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Almofada Plantar Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel

Almofada plantar para alívio de dores na planta do pé. Absorve o impacto e impede o atrito e pressão do sapato.

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Almofada Plantar Tamanho 39 a 43
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Almofada plantar Tenys Pé Baruel
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Almofada plantar Tenys Pé Baruel

Quantidade

(tamanho 39 a 43) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alivia dores plantares
• Absorve impacto
• Abrange toda região metatarsal
• Elimina o desconforto com o calçado
• Protege contra o atrito
• Formato anatômico
• Proporciona conforto
• Costura delicada e toque aveludado
• Ideal para peles delicadas
• Permite utilização em calçados abertos e fechados
• Ideal para usar em sapatos e sandálias de salto
• Promove bem-estar

Dicas de Uso

Vestir o produto no pé posicionando-o no plantar.

Pode ser utilizado em calçados abertos ou fechados.

Produto reutilizável. Lavar com água e sabão neutro e secar à sombra. Evite atrito ao lavar.

Realizar a troca quando o mesmo apresentar desgaste aparente ou quando desejável.

Resultado

Alívio das dores plantares, metatarsalgia, calos e calosidades e neuroma de Morton.

Mais conforto e bem-estar no caminhar.

Ingredientes

GEL POLÍMERO (100% TPE), ÓLEO MINERAL (USP) E TECIDO (92% POLIAMIDA 8% ELASTANO).

Mais sobre Almofada Plantar Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel

A Almofada Plantar Tenys Pé Baruel é ideal para casos de metatarsalgia, calos e calosidades. Sua almofada de gel absorve o impacto, protege a região e impede o atrito e pressão do sapato.

Para alívio de dores plantares e mais conforto, ela pode ser usada com qualquer calçado, sendo ideal para sapatos com salto.

Com formato anatômico, Almofada Plantar Tenys Pé abrange toda a região metatarsal, promovendo melhor adaptação e proteção aos pés.

Desenvolvida com tecido especial, a almofada plantar tem toque aveludado confortável e protege contra o atrito. Sua costura foi pensada para evitar desconforto na pele, mesmo nas peles delicadas.

A almofada de gel atua diretamente na absorção do impacto, aliviando as dores e pressão na planta do pé para promover sensação de conforto e bem-estar.

Ideal para pessoas com metatarsalgia, calos, calosidades, idosos ou pessoas que querem conforto ao usar salto alto.

Conforto para os pés seja em cima do salto, numa sapatilha ou em um tênis.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Unha encravada ou granuloma? Saiba como diferenciar
Unha Encravada

Unha encravada ou granuloma? Saiba como diferenciar

Dor e inchaço nos cantos das unhas podem ser sinais comuns de unha encravada, mas também podem indicar uma complicação conhecida como granuloma. Embora tenham características parecidas, essas condições são diferentes e exigem cuidados específicos. A dermatologista Cíntia Grü̈ndler esclarece que unha encravada, conhecida tecnicamente por onicocriptose, acontece quando uma parte da unha vai crescendo em direção à pele e, ali, causa uma lesão, que gera dor e incômodo. “Pode ser uma condição congênita ou decorrer de um corte errado, arredondado”, esclarece. A podóloga Fernanda Ribeiro complementa que o granuloma costuma aparecer justamente como consequência dessa unha encravada. “É uma reação do corpo quando tem uma inflamação. Fica uma bolinha vermelha bem inchada, que pode até sangrar”, explica. Unha encravada ou granuloma? Ambas as condições podem causar dor e inflamação, mas há sinais que ajudam a diferenciá-las. Veja os principais: Unha encravada: a lateral da unha cresce em direção à pele, causando dor antes mesmo da inflamação surgir. A pele pode ficar inchada e avermelhada, mas mantém seu formato original. Granuloma: ocorre quando a inflamação já está avançada. Forma-se um tecido exuberante, conhecido como "carne esponjosa", que sangra facilmente ao toque e pode cobrir parte da unha. “O granuloma é uma resposta do organismo a um trauma contínuo na pele, seja por unha encravada ou até mesmo um machucado causado ao retirar a cutícula”, acrescenta a especialista em dermatologia. Causas e fatores de risco Cíntia Grü̈ndler e Fernanda Ribeiro apontam alguns dos principais fatores que podem levar ao surgimento de ambas as condições – juntas ou separadas. Saiba mais: Unha encravada: corte inadequado da unha, como formato arredondado; uso de calçados apertados, anatomia natural da unha e traumas repetitivos nos pés. Granuloma: normalmente surge como complicação de uma unha encravada, mas também pode ser causado por ferimentos, como corte excessivo da cutícula ou impacto na unha. Tratamentos indicados Os tratamentos variam conforme a gravidade do caso. Segundo Fernanda, a unha encravada pode ser corrigida com a remoção cuidadosa da parte da unha que penetrou na pele, seguida de um corte adequado. No caso do granuloma, Grü̈ndler diz que o tratamento pode exigir procedimentos adicionais. “Se for pequeno, conseguimos tratá-lo com ácidos ou eletrocoagulação. Mas, em casos mais graves, pode ser necessária uma cirurgia para remover o tecido afetado e corrigir a unha encravada, se houver”, detalha. Podólogo ou dermatologista: qual procurar? O podólogo tem um papel fundamental na prevenção e no tratamento inicial da unha encravada. “Conseguimos aliviar a dor, corrigir o corte inadequado da unha e orientar o paciente para evitar que o problema volte a ocorrer”, destaca Fernanda. Já o dermatologista entra em cena quando há complicações, como o surgimento do granuloma. “Se a lesão for grande ou persistente, o tratamento pode envolver procedimentos médicos específicos”, complementa Cíntia. Independentemente do profissional, o lembrete é: se notar sinais de inflamação, dor intensa ou uma lesão que não cicatriza, é importante buscar ajuda especializada para evitar complicações maiores.

