Condicionador e Máscara Crespinhos Divertidos 300ml – Baruel Kids
Condicionador + Máscara 2x1 Baruel Kids Crespinhos Divertidos é ideal para as meninas que querem uma super nutrição e hidratação em cada fio.
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Condicionador + Máscara 2x1 Baruel Kids Crespinhos Divertidos é ideal para as meninas que querem uma super nutrição e hidratação em cada fio.
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300 ml
Fragrância
Crespinhos Divertidos
Benefícios
• Super nutrição, hidratação em cada fio
• Mantém a curvatura natural do cabelo 3B a 4C
• Dermatologicamente testado
• Óleo de Coco (fios nutridos, com brilho e reduz o frizz)
• Aloe Vera (cabelos macios e leves)
• Pró-Vitamina B5 (cabelos fortes e saudáveis)
• Crespos hidratados e macios
• Cheirinho de banho gostoso
• Não testado em animais
• Produto vegano
Dicas de Uso
Após utilizar o shampoo, coloque nas mãos uma quantidade do produto e aplique-o diretamente nos cabelos molhados. Espalhe por toda extensão dos fios, concentrando mais nas pontas. Deixe agir por 30 segundos e enxágue bem.
Para efeito máscara, deixe agir por mais tempo, entre 2 a 3 minutos. Em seguida, enxágue bem.
Resultado
Condicionador para cabelos crespos, ideal para as meninas a partir dos 3 anos, deixando os crespinhos com um delicioso cheirinho de banho gostoso doce, após um dia de muita brincadeira.
Ingredientes
INGLÊS: AQUA, CETEARYL ALCOHOL, CETYL ALCOHOL, STEARAMIDOPROPYL DIMETHYLAMINE, GLYCERIN, PARFUM, HYDROXYETHYLCELLULOSE, STEARALKONIUM CHLORIDE, SODIUM BENZOATE, AMODIMETHICONE, POTASSIUM SORBATE, GUAR HYDROXYPROPYLTRIMONIUM CHLORIDE, DISODIUM EDTA, TOCOPHERYL ACETATE, LACTIC ACID, PANTHENOL, COCOS NUCIFERA OIL, ALOE BARBADENSIS LEAF EXTRACT.
PORTUGUÊS: ÁGUA, ÁLCOOL CETEARÍLICO, ÁLCOOL CETÍLICO, ISOESTEARAMIDOPROPIL DIMETILAMINA, GLICEROL, FRAGRÂNCIA, HIETELOSE, CLORETO DE ESTEARALCÔNIO, BENZOATO DE SÓDIO, AMODIMETICONA, SORBATO DE POTÁSSIO, CLORETO DE GUAR HIDROXIPROPILTRIMÔNIO, EDETATO DISSÓDICO, ACETATO DE TOCOFERILA, ÁCIDO LÁCTICO, PANTENOL, ÓLEO DE COCO, EXTRATO DA FOLHA DE ALOE VERA.
Mais sobre Condicionador e Máscara Crespinhos Divertidos 300ml – Baruel Kids
Condicionador + Máscara 2x1 Baruel Kids Crespinhos Divertidos é ideal para as meninas que querem uma super nutrição e hidratação em cada fio.
Deixa os crespinhos hidratados e macios com um delicioso cheirinho de banho gostoso doce, após um dia de muita brincadeira.
A fórmula do Condicionador + Máscara 2x1 Baruel Kids Crespinhos Divertidos tem Óleo de Coco que promove fios nutridos, com brilho e redução do frizz. Tem também Aloe Vera para deixar os fios macios e leves, além da Pró-Vitamina B5, responsável por manter os cabelos fortes e saudáveis.
Mantém a curvatura natural do cabelo 3B a 4C.
Produto vegano e não testado em animais.
O cheirinho de suor sai, o cheirinho de banho tomado fica!
A infância pede suor!
