Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel
Logo Tenys Pé

Desodorante para os Pés Jato Seco Canforado 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante com sensação de frescor e relaxamento. Combate 99% dos fungos e bactérias. Ação antisséptica.

Comprar
Desodorante para os Pés Jato Seco Canforado 92g / 150ml
Desodorante para os Pés Jato Seco Canforado 92g / 150ml
Desodorante para os Pés Jato Seco Canforado 92g / 150ml
Desodorante para os Pés Jato Seco Canforado 92g / 150ml

Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar o Tenys Pé Canforado Jato Seco

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Resultado

O jato seco proporciona rápida absorção e não deixa resíduos visíveis nos pés.

Pés secos e cheirosos com proteção diária.

Pés livres de fungos* e bactérias**

Ingredientes

INGREDIENTS: BUTANE, PROPANE, ISOBUTANE, ALCOHOL, CAMPHOR, PARFUM, CYCLOPENTASILOXANE, ISOPROPYL PALMITATE, DECYLENE GLYCOL, BENZYL SALICYLATE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL, CITRAL.

Mais sobre Desodorante para os Pés Jato Seco Canforado 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Canforado Jato Seco oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado Jato Seco elimina o mau odor e deixa uma sensação de frescor e relaxamento.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Não utilizar durante a gravidez. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos.
Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

Compartilhar

Descubra

Outros produtos Conhecer todos

Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

Ver mais perguntas

Conheça o Universo do Pé

Como escolher o melhor calçado para reduzir fricção e impacto
Fricção e Impacto do Calçado

Como escolher o melhor calçado para reduzir fricção e impacto

A escolha do calçado ideal vai muito além da estética, pois o tênis ou sapato adequado pode evitar fricção e impacto excessivo nos pés e articulações. Por isso, o treinador Bruno Ferreira, coordenador técnico da rede de academias Evoque, orienta que o primeiro passo para escolhê-lo é considerar o tipo de pisada – pronada e supinada ou mesmo a neutra – e o formato do arco plantar, que varia entre plano, normal e côncavo. "Esses fatores são determinantes para escolher um calçado que distribua bem o peso e absorva o impacto adequadamente", explica o profissional. "Além disso, o sapato certo melhora a estabilidade e evita o aparecimento de desconfortos que, se ignorados, podem evoluir para problemas mais sérios", complementa. Dicas para escolher o calçado certo Certifique-se de qual é o seu tamanho ideal de calçado. Ele precisa ter ajuste perfeito ao pé, sem ser apertado demais para não causar atrito ou muito solto e gerar instabilidade. Não se esqueça do amortecimento, principalmente para atividades de impacto, como corrida, é importante escolher modelos com bom amortecimento, que protejam tanto o calcanhar quanto as articulações. Seu peso corporal impacta na decisão: quanto mais o usuário pesar, maior será o amortecimento necessário para reduzir o impacto nas articulações. Atenção aos materiais: tecidos respiráveis e flexíveis são ideais, pois ajudam a evitar o acúmulo de umidade e melhoram o conforto geral, reduzindo o risco de bolhas e calos. Existe um calçado ideal para todo mundo? De acordo com Bruno, não existe um calçado universal que funcione bem para todos. "Cada pessoa tem características únicas, desde o tipo de pisada até a estrutura do arco plantar e o tipo de atividade que pratica. Por isso, um modelo adequado para uma pessoa pode ser inadequado para outra", esclarece. Desse modo, o treinador recomenda que, se possível, seja feita uma avaliação podiátrica para auxiliar na hora de escolher um calçado que atenda às necessidades específicas de cada indivíduo. Apesar do nome complicado, o processo nada mais é do que um estudo individual e mais profundo dos pés da pessoa. Calçados inadequados trazem riscos A fricção e o impacto são exemplos dos problemas que calçados inapropriados podem provocar. "A fricção excessiva de um calçado pode gerar bolhas, calos e até lesões na pele, enquanto a falta de amortecimento coloca pressão nas articulações e aumenta o risco de lesões", alerta o profissional. Além disso, um calçado que não oferece o ajuste adequado compromete o equilíbrio e pode resultar em instabilidade articular, facilitando torções, quedas e até condições mais graves, como fascite plantar e tendinites. Evite a fricção e o impacto Fugir de situações que provoquem fricções ou afetem o impacto é fundamental para manter o sistema de amortecimento natural do corpo em bom funcionamento. "Nossos pés são os primeiros a absorver o peso e o impacto a cada passo, e isso afeta todo o corpo – desde os tornozelos até a coluna", ressalta o treinador Bruno Ferreira. Sem contar que a fricção constante ainda pode causar desgaste nos tecidos moles dos pés, enquanto o baque repetitivo compromete as articulações e pode causar dores crônicas. Considerando tudo isso, a recomendação é fugir de calçados que: Causem desconforto e/ou dor após o uso, mesmo que não seja por grandes períodos; A sola apresenta um desgaste desigual das partes, pois isso indica desalinhamento da pisada; Não oferecem boa estabilidade, sobretudo durante a prática esportiva. Isso porque, conforme destaca Bruno Ferreira, os modelos de calçados adequados não devem se revelar desconfortáveis nem depois de muitas horas de uso, sempre se mantendo alinhados às necessidades e formatos dos pés. Outro ponto claro é que devem deixar o usuário estável, sem favorecer quedas ou torções. Como identificar qual a pisada Basicamente são dois tipos principais, além da neutra: A pisada pronada caracteriza-se pelo pé chato ou plano. O arco medial, encostando no chão, aumenta a área de contato com o solo. É mais frequente em pessoas com pé sem cava e impacta a biomecânica do corpo, podendo provocar maior desgaste nas estruturas internas dos pés. A pisada supinada (ou pé cavo) é identificada pelo arco elevado ao tocar o chá, o que reduz a área de contato com o piso. Esse tipo limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar. A pisada neutra é quando as partes interna e externa do pé tocam o chão quase ao mesmo tempo, de maneira praticamente uniforme. Logo, o peso corporal é distribuído de forma mais equilibrada.