Escalda-pés: aprenda como fazer e relaxar
Escalda Pés

Escalda-pés: aprenda como fazer e relaxar

Após um dia cansativo, poucas coisas são tão relaxantes quanto um bom escalda-pés, prática bastante tradicional, que surgiu antes mesmo do spa dos pés se tornar tão popular. Ao aliar simplicidade e eficácia, consegue proporcionar alívio imediato para os pés, além de oferecer benefícios estéticos e terapêuticos. Conforme explica a cosmetóloga Roseli Siqueira, especialista em tratamentos naturais, o escalda-pés consiste em submergir os pés em água quente enriquecida com sais e ervas para promover bem-estar e maciez. Mais do que um momento de autocuidado, o escalda-pés oferece diversos benefícios também para a saúde e o bem-estar, conforme lista a profissional: Relaxamento muscular, que alivia dores e tensões acumuladas nos pés; Ativação da circulação, necessária para melhorar o fluxo sanguíneo; Cuidado estético, pois deixa a pele macia e hidratada e previne rachaduras e ressecamento; Bem-estar geral, uma vez que reduz o estresse e promove sensação de descanso. Embora seja seguro para a maioria das pessoas, há situações em que o escalda-pés deve ser evitado: pessoas com feridas abertas ou infecções nos pés, por exemplo, devem esperar a cicatrização completa antes de realizar o procedimento. Roseli Siqueira ressalta também a importância do cuidado ao usar óleos essenciais. “São muito concentrados e podem causar sensibilidade se aplicados diretamente na pele. É necessário diluí-los em óleo vegetal ou sabonete líquido para evitar irritações”, ensina. Como fazer um escalda-pés em casa Realizar o ritual no conforto do lar é simples e requer poucos itens. Veja o passo a passo indicado pela cosmetóloga para um escalda-pés eficiente, usando folhas de eucalipto. Prepare os itens necessários: água quente, pedras de sal grosso e folhas de eucalipto. Monte o ambiente: escolha uma bacia ou recipiente onde seus pés caibam confortavelmente. Adicione os ingredientes: coloque água quente suficiente para cobrir os pés, pedrinhas de sal grosso no fundo e folhas de eucalipto. A água quente ajudará a liberar o aroma relaxante das folhas. Aguarde o momento ideal: espere até que a água esteja morna para colocar os pés. Massageie os pés: use as pedrinhas de sal acumuladas no fundo para fazer movimentos circulares e delicados, massageando as plantas dos pés e, também, as unhas. Finalize com hidratação: após 5 a 10 minutos, retire os pés da água, seque bem e aplique um óleo 100% natural - como as versões compostas por sementes de abóbora, girassol e coco - para hidratar a pele. A boa notícia é que pode ser feito diariamente, estimulando o relaxamento, mas vale adequar a frequência à rotina e necessidade, que são individuais. “É uma prática simples e acessível que, além de promover descanso, ajuda a manter a saúde e a beleza dos pés”, diz a especialista. E se for no salão de beleza? Roseli adverte que, quando realizado em ambientes profissionais, o escalda-pés deve seguir normas de biossegurança rigorosas para garantir a saúde do cliente. Isso inclui higienização, com a limpeza minuciosa do espaço e materiais; uso de itens descartáveis, sempre que possível, para evitar contaminações; e avaliação prévia, a fim de verificar a saúde dos pés e se os membros apresentam condições para serem submetidos ao escalda-pé.

Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas
Inchaço e Edema

Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas

Ficar horas sentado durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais de alerta que merecem atenção médica imediata. Segundo a cirurgiã vascular Camila Kill, à frente da clínica Vascularte, o problema acontece porque a musculatura da panturrilha – conhecida como “coração periférico” – deixa de se movimentar, o que dificulta o retorno do sangue para o coração. Essa condição favorece o acúmulo de líquidos, que se manifesta como inchaço visível nos pés e tornozelos. “O avião intensifica esse efeito pela pressão da cabine, que favorece a retenção de líquidos. Na maioria das vezes, o inchaço é passageiro, mas, em alguns casos, pode indicar ou até contribuir para problemas graves, como a trombose venosa profunda (TVP)”, explica a médica. Pessoas que têm mais riscos Alguns grupos são naturalmente mais suscetíveis a esse problema e devem ter cuidado redobrado durante viagens longas. Conheça os principais: Pessoas acima dos 40 anos; Quem tem histórico de varizes ou trombose; Gestantes; Usuários de anticoncepcionais ou que fazem reposição hormonal; Pessoas com sobrepeso ou obesidade; Sedentários; Passageiros de voos ou viagens de ônibus com duração superior a 4 horas. Além do desconforto, essas pessoas também têm maiores chances de complicações, como formação de coágulos ou agravamento de doenças pré-existentes. Como prevenir durante o trajeto A boa notícia é que pequenas mudanças de hábito ajudam a evitar o desconforto e reduzem os riscos. A cirurgiã vascular Camila Kill recomenda algumas medidas: Caminhar pelo corredor a cada 1 ou 2 horas, sempre que possível; Flexionar e esticar os pés, fazer círculos com os tornozelos, levantar e abaixar os calcanhares, mesmo sentado; Beber bastante água e evitar o excesso de café ou bebidas alcoólicas; Usar roupas confortáveis e folgadas para não dificultar a circulação; Ao chegar no destino, descansar com as pernas elevadas para drenar o excesso de líquido. Embora simples, esses cuidados agem diretamente na diminuição de possíveis sintomas e na prevenção de complicações. Quando usar meias de compressão As meias de compressão são aliadas importantes para quem tem histórico de varizes, trombose ou insuficiência venosa, além de gestantes e passageiros que enfrentam voos muito longos. “Elas estimulam a circulação e reduzem significativamente o risco de coágulos e inchaços”, destaca a especialista. A cirurgião vascular complementa lembrando que o ideal é que a escolha seja feita com orientação médica. Isso porque o profissional poderá indicar o grau de compressão adequado para cada caso, garantindo que o acessório ofereça segurança e eficácia. Usar um modelo inadequado pode trazer desconforto ou até mesmo piorar o problema. Sinais de alerta após a viagem Geralmente, o inchaço melhora em poucas horas, mas existem sinais que indicam a necessidade de avaliação médica: Inchaço em apenas uma perna; Dor intensa, calor, vermelhidão ou endurecimento da região; Persistência por mais de 48 horas após a viagem; Falta de ar, dor no peito ou palpitações. Esses sintomas podem levantar suspeitas de trombose ou até embolia pulmonar, condições graves que exigem atendimento imediato, e não devem ser ignorados. Atenção também às viagens do dia a dia O problema não se restringe a viagens longas. Quem passa muitas horas sentado, como motoristas de aplicativo, também corre o risco de enfrentar inchaço e dor. É o caso de Igor Pinheiro, de 29 anos, que dirige em São Paulo. “Certa vez meu pé inchou muito, fiquei assustado. Depois disso, comecei a parar mais, esticar as pernas e beber bastante água durante o trabalho”, diz. O paulistano também convive com pressão alta, o que aumenta a necessidade de atenção. “Hoje eu já tenho esse hábito de me movimentar um pouco, sempre que posso. Cuido para não ter inchaço e controlar a pressão”, afirma. Nesse sentido, a cirurgiã vascular reforça que manter hábitos saudáveis faz diferença não só durante viagens, mas na saúde a longo prazo. Praticar exercícios físicos regularmente, controlar o peso, manter uma boa alimentação e consultar um médico para avaliações periódicas são atitudes essenciais para garantir que a circulação funcione bem.

Sapatos pioram o calcanhar rachado. Saiba quais evitar
Calcanhar Rachado

Sapatos pioram o calcanhar rachado. Saiba quais evitar

O calcanhar rachado é um dos problemas mais comuns nos pés e costuma aparecer quando a região fica ressecada, sem receber os cuidados adequados. Além da falta de hidratação, alguns tipos de calçados podem agravar o quadro, deixando a pele ainda mais áspera e sujeita a fissuras. A podóloga Cristina Calixto aponta que o ressecamento surge por uma combinação de fatores: falta de hidratação, andar descalço, usar muitas rasteirinhas e até mesmo não ir ao podólogo regularmente. Quando a pele começa a ficar grossa e a apresentar pequenas rachaduras, é sinal de que o problema está evoluindo. “Se as fissuras começarem a sangrar, já é um estágio bem avançado e exige atenção imediata”, alerta. Além do desconforto estético, as rachaduras representam um risco iminente à saúde. “Um corte aberto é porta de entrada para bactérias, fungos e vírus em qualquer pessoa”, pontua a podóloga. No entanto, a situação pode ser ainda mais grave para outros grupos, como os diabéticos. “Quem tem diabetes tende a ter uma evolução ainda mais rápida para algo mais sério, pois já enfrenta maior sensibilidade na região”, avisa. Por isso, identificar os sinais iniciais e ajustar os cuidados é essencial para evitar complicações. O papel do calçado nas rachaduras Os sapatos têm grande influência no surgimento e na piora do problema. Modelos que deixam os pés muito expostos, por exemplo, aumentam o atrito com o solo e favorecem o ressecamento. “As rasteirinhas são as principais vilãs nesse sentido, porque deixam o calcanhar em contato direto com o ambiente”, afirma Cristina Calixto. A seguir, ela lista os tipos de calçado que pedem mais atenção: Rasteirinhas e chinelos; Modelos muito apertados; Saltos altos e finos que causam desconforto; Calçados abertos, de calçar, como o mule. “É bom lembrar que usar esses sapatos não vai deixar o pé rachado. Eles podem agravar o quadro, deixar mais propensos, mas não são vilões isoladamente. O segredo está em associar o uso a cuidados corretos, como hidratar com produtos à base de ureia, ir ao podólogo e revezar os calçados”, adiciona a profissional. Sapatos que ajudam a prevenir Por outro lado, existem modelos que são aliados para evitar rachaduras nos pés. Entre as melhores opções estão calçados que oferecem conforto e proteção, feitos de materiais respiráveis e com bom solado. Cristina recomenda dar preferência a modelos que: Tenham apoio e amortecimento adequados; Não causam compressão ou atrito; Sejam do tamanho certo e feitos com tecidos que respiram. Cuidados diários também fazem diferença. Para tratar e prevenir as rachaduras, a hidratação é o passo mais importante. “Não só ajuda, como é padrão-ouro. Nada é mais eficaz do que o básico bem feito todos os dias”, garante a especialista. Os cuidados ideais ainda incluem: Lavar bem os pés e secar completamente, inclusive entre os dedos; Aplicar hidratante diário com ureia (com atenção às contraindicações para gestantes e diabéticos, por exemplo); Fazer spa dos pés mensalmente e plástica dos pés quinzenalmente; Evitar andar descalço. As lixas igualmente podem ajudar no acabamento da plástica dos pés, mas precisam ser usadas com cautela. “Se forem utilizadas com força ou em excesso, causam efeito rebote, ou seja, rachaduras até somem no momento, mas voltam em dobro depois”, explica a podóloga, que destaca a eficácia de produtos emolientes e desbastadores por si só. Quando procurar o podólogo Cristina recomenda não esperar o problema se agravar. “O ideal é não deixar a corda arrebentar. Tente ir ao podólogo a cada 15, 30 ou pelo menos 45 dias, dependendo da situação. Assim, conseguimos tratar e manter qualquer queixa, incluindo o ressecamento e as rachaduras.” Com consultas regulares, boas escolhas de calçados e os cuidados ideais, a tendência é evitar que a pele fique ressecada e, consequentemente, não chegar ao estágio de rachaduras e fissuras.

