Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel

Ajuda: Perguntas frequentes

Aqui você encontra as principais dúvidas sobre nossos produtos

Escolha as dúvidas por marca:

Entre outros, os nossos repelentes protegem contra as picadas de insetos como o. Proteção de mosquitos testada para espécie Culex Quinquefasciatus e Aedes Aegypti, este último transmissor das doenças Dengue, Zika, e Chikungunya.

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Conheça o Universo do Pé

Bursite nos pés: aprenda a tratar a inflamação definitivamente
Prevenção de Lesões

Bursite nos pés: aprenda a tratar a inflamação definitivamente

A bursite é uma inflamação que pode atingir diferentes regiões dos pés. Ela ocorre nas bursas, pequenas bolsas preenchidas por líquido sinovial, cuja função é reduzir o atrito entre tendões, músculos e ossos. Embora seja uma condição benigna, provoca dor e limitações no dia a dia. Segundo a ortopedista Karla Rossoni, especialista em pé do Hospital Beneficência Portuguesa, as bursas mais afetadas nessa região são as retrocalcâneas, localizadas entre o tendão de Aquiles e o calcâneo, e as metatarsais/intermetatarsais, entre os ossos metatarsais e as estruturas plantares e entre as cabeças dos metatarsos. “A bursite pode ser causada por traumas repetitivos e sobrecarga articular, uso de calçados inadequados, deformidades biomecânicas, como joanetes, pé cavo ou pé plano, além de doenças sistêmicas, como artrite reumatoide e gota”, explica a médica. Sintomas e diagnóstico Os sinais podem ser confundidos com outros problemas do pé, como fascite plantar, Neuroma de Morton, fratura por estresse, dor miofascial ou tendinites. Entre os sintomas mais comuns estão: Dor localizada; Sensibilidade ao toque ou à compressão; Limitação funcional; Dificuldade para usar sapatos. Quando há dúvidas em relação ao diagnóstico, após consulta clínica e exame físico, exames de imagem como ultrassom ou ressonância podem ser necessários para a confirmação. Impacto nas atividades esportivas As bursites nos pés são condições dolorosas que atrapalham bastante a rotina de quem pratica exercícios. A dor pode limitar movimentos simples, dificultar o uso de calçados adequados e impedir a continuidade de treinos de maior intensidade. Por isso, é comum que o ortopedista recomende uma pausa ou diminuição da carga de impacto até que haja melhora significativa. “Com frequência, será necessário reduzir as práticas esportivas até remissão dos sintomas”, aponta Karla. Dessa forma, o tratamento conservador ganha tempo para agir e, consequentemente, a recuperação se torna ainda mais efetiva. Mas, calma: isso não significa que os esportes não voltam nunca mais - é só dar um tempo! Como desinflamar a bursite nos pés Grande parte dos pacientes apresenta melhora com medidas conservadoras, que incluem: Redução da carga sobre o pé; Aplicação de gelo local; Alongamentos e liberação miofascial; Sessões de fisioterapia. Ainda de acordo com a especialista, o ajuste de fatores mecânicos e dos calçados é fundamental para a recuperação. Já casos relacionados a doenças sistêmicas podem demandar controle crônico da doença de base, previamente. Tratamentos mais avançados A boa notícia é que a maioria dos pacientes responde bem ao tratamento clínico, especialmente quando é feita a adequação de calçados e fatores mecânicos. No entanto, em situações mais resistentes, pode ser necessário avaliar outras condutas. “Procedimentos invasivos ficam reservados para quadros crônicos, dolorosos e refratários ao tratamento clínico após, pelo menos, seis meses”, explica a especialista. Isso significa que somente casos persistentes - ou seja, quando a dor não melhora e a limitação funcional permanece - podem evoluir para intervenções mais complexas. Prevenção e cuidados diários Por último, mas muito importante, vale focar na prevenção da bursite e, também, em cuidados diários para evitar novos episódios da doença. Nesse sentido, a médica faz recomendações simples: Adequar os calçados ao formato do pé e ao tipo de atividade física praticada; Manter fortalecimento da musculatura do tornozelo e intrínseca do pé; Preservar o controle do tônus muscular com exercícios regulares.

Queimação e dor nas pernas é perigoso. Entenda!
Queimação e Dor nas pernas e pés

Queimação e dor nas pernas é perigoso. Entenda!

Queimação e dor nas pernas são sintomas que podem surgir após longos dias de trabalho ou exercícios intensos. Embora comuns, esses sinais nem sempre devem ser ignorados, pois podem indicar problemas vasculares, como a insuficiência venosa crônica. A principal causa desse tipo de dor é a doença venosa, popularmente conhecida como varizes. “Quando o sangue fica mais retido na região do tornozelo por causa de veias dilatadas, o paciente pode sentir dor, peso e queimação, especialmente no final do dia”, explica a médica, diz a cirurgiã vascular Camila Caetano, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). A profissional salienta que, apesar de os sintomas não serem necessariamente uma emergência, não devem ser ignorados. A recomendação é consultar um especialista justamente para avaliar a gravidade e, a partir do diagnóstico, evitar a progressão do problema – seja ele qual for. Caso a dor seja muito intensa e comece a perceber alteração rápida na coloração da perna, o melhor é procurar um pronto-socorro, para averiguar se não é algo mais sério, como uma trombose. Causas mais comuns Conforme esclarece a angiologista, as causas mais frequentes de queimação e dor nas pernas estão relacionadas à insuficiência venosa crônica, condição que afeta o retorno do sangue ao coração, devido ao mau funcionamento das válvulas nas veias. No entanto, há outros fatores podem contribuir com o quadro: Histórico familiar: doenças venosas têm forte componente hereditário; Gênero: mulheres têm maior propensão, especialmente quando fazem uso de hormônios; Sedentarismo: a falta de atividade física prejudica a circulação; Sobrepeso ou obesidade: aumenta a pressão nas veias das pernas; Trabalho em pé ou sentado por longos períodos: dificulta o fluxo sanguíneo adequado. De acordo com Camila, embora a dor e queimação, sozinhas, não sejam indícios de urgência, outros sinais, quando associados, merecem atenção urgente. Vale atentar para: escurecimento na região do tornozelo; inchaço persistente, que não regride; varizes visíveis e dilatadas na perna. Isso porque esses sintomas indicam a progressão da insuficiência venosa crônica e devem ser avaliados por um cirurgião vascular o quanto antes. Como tratar a dor nas pernas O tratamento depende da gravidade do quadro e deve ser personalizado após avaliação médica e realização de exames, como o ultrassom com doppler. Entre as opções mais modernas está a termoablação endovenosa, um procedimento minimamente invasivo, realizado em consultório, sem necessidade de internação. “Essa é a técnica padrão-ouro para tratar varizes, e proporciona uma recuperação mais rápida e menos dolorosa”, afirma a profissional. Prevenção é o melhor caminho Embora nem sempre seja possível evitar a doença venosa crônica, algumas medidas ajudam a reduzir os riscos e a prevenir complicações: Use meias de compressão elástica, especialmente se trabalhar longas horas sentado ou em pé; Pratique atividades físicas regularmente para melhorar o retorno venoso; Mantenha um peso saudável, reduzindo a pressão nas veias; Evite o uso de hormônios sem orientação médica; Consulte um angiologista/ cirurgião vascular para monitorar a saúde das veias, principalmente se houver histórico familiar. “Adotar hábitos saudáveis e procurar orientação profissional ao menor sinal de varizes ou dores nas pernas é essencial para preservar a saúde vascular e garantir uma melhor qualidade de vida”, conclui a cirurgiã.

Posso ter esporão nos dois pés? Especialistas respondem
Esporão de Calcâneo

Posso ter esporão nos dois pés? Especialistas respondem

É fato: sentir dor no calcanhar, característica comum em casos de esporão de calcâneo, já dificulta a rotina. Quando o incômodo aparece nos dois pés ao mesmo tempo, o impacto costuma ser ainda maior. A boa notícia é que existem caminhos para aliviar a dor e evitar a progressão do quadro. Entender a origem do esporão, ajustar a marcha e adotar cuidados específicos ajudam no controle dos sintomas. O ortopedista Eduardo Novak, do Hospital Universitário Cajuru, explica que o esporão do calcâneo é uma calcificação que se forma na região onde a fáscia plantar se liga ao osso do calcanhar. “Esse tecido fibroso ajuda a manter a curvatura do pé e, quando submetido à tração repetida ao longo dos anos, pode sofrer microlesões”, detalha. Como resposta disso, o organismo produz a calcificação, ou seja, o esporão. Quando ocorre nos dois pés, é por causa da distribuição de peso entre eles, que costuma ser semelhante. Assim, se a sobrecarga acomete ambos os lados, o problema também pode surgir bilateralmente. Esporão bilateral indica algo mais grave? Calma! Ter esporão nos dois pés não é incomum e não significa, necessariamente, um quadro mais grave. Isso indica que ambos os pés estão sendo submetidos a tensões parecidas. Apesar de o corpo não ser perfeitamente simétrico, alterações similares podem se desenvolver nos dois lados ao mesmo tempo. Quando a dor é bilateral, o tratamento costuma exigir mais conscientização do paciente, já que proteger apenas um pé se torna impossível. Até porque, mesmo nos casos em que a dor aparece em apenas um dos membros, os exercícios e cuidados devem ser feitos bilateralmente para evitar que o problema se instale no outro lado. Mas nem sempre dói Embora o esporão apareça nas radiografias, ele não é a causa primária da dor. O desconforto está relacionado à inflamação ou irritação da fáscia plantar, submetida à tração excessiva por encurtamento, sobrecarga de peso ou uso inadequado de calçados. Por isso, é comum encontrar pessoas com esporão visível no exame de imagem sem sintomas. O ortopedista Eduardo Novak mostra que estudos indicam que até 20% da população pode ter essa calcificação de forma assintomática. E mais: tratar a fáscia costuma aliviar a dor, mesmo que o esporão permaneça. Quando investigar com mais cuidado? Na maioria dos casos, o diagnóstico é clínico, baseado na história do paciente e no exame físico. A radiografia auxilia na identificação do esporão, mas exames complementares podem ser solicitados quando: A dor é persistente ou não melhora com o tratamento inicial; Há suspeita de outras causas associadas; O quadro foge do padrão típico da fascite plantar. Desde as primeiras dores até quadros mais sérios, o ortopedista é o especialista médico mais indicado para acompanhar o paciente. O impacto não se resume aos pés Do ponto de vista funcional, a fisioterapeuta Mayara Barbosa, do Hospital São Marcelino Champagnat, esclarece que a dor nos dois calcanhares dificulta as compensações naturais da marcha. Para evitar o impacto, o corpo passa a adotar adaptações automáticas, como: Passos mais curtos e lentos; Apoio mais plano do pé no solo; Transferência de carga para o antepé; Redução da mobilidade do tornozelo. Com o tempo, essas alterações podem gerar sobrecarga em joelhos, quadris e coluna, além de aumentar o gasto energético e provocar fadiga precoce. Tratamento bilateral Quando o esporão afeta ambos os pés, a fisioterapia tem papel central na reorganização do movimento. O foco não é apenas aliviar a dor, mas evitar compensações que levem a novos problemas. Entre as prioridades estão: Orientações sobre o apoio correto do pé no solo; Ajustes na marcha e nas atividades do dia a dia; Escolha adequada de calçados; Controle do tempo em pé e da exposição ao impacto. “Alongamentos da panturrilha, ganho de mobilidade do tornozelo, fortalecimento dos membros inferiores e reeducação da pisada ajudam a distribuir melhor as cargas e reduzem a tensão sobre a fáscia plantar”, analisa a fisioterapeuta Mayara. Cuidados que fazem diferença Os profissionais destacam que algumas medidas simples auxiliam no controle da dor e na prevenção da piora do quadro bilateral: Usar calçados com curvatura adequada no arco do pé; Evitar rasteirinhas e chinelos muito planos; Alongar antes de sair da cama, reduzindo a fisgada matinal; Diminuir atividades de impacto durante crises; Manter-se ativo, respeitando os limites do corpo. Além disso, a avaliação conjunta com ortopedista e fisioterapeuta permite identificar o problema de origem, ajustar o tratamento e preservar a qualidade de vida em qualquer situação.

Acessar o Universo do Pé

Conheça o Universo Infantil

Antes de beijar um recém-nascido, leia isto
Doenças e Dores

Antes de beijar um recém-nascido, leia isto

Visitar um bebê, sobretudo um recém-nascido, desperta a vontade de pegar no colo, beijar e demonstrar carinho. Entretanto, até mesmo o carinho precisa de cuidado. Nas primeiras semanas de vida, evitar alguns gestos é importante para reduzir o risco de infecções. E a regra vale para todo mundo. Foi por esse motivo que a advogada Paloma Moura, mãe de uma menina de dois anos, decidiu estabelecer limites para as visitas ainda durante a gestação. A preocupação surgiu depois de conhecer casos de bronquiolite em bebês pequenos. “Eu li muito sobre a doença durante a gravidez, porque isso já me preocupava bastante. Quando minha filha nasceu, não pensei duas vezes antes de limitar as visitas”, relembra. Primeiros dias exigem proteção extra Segundo a pediatra Clery Gallacci, do Hospital e Maternidade Santa Joana, o recém-nascido possui um sistema imunológico imaturo, o que aumenta sua vulnerabilidade às infecções virais e bacterianas. O primeiro leite da mãe, conhecido como colostro, ajuda a oferecer anticorpos e proteínas importantes para essa proteção. Além disso, ainda na gestação, o bebê recebe anticorpos pela placenta, motivo pelo qual a vacinação materna é essencial. “O beijo no rosto pode transmitir, por meio de micropartículas e gotículas respiratórias, diversos agentes infecciosos. Da mesma forma, o beijo nas mãos também representa risco, porque o bebê costuma levá-las à boca”, alerta a médica. Quem deve evitar contato com o bebê A principal preocupação entre os pediatras está nas primeiras semanas de vida. O cenário se torna ainda mais alarmante quando acontece em um período de maior circulação de vírus respiratórios, como o inverno, por exemplo. Mas nem toda visita representa o mesmo risco. De acordo com a especialista, algumas situações exigem ainda mais cuidado e podem, inclusive, justificar o adiamento do encontro. Como recomendação, ela destaca: evitar visitas com sintomas gripais, febre ou qualquer processo infeccioso; impedir o contato direto de pessoas com herpes labial ou outras lesões na pele; evitar a presença de crianças em idade escolar, que podem transmitir vírus respiratórios; higienizar as mãos antes de tocar no bebê; utilizar máscara durante a visita. Limites sem conflitos Na experiência de Paloma, compartilhar informações sobre os riscos ajudou a tornar essa conversa mais fácil e superar o receio de desagradar outras pessoas valeu a pena. Para o marido foi mais difícil, mas priorizar a bebê era inegociável. Conversar com os familiares antecipadamente e deixar claro que os cuidados são temporários pode ajudar. Explique que o objetivo não é afastá-los, mas proteger o bebê, já que uma simples coriza pode representar um risco real. Por último, a pediatra Clery Gallacci recomenda restringir as visitas nas primeiras semanas para avós e tios próximos que estejam saudáveis. Ela também lembra que o carinho da família pode ser demonstrado de outras maneiras, como participando da rede de apoio da mãe ou tocando o bebê apenas sobre a roupa.

Quem amamenta pode tomar Mounjaro? Veja o que se sabe
Amamentação e Alimentação

Quem amamenta pode tomar Mounjaro? Veja o que se sabe

Afinal, uma mãe pode usar Mounjaro enquanto ainda amamenta o bebê? Se essa dúvida parece descabida, saiba que o mesmo questionamento levou milhares de pessoas ao Google e foi a principal pergunta sobre amamentação feita na plataforma em apenas um ano, com mais de 70 mil buscas. A resposta, porém, não é tão simples. Igor Viana, especialista em endocrinologia e metabologia, conta que já existem dados tranquilizadores sobre a passagem da tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) para o leite materno, mas as evidências ainda são insuficientes para considerar seu uso plenamente seguro para o aleitamento. Por isso, o medicamento não deve ser usado de maneira indiscriminada nesse período, especialmente quando o objetivo é exclusivamente estético. A decisão precisa considerar a necessidade clínica da mãe, a idade e as condições do bebê, a fase da lactação, as alternativas disponíveis e os benefícios e possíveis riscos envolvidos. A tirzepatida passa para o leite materno? De acordo com o médico, a bula mais recente do Mounjaro, nos Estados Unidos, já incorpora um estudo específico de lactação. Os dados disponíveis indicam que essa passagem existe, mas parece ser muito pequena. No impresso do medicamento, cita-se que 11 mulheres lactantes receberam uma dose única de 5 mg, sendo que a tirzepatida foi indetectável em 164 de 171 amostras de leite. Nas demais, a quantidade total encontrada correspondeu a menos de 0,02% da dose administrada. Ainda assim, o médico destaca que o número de mulheres estudadas é pequeno e que o principal estudo avaliou apenas uma dose do medicamento. “Faltam dados robustos sobre o uso contínuo, doses mais altas e possíveis efeitos a longo prazo no crescimento e no desenvolvimento dos bebês”, alerta. É por isso que, neste momento, ainda não se pode falar em risco zero para os lactentes. Inclusive, até a saúde da própria mãe deve entrar nessa discussão. Tudo porque o remédio reduz o apetite e pode provocar sintomas como náuseas, vômitos e diarreia na mulher, enquanto a amamentação, por si só, aumenta as demandas nutricionais e hídricas. A indicação médica muda tudo A real necessidade do tratamento faz toda a diferença nessa decisão. Para Karoline Prado, ginecologista e obstetra, uma mulher com diabetes tipo 2 pode receber indicação, já que precisa manter o controle adequado da doença, mas ainda existem opções mais experientes na literatura, como a metformina e a insulina. Se a finalidade é exclusivamente a perda de peso, a avaliação muda. Dependendo do caso, pode ser possível priorizar inicialmente outros cuidados durante o pós-parto, como: alimentação adequada e acompanhamento nutricional; atividade física progressiva, quando houver liberação médica; atenção ao sono e à recuperação materna; acompanhamento das condições metabólicas e de possíveis comorbidades. Isso não significa, porém, ignorar a obesidade ou reduzi-la a uma questão de força de vontade. “Mas não existe uma regra única para todas as lactantes”, afirma a especialista. Grau de obesidade, presença de outras doenças e necessidade clínica devem entrar na balança para encontrar o melhor equilíbrio entre o tratamento da mãe, a segurança do bebê e a manutenção da amamentação. Usuárias antigas Outra dúvida é se é preciso esperar o desmame para retomar o Mounjaro? Nem sempre. De acordo com a ginecologista Karoline Prado, atualmente não existe uma recomendação universal de que toda mulher precise aguardar o desmame para voltar a usar tirzepatida, se já fazia uso prévio. Por outro lado, os dados disponíveis também não significam que qualquer lactante possa simplesmente retomá-lo após o parto. A orientação é considerar o contexto: idade e saúde do bebê, prematuridade, momento do aleitamento, estado nutricional da mãe, indicação de tratamento e, sobretudo, a existência de alternativas mais experientes e seguras - tudo sob respaldo médico. Caso o medicamento seja utilizado, alimentação, hidratação e manutenção da produção de leite pedem merecem acompanhamento multidisciplinar. Para a obstetra, é importante evitar que essa discussão se transforme em uma escolha entre amamentar e cuidar da própria saúde. “Doenças como obesidade e diabetes merecem tratamento, mas o puerpério também não deve ser marcado pela pressão para retornar rapidamente ao corpo anterior à gestação”, defende.

A pele do bebê avisa quando algo não vai bem
Assadura

A pele do bebê avisa quando algo não vai bem

Muito mais que ser delicada, a pele do bebê pode funcionar como um dos primeiros lugares onde o corpo sinaliza que precisa de mais atenção. Na rotina de cuidados, vermelhidões e irritações, como as assaduras, costumam ser sinais visíveis de que algo não está em equilíbrio. A pediatra Maitê Yukie Ota Kyllonen, do Hospital Prontil, explica que a pele é o maior órgão do corpo e funciona como barreira de proteção contra o meio externo. Alterações como dermatites, brotoejas e assaduras são queixas frequentes no consultório, especialmente nos primeiros meses de vida. “Inclusive, na medicina oriental, a doença de pele está muito relacionada a um desequilíbrio interno. Tudo que comemos, sentimos e usamos afeta este órgão, que é o principal responsável por proteger nosso corpo contra o exterior”, afirma a médica. Por que a assadura é tão comum Em bebês, a assadura é uma das situações mais habituais devido ao uso contínuo de fraldas. Isso porque a umidade, o contato prolongado com urina e fezes e o atrito constante favorecem irritações na região. Quando a assadura demora mais do que algumas semanas para melhorar, pode estar associada a fatores alimentares ou até emocionais, o que reforça a importância de compreender o contexto familiar. Ainda segundo a pediatra, o suor também pode contribuir para o quadro, principalmente em bebês com muitas dobrinhas. Já nas crianças maiores, a urticária passa a ser mais comum devido à maior exposição a alérgenos, como corantes. Quando a assadura exige um médico Nem toda vermelhidão é motivo de preocupação imediata. No entanto, alguns sinais indicam que não se trata apenas de uma assadura leve e merecem avaliação médica: úlceras; pápulas eritematosas (bolinhas vermelhas); bolhas; pus; crostas; dor extrema; sinais flogísticos, como calor, rubor e inchaço, que remetem à infecção por fungos ou bactérias. “Um quadro pode se agravar quando surgem ulcerações, infecções secundárias ou quando se torna mais crônico. Normalmente, essas situações estão associadas a alergias ou fatores alimentares ou mesmo emocionais”, reforça a pediatra Maitê Yukie. Como prevenir e evitar erros A melhor forma de se precaver das assaduras é manter íntegra a barreira de proteção da pele. Hidratar adequadamente ajuda a proteger e a evitar que essa barreira se rompa, abrindo espaço para doenças cutâneas. Usar qualquer pomada não é a melhor solução para isso. “Nem toda pomada deve ser usada no tratamento da assadura. É necessária avaliação médica para entender o tipo de lesão e definir o tratamento adequado”, orienta a especialista. Sem contar que, quando a assadura se repete com frequência, é preciso individualizar o caso e avaliar o contexto familiar. Nesses casos, pode haver falha terapêutica ou necessidade de investigação mais aprofundada.

Acessar o Universo Infantil

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções