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Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Talco antifúngico: o que é, para que serve e como usar
Já ouviu falar no talco antifúngico? Talvez não se lembre do nome, mas o produto nada mais é do que aquele talco próprio para os pés, recomendado sobretudo para quem sofre com suor excessivo na região e, consequentemente, tem mau odor. Segundo a podóloga Ana Paula Correia, especialista em atendimento a idosos, ele ainda pode ser usado para outras finalidades, como casos de micose e frieira - ao manter a pele seca, ajuda também no combate aos fungos e previne infecções. "O talco antifúngico contém substâncias que controlam a umidade e inibem a proliferação de fungos, ajudando tanto na prevenção quanto no tratamento de problemas como esses, comuns nos pés", afirma a especialista. Como aplicar corretamente? Os talcos antifúngicos não precisam de receita médica e podem ser comprados em mercados e farmácias, sem contraindicações específicas. Mesmo assim, existe o jeito certo de usá-los para alcançar o efeito desejado. Veja o passo a passo indicado por Ana Paula Correia: 1. Lave bem os pés com sabonete neutro. 2. Garanta que a pele esteja completamente seca, sobretudo entre os dedos. 3. Aplique uma quantidade moderada entre cada dedo e na planta dos pés. 4. Retire o excesso e calce meias e/ou sapatos. Um detalhe: a podóloga explica que o talco antifúngico pode ser usado diariamente para controlar a umidade dos pés e evitar a proliferação de fungos e infecções. Porém, é importante procurar um dermatologista para entender as causas quando o suor nos pés é excessivo. Talco antifúngico substitui tratamentos médicos? A resposta é não. Embora ajude a controlar e prevenir infecções fúngicas, o talco não substitui os tratamentos médicos. Por isso, mesmo que o produto consiga ajudar com a queixa, a ida ao especialista ainda pode ser necessária dependendo do caso. Nesse sentido, a podóloga reforça que, em algumas situações, a abordagem terapêutica pode exigir medicamentos orais e tópicos, como pomadas antifúngicas, por exemplo. Essas opções só devem ser administradas com a recomendação e supervisão de um profissional de saúde. Outras formas de controlar suor e odor nos pés Além do talco antifúngico, adotar hábitos saudáveis faz diferença para quem sofre com o suor excessivo nos pés e precisa lidar com situações desagradáveis no dia a dia, como meias frequentemente úmidas, mau cheiro e o surgimento de condições adjacentes, como as micoses, que causam outros sintomas incômodos. Pensando nisso, a especialista recomenda: Manter os pés sempre limpos e secos; Usar meias de algodão e trocá-las com frequência; Optar por calçados ventilados e evitar materiais sintéticos. Com esses cuidados, é possível evitar desconfortos e manter os pés saudáveis no dia a dia.
Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?
Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina. O ortopedista e cirurgião Rafael Meireles explica que o corpo humano não é perfeitamente simétrico e que variações discretas fazem parte da anatomia natural. Sendo assim, diferenças leves no tamanho, na altura do arco plantar ou no padrão de apoio (mais para dentro ou mais para fora) podem acontecer sem representar uma condição preocupante. “O importante não é a simetria perfeita, mas se essa diferença causa dor ou limita a função. O foco deve estar nos sintomas e na capacidade de caminhar, correr e realizar atividades sem desconforto”, observa o médico. Diferenças “do bem” As assimetrias podem estar presentes desde a infância, quando são vistas como estruturais, ou surgir ao longo da vida. Prática esportiva repetitiva, entorses de tornozelo, sobrecarga unilateral, alterações posturais e uso inadequado de calçados são fatores que podem influenciar esse processo. Do ponto de vista ortopédico, são consideradas distinções discretas comuns: no número do calçado; leve assimetria do arco plantar; variações de apoio entre o pé dominante e o não dominante; desgaste levemente desigual do tênis. Além disso, nem toda diferença anatômica exige tratamento. Segundo Rafael, se não houver dor persistente, limitação funcional ou histórico de lesões repetidas, o corpo costuma se adaptar bem e conviver com pequenas variações sem prejuízo significativo. O que pede atenção Para o fisioterapeuta Maurício Garcia, da MG Fisioterapia Especializada, a questão central é como o pé funciona durante o movimento. Pés funcionalmente simétricos apresentam mobilidade semelhante entre os lados, arcos plantares com comportamento parecido na marcha, força equivalente e boa distribuição de carga. Quando há diferenças mais marcantes, o corpo tende a compensar e isso pode alterar o tempo de apoio de cada pé, modificar o padrão