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Shampoo Infantil Sono Tranquilo 400ml – Baruel Baby

Shampoo que promove sensação de conforto e relaxamento para bebês e crianças. É ideal para o sono.

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Shampoo Infantil Sono Tranquilo Refil 210ml
Shampoo Infantil Sono Tranquilo Refil 210ml

Quantidade

400 ml

Benefícios

• Sensação de conforto e relaxamento*
• Ideal para o sono
• Hipoalergênico
• Sem lágrimas
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Com ingredientes de origem natural
• Cheirinho de carinho
• Sem parabenos
• Sem corantes
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Molhe os cabelinhos do seu bebê. Coloque uma pequena quantidade do produto nas mãos e aplique delicadamente nos cabelinhos, massageando suavemente até formar espuma.

Em seguida, enxágue bem.

Resultado

Cabelinho limpo e macio aliado à sensação de conforto e relaxamento.

A fragrância é ideal para o sono do bebê.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, SULFATO DE SÓDIO LAURETE, COCAMIDOPROPIL BETAÍNA, CLORETO DE SÓDIO, FENOXIETANOL,PERFUME, COCOATO DE GLICERILA PEG-7, DECIL GLICOSÍDEO, PALMATO DE GLICERILA HIDROGENADO PEG-200, SULFATO DE SÓDIO, BENZOATO DE SÓDIO, EDETATO DISSÓDICO, ÁCIDO CÍTRICO, SORBATO DE POTÁSSIO, CITRATO DE SÓDIO, ÁCIDO BENZOICO, LINALOL, AMINOMETILPROPANOL.

INGREDIENTS: AQUA, SODIUM LAURETH SULFATE, COCAMIDOPROPYL BETAINE, SODIUM CHLORIDE, PHENOXYETHANOL,PARFUM, PEG-7 GLYCERYL COCOATE, DECYL GLUCOSIDE, PEG-200 HYDROGENATED GLYCERYL PALMATE, SODIUM SULFATE, SODIUM BENZOATE, DISODIUM EDTA, CITRIC ACID, POTASSIUM SORBATE, SODIUM CITRATE, BENZOIC ACID, LINALOOL , AMINOMETHYL PROPANOL.

Mais sobre Shampoo Infantil Sono Tranquilo 400ml – Baruel Baby

Shampoo que promove sensação de conforto e relaxamento para bebês e crianças. Com cheirinho de carinho é ideal para o sono.

O Shampoo Sono Tranquilo Baruel Baby foi elaborado com ingredientes cuidadosamente selecionados para o cuidado e a limpeza dos cabelos do seu bebê. A fragrância é suave e contém notas de lavanda, que ajudam o bebê a acalmar, proporcionando uma agradável sensação de conforto e relaxamento*.

Hipoalergênico e oftalmo e dermatologicamente testado, o Shampoo Sono Tranquilo é sem lágrimas.

Produto vegano e não testado em animais. Shampoo sem corantes e sem parabenos.

Para quem busca um shampoo ideal para o sono.

*Sensação relacionada aos componentes da fragrância.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Perguntas frequentes

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O que seu filho leva da escola além da mochila?
Escola

O que seu filho leva da escola além da mochila?

