Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel
Logo Tenys Pé

Almofada Plantar Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

Alívia dores de metatarsalgia, calos e neuroma de Morton. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.

Comprar
Almofada Plantar Tamanho 34 a 38
Almofada Plantar Tamanho 34 a 38
Almofada plantar Tenys Pé Baruel
Almofada Plantar Tamanho 34 a 38
Almofada Plantar Tamanho 34 a 38
Almofada plantar Tenys Pé Baruel

Quantidade

(tamanho 34 a 38) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alivia dores plantares
• Absorve impacto
• Abrange toda região metatarsal
• Elimina o desconforto com o calçado
• Protege contra o atrito
• Formato anatômico
• Proporciona conforto
• Costura delicada e toque aveludado
• Ideal para peles delicadas
• Permite utilização em calçados abertos e fechados
• Ideal para usar em sapatos e sandálias de salto
• Promove bem-estar

Dicas de Uso

Vestir o produto no pé posicionando-o no plantar.

Pode ser utilizado em calçados abertos ou fechados.

Produto reutilizável. Lavar com água e sabão neutro e secar à sombra. Evite atrito ao lavar.

Realizar a troca quando o mesmo apresentar desgaste aparente ou quando desejável.

Resultado

Alívio das dores plantares, metatarsalgia, calos e calosidades e neuroma de Morton.

Mais conforto e bem-estar no caminhar.

Ingredientes

GEL POLÍMERO (100% TPE), ÓLEO MINERAL (USP) E TECIDO (92% POLIAMIDA 8% ELASTANO).

Mais sobre Almofada Plantar Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

A Almofada Plantar Tenys Pé Baruel é ideal para casos de metatarsalgia, calos e calosidades. Sua almofada de gel absorve o impacto, protege a região e impede o atrito e pressão do sapato.

Para alívio de dores plantares e mais conforto, ela pode ser usada com qualquer calçado, sendo ideal para sapatos com salto.

Com formato anatômico, Almofada Plantar Tenys Pé abrange toda a região metatarsal, promovendo melhor adaptação e proteção aos pés.

Desenvolvida com tecido especial, a almofada plantar tem toque aveludado confortável e protege contra o atrito. Sua costura foi pensada para evitar desconforto na pele, mesmo nas peles delicadas.

A almofada de gel atua diretamente na absorção do impacto, aliviando as dores e pressão na planta do pé para promover sensação de conforto e bem-estar.

Ideal para pessoas com metatarsalgia, calos, calosidades, idosos ou pessoas que querem conforto ao usar salto alto.

Conforto para os pés seja em cima do salto, numa sapatilha ou em um tênis.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

Compartilhar

Vídeo Veja como usar

Descubra

Outros produtos Conhecer todos

Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

Ver mais perguntas

Conheça o Universo do Pé

Tendinite nos pés: sintomas que não devem ser ignorados
Tendinite

Tendinite nos pés: sintomas que não devem ser ignorados

Dores nos pés podem parecer passageiras, mas quando envolvem os tendões, o problema exige atenção imediata. A tendinite é uma inflamação que pode atingir diferentes estruturas do membro inferior e, quanto antes for tratada, menores são os riscos de complicações, incluindo rupturas e deformidades. Segundo o ortopedista Thiago Coelho, especialista em pé e tornozelo do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, a tendinite é a inflamação dos tendões, ou seja, estruturas que ligam os músculos aos ossos e permitem o movimento das articulações. “Os tendões mais afetados nos pés são o calcâneo, conhecido como tendão de Aquiles; o tibial posterior, essencial para manter o arco do pé; e os fibulares. O perigo maior está nas tendinoses, que são degenerações dessas estruturas e podem levar até a rompimentos”, alerta o médico. Primeiros sinais que merecem atenção Os sintomas iniciais de tendinite nos pés nem sempre são intensos, mas indicam que algo não vai bem. Os principais são: Dor localizada que piora ao movimentar e acompanha o trajeto do tendão; Inchaço que tende a aumentar ao longo do dia ou após atividade física; Desabamento do arco do pé, nos casos que envolvem o tendão tibial posterior; Dificuldade para descer escadas ou saltar, especialmente quando o tendão de Aquiles é afetado. Esses sinais não devem ser ignorados, já que, conforme o especialista, a falta de tratamento precoce pode gerar complicações sérias. Situações que favorecem a inflamação Algumas condições e comportamentos aumentam o risco de desenvolver tendinite: Tabagismo; Diabetes; Uso de anabolizantes; Sedentarismo; Deformidades nos pés, como pé plano ou cavo, com pisadas excessivamente pronadas ou supinadas; Esforço repetitivo sem preparo físico adequado. Além disso, sapatos inadequados são uma das causas mais comuns da inflamação. O recomendado é fugir dos modelos que causam atrito no calcanhar (porque podem gerar tendinopatia de Aquiles), dos saltos altos e finos (aumentam o risco de entorse e lesão dos tendões fibulares) e rasteirinhas retas e sem amortecimento (prejudicam qualquer tipo de pé). “Em casos de tendinite do tendão de Aquiles, por exemplo, a ausência de cuidados pode levar à ruptura total, exigindo cirurgia. Já em idosos com lesão do tendão tibial posterior, pode ocorrer colapso do pé, com desabamento progressivo”, acrescenta Thiago Coelho. Diante de um processo doloroso, para saber se está relacionado à condição, a dica é: a dor da tendinite costuma ser localizada no trajeto do tendão ou na inserção no osso, além de piorar com o movimento e melhorar com o repouso, podendo vir ainda acompanhada de inchaço e vermelhidão. “Exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética, ajudam a confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade da lesão. Já testes biomecânicos, como isocinético, baropodometria e biomecânica 3D, identificam a causa exata do problema”, esclarece o ortopedista. Por isso é fundamental ir ao médico. Tratamentos eficazes Nos casos leves e moderados, o tratamento de tendinite é geralmente clínico. Nesse cenário, costumam ser indicados: Crioterapia (gelo), se houver inchaço e vermelhidão; Repouso relativo e, se necessário, imobilização; Anti-inflamatórios quando o gelo não for suficiente; Fisioterapia individualizada, com protocolos específicos para a lesão; Palmilhas ortopédicas, em caso de deformidades nos pés. Thiago Coelho destaca ainda o avanço da terapia por ondas de choque, chamada de ortotripsia, que estimula a regeneração do tendão e melhora a dor nos casos moderados e graves. “Já as infiltrações com corticoides devem ser evitadas, pois aumentam o risco de ruptura”, adverte. Mais fácil do que tratar a tendinite é evitá-la. Alongar e fortalecer os músculos dos pés e pernas é fundamental. Exercícios de fortalecimento, principalmente os excêntricos, ajudam a proteger os tendões e evitar novas lesões. No entanto, o especialista traz um alerta importante: alongamentos não devem ser feitos durante a fase aguda, quando há dor e inchaço, pois pioram o quadro. Só devem ser introduzidos após melhora da inflamação e com orientação. Por último, a fisioterapia tem papel central na recuperação e prevenção das tendinites. “Ela atua no controle da dor, da inflamação e, principalmente, nas causas da lesão. Quanto mais personalizada for a abordagem, maiores as chances de sucesso”, finaliza o médico.

Neuropatia nos pés: veja causas, sintomas e tratamento
Prevenção de Lesões

Neuropatia nos pés: veja causas, sintomas e tratamento

Sensações como queimação, perda de sensibilidade ou desequilíbrio ao caminhar podem estar relacionadas à neuropatia periférica, uma disfunção dos nervos que afeta especialmente os pés e exige atenção médica. A condição costuma ter origem ortopédica ou vascular, e o diagnóstico correto é essencial para indicar o melhor tratamento. Segundo o ortopedista Bernardo Aurélio, cirurgião do pé e tornozelo da Kora Saúde, o quadro se manifesta de forma progressiva. “Os principais sintomas são queimação e alteração da sensibilidade térmica e dolorosa. Em casos mais graves, há perda de força e até impacto na marcha”, explica. Já o cirurgião vascular Fabio Rodrigues Ferreira, do Hospital São Camilo, acrescenta que a destruição química dos nervos, como ocorre em pacientes com diabetes, também pode causar neuropatia. “É uma perda de sensibilidade que pode se tornar permanente e levar até a úlceras e amputações, se não tratada”, alerta. É só dormência ou neuropatia? Embora ambos os sintomas estejam relacionados aos nervos, há diferenças claras entre eles. A dormência comum é transitória e geralmente melhora em poucos minutos ou semanas, especialmente se for causada por má postura ou compressão passageira de nervos. Tende a desaparecer completamente em até três meses. “A neuropatia é mais lenta, progressiva e com pouca ou nenhuma melhora espontânea”, afirma Aurélio. Rodrigues Ferreira complementa que “a compressão repetida do nervo, como em casos de hérnia de disco ou estenose do canal medular, causando uma lesão duradoura”. Assim, a dormência não passa mais – e aí temos uma neuropatia instalada. Principais causas da neuropatia Entre os fatores ortopédicos e sistêmicos que podem desencadear o quadro, os especialistas destacam: Compressões nervosas por alterações na coluna, como hérnia ou estenose; Diabetes mellitus (neuropatia diabética); Deficiências nutricionais; Infecções como hanseníase, HIV e herpes zoster; Doenças autoimunes; Exposição a toxinas e metais pesados; Uso de medicamentos como quimioterápicos e antibióticos; Alcoolismo crônico; Traumas e fatores hereditários; Insuficiência renal. Ainda de acordo com o ortopedista, alterações na coluna podem prejudicar a condução dos sinais nervosos entre a medula e os membros inferiores. Fabio Rodrigues Ferreira, por sua vez, faz um comparativo: “É como se a pessoa ficasse sentada sobre o nervo por dias”. Isso porque a compressão constante machuca e também impede a recuperação. Tratamento e prevenção O tratamento para a neuropatia no pé varia conforme a origem do problema. De modo geral, o foco está em controlar a causa e aliviar os sintomas. Se a origem for ortopédica: Medicação para dor e inflamação; Fisioterapia e acupuntura; Bloqueio do gânglio simpático ou implante de eletrodo medular (em casos graves). Agora, se houver envolvimento vascular ou sistêmico: Controle rigoroso do diabetes e de outras doenças crônicas; Acompanhamento com cirurgião de coluna ou vascular; Cirurgias para descompressão dos nervos. “É fundamental tratar a causa e não apenas o sintoma. Cada plano deve ser individualizado, conforme a condição do paciente”, orienta o cirurgião vascular. Além do tratamento, os médicos alertam para os riscos da perda de sensibilidade prolongada, que pode evoluir para feridas graves ou infecções.

Por que causa bolha no pé?
Bolha

Por que causa bolha no pé?

Há exceções, é claro, mas usar um sapato novo que falta lacear ou caminhar por muito tempo com um sapato apertado quase sempre resulta em bolhas. O incômodo que quase tira o pé de circulação causa dores e desconfortos que não passam despercebidos. Além disso, sem o cuidado adequado, bolhas podem até infeccionar. Afinal, por que elas surgem e como evitá-las? De acordo com a podóloga Luciana Alves, especialista em técnicas de relaxamento e docente do curso técnico de podologia, as bolhas são mecanismos de defesa do corpo. “Surgem quando há atrito ou pressão excessiva sobre a pele. Isso faz com que a camada superficial descole e o organismo preencha o espaço com um líquido chamado exsudato, que protege a região e ajuda na cicatrização”, explica a profissional. A culpa é dos sapatos? O atrito e a pressão levam à formação de bolhas e os sapatos desconfortáveis são os principais vilões dessa história. Porém, não são os únicos culpados. Segundo Luciana, meias inadequadas, suor excessivo ou a prática de esportes sem proteção também podem favorecer o surgimento. “As áreas mais afetadas são aquelas onde o atrito é maior, como o calcanhar, a lateral dos pés, a sola e entre os dedos”, detalha a podóloga. Assim, quem usa calçados apertados, percorre longas distâncias ou realiza atividades intensas tende a conhecer bem esse problema. Para quem nunca teve o problema e pergunta se as bolhas doem, a resposta não é tão animadora. Infelizmente, sim – e não é pouco! Isso acontece porque as terminações nervosas da pele são pressionadas. Por isso, até pequenos movimentos tendem a ser desconfortáveis, sem frescura ou exagero. A profissional dos pés esclarece que a área fica naturalmente mais sensível e irritada, causando tais desconfortos. Estourar bolhas: sim ou não Estourá-las até pode parecer a solução, mas a recomendação unânime é: não estoure. A podóloga afirma que o ideal é deixar a bolha quieta para evitar infecções, que podem agravar o quadro. “Se for pequena e não causar dor, ela deve ser protegida com curativos específicos, como os de silicone ou hidrocoloide, que aliviam a pressão”, orienta. No entanto, em casos de bolhas grandes ou muito dolorosas, o procedimento de estourar pode ser necessário, mas só deve ser realizado por um profissional qualificado, já que envolve drenagem do líquido, esterilização e proteção, entre outros cuidados. Como tratar bolhas corretamente O tratamento envolve proteger a área e manter a pele livre de contaminações. O passo a passo recomendado pela docente: 1. Não estoure! Em vez disso, proteja com curativos que aliviam a pressão; 2. Se for necessário drenar, procure um profissional qualificado. Caso seja urgente, certifique-se de que a agulha a ser usada está esterilizada e que haverá boa higienização da área, antes e depois; 3. Proteja o local após o procedimento com curativos adequados para evitar atrito e infecções; 4. Evite andar descalço, pois a sujeira pode piorar a situação e retardar a cicatrização. Dá para prevenir bolhas? A boa notícia é que sim. É possível prevenir o surgimento de bolhas com alguns cuidados simples, como: Uso de sapatos confortáveis e com o tamanho adequado, nem muito folgados, nem muito apertados; Escolha de meias que absorvam o suor e reduzam o atrito; Durante a prática de esportes com calçados novos, recomenda-se o uso de adesivos protetores ou almofadinhas de silicone nas áreas mais sensíveis. Diferencie bolhas de machucados Saber se é mesmo uma bolha ou outro tipo de machucado é necessário para entender a melhor maneira de tratar o incômodo. Nesse sentido, a especialista lembra que as bolhas têm um aspecto bem característico: são pequenas “bolsinhas” cheias de líquido. “Nem todo machucado causado por sapato desconfortável vira bolha. O atrito pode formar calos ou feridas rasas”, ressalta. “Mas, se houver líquido acumulado e inchaço, então é uma bolha”. Vale lembrar que, se as bolhas aparecerem com frequência ou não melhorarem com os cuidados caseiros, o ideal é procurar um podólogo.

Fascite plantar: conheça causas e tratamentos indicados
Fascite Plantar

Fascite plantar: conheça causas e tratamentos indicados

A fascite plantar é uma das principais causas de dor nos pés e afeta a fáscia plantar, tecido que liga o calcanhar aos dedos. A doença pode surgir por diversos fatores, incluindo o tipo de calçado e hábitos do dia a dia. Segundo o ortopedista Caio Yoshino, do Hospital Japonês Santa Cruz, em São Paulo, a falta de elasticidade da fáscia plantar é o principal fator envolvido no desenvolvimento do problema, apesar de não ser o único. A origem exata da fascite plantar ainda não é completamente compreendida, mas é influenciada por uma combinação de fatores, de acordo com o especialista. Entre os principais estão: Falta de elasticidade da fáscia plantar. Uso de calçados inadequados, como sapatos muito duros ou totalmente planos. Passar muito tempo em pé ou caminhar longas distâncias sem suporte adequado. Mudanças repentinas na rotina de atividades físicas. Predisposição genética, incluindo características anatômicas específicas, como menor proteção do osso calcâneo. Excesso de peso, que pode aumentar a sobrecarga na região dos pés. Sim, usar sapatos desconfortáveis pode ocasionar o aparecimento dos sintomas clássicos da doença - dor persistente no calcanhar e ao pisar. “Não praticar atividades físicas ou, então, ter um início súbito também pode desencadear crises de fascite plantar”, acrescenta o médico. Quais os melhores tratamentos? De acordo com Yoshino, o tratamento mais eficaz envolve uma abordagem combinada. Ou seja, a associação de duas ou mais estratégias, entre as quais: Fisioterapia: essencial para a recuperação, porque ajuda a aliviar a dor e a restaurar a função do pé. Exercícios e alongamentos: movimentos focados na chamada "cadeia posterior" são fundamentais para evitar novas crises. Ondas de choque: trata-se de uma terapia complementar que pode acelerar a melhora dos sintomas. Uso de calçados adequados: é fundamental para reduzir a pressão na região afetada. Nos casos mais graves, quando os tratamentos conservadores não oferecem alívio, a cirurgia pode ser indicada. O procedimento envolve a liberação cirúrgica da fáscia plantar e é recomendado apenas em situações específicas. Prepare-se para mudar de vida Manter hábitos saudáveis ​​pode evitar o reaparecimento da fascite plantar. Assim, é importante adotá-los antes mesmo do surgimento dos sintomas. Mais importante ainda é mantê-los, principalmente, quando já houver um diagnóstico confirmado, seja antes ou depois do tratamento. “As principais mudanças no estilo de vida são: prática de atividades físicas regulares, inclusão de séries de alongamentos na rotina, manutenção de um peso saudável e uso de calçados adequados para sua ocupação e para os esportes”, finaliza Caio.

