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Como aliviar o inchaço nas pernas e pés
Inchaço e Edema

Como aliviar o inchaço nas pernas e pés

Equipe Tenys Pé
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Ao final de um dia de muito calor ou em que passamos muito tempo sentados ou parados de pé, é comum sentirmos um inchaço nas pernas. Isso acontece porque substâncias como o sangue e a linfa precisam ir contra a gravidade para voltar ao coração e, quando algumas condições dificultam esse retorno, esses líquidos se acumulam nas pernas e nos pés.

“O maior aliado para empurrá-los para cima é a panturrilha, a batata da perna. Então, quem fica muito tempo sentado ou em pé sem andar tende a inchar mais porque os líquidos não têm tanta força para voltar”, explica Luciana Maragno, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Em geral, esse inchaço é passageiro e causa um incômodo pela sensação de estar com a perna pesada – e pode ser aliviado com algumas atitudes simples.

O que fazer quando a perna incha?

  • Ao sentir que as pernas começaram a inchar, faça pausas no dia para colocá-las para cima; com apoio de cadeiras, almofadas ou travesseiros, eleve-as de forma que os pés fiquem acima da linha do quadril;
  • Aplique um creme específico para pernas inchadas para aliviar a sensação de peso na região;
  • Use meias elásticas de média compressão, pois elas apertam a panturrilha para o sangue não ficar “parado” na parte inferior das pernas;
  • A drenagem linfática ajuda o líquido que está parado nos tecidos a entrar no sistema linfático e pode aliviar os casos de inchaço passageiro, especialmente em gestantes;
  • Faça atividades físicas regularmente: caminhada, corrida e ciclismo fortalecem a batata da perna (panturrilha), e isso ajuda a bombear melhor o sangue de volta para o coração.

O inchaço passageiro, causado pelo calor ou por passar muito tempo em pé ou sentado, em geral vai aumentando ao longo do dia. Mas, quando sentamos com as pernas elevadas acima da linha do quadril ou quando dormimos, as pernas desincham. “Nos casos de inchaço transitório, quando se sente que a perna está pesada, pode-se usar cremes específicos para aliviar essa sensação. Eles em geral têm uma substância hidratante, para dar mais elasticidade à pele, que, então, não fica com aquela sensação de estar esticando”, explica Maragno.

E se o inchaço não passar?

Se o inchaço não passar ou vier acompanhado de dores, é preciso buscar atendimento médico. Isso porque ele pode estar sendo causado por uma obstrução (em caso de trombose) ou compressão da veia (como pode acontecer na gravidez). “O inchaço é preocupante quando acontece em uma perna só ou é acompanhado de dor ou de alteração da cor do membro. E também quando acontece do joelho para cima, o que pode indicar outra doença renal, do fígado ou do coração. Quando dói, ou é infecção ou é trombose”, esclarece Maragno. “E, se causar dor ou vermelhidão na pele, pode ser infecção”.

Se houver suspeita de que seja uma trombose (dor e inchaço de um lado só), busque atendimento médico com urgência. “É preciso ir ao pronto-socorro rapidamente, porque a trombose entope o vaso e pode causar outros problemas mais graves, com risco de morte”, afirma a médica. “Com um exame simples e indolor, de ultrassom, você tem o diagnóstico na hora”.

Um inchaço das pernas que não passa e progride com o passar dos dias pode sinalizar uma doença renal, do fígado ou do coração. “Não é uma urgência, mas é necessário procurar um médico ambulatorial ou generalista para investigar a origem do problema, fazer o diagnóstico e encaminhar ao especialista para fazer o tratamento.