Baruel Kids acredita que a infância pede movimento e celebra o suor que vem do viver e ser criança. Com a linha completa de cuidados Baruel Kids, os seus filhos podem brincar à vontade. Os cabelos ficam livres do cheiro de suor e ganham um frescor que dura o dia inteiro, garantindo que a liberdade de ser criança nunca acabe.
Recomendações
O produto deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com os olhos. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico.
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Perguntas frequentes
Os produtos Baruel Kids são indicados para uso a partir dos 3 anos.
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Brincadeiras para fazer com os filhos quando se está exausto
Nem todo dia é possível para um pai ou mãe sentar no chão cheio de energia, inventar personagens e sustentar uma hora de faz de conta com os filhos. Entre o expediente no trabalho, as demandas da casa e a carga mental de tudo isso acumula, muitos adultos terminam o dia exaustos e, junto do cansaço, vem a culpa por não “brincar direito” com os filhos. Mas há alternativas para situações como essas. A psicóloga Cibele Pejan, do dr.consulta, explica que essa culpa costuma nascer de uma régua impossível. “Muita gente aprendeu que um bom pai ou uma boa mãe é quem está sempre disponível, animado e criativo. Quando o cuidado real encontra esse ideal de perfeição, os pais se sentem culpados. Mas exaustão não é falta de amor”, afirma. Conexão não exige performance e saber disso muda o jogo. A questão não está em fazer mais, mas em estar presente de forma possível. Mesmo em dias de pouca energia, a conexão pode acontecer em gestos simples, desde que haja disponibilidade emocional. É isso que sustenta o vínculo, não a quantidade de brincadeiras elaboradas. Conectar-se não exige muito esforço Planejar grandes programas ou longas atividades não é sinônimo de conexão de qualidade entre a família. Pais e filhos se conectam quando o pequeno sente que ‘existe’ para o adulto à frente, naquele momento – e isso pode acontecer em minutos de presença real. Segundo a profissional, crianças não precisam de um adulto performático, mas de alguém emocionalmente disponível, ainda que por pouco tempo. Alguns pequenos gestos costumam ser suficientes para gerar vínculo, como: olhar nos olhos; escutar com atenção; validar uma emoção; oferecer um abraço; perguntar com interesse genuíno. Para isso acontecer, o cuidador também precisa estar bem. Sinais persistentes de irritabilidade, exaustão, culpa intensa, queda de motivação e sintomas físicos denunciam algo mais sério que o cansaço, como o esgotamento. Nesses casos, vale buscar ajuda – dividir tarefas, acionar a rede de apoio, iniciar a terapia ou fazer uma avaliação médica podem ser caminhos importantes. Brincar com pouca energia também vale Quando o cansaço reina, a professora e coordenadora pedagógica Paula Malagrino destaca que o ideal são brincadeiras calmas, com poucos estímulos, que priorizem vínculo e presença. Mais do que gasto energético, vale oferecer atenção de qualidade. Muitas atividades podem ser feitas com o que já existe em casa, sem exigir preparo extra, como: desenhos livres ou de observação; massinha; caça ao tesouro simples; jogos de memória ou quebra-cabeça; banho nos brinquedos; organizar objetos por cor ou tamanho. A mesma proposta pode ser adaptada conforme a idade: Para os menores: comandos simples e foco em cores, formas e movimentos. Para os maiores: incluir pistas, regras, desafios ou histórias mais elaboradas. “O essencial é respeitar o que cada criança já consegue fazer, garantindo participação e sucesso”, acrescenta a educadora. A rotina pode ser uma brincadeira Nem toda interação precisa ser uma brincadeira tradicional. Segundo Paula, atividades do cotidiano podem se transformar em momentos afetivos e educativos quando o adulto convida a criança a adotar o lúdico, de forma leve e divertida: Durante e após o banho: desenhar no box ou fazer esculturas com espuma. Antes de dormir: cantar músicas ou contar histórias curtas. No decorrer do dia: separar roupas pode virar “o time das roupas pretas e o time das claras”. Na organização do quarto: guardar brinquedos se transforma em “missão” ao propor-se levar cada item “para sua casinha”. Ao ar livre, na natureza: regar plantas pode ser uma brincadeira de descobrir “quem está com mais sede hoje”. Nessas situações, a criança desenvolve raciocínio lógico, autonomia, senso de colaboração e pertencimento familiar, sem que o adulto precise criar algo novo do zero. “O mais importante não é a tarefa em si, mas como o adulto conduz esse momento”, garante a professora. No fim, como reforça a psicóloga Cibele: muitas crianças crescem saudáveis não porque tiveram pais incansáveis, mas, sim, pais que voltavam, reparavam e tentavam de novo.
