Almofada Plantar Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel
Almofada plantar para alívio de dores na planta do pé. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.
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Almofada plantar para alívio de dores na planta do pé. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.
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Benefícios
• Alivia dores plantares
• Absorve impacto
• Abrange toda região metatarsal
• Elimina o desconforto com o calçado
• Protege contra o atrito
• Formato anatômico
• Proporciona conforto
• Costura delicada e toque aveludado
• Ideal para peles delicadas
• Permite utilização em calçados abertos e fechados
• Ideal para usar em sapatos e sandálias de salto
• Promove bem-estar
Dicas de Uso
Vestir o produto no pé posicionando-o no plantar.
Pode ser utilizado em calçados abertos ou fechados.
Produto reutilizável. Lavar com água e sabão neutro e secar à sombra. Evite atrito ao lavar.
Realizar a troca quando o mesmo apresentar desgaste aparente ou quando desejável.
Resultado
Alívio das dores plantares, metatarsalgia, calos e calosidades e neuroma de Morton.
Mais conforto e bem-estar no caminhar.
Ingredientes
GEL POLÍMERO (100% TPE), ÓLEO MINERAL (USP) E TECIDO (92% POLIAMIDA 8% ELASTANO).
Mais sobre Almofada Plantar Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel
A Almofada Plantar Tenys Pé Baruel é ideal para casos de metatarsalgia, calos e calosidades. Sua almofada de gel absorve o impacto, protege a região e impede o atrito e pressão do sapato.
Para alívio de dores plantares e mais conforto, ela pode ser usada com qualquer calçado, sendo ideal para sapatos com salto.
Com formato anatômico, Almofada Plantar Tenys Pé abrange toda a região metatarsal, promovendo melhor adaptação e proteção aos pés.
Desenvolvida com tecido especial, a almofada plantar tem toque aveludado confortável e protege contra o atrito. Sua costura foi pensada para evitar desconforto na pele, mesmo nas peles delicadas.
A almofada de gel atua diretamente na absorção do impacto, aliviando as dores e pressão na planta do pé para promover sensação de conforto e bem-estar.
Ideal para pessoas com metatarsalgia, calos, calosidades, idosos ou pessoas que querem conforto ao usar salto alto.
Conforto para os pés seja em cima do salto, numa sapatilha ou em um tênis.
Recomendações
O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Como age o Tenys Pé Baruel?
Em pó ou spray? Qual Tenys Pé usar? Ambos são desodorantes para os pés, mas um é mais indicado para quem transpira mais — descubra as diferenças entre eles. O Tenys Pé Baruel é um desodorante para os pés que basicamente tem duas funções: controlar o excesso de transpiração e eliminar 99% das bactérias e dos fungos que podem causar mau odor nesta região. Para manter os pés secos ao longo do dia ou na prática de exercícios, o Tenys Pé absorve a umidade causada pela transpiração durante essas atividades. E, para evitar que fungos e bactérias se multipliquem nos pés, possui ativos antissépticos, como o decileno glicol. Para completar, a fragrância traz um cheirinho mais agradável ao longo do dia. “O desodorante para os pés deve ser usado duas vezes ao dia, de preferência de manhã e à noite”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Para quem é indicado o Tenys Pé Baruel em pó? A versão do desodorante em pó é mais indicada para quem costuma transpirar bastante no pé (seja no cotidiano, seja na prática de esportes), aponta Bega. “O Tenys Pé Baruel em pó é mais específico para uma pele que transpira mais”, completa. “Por estar na forma de talco, ele absorve a transpiração quando entra em contato com a pele e mantém a região do pé mais seca.” Bega ressalta que o Tenys Pé Baruel em pó é formulado com ingredientes específicos para a pele dos pés. “Usar talco comum, ou mesmo os formulados para bebês, não é indicado porque eles não contêm as substâncias específicas para a microbiota dos pés.” O desodorante para os pés em pó também é indicado para prevenir o aparecimento das frieiras (ou pé de atleta), uma infecção na pele causada por fungos que surgem entre os dedos do pé por excesso de suor. “Para prevenir a frieira, é melhor usar o desodorante em pó para absorver melhor a transpiração. O problema é que o excesso de transpiração pode levar ao aparecimento de fissuras no pé, e aí a frieira pode se instalar”, afirma Bega. “O pé seco fica mais protegido. Logo, se você usar algo que absorva a transpiração, isso ajuda mais do que usar um antisséptico que não absorva.” Quando é melhor usar o Tenys Pé Baruel em spray? Quem não transpira muito nos pés pode usar a versão do Tenys Pé Baruel em spray, que também tem agentes para controlara multiplicação de fungos e bactérias que podem trazer um odor indesejável. “Mesmo quando as pessoas não têm bromidrose, que é esse mau cheiro nos pés, nem todo mundo gosta desse odor. Ter um perfume, então, ajuda”, diz Bega. Assim como a versão em pó, o Tenys Pé Baruel em spray tem ação antisséptica contra bactérias e fungos que causam problemas como micoses e frieiras. “O desodorante para os pés em aerossol, que é o spray, impede o crescimento dos microrganismos e deposita no pé uma essência que também proporciona um odor agradável”, comenta Bega. “Ele é formulado especificamente para o tipo de transpiração e de microrganismos que afetam mais os pés.” Para quem prefere a versão em spray, a Baruel tem o Tenys Pé aerossol original e o Tenys Pé Jato Seco, que se difere do primeiro por ser rapidamente absorvido, sem deixar resíduos visíveis nos pés.
Qual o melhor tratamento para o pé diabético?
“A prevenção é o melhor tratamento para o pé diabético”, diz Sonia Bauer, podóloga com atenção ao pé diabetico e laserterapeuta. “Informação é algo precioso porque ensina o autocuidado que, sem dúvida, é primordial para evitar vários problemas”, complementa Sonia. Segundo ela, são necessários também: profissionais capacitados e políticas públicas para oferecer ao paciente, principalmente aqueles que não possuem recursos, um atendimento de qualidade. Sonia conta que em sua trajetória profissional, não havia escolhido a podologia como primeira opção, mas sabe que foi a escolha certa. “A podologia foi um divisor de água na minha vida de forma ampla. Num momento delicado transformou a minha vida e me deu oportunidade de um recomeço”, explica a profissional que era professora de língua portuguesa. Para ela, a podologia supriu e supre uma faceta de sua personalidade que é o cuidado de forma humanizada e com responsabilidade. “Eu sou encantada pela minha profissão e isso me faz buscar sempre o conhecimento para oferecer resultados”, afirma a podóloga. Quando comecei a trabalhar na podologia, percebi que os profissionais tinham um verdadeiro pavor em atuar no pé diabético e isso me incomodava porque esse paciente ficava sem o devido tratamento. Na época havia muita desinformação e preconceito contra a podologia. “O podólogo era mal visto e isso era terrível para o paciente que não tinha as orientações necessárias preventivas de cuidados e muitos, ou a maioria, dependia de um sistema de saúde gratuito”, lembra Sonia. Vendo essa necessidade, ela procurou uma forma de ajudar. “Fui batendo nas portas até que na Santa Casa de Misericórdia, junto a um médico visionário, Dr Rodrigo Siqueira, que entendeu a podologia e me aceitou dentro da equipe. Lá pude adquirir bastante conhecimento teórico e prático sobre o pé diabético”, conta Sonia. Segundo ela, essa oportunidade foi uma escola por possibilitar o convívio com profissionais que tratavam a condição. “O aprendizado que adquiri lá me deu ferramentas para educar, informar e tratar do pé diabético. Lá também conheci o projeto ‘De olho no pé’ do Dr. Jackson Caiafa e pude beber dessa fonte inesgotável de conhecimento”, conta a podóloga. Após quase dois anos, vendo a necessidade urgente do paciente de forma integral, Sonia percebeu que havia uma falha no atendimento primário, entendeu melhor onde faltavam recursos e pode compreender e aprender a melhor forma de ajudar os pacientes com pé diabético. “Era essa missão que eu desejava. Levar educação e informação para diminuir as amputações, dar qualidade de vida e sobretudo salvar vidas!”, diz Sonia. A profissional continua com a missão e agora também trabalha para multiplicar os profissionais aptos para atender de forma humanizada e com conhecimento específico sobre o pé diabético. É possível reverter o pé diabético? “Não, assim como não é possível reverter a diabetes. Talvez num futuro, diante de tantas pesquisas sendo desenvolvidas, esse quadro mude, mas no momento não”, diz Sonia. Mas ela esclarece que o que é possível nos casos de pé diabético é prevenir para evitar lesões e complicações. “Todos os casos que atendo são gratificantes, mas aqueles que eu consigo, junto com a equipe, tirar da fila de amputações, esses realmente trazem uma sensação de dever cumprido e de missão realizada”, finaliza a podóloga especialista em pé diabético.
Calos e calosidades: saiba as diferenças e como prevenir
Nomes parecidos, mas condições distintas: enquanto os calos são formações superficiais e não costumam doer, enquanto as calosidades são mais profundas, focais e, consequentemente, dolorosas. Saber diferenciá-los é importante para buscar o tratamento correto e evitar complicações. Da mesma forma, entender o que difere entre eles é necessário para preveni-los adequadamente. De acordo com a podóloga Renata Rodrigues, capacitada em pés diabéticos pelo Ibrap Educação, o local e tipo de formação também são características que diferenciam um e outro. “Os calos têm um núcleo duro, comum nas laterais dos dedos. Já as calosidades se formam em áreas de maior pressão, como solas e calcanhares”, complementa a também podóloga Leila Dutra, especialista em micose e cuidados com pés geriátricos e diabéticos. Como surgem os calos e calosidades Vários fatores do cotidiano favorecem o desenvolvimento desses tipos de formação, como: Usar calçados inadequados. Aqueles sapatos apertados, com bico fino ou feitos de materiais rígidos, aumentam o atrito e a pressão nos pés – dois fatores causadores das condições. Ter deformidades nos pés. Problemas como hálux valgo, pé cavo ou metatarsalgia favorecem a formação de calosidades em áreas específicas. Pressionar áreas ósseas. O contato constante entre os ossos do pé e o calçado aumentam a propensão de surgirem calos por ali. Estar com sobrepeso ou obesidade. Quando significativo, o peso extra sobrecarrega pontos de apoio e leva à formação de calosidades espessas. Como prevenir os calos e calosidades Apesar do incômodo e das dores causadas pelos calos e calosidades, a boa notícia é que é possível evitá-los com algumas mudanças de hábitos. A podóloga Renata Rodrigues recomenda usar calçados de boa qualidade e com formatos anatômicos, além de meias sem costura e adotar um capricho extra na hidratação dos pés. A podóloga Leila Dutra, por sua vez, observa que o uso de palmilhas personalizadas é uma saída para prevenir o surgimento de novas formações, sobretudo para quem sofre com deformidades. Quando é hora de consultar um podólogo A recomendação é buscar um profissional capacitado ao notar qualquer aumento de pele, dor ou desconforto ao caminhar, assim como perceber mudanças na aparência dos pés. “Calosidades que não são tratadas ficam mais espessas e doloridas, podendo até causar fissuras na pele, o que aumenta o risco de infecção”, destaca Renata Rodrigues. Leila Dutra acrescenta que consultas regulares são sempre bem-vindas, uma vez que ajudam a identificar quaisquer problemas com antecedência e, com isso, iniciar o tratamento ao primeiro sinal. A periodicidade das visitas também permite que medidas preventivas sejam feitas com regularidade e, assim, evitar os calos, as calosidades e outras questões. Tratamentos para calos e calosidades Quando a presença deles já não é impercebível ou houve um diagnóstico, existem três formas de tratá-los: Fazer podoprofilaxia. Passar por sessões a cada 20 dias é eficaz para remover as camadas endurecidas da pele e aliviar o desconforto. Usar emolientes e desbaste. Para calosidades mais espessas, o uso de emolientes e desbaste (redução da espessamento), desde que controlado, é eficaz, rápido, indolor e traz alívio imediato. Aderir à argiloterapia com óleos essenciais. A técnica é hidratante e capaz de cicatrizar áreas mais ressecadas para evitar rachaduras dolorosas. Algumas dicas caseiras funcionam. A podóloga Leila diz que “evitar atritos repetidos, usar calçados com espaços adequados e hidratar os pés diariamente com cremes específicos” é bem efetivo. Contudo, a avaliação profissional continua sendo importante, principalmente quando o desconforto é persistente. “Manter visitas regulares a um podólogo é um investimento na saúde e conforto para os pés, prevenindo o agravamento de calos e calosidades ao longo do tempo”, finaliza Renata.
Por que a dor no calcanhar pode chegar ao tornozelo?
Sentir dor no calcanhar já é desconfortável. Quando começa a se espalhar para o tornozelo, então, o sinal de alerta se acende. Esse tipo de irradiação costuma estar ligada a alterações na marcha e sobrecargas em cadeia, mas tem solução. Com o diagnóstico correto e tratamento adequado, o quadro tende a responder bem. A ortopedista Marília Manfrinato, especialista em cirurgia de pé e tornozelo do Hospital São Marcelino Champagnat, explica que as causas mais comuns de dor no calcanhar incluem fascite plantar (associada ou não ao esporão), tendinopatias do tendão de Aquiles, atrofia do coxim gorduroso plantar e compressões nervosas. “A fascite plantar responde por cerca de 80% dos casos de dor no calcanhar. Quando há sobrecarga nessa região, a forma de pisar muda e isso pode aumentar a tensão no tornozelo”, justifica a médica. Por que a dor pode irradiar? A dor não se espalha por acaso do pé para o calcanhar. Estruturas como a fáscia plantar, o tendão de Aquiles e a musculatura da panturrilha funcionam como uma cadeia integrada nos movimentos do pé e do tornozelo. Quando o calcanhar dói, o corpo altera a marcha para aliviar o impacto e essa adaptação acaba sobrecarregando outras regiões. Em casos crônicos de fascite plantar, por exemplo, a dor pode se espalhar mesmo sem lesões estruturais mais graves. O alerta surge quando aparecem sintomas como: Dor em queimação, formigamento ou dormência; Dor muito intensa, difusa e persistente; Piora súbita, com dificuldade para apoiar o pé ou caminhar. Tais sinais podem indicar compressões nervosas, fraturas ou rupturas e exigem avaliação médica imediata. Estruturas que podem estar envolvidas Quando a dor atinge calcanhar e tornozelo ao mesmo tempo, diferentes estruturas podem estar associadas ao quadro, como: Nervo tibial posterior; Nervos plantares; Nervo calcâneo inferior; Nervo sural; Fáscia plantar, tendão de Aquiles e articulações do pé e do tornozelo. O padrão da dor ajuda na investigação, mas não define sozinho a causa. Vale saber: Dores mecânicas costumam piorar com o uso e melhorar com o repouso; Dores inflamatórias são mais intensas em repouso, especialmente pela manhã; Dores degenerativas tendem a combinar características dos dois tipos (mecânicas e inflamatórias). Quando investigar a dor mais a fundo A especialista Marília Manfrinato diz que dores persistentes, crônicas ou sem causa bem definida pedem investigação mais aprofundada. Também merecem atenção especial os casos de: Dor intensa após quedas ou entorses; Sinais inflamatórios ou infecciosos, como inchaço, calor e vermelhidão; Piora progressiva da dor, especialmente em pessoas com diabetes; Manutenção da dor mesmo após cirurgia ou tratamento conservador bem conduzido. O diagnóstico parte da história clínica e do exame físico. Em muitas situações, a fascite plantar pode ser confirmada por ultrassonografia, enquanto compressões nervosas e tendinopatias podem exigir ressonância magnética. O papel da fisioterapia no controle da dor Do ponto de vista funcional, a fisioterapeuta Flavia Makoski Ciescilivski, do Hospital Universitário Cajuru, esclarece que a reação automática à dor no calcanhar é a pessoa tentar tirá-lo do chão o mais rápido possível. “Isso encurta o tempo de apoio inicial e antecipa a carga sobre o tornozelo, que passa a absorver impacto sem a ajuda adequada do calcâneo”, detalha a profissional. Na prática, esse mecanismo de proteção gera compensações como pisar mais de lado, sobrecarregar músculos que não deveriam assumir essa função e perder eficiência na caminhada. Com o tempo, surgem cansaço precoce, sensação de peso na perna e dor em novas regiões. Reorganizar o movimento é essencial A fisioterapia atua para interromper esse efeito em cadeia, não apenas aliviando a dor, mas reorganizando a forma de andar. Entre as abordagens mais utilizadas estão: Reintrodução progressiva do contato do calcanhar com o solo; Exercícios de transferência lenta de peso do retropé para o antepé; Treinos de apoio respeitando a tolerância à carga; Fortalecimento e reeducação do movimento. “O fortalecimento e a reeducação são decisivos para evitar que a dor se espalhe ou se torne crônica. Não é só tratar o calcanhar, mas devolver ao corpo uma pisada eficiente”, reforça a fisioterapeuta. Além disso, a ortopedista Marília reforça que a dor no calcanhar não deve ser normalizada. Quanto mais precoce for a avaliação, maiores são as chances de resolução com tratamentos mais simples e conservadores.
Por que causa bolha no pé?
Há exceções, é claro, mas usar um sapato novo que falta lacear ou caminhar por muito tempo com um sapato apertado quase sempre resulta em bolhas. O incômodo que quase tira o pé de circulação causa dores e desconfortos que não passam despercebidos. Além disso, sem o cuidado adequado, bolhas podem até infeccionar. Afinal, por que elas surgem e como evitá-las? De acordo com a podóloga Luciana Alves, especialista em técnicas de relaxamento e docente do curso técnico de podologia, as bolhas são mecanismos de defesa do corpo. “Surgem quando há atrito ou pressão excessiva sobre a pele. Isso faz com que a camada superficial descole e o organismo preencha o espaço com um líquido chamado exsudato, que protege a região e ajuda na cicatrização”, explica a profissional. A culpa é dos sapatos? O atrito e a pressão levam à formação de bolhas e os sapatos desconfortáveis são os principais vilões dessa história. Porém, não são os únicos culpados. Segundo Luciana, meias inadequadas, suor excessivo ou a prática de esportes sem proteção também podem favorecer o surgimento. “As áreas mais afetadas são aquelas onde o atrito é maior, como o calcanhar, a lateral dos pés, a sola e entre os dedos”, detalha a podóloga. Assim, quem usa calçados apertados, percorre longas distâncias ou realiza atividades intensas tende a conhecer bem esse problema. Para quem nunca teve o problema e pergunta se as bolhas doem, a resposta não é tão animadora. Infelizmente, sim – e não é pouco! Isso acontece porque as terminações nervosas da pele são pressionadas. Por isso, até pequenos movimentos tendem a ser desconfortáveis, sem frescura ou exagero. A profissional dos pés esclarece que a área fica naturalmente mais sensível e irritada, causando tais desconfortos. Estourar bolhas: sim ou não Estourá-las até pode parecer a solução, mas a recomendação unânime é: não estoure. A podóloga afirma que o ideal é deixar a bolha quieta para evitar infecções, que podem agravar o quadro. “Se for pequena e não causar dor, ela deve ser protegida com curativos específicos, como os de silicone ou hidrocoloide, que aliviam a pressão”, orienta. No entanto, em casos de bolhas grandes ou muito dolorosas, o procedimento de estourar pode ser necessário, mas só deve ser realizado por um profissional qualificado, já que envolve drenagem do líquido, esterilização e proteção, entre outros cuidados. Como tratar bolhas corretamente O tratamento envolve proteger a área e manter a pele livre de contaminações. O passo a passo recomendado pela docente: 1. Não estoure! Em vez disso, proteja com curativos que aliviam a pressão; 2. Se for necessário drenar, procure um profissional qualificado. Caso seja urgente, certifique-se de que a agulha a ser usada está esterilizada e que haverá boa higienização da área, antes e depois; 3. Proteja o local após o procedimento com curativos adequados para evitar atrito e infecções; 4. Evite andar descalço, pois a sujeira pode piorar a situação e retardar a cicatrização. Dá para prevenir bolhas? A boa notícia é que sim. É possível prevenir o surgimento de bolhas com alguns cuidados simples, como: Uso de sapatos confortáveis e com o tamanho adequado, nem muito folgados, nem muito apertados; Escolha de meias que absorvam o suor e reduzam o atrito; Durante a prática de esportes com calçados novos, recomenda-se o uso de adesivos protetores ou almofadinhas de silicone nas áreas mais sensíveis. Diferencie bolhas de machucados Saber se é mesmo uma bolha ou outro tipo de machucado é necessário para entender a melhor maneira de tratar o incômodo. Nesse sentido, a especialista lembra que as bolhas têm um aspecto bem característico: são pequenas “bolsinhas” cheias de líquido. “Nem todo machucado causado por sapato desconfortável vira bolha. O atrito pode formar calos ou feridas rasas”, ressalta. “Mas, se houver líquido acumulado e inchaço, então é uma bolha”. Vale lembrar que, se as bolhas aparecerem com frequência ou não melhorarem com os cuidados caseiros, o ideal é procurar um podólogo.
Como lavar e secar o pé na hora do banho
Confira, passo a passo, como fazer a higiene diária para manter os pés protegidos de doenças e livres do mau odor. Existe uma maneira especial de lavar os pés para não ter problemas como mau odor e doenças como micose e frieira? Sim, e é uma rotina bem simples, que todos podemos adotar. Tudo começa com o banho, e podemos começar limpando as unhas. O podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo, recomenda ter uma escova de cerdas macias (que pode ser até mesmo uma escova de dentes não mais utilizada) só para elas. “No próprio boxe, enquanto você estiver limpando os seus pés, pode pegar essa escova e esfregar suas unhas, limpando no sentido único de dentro para fora. E depois pegar a bucha com o sabonete e fazer a higienização dos pés”, explica. Depois disso, podemos lavar os pés (sem deixar de lado a região entre os dedos) com água morna e sabonete comum, usando uma esponja ou uma bucha levemente, apenas para retirar a pele que descama naturalmente e pode contribuir para a formação do mau odor. “Tenha uma esponja ou bucha separada só para os pés”, recomenda Renato Buscher Cruz, docente de saúde e bem-estar do Senac Osasco. O sabonete antibacteriano pode ser usado por pessoas que, mesmo seguindo uma rotina de cuidados com os pés, ainda sentem um odor desagradável ao longo do dia, afirma o especialista — ou por quem está tratando alguma doença, como micose ou frieira (pé de atleta). E são uma opção para crianças que passaram o dia brincando descalças e estão com os pés muito sujos, acrescenta Queiroz. “Não é ideal usar diariamente se você não tem uma doença no pé, porque esse sabonete elimina a flora antibacteriana que está protegendo o seu corpo.” E depois de lavar os pés, qual é a rotina de higiene? Ao sair do banho, é extremamente importante secar bem os pés, especialmente entre os dedos. Deixar o pé bem seco evita o aparecimento de doenças como frieira, que dependem da umidade para favorecer a multiplicação de bactérias e de fungos. “A região entre os dedos deve estar sempre seca. Quanto mais seca, mais se evita a proliferação de microrganismos como os fungos”, reforça Queiroz. Quem estiver com frieira, aliás, deve tomar um cuidado extra: secar a região entre os dedos com uma toalha de papel descartável ou papel higiênico, pois os microrganismos contaminarão essa superfície. Depois desses cuidados, os pés, devidamente higienizados, estão prontos para receber o hidratante (no caso de quem tem a pele ressecada) e o desodorante. Jogo rápido: como lavar e secar os pés No banho Use sempre água morna, que ajuda a amolecer e retirar a pele que está descamando (e pode favorecer o crescimento de bactérias e fungos); Lave todas as áreas dos pés com o sabão de sua preferência — e não se esqueça de lavar entre os dedos; Limpe as unhas com uma escova de cerdas macias. Depois do banho Seque a pele dos pés suavemente, não precisa esfregar; Passe a toalha entre os dedos para secar bem essa região e evitar o aparecimento de bactérias e fungos que adoram umidade e podem causar doenças; Se tiver pele seca, passe um hidratante específico para os pés para evitar o ressecamento. Para evitar o mau odor Aplique o desodorante para os pés duas vezes por dia; Calce meias limpas todos os dias, de preferência de algodão; Dê preferência a meias e calçados feitos com tecidos “respiráveis” e evite os sintéticos; Assegure-se de que o calçado passou ao menos 24h em local arejado antes de usá-lo.

