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Almofada Plantar Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

Alívia dores de metatarsalgia, calos e neuroma de Morton. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.

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Almofada plantar Tenys Pé Baruel

Quantidade

(tamanho 34 a 38) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alivia dores plantares
• Absorve impacto
• Abrange toda região metatarsal
• Elimina o desconforto com o calçado
• Protege contra o atrito
• Formato anatômico
• Proporciona conforto
• Costura delicada e toque aveludado
• Ideal para peles delicadas
• Permite utilização em calçados abertos e fechados
• Ideal para usar em sapatos e sandálias de salto
• Promove bem-estar

Dicas de Uso

Vestir o produto no pé posicionando-o no plantar.

Pode ser utilizado em calçados abertos ou fechados.

Produto reutilizável. Lavar com água e sabão neutro e secar à sombra. Evite atrito ao lavar.

Realizar a troca quando o mesmo apresentar desgaste aparente ou quando desejável.

Resultado

Alívio das dores plantares, metatarsalgia, calos e calosidades e neuroma de Morton.

Mais conforto e bem-estar no caminhar.

Ingredientes

GEL POLÍMERO (100% TPE), ÓLEO MINERAL (USP) E TECIDO (92% POLIAMIDA 8% ELASTANO).

Mais sobre Almofada Plantar Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

A Almofada Plantar Tenys Pé Baruel é ideal para casos de metatarsalgia, calos e calosidades. Sua almofada de gel absorve o impacto, protege a região e impede o atrito e pressão do sapato.

Para alívio de dores plantares e mais conforto, ela pode ser usada com qualquer calçado, sendo ideal para sapatos com salto.

Com formato anatômico, Almofada Plantar Tenys Pé abrange toda a região metatarsal, promovendo melhor adaptação e proteção aos pés.

Desenvolvida com tecido especial, a almofada plantar tem toque aveludado confortável e protege contra o atrito. Sua costura foi pensada para evitar desconforto na pele, mesmo nas peles delicadas.

A almofada de gel atua diretamente na absorção do impacto, aliviando as dores e pressão na planta do pé para promover sensação de conforto e bem-estar.

Ideal para pessoas com metatarsalgia, calos, calosidades, idosos ou pessoas que querem conforto ao usar salto alto.

Conforto para os pés seja em cima do salto, numa sapatilha ou em um tênis.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia. No entanto, a longo prazo, mesmo pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo. O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia, esclarece que todas as pessoas apresentam pronação (para dentro) e supinação (para fora) ao caminhar, em maior ou menor proporção, pois são movimentos naturais e necessários para a absorção de impacto e adaptação ao solo. “É preciso equilíbrio entre ambos. Na pronação, o arco do pé inclina para dentro. Já na supinação é o oposto: ele se afasta do chão. O problema é quando esses movimentos aumentam ou mudam demais com o tempo”, explica o especialista em reabilitação ortopédica e esportiva. O que é (ou não) normal Na prática, a maioria das pessoas apresenta uma leve pronação ao caminhar, porque o pé precisa distribuir o peso e absorver o impacto do corpo. Embora menos frequente, a supinação também ocorre e faz parte do funcionamento natural da pisada. Portanto, o alerta não está na existência desses movimentos, mas na mudança progressiva. Isso porque, quando uma dessas rotações se torna mais acentuada, passa a gerar desconforto, como dores nos pés, sobretudo durante a atividade física. Nesse sentido, o fisioterapeuta recomenda ficar de olho em possíveis sintomas e procurar uma avaliação profissional para investigar melhor. Sinais de que sua pisada pode estar mudando Alguns sinais do dia a dia ajudam a identificar alterações importantes na pisada antes mesmo de surgir dor. Observar o comportamento dos pés e até dos calçados é um dos jeitos mais simples para perceber algo de diferente e agir na hora certa. Entre os principais indícios, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma INKI de consultas médicas, lista: 1. Desgaste irregular do solado. 2. Calcanhar do sapato inclinando para dentro ou para fora. 3. Surgimento de calos em pontos específicos. 4. Ressecamento da pele dos pés. 5. Desalinhamento dos dedos, como o joanete. 6. Sensação de cansaço ou sobrecarga nos tornozelos. “Esses sinais mostram que o corpo pode estar compensando uma pisada inadequada. Quando o desvio é acentuado, o peso deixa de ser distribuído corretamente, gerando sobrecarga nas articulações e, com o tempo, dor”, alerta o médico. Como evitar problemas e tratar O fisioterapeuta Marcio Guimarães chama atenção para hábitos que podem agravar o caso e até trazer problemas mais sérios, como: aumento repentino de distância ou intensidade nos treinos; falta de fortalecimento muscular; uso de calçados sem suporte adequado; ausência de adaptação progressiva à atividade física. Já quando o assunto é tratamento, o ortopedista Ivo Zulian Neto destaca as palmilhas ortopédicas sob medida como primeira linha por reposicionar as forças e dar equilíbrio à marcha. A fisioterapia também destaca ser fundamental o fortalecimento. Se nada disso resolver, uma intervenção cirúrgica pode ser considerada. “Sempre gosto de lembrar que nenhum corpo é perfeitamente simétrico. Então, é normal ter pequenas diferenças entre os pés. O perigo mora nas soluções genéricas, como comprar um tênis que promete corrigir sem nem saber o grau do problema. Às vezes, você corrige um lado e prejudica o outro”, finaliza o médico.

Por que sapatos novos podem machucar tanto?
Fricção e Impacto do Calçado

Por que sapatos novos podem machucar tanto?

Às vezes, comprar um sapato novo costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas. Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a ciência da biomecânica tem a resposta para esse inconveniente. Conforme explica o ortopedista Sérgio Costa, a culpa é da estrutura rígida do sapato novo, que ainda não sofreu deformações suficientes para se adaptar à anatomia individual do usuário. Como o pé possui áreas de maior proeminência óssea e regiões naturalmente mais sensíveis, esse contato inicial pode ser dolorido. “Enquanto o calçado não está moldado, ele cria pontos de pressão e de atrito que o corpo ainda não está preparado para tolerar. Além disso, a pele não desenvolveu mecanismos de defesa, como o espessamento protetor”, detalha o especialista. Atrito e pressão são os vilões A fricção é o principal fator envolvido nas lesões iniciais. Isso porque ela provoca um deslizamento repetido entre o sapato e a pele, gerando estresse nas camadas cutâneas e favorecendo o surgimento de bolhas e feridas. É diferente do que ocorre no surgimento de calos, que são uma resposta adaptativa. O médico esclarece que, nesses casos, a pele se torna mais espessa justamente para se proteger do atrito constante. Agora, se o trauma for intenso, podem surgir lesões e inflamação. Outro fato a ser considerado é que os materiais rígidos potencializam esse impacto. Couro novo, estruturas traseiras (contrafortes) duras e costuras internas firmes não absorvem bem a carga nem se moldam facilmente, aumentando a concentração de pressão em áreas específicas do pé. O calçado deve se adaptar ao pé Cada pé é único. Se o sapato não respeitar características individuais como formato, pisada e distribuição de carga, o resultado pode incluir dores locais, áreas inflamadas e até alteração na caminhada. Por isso, a regra de ouro é: o calçado sempre deve se adaptar ao pé e não o contrário. “Existe um período de adaptação saudável, que pode durar de alguns dias até algumas semanas. Nesse tempo, o sapato se torna mais flexível e o pé desenvolve mecanismos de proteção. É uma adaptação mútua”, afirma o ortopedista Sérgio Costa. Vale lembrar que algumas pessoas sofrem mais durante esse processo, pois apresentam fatores que influenciam na tolerância ao impacto inicial. Alguns deles são: maior sensibilidade da pele; presença de deformidades; tipo de pisada; idade; doenças, como diabetes. Quando o desconforto vira alerta Segundo o especialista Sérgio Costa, dor intensa, feridas importantes ou mudança na forma de andar indicam que o desconforto está além do esperado. É preciso dar atenção aos sinais porque a repetição desse impacto, sem adaptação adequada, pode contribuir para quadros como tendinites, metatarsalgias, fascite plantar e até deformidades. Além disso, algumas regiões costumam ser mais afetadas: calcanhar; lateral do quinto dedo; parte superior dos dedos; região plantar anterior.   Para reduzir o impacto inicial, o ortopedista orienta usar o sapato por períodos curtos no começo, escolher o tamanho correto, utilizar meias adequadas, recorrer a protetores de silicone e dar preferência a materiais mais flexíveis.