Casquinha na cabeça do bebê: posso retirar com produto?
As “casquinhas” na cabeça do bebê chamam a atenção dos pais e cuidadores de primeira viagem, mas não costumam indicar problemas. Trata-se de uma situação comum nos primeiros meses de vida e a presença delas faz parte de uma condição benigna da pele, que tende a melhorar com o tempo e cuidados simples no dia a dia, como alguns produtos seguros. A pediatra, alergista e imunologista Fernanda Soubak explica que essas escamas são conhecidas como crosta láctea, nome popular da dermatite seborreica do lactente. Aparecem como escaminhas amareladas ou esbranquiçadas, às vezes com aspecto oleoso e, geralmente, grudadas no couro cabeludo. Além da cabeça, essas lesões podem surgir em áreas onde a pele produz mais oleosidade, como sobrancelhas (ou entre elas), cantos do nariz, maçãs do rosto e atrás das orelhas. Apesar do aspecto, não são contagiosas e, na maioria dos casos, não causam dor nem grande desconforto ao bebê. Por que a crosta láctea aparece Nos primeiros meses de vida, é comum o bebê apresentar maior oleosidade da pele. Isso acontece porque as glândulas sebáceas ficam mais ativas nessa fase, influenciadas por questões hormonais. Esse excesso facilita o acúmulo de células mortas e, consequentemente, a formação das escamas. Segundo a dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, esse processo pode ter também a participação de um fungo que faz parte da flora normal da pele, chamado Malassezia, sem que isso signifique infecção. A boa notícia é que, normalmente, a crosta melhora sozinha em semanas ou poucos meses e se torna bem menos comum após o primeiro ano de vida. Como diferenciar de outros problemas de pele Entender o que é crosta láctea ou outra questão dermatológica infantil não é tão difícil. As especialistas ouvidas garantem que a identificação é baseada em três pontos: 1. local das lesões; 2. o aspecto da pele; 3. comportamento do bebê. Além disso, os sintomas são visuais e leves: escamas amareladas ou esbranquiçadas, sem coceira intensa nem impacto no bem-estar. Já outros quadros, como a dermatite atópica, costumam se manifestar de forma diferente. A pele tende a ficar mais seca, muito vermelha, irritada e com coceira importante, deixando o bebê mais inquieto. Esse tipo de dermatite também pode surgir em outras partes do corpo e costuma ser recorrente. Posso usar algum produto nas casquinhas? Na maioria dos casos, os cuidados podem ser feitos em casa, com medidas simples e suaves, repetidas algumas vezes por semana e sem pressa. As médicas orientam um passo a passo seguro: amolecer a crosta, aplicando um óleo vegetal suave ou próprio para bebês e aguardando de 15 a 30 minutos; soltar a crosta láctea com delicadeza, usando uma escovinha macia de bebê ou uma gaze, sem forçar; lavar a cabecinha normalmente, com shampoo infantil neutro, enxaguando bem. O objetivo é reduzir as escamas aos poucos, sem tentar retirar tudo de uma vez. É importante não puxar as crostas secas, nem usar unhas, objetos ou esfregar com força, pois isso pode machucar a pele e aumentar o risco de inflamação ou infecção. Quando procurar ajuda Apesar de ser uma condição comum, é importante buscar avaliação médica especializada (pediatra ou dermatologista) se surgirem sinais como: vermelhidão intensa, dor ou irritação importante; secreção, mau cheiro, pus ou crostas com aspecto “melado”; coceira intensa ou lesões em outras áreas do corpo; falhas de cabelo em placas; ausência de melhora após algumas semanas, mesmo com cuidados suaves. Por fim, a pediatra Fernanda Soubak e a dermatologista Maria Carolina Corsi reforçam que a crosta láctea é transitória, não está relacionada à falta de higiene e não causa queda permanente de cabelo. Ainda assim, na dúvida ou diante de qualquer mudança no quadro, a orientação profissional é sempre a melhor escolha.
Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos
Escolher o nome do bebê é um momento especial, mas também pode rapidamente se transformar em tensão. Quando a família começa a opinar com sugestões, homenagens e tradições, o casal pode acabar se sentindo pressionado a justificar uma decisão que deveria ser íntima. Mais: o desacordo pode gerar debate inclusive entre os dois. Entender o que está por trás dessas opiniões sem abrir mão da autonomia pode ser um desafio extra na maternidade. A advogada Paloma Alves viveu isso na primeira gravidez. Ela sempre soube que, se tivesse uma menina, a filha se chamaria Isabelle. A convicção parecia inquestionável até descobrir que esperava gêmeas. Surgiu então o impasse: ela queria homenagear a avó materna, Clarice, enquanto o marido defendia o nome da própria avó, Cátia. O desacordo até virou discussão mais séria do casal. A sogra tentou ajudar: sugeriu um nome composto das avós, mas não houve acerto. Por fim, escutaram o conselho de pensar em uma terceira opção e decidiram por Esther. “Mas, na hora de registrar, ele me surpreendeu com Clarice e eu amei”, relembra a mãe das meninas de 3 anos. Por que o nome gera tanto conflito? A psicóloga Aline Carvalho explica que a escolha do nome costuma mobilizar significados emocionais profundos. O nome representa identidade, pertencimento, história e expectativas e, por isso, desperta projeções familiares, especialmente entre diferentes gerações. “O conflito não costuma ser apenas sobre o nome do bebê em si, mas sobre autonomia e reorganização dos lugares dentro do próprio sistema familiar”, afirma a profissional. Afinal, a gestação marca uma transição importante: o casal assume novas funções e passa a tomar decisões que simbolizam independência. Em famílias com limites pouco definidos, essa mudança pode gerar tensão. Emoções por trás das opiniões Para a especialista em comportamento, as interferências costumam estar ligadas a dinâmicas emocionais mais amplas. Entre elas: Tradição: que expressa a necessidade de continuidade entre gerações. Expectativas: muitas vezes associadas a tentativas inconscientes de reparar histórias passadas. Necessidade de controle: que pode surgir do medo de perder lugar ou influência. Isso porque, em momentos de grandes mudanças, como a chegada de um bebê, essas dinâmicas se intensificam. O debate sobre o nome passa a refletir dificuldades em lidar com as decisões dos pais e aceitar os ajustes dos limites familiares. Como estabelecer esses limites sem brigar O primeiro passo é comunicar o limite como um posicionamento firme e não como um pedido de aprovação dos parentes. “O casal pode expressar a decisão de forma clara, consistente e respeitosa, evitando justificativas excessivas ou disputas emocionais”, ensina a psicóloga. Manter o alinhamento entre os dois é essencial. Repetir a mesma mensagem com calma, sempre que necessário, reduz conflitos e preserva as relações, mesmo diante de divergências. Ao responder críticas ou sugestões insistentes, a orientação é acolher a intenção sem reforçar a interferência. Respostas breves, assertivas e sem carga emocional excessiva ajudam a encerrar o assunto sem escalada. Além disso, diferenciar acolhimento de concessão é uma estratégia eficaz: é possível agradecer o envolvimento dos avós e parentes e, ao mesmo tempo, reafirmar que a decisão final cabe somente aos pais daquele bebê. Quando proteger o momento Se as opiniões começam a gerar estresse durante a gestação, é fundamental priorizar a proteção da saúde mental. Algumas estratégias contribuem para a estabilidade emocional e o bem-estar materno: reduzir a exposição a conflitos; encerrar conversas invasivas; fortalecer o apoio entre o casal. Hoje, Paloma Alves olha para a história com mais serenidade. A mãe das gêmeas garante que a situação parece mais difícil quando se está grávida e que resolver tudo “na emoção” não é o melhor caminho. “Dê tempo às decisões. Você pode ouvir as opiniões, mas a escolha final é dos dois e precisa de segurança e leveza”, aconselha. Por fim, a psicóloga Aline Carvalho lembra que essa escolha é apenas a primeira de muitas decisões parentais que virão. Sendo assim, viver o momento com consciência emocional e limites bem definidos é fundamental para relações familiares mais saudáveis a longo prazo.
Enxoval de bebê para casa pequena começa pelas prioridades
Receber o bebê em uma casa pequena pode gerar a sensação de que é preciso encontrar espaço para uma longa lista de itens, que vão dos móveis a acessórios. Na prática, porém, um enxoval funcional depende muito mais de planejamento do que de metros quadrados. Quem viveu essa situação foi a advogada Paloma Moura, mãe de uma menina de dois anos, que precisou equilibrar o desejo de comprar tudo o que via pela frente com a realidade do imóvel. O espaço disponível acabou definindo muitas decisões. “Começamos pelo quartinho para entender o que realmente caberia ali. O guarda-roupa, por exemplo, mostrou quantas roupas seria possível armazenar. Já as caixas organizadoras foram úteis para agrupar itens e esconder bagunças”, lembra. Menos itens e mais funcionalidade Para a personal organizer Adriana Moura, o principal critério na hora de montar o enxoval é priorizar funcionalidade e multifuncionalidade, ou seja, em ambientes compactos, cada espacinho precisa ser aproveitado de forma inteligente. Por isso, vale investir sobretudo em: itens que ocupem menos espaço, como carrinhos com fechamento compacto e banheiras dobráveis; móveis com mais de uma função, como cômodas que também servem de trocador; nichos e prateleiras, que aproveitam melhor a altura das paredes e liberam espaço sobre os outros móveis. “A escolha dos produtos deve acompanhar a rotina real da família, e não o impulso de comprar. Ter menos itens à mão, desde que sejam realmente úteis, costumam tornar o dia a dia muito mais prático”, orienta a profissional. Organização é fundamental A lista de compras faz a diferença quando o assunto é espaço pequeno. A regra é evitar adquirir roupas de tamanhos que o bebê não usará tão cedo ou equipamentos grandes sem medir os ambientes previamente. Concentre-se primeiro no enxoval de zero a seis meses. Além de escolher bem o que comprar, manter tudo organizado facilita a rotina com o bebê. Entre as principais indicações da especialista estão: divida as roupas por tamanho em colmeias organizadoras; monte um kit de higiene em bandeja ou cesto; no trocador, mantenha apenas a quantidade necessária de fraldas e produtos de higiene para a semana; armazene os itens de estoque dentro de caixas organizadoras e guarde-as em locais menos acessados, como maleiros ou parte inferior do berço. Dica extra: aposte em cabides e organizadores padronizados. Ter vários modelos diferentes pode aumentar a sensação de desordem do cômodo. Conforto não depende do tamanho Segundo a organizadora Adriana, um quarto grande ou cheio de equipamentos não é sinônimo de conforto para o bebê. O ambiente bem planejado, com circulação livre e organização, costuma funcionar bem melhor. Outro segredo é escolher móveis que acompanhem o crescimento da criança, como berços evolutivos e poltronas que possam ser usadas em outros ambientes da casa após a fase da amamentação. Assim, o investimento continua fazendo sentido ao longo do tempo. Outro hábito importante é revisar o enxoval conforme o bebê cresce. Manter uma “caixa de transição” no armário facilita a separação das peças que deixaram de servir. Quando ela ficar cheia, as roupas podem ser guardadas, doadas ou vendidas.
Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro
O banho do recém-nascido é daqueles momentos que mais despertam insegurança nos pais. Medo do bebê escorregar, de se afogar, de a água entrar no ouvido ou de não saber segurar direito estão entre os receios comuns registrados nas primeiras semanas. O cuidado envolve confiança e adaptação, mas algumas dicas podem ajudar. Antes do primeiro banho da filha, a relações públicas Ana Cristina, 28 anos, tentou se preparar ao máximo. Ela e o marido fizeram cursos, assistiram a vídeos, leram livros e até deram banho em bebês de amigos, mas ainda assim o receio persistia. O maior medo era de afogamento na banheira ou de o suporte dela ceder. A solução veio ao optar pelo chuveiro, no colo e com a água controlada. Isso trouxe mais segurança à mãe, que conseguiu finalmente relaxar e aproveitar o momento de verdade. “Parece que meu medo desapareceu e pude curtir o banho da minha filha pela primeira vez”, lembra. Por que banho gera tanto medo Para a enfermeira obstetra Karina Trevisan, o medo do banho está muito ligado ao desconhecido. Afogar o bebê ou deixá-lo escorregar são os receios mais frequentes, especialmente nas primeiras experiências. Também surgem dúvidas sobre a necessidade do banho diário, principalmente quando há muitas trocas no dia. “Essa avalanche de questionamentos mostra que o medo não está apenas na técnica, mas no excesso de informação e na falta de confiança. A própria preparação da banheira pode aumentar a tensão de quem está inseguro: montar, encher, organizar”, acrescenta a especialista em cuidados da saúde. A temperatura é outro ponto de insegurança dos cuidadores. Nos dias frios, a dica é aquecer o próprio ambiente antes de começar o banho, o que ajuda na sensação de aconchego. Já no calor, o bebê regula melhor a temperatura, mas o local ainda precisa estar com um clima confortável. Dicas que aumentam a confiança Você sabia que o bebê não tem medo de água? Ou que não é ruim cair água no rosto ou no ouvido dele, por exemplo? Embora muitos pais imaginam isso, o bebezinho costuma até aproveitar o momento. Por isso, a confiança deve vir do adulto. Quanto mais centrado e consciente do que está fazendo, mais tranquila será a experiência. Algumas dicas podem ajudar a “destravar”: 1. Testar a temperatura da água no antebraço, garantindo que esteja morna, sem necessidade obrigatória de termômetro. 2. Enrolar o bebê em uma fraldinha no início, tanto na banheira quanto no chuveiro, para dar mais segurança. 3. Apoiar o corpo do bebê junto ao do adulto e segurar a cabeça com firmeza. 4. Ter atenção ao virar o bebê na banheira para não molhar o rosto inadvertidamente. 5. Iniciar o banho pela cabeça, especialmente na imersão, antes de mergulhar totalmente o corpo. 6. Evitar estímulos excessivos e tornar o momento menos técnico e fluido. 7. Considerar o banho de chuveiro como alternativa prática e calmante. 8. Observar como o bebê reage após o banho (alguns ficam mais relaxados, outros mais despertos) para escolher o melhor horário. 9. Se o banho noturno favorecer um sono mais longo, aproveitar para descansar junto com o bebê. 10. Manter uma rotina, mas entendendo que cada família pode adaptar o horário conforme a resposta da criança. “A dica-chave é confiar. Existe um instinto por trás da maternidade e da paternidade. Você é capaz de dar banho no seu bebê de uma maneira tranquila”, afirma a enfermeira obstetra Karina Fernandes Trevisan. Quando a segurança chega Na experiência de Ana Cristina, entender que não existe só um jeito correto para o banho acabou mudando a percepção. “Tudo bem não usar a banheira e optar pelo chuveiro. Isso não nos torna menos pais. Considere a melhor opção para a sua família”, diz. Nesse sentido, a especialista alerta os pais a não deixarem que comentários inseguros ou opiniões alheias interfiram nesse momento. Avós e familiares costumam transmitir seus próprios medos, mas o banho só deve ter espaço para troca, carinho e confiança. “Um ambiente calmo, uma conversa durante o banho, a sensação de segurança no toque e a confiança de quem conduz fazem com que o momento se torne mais prazeroso e menos cercado de tensão. Outra pessoa não precisa assumir isso por insegurança dos pais”, finaliza Karina.