Esporão de calcâneo precisa de cirurgia? Conheça tratamentos
Esporão de Calcâneo

Esporão de calcâneo precisa de cirurgia? Conheça tratamentos

O esporão de calcâneo é uma condição que afeta a região do calcanhar, muitas vezes resultando em dor intensa e desconforto. Entre as causas, a sobrecarga da região é o motivo mais apontado pelos médicos e pode ser evitada. “A dor no esporão é aguda e pode ser muito chata, especialmente ao levantar da cama ou após longos períodos sentado. O primeiro passo é buscar diagnóstico médico para confirmar se é realmente o esporão e iniciar o tratamento”, explica o ortopedista Tiago Baumfeld, especialista em pé e tornozelo do Hospital Felício Rocho. Medidas para aliviar os sintomas Segundo o profissional, o tratamento inicial do esporão de calcâneo não é cirúrgico e inclui medidas conservadoras que ajudam a aliviar a dor e promover a cura. Os principais cuidados são: Alongamento da fáscia plantar e panturrilha, por meio de exercícios simples, pois ajudam a aliviar a tensão na área e melhorar a mobilidade; Uso de calçados adequados, como modelos com amortecimento, que reduzem o impacto no calcanhar, prevenindo o agravamento dos sintomas; Órtese noturna, que é indicada especialmente para fascite plantar porque mantém o pé em posição adequada durante o sono, promovendo alívio; Massagem com gelo, que também ajuda. A dica caseira do ortopedista Tiago Baumfeld para aliviar a dor em momento de crise é congelar uma garrafinha d’água e rolá-la sob o pé por 10 minutos. Além disso, terapias como ondas de choque e infiltrações com ácido hialurônico podem ser indicadas em casos mais persistentes, oferecendo alívio e promovendo regeneração na região. Quando a cirurgia é necessária? Embora menos comum, a cirurgia pode ser indicada em casos graves ou quando os tratamentos conservadores não apresentaram resultados satisfatórios. A intervenção, que geralmente é minimamente invasiva, deve remover partes do osteófito ou liberar a fáscia plantar. “A cirurgia tem bons resultados, sim, e apresenta baixa taxa de recidiva, mas deve ser uma exceção, considerada somente após avaliação criteriosa e falha nos outros métodos de tratamento”, esclarece o médico. A rotina de quem convive com o esporão O mensageiro de hotel Josivan de Farias, 51 anos, conhece bem os impactos do esporão de calcâneo no dia a dia. Após anos de desconforto ignorado, uma lesão ao pisar em um prego agravou os sintomas, forçando-o a buscar ajuda médica. “O pé ficou tão inchado que parecia uma bola, e a dor era insuportável. Foi aí que comecei a fisioterapia e aprendi exercícios para alongar a fáscia plantar e a panturrilha. Também uso palmilhas para aliviar o impacto”, relata Josivan. Apesar das melhorias, ele admite que exageros nas atividades ainda provocam crises ocasionais. “Quando não respeito meus limites, a dor volta, mas é muito mais controlada agora”, adiciona. Evite o problema antes que ele surja A prevenção do esporão de calcâneo passa por cuidados simples, mas essenciais: Praticar atividades físicas regularmente. Os exercícios fortalecem os músculos e ajudam a manter o peso sob controle. Usar calçados adequados no dia a dia. Prefira modelos com amortecimento e evite solados duros. Faça alongamentos diários. Isso ajuda a manter a flexibilidade da fáscia plantar e da panturrilha. Evite a sobrecarga. Programe atividades físicas gradualmente e não execute mudanças bruscas na intensidade. “Com as medidas corretas, é possível prevenir o esporão ou, ao menos, evitar complicações graves”, finaliza Tiago Baumfeld.

Calo dói? Entenda quando pode ser um problema maior
Calo e Calosidade

Calo dói? Entenda quando pode ser um problema maior

Calos são uma  resposta natural da pele ao atrito e à pressão repetitiva, formando uma camada mais grossa de pele. A pressão no lugar pode gerar dor e desconforto. O que faz o calo doer mais? Via de regra, o calo literalmente aperta quando ocorre atrito constante ou pressão excessiva, dois fatores suficientes para aumentar a dor. Mas a ligação com nervos também pode explicar a dor intensa. A podóloga Maria Eliza Silva, bacharel em Podologia pela International University of the Health Sciences e pela School of Medicine, de St. Christopher and Nevis, explica que calos com núcleo, ou seja, em formato cônico e que atingem terminações nervosas, são especialmente dolorosos. “Esse tipo de calo é chamado de neurovascular e costuma ser bastante dolorido, pela pressão e pelo inchaço”, descreve. Além disso, problemas biomecânicos, como pisada incorreta ou desequilíbrios de peso ao caminhar, também aumentam o risco de calos dolorosos. “Pisar de forma inadequada sobrecarrega certas regiões dos pés, fazendo com que calos e calosidades surjam e fiquem doloridos”, acrescenta Armando Bega. Quando um calo representa problema Nem todo calo é um problema, contudo, a presença de dor intensa, vermelhidão, lesões ao redor ou sinais de inflamação soa o alerta. Um calo que não é tratado corretamente pode servir de entrada para bactérias e causar infecções, especialmente em pacientes diabéticos e/ou idosos. “Esses grupos precisam de cuidado extra, já que as condições do sistema circulatório são mais frágeis, o que pode dificultar a cicatrização de feridas causadas pelo calo”, ressalta Maria Eliza. Além dos riscos de infecção, calos que afetam a qualidade de vida merecem atenção. Se o calo prejudica a caminhada ou impede o uso de sapatos de modo confortável, por exemplo, é fundamental buscar ajuda profissional. “Vale lembrar que eliminar o calo sem tratar sua causa apenas adia o problema, pois ele volta a crescer em pouco tempo”, alerta o podólogo Bega. Calo pode desaparecer sozinho Em alguns casos, o calo pode desaparecer sem intervenção, especialmente se o fator causal for removido - por exemplo, a troca de um calçado inadequado por outro que reduza a pressão pode fazer o calo regredir naturalmente. No entanto, o podólogo lembra que, se a causa do calo for um problema biomecânico ou alterações estruturais no pé, como uma pisada incorreta ou sobrecarga de peso, a remoção completa exige tratamento especializado. “Nesses casos, o uso de palmilhas personalizadas, ajustes posturais e fortalecimento dos músculos dos pés ajudam a impedir que o calo reapareça”, afirma Armando Bega. Busque um especialista O tratamento vai além da remoção do calo. O podólogo trata o problema e, também, investiga a causa para evitar sua recorrência. Segundo a podóloga Maria Eliza Silva, o atendimento em consultório inclui uma análise completa dos fatores de risco. “Durante a consulta, é importante investigar o tipo de calçado usado, a frequência de atividade física e até o ambiente de trabalho do paciente e se ele fica muito tempo em pé”, exemplifica. Após a avaliação, o profissional pode recomendar palmilhas ortopédicas, órteses e protetores para aliviar o atrito e evitar o reaparecimento do calo. Em casa, os cuidados básicos como hidratação diária e higiene dos pés ajudam a manter a pele macia e evitar a formação incômoda. A profissional recomenda também verificar regularmente os calçados para garantir que estejam em bom estado e não promovam atrito. No entanto, a especialista reforça que o tratamento completo só deve ser feito em consultório, com instrumentos esterilizados, para evitar lesões e possíveis infecções.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções