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6 dicas práticas para evitar o ressecamento nos pés no inverno
Calcanhar Rachado

6 dicas práticas para evitar o ressecamento nos pés no inverno

Os pés ficam mais ressecados no inverno por causa do ar seco e frio, pelo uso de sapatos fechados e pelos banhos quentes e demorados. Para evitar o ressecamento e até mesmo prevenir o surgimento de fissuras podais que podem além de causar dor, ser uma porta de entrada para fungos e bactérias, nossa colunista dá seis dicas simples para o dia a dia. São elas: 1. Hidrate todos os dias No inverno, o ar fica mais seco e a pele perde água mais rápido. Use cremes específicos para os pés, ricos em ureia, manteiga de karité ou óleo de amêndoas. 2. Evite banhos muito quentes e demorados A água quente retira a oleosidade natural da pele, deixando os pés ainda mais ressecados. 3. Use meias de algodão Elas ajudam a manter a hidratação e deixam a pele respirar, evitando rachaduras. 4. Faça esfoliação semanal Remove células mortas e ajuda o hidratante a penetrar melhor. Mas sem exageros para não agredir a pele. 5. Beba água! Mesmo no frio, mantenha-se hidratado. A água é fundamental para a saúde da pele. 6. Faça manutenção com seu podólogo Um profissional pode prevenir fissuras e orientar o melhor cuidado para o seu tipo de pele. Cuide dos seus pés. Eles sustentam você o ano todo!

Como tratar a frieira no pé rapidamente
Frieira e Micose

Como tratar a frieira no pé rapidamente

Quando começa a dar uma coceirinha ou uma leve sensação de ardência entre os dedos do pé, é preciso agir rápido para tratar a frieira (também conhecida como pé de atleta). Frieira é o nome popular da tinea pedis, uma infecção causada por fungos que se aproveitam da umidade entre os dedos do pé para se multiplicar. “A associação entre calçado fechado, transpiração e calor cria o ambiente propício para a proliferação dos fungos”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. O problema é que, se a infecção não for tratada, ela avança. A coceirinha pode virar uma descamação que deixa a região em carne viva. Além disso, a frieira é contagiosa e transmissível pelo contato da pele com toalhas, tapetes, meias e outros objetos, além do piso do chuveiro. Como tratar a frieira Os primeiros sintomas da frieira são uma leve coceira e sensação de ardor ou queimação entre os dedos dos pés. “Esses já são indícios do início da infecção”, ressalta Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). Nessa fase inicial, é bom procurar um(a) enfermeiro(a) podiatra para iniciar o tratamento. Se a frieira não for tratada, o avanço da infecção será percebido pela vermelhidão mais intensa e por rachaduras na pele, que também pode ficar mais “escamosa” e descascar. Nesse caso, é preciso tratar a região com uma pomada antifúngica receitada por um(a) especialista. Quando a infecção chega à fase mais avançada, a pele fica esbranquiçada e úmida (especialmente na região do dedinho) ou até em carne viva, e é necessário tomar remédios antifúngicos via oral. “O fungo demora para sair do nosso organismo; então, é preciso fazer o tratamento recomendado por 30 dias, mesmo na fase inicial”, afirma Schwarz. “A pele leva 28 dias para recompor todas as suas camadas.” Cuidados durante o tratamento Durante o tratamento, alguns cuidados devem ser tomados para não piorar o quadro e para não transmitir a doença. Depois do banho, o ideal é secar os pés com uma toalha pequena, de preferência descartável. Se não puder, use uma toalha menor e lave-a logo depois de usar. Para fazer essa descontaminação, Schwarz recomenda misturar um copo de 200 ml de vinagre 6% (que não é o de cozinha) à água da lavagem. “O ácido acético tem um grande poder de eliminar fungos”, completa. As meias também requerem um cuidado especial para não contaminar as outras roupas na lavagem. A dica de Schwarz é lavá-las separadamente ou deixá-las de molho nessa solução de água e vinagre antes de colocar na máquina com outras peças. Bega recomenda usar calçados e meias feitos de tecidos “respiráveis”, que absorvam o suor. “Evite o uso prolongado de calçados de tecido sintético. Eles fazem o pé transpirar mais, não absorvem a transpiração e estão mais associados aos casos de frieira, inclusive à dificuldade de tratá-las”, explica. O mesmo vale para as meias, que devem ser trocadas todos os dias. “Meias de algodão absorvem a transpiração, dificultam a proliferação de fungos e ajudam a manter os pés secos”, completa o especialista. Para não transmitir a doença, higienize o boxe com vinagre a 6%, troque com mais frequência o tapete do banheiro e não compartilhe toalhas, meias e calçados com outras pessoas.