Unhas dos pés: os segredos para a esmaltação perfeita
Unhas e Esmaltação

Unhas dos pés: os segredos para a esmaltação perfeita

Cuidar das unhas dos pés é mais do que uma questão estética – é também um hábito importante para a saúde e o bem-estar. Apesar de menos visíveis do que as das mãos, as unhas inferiores também merecem esmaltação e atenção especial, especialmente porque apresentam características únicas que demandam cuidados específicos. Você sabia que as unhas dos pés crescem em ritmo mais lento, são mais grossas e têm maiores chances de problemas como traumas, lesões e micoses? “Essas características exigem uma abordagem cuidadosa, tanto na rotina em casa quanto no salão”, pontua a pedicure Giovanna Lima, formada pelo Senac. Diferenças entre unhas das mãos e dos pés Embora o processo de esmaltação seja semelhante para mãos e pés, há diferenças importantes nos demais cuidados. Nas mãos, o corte pode seguir o formato desejado pela cliente e a decoração é geralmente mais elaborada. Já nos pés, a pedicure Giovanna salienta que o foco está na prevenção de problemas, como as famosas unhas encravadas, o que exige cortes retos e um cuidado maior com a limpeza e hidratação para manter a saúde em dia, e também ficar longe de fungos e bactérias. Além disso, enquanto os pés costumam ser submetidos a massagens e hidratação intensa, esses cuidados geralmente não são comumente empregados nas mãos. Como ter unhas dos pés sempre bonitas e saudáveis Para manter as unhas e os pés bem cuidados você deve se render a uma rotina de higiene e hidratação. E, para quem busca ainda uma esmaltação impecável, a pedicure Giovanna Lima detalha o passo a passo completo que deve ser realizado nos atendimentos: Higienização dos pés com produtos adequados; Secagem com toalha descartável; Corte das unhas de forma reta para evitar encravamentos; Uso de lixa para dar acabamento; Aplicação de amolecedor de cutículas e creme, seguido de borrifadas de água; Remoção de cutículas, após empurrá-las, com cuidado e atenção; Hidratação dos pés, incluindo massagem para ativar a circulação; Adotar separador dedos ou toalha torcida para que um não encoste no outro, para não estragar o processo; Aplicação de base, que pode ser hidratante, fortalecedora, nutritiva etc.; Primeira camada da esmaltação; Segunda camada da esmaltação, seguida por palitação; Finalização com extra brilho; Limpeza com algodão e acetona; Aplicação de secante e hidratante para as cutículas. “Esse processo não só deixa as unhas esteticamente bonitas, mas também ajuda a manter a saúde da região, prevenindo ressecamento e rachaduras”, reforça Lima. Manutenção e cuidados Embora a esmaltação e o esmalte dos pés dure mais tempo, a especialista recomenda manter uma frequência quinzenal para visitas ao salão, uma vez que isso ajuda a evitar problemas como ressecamento e acúmulo de pele morta. Já em casos de unhas encravadas ou lesionadas, a profissional destaca que é essencial buscar uma podóloga. “Pedicures são responsáveis apenas pelo embelezamento, enquanto condições mais complexas devem ser tratadas por especialistas”, orienta. A importância da biossegurança Para garantir uma esmaltação e um atendimento seguro e eficaz, o estúdio de beleza deve seguir obrigatoriamente as normas de biossegurança, que contemplam higienização do ambiente e materiais, uso de descartáveis e esterilização em autoclave. Sem deixar dúvidas sobre os passos necessários, a pedicure detalha as etapas essenciais e exigidas pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) para esterilização: 1º passo: retirada de peles, cutículas e algodão acumulados nos instrumentos; 2º passo: higienização dos instrumentos com álcool a 70%; 3º passo: submersão em recipiente com água e detergente enzimático; 4º passo: enxágue e secagem com papel-toalha; 5º passo: envelopamento e fechar com lacre envelopes próprios para autoclave; 6º passo: esterilização em autoclave com água destilada; 7º passo: retirada, secagem e armazenamento adequado por até sete dias. “A esterilização é a etapa mais importante e apenas a autoclave é considerada segura pela Anvisa. Fornos ou água fervente não garantem a eliminação de microrganismos”, alerta Giovanna. Além disso, o atendimento deve ser feito com luvas, máscaras, aventais e toucas.

Unha encravada: por que acontece e como evitar?
Unha Encravada

Unha encravada: por que acontece e como evitar?

A onicocriptose, conhecida popularmente como unha encravada, é um problema incômodo e bastante comum, que pode surgir devido a diferentes fatores. O corte inadequado é uma das principais causas. “Cortar a unha muito curta ou arredondada nas bordas facilita o crescimento dela para dentro da pele”, explica a podóloga Beatriz Baptista, da unidade Unhas Cariocas em Mogi Guaçu. Mas há outros motivos que podem gerar o problema: Calçados apertados, como os de bico fino ou com pouco espaço para os dedos, porque pressionam as unhas e as forçam a crescer para dentro da pele; Traumas repetitivos, ou seja, batidas frequentes ou até pressões constantes, típicas dos esportes de impacto, que podem deformar as unhas e predispô-las a encravar por isso; Hiperidrose, caracterizada pelo suor excessivo, que amolece a pele ao redor da unha e facilita as inflamações e infecções. Unhas que não param de encravar A podóloga Beatriz Baptista ainda observa que pessoas com unhas naturalmente mais curvas ou condições como infecções fúngicas podem ter um risco maior de encravar, já que essas características alteram o crescimento das unhas. Além desses fatores, válidos para qualquer indivíduo, quem possui condições de saúde como diabetes e problemas circulatórios deve ter atenção redobrada, já que podem complicar o quadro e dificultar o tratamento. “Sempre a mesma unha” O estudante de medicina Vitor Carvalho, 26 anos, de São Paulo, conhece bem os sintomas incômodos da onicocriptose. “Já perdi as contas de quantas vezes sofri com isso, sempre no dedão esquerdo”, conta ele, que relata sintomas como vermelhidão, inchaço e dor intensa na área afetada. Vitor costuma procurar a podóloga quando o problema se agrava devido à rotina agitada de internato e plantões. “Sei que o certo é ir mensalmente, mas nem sempre consigo”, lamenta. Em situações mais críticas, a profissional realiza o corte e a limpeza do local, enquanto seu cliente faz curativos em casa. Para alívio adicional, ele usa produtos de limpeza específicos e toma anti-inflamatório, sempre com recomendação. “É importante dizer que ninguém deve se automedicar”, alerta o futuro médico. Como evitar a unha encravada Certos cuidados podem ajudar a evitar que as unhas encravem, como: Cortá-las corretamente, em formato reto e evitar deixá-las curtas demais; Usar sapatos confortáveis e que não apertem os dedos; Manter uma boa higiene, lavando e secando os pés após o banho, inclusive entre os dedos; Evitar traumas nas atividades físicas usando calçados apropriados; Se tiver hiperidrose, usar meias que absorvam o suor, trocando-as com frequência; Ao sentir algum desconforto, deve-se procurar um profissional podólogo imediatamente para não piorar a situação. Como desencravar a unha Não é qualquer pessoa que está habilitada para desencravar uma unha, tanto que a podóloga Beatriz Baptista orienta que o tratamento para a unha encravada deve ser feito com cuidado para evitar complicações. Ela compartilha algumas fases importantes do trabalho de desencravar uma unha. Mergulhar o pé em água morna com sal para amolecer a pele e aliviar a dor e a inflamação ajuda. Usar algodão ou fio dental entre a unha e a pele, levantando a borda e impedindo que cresça para dentro também é outra tática e aplicar pomadas antibióticas pode se revelar necessário - apenas em casos mais graves e com receita médica. “Caso haja sinais de infecção, como vermelhidão intensa, pus ou dor muito forte, é fundamental procurar um profissional. A remoção parcial da unha pode ser necessária em situações mais graves, sob orientação de um podólogo ou dermatologista”, afirma. Unhas das mãos não encravam? Mito! Embora as unhas das mãos possam encravar, é raro isso acontecer, conforme explica a especialista. “As mãos estão em constante movimento e não sofrem a pressão dos calçados, o que facilita o alinhamento natural das unhas”, esclarece. Além disso, a profissional observa que as mãos também têm menor exposição à umidade e, portanto, processos inflamatórios e infecciosos são menos comuns em comparação aos pés.

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