Bebê com cabelinho embaraçado: como desembaraçar sem dor
Encontrar um nó no cabelo do bebê pode transformar um cuidado simples em um momento de tensão. O receio de puxar os fios, machucar o couro cabeludo ou provocar choro é comum, mas algumas medidas ajudam a soltar o cabelo com mais delicadeza e conforto. Segundo a dermatologista Natasha Veloso, especialista em tricologia, o cabelo infantil é naturalmente mais fino e delicado do que o de um adulto. Além do mais, o couro cabeludo da criança é mais sensível à dor e ao desconforto. "Por isso, o ideal é pentear o cabelinho quando estiver úmido e bem hidratado. O condicionador deixa os fios mais maleáveis, facilita o desembaraço e reduz a tração mecânica, diminuindo o risco de quebra", ensina a médica. O jeito certo de desembaraçar os fios A primeira dica da tricologista é escolher o momento certo para essa tarefa. O bebê precisa estar tranquilo e a distração pode entrar como estratégia: ofereça brinquedos, converse e transforme o cuidado em um ritual agradável. Outras orientações incluem: Pentear os fios ainda úmidos, depois de retirar o excesso de água com a toalha, pressionando delicadamente, sem esfregar; Começar sempre pelas pontas e seguir subindo, aos poucos, até a raiz; Segurar com as mãos a mecha acima da região embaraçada para reduzir a tração; Remover os nós com calma, sem tentar desembaraçar tudo de uma só vez. Nos cabelos cacheados e crespos, o cuidado deve ser maior. A indicação é começar a desembaraçar com os dedos e, só depois, usar um pente de dentes largos. Por último, apostar em uma escova adequada à curvatura, como a “polvo”, e produtos deslizantes. “Costumo dar o exemplo da minha própria filha. Nós praticamente não usamos escova. Desembaraçamos delicadamente com as mãos, modelamos os cachinhos e deixamos que eles mantenham seu formato natural”, compartilha Natasha Veloso. Erros que podem machucar Alguns hábitos devem ser evitados, pois podem piorar o desconforto do bebê e até mesmo prejudicar os fios. Entre os erros mais comuns estão: colocar a escova no topo da cabeça e puxar até as pontas; começar a desembaraçar pela raiz; usar escovas com cerdas rígidas ou bolinhas nas pontas; insistir no desembaraço quando a criança já está impaciente. Para os fios cacheados ou crespos, há um cuidado extra: pentear os fios secos leva à quebra, favorece o frizz e até desmancha a definição natural dos cachos. Desembaraçar não deve ser uma guerra A dermatologista lembra que algumas crianças realmente têm mais tendência ao embaraço. Para facilitar, faça pausas e divida o cabelo em mechas. Detalhe: não é necessário retirar todos os nós de uma única vez. No entanto, vale um olhar atento para sinais de alerta: quebra excessiva dos fios; mudança na textura do cabelo; lesões no couro cabeludo; dificuldade progressiva em desembaraçar; dermatite seborreica, crostas ou infecções. "Muitas vezes, a criança não rejeita o momento de pentear o cabelo, mas o desconforto que ele provoca. Quando esse cuidado acontece com delicadeza, paciência e respeito, ela tende a criar uma relação mais positiva com o autocuidado", orienta a especialista.












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