Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
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Calcanheira de Silicone Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel

Calcanheira para absorver o impacto e aliviar dores no calcanhar. Indicada para esporão de calcâneo, tendinite etc.

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Calcanheira de Silicone Tamanho 39 a 43
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Calcanheira silicone 39 a 43
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Quantidade

(tamanho 39 a 43) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alívio das dores
• Absorve impacto
• Formato anatômico
• Boa aderência no calcanhar
• Cápsula central
• Durável e resistente
• Não absorve umidade
• Evita proliferação de fungos e bactérias
• Encaixa em todos os sapatos

Dicas de Uso

Selecionar o produto de acordo com o seu tamanho.

Coloque o produto no calçado desejável e calce-o em seguida.

Pode ser usado em qualquer tipo de sapato.

Produto reutilizável. Lavar com água e secar à sombra. Realizar a troca quando a calcanheira apresentar desgaste aparente ou quando desejável.

Resultado

Absorção e amortecimento do impacto.

Deixa o pé mais firme no calçado, evitando lesões.

Auxilia na correção da pisada.

Ingredientes

100% SILICONE.

Mais sobre Calcanheira de Silicone Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel

A Calcanheira de Silicone Tenys Pé Baruel absorve o impacto e alivia as dores derivadas do esporão de calcâneo, contusões, osteoporose, dissipação de energia, ciatalgias, tendinite de Aquiles, tartalgias, fascite plantar, bursite retrocalcaniana, entorse e outras patologias de calcanhar. Ela também é indicada na prática de esportes em geral.

Seu formato anatômico se encaixa aos pés e age desde a borda do calcanhar até a extensão completa do retropé, oferecendo mais eficácia no tratamento e prevenção de patologias do calcanhar. Possui uma cápsula central macia para maior alívio da pressão no calcanhar.

A calcanheira de silicone tem formato cônico que se encaixa facilmente em todos os calçados. Ela promove alta absorção dos impactos, oferecendo excelente amortecimento e propulsão. Reduz o pico de pressão e distribui a força de reação.

A Calcanheira de Silicone Tenys Pé é um potente amortecedor feito 100% de silicone, que por sua vez, possui excelentes propriedades elásticas que permitem a absorção do impacto e pressão, aliviando as dores causadas por inflamações e tendinites. É resistente e durável, a calcanheira não absorve umidade e ainda evita proliferação de fungos e bactérias.

É fácil de vestir e encaixa em todos os sapatos com boa aderência no calcanhar.

Indicada para atletas, pessoas que ficam em pé por muito tempo e pessoas com patologias nos calcanhares.

Com ela é possível obter melhor desempenho esportivo e prevenir, ao mesmo tempo, futuras lesões. Ideal para o uso diário, seja no trabalho, no esporte ou no lazer.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Diabetes e pés inchados: entenda a relação
Inchaço e Edema

Diabetes e pés inchados: entenda a relação

O inchaço nos pés é um sintoma frequente entre diabéticos e pode ter origens variadas. Em boa parte das vezes, está ligado ao comprometimento de órgãos e sistemas que regulam o equilíbrio de líquidos no corpo, especialmente rins, vasos sanguíneos e coração. A seguir, você entende um pouco mais sobre as principais causas dessa ocorrência. Segundo a endocrinologista Luiza Esteves, do Hospital São Marcelino Champagnat, o diabetes pode causar alterações renais e vasculares que afetam a drenagem adequada do sangue e a regulação de líquidos do corpo, levando ao acúmulo dessas substâncias e, consequentemente, ao inchaço da região. “Esses sistemas têm papel importante no ajuste do equilíbrio hídrico e na drenagem adequada do sangue venoso. Quando há alterações, pode ocorrer o desenvolvimento de edema, ou seja, o inchaço”, explica a especialista. Quando o inchaço é preocupante O descontrole glicêmico prolongado pode causar a chamada nefropatia diabética, em que os rins perdem a capacidade de eliminar o excesso de líquidos. Além disso, pessoas com diabetes têm maior risco de desenvolver insuficiência cardíaca, o que também favorece o aparecimento desse edema. A endocrinologista Luiza Esteves alerta que esses quadros merecem atenção especial, quer dizer, quando o inchaço é persistente, assimétrico, vem acompanhado de dor, vermelhidão, feridas, ganho de peso rápido ou falta de ar. Nesses casos, é fundamental buscar avaliação médica. “Entretanto, no geral, todo edema requer investigação. Mesmo quando leve, pode indicar o início de complicações nos rins, no coração ou na circulação”, completa a médica. Relação com o pé diabético A endocrinologista esclarece que o edema, quando associado à neuropatia, pode reduzir a sensibilidade local, favorecer rachaduras e aumentar o risco de feridas e infecções. Esses fatores elevam as chances de desenvolver o chamado pé diabético, além de outras complicações. Por isso, é essencial que todo paciente com diabetes tenha seus pés avaliados com frequência. “O edema em pacientes diabéticos é multifatorial, podendo coexistir com causas venosas, cardíacas, renais e medicamentosas. O autocuidado e a inspeção diária dos pés são fundamentais para prevenir complicações”, pontua Luiza. Controle da glicemia ajuda De acordo com a endocrinologista, manter a glicemia dentro dos níveis adequados é uma forma eficaz de prevenção. Isso reduz o risco de doenças cardiovasculares e renais associadas ao diabetes, e, portanto, o surgimento de inchaços nas extremidades. Além disso, dependendo da causa, outras medidas diárias ajudam a aliviar esse desconforto, como: Elevar os pés ao descansar; Usar meias elásticas quando indicado; Evitar o consumo excessivo de sódio; Praticar atividade física regular.

O que é o pé diabético e quais são os cuidados essenciais?
Pé Diabético

O que é o pé diabético e quais são os cuidados essenciais?

Quem tem diabetes precisa caprichar na hidratação e checar os pés todo dia para evitar feridas que prejudiquem sua saúde. Algumas pessoas que têm diabetes podem desenvolver uma condição chamada de “pé diabético”. Isso acontece quando se tem uma ou mais complicações do diabetes, como neuropatia (que afeta o funcionamento dos nervos), circulação reduzida ou deformidades na estrutura do pé. A neuropatia causa uma perda de sensibilidade que não deixa a pessoa sentir dor e desconforto nos pés se tiver uma irritação na pele, que pode virar uma ferida (ou úlcera). “Essa ferida é a uma causa importante de amputação”, alerta a endocrinologista Sharon Nina Admoni, responsável pelo ambulatório de pé diabético do grupo de diabetes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e médica do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês. Já a doença vascular reduz a circulação nas pernas e nos pés devido ao acúmulo de placas de gordura na parede das artérias, dificultando a cicatrização de feridas e piorando o inchaço. E a deformidade dos pés, combinada com a neuropatia e/ou a diminuição da circulação, pode levar ao desenvolvimento de uma ferida que pode ter graves consequências. “Essa ulceração é mais comum na planta do pé. Se não for tratada, pode destruir os tecidos mais profundos, levando à amputação”, explica Roseanne Montargil Rocha, enfermeira especialista em Estomaterapia e coordenadora do Departamento do Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes. Um sapato apertado, uma pedrinha na meia ou uma pressão sob determinada área do pé, por exemplo, cria uma calosidade. “Por baixo desse calo pode acontecer uma hemorragia, que não é sentida por causa da perda de sensibilidade e dá origem à úlcera, que afeta as camadas por baixo da pele”, diz Admoni. Nesses casos, é preciso consultar um especialista para remover o calo e tratar a lesão ou infecção — e jamais fazer isso em casa. Isso porque, dependendo da seriedade do problema, será preciso debridar a úlcera, ou seja, remover o tecido que necrosou e limpar a lesão para deixar somente a pele e os tecidos saudáveis. Como cuidar do pé diabético Como quem tem pé diabético pode não sentir dor ao se ferir ou ao pisar de maneira diferente por causa de alterações na estrutura do pé, precisa dedicar um tempinho ao cuidado diário com os pés. “Essa inspeção deve ser feita todo dia, especialmente em caso de perda de sensibilidade”, diz Rocha. Para começar essa rotina diária de cuidado, a Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda observar a textura da pele e ver se algum ponto está mais áspero ou ressecado —especialmente no calcanhar— e se há calosidades, vermelhidão, inchaço, rachaduras na pele ou aumento da temperatura, que podem ser indícios de uma infecção. Na rotina de cuidado, também é importante afastar os dedos dos pés para procurar feridas ou um aspecto esbranquiçado na pele, que pode sinalizar a presença de micoses (como as frieiras). E, claro, manter os hábitos de higiene, como lavar e secar bem os pés e, principalmente, aplicar hidratante específico para eles. “A neuropatia deixa o pé mais ressecado, mais propenso a ter rachaduras e fissuras”, afirma Admoni. Uma vez por semana, é bom fazer uma esfoliação nos pés. Os esfoliantes removem as células mortas da superfície da pele e estimulam sua renovação, além de preparar a pele para absorver melhor o hidratante. Quem tem pé diabético precisa de calçados especiais? Outra recomendação importante é nunca andar com os pés descalços, especialmente quem tem neuropatia, porque isso aumenta as chances de machucar os pés sem perceber e pode causar úlceras. Os calçados devem estar na medida certa: nem muito apertados nem muito largos, para não causar bolhas e outras feridas por causa do atrito. “O calçado inadequado é a principal causa externa das ulcerações no pé”, afirma Rocha. Além disso, deve ter um solado rígido. “Assim, ele organiza o caminhar e distribui de maneira melhor as pressões sobre os pés”, completa Admoni. “Também é importante, especialmente para quem tem neuropatia, que o calçado tenha um contraforte. É aquela estrutura na parte do calcanhar, para que o pé não escorregue.” Para não machucar o pé, escolha calçados sem costuras internas ou rebarbas e feitos de materiais macios. Com eles, é bom usar meias de algodão, também sem costuras, e de preferência claras, que “denunciam” se houver algum machucado. Se a meia tiver costuras, o melhor é usá-la do avesso. 5 dicas para a saúde do pé Verifique sempre a glicemia para mantê-la sob controle; Inspecione seus pés diariamente para ver se existe alguma lesão, inchaço ou aumento de temperatura; Aplique hidratante todo dia para melhorar a qualidade da pele; Use calçados adequados, de solado rígido, para dar apoio aos pés; Se descobrir alguma lesão, procure auxílio médico — não tente tratar em casa.

Caminhar na esteira, na rua, na areia: o que é melhor?
Caminhada

Caminhar na esteira, na rua, na areia: o que é melhor?

A caminhada é uma das atividades físicas mais simples e benéficas para a saúde, mas o tipo de base percorrida - esteira, asfalto ou areia, por exemplo - pode influenciar significativamente os resultados e o impacto para as articulações. Isso porque pisos diferentes alteram o esforço necessário e afetam a biomecânica do corpo. “Enquanto o asfalto oferece mais impacto, a esteira é ideal para iniciantes por ser mais segura. Já a areia exige maior esforço muscular, sendo excelente para fortalecer a musculatura, sem impactar tanto”, cita o fisioterapeuta Kauê Yub, especialista em traumatologia e ortopedia do esporte. Como os terrenos influenciam Antes de decidir por onde caminhar, vale saber que cada tipo de solo possui características específicas, que afetam diretamente a resposta do corpo à caminhada. Nesse sentido, entenda que: Asfalto é o terreno mais rígido. Oferece maior impacto nas articulações do tornozelo e joelho. Apesar disso, proporciona uma mecânica mais natural da caminhada, semelhante ao dia a dia. Esteira possui amortecimento que reduz o impacto, indicada sobretudo para pessoas com dores articulares ou em retorno pós-lesão. Entretanto, por ser uma superfície previsível e estável, exige menos esforço muscular. Areia dura absorve impacto e oferece uma alternativa menos intensa que a areia fofa, ainda mantendo bom nível de segurança articular. Areia fofa requer maior esforço muscular devido à instabilidade, aumentando consequentemente o gasto calórico. É ideal para fortalecer pernas e pés, mas deve ser usada com moderação para evitar fadiga muscular. “Cada solo tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha ideal depende das condições físicas e do objetivo de quem caminha”, destaca o fisioterapeuta. Qual é o melhor solo para caminhar? A escolha do terreno mais adequado varia em função do estado físico e dos objetivos de quem caminha. Quem tem artrose ou desgastes deve optar pela esteira, enquanto a praia vale mais para os que estão retornando ao esporte, inclusive pós-fraturas ou com uma canelite, por exemplo, pois haverá esforço, mas preservando as articulações. O fisioterapeuta explica ainda que há uma sequência recomendada para quem deseja progredir de forma segura, especialmente ao voltar à prática: 1º) Esteira: oferece baixo impacto e controle de intensidade, ideal para reabilitação e adaptação inicial. 2º) Areia fofa: exige mais esforço muscular com baixo impacto articular e ajuda a desenvolver força nas pernas e pés. 3º) Asfalto: é o retorno ao movimento natural, proporcionando um desafio maior, mas com mais impacto nas articulações. “A progressão gradual é essencial para evitar lesões e permitir a adaptação muscular e articular. Cada solo tem seu momento certo”, orienta o especialista. Cuidados específicos para cada tipo de solo Seja qual for o terreno escolhido, é importante saber que não deve-se começar a caminhar sem antes adotar cuidados específicos para evitar lesões. Na esteira: mantenha uma postura adequada e ajuste a velocidade gradualmente para evitar desequilíbrios. Apesar de segura, a esteira não substitui completamente a caminhada ao ar livre. Na areia: é importante caminhar com calçados adequados e, ocasionalmente, descalço para fortalecer a musculatura dos pés. Evite sobrecarga ou volume excessivo de treino, especialmente no início. No asfalto: é bom evitar terrenos inclinados ou irregulares, pois podem sobrecarregar músculos estabilizadores e causar tendinites. Use calçados com bom amortecimento para reduzir o impacto. “O volume excessivo de caminhada, independentemente do solo, é o maior vilão para iniciantes. O ideal é começar aos poucos e progredir com cautela”, reforça Yub. Caminhada na rua X na esteira Dúvidas comuns de quem caminha são as diferenças relacionadas à rua e à esteira. Causam o mesmo efeito? Oferecem os mesmos ganhos? O fisioterapeuta esclarece que o asfalto sempre oferece uma mecânica mais natural, diferentemente da esteira, equipada com amortecimento para reduzir o impacto nas articulações. “Na rua, você utiliza a musculatura exatamente como deve, fazendo a propulsão do corpo para frente. Já na esteira, o movimento é diferente, porque o tapete se move sob os pés, exigindo menos força”, esclarece Kauê Yub. Diante disso, a principal recomendação do especialista é alternar os dois tipos de terreno, especialmente para quem busca treinar para caminhadas longas ou desafios ao ar livre. Calçado é uma escolha individual A escolha do calçado ideal para caminhada varia conforme o formato do pé e o tipo de terreno. “Não existe um tênis perfeito para todos, mas é essencial que ele seja confortável e não machuque”, orienta o fisioterapeuta. Ao caminhar no asfalto, prefira opções com bom amortecimento para minimizar o impacto. Na areia, opte por modelos mais aderentes. Na esteira, escolha tênis leves e estáveis. Para chegar à melhor opção, o segredo é experimentar mais de uma alternativa até encontrar a que melhor se adapta às necessidades.

Cuidado com os pés em casa: o que fazer e não fazer
Autoestima

Cuidado com os pés em casa: o que fazer e não fazer

Muita gente sai do banho e logo passa o desodorante nas axilas e o hidratante no rosto e no corpo. Mas e o pé? Devemos dedicar os mesmos cuidados a essa parte do corpo? É bom lixar de vez em quando? E pode passar hidratante? Se você tem dúvidas sobre o que pode ou não fazer para cuidar bem dos pés, confira a seguir as dicas de dois especialistas em podologia: Jeneci Andrade de Souza, docente da área de podologia do Senac São Paulo; e Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Preciso lavar os pés todos os dias? Sim: como todo o resto do corpo, os pés devem ser lavados todos os dias com sabonete comum. “No banho, muita gente deixa só a água escorrer e não lava direito os pés”, diz Bega. “É preciso lavar entre os dedos e usar uma bucha para higienizar bem o pé.” Nunca é demais lembrar: depois do banho, lave e seque bem a região entre os dedos para não ter problemas com fungos, como os que causam as frieiras. Todo mundo tem que hidratar os pés? Sim! Souza explica que manter a pele hidratada evita uma série de alterações no pé, como o aparecimento de pequenas (porém bem incômodas) rachaduras no calcanhar. O ideal é fazer essa hidratação diariamente. Se não for possível, ele recomenda uma frequência de ao menos três vezes por semana. “Mas atenção: não se deve passar creme entre os dedos, somente na região plantar e dorsal”, completa. É preciso lixar os pés? Não. O ideal é realizar uma esfoliação e, depois, uma hidratação. “O lixamento só deve ser feito quando se remove uma calosidade. É melhor usar cremes que mantêm a pele hidratada e impedem que ela engrosse muito”, explica Bega. “Lixar os pés agride a pele, abre passagem para bactérias e fungos e muitas vezes causa uma resposta inflamatória que vai levar o corpo a produzir mais pele.” No caso de calos, ele indica procurar um/a podólogo/a para fazer a avaliação. “Pode ser necessário usar uma palmilha, pois a questão não é lixar, e sim resolver uma alteração de pisada que está fazendo com que a pele engrosse em certos pontos por causa do aumento de pressão devido a essa alteração.” Que cuidados com os pés eu posso tomar se suo muito? Nesse caso, é importante manter os pés secos por mais tempo, para evitar o mau cheiro e infecções por fungos, como as frieiras. Souza recomenda usar papel interfolha na secagem, pois ele absorve melhor a umidade. Bega sugere usar desodorante para os pés na versão em pó, que tem melhor desempenho para absorver a umidade gerada na transpiração. Para completar, evite usar meias e calçados feitos de tecidos sintéticos, especialmente no calor, pois eles fazem os pés suarem mais. “É melhor usar meias de algodão, que absorvem o suor”, completa Bega. De quanto em quanto tempo devo inspecionar meu pé? “Todo dia”, responde Souza. “Observe a presença de bolhas, calos e calosidades, coloração diferente na pele ou nas unhas”, afirma o especialista. Esse cuidado deve ser redobrado para quem tem pé diabético, pois, com a perda de sensibilidade nos pés, pequenas feridas e rachaduras podem virar ulcerações graves que levam à amputação. Quem não tem diabetes deve ficar de olho e checar se há mudança de aspecto nas unhas ou na coloração da pele, especialmente entre os dedos. Esses sinais podem ser de infecção por fungos, como micose e pé de atleta.

Salto alto é vilão da metatarsalgia? Confira mitos e verdades
Metatarsalgia

Salto alto é vilão da metatarsalgia? Confira mitos e verdades

A dor na parte da frente do pé, logo atrás dos dedos, é mais comum do que parece e tem nome que chega a assustar: metatarsalgia. Apesar de muita gente achar que se trata de uma doença, na verdade é um sintoma, que pode ter diferentes causas além do sapato de salto alto. “Quando existe sobrecarga, alterações no formato do pé, uso de calçados inadequados ou desequilíbrios na forma de pisar, a pressão no antepé torna-se excessiva e provoca inflamação e dor”, afirma a ortopedista Lara Furtado, especialista em pé e tornozelo do Hospital viValle. A seguir, listamos alguns mitos e verdades sobre o assunto. Salto alto pode contribuir para a metatarsalgia? VERDADE. Apesar de não ser o único culpado, o sapato de salto alto pode, sim, causar e agravar o quadro, especialmente quando usado de forma inadequada. Isso porque ele desloca o peso do corpo para a parte da frente do pé, concentrando praticamente toda a carga nesta região. Do ponto de vista biomecânico, o fisioterapeuta Gustavo Barbosa, da Clínica Movitè, explica que, com o calcanhar elevado, o tornozelo fica em flexão plantar e o corpo se inclina para frente. Essa inclinação desloca o centro de massa e faz uma parcela crescente do peso ser suportada só pelo antepé. O tipo de salto faz diferença? VERDADE. Nem todo salto impacta o pé da mesma forma. Quanto mais alto for, maior será a sobrecarga sobre as cabeças dos metatarsos. Além disso, modelos com bico fino aumentam ainda mais a pressão em pontos específicos e pioram o equilíbrio. A ortopedista Lara Furtado também alerta para calçados pouco acolchoados ou muito rígidos, que criam áreas de impacto excessivo. Além disso, o tempo de uso conta: manter o antepé sob sobrecarga constante favorece inflamações, dores crônicas e até lesões. Todo mundo que usa salto vai ter metatarsalgia? MITO. Nem todas as pessoas vão desenvolver a condição. Fatores individuais influenciam muito, tais como: pés cavos, joanete, encurtamento do tendão de Aquiles, peso corporal e tipo de atividade física, que podem aumentar a carga no antepé. Vale lembrar que o uso frequente do salto pode gerar compensações na marcha e na postura. Muitas vezes, essas adaptações são mantidas mesmo fora do sapato, agravando e perpetuando o quadro. Quem sente dor precisa abolir o salto para sempre? MITO. Inclusive, para quem não abre mão do modelo de calçado, algumas estratégias ajudam a reduzir o risco de dores ou complicações. Os profissionais recomendam: Optar por saltos moderados (entre 4 e 6 cm no dia a dia); Escolher opções com plataforma frontal, que distribuem melhor a carga; Preferir saltos mais largos, que dão estabilidade; Evitar bicos muito finos, que comprimem os dedos. O fisioterapeuta Gustavo Barbosa reforça que não é preciso abolir o salto para sempre, mas repensar sobre usar “o tipo errado, do jeito errado e pelo tempo errado”. Dor persistente é sinal de alerta? VERDADE. A dor no antepé merece atenção quando é frequente, persistente ou piora com o tempo. Sinais como inchaço, vermelhidão, calosidade dolorosa ou mudança na forma de pisar indicam a necessidade de avaliação médica o quanto antes. Se o diagnóstico for confirmado, mudanças no calçado e no movimento são essenciais no início do quadro para conseguir resolvê-lo.

Inchaço após entorse de tornozelo: o que fazer
Inchaço e Edema

Inchaço após entorse de tornozelo: o que fazer

A entorse de tornozelo é uma lesão comum, mas pode causar grande desconforto. Além da dor, um dos sintomas frequentes é o edema - o inchaço da região lesionada, que ocorre devido à inflamação e à resposta do corpo ao trauma. Gustavo Nunes, ortopedista especializado em cirurgia do pé e tornozelo, esclarece que esse tipo de lesão pode afetar diretamente os ligamentos. "Quando há um estiramento ou rompimento ligamentar, o organismo reage enviando mais líquido para a área, gerando edema. Quanto maior a gravidade da entorse, mais intenso tende a ser esse inchaço", explica. O especialista destaca ainda que entorses graves podem levar a fraturas, sendo a fíbula o osso mais afetado nesses casos. "Se houver muita dor, incapacidade de apoiar o pé no chão ou suspeita de fratura, é essencial buscar atendimento médico e realizar exames de imagem", orienta. Como tratar o inchaço após uma entorse De acordo com a fisiologista Bianca Vilela, o primeiro passo para aliviar o edema é seguir o protocolo R.I.C.E. (sigla em inglês para repouso, gelo, compressão e elevação): Repouso: evitar sobrecarregar o tornozelo nos primeiros dias. Gelo: aplicar compressas frias de 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, ajuda a reduzir o inchaço e a dor. Compressão: usar bandagem elástica ou tornozeleira pode oferecer suporte e limitar o inchaço. Elevação: manter o pé elevado acima do nível do coração melhora a circulação e reduz a retenção de líquidos na região. Além disso, o médico Gustavo Nunes acrescenta que, em casos de entorses moderadas ou graves, o uso de uma bota ortopédica pode ser necessário por até quatro semanas para garantir estabilidade e auxiliar na recuperação. Fisioterapia e intervenção médica O tempo de recuperação varia conforme a gravidade da entorse. Casos leves melhoram em poucos dias, enquanto os mais severos podem levar semanas ou até meses. A fisioterapia precoce é um dos fatores mais importantes para acelerar a reabilitação e prevenir complicações. "Lesões multiligamentares ou instabilidades crônicas podem exigir cirurgia, que atualmente é feita por artroscopia, um procedimento minimamente invasivo", esclarece Gustavo Nunes. Bianca Vilela, por sua vez, ressalta que o fortalecimento muscular é essencial para prevenir entorses e edemas recorrentes. "Músculos fortes estabilizam as articulações e absorvem impactos, reduzindo o risco de lesões", diz. Assim, exercícios como elevação de calcanhares, uso de faixas elásticas para resistência e treinos de equilíbrio em superfícies instáveis ajudam a restaurar a força e a mobilidade do tornozelo após uma lesão. "A propriocepção, ou seja, a percepção do corpo no espaço, também precisa ser treinada para evitar novos episódios de entorse", complementa a profissional. Retorno aos treinos Nem pensar em retomar os treinos com o tornozelo inchado, ok? A fisiologista alerta que retomar atividades físicas com edema pode piorar a inflamação e prolongar a recuperação. "O ideal é aguardar a redução do inchaço, seguir um plano de reabilitação e só voltar aos treinos quando houver plena estabilidade e ausência de dor", frisa. No entanto, existem alternativas para manter o condicionamento físico sem sobrecarregar o tornozelo, que incluem exercícios de fortalecimento do core, musculação para a parte superior do corpo, bicicleta ergométrica leve e natação. O médico Gustavo Nunes reforça uma questão importante: caso a dor persista ou o inchaço não diminua, é essencial buscar orientação especializada para evitar complicações e garantir uma recuperação completa.

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