Calor X frio: o que muda no escalda-pés
Escalda Pés

Calor X frio: o que muda no escalda-pés

O escalda-pés é um cuidado simples que combina imersão dos pés em água com sais, ervas ou óleos para relaxar, aliviar tensões e preparar a pele. Quando ocorrem mudanças nos termômetros, a temperatura da água e a escolha dos produtos costumam ser alterados também e isso reflete nos efeitos e nos cuidados desse ritual. Vitória Contini, professora de Cosmetologia Clínica na FMU, explica que a prática pode ser feita com água quente, morna ou fria, conforme o objetivo da pessoa, e costuma trazer benefícios para a pele e a circulação. “No frio, a água aquecida promove conforto térmico e vasodilatação; no calor, temperaturas mais baixas refrescam e ajudam a reduzir inchaço”, compara. Já a podóloga Grace Kelly Barreto reforça o valor terapêutico além da estética. “É um cuidado que alivia dores e tensões, além de deixar a pele mais receptiva aos cremes aplicados depois. Isso sem contar o lado emocional, do bem-estar, em poder tirar um tempo para si, se cuidar e desacelerar”, acrescenta. O que muda entre inverno e verão Para dias frios, Vitória Contini orienta o uso de água morna a quente (36–39 °C), priorizando vasodilatação, conforto e hidratação mais profunda. Em dias quentes, a indicação é morna a fria (20–26 °C), buscando refrescância, alívio de inchaço e leve vasoconstrição – ou seja, estreitamento dos vasos sanguíneos, processo natural do corpo. Nesse sentido, Grace Kelly Barreto acrescenta que, no calor, a água muito quente pode gerar desconforto e até mal-estar, caso afete a pressão arterial da pessoa, além de favorecer sudorese e ressecamento. Por isso, a dica é ajustar a temperatura e evitar prolongar a imersão. Como estimativa, as profissionais aconselham que o escalda-pés dure de 15 a 20 minutos. No inverno, não há problemas em deixar uns minutinhos a mais. No verão, entretanto, é melhor seguir o tempo à risca. O ideal é não encharcar a pele – ela fica vulnerável às micoses – e secar tudo muito bem, seguido por uma boa hidratação. Produtos e ativos também mudam A temperatura da água não é o único detalhe a mudar com o tempo. A cosmetóloga igualmente recomenda personalizar os itens utilizados, sempre se baseando no objetivo desejado e no perfil da pele. Veja como montar um banho eficiente e seguro: Sais de banho: efeito osmótico e relaxante; Ervas: como camomila, lavanda, alecrim e hortelã: têm propriedades calmantes, anti-inflamatórias ou estimulantes; Óleos essenciais: o de lavanda relaxa, enquanto, hortelã refresca e alecrim estimula a circulação; Óleos vegetais: como amêndoas e semente de uva: hidratação e reposição lipídica. “No inverno, aposte nos produtos mais densos, como óleos e cremes nutritivos. Já no verão, opte por opções leves e bem refrescantes”, indica a podóloga. Passo a passo seguro para o escalda-pés Vitória ensina um passo a passo simples, com foco em eficácia e segurança, para quem deseja fazer o ritual de beleza em casa: Higienize os pés previamente; Ajuste a temperatura (fria, morna ou quente) conforme a estação e o objetivo; Adicione sais, ervas ou óleos para relaxar, refrescar ou revitalizar; Imergir os pés por 15 a 20 minutos; Secar completamente os pés, sobretudo entre os dedos; Finalizar com creme ou óleo hidratante para potencializar o efeito. Grace ainda lembra de um truque extra para controlar a temperatura de um jeito prático e rápido: teste a água com as mãos. Na dúvida da sensação – comum para diabéticos ou pessoas com pouca sensibilidade – prefira morna a muito quente. Para quem tem peles sensíveis, a orientação é evitar óleos essenciais irritantes. Lembre-se também que gestantes não devem utilizar óleos contraindicados, como alecrim e cânfora, por exemplo. Vale sempre pedir liberação ao obstetra, nesses casos. Checklist de segurança Antes de cada escalda-pés, cheque dicas e cuidados passados pelas profissionais: A temperatura deve ser confortável, nunca escaldante; Diabéticos e pessoas com baixa sensibilidade têm risco de queimadura, o que pede cuidado extra; É melhor evitar água muito fria em pessoas com má circulação; Não se recomenda escalda-pés em caso de feridas abertas, micoses, infecções ativas, diabetes descompensado ou trombose e problemas circulatórios graves; Além disso, gestantes devem ter atenção a óleos essenciais contraindicados.

Pé diabético traz riscos e exige cuidados. Saiba mais!
Pé Diabético

Pé diabético traz riscos e exige cuidados. Saiba mais!

O pé diabético é uma das complicações mais preocupantes do Diabetes Mellitus, afetando pacientes dos tipos 1 e 2 da doença, especialmente aqueles com controle inadequado da glicemia ou muitos anos de diagnóstico. Embora seja causa de infecções e até amputações, existem formas eficazes de prevenir e cuidar. O pé diabético está relacionado a complicações neurológicas e vasculares da doença. “A neuropatia diabética faz com que a pessoa perca parte da sensibilidade nos pés, enquanto a vasculopatia prejudica a circulação, diminuindo a chegada de oxigênio e nutrientes essenciais. Isso aumenta o risco de feridas que não cicatrizam e de infecções graves”, explica a endocrinologista Bruna Galvão, do Hospital Felício Rocho Nem todo portador de diabetes chega a ter essa complicação. Isso porque a condição se refere, na verdade, às possíveis alterações específicas dos pés de diabéticos. Ou seja, isso não afeta, necessariamente, todos que sofrem com a doença - inclusive, é mais comum em casos de descontrole glicêmico prolongado. De acordo com a médica, o pé diabético apresenta ainda um risco aumentado de complicações, como infecções, deformidades ósseas, desabamento da estrutura anatômica e, no pior cenário, amputações. Principais intercorrências associadas ao pé diabético Quando o paciente desenvolve o pé diabético, automaticamente fica vulnerável a intercorrências de saúde na região, como o ressecamento, conforme aponta a endocrinologista. “O ressecamento do pé diabético acontece por conta da neuropatia diabética. Há diminuição da sensibilidade, mas também da hidratação natural dos pés. Chamamos isso de anidrose”, diz. A partir daí, outros problemas sérios podem surgir: Infecções bacterianas e micoses frequentes; Osteomielite, ou seja, infecção nos ossos; Deformidades ósseas e calosidades; Dificuldade de cicatrização, devido à má circulação e sensibilidade reduzida. “A presença de infecção ou machucados que não cicatrizam é um dos sinais mais preocupantes e exigem atendimento médico imediato”, alerta a especialista. Como evitar complicações Prevenir o pé diabético requer controle rigoroso de fatores de risco, como glicemia, pressão arterial e colesterol. Além disso, alguns cuidados específicos são também essenciais para evitar complicações: 1. Hidratação regular: mantém a pele saudável e previne rachaduras que podem ser a porta de entrada para infecções; 2. Inspeção diária dos pés: verificar a presença de feridas, alterações de cor ou sinais de infecção para tratar precocemente; 3. Evitar calçados inadequados: priorizar modelos confortáveis, fechados e que permitam o pé “respirar”; 4. Não realizar escalda-pés: devido à sensibilidade reduzida, há risco de queimaduras; 5. Cuidado ao cortar unhas: evitar cortes de cantos profundos ou cutículas. “A melhor forma de prevenção é adotar uma rotina de cuidados que protejam a integridade dos pés e buscar auxílio de profissionais capacitados para tratar calosidades ou realizar cuidados estéticos”, orienta. Tratamento e cuidados contínuos Tratar o pé diabético envolve desde cuidados básicos até intervenções mais complexas, em casos avançados. A médica reforça ser essencial cuidar das calosidades e feridas com podólogos ou dermatologistas treinados, pois qualquer ferimento pode se transformar em uma infecção difícil de curar. Além disso, o uso de hidratantes específicos é recomendado, já que o ressecamento é um sintoma comum. “É a falta daquela hidratação da sudorese natural do pé e isso deixa ressecado”, reforça Bruna. Isso predispõe às rachaduras, descamação e fissuras, propensas a abrir e formar alguma feridinha, que pode ser infectada. Ou seja, hidratar é um passo obrigatório na rotina, com cremes específicos - óleo de amêndoas, óleo mineral, óleo de girassol ou creme de ureia a 10% são os mais indicados. Para tanto, passe o creme na parte de cima do pé, na sola e no calcanhar, mas nunca entre os dedos, pois essa região precisa permanecer seca para evitar fungos. Vale lembrar que pé diabético pode ser prevenido com uma abordagem multidisciplinar, envolvendo controle metabólico rigoroso, rotina de cuidados diários e acompanhamento médico regular. Essa combinação é necessária para reduzir significativamente os riscos e manter a qualidade de vida dos pacientes com diabetes.

Inchaço e edema não são sinônimos de linfedema. Entenda
Inchaço e Edema

Inchaço e edema não são sinônimos de linfedema. Entenda

Muitas pessoas sentem inchaço nas pernas e associam esse sintoma ao linfedema. No entanto, embora o acúmulo de linfas cause inchaço, nem todo inchaço é sinal de tal condição. Segundo o médico vascular Gustavo Marcatto, inchaço e edema são sinônimos e representam o acúmulo de líquido em determinada região do corpo. Mas não quer dizer que todo inchaço está ligado ao linfedema. “Felizmente, na maioria das vezes, o inchaço está relacionado a problemas da circulação venosa, como as varizes. Mas também pode ser causado por condições nos rins ou no coração”, explica o especialista. Mas, afinal, o que diferencia o linfedema de um inchaço comum? O linfedema ocorre quando há um acúmulo anormal de linfa nos tecidos do corpo. Linfa é um fluido que deveria ser drenado pelo sistema linfático, mas quando esse sistema não funciona corretamente, o líquido se acumula, causando inchaço crônico. Os principais sinais do linfedema incluem: Inchaço persistente, especialmente em pernas ou braços; Sensação de peso e endurecimento na região afetada; Inchaço assimétrico, podendo ser mais intenso em um lado do corpo. “Diferente do inchaço causado por cansaço ou problemas circulatórios, o linfedema não desaparece facilmente e tende a piorar com o tempo se não for tratado corretamente”, alerta Marcatto. Como diferenciar inchaço comum de linfedema O inchaço nunca deve ser considerado normal, por isso o recomendado é procurar um médico para identificar a causa do problema. Entre as diferenças entre esse problema, vale saber que: Inchaço comum: geralmente aparece ao longo do dia e melhora com repouso e elevação das pernas. Pode ser causado por varizes, problemas renais ou cardíacos. Linfedema: tende a ser persistente, pode causar sensação de peso e endurecimento da pele e nem sempre melhora com repouso. Tratando o linfedema O tratamento do linfedema envolve uma abordagem combinada para reduzir o acúmulo de líquido e aliviar os sintomas. O médico vascular é o profissional indicado para diagnosticar e indicar as melhores opções, que incluem: Drenagem linfática: técnica que ajuda a estimular o sistema linfático e reduzir o inchaço. Meias ou faixas de compressão: auxiliam na circulação e evitam o acúmulo de líquido. Exercícios específicos: ajudam a melhorar a circulação e reduzir o inchaço. Medicamentos: podem ser indicados em alguns casos para controlar os sintomas. “O diagnóstico correto é o primeiro passo. Em seguida, o tratamento inclui medidas externas para melhorar a drenagem e evitar o avanço do quadro”, detalha o médico. Convivendo com o linfedema Carolina Leal, de 28 anos, descobriu que tinha linfedema após notar um inchaço incomum nos pés. “Sempre tive um inchaço leve nas pernas, mas achava que era cansaço. Um dia, o pé direito ficou tão inchado que nem o sapato servia. Fui ao médico e descobri que era linfedema”, conta. “No começo, fiquei assustada, mas comecei o tratamento com drenagem linfática, meias de compressão e exercícios. Hoje, aprendi a controlar o inchaço e sei que, com os cuidados certos, dá para ter qualidade de vida.”

“Cutuquei a unha e infeccionou”: ignorar podólogo pode ser perigoso
Podologia e Podólogos

“Cutuquei a unha e infeccionou”: ignorar podólogo pode ser perigoso

Calos, unhas encravadas ou rachaduras nos calcanhares podem até parecer problemas pequenos e fáceis de resolver em casa - mas não são. Na prática, ignorar sinais simples nos pés ou tentar “dar um jeito” sozinho tende a acabar custando caro. Evitar procurar um podólogo é um erro, que arrisca acabar em dor, tempo perdido e até em tratamentos mais longos. A podóloga e professora de podologia Juliana Mendes explica que, sem acompanhamento profissional adequado, condições vistas como “simples” podem se agravar e virar algo muito mais complexo. Além da famosa unha encravada, ela inclui quadros de micoses, verrugas plantares e outras alterações. Quando o simples vira complicação Infelizmente, evitar a consulta podológica pode trazer sérias complicações. Alguns sinais dão pistas de que o problema está evoluindo, como: Dor constante; Dificuldade para caminhar; Necessidade de afastamento de atividades do dia a dia; Infecções e feridas abertas (em casos mais complexos). Nesse sentido, Juliana alerta que há riscos de calos aumentarem de tamanho e causarem dor ao pisar, enquanto unhas encravadas são propensas a inflamar, infeccionar e até formar abscessos. Já as rachaduras nos calcanhares têm a possibilidade de se aprofundar, sangrar e virar porta de entrada para bactérias. O erro bobo que virou um problemão O estudante Victor Carvalho, 25 anos, sabe bem como um descuido pode sair do controle. Ele conta que sempre teve a mania de cutucar a unha com a mão, mexendo nos cantinhos e na pele ao redor, até que um dia o pior aconteceu. “Sempre acabava mal, ficava vermelho, inchado, com dor. Na última vez, os sintomas não passaram e chegou ao ponto de eu não conseguir pôr o pé no chão. Aí descobri que infeccionou”, relata. Mesmo assim, ele tentou resolver em casa: passou pomadas que a mãe mantinha e colocou gelo, mas não funcionou. O alerta vermelho veio quando a dor impediu coisas simples, como usar meia ou tênis. A vermelhidão, o inchaço, o calor, a dor e a secreção verde entregaram a gravidade da situação: uma infecção na unha. Autocuidado errado piora o problema A podóloga Juliana Mendes reforça que há erros comuns que acabam criando ou piorando problemas sem que a pessoa perceba. Entre os mais frequentes estão: Usar lâminas ou objetos cortantes em casa; Lixar demais a pele; Arrancar cantos da unha; Usar produtos inadequados ou adotar “receitas caseiras”. Essas tentativas podem causar infecções e tornar o tratamento profissional mais longo, delicado e caro, como no caso de Victor. Ele, aliás, acredita que os cuidados que adotou por conta própria mascararam a gravidade e atrasaram a busca por ajuda. “Demorou uns cinco dias a mais para eu ir na podóloga e o tratamento precisou ser mais intenso, envolvendo pronto-socorro e remédios”, conta. Quando procurar um podólogo A principal orientação é não esperar o problema piorar e até mesmo acontecer, ou seja, ir ao podólogo preventivamente, de tempos em tempos. Isso vale ainda mais para grupos de risco, como diabéticos ou pessoas com problemas circulatórios, já que a evolução de lesões é mais rápida. No entanto, além da dor, alguns sintomas indicam que a consulta não deve mais ser adiada. São eles: Inflamação; Vermelhidão; Secreção; Sangramento; Mudança na cor ou espessura das unhas; Feridas que não cicatrizam. “O maior erro é procurar o profissional só quando a dor aparece. Ter cuidado constante evita problemas, reduz custos e mantém os pés saudáveis por mais tempo”, conclui a professora.

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