Calo mole: entenda o que é e o jeito certo de tratá-lo
Calo e Calosidade

Calo mole: entenda o que é e o jeito certo de tratá-lo

Quem já sentiu um incômodo entre os dedos dos pés ao caminhar pode estar lidando com a presença de um calo mole. Diferente do calo comum, ele não forma uma camada grossa de pele, mas pode gerar bastante dor e até inflamar o local, caso não seja tratado corretamente. De acordo com a podóloga Ana Serrão Lima, especialista no atendimento a idosos e pés diabéticos, esse tipo de calo é mais úmido e aparece principalmente entre os dedos, devido ao atrito constante e ao suor excessivo. “O calo mole se diferencia do comum porque, em vez de endurecer, ele absorve umidade e se torna mais sensível, parecendo uma pequena ferida”, explica a profissional. Como identificar um calo mole Além da consistência mais flácida, como o próprio nome já sugere, há outros sinais que ajudam na identificação desse tipo de calo. Atente-se aos seguintes: Sensação de incômodo ao andar; Dor ao pressionar a região afetada; Pele esbranquiçada ou avermelhada entre os dedos; Sensação de algo ‘preso’ entre os dedos. A especialista observa que, pelo calo mole não ter aquela crosta grossa típica dos calos duros, costuma ser menos visível. No entanto, o desconforto é tão incômodo quanto os que ficam à vista. O que causa e como tratar Segundo Ana Serrão, as principais razões para o surgimento desse problema são: Uso de sapatos apertados, que forçam os dedos ao ficarem muito próximos; Atrito constante entre os dedos; Suor excessivo, que mantém a região úmida e favorece o problema; Tendência genética que leva a desenvolver calosidades.   Essencialmente, o tratamento envolve reduzir o atrito e manter a região seca. Além disso, a profissional explica que existem cinco abordagens principais: 1. Remoção da pele mais grossa, quando necessário, feita por um podólogo; 2. Uso de hidratantes específicos para evitar o ressecamento, sem estimular a umidade excessiva; 3. Adoção de protetores para impedir que os dedos fiquem se esfregando; 4. Escolha adequada do calçado, ajustando para modelos mais confortáveis; 5. Acompanhamento profissional, especialmente se houver risco de infecção. Nem precisaria dizer que o papel do podólogo é fundamental nessa etapa. “Nosso papel é avaliar o grau do calo, fazer a remoção correta e orientar sobre os cuidados. Também ajudamos a pessoa a identificar se o sapato está contribuindo para o problema e indicamos o que é possível melhorar no dia a dia”, acrescenta Ana. Outro ponto é que a prevenção é simples e, também, eficaz. Entre as principais medidas, estão: Escolher sapatos adequados, que não apertem os dedos; Manter os pés secos, usando meias que absorvam a umidade; Observar sinais iniciais, como leve desconforto, para evitar que o problema evolua; Consultar um podólogo com regularidade, especialmente se houver tendência a desenvolver calos. Apesar de muitas pessoas tentarem remover o calo por conta própria, a verdade é que isso pode piorar a situação. “Cortar o calo ou usar lixas agressivas pode causar mais dor e aumentar o risco de infecção. O melhor é buscar um profissional assim que notar os primeiros sinais de problema”, recomenda a especialista.

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Bolsa do bebê em passeios: só carregue o que é essencial
Produtos

Bolsa do bebê em passeios: só carregue o que é essencial

Sair com um bebê não significa levar a casa inteira. Na prática, uma bolsa bem organizada costuma funcionar melhor do que uma cheia de itens que nem chegam a ser usados. O segredo é pensar no tipo de passeio e nas principais necessidades. A enfermeira pediátrica Lissandra Borba da Cunha, gerente de ensino do Grupo Santa Joana, ensina que uma nécessaire funcional deve ser montada considerando três situações: troca de fraldas, alimentação e imprevistos. Já a duração da saída é o que define a quantidade dos itens. “A diferença entre um passeio de uma hora e um de cinco horas não está nas coisas que você leva, mas em quantas peças”, diz a profissional. Passeio, idade e destino fazem diferença Em saídas rápidas, de até duas horas, o bebê geralmente já está alimentado e com a fralda limpa. Nesses casos, costuma ser suficiente levar duas ou três fraldas, um pacote pequeno de lenços umedecidos, uma muda de roupa e um ou dois paninhos de boca. Nos passeios mais longos, porém, é importante reforçar o estoque de fraldas – em média uma para cada duas horas, além de duas extras. Também incluir uma manta leve, itens para alimentação e recipientes térmicos, quando necessário. A idade também influencia na organização. Até os seis meses, as fraldas e os paninhos ocupam boa parte do espaço. Já com a chegada da introdução alimentar, outros itens entram na lista: babador, copo, talheres infantis e lanchinhos. Depois de um ano de idade, álcool em gel, garrafinha de água e pequenos brinquedos passam a fazer muita diferença, já que o bebê explora mais o ambiente. O que vale colocar na bolsa Para a especialista Lissandra Borba da Cunha, organizar por categorias ajuda a montar uma bolsa de passeio eficiente e a não carregar peso desnecessário. Para a troca: fraldas, lenços umedecidos, pomada, trocador portátil e sacos plásticos para roupas ou fraldas sujas. Para a alimentação: paninhos de boca, fralda de ombro, água e, conforme a idade, babador impermeável e alimentos. Para imprevistos: uma muda completa de roupa para o bebê, manta ou casaco leve e álcool em gel para quem vai cuidar dele. Conforme o lugar: em ambientes fechados, um casaco costuma ser suficiente; já em locais abertos, podem ser necessários chapéu, canga impermeável, protetor solar e repelente para bebês maiores de seis meses, sempre seguindo orientação pediátrica. Itens que costumam salvar o passeio: camiseta extra para o adulto, sacos com fechamento hermético para isolar roupas sujas e um brinquedo pequeno para distrair o bebê. “Organizar a mochila por pequenos kits também facilita bastante. Separar os itens em nécessaires para troca, alimentação e roupas extras evita bagunça e agiliza o atendimento quando surge alguma necessidade”, orienta a enfermeira pediátrica. Menos excesso, mais organização Da mesma forma que algumas estratégias ajudam na organização, há aqueles hábitos que estão entre os erros mais comuns. Levar diversos medicamentos para passeios não muito longos, sobretudo quando o bebê está saudável, é o principal deles. Ser pego de surpresa por roupas que não servem mais também está na lista. Por isso, a recomendação da profissional é revisar periodicamente o tamanho das peças e das fraldas, além de conferir a validade dos produtos guardados. Como dica final, Lissandra Borba da Cunha orienta a reorganizar a bolsa logo após chegar em casa. Reponha as fraldas, troque a roupa reserva e deixe tudo ajeitado para a próxima saída.

Como acertar no shampoo e condicionador do bebê
Banho

Como acertar no shampoo e condicionador do bebê

Com as prateleiras cheias de opções e novas linhas infantis surgindo o tempo todo, escolher o melhor shampoo e condicionador para o bebê pode ser uma tarefa mais difícil do que parece ser. No entanto, para além do cheirinho gostoso e das embalagens coloridas, é preciso prestar atenção na composição para evitar riscos à saúde. O pediatra Henrique Albuquerque, da plataforma de consultas INKI, explica que os recém-nascidos têm a pele até 30% mais fina que a do adulto, ou seja, é mais permeável e absorve substâncias químicas com maior facilidade. Por isso, a primeira atenção deve estar nos componentes presentes no rótulo do produto. “A recomendação é priorizar fórmulas com pH fisiológico entre 4,5 e 6,0, que ajudam a preservar o chamado ‘manto ácido’ da pele do bebê. Essa camada de proteção é fundamental, porque a barreira cutânea ainda imatura torna a região mais suscetível a irritações e alergias”, orienta o especialista. Fórmulas suaves são mais seguras Além do pH adequado, o médico recomenda verificar se o produto é hipoalergênico, testado oftalmologicamente e livre de substâncias potencialmente irritantes. Entre os componentes que merecem atenção estão sulfatos agressivos, parabenos, corantes artificiais e fragrâncias intensas, capazes de desencadear irritações no couro cabeludo e até nos olhos. Ainda segundo Henrique Albuquerque, não há necessidade clínica de lavar o cabelo do bebê diariamente, exceto em situações específicas, como suor excessivo, regurgitação ou manejo da crosta láctea. No geral, duas a três vezes por semana são suficientes. A frequência de lavagem também influencia na escolha da formulação. Quanto maior for a regularidade, mais necessário será optar por shampoos com composição extremamente suave, sem agentes de limpeza agressivos. Aliás, basta usar uma pequena quantidade, equivalente ao tamanho de uma moeda, para limpar bem. Diferenças do shampoo infantil Para Elizabeth Borgo, doutora em Ciências Farmacêuticas da Ecosmetics, formulações infantis têm características específicas que as tornam mais adequadas para a pele das crianças. Compostos químicos mais suaves são um exemplo disso, pois seu potencial irritante é menor e conseguem respeitar a sensibilidade do couro cabeludo. “Esses produtos também costumam conter menos fragrâncias, corantes e ativos cosméticos quando comparados aos convencionais, priorizando segurança e tolerabilidade. Em muitos shampoos infantis, o pH neutro em torno de 7,0 é adotado para reduzir a irritação nos olhos durante o banho”, completa a profissional. Ela ainda aconselha ficar de olho em termos como ‘hipoalergênico’ e ‘dermatologicamente testado’. Tais menções indicam que o produto foi desenvolvido para reduzir o risco de alergias e passou por testes de tolerância na pele. Mesmo assim, vale lembrar que cada ser humaninho pode responder de forma diferente aos ingredientes. Rotina simples é a melhor escolha Como dica de ouro, os especialistas reforçam que menos é mais e que, no caso de bebês, o básico bem feito funciona muito bem. Por isso, eles recomendam evitar o uso de muitos produtos na rotina capilar infantil, já que a exposição a múltiplas fórmulas aumenta o risco de alergias, irritações e ressecamentos. Outras orientações incluem: ler os rótulos; escolher opções adequadas à faixa etária; evitar fórmulas com substâncias mais irritantes; priorizar escolhas seguras; preferir produtos com menos componentes; lavar o cabelo do bebê apenas no final do banho para manter o calor. O pediatra Henrique Albuquerque acrescenta que o uso de condicionador nem sempre é necessário nos primeiros meses de vida. “Em geral, passa a ser útil apenas quando o cabelo se torna mais longo ou tende a embaraçar, sendo aplicado em pequena quantidade e apenas no comprimento dos fios”, ensina.

Rotina com filhos não funciona mais: como recalcular a rota
Transições e Fases

Rotina com filhos não funciona mais: como recalcular a rota

Toda família que encontra um certo ritmo sente alívio. Quando o sono se encaixa, a alimentação flui ou o dia parece previsível, surge aquela sensação de que, finalmente, as coisas entraram nos trilhos. Mas, na infância, as fases mudam rapidamente e aquilo que era estável pode, de repente, deixar de funcionar. A seguir, você conhecerá histórias reais de famílias que precisaram recalcular a rota quando a rotina deixou de funcionar. Apesar da tensão, elas descobriram que ajustar o caminho faz parte do processo de crescer junto. Quando o sono desandou A recrutadora Ketlen Silva, mãe de uma bebê de seis meses, investiu na higiene do sono desde o nascimento. Ainda no hospital, começou a estruturar um ritual noturno com banho, luz baixa, ruído branco, mamada e ausência de estímulos. Durante os quatro meses em que esteve em casa, a rotina funcionou quase perfeitamente. No entanto, quando ela retornou ao trabalho presencial, tudo mudou, mesmo mantendo os passos da noite normalmente. A avó assumiu os cuidados da menina, mas Ketlen se mantinha responsável pelo sono e, então, percebeu que aquele ritual de sucesso já não funcionava mais. “Eu fiquei muito chateada. Não soube lidar bem no início. Insisti na mesma rotina por um tempo, como se nada tivesse mudado. Até perceber que o dia inteiro tinha se transformado. Não adiantava querer manter a noite igual”, lembra a mãe. O ajuste exigiu reorganização completa. Nos três dias em que trabalhava fora, a avó ficou responsável pelo banho e pelo sono. Além disso, os horários precisavam ser os mesmos do home office para garantir consistência. Após um mês de tentativa e erro, as coisas parecem ter se encaixado em uma nova rotina, que também funciona e traz paz. A alimentação virou disputa Com Eloise Teixeira, mãe de uma menina de 3 anos, a rotina que funcionava era a da alimentação. Desde a introdução alimentar, a filha comia bem: aceitava arroz, feijão, carne, frango e legumes. As refeições eram feitas à mesa, sem celular, com a família reunida. Para a dona de casa, essa era uma parte resolvida da maternidade. A mudança veio entre os dois e três anos. De forma repentina, a menina passou a dizer que não gostava mais da comida da mãe, empurrava o prato, reclamava que estava ruim e até saía da mesa sem comer, além de tentar barganhar com salgadinhos, doce e joguinhos. “Comecei a me perguntar o que estava fazendo de errado. Quanto mais eu insistia, maior era a resistência dela. Cada refeição parecia mais uma disputa para ver quem ganhava”, relembra a mãe, que investiu cada vez mais na paciência para tentar lidar. Com apoio do pai e orientação do pediatra, ela decidiu mudar a postura. Passou a manter a oferta da mesma comida, sem substituir por alternativas industrializadas, e reduziu o tom de confronto. Também incluiu a filha no preparo dos alimentos seguros. “Quando ela ajuda, demonstra mais interesse em experimentar depois”, compartilha. O que aprenderam no processo As duas mães relatam que o ponto de virada foi entender que mudanças fazem parte do desenvolvimento e que insistir na fórmula antiga pode aumentar a tensão. Entre as estratégias que ajudaram, elas destacam: aceitar que fases mudam e que ajustes são necessários; evitar transformar a situação em disputa; manter a constância, mesmo quando o resultado não é imediato; contar com a rede de apoio; incluir a criança no processo, quando possível.   “O que funciona hoje pode não funcionar amanhã – e está tudo bem! Às vezes, é preciso recalcular logo a rota para ter paz novamente”, aconselha Ketlen Silva. Para Eloise Teixeira, a chave está na paciência, mesmo não sendo fácil. “Não entrar em guerra com a criança muda tudo. A constância é melhor do que a pressão”, conclui.

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