Quando volta da escola, a criança não traz consigo apenas o caderno cheio de tarefas ou o estojo organizado na mochila. Ela também carrega uma bagagem emocional construída no convívio diário com colegas e professores. São aprendizados que não aparecem no boletim, mas moldam comportamento, percepção e maturidade. O professor César Guimarães, diretor da MMP Materiais Pedagógicos de Matemática, afirma que a vivência escolar é um laboratório intenso de experiências sociais. Jogos, atividades em grupo e até situações de conflito contribuem para o desenvolvimento de habilidades que extrapolam o conteúdo formal. “A escola não ensina só soma ou conteúdo curricular. Ela ensina a esperar, a ganhar, a perder, a lidar com frustração e a se conectar com pessoas. A vida é uma eterna quinta série, porque muitas dessas experiências continuam se repetindo na vida adulta”, pondera o matemático. Convivência ensina mais do que parece A rotina no colégio favorece o desenvolvimento da autonomia ao propor tarefas, acompanhar responsabilidades e valorizar atitudes positivas, estimulando o aluno a assumir compromissos e entender as consequências de suas escolhas. No dia a dia escolar, a criança ainda aprende a: negociar e dividir espaços; esperar sua vez; lidar com frustrações; resolver conflitos; ajustar estratégias de comunicação quando algo não funciona. Até mesmo trocas de amizade, pequenas decepções e a sensação de “traição” entre colegas fazem parte desse amadurecimento. A convivência em grupo amplia a empatia e a capacidade de leitura do outro, contribuindo diretamente para a construção de maturidade emocional. Perspicácia do ambiente às emoções A vivência coletiva fortalece ainda a perspicácia – capacidade de perceber o clima do ambiente e interpretar emoções alheias. Muitas vezes, o próprio professor auxilia nesse processo ao nomear situações e destacar sentimentos presentes no grupo. “A criança aprende a perceber se o meio está leve ou tenso, se alguém está feliz ou chateado. Quando o professor chama atenção para isso, está ensinando a ler o outro e a ajustar o próprio comportamento”, explica o professor César Guimarães. Em casa, os pais podem observar reflexos diretos dessa experiência, por exemplo maior responsabilidade ou organização são sinais positivos, que surgem naturalmente. Por outro lado, se uma criança extrovertida fica introvertida, chorosa ou retraída, pode ser que algo negativo tenha acontecido e merece escuta atenta e acompanhamento cuidadoso. Família e escola formam parceria Como ressalta o educador, a escola não substitui a educação que começa em casa. Valores como respeito, responsabilidade e empatia têm origem em casa e são reforçados no ambiente escolar. Quando a parceria entre instituição de ensino e organização familiar funciona, os aprendizados são potencializados. No sentido oposto, se a família invalida qualquer correção feita pela escola e defende o filho a qualquer custo, o processo educativo se fragiliza. O ideal é pais e professores atuarem alinhados para a criança compreender os limites com mais clareza.

Bolsa do bebê sem excesso: o essencial para sair de casa
Enxoval

Bolsa do bebê sem excesso: o essencial para sair de casa

Sair de casa com um bebê pela primeira vez traz aquela famosa dúvida aos pais e cuidadores: o que realmente precisa levar na bolsa? Entre fraldas, roupas extras, acessórios e comidas, muitas famílias acabam exagerando na lista e carregando peso à toa. Só que nem tudo é realmente necessário e pode ficar de fora. Segundo a enfermeira Tatiany Varjão, do Hospital Santa Paula, da Rede Américas, o segredo é focar no essencial e evitar excessos motivados apenas pela preocupação. Além disso, considerar o destino, como consulta médica, passeio rápido ou viagem, por exemplo, ajuda a ter mais assertividade. “No começo, é comum exagerar nos itens da bolsa porque a família ainda está em período de adaptação. Com o tempo, fica mais fácil perceber o que realmente é necessário para cada saída”, tranquiliza a profissional. Levar ou deixar em casa? Não dá para sugerir uma lista como a única certeira. Afinal, cada família vai desenvolver sua própria rotina com o bebê e, a partir disso, entender do que precisa ou não. No entanto, alguns itens são considerados básicos para as saídas de casa, sobretudo nos primeiros meses de vida: fraldas; enços umedecidos; fralda de boca troca de roupa adequada à temperatura porta-leite e mamadeira, quando necessário Por outro lado, há aqueles produtos que aparecem na bolsa mais por precaução do que utilidade e, no fim das contas, só servem de peso para as costas dos pais. Nesse sentido, você pode observar se precisa mesmo de: comida congelada; vários babadores; calçados; muitas peças de roupa extras. Bolsa muda conforme o bebê cresce Para a enfermeira Tatiany Varjão, o tempo muda as necessidades, incluindo o que vai ou não na bolsa da ala infantil. Isso porque um recém-nascido costuma precisar de itens bem diferentes das necessidades de um bebê maiorzinho. “Com o crescimento da criança e mudanças naturais no desenvolvimento, a quantidade de itens indispensáveis tende a diminuir”, explica a profissional. Como exemplo prático disso, ela cita o desfralde. Se o banheiro já foi introduzido e funciona com segurança, as fraldas descartáveis se tornam desnecessárias, assim como as trocas extras por medo de vazar ou sujar. Como evitar bolsas grandes e pesadas Para tirar o peso dos ombros, comece cortando da lista aquilo que é maior e não faz diferença nas saídas. Normalmente, muitas roupas, cobertores e objetos grandes acabam sendo levados só por precaução e ocupam espaço à toa. Pensar na saída de forma estratégica é outra dica da enfermeira. Antes de montar a bolsa, vale considerar o tipo de saída, quanto tempo a família ficará fora de casa e o que realmente precisará nesse período. “Uma forma simples de organizá-la é fazer um mapa mental do que será feito durante o passeio e avaliar o que é necessário. Em caso de emergência, muitas vezes é possível adquirir o item no próprio local”, observa Tatiany.