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Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão. Apesar da popularidade, as peças não devem ser usadas sem critério: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios. O cirurgião vascular Vinícius Bertoldi, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que a meia compressora costuma ajudar bastante em quadros venosos, mas não é indicada para todas as pessoas. “Problemas graves de circulação arterial, infecções na pele, feridas abertas sem tratamento e doenças cardíacas descompensadas são algumas contraindicações. Por isso, é importante ter sempre orientação médica antes de começar a usar”, frisa o especialista. Quando meias são realmente indicadas De modo geral, a meia de compressão costuma ser recomendada para varizes, sensação de peso nas pernas, cansaço, inchaço recorrente, gravidez e histórico de trombose. Ela também pode integrar o tratamento de linfedema e lipedema. Segundo o médico, é como se esse recurso desse um “empurrãozinho” para o sangue voltar ao coração, facilitando o movimento natural do líquido no corpo humano. A pressão gerada pela meia é maior no tornozelo e menor em direção ao joelho e coxa, ao subir pela perna. Dessa forma, melhora a circulação, diminui o inchaço e reduz a sensação de peso e dor nos membros inferiores. Só que nem todo inchaço está ligado exclusivamente à circulação venosa. Retenção de líquidos, alterações hormonais, uso de medicamentos e outras condições também podem provocar o problema. Assim, a escolha da meia deve sempre considerar as características e necessidades de cada paciente. Escolha errada atrapalha tratamento Michel Nasser, cirurgião vascular e diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), alerta que o grau de compressão, a altura e o modelo da meia, as medidas corretas da perna e até o tipo de malha fazem diferença no resultado. “Esse tipo de meia não funciona como uma peça de roupa comum. É preciso medir as circunferências das pernas e saber qual é a malha indicada: a circular é usada para problemas venosos, enquanto a plana é indicada para casos mais específicos, como linfedema e lipedema”, pondera o especialista. Embora sejam vendidas livremente, a orientação médica continua sendo muito importante para garantir a segurança e a eficácia das meias de compressão. Do contrário, o paciente pode acabar cometendo alguns erros bastante comuns: usar tamanho inadequado; escolher compressão incorreta; vestir a meia quando a perna já está inchada; não esticar corretamente e “dobrar” o tecido durante o uso; abandonar o tratamento por desconforto causado pelo modelo errado. Como usar corretamente no dia a dia A recomendação geral é vestir a meia logo pela manhã, ao acordar, quando as pernas ainda estão menos inchadas, e retirar antes de dormir. Em média, o uso costuma variar entre oito e 12 horas ao longo do dia. Para viagens longas, sobretudo acima de seis horas, as meias ajudam a reduzir o inchaço e o risco de trombose. Mesmo assim, é preciso combinar com a movimentação das pernas (ou seja, caminhar em paradas ou dentro do ônibus e do avião), maior hidratação e, sempre que indicado, avaliação vascular prévia. O médico Michel Nasser elenca alguns outros hábitos que também ajudam a melhorar a circulação e reduzir o inchaço: elevar as pernas ao final do dia; evitar longos períodos na mesma posição; caminhar regularmente; manter boa hidratação constante; fazer exercícios com a panturrilha; reduzir o consumo de sal.