Spa dos pés: passo a passo para fazer em casa
Spa dos Pés

Spa dos pés: passo a passo para fazer em casa

Já fez um spa dos pés? Sabe aquele momento de cuidado exclusivo para os pés? Ele pode fazer maravilhas pela sua saúde e seu bem-estar e, nesse contexto, preparar um spa dos pés caseiro é fácil e sinônimo de muitos benefícios. Mais que proporcionar relaxamento, trata-se de uma prática que combina técnicas terapêuticas e estéticas para aliviar tensões, hidratar a pele e promover conforto físico. Um ritual ideal após um dia difícil e cansativo. O ritual do spa dos pés envolve etapas simples e, por isso, pode ser realizado em espaços especializados ou até mesmo em casa. “O spa dos pés inclui limpeza, esfoliação, hidratação e massagem para cuidar dos pés de forma completa, com benefícios que vão além do estético”, pontua a esteticista e cosmetóloga Gisele Reis Pappi. Como se vê, a prática tem vários benefícios e boa parte deles vão além da estética. Segundo a especialista, o spa dos pés permite: Relaxar ao reduzir o estresse e aliviar tensões acumuladas; Cuidar da pele, com prevenção às rachaduras, hidratação profunda e remoção de células mortas; Melhorar a circulação por meio da massagem, que ativa o fluxo sanguíneo e alivia dores musculares; Promover bem-estar geral, sobretudo pela reflexologia, capaz de estimular pontos que impactam positivamente na saúde integral. “É um cuidado que traz resultados imediatos, tanto na aparência quanto na sensação de conforto e relaxamento”, destaca a cosmetóloga. Pode ser feito em casa? A resposta é claro que sim! O spa dos pés é acessível para quem deseja realizá-lo no conforto do próprio lar. Para isso, a esteticista cita alguns itens indispensáveis: Bacia ou recipiente para imersão dos pés; Água morna; Sais de banho e/ou óleos essenciais; Esfoliante específico para pés; Creme hidratante ou máscara nutritiva; Toalha limpa; Pedra-pomes ou lixa. Com todos os materiais preparados, basta seguir todas as etapas do procedimento. E se você quer criar a experiência perfeita, o ritual pode ser dividido em fases que garantem relaxamento e cuidados profundos, de acordo com Gisele Reis Pappi. Confira o passo a passo: Higienização: comece lavando seus pés com água morna e sabonete neutro para remover sujeiras e preparar a pele para o tratamento. Imersão: coloque seus pés em uma bacia com água morna, adicionando sais de banho ou óleos essenciais, como lavanda ou eucalipto. Esse passo ajuda você a relaxar os músculos e amolecer a pele. Esfoliação: use um esfoliante próprio para os pés a fim de remover células mortas e estimular a renovação celular. Passar pedras-pomes ou lixas pode complementar esse processo. Hidratação profunda: aplique uma máscara nutritiva ou um creme hidratante específico para os pés e deixe agir pelo tempo indicado na embalagem. Massagem relaxante: finalize com uma massagem suave utilizando cremes ou óleos. Se possível, inclua técnicas de reflexologia para estimular pontos que influenciam o bem-estar geral. Finalização: seque seus pés com uma toalha limpa, aplique um protetor ou creme finalizador e, se desejar, cuide das unhas para um toque extra. Fique atento às contraindicações e cuidados Apesar de simples e muito relaxante, o spa dos pés não é indicado em todos os casos. Você deve evitar o tratamento se houver: Lesões ou feridas abertas nos pés; Problemas circulatórios ou diabetes, a não ser que receba orientação especializada ou tenha acompanhamento; Alergias a algum dos produtos utilizados. Além disso, manter uma frequência adequada é importante para ter bons resultados e evitar efeitos indesejados ou incômodos. Normalmente, espaços semanais ou quinzenais são suficientes. “Mas para quem tem pés ressecados ou calosidades, pode ser indicado um intervalo maior para manter a saúde da pele”, adiciona a especialista. Detalhe importante: quando realizado em salões, o spa dos pés deve seguir normas rigorosas de biossegurança. Nesse contexto, a esteticista e cosmetóloga Gisele Reis Pappi enfatiza a importância de observar se os materiais utilizados são esterilizados ou descartáveis, além de verificar o uso correto de EPIs (equipamentos de proteção individuais) pelos profissionais – no caso, máscaras, luvas, aventais e toucas.

