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Spa dos pés: conheça destinos famosos e luxuosos pelo mundo
Spa dos Pés

Spa dos pés: conheça destinos famosos e luxuosos pelo mundo

No Brasil, o spa dos pés tem conquistado cada vez mais adeptos por oferecer um conjunto de técnicas voltadas para o relaxamento e o cuidado dessa região tão essencial do corpo. Mais do que um simples alívio para o cansaço do dia a dia, esses tratamentos combinam remoção da pele morta, esfoliação, hidratação e até massagem. Ao redor do mundo, existem spas que vão além e oferecem experiências luxuosas e tratamentos exclusivos para os pés. Ficou curioso para saber quais são os melhores destinos para quem deseja cuidar dessa parte do corpo com sofisticação? Listamos três dos spas mais famosos para os pés. Massagens com pedras quentes, pedicures “reais” e vibração holística fazem parte dos serviços oferecidos por esses endereços. Veja só: Saxon Hotel, Villas & Spa [caption id="attachment_2066" align="alignnone" width="300"] Saxon Hotel Villas Spa, em Joanesburgo, na África do Sul[/caption] Localizado em Joanesburgo, na África do Sul, o Saxon Hotel, Villas & Spa é um dos melhores spas do mundo, segundo a Forbes Magazine. O espaço é um verdadeiro santuário holístico com vibrações terapêuticas. Suas terapias corporais, incluindo tratamentos para os pés, utilizam esfoliações feitas com ativos naturais, como café e alecrim, e proporcionam uma experiência relaxante e revitalizadora. Algumas delas são: Terapias corporais Esfoliação com ativos naturais, como café e alecrim. Duração: 45 minutos Preço: aproximadamente R$ 500 Pedicure luxuosa para pés cansados Tratamento que alivia a fadiga dos pés. Duração: 60 minutos Preço: aproximadamente R$ 250 Massagem nos pés com pontos de pressão Terapia focada em pontos de pressão para relaxamento profundo. Duração: 45 minutos Preço: aproximadamente R$ 360 Pedicure suprema para "mimar os pés" Cuidado especial para hidratar e renovar os pés. Duração: 60 minutos. Preço: aproximadamente R$ 315. Serviços de gel para unhas dos pés Esmaltação com opções de gel. Preço: a partir de R$ 100. *Valores convertidos de Rand (moeda sul-africana) para o Real em janeiro/2025. Four Seasons Spa [caption id="attachment_2065" align="alignnone" width="300"] Four Seasons Spa, em Buenos Aires, Argentina[/caption] Localizado em Buenos Aires, Argentina, o Four Seasons Spa integra a renomada rede de hotéis e também é considerado um dos melhores do mundo pela Forbes Magazine. O spa oferece uma ampla gama de terapias focadas no relaxamento e na recuperação, incluindo diversos cuidados para os pés. Massagem relaxante Terapia com óleos de aromaterapia. Duração: 50-80 minutos Preço: R$ 1300 a R$ 1500 Massagem com pedras quentes Combinação de pedras vulcânicas aquecidas e óleos para relaxar. Duração: 50-80 minutos Preço: R$ 1300 a R$ 1500 Massagem para recuperação do jet lag Focada em pernas, pés, braços, mãos, pescoço e costas, tonifica os músculos e alivia a mente. Duração: 50-80 minutos Preço: R$ 1300 a R$ 1500 Royal Pedicure Inclui escalda-pés, modelagem de cutículas, esfoliação, massagem e esmaltação opcional. Tempo: 60 minutos Preço: R$ 560 Pedicure em gel Pedicure semipermanente e aplicação de gel. Duração: 70 minutos Preço: R$ 620 Pés felizes (express) Massagem para aliviar pés cansados e inchados, com foco nas panturrilhas e pés. Duração: 30 minutos Preço R$ 500 *Valores convertidos do Dólar para o Real em janeiro/2025. Wellness Spa Movil [caption id="attachment_2067" align="alignnone" width="300"] Wellness Spa Movil, em Bogotá, na Colômbia[/caption] Com quatro unidades na Colômbia, o Wellness Spa Movil é reconhecido como um dos melhores spas do mundo e também integra a lista da Forbes Magazine. Oferece terapias que unem benefícios cosméticos e emocionais, com foco e diferenciais em esfoliação e massagem, além de tratamentos específicos para relaxamento completo, incluindo os pés. Esfoliação corporal Esfoliação com ativos naturais, como uvas ou cacau, com ação hidratante e antioxidante. Duração: 30 minutos Preço: R$ 1300 Massagem relaxante "Sweet Dreams" Terapia que combate a insônia, incluindo manipulações especiais e uso de essências e óleos. Duração: 60 minutos Preço R$ 1950 *Valores convertidos do Dólar para o Real em janeiro/2025.

Pés à mostra: sem medo de usar sandálias e chinelos
Autoestima

Pés à mostra: sem medo de usar sandálias e chinelos

Mostrar os pés em público pode ser um desafio para muita gente. Isso porque a vergonha de usar sandálias ou chinelos está frequentemente ligada à autoestima e não apenas à estética. Detalhes como rachaduras, calos ou unhas irregulares costumam gerar insegurança, mas essa relação pode ser transformada com leveza e confiança. Em boa parte dos casos, o acanhamento costuma vir à tona quando a pessoa sente que os pés fogem do padrão de beleza esperado, na opinião da podóloga Sheila Cristina Ferreira, especialista em estética podal. “Muitas pessoas sentem vergonha por acharem os pés feios, malcuidados ou diferentes”, explica. Já para a psicóloga Aline Graffiette, fundadora da Mental One, a autoimagem tem papel decisivo nessa percepção. “Quando temos uma autoimagem distorcida, tendemos a supervalorizar detalhes que passam muitas vezes despercebidos para os outros, como os pés. Aprender a enxergar o corpo como um todo é um passo importante para reconstruir a autoestima”, afirma. Motivos que geram vergonha O desconforto com os pés pode surgir por diferentes razões – algumas estéticas, outras emocionais. Entre os principais incômodos apontados pelos especialistas estão situações como: Calos e rachaduras nos calcanhares, que comprometem a aparência; Unhas encravadas ou com micose, que causam dor e constrangimento; Ressecamento excessivo e descamação, que deixam os pés ásperos; Alterações no formato dos dedos ou unhas, que impactam a autoimagem. De acordo com a podóloga Sheila, até o tamanho dos dedos é motivo de insatisfação para algumas pessoas. A psicóloga Aline, por sua vez, lembra que esse desconforto pode ir além da estética. “A vergonha é uma emoção poderosa que, quando não compreendida, pode limitar comportamentos e atitudes. Muitas pessoas acabam evitando situações sociais, roupas específicas ou momentos de lazer por não se sentirem à vontade para mostrar os pés.” Autocuidado que devolve confiança Cuidar dos pés é mais do que um gesto de vaidade: é uma forma de retomar o vínculo com o próprio corpo. E pequenas atitudes fazem diferença! Algumas fáceis são: Hidratar todos os dias, principalmente à noite; Esfoliar suavemente uma vez por semana; Cortar as unhas corretamente, sem retirar os cantos; Consultar o podólogo regularmente para prevenir rachaduras e infecções. “O mais transformador é ver o paciente retomando a autoestima e o prazer de usar sandálias ou ir à praia sem constrangimento”, conta Sheila. Segundo ela conta, pequenos cuidados trazem resultados visíveis e mostram que pés bem tratados são parte essencial da beleza e do bem-estar. Aceitação e autoestima Além da rotina de cuidados, a psicóloga reforça que o olhar emocional tem papel decisivo nesse processo. Ela explica que a vergonha de mostrar os pés é apenas um reflexo da relação que temos com o próprio corpo. “Quem sente vergonha de mostrar os pés pode acabar evitando momentos de lazer e convivência. Esse movimento de esconder-se do mundo enfraquece a autoconfiança e alimenta a sensação de inadequação”, afirma a profissional. Para mudar essa relação, o segredo está na autocompaixão, que pode ser praticada por meio de ações e gestos como: Evitar comparações e acolher o que há de único no próprio corpo; Transformar o cuidado em ritual, massageando e hidratando com atenção; Exercitar o olhar gentil, trocando a crítica pelo reconhecimento; Valorizar o que seus pés representam: força, sustentação e história. “O autocuidado é um gesto de amor-próprio. Cuidar dos pés é reconhecer que eles te sustentam todos os dias”, aponta a especialista em saúde mental. “Os pés contam uma história. Levam e permitem chegar aonde se deseja. Mostrá-los é um ato simbólico de liberdade e aceitação. O que torna belo não é a ausência de imperfeições, mas a forma como se acolhe.”

Fascite plantar: crises podem durar semanas ou meses
Fascite Plantar

Fascite plantar: crises podem durar semanas ou meses

A fascite plantar é uma das principais causas de dor nos pés, especialmente na região do calcanhar. A duração da crise pode variar, indo de semanas a meses, dependendo da gravidade do caso e das medidas tomadas para tratá-la. É o que explica o ortopedista e traumatologista do esporte Bruno Canizares. Segundo ele, a rapidez no diagnóstico, logo no início do tratamento, pode acelerar a recuperação. Segundo o médico, a crise de fascite plantar é marcada principalmente por: Dor intensa na sola do pé, sobretudo perto do calcanhar; Dor mais acentuada na primeira pisada do dia ou após longo período de repouso; Queimação ou rigidez na planta do pé; Inflamação no tecido que liga o calcanhar aos dedos. Crise pode durar semanas ou meses O tempo de recuperação pode ser diferente para cada paciente. Em geral, o que se verifica nos consultórios ortopédicos são: Casos leves: quando tratados de forma rápida, a dor costuma diminuir em algumas semanas. Casos graves: a inflamação intensa pode fazer com que o desconforto persista por meses. “Os principais fatores que vão determinar a condição são o início do tratamento, o uso de calçados adequados durante a crise e a prática ou não de atividade física que possa piorar a inflamação na região plantar”, acrescenta Canizares. Soluções que aceleram a recuperação A boa notícia é que a fascite plantar tem tratamento e sua recuperação pode ser otimizada com algumas práticas simples e diárias, mas muito eficazes, como: Uso de calçados adequados, incluindo tênis com amortecimento, que ajuda a reduzir o impacto nos pés, aliviando a dor. Fisioterapia precoce, pois pode tratar a inflamação e promover uma recuperação mais rápida. Alongamento e fortalecimento: exercícios que visam alongar a musculatura dos pés e fortalecer a região conseguem diminuir a recorrência de crises. Mesmo após a melhora dos sintomas, a prevenção continua sendo fundamental para evitar novas crises. Nesse sentido, o especialista destaca a importância de manter os exercícios, permanecer usando calçados confortáveis e com bom amortecimento e evitar impactos excessivos, como correr ou caminhar inadequadamente. Por outro lado, certos hábitos devem ser evitados, uma vez que prolongam as crises e proporcionam recidivas. Vale atenção com o uso de salto alto, falta de alongamento e caminhadas ou corridas em superfícies duras e sem suporte. Quando considerar tratamentos mais avançados Se as crises forem recorrentes ou extremamente dolorosas, pode ser necessário buscar tratamentos mais avançados. Bruno Canizares alerta que, em casos crônicos ou muito graves, algumas soluções podem envolver: Infiltrações: a aplicação de medicamentos diretamente no local da inflamação pode aliviar a dor e acelerar a recuperação. Procedimentos cirúrgicos: são considerados em casos específicos e quando outros tratamentos não surtiram efeito. “Caso surjam novas crises, o mais importante é identificar os sintomas semelhantes aos anteriores o mais rápido possível para retomar o tratamento de modo precoce, pois isso encurta o período da doença”, conclui o ortopedista.

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O que realmente é muito usado no enxoval até os 3 meses?
Enxoval

O que realmente é muito usado no enxoval até os 3 meses?

Montar o enxoval para um recém-nascido e os primeiros meses de vida costuma gerar ansiedade e dúvida, sobretudo entre pais de primeira viagem. Mas o que poucos imaginam é que os primeiros meses de vida pedem menos variedade e mais funcionalidade. Itens ligados ao conforto, à higiene e à facilidade nas trocas são os coringas dessa lista. Esses três pilares são fundamentais para a enfermeira obstetra Meiriele Rodrigues, especialista em consultoria materna. “Bodies, culotes e macacões fáceis de vestir formam a base das trocas, enquanto fraldas de pano, paninhos de boca, mantas e um kit simples de higiene são usados diariamente”, ensina. Ela também explica que, na fase inicial, o bebê ainda vive a chamada exterogestação, fase em que precisa se sentir acolhido e seguro. Por isso, tecidos 100% de algodão, roupas práticas e poucos produtos de banho fazem mais diferença do que peças elaboradas ou itens pensados para momentos posteriores. Muito úteis no dia a dia Segundo a profissional, o que não pode faltar na lista do enxoval é: bodies e mijões; macacões com zíper ou botões frontais; fraldas de pano e paninhos de boca; mantas (uma mais leve e outra mais quente); fraldas descartáveis (poucas unidades RN e maior volume do tamanho P); algodão, água morna e pomada de barreira para assaduras. A designer gráfica Rafaela Neves, 25 anos, é mãe de primeira viagem e concorda com as indicações. Com uma bebê de 6 meses, ela conta que bodies, shorts, cueiros, panos de boca e mochila foram os mais usados. Você não vai precisar ainda Vale lembrar que alguns itens são bastante necessários, mas não nos primeiros três meses. Então, dá até para esperar e comprar depois, viu? A consultora materna enumera o que pode esperar um pouco: sapatos; roupas com muitos botões nas costas; peças de jeans ou tecidos rígidos; termômetros de banheira; luvas, que limitam a exploração sensorial das mãos. Mais uma vez, as dicas batem perfeitamente com a experiência de Rafaela. Isso porque as luvas, toucas, meias e casaquinhos foram as opções de vestuários menos aproveitadas pela mamãe. Aquecedor de água para troca de fraldas e lixeira com bloqueio de odor também foram pouco úteis. O enxoval ideal Pensando em uma rotina de lavagem de roupa a cada dois ou três dias, a enfermeira obstetra Meiriele Rodrigues indica uma quantidade funcional entre os tamanhos RN e P com aproximadamente: 6 a 8 bodies de manga curta; 6 a 8 bodies de manga longa; 8 a 10 mijões; 6 a 8 macacões; 4 pares de meias; 10 a 15 fraldas de boca. No caso de Rafaela, ela optou por comprar menos opções no tamanho de recém-nascido (RN) e investiu mais nos modelos P. A estratégia adotada previa evitar desperdícios e, também, por saber que sua filha já tinha um tamanho superior ao esperado – logo, o crescimento da bebê provavelmente seria mais acelerado. Já para itens atemporais, como os (panos do tipo) cueiros, dificilmente haverá um exagero, porque tendem a durar e ser úteis em muitas fases. “São multifuncionais! Servem na hora da troca, pano de boca, cobrir as perninhas em passeios e até como naninha”, compartilha a mãe. Higiene e praticidade andam juntas Nos cuidados diários, a recomendação é manter tudo simples. Uma lista enxuta de itens para higiene, sendo funcional, tende a ser suficiente nos primeiros meses. A consultora recomenda ter à mão: Algodão no formato de quadrados grandes. Pomada para prevenção de assaduras. Sabonete líquido neutro. Escova de cabelo com cerdas macias. Lixa ou cortador de unhas. Embora os lenços umedecidos pareçam mais práticos, a orientação profissional é de priorizar o algodão com água morna nas primeiras semanas e meses de vida. Quem quiser complementar a lista, ainda pode investir em almofada de amamentação, sling e luz noturna suave. Dicas de amiga Anote mais algumas dicas para acertar no enxoval do bebê, unindo conhecimento profissional e experiência vivida, Meiriele Rodrigues e Rafaela Neves, lembram: Considere a estação do ano. Priorize a segurança no sono (quanto menos itens no berço, melhor). Lave as roupas com sabão neutro e evite amaciantes. Corte excessos – se não for precisar agora, não compre. Invista apenas no que facilita a rotina, sem culpa.

O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal
Sono e Soneca

O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal

Nos primeiros dias em casa, muitos pais se assustam ao perceber que o recém-nascido parece passar mais tempo dormindo do que acordado. É comum baterem as dúvidas: será que meu bebê dorme muito? Será que existe um período considerado normal? Devo acordar meu bebê para mamar? Spoiler: não precisa de tanta preocupação. O pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, garante que dormir bastante faz parte do desenvolvimento esperado nessa fase inicial da vida. “Das 24 horas do dia, o recém-nascido tende a dormir entre 16 e 20 horas, com despertares para mamar”, esclarece. E aí: quando o sono é considerado normal? Apegar-se ao relógio nem sempre é o melhor caminho. Além das horas dormidas, o médico destaca que o comportamento do bebê quando está acordado também importa. Isso porque um recém-nascido saudável costuma: acordar para mamar; sugar bem; reagir aos estímulos. Também é recomendado observar o contexto: molhar várias fraldas por dia e ganhar peso adequadamente são ótimos indicadores de que tudo está dentro do previsto. Se isso estiver acontecendo, os pais e cuidadores podem ficar tranquilos: o sono é fisiológico. É preciso acordar para mamar? Segundo o especialista Luis Bonilha, pode ser necessário acordar o bebê para mamar nas primeiras semanas de vida, caso ele passe muitas horas sem se alimentar. Essa orientação costuma valer até que o recém-nascido apresente bom ganho de peso, acompanhado nas consultas regulares com profissionais. “A puericultura é o acompanhamento periódico feito pelo pediatra para avaliar crescimento e desenvolvimento. Manter a frequência nessas consultas é essencial para garantir que tudo esteja evoluindo como esperado”, orienta. Esses encontros também são fundamentais para definir abordagens individualizadas. Por exemplo, esclarecer o intervalo entre cada mamada e saber quando se deve (ou não) interromper o sono para realizar a amamentação. O sono como sinal de alerta Na maioria das vezes, dormir muito é normal, mas o pediatra Luis Bonilha sugere avaliação médica quando o bebê: não acorda para mamar; mama pouco; fica muito “molinho”; não ganha peso. Esses sinais devem ser relatados em consultório para uma investigação mais detalhada, se necessário. A melhor estratégia e o segredo para observar o cenário sem ansiedade envolvem ter um profissional de confiança por perto. “A puericultura dá tranquilidade às famílias e ajuda a identificar precocemente qualquer alteração”, reforça o médico.

Amamentar a cada 3 horas: até quando é necessário?
Amamentação e Alimentação

Amamentar a cada 3 horas: até quando é necessário?

Nos primeiros dias de vida do bebê, muitas famílias ficam reféns do relógio quando o assunto é amamentação. A orientação padrão de oferecer o peito a cada 3 horas costuma gerar dúvidas, causar ansiedade e até sentimento de culpa. Entender melhor a recomendação médica é o melhor caminho para lidar com essa situação. Na prática, amamentar “de 3 em 3 horas” significa contar o intervalo a partir do início da mamada anterior e não do momento em que ela termina. “Essa recomendação funciona como uma regra de segurança no início da vida para evitar que o bebê fique longos períodos sem se alimentar até recuperar o peso do nascimento”, explica a enfermeira obstetra e consultora de amamentação Meiriele Rodrigues. Esse cuidado faz sentido porque o recém-nascido ainda tem uma capacidade gástrica muito pequena, o leite materno é digerido rapidamente e as mamadas frequentes são fundamentais para estimular e regular a produção de leite da mãe. É como se os primeiros dias “calibrassem” a fábrica materna. Regra não vale para sempre De modo geral, esses intervalos curtos e regulares para mamar só são indicados até o nenê retornar ao peso que nasceu. Isso costuma acontecer entre o 10º e 15º dia de vida. A partir dali, se o recém-nascido estiver saudável, alerta e com bom ganho ponderal, o relógio tende a perder um pouco a importância. Não significa, porém, abandonar os cuidados. Para a profissional, é a hora certa de entender que a amamentação deve seguir mais os sinais que o bebezinho dá do que horários previamente estabelecidos. Já a livre demanda é indicada desde o início, com uma ressalva importante: nas primeiras semanas, ela é “livre” para o bebê pedir, mas a mãe deve ofertar o peito, caso ele durma por tempo prolongado. Com o ganho de peso bem estabelecido, isso muda. Será que meu bebê está mamando o suficiente? Mesmo quando os intervalos entre as mamadas começam a variar, alguns sinais ajudam a confirmar que a amamentação está adequada. Entre os principais, a especialista Meiriele Rodrigues destaca: fraldas de xixi frequentes, claras e bem cheias (geralmente seis ou mais por dia); comportamento de saciedade após a mamada, como soltar o peito espontaneamente e relaxar as mãos; ganho de peso constante nas consultas de acompanhamento com o pediatra. Por outro lado, tentar espaçar demais as mamadas antes do tempo também pode trazer riscos. Vale ficar de olho em: desidratação; letargia (o bebê fica tão fraco que não acorda para pedir leite); dificuldade em engordar. Além disso, a mãe também costuma sofrer com o espaçamento precoce. Diminuição da produção de leite e risco aumentado para mastite e ingurgitamento mamário – o famoso “leite empedrado” – são algumas das consequências. “Peito é fábrica; não, estoque. Quanto mais o bebê mama, mais leite o corpo entende que precisa produzir”, reforça a profissional. Durante a madrugada Acordar o recém-nascido de madrugada para oferecer o peito pode parecer errado, afinal, ele finalmente dormiu. Porém, é uma regra necessária nas primeiras semanas, enquanto os quilos do nascimento ainda não foram recuperados. Normalmente, o intervalo para aleitamento não deve ultrapassar três ou quatro horas, mas quem define é o pediatra. A consultora de amamentação Meiriele Rodrigues lembra que, após essa fase, se tudo estiver bem, não há mais necessidade de despertar o nenê, uma vez que o sono também é essencial para o desenvolvimento neurológico. Para mães que se sentem presas ao relógio, a enfermeira ensina que observar o filho é o melhor caminho. Isso porque, antes mesmo do choro, ele já dá sinais claros de que está com fome, como: levar as mãos à boca; virar a cabeça; ou fazer movimentos de sucção. “Responder a esses sinais torna a amamentação mais fluida, eficiente e menos angustiante”, garante a especialista.

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