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Suor nos pés é comum em dias quentes ou após atividade física. No entanto, quando acontece de forma persistente – mesmo em repouso ou em ambientes frescos, por exemplo – pode deixar de ser normal e merecer atenção. Na maioria dos casos, o especialista certo pode identificar a causa e tratá-la. A dermatologista Elisabeth Lima explica que o quadro é chamado de hiperidrose plantar: uma produção de suor maior do que o necessário para regular a temperatura corporal, capaz de causar desconforto, constrangimento e impacto na qualidade de vida. A causa mais comum é a hiperidrose primária, uma condição funcional em que as glândulas sudoríparas trabalham de forma exagerada, sem relação com doenças sistêmicas. Estresse, ansiedade, predisposição genética e o uso prolongado de calçados fechados ou meias sintéticas podem agravar o quadro. Um problema, muitos incômodos Além do desconforto, a médica alerta que o excesso de umidade favorece outras complicações, já que cria um ambiente ideal para fungos e bactérias. Os problemas mais comuns incluem: Bromidrose: o mau odor causado pela ação bacteriana; Micoses (pé de atleta): com coceira, descamação e fissuras; Dermatite irritativa: pela umidade constante; Queratólise puntacta: com pequenos “furinhos” na sola e mau cheiro frequente. Alguns pacientes também relatam sensação de retenção nos pés. Mas suor é diferente de inchaço. Suar é ter a pele úmida e pegajosa, sem aumento real do volume. Já no edema, um acúmulo de líquido causa sensação de peso e mudança visível no tamanho do membro, formando até uma depressão temporária ao apertá-lo. Tratamento existe e funciona Segundo a dermatologista Elisabeth Lima, o controle da hiperidrose depende da intensidade, mas, no geral, pode envolver: Antitranspirantes com sais de alumínio; Medicamentos tópicos específicos; Iontoforese (técnica terapêutica e estética); Toxina botulínica (em casos selecionados); Orientações de higiene; Escolha de calçados ventilados e meias de algodão. “Elaborar um plano terapêutico individualizado evita complicações e melhora muito a qualidade de vida”, reforça a especialista. Investigando causas hormonais Às vezes, os hormônios podem ser os culpados. O endocrinologista Augusto Assunção explica que alterações hormonais podem contribuir para a sudorese excessiva, especialmente em situações como: Distúrbios da tireoide; Puberdade; Gravidez; Climatério; Condições associadas à liberação aumentada de catecolaminas (mais raro). Entretanto, o médico lembra que, quando a causa é hormonal, o suor costuma vir acompanhado de outros sinais sistêmicos, como: Perda ou ganho de peso inexplicável; Palpitações, tremores e cansaço excessivo; Alterações do sono, do humor ou do ciclo menstrual. Nesse cenário, exames de sangue, como TSH e T4 livre, glicemia, insulina, hemoglobina glicada e cortisol podem ser indicados, conforme a suspeita clínica. “A atuação conjunta com o dermatologista é fundamental, especialmente para orientar tratamentos tópicos e descartar hiperidrose primária”, finaliza o endocrinologista.

Problemas de circulação e os pés: qual é a relação?
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Os pés estão entre as primeiras regiões do corpo a manifestar sinais de alterações circulatórias. Isso acontece porque são áreas mais distantes do coração e dependem de um bom funcionamento vascular para receber oxigênio, nutrientes e garantir a adequada remoção de resíduos metabólicos. Quando a circulação não está eficiente, os pés “avisam”. Problemas circulatórios podem estar relacionados tanto ao sistema venoso quanto ao arterial. Na insuficiência venosa, por exemplo, o retorno do sangue ao coração acontece de forma mais lenta, favorecendo inchaço, sensação de peso nas pernas e alterações na coloração da pele. Já quando há comprometimento arterial, pode ocorrer redução do fluxo sanguíneo que chega aos pés, provocando extremidades frias, palidez, dor ao caminhar e até dificuldade na cicatrização. Na prática podológica, observamos sinais importantes como unhas com crescimento mais lento, pele mais fina e ressecada, descamações persistentes, coloração arroxeada ou esbranquiçada dos dedos e presença de fissuras que demoram a cicatrizar. Pequenas lesões que em condições normais se resolveriam rapidamente podem evoluir quando há comprometimento circulatório. Após os 40 anos, especialmente em pessoas com histórico de sedentarismo, tabagismo, diabetes ou hipertensão, o risco de alterações vasculares aumenta. Por isso, o cuidado preventivo com os pés torna-se ainda mais essencial. Não se trata apenas de estética, mas de saúde e segurança. Uma circulação inadequada impacta diretamente a nutrição dos tecidos. Isso significa maior vulnerabilidade a infecções, dificuldade de regeneração e maior sensibilidade a traumas. Em casos mais avançados, podem surgir complicações sérias que exigem acompanhamento médico especializado. O papel da podologia preventiva é identificar sinais precoces, orientar sobre hábitos que favoreçam a circulação, como movimentação regular, escolha adequada de calçados e cuidados com a hidratação da pele, e encaminhar quando necessário. O olhar atento aos pés pode ser determinante para evitar complicações maiores. Os pés são uma extensão da saúde vascular do corpo. Observar mudanças, valorizar sinais e agir precocemente é uma forma inteligente de cuidar da qualidade de vida. Isso porque muitas vezes, o que começa com um simples inchaço pode ser o primeiro alerta de que algo precisa de atenção.

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