5 sinais que a criança testa o espaço antes de confiar nele
Adaptação e Ambiente

5 sinais que a criança testa o espaço antes de confiar nele

Entrar em um ambiente novo não é tarefa simples para todas as crianças. Antes de brincar, fazer amizades ou se soltar mais, algumas passam por um período de observação e experimentação do espaço. Esse movimento faz parte do processo saudável de adaptação e os adultos devem respeitá-lo. “Dizer que a criança ‘testa’ um lugar significa reconhecer que ela precisa experimentá-lo – com o corpo, com as emoções e com o vínculo – antes de se sentir segura. Ela observa, explora, se aproxima, se afasta e testa limites e reações dos adultos”, explica a psicopedagoga e escritora Paula Furtado. Segundo a profissional, esse teste é uma forma saudável de ela perguntar, mesmo sem palavras: “aqui é seguro? Eu pertenço a este lugar? Posso ser quem eu sou aqui?”. A criança precisa viver essa experiência para então se sentir realmente confiante. Sinais de que o local está sendo testado Quando estão mapeando emocionalmente o ambiente, as crianças costumam apresentar comportamentos característicos. Entre os sinais mais comuns estão: 1. Ficar mais próxima do adulto de referência. 2. Circular pelo espaço sem se fixar em uma atividade. 3. Observar mais do que participar. 4. Testar regras, perguntando “posso subir aqui?” ou “posso entrar ali?”. 5. Oscilar entre curiosidade e retraimento. A educadora reforça que esse processo é fundamental para a construção da sensação de segurança e pertencimento. Ao testar o espaço, os pequenos entendem como funciona, quais são os limites, como os adultos reagem e se suas necessidades serão acolhidas. Só depois disso eles conseguem relaxar e ter mais autonomia. Em contextos diferentes, o teste do espaço pode assumir formas variadas: Na escola: pode surgir como choro durante a adaptação, dificuldade de separação ou resistência às propostas iniciais. Na casa de familiares: a criança pode ficar mais quieta ou, ao contrário, testar regras. Em espaços públicos: tende a buscar colo, evitar interações ou se movimentar sem um foco específico. Além disso, crianças diferentes testam os ambientes de maneiras distintas. Idade, temperamento (mais sensível, expansivo ou cauteloso), experiências anteriores, como mudanças bruscas ou separações, e a qualidade dos vínculos influenciam diretamente o ritmo desse processo. “Algumas precisam de mais tempo e isso não é sinal de problema, mas de sensibilidade”, avalia a psicopedagoga Paula Furtado. Confiança X pedido de ajuda Vale saber que nem sempre a resistência é birra. Recusas, choros, silêncio, oposição ou regressões temporárias também podem ser tentativas de entender quais são os limites daquele espaço e quem será o cuidador ali. Nesses casos, os adultos devem: respeitar o tempo da criança; nomear os sentimentos; manter rotinas previsíveis; serem firmes e acolhedores ao mesmo tempo; evitar comparações. A especialista garante que, com o passar do tempo, o lugar deixa de ser ameaçador e passa a ser percebido como “pertencente”. Quando isso acontece, a criança costuma: brincar com mais espontaneidade; se afastar do adulto com segurança; expressar emoções com mais clareza; criar vínculos; demonstra curiosidade e iniciativa. Por fim, Paula reforça que os testes são ótimos sinais de inteligência emocional em construção. A pressa vem do adulto, mas o tempo é da criança. No entanto, se o desconforto for intenso, persistente e impactar o desenvolvimento, o sono, a alimentação ou as relações, é hora de buscar apoio profissional.

Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos
Família

Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos

Escolher o nome do bebê é um momento especial, mas também pode rapidamente se transformar em tensão. Quando a família começa a opinar com sugestões, homenagens e tradições, o casal pode acabar se sentindo pressionado a justificar uma decisão que deveria ser íntima. Mais: o desacordo pode gerar debate inclusive entre os dois. Entender o que está por trás dessas opiniões sem abrir mão da autonomia pode ser um desafio extra na maternidade. A advogada Paloma Alves viveu isso na primeira gravidez. Ela sempre soube que, se tivesse uma menina, a filha se chamaria Isabelle. A convicção parecia inquestionável até descobrir que esperava gêmeas. Surgiu então o impasse: ela queria homenagear a avó materna, Clarice, enquanto o marido defendia o nome da própria avó, Cátia. O desacordo até virou discussão mais séria do casal. A sogra tentou ajudar: sugeriu um nome composto das avós, mas não houve acerto. Por fim, escutaram o conselho de pensar em uma terceira opção e decidiram por Esther. “Mas, na hora de registrar, ele me surpreendeu com Clarice e eu amei”, relembra a mãe das meninas de 3 anos. Por que o nome gera tanto conflito? A psicóloga Aline Carvalho explica que a escolha do nome costuma mobilizar significados emocionais profundos. O nome representa identidade, pertencimento, história e expectativas e, por isso, desperta projeções familiares, especialmente entre diferentes gerações. “O conflito não costuma ser apenas sobre o nome do bebê em si, mas sobre autonomia e reorganização dos lugares dentro do próprio sistema familiar”, afirma a profissional. Afinal, a gestação marca uma transição importante: o casal assume novas funções e passa a tomar decisões que simbolizam independência. Em famílias com limites pouco definidos, essa mudança pode gerar tensão. Emoções por trás das opiniões Para a especialista em comportamento, as interferências costumam estar ligadas a dinâmicas emocionais mais amplas. Entre elas: Tradição: que expressa a necessidade de continuidade entre gerações. Expectativas: muitas vezes associadas a tentativas inconscientes de reparar histórias passadas. Necessidade de controle: que pode surgir do medo de perder lugar ou influência. Isso porque, em momentos de grandes mudanças, como a chegada de um bebê, essas dinâmicas se intensificam. O debate sobre o nome passa a refletir dificuldades em lidar com as decisões dos pais e aceitar os ajustes dos limites familiares. Como estabelecer esses limites sem brigar O primeiro passo é comunicar o limite como um posicionamento firme e não como um pedido de aprovação dos parentes. “O casal pode expressar a decisão de forma clara, consistente e respeitosa, evitando justificativas excessivas ou disputas emocionais”, ensina a psicóloga. Manter o alinhamento entre os dois é essencial. Repetir a mesma mensagem com calma, sempre que necessário, reduz conflitos e preserva as relações, mesmo diante de divergências. Ao responder críticas ou sugestões insistentes, a orientação é acolher a intenção sem reforçar a interferência. Respostas breves, assertivas e sem carga emocional excessiva ajudam a encerrar o assunto sem escalada. Além disso, diferenciar acolhimento de concessão é uma estratégia eficaz: é possível agradecer o envolvimento dos avós e parentes e, ao mesmo tempo, reafirmar que a decisão final cabe somente aos pais daquele bebê. Quando proteger o momento Se as opiniões começam a gerar estresse durante a gestação, é fundamental priorizar a proteção da saúde mental. Algumas estratégias contribuem para a estabilidade emocional e o bem-estar materno: reduzir a exposição a conflitos; encerrar conversas invasivas; fortalecer o apoio entre o casal. Hoje, Paloma Alves olha para a história com mais serenidade. A mãe das gêmeas garante que a situação parece mais difícil quando se está grávida e que resolver tudo “na emoção” não é o melhor caminho. “Dê tempo às decisões. Você pode ouvir as opiniões, mas a escolha final é dos dois e precisa de segurança e leveza”, aconselha. Por fim, a psicóloga Aline Carvalho lembra que essa escolha é apenas a primeira de muitas decisões parentais que virão. Sendo assim, viver o momento com consciência emocional e limites bem definidos é fundamental para relações familiares mais saudáveis a longo prazo.

Medos infantis: como entender a fase e o que isso significa
Transições e Fases

Medos infantis: como entender a fase e o que isso significa

De uma semana para outra, a criança começa a ter medo do escuro, de barulhos ou de ficar sozinha. Para muitos pais, a sensação é de que algo mudou de forma repentina. Mas, de modo geral, isso faz parte do desenvolvimento infantil: os medos surgem justamente quando novas capacidades emocionais e cognitivas começam a se formar. A psicóloga Veruska Vasconcelos, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital Alvorada Moema, da Rede Américas, esclarece que o surgimento desses receios está ligado ao amadurecimento do cérebro e ao avanço das habilidades mentais das crianças. Nessa fase, também é comum generalizar o medo, interpretando estímulos neutros como potenciais ameaças. “Conforme a criança desenvolve capacidades como imaginação, memória e antecipação, ela passa a prever situações que antes não conseguia representar mentalmente. Não é que o medo apareceu do nada: é que o cérebro ganhou a capacidade de imaginar possibilidades, inclusive ameaçadoras”, afirma a especialista. Cada fase tem seus próprios medos Os medos infantis costumam acompanhar etapas específicas da jornada emocional. Segundo a profissional, isso acontece em diferentes idades e novos receios aparecem à medida que a criança passa a compreender melhor o mundo e as relações ao redor: Entre 6 e 12 meses: é comum surgir o medo de estranhos e a ansiedade de separação, por exemplo. É quando o bebê passa a reconhecer figuras familiares e percebe que o cuidador pode se afastar, marcando um momento importante na construção do apego. Dos 2 aos 4 anos: a imaginação se expande e, consequentemente, aparecem medos do escuro, de sombras, de monstros ou de barulhos inesperados. Nessa fase, a criança já cria imagens mentais, mas ainda não diferencia completamente fantasia e realidade. Em idade escolar: os receios costumam se tornar mais sociais, como medo de errar, de ser rejeitado ou de decepcionar. Vale lembrar que essa emoção também prepara o corpo para reagir diante de possíveis ameaças, como um mecanismo natural de proteção e sobrevivência. Medo X desenvolvimento Sentir medo é uma função natural do cérebro e desempenha um papel importante na adaptação da criança ao mundo: ajuda a identificar riscos, testar limites e desenvolver estratégias de proteção. Justamente por isso, ele costuma ser saudável e esperado. Para a psicóloga Veruska Vasconcelos, esses medos normalmente não indicam insegurança, mas fazem parte do avanço cognitivo. Estudos indicam que até 70% das crianças apresentam medos específicos em algum momento da infância, enquanto cerca de 5% a 10% delas podem desenvolver transtornos com impacto na rotina. “O que diferencia o medo saudável do medo problemático não é sua existência, mas o que ele provoca na rotina da criança. Quando é transitório e não interfere em brincar, dormir ou frequentar a escola, costuma fazer parte do amadurecimento emocional”, assegura a especialista. Dicas para ajudar a criança A forma como os adultos reagem ao medo influencia diretamente a maneira como a criança aprende a lidar com emoções difíceis. Minimizar ou ridicularizar o receio pode gerar vergonha e insegurança, além de dificultar a expressão emocional. Algumas atitudes simples apoiam o pequeno a enfrentar melhor esses momentos: manter uma rotina previsível; criar rituais de segurança na hora de dormir; fazer exposição gradual ao que assusta; usar histórias e brincadeiras para elaborar o medo; demonstrar calma diante da situação; reforçar pequenas conquistas. “O objetivo não é eliminar completamente o medo, mas ajudar a criança a desenvolver recursos emocionais para enfrentá-lo. Com o tempo, à medida que novas habilidades cognitivas e emocionais se consolidam, muitos desses receios tendem a desaparecer naturalmente”, orienta Veruska.

Meu bebê vive assado: com o que preciso me preocupar?
Assadura

Meu bebê vive assado: com o que preciso me preocupar?

Assadura é comum em bebês, mas não deve ser encarada como algo “normal” quando persiste, piora ou vem acompanhada de outros sinais. Observar a evolução da pele, os hábitos do dia a dia e a resposta aos cuidados básicos ajuda a entender quando é possível resolver em casa e quando é hora de procurar ajuda médica. A pediatra Greter Fernandez dá nome ao problema: dermatite de fralda. Na maioria das vezes, surge pela combinação de umidade, atrito, urina e fezes em contato prolongado com a pele. Uma assadura pontual não é problema, mas não melhorar ao cuidar ou reaparecer com certa frequência é sinal de alerta. Nesses casos, a persistência do quadro indica que pode haver algo além da irritação simples. Segundo a médica, a falta de resposta às medidas básicas já é motivo para observar com mais atenção, especialmente nos primeiros meses de vida, quando a pele do bebê é ainda mais sensível. De olho nos sintomas Alguns sinais indicam que a irritação ultrapassou o esperado. Entre eles estão: fissuras; crostas; secreção purulenta; sangramento; lesões que se estendem para além da área da fralda, atingindo abdome ou dobras. A ginecologista também orienta que a atenção deve ser redobrada se a assadura vier acompanhada de sintomas gerais, como: febre, vômitos persistentes, diarreia com sangue ou dificuldade de ganho de peso. Se acontecer, leve ao médico rapidamente. Por que alguns bebês vivem “assados” As trocas de fraldas são frequentes e os cuidados, certinhos, mas a tal da assadura permanece. Essa é uma queixa recorrente entre os pais e o motivo mais comum é a dermatite de contato irritativa, que gera a sequência dos episódios. Outras causas apontadas pela especialista são: infecções fúngicas, como a candidíase intertriginosa, dermatite atópica localizada e, mais raramente, psoríase inversa. Já nos quadros persistentes e resistentes, vale investigar alergia alimentar, especialmente ligada à proteína do leite de vaca. Por último, hábitos do dia a dia também influenciam diretamente a evolução da irritação, incluindo: uso frequente de lenços umedecidos com álcool, fragrâncias ou outros ingredientes irritantes; fraldas apertadas ou que retêm muita umidade; pouca ventilação da pele; limpeza agressiva. A causa exata, bem como o tratamento ideal, só podem ser confirmados por um médico, viu? Como diferenciar os tipos de assadura A dermatologista Raquel de Carvalho reforça que as assaduras não são todas iguais. Para entender o que está acontecendo, ela indica observar o padrão das lesões. Assadura comum: causa vermelhidão, está relacionada à umidade e ao atrito, e melhora rapidamente com higiene adequada e uso de pomadas de barreira. Dermatite de contato: geralmente surge após a introdução de novos produtos e provoca mais coceira do que o quadro comum, além de não poupar as “dobrinhas” do bebê. Infecção fúngica: o vermelho da pele é mais intenso, sobretudo nas dobras, com pequenas manchas vermelhas ao redor e fissuras. Há pouca resposta às pomadas comuns. Dermatite atópica: manifesta-se na área da fralda com lesões mais crônicas, extensas e com coceira em outras regiões do corpo. Independentemente do motivo, é fundamental ficar de olho para reconhecer os sinais e buscar avaliação profissional qualificada do pediatra ou dermatologista. O jeito certo de trocar a fralda Para reduzir o risco de assaduras, as especialistas recomendam: Trocar a fralda com frequência, principalmente após evacuações. Higienizar suavemente, preferencialmente com algodão e água morna ou lenços sem álcool e fragrância. Secar bem a pele, cuidando das dobrinhas. Permitir períodos sem fralda, sempre que possível. Aplicar cremes de barreira em pele limpa e seca. Evitar produtos irritantes e fraldas mal ajustadas. Também é importante lembrar que cada bebê pode ter necessidades específicas. Por isso, as consultas de rotina com o pediatra são muito importantes. Atenção especial aos casos persistentes A dermatologista Raquel de Carvalho alerta que, quando a assadura não responde ao tratamento habitual ou vem acompanhada de sintomas digestivos e cutâneos, é necessária uma investigação maior para orientar um tratamento eficaz. Já a pediatra Greter Fernandez destaca que a educação dos pais é essencial para prevenção e manejo corretos. Afinal, a monitorização parental ao longo do tempo ajuda na identificação de condições que exigem acompanhamento.

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