da passada e até redistribuir o peso. Por isso, vale a pena prestar atenção para identificar: arco mais plano ou mais cavo; limitação de dorsiflexão (levantar a parte da frente do pé para cima, aproximando dedos da canela); rigidez do médio-pé (região central do pé); alteração de apoio medial ou lateral. “Uma pequena diferença no pé pode repercutir em toda a cadeia cinética, gerando mudanças no eixo do joelho, rotação do quadril e ajustes na pelve e na coluna. Sem contar que, muitas vezes, o local da dor não é a origem do problema”, alerta o profissional. Será que preciso de tratamento? Embora o corpo tenha grande capacidade de adaptação, compensações prolongadas podem gerar sobrecarga. Nesse sentido, os especialistas recomendam observar se há: dor recorrente sempre do mesmo lado; sensação de perna mais pesada; cansaço precoce ao caminhar ou correr; desgaste irregular do solado do calçado. O ortopedista Rafael Meireles destaca que a investigação é indicada quando há dor persistente, entorses frequentes, sensação de desnível ao caminhar ou dor anterior no joelho associada a apoio excessivo para dentro, pois alterações importantes de pronação podem modificar a mecânica femoropatelar (encontro da patela do joelho com o fêmur). Já o fisioterapeuta Maurício Garcia acrescenta que é possível melhorar a função mesmo quando a anatomia é diferente. Exercícios específicos para pés e tornozelos, treino de equilíbrio, reeducação da marcha, fortalecimento muscular e, quando necessário, ajustes de calçados e palmilhas ajudam no quadro.
Erros no spa dos pés que ressecam ainda mais a pele
O spa dos pés é normalmente associado a relaxamento e hidratação, mas alguns hábitos comuns podem ter justamente o efeito contrário e, com isso, acabam ressecando a região. Água quente demais, excesso de lixa e produtos inadequados estão entre os principais vilões que comprometem a barreira natural da pele. A podóloga Francisca Sousa explica que muitos erros acontecem por excesso de zelo. Passar do ponto no cuidado pode fazer com que a pele perca sua proteção natural e entre em um ciclo de ressecamento e sensibilidade. 7 erros para não repetir em casa A seguir, a profissional lista questões que devem ser consideradas no spa dos pés caseiro. Confira: 1. Usar água em temperatura elevada. Água quente no spa dos pés promove conforto imediato, mas causa prejuízo depois. Apesar da sensação relaxante, a água quente é um dos maiores erros no spa dos pés. Isso porque remove a oleosidade natural da pele e facilita a evaporação da água, deixando os pés mais secos e sensíveis. O ideal é optar sempre por água morna e limitar o tempo de imersão. 2. Lixar demais. Outro equívoco frequente é lixar os pés com muita frequência. A remoção constante do excesso de pele faz com que o organismo reaja como forma de defesa e provocando um efeito indesejado, que é justamente estimular o espessamento da região. Com o tempo, isso agrava o ressecamento e favorece fissuras. 3. Esfoliar em excesso. A mesma questão da frequência intensa vale para a esfoliação exagerada, que pode gerar o chamado efeito rebote: a pele fica mais sensível e perde hidratação com mais facilidade. 4. Adotar produtos inadequados. Fórmulas com álcool, ácidos fortes ou perfumes demais podem agredir a pele, causando ardor, descamação e ressecamento. A recomendação é escolher itens específicos para os pés, com foco em hidratação e reparação da barreira cutânea. 5. Hidratar de forma incorreta. A hidratação não significa apenas passar cremes nos pés. A forma de aplicar o hidratante também faz diferença. Usar pouca quantidade de produto ou não “selar” a hidratação reduz a absorção e a durabilidade do efeito. Aplicar o creme com a pele levemente úmida ajuda a reter água e potencializa o resultado. 6. Confundir ressecamento com rachaduras. Essas condições não pedem a mesma abordagem. Enquanto o ressecamento responde bem a hidratantes, as fissuras exigem produtos mais específicos, com ação reparadora. 7. Não “proteger” a hidratação. Após o spa, deixar os pés sem algum tipo de proteção compromete todo o cuidado. Sem o uso de meias ou outro tipo de barreira, a pele perde rapidamente a hidratação por atrito e evaporação. “Com equilíbrio e escolhas corretas, o spa dos pés deixa de ser um vilão e passa a ser um aliado real no cuidado com a pele”, orienta a podóloga Francisca Sousa, O que realmente funciona no spa dos pés Para que o spa dos pés ajude a recuperar a maciez da pele, alguns cuidados simples fazem toda a diferença. Anote aí: Usar água morna e evitar longos períodos de imersão; Aplicar hidratantes com a pele ainda levemente úmida; Escolher produtos adequados e suaves; Evitar lixas e esfoliações frequentes; Proteger os pés após o procedimento; Manter regularidade, sem excessos.
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Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?
Banheiro preparado, água morna, ambiente tranquilo. O banho deveria ser daqueles momentos de puro cuidado e acolhimento, mas, às vezes, o choro do bebê já começa na hora de tirar a roupinha e entrar na banheira. Será que a temperatura da água está por trás de tantas lágrimas? Alguns sinais respondem a dúvida e ajudam a resolver o caso. A pediatra Anna Dominguez, dos hospitais Sírio-Libanês e Vila Nova Star, explica que o choro no banho é comum, principalmente nos primeiros três meses de vida. Nessa fase, o sistema neurológico ainda é imaturo, e mudanças de temperatura, retirada da roupa e afastamento do colo podem gerar desconforto. “O banho envolve troca de estímulos, contato com a água e alteração de posição, o que pode ser intenso para quem ainda está se adaptando ao mundo”, avalia a médica. Não compreender a transição de ambiente também está entre os motivos. Temperatura faz diferença Sem dúvidas, a água pode ser um fator importante no choro. A recomendação é testar antes de colocar a criança na banheira. A parte interna do antebraço é uma boa referência: se o adulto sentir desconforto por estar muito fria ou muito quente, o bebê provavelmente também sentirá. Existe uma faixa considerada ideal e segura para a água: em torno de 34 °C. Termômetros próprios para banheira ajudam a garantir essa precisão, já que o teste de pele não conseguirá ser tão exato. Além do choro, o corpo costuma dar sinais claros de desconforto térmico: calor excessivo: pele avermelhada, suor, rosto ou corpo inchados, menor atividade e até sonolência; frio excessivo: palidez ou tom acinzentado, irritação, choro persistente e pele marmorizada. “Observar esses indícios físicos e comportamentais ajuda a diferenciar um incômodo pontual de algo que precisa ser ajustado”, orienta Anna Dominguez, que ministra cursos de atualização para outros médicos do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais fatores que podem incomodar Nem sempre o problema está na água. Excesso de estímulos tende a ser estressante para bebês pequenos. Isso porque, quanto mais barulho ou movimentação, maior será a agitação dos pequeninos. Para tornar o momento mais confortável e favorecer a adaptação, a pediatra recomenda: manter ambiente calmo e silencioso; preferir luz indireta; ter, no máximo, uma ou duas pessoas conduzindo a rotina; optar por banhos rápidos; utilizar a temperatura adequada. Por fim, cabe um alerta: se, mesmo após os três meses, o bebê continuar apresentando estresse intenso no banho ou se o choro for tão forte a ponto de fazê-lo perder o fôlego, é importante buscar avaliação médica. “Pele extremamente arroxeada também merece atenção, pois pode indicar algo além do desconforto térmico”, finaliza a médica.
O que seu filho leva da escola além da mochila?
Quando volta da escola, a criança não traz consigo apenas o caderno cheio de tarefas ou o estojo organizado na mochila. Ela também carrega uma bagagem emocional construída no convívio diário com colegas e professores. São aprendizados que não aparecem no boletim, mas moldam comportamento, percepção e maturidade. O professor César Guimarães, diretor da MMP Materiais Pedagógicos de Matemática, afirma que a vivência escolar é um laboratório intenso de experiências sociais. Jogos, atividades em grupo e até situações de conflito contribuem para o desenvolvimento de habilidades que extrapolam o conteúdo formal. “A escola não ensina só soma ou conteúdo curricular. Ela ensina a esperar, a ganhar, a perder, a lidar com frustração e a se conectar com pessoas. A vida é uma eterna quinta série, porque muitas dessas experiências continuam se repetindo na vida adulta”, pondera o matemático. Convivência ensina mais do que parece A rotina no colégio favorece o desenvolvimento da autonomia ao propor tarefas, acompanhar responsabilidades e valorizar atitudes positivas, estimulando o aluno a assumir compromissos e entender as consequências de suas escolhas. No dia a dia escolar, a criança ainda aprende a: negociar e dividir espaços; esperar sua vez; lidar com frustrações; resolver conflitos; ajustar estratégias de comunicação quando algo não funciona. Até mesmo trocas de amizade, pequenas decepções e a sensação de “traição” entre colegas fazem parte desse amadurecimento. A convivência em grupo amplia a empatia e a capacidade de leitura do outro, contribuindo diretamente para a construção de maturidade emocional. Perspicácia do ambiente às emoções A vivência coletiva fortalece ainda a perspicácia – capacidade de perceber o clima do ambiente e interpretar emoções alheias. Muitas vezes, o próprio professor auxilia nesse processo ao nomear situações e destacar sentimentos presentes no grupo. “A criança aprende a perceber se o meio está leve ou tenso, se alguém está feliz ou chateado. Quando o professor chama atenção para isso, está ensinando a ler o outro e a ajustar o próprio comportamento”, explica o professor César Guimarães. Em casa, os pais podem observar reflexos diretos dessa experiência, por exemplo maior responsabilidade ou organização são sinais positivos, que surgem naturalmente. Por outro lado, se uma criança extrovertida fica introvertida, chorosa ou retraída, pode ser que algo negativo tenha acontecido e merece escuta atenta e acompanhamento cuidadoso. Família e escola formam parceria Como ressalta o educador, a escola não substitui a educação que começa em casa. Valores como respeito, responsabilidade e empatia têm origem em casa e são reforçados no ambiente escolar. Quando a parceria entre instituição de ensino e organização familiar funciona, os aprendizados são potencializados. No sentido oposto, se a família invalida qualquer correção feita pela escola e defende o filho a qualquer custo, o processo educativo se fragiliza. O ideal é pais e professores atuarem alinhados para a criança compreender os limites com mais clareza.
O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal
Nos primeiros dias em casa, muitos pais se assustam ao perceber que o recém-nascido parece passar mais tempo dormindo do que acordado. É comum baterem as dúvidas: será que meu bebê dorme muito? Será que existe um período considerado normal? Devo acordar meu bebê para mamar? Spoiler: não precisa de tanta preocupação. O pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, garante que dormir bastante faz parte do desenvolvimento esperado nessa fase inicial da vida. “Das 24 horas do dia, o recém-nascido tende a dormir entre 16 e 20 horas, com despertares para mamar”, esclarece. E aí: quando o sono é considerado normal? Apegar-se ao relógio nem sempre é o melhor caminho. Além das horas dormidas, o médico destaca que o comportamento do bebê quando está acordado também importa. Isso porque um recém-nascido saudável costuma: acordar para mamar; sugar bem; reagir aos estímulos. Também é recomendado observar o contexto: molhar várias fraldas por dia e ganhar peso adequadamente são ótimos indicadores de que tudo está dentro do previsto. Se isso estiver acontecendo, os pais e cuidadores podem ficar tranquilos: o sono é fisiológico. É preciso acordar para mamar? Segundo o especialista Luis Bonilha, pode ser necessário acordar o bebê para mamar nas primeiras semanas de vida, caso ele passe muitas horas sem se alimentar. Essa orientação costuma valer até que o recém-nascido apresente bom ganho de peso, acompanhado nas consultas regulares com profissionais. “A puericultura é o acompanhamento periódico feito pelo pediatra para avaliar crescimento e desenvolvimento. Manter a frequência nessas consultas é essencial para garantir que tudo esteja evoluindo como esperado”, orienta. Esses encontros também são fundamentais para definir abordagens individualizadas. Por exemplo, esclarecer o intervalo entre cada mamada e saber quando se deve (ou não) interromper o sono para realizar a amamentação. O sono como sinal de alerta Na maioria das vezes, dormir muito é normal, mas o pediatra Luis Bonilha sugere avaliação médica quando o bebê: não acorda para mamar; mama pouco; fica muito “molinho”; não ganha peso. Esses sinais devem ser relatados em consultório para uma investigação mais detalhada, se necessário. A melhor estratégia e o segredo para observar o cenário sem ansiedade envolvem ter um profissional de confiança por perto. “A puericultura dá tranquilidade às famílias e ajuda a identificar precocemente qualquer alteração”, reforça o médico.

