualidade do envelhecimento”, pontua o ortopedista Pedro Ribeiro, especialista em medicina do esporte. Isso porque o corpo perde naturalmente massa muscular com o passar dos anos e, desta forma, os ossos tendem a se tornar mais frágeis sem os estímulos adequados. Quanto menos movimento, maiores serão os riscos de dores e lesões. "O exercício físico ajuda a frear essa perda muscular e, em muitos casos, até revertê-la. Além disso, o movimento é um dos pilares para a saúde óssea. O tratamento da osteoporose, por exemplo, não se limita a medicamentos – ele depende da prática de atividades físicas para manter os ossos fortalecidos", explica o médico. Falta de cuidados pode acelerar problemas O sedentarismo é um dos principais fatores que comprometem a mobilidade com o passar dos anos, mas não é o único. O ortopedista lista outros riscos, como: Obesidade: o excesso de peso gera sobrecarga nas articulações e desgasta a cartilagem; Fraqueza muscular: sem fortalecimento, os músculos perdem a capacidade de estabilizar o corpo; Lesões não tratadas: quando ignoradas, dores podem se transformar em problemas crônicos, como artrose. "Não existe uma idade certa para começar a se preocupar com a saúde ortopédica. Quem tem sobrepeso, pouca massa muscular ou sinais recorrentes de dor e lesões precisa de atenção redobrada", alerta Pedro. Hábitos para preservar a mobilidade Já para evitar limitações na terceira idade, o ortopedista recomenda: Movimente-se sempre: evite longos períodos sentado e pratique atividades físicas regularmente; Use o corpo de forma consciente: mantenha boa postura e respeite os limites do seu organismo; Controle o peso: o excesso de carga nos joelhos e quadris pode levar a desgastes precoces. "A tecnologia nos trouxe comodidades que diminuíram o esforço físico no dia a dia, mas precisamos encontrar maneiras de continuar ativos. Quanto mais cedo começar, menor será o impacto na mobilidade a longo prazo", reforça o especialista. Quando procurar ajuda médica Mesmo quem nunca teve problemas ortopédicos deve adotar uma rotina preventiva. O ideal é não esperar a dor aparecer para cuidar da saúde das articulações. Contudo, se surgirem sinais de alerta, a consulta com um especialista se torna (ainda mais) indispensável e urgente. Nesse sentido, fique atento a indicativos como: Dor frequente ou persistente ao se movimentar; Inchaço nas articulações e sensação de rigidez; Dificuldade para realizar tarefas simples, como subir escadas; Sensação de instabilidade ou fraqueza nas pernas. Conforme salienta Pedro, nunca é tarde para iniciar uma rotina de cuidados com o corpo e prevenir dores no futuro. "Sempre é tempo de fortalecer os músculos, proteger as articulações e melhorar a qualidade de vida. O importante é fazer isso com acompanhamento adequado, respeitando os limites individuais", orienta.
O que é articulação e qual a sua função?
As articulações funcionam como uma conexão entre os ossos e permitem que o sistema esquelético realize movimentos de forma fluida e equilibrada. Mas se não forem cuidadas corretamente, podem sofrer desgastes capazes de comprometer a qualidade de vida. Conforme explica o fisioterapeuta e osteopata Laudelino Risso, responsável pela rede de clínicas Doutor Hérnia, as articulações são estruturas complexas, compostas por cartilagens, líquido sinovial, cápsulas, ligamentos e, em alguns casos, meniscos e bursas. “Esses elementos garantem que os ossos se movimentem de forma coordenada e sem atrito, além de protegerem contra choques e impactos”, detalha o especialista. Afinal, o que são articulações? As articulações são as junções entre dois ou mais ossos e permitem diferentes tipos de movimento no corpo. De acordo com sua estrutura e função, podem ser classificadas em três categorias principais: Fibrosas: possuem pouco ou nenhum movimento, como as suturas do crânio; Cartilaginosas: oferecem uma mobilidade limitada, como as articulações entre as vértebras da coluna; Sinoviais: são as mais móveis e complexas, presentes nos joelhos, quadris e ombros, sendo também as mais propensas a problemas devido à sobrecarga ou traumas. Vale saber, por exemplo, que as articulações sinoviais são responsáveis por grande parte da mobilidade do corpo humano e, portanto, requerem ainda mais cuidados. Principais problemas que afetam as articulações Entre as questões mais comuns que podem comprometer as articulações, o fisioterapeuta Laudelino Risso destaca: Artrose: desgaste progressivo da cartilagem, geralmente associado ao envelhecimento; Artrite: inflamação que pode ser causada por doenças autoimunes ou infecções; Lesões traumáticas: como entorses e luxações, que alteram a mecânica da articulação; Bursites: inflamação das bursas, pequenas bolsas cheias de líquido que amortecem os impactos; Tendinites: inflamação nos tendões que circundam as articulações. Risso ainda esclarece que esses problemas podem ser desencadeados por fatores como traumas, posturas inadequadas, fraqueza muscular e sobrecarga repetitiva. Como prevenir problemas articulares Manter as articulações saudáveis requer uma abordagem multidimensional, ou seja, envolver mais de uma atitude e em diferentes âmbitos. Algumas delas são: Movimentar-se regularmente. “O movimento é fundamental para estimular a produção de líquido sinovial, que lubrifica as articulações e reduz o atrito”, afirma o osteopata; Fortalecer os músculos, já que uma musculatura bem desenvolvida protege as articulações contra impactos e sobrecargas; Hidratação e dieta equilibrada, pois nutrientes adequados ajudam na manutenção da saúde articular, enquanto a hidratação melhora a produção de líquido sinovial; Avaliações regulares, como visitas ao fisioterapeuta, que ajudam a identificar desequilíbrios posturais e corrigir alterações biomecânicas. Embora algumas condições articulares não tenham cura completa, é possível tratar e gerenciar os sintomas para viver com qualidade quando as articulações se revelarem comprometidas. “O objetivo é restaurar a funcionalidade e minimizar o desconforto por meio de fisioterapia, fortalecimento e ajustes biomecânicos”, detalha Laudelino Risso. Se contar que o acompanhamento com um profissional especializado pode evitar que problemas se agravem e comprometam ainda mais a mobilidade. Sinais de alerta Quais sintomas merecem atenção? Dor persistente, inchaço, rigidez ao acordar e dificuldade de movimentação são os principais indicativos de que algo não está bem. “Esses sinais devem ser investigados rapidamente para evitar complicações maiores”, frisa Risso, que defende o cuidado com as articulações como um investimento na qualidade de vida. Para ele, hábitos simples e acompanhamento capacitado são suficientes para a longevidade.














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