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Frieira é micose e tem tratamento, mas o melhor é prevenir
Frieira e Micose

Frieira é micose e tem tratamento, mas o melhor é prevenir

Coceira, descamação e vermelhidão entre os dedos podem ser sinais de frieira, também conhecida como pé de atleta. Apesar dos sintomas incômodos, o problema é comum e se caracteriza pela presença de fungos, que encontram nas áreas úmidas e quentes da extremidade dos pés um ambiente perfeito para se desenvolverem. A boa notícia é que há tratamentos eficazes e, principalmente, jeitos fáceis de prevenir. De acordo com a podóloga Tanagra Melo, docente da Universidade Guarulhos (UNG), a frieira é cientificamente chamada de Tinea pedis. “A frieira é um tipo de micose que ocorre geralmente entre os dedos", observa a especialista. Por que “pé de atleta”? O nome popular surgiu pela frequência desse problema em esportistas, que costumam passar longos períodos com os pés abafados por tênis e meias suadas. "Mas a condição não é exclusiva deles. Qualquer pessoa que não tome os devidos cuidados com a higiene dos pés pode desenvolver a frieira", salienta Tanagra. Isso porque academias, piscinas e vestiários são alguns exemplos de ambientes propícios para a contaminação que os indivíduos costumam frequentar. O fungo é transmitido pelo contato com superfícies contaminadas ou diretamente, de pessoa para pessoa. Como identificar A frieira pode se manifestar de formas diferentes, mas os sintomas mais comuns incluem: Coceira intensa entre os dedos dos pés; Descamação e aparência de pele seca na região afetada; Bolhas pequenas e dolorosas; Odor desagradável, causado pelo acúmulo de fungos e bactérias; Vermelhidão e inchaço, especialmente em casos mais avançados; Ardor ou sensibilidade na área. O diagnóstico é clínico, ou seja, realizado por meio de exame visual da região afetada. Dermatologistas e podólogos são profissionais capacitados para identificar a frieira e orientar o tratamento adequado, que costuma ser multidisciplinar. Pé de atleta? Nunca mais! Embora seja desconfortável, essa micose pode ser tratada e curada com as abordagens corretas. Conheças as mais indicadas: Antifúngicos tópicos ou orais: receitados exclusivamente por médicos para eliminar os fungos; Cuidados com a higiene: lavar e secar bem os pés, especialmente entre os dedos, e trocar meias e calçados regularmente; Terapias complementares: métodos como ozonioterapia e laserterapia têm apresentado excelentes resultados em consultórios podológicos. "Com o tratamento correto, é possível curar a frieira completamente. No entanto, é importante lembrar que o contato com ambientes ou objetos contaminados pode levar a uma nova infecção. Por isso, a prevenção é fundamental", enfatiza a docente. Como prevenir a frieira Para evitar o desenvolvimento e/ou a reincidência de frieiras, adotar uma rotina de cuidados com os pés é indispensável. Nesse sentido, a podóloga recomenda: Mantenha os pés secos enxugando bem a região entre os dedos após o banho; Use calçados ventilados e evite sapatos fechados por longos períodos; Troque as meias diariamente e nunca as reutilize sem lavar; Aplique desodorantes específicos para pés, pois ajudam a criar uma barreira de proteção contra fungos; Evite andar descalço em locais públicos, como piscinas, vestiários e academias; Fortaleça a imunidade, visto que um sistema imunológico saudável ajuda a evitar infecções fúngicas. Essas formas de prevenção são úteis e indicadas para todas as pessoas. Porém, há quem seja mais vulnerável a desenvolver a frieira por apresentar fatores de riscos. Tanagra Melo destaca a falta de higiene, a baixa imunidade e o contato rotineiro com superfícies contaminadas, como chuveiros públicos e saunas, entre as razões que mais influenciam.

Os cuidados com os pés são diferentes para homens e mulheres?
Cuidado Diário

Os cuidados com os pés são diferentes para homens e mulheres?

Será que a rotina de cuidado com os pés deve ser diferente para homens e mulheres? Em geral, todo mundo tem que lavar os pés no banho (e secar bem), passar desodorante, hidratante… Mas, em alguns casos específicos, é preciso reforçar um desses cuidados. Um exemplo: os homens costumam suar mais no pé, o que pode causar problemas como o mau odor e as frieiras. “O homem produz mais testosterona, o que estimula as glândulas sudoríparas a produzir mais suor. Além disso, nos homens essas glândulas se concentram mais na região dos pés”, explica Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). A transpiração também pode ser um problema para as mulheres que costumam usar meias sintéticas, finas, em geral com sapatos também feitos de materiais sintéticos que não absorvem o suor e aumentam a umidade nos pés. Ou que praticam atividades físicas intensas, como corrida e futebol. “Como prevenção para homens e mulheres, ficam as dicas de secar bem entre os dedos, usar meias de algodão, calçados de materiais não sintéticos e o desodorante para os pés”, completa Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Cuidados na gravidez Os hormônios também podem fazer algumas mulheres suar mais nos pés. Nas gestantes, a alteração hormonal favorece essa sudorese, explica Renato Butsher Cruz, docente do curso técnico em Podologia do Senac Osasco. “Para evitar a bromidrose, o famoso mau odor, elas devem ter cuidados redobrados com a higienização diária e usar produtos antissépticos que diminuam a transpiração nos pés.” Além disso, na gestação, pode haver mais inchaço na parte inferior das pernas e dos pés. “Nesse caso, é preciso usar meias elásticas de suave compressão para prevenir o edema e calçados mais confortáveis e macios”, diz Schwarz. Cuidados com os pés ao usar sandálias Pensando nos hábitos de cada um, a diferença no tipo de calçado preferido também pode requerer alguns cuidados especiais. “As mulheres usam mais sandálias do que os homens, o que pode ressecar mais os pés”, afirma Schwarz. “Então, elas precisam hidratar mais o pé, fazer esfoliação uma vez por semana para retirar as células mortas e, claro, beber bastante água para manter o corpo hidratado.” Por outro lado, os homens costumam usar mais calçados fechados, seja sapato social ou tênis; por isso, devem ter mais cuidado com a transpiração. “Para reduzir essa umidade, o ideal é usar meias de algodão, que absorvem o suor, e revezar o uso do calçado”, explica a especialista.

Calo dói? Entenda quando pode ser um problema maior
Calo e Calosidade

Calo dói? Entenda quando pode ser um problema maior

Calos são uma  resposta natural da pele ao atrito e à pressão repetitiva, formando uma camada mais grossa de pele. A pressão no lugar pode gerar dor e desconforto. O que faz o calo doer mais? Via de regra, o calo literalmente aperta quando ocorre atrito constante ou pressão excessiva, dois fatores suficientes para aumentar a dor. Mas a ligação com nervos também pode explicar a dor intensa. A podóloga Maria Eliza Silva, bacharel em Podologia pela International University of the Health Sciences e pela School of Medicine, de St. Christopher and Nevis, explica que calos com núcleo, ou seja, em formato cônico e que atingem terminações nervosas, são especialmente dolorosos. “Esse tipo de calo é chamado de neurovascular e costuma ser bastante dolorido, pela pressão e pelo inchaço”, descreve. Além disso, problemas biomecânicos, como pisada incorreta ou desequilíbrios de peso ao caminhar, também aumentam o risco de calos dolorosos. “Pisar de forma inadequada sobrecarrega certas regiões dos pés, fazendo com que calos e calosidades surjam e fiquem doloridos”, acrescenta Armando Bega. Quando um calo representa problema Nem todo calo é um problema, contudo, a presença de dor intensa, vermelhidão, lesões ao redor ou sinais de inflamação soa o alerta. Um calo que não é tratado corretamente pode servir de entrada para bactérias e causar infecções, especialmente em pacientes diabéticos e/ou idosos. “Esses grupos precisam de cuidado extra, já que as condições do sistema circulatório são mais frágeis, o que pode dificultar a cicatrização de feridas causadas pelo calo”, ressalta Maria Eliza. Além dos riscos de infecção, calos que afetam a qualidade de vida merecem atenção. Se o calo prejudica a caminhada ou impede o uso de sapatos de modo confortável, por exemplo, é fundamental buscar ajuda profissional. “Vale lembrar que eliminar o calo sem tratar sua causa apenas adia o problema, pois ele volta a crescer em pouco tempo”, alerta o podólogo Bega. Calo pode desaparecer sozinho Em alguns casos, o calo pode desaparecer sem intervenção, especialmente se o fator causal for removido - por exemplo, a troca de um calçado inadequado por outro que reduza a pressão pode fazer o calo regredir naturalmente. No entanto, o podólogo lembra que, se a causa do calo for um problema biomecânico ou alterações estruturais no pé, como uma pisada incorreta ou sobrecarga de peso, a remoção completa exige tratamento especializado. “Nesses casos, o uso de palmilhas personalizadas, ajustes posturais e fortalecimento dos músculos dos pés ajudam a impedir que o calo reapareça”, afirma Armando Bega. Busque um especialista O tratamento vai além da remoção do calo. O podólogo trata o problema e, também, investiga a causa para evitar sua recorrência. Segundo a podóloga Maria Eliza Silva, o atendimento em consultório inclui uma análise completa dos fatores de risco. “Durante a consulta, é importante investigar o tipo de calçado usado, a frequência de atividade física e até o ambiente de trabalho do paciente e se ele fica muito tempo em pé”, exemplifica. Após a avaliação, o profissional pode recomendar palmilhas ortopédicas, órteses e protetores para aliviar o atrito e evitar o reaparecimento do calo. Em casa, os cuidados básicos como hidratação diária e higiene dos pés ajudam a manter a pele macia e evitar a formação incômoda. A profissional recomenda também verificar regularmente os calçados para garantir que estejam em bom estado e não promovam atrito. No entanto, a especialista reforça que o tratamento completo só deve ser feito em consultório, com instrumentos esterilizados, para evitar lesões e possíveis infecções.

Psoríase: como o podologista pode ajudar
Podo Profilaxia ou Profilaxia Podal

Psoríase: como o podologista pode ajudar

A psoríase nos pés, também conhecida como psoríase palmo-plantar, pode causar ressecamento, descamação, fissuras dolorosas, espessamento da pele e até sangramentos, dificultando muito o caminhar e o uso de calçados. Nesse contexto, a podologia tem um papel importante no alívio dos sintomas e na manutenção da saúde dos pés. Como a podologia pode ajudar em casos de psoríase nos pés: Hidratação profunda e controle da descamação - Uso de emolientes específicos para psoríase (com ureia, ácido salicílico, alantoína, etc.); - Esfoliação controlada para remover o excesso de escamas, sem causar trauma à pele. Tratamento e prevenção de fissuras - Aplicação de curativos oclusivos para proteger fissuras abertas. - Uso de técnicas para reduzir a espessura da pele e evitar rachaduras dolorosas. - Indicação de produtos cicatrizantes e regeneradores. Orientações sobre cuidados domiciliares - Escolha de calçados adequados: confortáveis, ventilados, que não aumentem o atrito. - Uso correto de cremes hidratantes e medicamentos tópicos prescritos pelo dermatologista. - Cuidados com unhas afetadas, caso a psoríase atinja a lâmina ungueal. Prevenção de infecções secundárias - Avaliação e limpeza regular para evitar contaminações por bactérias ou fungos, comuns em áreas lesionadas. - Acompanhamento e encaminhamento - Encaminhamento ao dermatologista em casos mais severos ou se houver agravamento das lesões. - Registro da evolução das lesões, auxiliando no tratamento multidisciplinar. Considerações importantes: O podólogo não substitui o dermatologista, mas atua de forma complementar no cuidado dos pés com psoríase. Os tratamentos devem ser sempre realizados com produtos adequados e técnicas que evitem traumas ou infecções.

Por que a biomecânica é importante para viver bem?
Biomecânica

Por que a biomecânica é importante para viver bem?

Os pés desempenham papel essencial na sustentação e mobilidade do corpo e entender sobre biomecânica, ou seja, a interação entre forças, articulações, tendões e músculos, é fundamental para garantir equilíbrio, postura e locomoção. Segundo Camila Silva, podologista especializada em baropodometria e palmilhas, a biomecânica tem um grau de relevância e importância dentro dos atendimentos clínicos justamente porque ela entende e transcreve toda a engenharia anatômica e fisiológica do corpo. “Quando a gente entende de anatomia, entende como o corpo funciona, como que os processos fisiológicos funcionam, e aí a gente une a biomecânica, que é a engenharia, ela estuda toda a mecânica do corpo e como todos esses sistemas conversam entre si, isso é um divisor de águas para nosso atendimento. A gente consegue visualizar o pé e todo o membro inferior do nosso paciente como um sistema completo”, explica Camila. Ela se especializou em biomecânica porque queria desmistificar e simplificar o tema para que chegasse a mais pessoas e profissionais da área da saúde. “É uma área que a maioria das pessoas tem dificuldade e eu sempre quis dar aula, então pensei em me especializar nisso e daí, por que não me especializar em baro (baropodometria) também? Queria igualar a educação, o entendimento sobre a biomecânica porque de fato ela é muito complexa”, lembra Camila. Para ela, quando se consegue simplificar o que é complexo deixa de ser um bicho de sete cabeças, ou seja, se torna acessível. Outro motivador para sua especialização foi pela área ter uma predominância masculina. “Se tornou um desafio basicamente, ser uma mulher que é especialista no assunto, que dá aula, tem voz e consegue simplificar esse assunto que é bastante complexo”, afirma Camila. O uso da baropodometria. Quem deve fazer? Dentro da biomecânica o uso da baropodometria ajuda o profissional com referências qualitativas e quantitativas de cada paciente. “Ela nos traz dados extremamente ricos para conseguirmos analisar e chegar a um diagnóstico preciso e completo do nosso paciente, justamente porque oferece uma leitura de dados tanto na forma estática quanto na dinâmica e isso faz com que a gente entenda por completo o funcionamento do corpo, do sistema inferior, do membro inferior do paciente”, diz a podóloga. Segundo Camila, literalmente todo mundo deveria fazer um exame de baropodometria. “Todo mundo que puder fazer um exame, mas principalmente pessoas que sofrem com dores na coluna, no quadril, no joelho, nos pés, pessoas que têm algum problema na postura etc.”, diz ela. “Geralmente as pessoas procuram no momento de dor, mas o ideal seria fazer preventivamente”, complementa. O captor podal nem sempre é o único responsável pelo desalinhamento postural, mas Camila explica que cerca de 80% dos problemas de postura são decorrentes dele. “Justamente quando acontece alguma alteração no membro inferior temos que investigar para saber qual é a origem, qual é a causa do desalinhamento. Se é uma questão do captor podal, como na maioria dos casos é, podemos indicar o uso de uma órtese plantar aliada a um trabalho multidisciplinar com fisioterapeuta ou um educador físico”, explica Camila. Para ela, apenas trabalhando os captores junto com a questão muscular e sistêmica é possível melhorar a qualidade de vida desse paciente. Mobilidade biomecânica entre jovens e idosos A questão da mobilidade biomecânica de um jovem e de um idoso depende da consciência e importância que é dada à prevenção. “Tudo é um processo”, diz Camila. “Se você tem uma vida sedentária, você vai ser um idoso que pode ter sim um índice de queda, um índice de saúde debilitado”, complementa ela. “Os jovens hoje estão muito sedentários e isso influencia diretamente na postura”, alerta a profissional que busca conscientizar seus pacientes com dados da avaliação biomecânica. “Com a ajuda da baropodometria eu consigo falar para ele, olha, está vendo isso aqui? Isso aqui não está legal. E consigo fundamentar e explicar que hoje não dói, mas que daqui uns anos pode vir a doer”, conta Camila. Segundo ela é importante trabalhar de uma forma preventiva com os jovens para terem qualidade de vida e locomoção na velhice. “O idoso colhe aquilo que ele fez durante a vida dele toda. Eu tenho uma frase que uso sempre que, enquanto profissional da área de saúde, e eu falo por mim, enquanto podóloga, a minha missão é transformar passos em qualidade de vida”, revela Camila. Depois de ter passado por tantos casos clínicos, inclusive casos difíceis, até de amputações, Camila lembra de um caso de uma paciente que passou por tratamento de uma onicofose recorrente de ambos os hálux (dedão) nas quatro bordas. “Essa paciente tratava dessa condição por mais de dez anos. Quando chegou apreensiva e me contou dos anos de sofrimento, eu montei um protocolo para acabar com a dor em três meses”, conta Camila. Usando a biomecânica, ela conseguiu eficácia no tratamento e ganhou a confiança da paciente. “Depois de três meses ela não tinha mais dor e isso foi gratificante demais. Provei para mim mesma que estou no caminho certo e isso me deixa muito, muito feliz mesmo”, conclui Camila.   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Camila Silva | Baropodometria e Biomecânica (@podologistacamilasilva)

Mulheres já são maioria nas corridas, aponta pesquisa
Corrida

Mulheres já são maioria nas corridas, aponta pesquisa

A participação feminina nas corridas de rua tem crescido significativamente nos últimos anos. Segundo a pesquisa State of Running, de 2019, que analisou dados de 70 mil eventos em 193 países, pela primeira vez na história, o número de mulheres amadoras superou o de homens. Em 1986, apenas 20% dos corredores eram mulheres, mas em 2018 esse percentual subiu para 50,24%. O crescimento, que continua evidente nas corridas, reflete não apenas a busca do público feminino por qualidade de vida, mas também a luta por igualdade de gêneros no esporte, sempre tido como um ambiente majoritariamente masculino. "A corrida é uma prática acessível, que não exige grandes investimentos e proporciona benefícios físicos e mentais", destaca o especialista em treinamento esportivo Christian Zamprogna, do Estúdio Fly. De acordo com o profissional, as diferenças fisiológicas entre homens e mulheres impactam o treinamento e requerem adaptações. "A anatomia feminina, principalmente nos membros inferiores, influencia a biomecânica da corrida", diz. Além disso, as flutuações hormonais, sobretudo durante o ciclo menstrual, fazem com que cada corredora responda de uma forma e precise de um planejamento individual. Benefícios para a saúde O esporte traz diversos benefícios para a saúde feminina, como: Fortalecimento ósseo: essencial para prevenir osteoporose, comum após a menopausa; Melhora da circulação sanguínea: auxilia na oxigenação do corpo; Redução do risco de doenças cardíacas: fortalece o coração e ajuda no controle da pressão arterial; Controle do diabetes tipo 2: corredores regulares têm menor risco da doença; Bem-estar emocional: libera endorfinas e ajuda a reduzir sintomas de ansiedade e depressão; Melhora do sono: regula o ciclo do sono e reduz a insônia; Aceleração do metabolismo: contribui para a queima de gordura corporal. Prevenção de lesões Assim como em qualquer atividade física, a corrida exige alguns cuidados para evitar lesões, especialmente quando se é iniciante na prática. Nesse sentido, Christian Zamprogna recomenda: Fortalecer os músculos para reduzir impactos nas articulações; Variar o tipo de solo e adaptar-se a diferentes superfícies; Realizar aquecimento adequado antes do treino; Respeitar os limites do corpo, evitando exageros que possam levar a sobrecargas musculares. Equipamento adequado faz diferença A primeira decisão importante para correr é sobre qual calçado usar. Para isso, o especialista afirma ser essencial reconhecer o seu tipo de pisada – neutra, pronada ou supinada. “Também deve-se usar tênis com amortecimento macio e caimento perfeito, nem muito justo, nem muito largo. Isso oferece mais conforto, ajuda a reduzir o impacto e proporciona uma sensação de suavidade”, ensina. Já para as roupas, o importante é se sentir bem consigo mesma e estar confortável para a prática. Se for comprar peças esportivas, a indicação é avaliar se elas oferecem leveza, mobilidade e suporte adequado, principalmente para mulheres com busto maior. A sustentação fará toda a diferença. A corrida como autocuidado A paulista Giovanna Moura, de 26 anos, encontrou na corrida um caminho para melhorar sua saúde e bem-estar. "Engravidei e ganhei 20 kg. Meu médico recomendou atividade física, e minha terapeuta sugeriu a corrida para ajudar na depressão e ansiedade", conta. O começo foi difícil: "Eu não tinha condicionamento, sentia falta de ar. Mas fui descobrindo meu ritmo". Com o tempo, os benefícios ficaram evidentes para a dona de casa. "Minha disposição melhorou e hoje consigo subir escadas sem ficar sem ar". Apesar de desafios, como a pressão estética no meio esportivo, ela encontrou motivação na própria evolução. “Apenas comece! O começo não é a parte mais legal, mas o processo faz tudo valer a pena. Vão ter dias difíceis, a roupa não fica boa, o ar some, mas realmente melhora. A cada obstáculo que a gente supera dá aquela sensação de capacidade”, compartilha. Entre as dicas de Giovanna para quem deseja se aventurar nas corridas, estão: protetor solar, roupas confortáveis, beber bastante água, meias de algodão e cabelos presos. Além disso, consultar um especialista e ter acompanhamento é fundamental.

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