Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
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Almofada Plantar Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

Alívia dores de metatarsalgia, calos e neuroma de Morton. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.

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Almofada Plantar Tamanho 34 a 38
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Almofada plantar Tenys Pé Baruel

Quantidade

(tamanho 34 a 38) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alivia dores plantares
• Absorve impacto
• Abrange toda região metatarsal
• Elimina o desconforto com o calçado
• Protege contra o atrito
• Formato anatômico
• Proporciona conforto
• Costura delicada e toque aveludado
• Ideal para peles delicadas
• Permite utilização em calçados abertos e fechados
• Ideal para usar em sapatos e sandálias de salto
• Promove bem-estar

Dicas de Uso

Vestir o produto no pé posicionando-o no plantar.

Pode ser utilizado em calçados abertos ou fechados.

Produto reutilizável. Lavar com água e sabão neutro e secar à sombra. Evite atrito ao lavar.

Realizar a troca quando o mesmo apresentar desgaste aparente ou quando desejável.

Resultado

Alívio das dores plantares, metatarsalgia, calos e calosidades e neuroma de Morton.

Mais conforto e bem-estar no caminhar.

Ingredientes

GEL POLÍMERO (100% TPE), ÓLEO MINERAL (USP) E TECIDO (92% POLIAMIDA 8% ELASTANO).

Mais sobre Almofada Plantar Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

A Almofada Plantar Tenys Pé Baruel é ideal para casos de metatarsalgia, calos e calosidades. Sua almofada de gel absorve o impacto, protege a região e impede o atrito e pressão do sapato.

Para alívio de dores plantares e mais conforto, ela pode ser usada com qualquer calçado, sendo ideal para sapatos com salto.

Com formato anatômico, Almofada Plantar Tenys Pé abrange toda a região metatarsal, promovendo melhor adaptação e proteção aos pés.

Desenvolvida com tecido especial, a almofada plantar tem toque aveludado confortável e protege contra o atrito. Sua costura foi pensada para evitar desconforto na pele, mesmo nas peles delicadas.

A almofada de gel atua diretamente na absorção do impacto, aliviando as dores e pressão na planta do pé para promover sensação de conforto e bem-estar.

Ideal para pessoas com metatarsalgia, calos, calosidades, idosos ou pessoas que querem conforto ao usar salto alto.

Conforto para os pés seja em cima do salto, numa sapatilha ou em um tênis.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Spa dos pés: monte seu cronograma de autocuidado
Spa dos Pés

Spa dos pés: monte seu cronograma de autocuidado

Deixando um pouco a questão estética de lado, cuidar dos pés é uma forma de garantir conforto, saúde e bem-estar no dia a dia. Com a correria da rotina, muitas pessoas negligenciam essa parte do corpo, responsável por suportar o peso e o ritmo de todas as atividades. Um bom cronograma de spa dos pés ajuda a prevenir ressecamentos, calos, rachaduras e até dores musculares, proporcionando relaxamento e equilíbrio. Como ensina Talita Bovi, esteticista e cosmetóloga, mestre em Engenharia Biomédica e especialista em Medicina Estética e Cosmetologia, o segredo está em combinar etapas simples e regulares que envolvem limpeza, hidratação e estímulo à circulação. “Assim como o rosto e o corpo, os pés merecem uma rotina organizada e personalizada. O ideal é unir prevenção, conforto e bem-estar sensorial para manter a pele sempre macia e saudável”, explica. Na opinião da podóloga Sheila Cristina Ferreira, o acompanhamento profissional é essencial, especialmente para quem apresenta ressecamento severo, calosidades ou pequenas fissuras. “O ideal é realizar procedimentos mais profundos, como esfoliação e remoção de calos, a cada 15 dias ou conforme a necessidade individual da pele”, orienta. Etapas essenciais da rotina Independentemente da estação, algumas práticas devem ser mantidas todas as semanas para preservar a saúde dos pés: Higienização: lave os pés diariamente com sabonete neutro e, se possível, use uma escovinha para limpar as unhas, é o primeiro passo; Escalda-pés: reserve um momento de autocuidado com os pés, pois ajuda a relaxar, refrescar e ativar a circulação; Esfoliação: esfolie delicadamente a base dos pés para remover as células mortas e evita o ressecamento; Hidratação profunda: use cremes, manteigas vegetais ou óleos nutritivos; Finalização: aplique sérum leve ou creme e finalize com uma massagem relaxante. Talita Bovi acrescenta que o tipo de pele interfere diretamente na rotina de cuidados, sendo que: Peles secas precisam de manteigas vegetais mais densas, como karité ou cacau, e hidratação intensa pelo menos duas vezes por semana; Peles sensíveis devem evitar fragrâncias fortes e produtos com ácidos; Peles espessas se beneficiam de esfoliações e máscaras hidratantes específicas. Produtos ideais e cuidados certos Assim, na escolha dos produtos, a especialista recomenda priorizar fórmulas naturais e multifuncionais: Manteigas vegetais (karité, cacau, cupuaçu): restauram a barreira cutânea; Óleos vegetais (amêndoas doces, semente de uva, algodão): nutrem e amaciam; Géis refrescantes com mentol, arnica ou castanha-da-índia: ativam a circulação e aliviam o cansaço; Esfoliantes suaves com sal, açúcar ou microesferas vegetais: promovem renovação celular; Máscaras nutritivas com argila branca e óleos vegetais: regeneram e acalmam a pele. Cronograma de spa dos pés A seguir, as profissionais indicam uma série de cuidados com os pés, organizados em cronogramas semanais e mensais. SEMANAL Diariamente: higienização, secagem completa e uso de creme hidratante antes de dormir (vale usar meias de algodão para potencializar o efeito). Segunda-feira: escalda-pés com ervas refrescantes e hidratação leve. Quarta-feira: esfoliação suave e aplicação de máscara nutritiva. Sexta-feira: escalda-pés + massagem com óleo vegetal ou manteiga hidratante. MENSAL 1ª semana: escalda-pés + esfoliação suave + hidratação nutritiva; 2ª semana: foco no relaxamento e estímulo circulatório, com ervas aromáticas e reflexologia leve; 3ª semana: tratamento intensivo com parafina estética ou manteigas vegetais densas; 4ª semana: ritual completo de spa dos pés, com limpeza, esfoliação, hidratação e massagem relaxante. Para Sheila, incluir o acompanhamento profissional é fundamental: “Além dos cuidados semanais, reserve uma visita mensal ao podólogo. Isso garante que pequenas alterações sejam identificadas cedo e evita complicações futuras.” Manutenção X tratamento intensivo Vale lembrar que, enquanto a manutenção tem foco preventivo para preservar maciez, hidratação e aparência saudável dos pés com rituais leves e regulares, o tratamento intensivo é indicado quando há ressecamento severo, fissuras ou calosidades, exigindo produtos mais potentes e maior frequência de hidratação. Segundo a esteticista, a chave está na constância. “A manutenção é contínua, enquanto o tratamento intensivo é pontual. Ambos se complementam e garantem pés bonitos e saudáveis ao longo do tempo”, enfatiza.

Podóloga chama atenção para cuidados com os pés no inverno
Cuidado Diário

Podóloga chama atenção para cuidados com os pés no inverno

Com a chegada do inverno, é comum que os pés recebam menos atenção. As temperaturas mais baixas fazem com que eles permaneçam mais tempo protegidos por meias e calçados fechados, criando a falsa sensação de que estão saudáveis apenas por não estarem expostos. Porém, é justamente nessa época do ano que muitos problemas podológicos tendem a surgir ou se agravar. O frio reduz naturalmente a hidratação da pele, favorecendo ressecamento, descamações e fissuras, principalmente na região dos calcanhares. Pequenas rachaduras que parecem apenas um incômodo estético podem evoluir para dores, sangramentos e até portas de entrada para infecções. Além disso, o uso prolongado de sapatos fechados aumenta a umidade e o abafamento dos pés, criando um ambiente ideal para proliferação de fungos e bactérias. Muitas pessoas acreditam que as micoses aparecem apenas no verão, mas o inverno também oferece condições favoráveis, especialmente quando há suor excessivo e pouca ventilação. Outro hábito comum nessa estação é tomar banhos muito quentes, o que contribui ainda mais para o ressecamento da pele. A hidratação correta dos pés torna-se essencial durante esse período, sempre utilizando produtos adequados e evitando excessos entre os dedos, região mais propensa à umidade e infecções. A escolha dos calçados também merece atenção. Sapatos apertados, sem ventilação e utilizados por muitas horas seguidas podem causar pressão excessiva, dores, calosidades e alterações nas unhas. Sempre que possível, é importante alternar os calçados e permitir que eles arejem completamente antes do próximo uso. Pacientes diabéticos, idosos e pessoas com problemas circulatórios devem redobrar os cuidados no inverno. A diminuição da sensibilidade associada ao ressecamento intenso pode fazer com que pequenas lesões passem despercebidas e evoluam silenciosamente. Cuidar dos pés no inverno é uma questão de saúde, e, observar sinais como alterações na pele, odores, coceiras, unhas modificadas ou dores é fundamental para buscar orientação profissional antes do agravamento do quadro. Quando os pés recebem os cuidados corretos, refletem diretamente em bem-estar e qualidade de vida.

A verruga plantar pode estar na sua casa (e você nem imagina)
Verruga Plantar

A verruga plantar pode estar na sua casa (e você nem imagina)

Apesar de ser normalmente associada a piscinas e vestiários, a verruga plantar pode ser transmitida e adquirida dentro da sua própria casa, sabia? Isso porque ambientes úmidos como o banheiro e itens pessoais compartilhados criam condições perfeitas para o contágio, mesmo que os moradores nem percebam. “A verruga plantar é causada por tipos cutâneos do Papilomavírus Humano (HPV). A infecção pode ocorrer por contato direto, pele com pele, ou de forma indireta, por meio de superfícies e objetos contaminados”, explica o dermatologista Joaquim Xavier, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Segundo o médico, o vírus penetra pela pele, por meio de microtraumas, ou seja, pequenas fissuras. “Há relatos na literatura de persistência por horas e possivelmente dias em superfícies domésticas, especialmente em ambientes úmidos”, acrescenta. Uma casa, muitos riscos Nem sempre a pessoa sabe que tem a verruga plantar, popularmente conhecida como olho de peixe. Compartilhar toalhas, meias, chinelos, alicates e lixas amplia a probabilidade de contágio, principalmente quando as lesões estão abertas ou a pele está macerada. Lavar os itens reduz a carga viral, assim como higienizar pisos e superfícies dos cômodos. Falando em ambientes, os que mais favorecem a transmissão são: banheiros; pisos de box; tapetes e capachos de banheiro; pisos molhados onde se anda descalço. O dermatologista Joaquim Xavier reforça que três mecanismos principais explicam esse risco: 1. a umidade e a temperatura moderada enfraquecem a barreira cutânea; 2. o contato descalço aumenta a exposição a superfícies contaminadas; 3. os tecidos úmidos retêm partículas virais e células infectadas por tempo suficiente para transmitir a outra pessoa. Como identificar e interromper a transmissão A podóloga Deise Ferraz conta que é mais comum do que se imagina atender pacientes que contraíram verruga plantar dentro de casa. Ela também alerta que muitas pessoas costumam confundir a verruga com calos, mas não se trata da mesma coisa. Para diferenciar, é preciso atentar aos detalhes. As principais características da verruga plantar são: lesão endurecida na sola do pé; pontinhos pretos centrais; interrupção das linhas naturais da pele; dor à compressão. “Se alguém já estiver infectado, andar descalço é perigoso. A pele do pé tem microfissuras que nem conseguimos ver e o vírus entra por ali. Não é preciso viver de sapato dentro de casa, mas, nesses casos, o chinelo ajuda muito”, orienta a profissional. Prevenção e tratamento Para evitar novas infecções dentro de casa, os especialistas recomendam: Não compartilhar objetos pessoais. Secar bem os pés e entre os dedos. Manter tapetes limpos e secos. Usar chinelo em banheiro compartilhado. Cobrir a verruga no dia a dia. Higienizar as mãos após tocar a lesão. Evitar cutucar ou tentar removê-la por conta própria. Em alguns casos, especialmente em crianças, muitas verrugas podem regredir espontaneamente com o tempo, graças à ação do sistema imune. Quando persistem ou causam dor, a recomendação é procurar avaliação dermatológica para tratá-las. O médico lembra que existem tratamentos seguros e eficazes, como a crioterapia com nitrogênio líquido, que pode ser associada ao ácido salicílico domiciliar. Outras terapias incluem medicamentos injetáveis ou métodos de destruição da lesão, sempre com prescrição profissional e avaliação individual do caso.

Usar calçados inadequados traz riscos à saúde do pé
Fricção e Impacto do Calçado

Usar calçados inadequados traz riscos à saúde do pé

A escolha do calçado ideal vai muito além da estética, já que sapatos inadequados podem trazer riscos à saúde dos pés, pernas e até da coluna e, consequentemente, afetar a mobilidade. “Um modelo é impróprio quando não oferece suporte e amortecimento para a biomecânica do pé, levando a problemas variados”, explica o ortopedista e traumatologista Leonardo Quental, membro da The American Orthopaedic Foot and Ankle Society. O que caracteriza um calçado inadequado? Para ser adequado, o sapato precisa respeitar a anatomia do pé e oferecer suporte e conforto. Veja os principais fatores que o tornam inadequado: Ser de material rígido ou sintético, pois aumenta a fricção e o suor, predispondo a bolhas e infecções; Ter bico fino, solado reto e salto alto, três características que alteram a postura e sobrecarregam as articulações; Estar muito apertado, já que tamanhos menores comprimem os dedos – principal causa de calosidades e unhas encravadas; Não oferecer o amortecimento necessário. De acordo com a podóloga Silvana Rocha, calçados apertados ou com bico fino, além de causarem calos e calosidades, aumentam o risco de deformidades nos pés, como joanetes e dedos em martelo. “Esses modelos também pressionam as unhas, facilitando infecções e inflamações”, alerta a especialista em atendimento humanizado. Riscos à saúde O uso prolongado de calçados que não respeitam a biomecânica pode causar problemas em diversas áreas do corpo: Nos pés: calos, bolhas, unhas encravadas, joanetes e fascite plantar; Nas pernas: dores musculares, fadiga, varizes e inchaço; Na coluna: dores lombares, escoliose e até hérnia de disco; Outras articulações, provocando dores nos joelhos e quadril. Juntos, esses fatores são capazes de comprometer o alinhamento postural e a distribuição do peso corporal da pessoa. Como escolher um calçado “saudável” Para preservar a saúde dos pés, os profissionais sugerem os seguintes cuidados ao escolher os próximos calçados: Checar se o calçado permite que os dedos se movam confortavelmente; Optar por materiais naturais e respiráveis; Escolher modelos que sigam o formato natural do pé e tenham bom suporte ao arco plantar; Preferir solas com bom amortecimento para reduzir o impacto; Saber que cada atividade requer um tipo específico de calçado; Consultar um profissional, principalmente ao ter necessidades específicas que precisam de orientação. A podóloga Silvana Rocha acrescenta ainda que reservar momentos para andar descalço, especialmente em superfícies naturais, ajuda a fortalecer a musculatura dos pés e melhorar a circulação. “Por outro lado, deve-se evitar superfícies duras para não sobrecarregar as articulações”, pontua. Para aliviar o incômodo diário, a profissional orienta que, após o uso de calçados desconfortáveis, alguns cuidados ajudar a aliviar, como: Massagear os pés para aliviar a tensão e melhorar a circulação; Mergulhá-los em água morna com sal grosso e óleos essenciais para relaxar e reduzir o inchaço; Hidratar a região, inclusive com produtos específicos para calos e calosidades. Tratando os problemas Se o efeito negativo do calçado foi mais avançado do que se espera, o ortopedista do que Nesse sentido, o ortopedista Leonardo Quental aponta formas conservadoras de tratamento, ou seja, que não requerem cirurgia: Repousar; Usar palmilhas; Fazer fisioterapia; Tomar medicação para dor e inflamação, sempre com orientação e prescrição médica. Já as intervenções cirúrgicas se aplicam apenas aos quadros graves, como os de deformidades ósseas, que só podem ser corrigidas desta maneira. “O ideal é que os sintomas iniciais sejam investigados para evitar agravamentos”, ressalta o ortopedista e traumatologista.

Unha encravada ou granuloma? Saiba como diferenciar
Unha Encravada

Unha encravada ou granuloma? Saiba como diferenciar

Dor e inchaço nos cantos das unhas podem ser sinais comuns de unha encravada, mas também podem indicar uma complicação conhecida como granuloma. Embora tenham características parecidas, essas condições são diferentes e exigem cuidados específicos. A dermatologista Cíntia Grü̈ndler esclarece que unha encravada, conhecida tecnicamente por onicocriptose, acontece quando uma parte da unha vai crescendo em direção à pele e, ali, causa uma lesão, que gera dor e incômodo. “Pode ser uma condição congênita ou decorrer de um corte errado, arredondado”, esclarece. A podóloga Fernanda Ribeiro complementa que o granuloma costuma aparecer justamente como consequência dessa unha encravada. “É uma reação do corpo quando tem uma inflamação. Fica uma bolinha vermelha bem inchada, que pode até sangrar”, explica. Unha encravada ou granuloma? Ambas as condições podem causar dor e inflamação, mas há sinais que ajudam a diferenciá-las. Veja os principais: Unha encravada: a lateral da unha cresce em direção à pele, causando dor antes mesmo da inflamação surgir. A pele pode ficar inchada e avermelhada, mas mantém seu formato original. Granuloma: ocorre quando a inflamação já está avançada. Forma-se um tecido exuberante, conhecido como "carne esponjosa", que sangra facilmente ao toque e pode cobrir parte da unha. “O granuloma é uma resposta do organismo a um trauma contínuo na pele, seja por unha encravada ou até mesmo um machucado causado ao retirar a cutícula”, acrescenta a especialista em dermatologia. Causas e fatores de risco Cíntia Grü̈ndler e Fernanda Ribeiro apontam alguns dos principais fatores que podem levar ao surgimento de ambas as condições – juntas ou separadas. Saiba mais: Unha encravada: corte inadequado da unha, como formato arredondado; uso de calçados apertados, anatomia natural da unha e traumas repetitivos nos pés. Granuloma: normalmente surge como complicação de uma unha encravada, mas também pode ser causado por ferimentos, como corte excessivo da cutícula ou impacto na unha. Tratamentos indicados Os tratamentos variam conforme a gravidade do caso. Segundo Fernanda, a unha encravada pode ser corrigida com a remoção cuidadosa da parte da unha que penetrou na pele, seguida de um corte adequado. No caso do granuloma, Grü̈ndler diz que o tratamento pode exigir procedimentos adicionais. “Se for pequeno, conseguimos tratá-lo com ácidos ou eletrocoagulação. Mas, em casos mais graves, pode ser necessária uma cirurgia para remover o tecido afetado e corrigir a unha encravada, se houver”, detalha. Podólogo ou dermatologista: qual procurar? O podólogo tem um papel fundamental na prevenção e no tratamento inicial da unha encravada. “Conseguimos aliviar a dor, corrigir o corte inadequado da unha e orientar o paciente para evitar que o problema volte a ocorrer”, destaca Fernanda. Já o dermatologista entra em cena quando há complicações, como o surgimento do granuloma. “Se a lesão for grande ou persistente, o tratamento pode envolver procedimentos médicos específicos”, complementa Cíntia. Independentemente do profissional, o lembrete é: se notar sinais de inflamação, dor intensa ou uma lesão que não cicatriza, é importante buscar ajuda especializada para evitar complicações maiores.

Como tratar a frieira no pé rapidamente
Frieira e Micose

Como tratar a frieira no pé rapidamente

Quando começa a dar uma coceirinha ou uma leve sensação de ardência entre os dedos do pé, é preciso agir rápido para tratar a frieira (também conhecida como pé de atleta). Frieira é o nome popular da tinea pedis, uma infecção causada por fungos que se aproveitam da umidade entre os dedos do pé para se multiplicar. “A associação entre calçado fechado, transpiração e calor cria o ambiente propício para a proliferação dos fungos”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. O problema é que, se a infecção não for tratada, ela avança. A coceirinha pode virar uma descamação que deixa a região em carne viva. Além disso, a frieira é contagiosa e transmissível pelo contato da pele com toalhas, tapetes, meias e outros objetos, além do piso do chuveiro. Como tratar a frieira Os primeiros sintomas da frieira são uma leve coceira e sensação de ardor ou queimação entre os dedos dos pés. “Esses já são indícios do início da infecção”, ressalta Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). Nessa fase inicial, é bom procurar um(a) enfermeiro(a) podiatra para iniciar o tratamento. Se a frieira não for tratada, o avanço da infecção será percebido pela vermelhidão mais intensa e por rachaduras na pele, que também pode ficar mais “escamosa” e descascar. Nesse caso, é preciso tratar a região com uma pomada antifúngica receitada por um(a) especialista. Quando a infecção chega à fase mais avançada, a pele fica esbranquiçada e úmida (especialmente na região do dedinho) ou até em carne viva, e é necessário tomar remédios antifúngicos via oral. “O fungo demora para sair do nosso organismo; então, é preciso fazer o tratamento recomendado por 30 dias, mesmo na fase inicial”, afirma Schwarz. “A pele leva 28 dias para recompor todas as suas camadas.” Cuidados durante o tratamento Durante o tratamento, alguns cuidados devem ser tomados para não piorar o quadro e para não transmitir a doença. Depois do banho, o ideal é secar os pés com uma toalha pequena, de preferência descartável. Se não puder, use uma toalha menor e lave-a logo depois de usar. Para fazer essa descontaminação, Schwarz recomenda misturar um copo de 200 ml de vinagre 6% (que não é o de cozinha) à água da lavagem. “O ácido acético tem um grande poder de eliminar fungos”, completa. As meias também requerem um cuidado especial para não contaminar as outras roupas na lavagem. A dica de Schwarz é lavá-las separadamente ou deixá-las de molho nessa solução de água e vinagre antes de colocar na máquina com outras peças. Bega recomenda usar calçados e meias feitos de tecidos “respiráveis”, que absorvam o suor. “Evite o uso prolongado de calçados de tecido sintético. Eles fazem o pé transpirar mais, não absorvem a transpiração e estão mais associados aos casos de frieira, inclusive à dificuldade de tratá-las”, explica. O mesmo vale para as meias, que devem ser trocadas todos os dias. “Meias de algodão absorvem a transpiração, dificultam a proliferação de fungos e ajudam a manter os pés secos”, completa o especialista. Para não transmitir a doença, higienize o boxe com vinagre a 6%, troque com mais frequência o tapete do banheiro e não compartilhe toalhas, meias e calçados com outras pessoas.

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