Almofada Plantar Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel
Almofada plantar para alívio de dores na planta do pé. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.
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Almofada plantar para alívio de dores na planta do pé. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.
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Benefícios
• Alivia dores plantares
• Absorve impacto
• Abrange toda região metatarsal
• Elimina o desconforto com o calçado
• Protege contra o atrito
• Formato anatômico
• Proporciona conforto
• Costura delicada e toque aveludado
• Ideal para peles delicadas
• Permite utilização em calçados abertos e fechados
• Ideal para usar em sapatos e sandálias de salto
• Promove bem-estar
Dicas de Uso
Vestir o produto no pé posicionando-o no plantar.
Pode ser utilizado em calçados abertos ou fechados.
Produto reutilizável. Lavar com água e sabão neutro e secar à sombra. Evite atrito ao lavar.
Realizar a troca quando o mesmo apresentar desgaste aparente ou quando desejável.
Resultado
Alívio das dores plantares, metatarsalgia, calos e calosidades e neuroma de Morton.
Mais conforto e bem-estar no caminhar.
Ingredientes
GEL POLÍMERO (100% TPE), ÓLEO MINERAL (USP) E TECIDO (92% POLIAMIDA 8% ELASTANO).
Mais sobre Almofada Plantar Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel
A Almofada Plantar Tenys Pé Baruel é ideal para casos de metatarsalgia, calos e calosidades. Sua almofada de gel absorve o impacto, protege a região e impede o atrito e pressão do sapato.
Para alívio de dores plantares e mais conforto, ela pode ser usada com qualquer calçado, sendo ideal para sapatos com salto.
Com formato anatômico, Almofada Plantar Tenys Pé abrange toda a região metatarsal, promovendo melhor adaptação e proteção aos pés.
Desenvolvida com tecido especial, a almofada plantar tem toque aveludado confortável e protege contra o atrito. Sua costura foi pensada para evitar desconforto na pele, mesmo nas peles delicadas.
A almofada de gel atua diretamente na absorção do impacto, aliviando as dores e pressão na planta do pé para promover sensação de conforto e bem-estar.
Ideal para pessoas com metatarsalgia, calos, calosidades, idosos ou pessoas que querem conforto ao usar salto alto.
Conforto para os pés seja em cima do salto, numa sapatilha ou em um tênis.
Recomendações
O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Calo mole: entenda o que é e o jeito certo de tratá-lo
Quem já sentiu um incômodo entre os dedos dos pés ao caminhar pode estar lidando com a presença de um calo mole. Diferente do calo comum, ele não forma uma camada grossa de pele, mas pode gerar bastante dor e até inflamar o local, caso não seja tratado corretamente. De acordo com a podóloga Ana Serrão Lima, especialista no atendimento a idosos e pés diabéticos, esse tipo de calo é mais úmido e aparece principalmente entre os dedos, devido ao atrito constante e ao suor excessivo. “O calo mole se diferencia do comum porque, em vez de endurecer, ele absorve umidade e se torna mais sensível, parecendo uma pequena ferida”, explica a profissional. Como identificar um calo mole Além da consistência mais flácida, como o próprio nome já sugere, há outros sinais que ajudam na identificação desse tipo de calo. Atente-se aos seguintes: Sensação de incômodo ao andar; Dor ao pressionar a região afetada; Pele esbranquiçada ou avermelhada entre os dedos; Sensação de algo ‘preso’ entre os dedos. A especialista observa que, pelo calo mole não ter aquela crosta grossa típica dos calos duros, costuma ser menos visível. No entanto, o desconforto é tão incômodo quanto os que ficam à vista. O que causa e como tratar Segundo Ana Serrão, as principais razões para o surgimento desse problema são: Uso de sapatos apertados, que forçam os dedos ao ficarem muito próximos; Atrito constante entre os dedos; Suor excessivo, que mantém a região úmida e favorece o problema; Tendência genética que leva a desenvolver calosidades. Essencialmente, o tratamento envolve reduzir o atrito e manter a região seca. Além disso, a profissional explica que existem cinco abordagens principais: 1. Remoção da pele mais grossa, quando necessário, feita por um podólogo; 2. Uso de hidratantes específicos para evitar o ressecamento, sem estimular a umidade excessiva; 3. Adoção de protetores para impedir que os dedos fiquem se esfregando; 4. Escolha adequada do calçado, ajustando para modelos mais confortáveis; 5. Acompanhamento profissional, especialmente se houver risco de infecção. Nem precisaria dizer que o papel do podólogo é fundamental nessa etapa. “Nosso papel é avaliar o grau do calo, fazer a remoção correta e orientar sobre os cuidados. Também ajudamos a pessoa a identificar se o sapato está contribuindo para o problema e indicamos o que é possível melhorar no dia a dia”, acrescenta Ana. Outro ponto é que a prevenção é simples e, também, eficaz. Entre as principais medidas, estão: Escolher sapatos adequados, que não apertem os dedos; Manter os pés secos, usando meias que absorvam a umidade; Observar sinais iniciais, como leve desconforto, para evitar que o problema evolua; Consultar um podólogo com regularidade, especialmente se houver tendência a desenvolver calos. Apesar de muitas pessoas tentarem remover o calo por conta própria, a verdade é que isso pode piorar a situação. “Cortar o calo ou usar lixas agressivas pode causar mais dor e aumentar o risco de infecção. O melhor é buscar um profissional assim que notar os primeiros sinais de problema”, recomenda a especialista.
Canelite: como identificá-la desde os primeiros sinais
A dor na canela que surge após treinos intensos pode até parecer passageira, mas também pode ser sinal de um problema conhecido como canelite. A condição, que afeta principalmente quem pratica atividades de impacto, é resultado da inflamação na musculatura e na membrana que reveste o osso da tíbia. Se não cuidado, o caso tende a se agravar. Para entender melhor, o ortopedista Edson Pignata, especialista em pé do Hospital Moriah, esclarece que a canelite surge quando há sobrecarga repetitiva sobre a tíbia, que inflama. O quadro costuma se manifestar por dor difusa na parte interna da perna, logo abaixo do joelho, principalmente durante ou logo após o exercício. Não para por aí: a dor tende a se intensificar gradualmente, e o repouso nem sempre é suficiente para resolvê-la. “Nos estágios iniciais, a dor pode parecer simples, mas é o corpo avisando que algo está errado. Se não houver pausa ou tratamento adequado, piora e pode se tornar contínua, limitando o movimento e, em casos mais graves, evoluindo para uma fratura por estresse”, explica o médico. Quando a dor é sinal de alerta A canelite pode começar de forma discreta e evoluir rapidamente, caso seja ignorada. “Quando a dor persiste mesmo em repouso, dificulta a caminhada ou vem acompanhada de inchaço, é hora de procurar o ortopedista”, alerta Edson. Isso porque, se deixar o caso avançar sem o acompanhamento adequado, o risco de fratura por estresse aumenta - e esse caso exige um período de recuperação bem maior do que a condição por si só. Além da dor, a localização ajuda a diferenciar o problema de outras lesões. “Na canelite, a dor é mais difusa, como se se espalhasse por uma faixa da perna. Já as fraturas por estresse causam dor pontual, em um ponto específico do osso”, detalha Edson Pignata. Principais causas e fatores de risco A canelite aparece geralmente por sobrecarga e repetição. Entre os principais fatores que contribuem para o problema estão: Aumento repentino da carga de treino; Calçados inadequados ou desgastados; Sobrepeso; Tipo de pisada pronada (quando o pé “entra” ao apoiar); Prática de exercícios em superfícies muito duras; Falta de alongamento e fraqueza muscular. Ainda de acordo com o especialista, a dor é mais comum em quem pratica corrida, futebol, crossfit e caminhada intensa, sobretudo quando há mudança brusca na intensidade ou frequência dos treinos. Cabe ressaltar que o tipo de tênis faz toda a diferença para quem quer evitar dores e inflamações. Por essa razão, avaliar o tipo de pisada e ajustar o modelo ao formato dos pés são medidas simples que ajudam na prevenção. “Calçados sem amortecimento adequado aumentam o impacto sobre a tíbia. Já a pisada pronada causa uma torção que sobrecarrega os músculos e as articulações”, detalha Pignata. Tratamentos e alívio dos sintomas Em casos leves, o repouso pode aliviar o desconforto, mas o acompanhamento médico é indispensável para tratar a causa e evitar que o quadro volte. O ortopedista pode indicar fisioterapia, palmilhas e ajustes no treino para reequilibrar o esforço sobre a perna. Outras medidas que ajudam na recuperação incluem: Aplicação de gelo; Alongamentos antes e depois da atividade; Fortalecimento da panturrilha; Fisioterapia com liberação miofascial e reequilíbrio postural. Em casos recorrentes, o uso de palmilhas personalizadas pode ser decisivo para corrigir o apoio e aliviar a tensão sobre os músculos da perna. Prevenção é sempre o melhor tratamento, Por isso, evitar aumentos bruscos de intensidade, usar calçados adequados e respeitar o tempo de descanso entre os treinos são cuidados simples que reduzem o risco de canelite. “Essa dor é um sinal de alerta do corpo. Insistir no exercício sem investigar a causa pode transformar uma inflamação simples em uma lesão mais séria”, reforça o médico.
Vai viajar? Prepare os pés para andar mais
Tirar férias ou curtir um feriado longe de casa costuma significar mais tempo andando e passando horas sem se sentar. Por isso, preparar os pés antes do embarque ajuda a evitar dores, bolhas e desconfortos capazes de atrapalhar a programação. Como os pés absorvem uma carga significativa durante caminhadas prolongadas, se não houver um trabalho antecipado, não estarão preparados para um aumento repentino da atividade física, o que tende a levar às dores musculares. “Preparar os pés previamente aumenta a resistência, melhora a adaptação ao esforço e reduz o risco de desconfortos que podem comprometer a experiência da viagem”, orienta o ortopedista Thales Rama. Cuidados antes de viajar A preparação deve começar algumas semanas antes do passeio. Uma das principais recomendações é aumentar gradualmente o volume de caminhadas para que o corpo se acostume ao esforço esperado durante o roteiro. Também vale adotar alguns cuidados simples antes da viagem: hidratar a pele dos pés para evitar rachaduras; cuidar das unhas para prevenir encravamentos; identificar calosidades excessivas ou dores recorrentes. Outro ponto importante é utilizar previamente os mesmos calçados que serão levados no destino. Segundo o médico, estrear tênis ou sapatos durante a viagem aumenta o risco de bolhas e incômodos. Calçado faz toda a diferença Na hora de escolher o que calçar, o conforto deve vir antes da aparência. O modelo ideal precisa oferecer estabilidade, amortecimento, espaço para os dedos e suporte adequado ao arco plantar. Também é importante verificar se o calçado possui boa absorção de impacto, não cria pontos de pressão e permite a ventilação dos pés. Uma pequena folga na parte frontal ajuda a acomodar o inchaço que pode surgir ao longo do dia. A preparação também inclui alguns exercícios simples, além das caminhadas progressivas: elevação na ponta dos pés; flexão e extensão dos dedos; equilíbrio em um pé só; alongamentos da panturrilha e da fáscia plantar. Fique atento aos sinais de sobrecarga Como sinais de alerta, o ortopedista Thales Rama destaca os principais: dor persistente, inchaço excessivo, sensação de queimação, bolhas, dificuldade para caminhar ou mudanças na forma de pisar. Isso indica que os pés estão sendo sobrecarregados e merecem atenção. Para prevenir problemas maiores e trazer um pouco de alívio, é recomendado: fazer pausas durante os passeios; alternar caminhada e descanso; manter boa hidratação; elevar os pés por alguns minutos; não usar meias úmidas; proteger áreas de atrito. O especialista reforça a importância de não ignorar as dores nem pular os descansos. Além disso, os cuidados devem ser redobrados para pessoas com diabetes, neuropatias, problemas circulatórios, fascite plantar, tendinites ou deformidades nos pés.
A verruga plantar pode estar na sua casa (e você nem imagina)
Apesar de ser normalmente associada a piscinas e vestiários, a verruga plantar pode ser transmitida e adquirida dentro da sua própria casa, sabia? Isso porque ambientes úmidos como o banheiro e itens pessoais compartilhados criam condições perfeitas para o contágio, mesmo que os moradores nem percebam. “A verruga plantar é causada por tipos cutâneos do Papilomavírus Humano (HPV). A infecção pode ocorrer por contato direto, pele com pele, ou de forma indireta, por meio de superfícies e objetos contaminados”, explica o dermatologista Joaquim Xavier, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Segundo o médico, o vírus penetra pela pele, por meio de microtraumas, ou seja, pequenas fissuras. “Há relatos na literatura de persistência por horas e possivelmente dias em superfícies domésticas, especialmente em ambientes úmidos”, acrescenta. Uma casa, muitos riscos Nem sempre a pessoa sabe que tem a verruga plantar, popularmente conhecida como olho de peixe. Compartilhar toalhas, meias, chinelos, alicates e lixas amplia a probabilidade de contágio, principalmente quando as lesões estão abertas ou a pele está macerada. Lavar os itens reduz a carga viral, assim como higienizar pisos e superfícies dos cômodos. Falando em ambientes, os que mais favorecem a transmissão são: banheiros; pisos de box; tapetes e capachos de banheiro; pisos molhados onde se anda descalço. O dermatologista Joaquim Xavier reforça que três mecanismos principais explicam esse risco: 1. a umidade e a temperatura moderada enfraquecem a barreira cutânea; 2. o contato descalço aumenta a exposição a superfícies contaminadas; 3. os tecidos úmidos retêm partículas virais e células infectadas por tempo suficiente para transmitir a outra pessoa. Como identificar e interromper a transmissão A podóloga Deise Ferraz conta que é mais comum do que se imagina atender pacientes que contraíram verruga plantar dentro de casa. Ela também alerta que muitas pessoas costumam confundir a verruga com calos, mas não se trata da mesma coisa. Para diferenciar, é preciso atentar aos detalhes. As principais características da verruga plantar são: lesão endurecida na sola do pé; pontinhos pretos centrais; interrupção das linhas naturais da pele; dor à compressão. “Se alguém já estiver infectado, andar descalço é perigoso. A pele do pé tem microfissuras que nem conseguimos ver e o vírus entra por ali. Não é preciso viver de sapato dentro de casa, mas, nesses casos, o chinelo ajuda muito”, orienta a profissional. Prevenção e tratamento Para evitar novas infecções dentro de casa, os especialistas recomendam: Não compartilhar objetos pessoais. Secar bem os pés e entre os dedos. Manter tapetes limpos e secos. Usar chinelo em banheiro compartilhado. Cobrir a verruga no dia a dia. Higienizar as mãos após tocar a lesão. Evitar cutucar ou tentar removê-la por conta própria. Em alguns casos, especialmente em crianças, muitas verrugas podem regredir espontaneamente com o tempo, graças à ação do sistema imune. Quando persistem ou causam dor, a recomendação é procurar avaliação dermatológica para tratá-las. O médico lembra que existem tratamentos seguros e eficazes, como a crioterapia com nitrogênio líquido, que pode ser associada ao ácido salicílico domiciliar. Outras terapias incluem medicamentos injetáveis ou métodos de destruição da lesão, sempre com prescrição profissional e avaliação individual do caso.
Problemas no fígado podem influenciar a saúde dos pés
Problemas relacionados ao fígado podem afetar os pés, embora de maneira indireta. O fígado é um órgão essencial para a filtragem de toxinas, metabolização de nutrientes e produção de substâncias importantes para o corpo, como proteínas e bile. Quando o fígado não está funcionando corretamente, isso pode levar a uma série de complicações que, por sua vez, podem afetar a saúde dos pés. Confira algumas delas: 1. Retenção de Líquidos (Edema) Causa: A insuficiência hepática pode resultar em uma condição chamada hipoalbuminemia (baixa concentração de albumina no sangue), que interfere na regulação da quantidade de fluído nos vasos sanguíneos. Isso pode levar à retenção de líquidos, particularmente nos membros inferiores, como os pés e tornozelos. Consequência: O inchaço (edema) nos pés e tornozelos pode ser doloroso e desconfortável. Em casos graves, pode limitar a mobilidade e aumentar o risco de infecções, caso a pele se rompa. 2. Alterações na Circulação Sanguínea Causa: Problemas no fígado, como cirrose, podem causar hipertensão portal, ou seja, um aumento na pressão sanguínea na veia principal que transporta o sangue do trato gastrointestinal para o fígado. Isso pode levar à dilatação de veias em diferentes partes do corpo, incluindo as pernas e os pés. Consequência: Essa pressão aumentada pode resultar em varizes (veias dilatadas) e pode prejudicar a circulação sanguínea adequada, causando dor, inchaço e sensação de cansaço nas pernas e pés. 3. Distúrbios na Coagulação Causa: O fígado é responsável pela produção de proteínas necessárias para a coagulação do sangue. Quando o fígado está comprometido, pode haver uma diminuição na produção dessas proteínas, aumentando o risco de sangramentos e hematomas. Consequência: Em casos de pequenos traumas ou lesões nos pés, a coagulação inadequada pode levar a hematomas, sangramentos ou dificuldades para cicatrizar feridas, o que aumenta o risco de infecções. 4. Síndrome Hepatorrenal Causa: A síndrome hepatorrenal é uma complicação grave que ocorre em estágios avançados de doenças hepáticas, como cirrose, quando o fígado e os rins começam a falhar juntos. Isso pode afetar a função renal e levar à retenção de sódio e líquidos. Consequência: Essa condição pode causar inchaço significativo nos pés e nas pernas, além de outros problemas relacionados à função renal. 5. Síndrome de Raynaud Causa: Em algumas doenças hepáticas, como a cirrose biliar primária, pode haver alterações na circulação periférica, resultando na síndrome de Raynaud, que causa espasmos nas pequenas artérias dos dedos das mãos e dos pés. Consequência: Durante um episódio de Raynaud, os dedos dos pés podem ficar pálidos, frios e dormentes, especialmente em resposta ao frio ou estresse. 6. Infecções e Problemas na Pele Causa: A função hepática comprometida pode reduzir a capacidade do corpo de combater infecções, o que pode resultar em um risco aumentado de infecções na pele e nos pés. Consequência: As infecções podem ser mais difíceis de tratar e podem se espalhar rapidamente. Além disso, a pele nos pés pode ficar mais propensa a feridas e úlceras. Como Prevenir e Tratar Se você tem problemas no fígado e está notando sintomas como inchaço, dor ou alteração na pele dos pés, é importante buscar ajuda médica. Alguns cuidados que podem ajudar incluem: Controlar a retenção de líquidos com medicamentos diuréticos (prescritos pelo médico) e evitando o consumo excessivo de sal. Usar meias de compressão para ajudar a melhorar a circulação e reduzir o inchaço. Monitorar regularmente a função hepática com exames de sangue, como as transaminases e bilirrubina. Evitar lesões nos pés e proteger a pele com calçados confortáveis e adequados. O tratamento para essas complicações depende do tipo e da gravidade do problema hepático, sendo fundamental seguir as orientações médicas para gerenciar as condições hepáticas e suas possíveis consequências nos pés.
Pés mudam ao longo da vida. Entenda como e o porquê
Você sabia que as características dos pés mudam significativamente no decorrer das diferentes fases da vida? Essas transformações envolvem desde o formato do arco plantar até os ossos e são influenciadas pela genética e por hábitos diários. Isso ocorre porque os pés sofrem adaptações naturais à medida que o corpo cresce e amadurece. “Ao nascer, o pé é plano, porque ainda não há o arco plantar formado. Esse desenvolvimento ocorre gradualmente, com a estabilização ligamentar por volta dos 6 a 8 anos, e se completa durante a adolescência, quando o corpo atinge estabilidade”, explica o ortopedista Daniel Baumfeld, do Hospital Felício Rocho. A podóloga Antonia Cristina da Silva, especialista em cuidados preventivos, acrescenta: “Na infância, o foco está no desenvolvimento ósseo e muscular. Na vida adulta, os pés enfrentam maior sobrecarga de peso e hábitos, enquanto na terceira idade, ocorrem perdas de elasticidade e amortecimento, resultando em calosidades e alterações na saúde das unhas”. Como mudanças ocorrem É impossível dizer que os pés são o mesmo desde o nascimento. Aliás, mais do que mudar, cada fase é marcada por evoluções bem características, com alterações estruturais e, também, funcionais. Veja: Recém-nascidos e bebês: os pés são cartilaginosos, com ossos em formação, além de o arco plantar ainda não estar presente. Infância: o desenvolvimento ósseo e muscular ocorre gradualmente, exigindo atenção ao uso de calçados adequados para evitar deformidades. Adolescência: o arco plantar estabiliza-se e os pés alcançam formato e funcionalidade definitivos. Adultos: os pés suportam o peso corporal e são influenciados por hábitos diários, como o uso de calçados inadequados. Idosos: há perda de elasticidade, redução do amortecimento natural e aumento da rigidez articular, além do surgimento de calosidades e alterações nas unhas. O ortopedista Daniel Baumfeld explica que o número de ossos no pé não muda, mas a composição deles, sim. “Ao longo do crescimento, as cartilagens se ossificam, completando o formato definitivo dos ossos. Não ganhamos ossos, mas calcificamos os centros de cartilagem presentes desde o nascimento”. Principais condições que afetam os pés Conforme envelhecemos, os pés estão sujeitos ao impacto acumulado do peso corporal e à ação de maus hábitos, como o uso de calçados inadequados, por exemplo. Juntos, esses fatores podem levar a algumas condições bem desconfortáveis, como: Deformidades no arco plantar: pés planos (sem arco) ou cavos (muito curvados) podem surgir desde a infância e se agravar ao longo da vida; Calosidades e unhas encravadas: são frequentes em adultos e idosos devido ao atrito ou cortes inadequados; Desgastes naturais: perda de elasticidade e amortecimento em idosos, agravada por sobrepeso e falta de cuidados preventivos. A podóloga Antonia Cristina da Silva alerta que “hábitos como o uso prolongado de calçados apertados ou salto alto, somados à falta de cuidado na infância, podem desencadear problemas na vida adulta e terceira idade”. Para não chegar a vivenciar esses contratempos, o ideal é apostar na prevenção. Cuidados preventivos em cada fase da vida Prevenir problemas nos pés começa desde cedo – ainda na infância – e segue durante toda a vida, ajustando-se conforme cada etapa. Confira algumas recomendações dos profissionais para as diferentes fases: Na infância: priorize calçados adequados, higiene, cortes corretos das unhas e atenção ao desenvolvimento do arco plantar. Na vida adulta: dê preferência a sapatos confortáveis, mantenha o peso corporal controlado e pratique atividades físicas regulares. Na terceira idade: reforce a hidratação da pele, o controle de calosidades e o corte adequado das unhas para evitar feridas. Segundo o ortopedista, quanto mais cedo o indivíduo começar a adotar bons hábitos, menores serão os problemas acumulados no futuro. Apesar da relevância dos cuidados preventivos, Cristina observa que crianças e jovens são raramente levados ao podólogo, o que pode comprometer o tratamento precoce de alterações, por exemplo. “Na infância, o foco é preventivo, enquanto na fase adulta é corretivo. Já para os idosos, o cuidado é voltado à hidratação e prevenção de feridas”, destaca a podóloga. Ou seja, buscar orientação profissional, seja com ortopedistas ou podólogos, é essencial para identificar alterações precocemente e adaptar os cuidados a cada fase da vida.