Neuroma de Morton: saiba o que é, como evitar e tratamentos
Neuroma de Morton

Neuroma de Morton: saiba o que é, como evitar e tratamentos

O Neuroma de Morton é uma condição que causa dor na parte da frente do pé, especialmente entre o terceiro e quarto dedos, com o aumento de volume de um nervo localizado entre os ossos metatarsos. “Esse inchaço é geralmente provocado por sobrecarga crônica e tem os sapatos de salto alto e bico fino como grandes vilões da história, pois causam pressão excessiva nessa região”, aponta o ortopedista André Donato Baptista, especialista em cirurgia de pé e tornozelo. Sintomas incluem sensação de formigamento Além da dor intensa, o Neuroma de Morton provoca sensações de formigamento e até choques nos dedos e no peito do pé, principalmente quando a pessoa usa calçados mais apertados. Aí surge a dúvida: como saber que o pé está formigando e não outra situação? Neste caso, deve-se observar se há uma leve dormência, acompanhada por pontadas na pele e perda momentânea da sensibilidade. A advogada aposentada Vanda Lopes Alves, 65 anos, de São Paulo, descreve a sensação. “Parecia uma queimação, como se estivesse pisando em uma pedrinha”, conta ela, que foi diagnosticada com Neuroma de Morton há cinco anos. Como prevenir o Neuroma de Morton Para reduzir o risco de desenvolver a condição, o ortopedista André Donato Baptista recomenda: Use calçados confortáveis. Evite sapatos de bico fino e saltos altos, preferindo os modelos de, no máximo, 4 a 5 centímetros de elevação Alongue-se. Exercícios regulares de alongamento para as panturrilhas ajudam a diminuir a pressão na frente do pé. Aposte na distribuição de peso. Manter um bom suporte nos pés através de sapatos adequados reduz o impacto direto na região. Tratamento indicado para Neuroma de Morton “O tratamento envolve medidas que aliviam a pressão sobre o neuroma: usar calçados confortáveis, tomar medicação anti-inflamatória, fazer fisioterapia, usar palmilhas e até mesmo realizar infiltrações de corticoide”, detalha o médico. Se todas essas medidas falharem, a cirurgia para a retirada do neuroma pode ser indicada. Vanda Lopes Alves, após tentativas com tratamentos conservadores, optou pela cirurgia. “A recuperação levou algumas semanas e exigiu fisioterapia, mas finalmente me vi livre das dores”, relata. Ela revela que, desde então, passou a evitar sapatos de salto e mantém o conforto como prioridade. Mas a cirurgia cura mesmo? Segundo o ortopedista, sim. A intervenção cirúrgica é um tratamento definitivo para o problema. Por outro lado, em alguns casos, mesmo que as demais opções terapêuticas não curem, podem ser suficientes. A importância de cuidar dos pés O Neuroma de Morton é uma condição que pode ser prevenida com alguns cuidados simples, mas que precisam ser escolhas diárias durante toda a vida. Por exemplo, optar por calçados adequados e perceber os sinais do corpo são medidas essenciais para proteger os pés de problemas futuros. Nesse sentido, Vanda deixa um recado para as mulheres que sofrem com o desconforto dos saltos: “O que é bonito hoje, amanhã pode ser motivo de cirurgia e dores. O desconforto nunca está na moda”. Embora em alguns casos o sapato alto seja visto como obrigatório, relatar as dores decorrentes do uso ao ortopedista pode ajudar a identificar o problema e conseguir um laudo médico, suficiente para a troca do calçado, mesmo no ambiente de trabalho. Ou seja, com prevenção e tratamento adequado, é possível controlar e até eliminar os sintomas, mantendo os pés saudáveis e livres de dores no dia a dia.

Estalar os dedos do pé faz mal? Médico responde
Proteção Articular

Estalar os dedos do pé faz mal? Médico responde

Apesar de ser mais comum com as mãos, muita gente tem o hábito de estalar os dedos dos pés, seja para aliviar uma sensação de rigidez ou por costume mesmo. Mas será que tal prática pode prejudicar as articulações ao longo do tempo? De acordo com o ortopedista Sérgio Costa, especialista em cirurgia do joelho e artroscopia, não há evidências científicas de que estalar os dedos dos pés cause danos diretos às articulações. No entanto, embora seja uma situação mais rara, se o movimento for feito com força excessiva ou de forma repetitiva, pode gerar desconforto e até pequenas lesões. “O estalo ocorre pela formação e rompimento de uma bolha de gás dentro da articulação. Esse fenômeno é natural e, quando não há dor associada, não precisa ser motivo de preocupação”, afirma o médico. Mesmo não sendo problema, o especialista pontua algumas questões que devem ser observadas: Dor ao estalar: “Se houver dor ao estalar os dedos dos pés, pode ser um indicativo de desequilíbrio ou rigidez articular.” Estalo frequente: “O estalo excessivo pode indicar uma alteração na mobilidade da articulação. Se a pessoa sente necessidade constante de estalar os dedos, vale investigar se há algum problema ortopédico.” Movimento forçado: “Se o estalo é causado por um movimento muito intenso, pode gerar sobrecarga nos ligamentos e cápsulas articulares, aumentando o risco de lesões.” Estalo como sinal de problema Se o estalar dos dedos for acompanhado de sintomas como dor, inchaço ou rigidez, pode haver uma alteração ortopédica subjacente. Entre as possíveis condições estão: Alinhamento irregular dos ossos ou de ligamentos: se há uma alteração na estrutura óssea ou ligamentar dos pés, o estalo pode ocorrer com mais frequência e vir acompanhado de desconforto; Desgaste da articulação: em alguns casos, o estalo pode estar relacionado a processos degenerativos, portanto, se houver perda de cartilagem ou instabilidade articular, o ruído pode indicar um problema mais sério; Processos inflamatórios: inflamações em tendões e cartilagens também podem gerar estalos frequentes, principalmente se houver dor associada. O especialista reforça que, se o estalo vem acompanhado de dor que não vai embora, é recomendado buscar orientação médica para investigar a causa. Saúde das articulações “Estalar os dedos dos pés, por si só, não causa artrite ou artrose. Essas doenças estão mais relacionadas a fatores como envelhecimento, predisposição genética e lesões repetitivas”, diz Sérgio Costa Ele lembra que não é preciso se assustar com o barulho produzido pela bolha de gás que se rompe dentro da articulação - o ruído não é sinal de alerta. “Esse gás é, na maioria das vezes, dióxido de carbono, e sua liberação não causa nenhum prejuízo à articulação”, acrescenta o médico. Cuide da saúde articular Mesmo sem comprovação de que o estalo cause danos, manter a saúde das articulações é essencial. O ortopedista recomenda: Usar calçados adequados, que ofereçam suporte e conforto; Fazer exercícios de fortalecimento e alongamento para manter a flexibilidade dos pés e pernas; Evitar sobrecarga nas articulações, distribuindo bem o peso corporal; Praticar atividades físicas regulares, sempre respeitando os limites do corpo; Manter a higiene dos pés, lavando e secando bem a região. “O ideal é manter os pés sempre fortalecidos e alongados para evitar problemas articulares no futuro”, finaliza Costa.

Como tratar cisto sinovial no pé e quais são os riscos
Cuidado Diário

Como tratar cisto sinovial no pé e quais são os riscos

O cisto sinovial é uma alteração comum que pode surgir nos pés ou tornozelos. O problema surge como uma bolsa cheia de líquido, semelhante ao que lubrifica naturalmente as articulações e, apesar de benigno, pode causar incômodo e afetar a mobilidade. Sua formação ocorre quando há excesso de líquido sinovial (fluído natural das articulações), que escapa e fica preso em uma cápsula, segundo o ortopedista Caio Fábio, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE). A condição pode estar associada a desgaste, traumas repetitivos ou até surgir sem causa específica. “Esse líquido funciona como um ‘óleo’ natural do corpo. Quando acumulado fora do espaço normal da articulação, acaba formando o cisto, que pode variar de tamanho e provocar dor, dependendo do local em que aparece”, explica o especialista em cirurgia do pé e tornozelo. Sintomas mais comuns O cisto costuma ser percebido pela presença de um nódulo palpável ou visível. Além disso, pode provocar: Dor ou desconforto, principalmente com calçados apertados; Inchaço localizado, que pode variar de tamanho ao longo do tempo; Formigamento ou pressão, quando a lesão comprime nervos próximos, o que ocorre apenas em alguns casos. Na maioria das vezes, é uma condição benigna que não compromete a articulação no longo prazo. No entanto, dependendo do tamanho e da localização, pode atrapalhar a mobilidade e causar dor ao caminhar. É perigoso não tratar? De acordo com o médico Caio Fábio, o cisto sinovial não representa risco de se tornar maligno. “Não há chance de virar câncer. O maior problema é o incômodo: ele pode crescer, inflamar, causar dor persistente e até pressionar nervos ou vasos sanguíneos”, afirma. Por essas razões, mesmo não sendo maligno ou uma condição tão grave, o quadro merece atenção, com acompanhamento médico regular e o tratamento é indicado. Opções de tratamento Na maioria dos casos, a recomendação inicial é apenas observar a evolução e adotar medidas simples, como: Troca de calçados para reduzir a pressão; Imobilização temporária; Aspiração do líquido com agulha (punção) – embora exista chance de retorno. Todavia, quando a dor é intensa, há limitação de movimento, recidiva após punções ou forte incômodo estético, a cirurgia pode ser indicada. “Esse procedimento consiste em retirar o cisto junto com sua cápsula, reduzindo as chances de reaparecimento”, detalha Caio Fábio. Cuidados e prevenção Não há como impedir totalmente o surgimento do cisto sinovial, mas alguns hábitos ajudam a reduzir riscos: Evitar sapatos muito apertados; Reduzir esforços repetitivos no pé e tornozelo; Fortalecer a musculatura da região para diminuir a sobrecarga. O ortopedista reforça que a decisão de tratar depende de três fatores principais: se o cisto causa dor, se limita atividades do dia a dia ou se traz incômodo estético. “Em muitos casos, o paciente consegue conviver bem sem cirurgia, mas quando atrapalha a qualidade de vida, existem soluções seguras e eficazes”, finaliza.

Como se usa o desodorante para pé
Suor e Odor

Como se usa o desodorante para pé

É muito simples aplicar esse tipo de desodorante: saiba qual é a maneira correta de usar o desodorante nas apresentações pó, aerossol e jato seco. O desodorante de pé, assim como o que usamos nas axilas, é um produto essencial para a nossa rotina de cuidados com o corpo. Afinal, é ele que dá proteção aos pés contra o mau odor que pode surgir ao longo do dia graças à combinação da umidade vinda do suor com a microbiota de bactérias e fungos que vivem nesta região. Para manter os pés secos e protegidos contra a ação desses microrganismos, o desodorante de pé tem uma formulação diferente da do desodorante que aplicamos nas axilas. Ele age, basicamente, como um antitranspirante (para evitar a umidade) e antisséptico (para eliminar as bactérias e os fungos que podem causar mau odor). Por isso, o ideal é aplicar o desodorante de pé duas vezes ao dia, de preferência de manhã e à noite, recomenda Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Quais são os tipos de desodorante de pé? Existem três tipos de desodorantes para os pés: em pó, em aerossol e jato seco. “Tanto o desodorante em pó como o aerossol ou jato seco agem de forma parecida, é uma questão de opção de cada pessoa, de acordo com a sua preferência”, explica Bega. O desodorante em pó é uma boa opção para quem sua demais nos pés. “Quando há excesso de transpiração, o pó absorve essa umidade. O aerossol ou o jato seco não vão fazer a absorção da mesma forma, mas combatem o odor e tem uma ação refrescante, então ambos podem ser usados nas mesmas situações”, reforça Bega. No caso dos desodorantes na forma de aerossol e jato seco, a diferença é que o aerossol demora um pouco mais para secar do que o jato seco, que seca quase instantaneamente, aponta o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Como usar o desodorante de pé? O desodorante deve ser aplicado, principalmente, na planta (a parte inferior dos pés) e entre os dedos, que são as regiões que mais transpiram. Mas, quem quiser pode passar no dorso (na parte superior, ou “peito do pé”) também, apesar de não ser essencial, explica Bega. A aplicação é bem simples: veja a seguir como usar os desodorantes em pó, aerossol e jato seco. Desodorante em pó Certifique-se de estar com os pés limpos e bem secos; Polvilhe o desodorante na planta dos pés e entre os dedos. Desodorante aerossol e jato seco Certifique-se de estar com os pés limpos e bem secos; Mantenha o produto a uma distância de ao menos 10 centímetros do pé; Aplique o desodorante na planta dos pés e entre os dedos.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções