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Almofada Plantar Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

Alívia dores de metatarsalgia, calos e neuroma de Morton. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.

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Almofada plantar Tenys Pé Baruel

Quantidade

(tamanho 34 a 38) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alivia dores plantares
• Absorve impacto
• Abrange toda região metatarsal
• Elimina o desconforto com o calçado
• Protege contra o atrito
• Formato anatômico
• Proporciona conforto
• Costura delicada e toque aveludado
• Ideal para peles delicadas
• Permite utilização em calçados abertos e fechados
• Ideal para usar em sapatos e sandálias de salto
• Promove bem-estar

Dicas de Uso

Vestir o produto no pé posicionando-o no plantar.

Pode ser utilizado em calçados abertos ou fechados.

Produto reutilizável. Lavar com água e sabão neutro e secar à sombra. Evite atrito ao lavar.

Realizar a troca quando o mesmo apresentar desgaste aparente ou quando desejável.

Resultado

Alívio das dores plantares, metatarsalgia, calos e calosidades e neuroma de Morton.

Mais conforto e bem-estar no caminhar.

Ingredientes

GEL POLÍMERO (100% TPE), ÓLEO MINERAL (USP) E TECIDO (92% POLIAMIDA 8% ELASTANO).

Mais sobre Almofada Plantar Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

A Almofada Plantar Tenys Pé Baruel é ideal para casos de metatarsalgia, calos e calosidades. Sua almofada de gel absorve o impacto, protege a região e impede o atrito e pressão do sapato.

Para alívio de dores plantares e mais conforto, ela pode ser usada com qualquer calçado, sendo ideal para sapatos com salto.

Com formato anatômico, Almofada Plantar Tenys Pé abrange toda a região metatarsal, promovendo melhor adaptação e proteção aos pés.

Desenvolvida com tecido especial, a almofada plantar tem toque aveludado confortável e protege contra o atrito. Sua costura foi pensada para evitar desconforto na pele, mesmo nas peles delicadas.

A almofada de gel atua diretamente na absorção do impacto, aliviando as dores e pressão na planta do pé para promover sensação de conforto e bem-estar.

Ideal para pessoas com metatarsalgia, calos, calosidades, idosos ou pessoas que querem conforto ao usar salto alto.

Conforto para os pés seja em cima do salto, numa sapatilha ou em um tênis.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

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Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Mulheres mudam o jogo e ganham espaço no esporte
Exercícios de Fortalecimento

Mulheres mudam o jogo e ganham espaço no esporte

Nos últimos anos, o esporte feminino deixou de ser visto apenas como promessa e passou a ocupar mais espaço no mercado, nas transmissões e nas conversas sobre prática esportiva. Entre 2022 e 2024, a receita gerada por esportes femininos cresceu 4,5 vezes mais rápido que a dos esportes masculinos, segundo análise da McKinsey & Company. Quando o assunto é futebol feminino, a projeção também é de expansão: relatório da Nielsen Sports, em colaboração com a PepsiCo, aponta que a modalidade está no caminho para figurar entre os cinco esportes mais consumidos do mundo até 2030. Só para ter uma ideia, o campeonato Brasileirão Feminino teve alta de 41% na audiência em 2025 na TV Brasil e na Rede Nacional de Comunicação Pública, em comparação com o ano anterior. Mais do que refletir o interesse do público e a exemplo do que ocorre no mundo, os números mostram uma mudança de comportamento que também vem sendo percebida dentro de academias e clubes esportivos em todo o país. Segundo o educador físico Eduardo Netto, diretor técnico da Bodytech Company, esse crescimento não acontece apenas nas arquibancadas ou diante das telas. Cada vez mais mulheres têm incorporado o esporte à rotina, impulsionadas pelo desejo de melhorar a saúde, desenvolver capacidades físicas e alcançar novos desafios. Lugar de mulher é no esporte O aumento da participação feminina nas modalidades esportivas é um movimento observado na rotina das academias, onde a mudança aparece de forma bastante clara. Se antes a procura estava mais concentrada em atividades voltadas ao emagrecimento ou à estética, hoje cresce o interesse por categorias que desenvolvem força, resistência, condicionamento e desempenho físico. Musculação, corrida e treinamento funcional seguem entre as atividades mais procuradas. O foco em força e esportes híbridos também ganha destaque, como no Hyrox, competição que combina corrida com exercícios funcionais. Na avaliação de Eduardo Netto, essa mudança demonstra que a prática esportiva deixou de estar ligada só à aparência. “Cada vez mais as mulheres buscam desafios relacionados ao desempenho, à superação e à performance, e não apenas à estética”, comenta.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Hugo Gloss (@hugogloss) Referências impulsionam o movimento O crescimento do interesse feminino no mundo esportivo também acompanha uma transformação fora dos espaços de treino. A maior visibilidade das atletas e das competições amplia o interesse pelo esporte e cria novas referências para quem deseja começar a praticar alguma modalidade.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Street League Skateboarding (@sls) Nomes como o da ginasta Rebeca Andrade e da skatista Rayssa Leal ganharam destaque por suas conquistas, enquanto atletas como a tenista Naomi Osaka e a jogadora de rugby Ilona Maher mostram que esporte, identidade e representatividade caminham cada vez mais lado a lado.   View this post on Instagram   A post shared by 大坂なおみ🇭🇹🇯🇵 (@naomiosaka) Para o profissional de educação física, esse cenário contribui para romper antigos estereótipos e ampliar o acesso das mulheres a diversas práticas esportivas e em diferentes fases da vida. "O maior acesso à informação sobre os benefícios da atividade física para a saúde, a longevidade e a qualidade de vida, também tem fortalecido a identificação das mulheres com o esporte”, diz o diretor técnico da Bodytech Company. Mercado acompanha a nova demanda Essa transformação acaba exigindo mudanças das academias e dos clubes esportivos. Para atender a um público com objetivos cada vez mais diversos, os espaços passaram a investir em programas personalizados para mulheres, com foco em força, performance, saúde e longevidade. Além da oferta de aulas, Eduardo Netto percebe que o relacionamento com as alunas evoluiu, com priorização de acolhimento, acompanhamento profissional qualificado e experiências que favoreçam a adesão à prática de exercícios, ao bem-estar e, sobretudo, à qualidade de vida.

Bursite nos pés: aprenda a tratar a inflamação definitivamente
Prevenção de Lesões

Bursite nos pés: aprenda a tratar a inflamação definitivamente

A bursite é uma inflamação que pode atingir diferentes regiões dos pés. Ela ocorre nas bursas, pequenas bolsas preenchidas por líquido sinovial, cuja função é reduzir o atrito entre tendões, músculos e ossos. Embora seja uma condição benigna, provoca dor e limitações no dia a dia. Segundo a ortopedista Karla Rossoni, especialista em pé do Hospital Beneficência Portuguesa, as bursas mais afetadas nessa região são as retrocalcâneas, localizadas entre o tendão de Aquiles e o calcâneo, e as metatarsais/intermetatarsais, entre os ossos metatarsais e as estruturas plantares e entre as cabeças dos metatarsos. “A bursite pode ser causada por traumas repetitivos e sobrecarga articular, uso de calçados inadequados, deformidades biomecânicas, como joanetes, pé cavo ou pé plano, além de doenças sistêmicas, como artrite reumatoide e gota”, explica a médica. Sintomas e diagnóstico Os sinais podem ser confundidos com outros problemas do pé, como fascite plantar, Neuroma de Morton, fratura por estresse, dor miofascial ou tendinites. Entre os sintomas mais comuns estão: Dor localizada; Sensibilidade ao toque ou à compressão; Limitação funcional; Dificuldade para usar sapatos. Quando há dúvidas em relação ao diagnóstico, após consulta clínica e exame físico, exames de imagem como ultrassom ou ressonância podem ser necessários para a confirmação. Impacto nas atividades esportivas As bursites nos pés são condições dolorosas que atrapalham bastante a rotina de quem pratica exercícios. A dor pode limitar movimentos simples, dificultar o uso de calçados adequados e impedir a continuidade de treinos de maior intensidade. Por isso, é comum que o ortopedista recomende uma pausa ou diminuição da carga de impacto até que haja melhora significativa. “Com frequência, será necessário reduzir as práticas esportivas até remissão dos sintomas”, aponta Karla. Dessa forma, o tratamento conservador ganha tempo para agir e, consequentemente, a recuperação se torna ainda mais efetiva. Mas, calma: isso não significa que os esportes não voltam nunca mais - é só dar um tempo! Como desinflamar a bursite nos pés Grande parte dos pacientes apresenta melhora com medidas conservadoras, que incluem: Redução da carga sobre o pé; Aplicação de gelo local; Alongamentos e liberação miofascial; Sessões de fisioterapia. Ainda de acordo com a especialista, o ajuste de fatores mecânicos e dos calçados é fundamental para a recuperação. Já casos relacionados a doenças sistêmicas podem demandar controle crônico da doença de base, previamente. Tratamentos mais avançados A boa notícia é que a maioria dos pacientes responde bem ao tratamento clínico, especialmente quando é feita a adequação de calçados e fatores mecânicos. No entanto, em situações mais resistentes, pode ser necessário avaliar outras condutas. “Procedimentos invasivos ficam reservados para quadros crônicos, dolorosos e refratários ao tratamento clínico após, pelo menos, seis meses”, explica a especialista. Isso significa que somente casos persistentes - ou seja, quando a dor não melhora e a limitação funcional permanece - podem evoluir para intervenções mais complexas. Prevenção e cuidados diários Por último, mas muito importante, vale focar na prevenção da bursite e, também, em cuidados diários para evitar novos episódios da doença. Nesse sentido, a médica faz recomendações simples: Adequar os calçados ao formato do pé e ao tipo de atividade física praticada; Manter fortalecimento da musculatura do tornozelo e intrínseca do pé; Preservar o controle do tônus muscular com exercícios regulares.

Palmilhas ortopédicas: tipos, funções e como escolher a ideal
Pisada e Palmilha

Palmilhas ortopédicas: tipos, funções e como escolher a ideal

As palmilhas ortopédicas são acessórios fundamentais para pessoas que precisam de suporte extra na pisada, que se diferenciam conforme o tipo e as funções buscadas. Independentemente se a necessidade é decorrente de problemas estruturais nos pés ou dores em articulações como joelhos e quadris, é importante saber que elas ajudam a distribuir melhor o peso do corpo, o que proporciona alívio às regiões de maior pressão. Além do mais, permitem mais conforto ao caminhar. Palmilhas X pisadas Um fator determinante para entender se é preciso usar e qual modelo de palmilha adotar é avaliar o tipo de pisada – sim, existe mais de uma: a pisada pronada (do pé chato ou plano, em a pisada supinada, conhecida por "pé cavo", além da que é considerada neutra. Na pisada pronada (pé chato ou plano), o arco medial encosta no chão e aumenta a área de contato com o solo e é muito frequente em pessoas com pé sem cava. A supinada (pé cavo) caracteriza um arco elevado, reduzindo a área de contato com o solo. Enquanto isso, na pisada neutra, as partes interna e externa do pé tocam o chão praticamente ao mesmo instante. Uma vez identificado qual o tipo de pisada, a palmilha se revela extremamente útil, pois terá a função de acomodar melhor o pé dentro do calçado e distribuir a carga de forma equilibrada. "As palmilhas não mudam o formato do pé, mas ajustam a pisada e isso traz melhora conforto, além de reduzir o impacto em regiões sensíveis", explica o ortopedista e traumatologista Ernane Osório, especialista em cirurgia do pé e tornozelo, e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE). Tipos de palmilhas e suas principais funções Existem diversos modelos de palmilhas e cada um é indicado para casos específicos, conforme explica o médico: As palmilhas valgizantes e varizantes servem para ajustar o alinhamento do calcanhar. No caso de pisadas supinadas (pé cavo), uma palmilha valgizante inclina o calcanhar levemente para fora, ajudando a equilibrar a carga e reduzindo a pressão lateral. Já para pisadas pronadas (pé plano), uma palmilha varizante inclina o calcanhar para dentro, favorecendo a estabilidade do pé. As palmilhas para metatarsalgia são indicadas para pessoas com dor na região dos metatarsos, os ossos na base dos dedos. Os indivíduos podem se beneficiar com duas opções: a palmilha de valente, com um rebaixo específico sob os metatarsos, e a palmilha de apoio retrocapital, que traz uma pequena elevação que alivia a pressão sobre essa área. Ambas as alternativas são eficazes para redistribuir o peso e prevenir dores ao caminhar. As palmilhas de compensação são adotadas para corrigir diferenças de comprimento entre membros inferiores, geralmente causadas por problemas ortopédicos ou traumas. Para casos leves, tais itens resolvem bem o desalinhamento, mas quando a diferença é maior, pode envolver intervenções no calçado ou mesmo cirurgias. Como escolher a palmilha ideal Somente um médico, diante das queixas do paciente, poderá responder indicar qual a palmilha mais recomendada para cada caso. “O ortopedista avalia a causa da dor e a biomecânica do pé para decidir o tipo de palmilha mais indicado”, afirma Ernane. "Além disso, exames como a baropodometria, que mapeia a distribuição da carga na pisada, são fundamentais para o ajuste ideal, permitindo que a palmilha seja feita sob medida para proporcionar alívio e conforto", acrescenta. Risco com uso de palmilhas inadequadas Não procurar ajuda médica e tentar descobrir por conta própria qual palmilha usar pode trazer sérias consequências, como o desenvolvimento de novos problemas na região, sem nenhuma solução para a questão inicial - ou seja, é melhor não arriscar! "Palmilhas muito espessas podem gerar lesões na parte superior do pé e, se não corrigirem a pisada adequadamente, podem sobrecarregar outras articulações, como tornozelos, joelhos e quadris", avisa o especialista.

Existe um melhor calçado para o verão? Descubra
Frieira e Micose

Existe um melhor calçado para o verão? Descubra

No verão, os pés sofrem com o calor intenso, o suor excessivo e o atrito com os calçados. O uso de sapatos inadequados pode causar desconforto, dores e até problemas como frieiras, micoses e calosidades. Por isso, escolher o modelo certo é essencial para garantir frescor, conforto e saúde para os pés. Conforme esclarece a podóloga Ana Serrão Lima, o ideal é optar por calçados que permitam a ventilação, tenham boa absorção de impacto e sejam fáceis de limpar. "O verão pede materiais leves e respiráveis, que evitem o acúmulo de umidade e ofereçam suporte adequado para os pés", explica. Para manter os pés frescos e saudáveis, a podóloga recomenda calçados que combinam conforto e ventilação. Assim, as melhores escolhas são: Sandálias anatômicas: oferecem suporte adequado e ajudam a evitar dores; Tênis com ventilação: modelos respiráveis ajudam a manter os pés secos; Papetes: firmes e arejadas, garantem conforto e estabilidade; Alpargatas: boa alternativa para quem precisa de um calçado mais fechado para cumprir o dress code sem abrir mão do conforto. Se for preciso eleger o melhor calçado para o verão, a especialista não tem dúvidas: ganham as papetes. “São ótimas! Frescas, firmes e confortáveis”, classifica. O que evitar Nem todo modelo é indicado para os dias quentes. Isso porque alguns até podem parecer confortáveis à primeira vista, mas prejudicam a saúde dos pés a longo prazo. Entre os principais vilões estão: Chinelos: apesar de queridos para o verão, não oferecem suporte adequado e podem causar dor nos pés; Rasteirinhas muito planas: a falta de suporte para o arco plantar pode gerar desconforto e alterar a pisada; Sapatilhas fechadas: favorecem o suor excessivo e aumentam o risco de micoses e mau cheiro; Tênis sem ventilação: pés abafados e úmidos criam o ambiente perfeito para proliferação de fungos. Se há um sapato que deve ser evitado a todo custo, Ana Serrão Lima aponta a rasteirinha plana, devido à falta de suporte, capaz de causar dores e desconfortos. Vale lembrar que calçados sem suporte podem sobrecarregar as articulações e prejudicar a pisada. Além disso, modelos fechados e sem ventilação elevam o risco de infecções fúngicas, bastante comuns no verão. Cuidados com os calçados no calor Mais que escolher bem os sapatos para usar no verão, é essencial cuidar da higiene para evitar odores e infecções. Desse modo, é recomendado: Higienizá-los com frequência, pois o suor deixa os calçados úmidos e propensos a fungos; Alternar os modelos para terem tempo de ventilar entre os usos; Secar bem após o uso, especialmente tênis e sandálias fechadas, para evitar mau cheiro e proliferação de micro-organismos. Outro ponto é que os pés também pedem atenção especial nos dias quentes. A especialista recomenda: Hidratação na medida certa, já que ressecamento pode ocorrer no verão, mas é importante dosar o excesso de creme entre os dedos, pois isso favorece os fungos; Uso de protetor solar, essencial para impedir queimaduras e reduzir o risco de câncer de pele; Secagem adequada, ou seja, sempre secar bem entre os dedos para evitar frieiras. Já para quem sofre com pés inchados no calor, a podóloga indica calçados ajustáveis, com velcros e elásticos, que permitem uma adaptação melhor e trazem mais conforto.

Exercícios no sofá: fortaleça os pés sem abrir mão do conforto
Exercícios de Fortalecimento

Exercícios no sofá: fortaleça os pés sem abrir mão do conforto

Os pés sustentam o corpo o dia inteiro, absorvem impacto e ainda ajudam no equilíbrio. Mesmo assim, quase ninguém lembra de fortalecê-los. As consequências disso podem ser sérias, afinal, quando a base fica fraca, o corpo precisa compensar com outras regiões, como tornozelos, joelhos, quadril e até a coluna. “Fortalecer os pés é o tipo de cuidado que quase ninguém faz, mas que pode ajudar muito”, afirma o educador físico Luccas Chagas, que atua como personal trainer. A boa notícia é que é possível treinar essa musculatura de forma simples e discreta, sem equipamentos e até sentado no sofá. Uma base esquecida no dia a dia Segundo o profissional, alguns músculos do pé costumam ser negligenciados: Intrínsecos do pé, que ficam na sola; Os que sustentam o arco do pé; Os estabilizadores do tornozelo. No entanto, trabalhar essas regiões ajuda a melhorar a força e mobilidade. Pequenos movimentos já dão conta do recado e podem até ser encaixados na rotina, mesmo as mais corridas, sem nenhum esforço extra. Ou seja, não existem mais desculpas. Exercícios simples para fazer no sofá Enquanto assiste ao jornal ou a um episódio da série do momento, vale mexer os pés e, de quebra, fortalecer os músculos. O personal trainer Luccas Chagas ensina cinco exercícios simples para fazer sem levantar, no conforto do sofá: Encolhendo os dedos do pé, como se quisesse puxar um tapete com os dedos, ativando a sola; Elevação de calcanhar sentado: com o pé apoiado no chão, suba e desça o calcanhar devagar; Abrindo os dedos do pé: abra o máximo que conseguir e segure a posição por três a cinco segundos; Movimento circular com o tornozelo: gire-o para fora e para dentro, com controle; “Amassar” o chão: empurre o pé contra o chão, com cuidado, sem pressão excessiva. A recomendação é simples: fazer tais exercícios durante 5 a 10 minutos por dia, de 3 a 4 vezes por semana, seguindo orientação profissional. Em cerca de 2 a 3 semanas, já é possível notar benefícios – inclusive alguns que vão além dos pés, como: Redução de dor no pé e tornozelo; Melhoria do equilíbrio; Prevenção de torções; Diminuição da sobrecarga em joelhos e quadril. Cuidados importantes Ao fazer esse tipo de treino em casa, o educador físico alerta para erros comuns, que devem ser evitados: Realizar os movimentos rápido demais, sem controle; Forçar além do confortável; Prender a respiração; Ignorar dor (desconforto pode ser normal, mas dor, não). Além disso, embora as práticas sejam indicadas para todas as idades, alguns casos necessitam de autorização prévia do ortopedista ou fisioterapeuta.Quem tem dores ou condições já existentes na região são um exemplo disso. “Pé forte é base estável. Base estável é menos compensação. Isso se reflete na postura e em menos dor”, finaliza Luccas.

Mitos e verdades sobre pisada supinada e pronada
Pé Supinado e Pé Pronado

Mitos e verdades sobre pisada supinada e pronada

Pisar de um jeito “errado” é uma das maiores preocupações de quem pratica corrida ou caminha com frequência. Termos como “pisada pronada” e “pisada supinada” aparecem com frequência em conversas, análises de tênis e avaliações de performance. Porém, muito se fala sobre o assunto, mas nem sempre tudo é correto. Conforme esclarece a fisioterapeuta Denise Amorim, coordenadora do Hospital Moriah, esses padrões fazem parte do funcionamento natural do corpo. “A pisada pronada ocorre quando o pé faz uma leve rotação para dentro para absorver o impacto, enquanto a supinada é o movimento oposto, para fora”, diferencia. E nenhuma representa um erro, diga-se de passagem. Spoiler: só existe problema se houver excesso ou limitação dos movimentos. Tanto é verdade que não deve apontar uma maneira errada que a professora e também fisioterapeuta Brenda Luciano, coordenadora do curso de Fisioterapia da FMU, observa que o foco da fisioterapia moderna não é ‘corrigir o jeito de pisar’, mas promover adaptação e força. “A pisada é uma variação individual, não um defeito. O que realmente previne lesões é o fortalecimento, o controle de carga e a reeducação do movimento”, aponta. O que é verdadeiro e o que é falso Com tanta informação disponível – e, muitas vezes, contraditória ou pouco confiável –, é comum surgirem dúvidas sobre o que realmente influencia a saúde e seu desempenho. Entender o que é mito e o que é verdade ajuda a evitar diagnósticos apressados e escolhas erradas, como a opção de usar um ou outro calçado, por exemplo. A seguir, as especialistas desvendam as principais questões sobre o tema. “Pronar é sempre ruim para os pés” MITO. De acordo com Denise Amorim, esse é um dos maiores equívocos. “A pronação é um movimento fisiológico e essencial para a marcha e a corrida. Ela ajuda a amortecer o impacto e distribuir o peso de forma equilibrada. Sem isso, o pé ficaria rígido e o impacto seria transmitido diretamente para os joelhos, quadris e coluna”, diz. No entanto, a profissional deixa um alerta, válido apenas para casos de hiperpronação, ou seja, quando há rotação excessiva. Nesses quadros, é muito importante o acompanhamento especializado, pois ajuda a corrigir compensações e prevenir lesões. “Palmilhas curam a pronação e a supinação” MITO. Brenda Luciano observa que as palmilhas podem, sim, aliviar desconfortos e redistribuir a carga de apoio, mas não corrigem a pisada. “Esses recursos devem ser usados junto com fortalecimento e reeducação motora, evitando dependência prolongada”, pontua. Nesse contexto, a avaliação constante é essencial. “Todo supinador ou pronador precisa usar tênis corretivo” MITO. Denise afirma que, na maioria dos casos, isso não é necessário. Afinal, os tênis com suporte ou reforço lateral têm função específica e devem ser indicados apenas quando há dor, lesão recorrente ou alteração biomecânica importante. “Pessoas sem queixas e com bom controle muscular costumam se adaptar perfeitamente a modelos neutros. O mais importante é avaliar individualmente cada caso com fisioterapeuta ou especialista em corrida”, orienta. “Correr descalço corrige a pisada” MITO. A corrida sem sapatos não traz correções. “Pode melhorar a propriocepção e fortalecer os músculos dos pés, mas deve ser introduzida com cautela. Quando feito sem preparo, pode causar sobrecarga e novas lesões”, lembra Brenda. A profissional observa ainda que o ideal é combinar o treino descalço com fortalecimento de glúteos, tornozelos e pés, sempre com suporte profissional. “O desgaste do tênis revela a pisada” QUASE VERDADE. O padrão de desgaste mostra apenas onde há mais atrito, mas não traduz toda a mecânica. “Terreno, tipo de treino, forma de correr e até compensações posturais interferem nesse desgaste. Por isso, olhar apenas a sola pode enganar: o corredor pode ter desgaste lateral e não ser verdadeiramente supinador”, ressalta Denise. A especialista ainda salienta que o diagnóstico da pisada deve considerar o corpo em movimento, com análise funcional e dinâmica, como filmagens em esteira e observação da biomecânica completa. Ou seja, avaliar o desgaste do tênis até ajuda, mas não é tudo. Movimento e adaptação são aliados Mais importante do que tentar seguir dicas da internet e “consertar” a pisada é aprender a movimentar-se melhor. Portanto, fortalecer os pés, tornozelos e quadris, melhorar a mobilidade e ajustar a carga de treino são atitudes que naturalmente reduzem o risco de lesões e trazem mais conforto ao caminhar e correr. Assim, as fisioterapeutas ensinam que, no fim das contas, entender o próprio corpo é o passo mais seguro para seguir em frente – com estabilidade e confiança.

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