Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
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Calcanheira de Silicone Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

Calcanheira para absorção de impacto e alívio de dor. Conforto nos casos de esporão de calcâneo, contusão etc.

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Calcanheira de Silicone Tamanho 34 a 38
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Quantidade

(tamanho 34 a 38) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alívio das dores
• Absorve impacto
• Formato anatômico
• Boa aderência no calcanhar
• Cápsula central
• Durável e resistente
• Não absorve umidade
• Evita proliferação de fungos e bactérias
• Encaixa em todos os sapatos

Dicas de Uso

Selecionar o produto de acordo com o seu tamanho.

Coloque o produto no calçado desejável e calce-o em seguida.

Pode ser usado em qualquer tipo de sapato.

Produto reutilizável. Lavar com água e secar à sombra. Realizar a troca quando a calcanheira apresentar desgaste aparente ou quando desejável.

Resultado

Absorção e amortecimento do impacto.

Deixa o pé mais firme no calçado, evitando lesões.

Auxilia na correção da pisada.

Conforto, bem-estar e alívio das dores derivadas do esporão de calcâneo, contusões, osteoporose, dissipação de energia, ciatalgias, tendinite de Aquiles, tartalgias, fascite plantar, bursite retrocalcaniana, entorse e outras patologias de calcanhar.

Ingredientes

100% SILICONE.

Mais sobre Calcanheira de Silicone Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

A Calcanheira de Silicone Tenys Pé Baruel absorve o impacto e alivia as dores derivadas do esporão de calcâneo, contusões, osteoporose, dissipação de energia, ciatalgias, tendinite de Aquiles, tartalgias, fascite plantar, bursite retrocalcaniana, entorse e outras patologias de calcanhar. Ela também é indicada na prática de esportes em geral.

Seu formato anatômico se encaixa aos pés e age desde a borda do calcanhar até a extensão completa do retropé, oferecendo mais eficácia no tratamento e prevenção de patologias do calcanhar. Possui uma cápsula central macia para maior alívio da pressão no calcanhar.

A calcanheira de silicone tem formato cônico que se encaixa facilmente em todos os calçados. Ela promove alta absorção dos impactos, oferecendo excelente amortecimento e propulsão. Reduz o pico de pressão e distribui a força de reação.

A Calcanheira de Silicone Tenys Pé é um potente amortecedor feito 100% de silicone, que por sua vez, possui excelentes propriedades elásticas que permitem a absorção do impacto e pressão, aliviando as dores causadas por inflamações e tendinites. É resistente e durável, a calcanheira não absorve umidade e ainda evita proliferação de fungos e bactérias.

É fácil de vestir e encaixa em todos os sapatos com boa aderência no calcanhar.

Indicada para atletas, pessoas que ficam em pé por muito tempo e pessoas com patologias nos calcanhares.

Com ela é possível obter melhor desempenho esportivo e prevenir, ao mesmo tempo, futuras lesões. Ideal para o uso diário, seja no trabalho, no esporte ou no lazer.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Inverno e cuidados importantes para os pés no frio
Cuidado Diário

Inverno e cuidados importantes para os pés no frio

Durante o inverno, o uso frequente de meias e sapatos fechados, combinado ao clima seco e frio, pode comprometer a saúde dos pés. Além disso, a baixa temperatura favorece o ressecamento da pele, enquanto a umidade acumulada em calçados sem ventilação adequada cria um ambiente propício para o desenvolvimento de fungos e infecções. “Os principais problemas no frio incluem o ressecamento excessivo da pele, fissuras nos calcanhares, micoses e infecções fúngicas. Quem já tem condições como dermatite atópica ou psoríase pode perceber uma piora nos sintomas”, afirma a dermatologista Juliana Farias, essa combinação exige atenção redobrada. A podóloga Ana Maria Motta reforça a importância de manter os cuidados ativos na estação. “Muita gente relaxa com a saúde dos pés no inverno por não usar sapatos abertos. Mas, justamente por isso, é essencial manter uma rotina de hidratação e ventilação adequada”, alerta. Cuidados essenciais A seguir, as especialistas listam os três principais cuidados para garantir a saúde dos pés no inverno, a estação mais fria do ano, e explicam cada etapa desse processo.   1. Mantenha os pés hidratados Sem dúvidas, o ressecamento da pele é uma das principais queixas no frio, afinal, pode causar fissuras dolorosas e até facilitar infecções. Para evitar esse problema, elas recomendam: Usar cremes hidratantes com glicerina, que ajudam a manter a elasticidade da pele; Passar hidratante à noite e, se possível, de meias para potencializar a absorção; Evitar banhos muito quentes e demorados, pois podem ressecar ainda mais a pele.   2. Escolha meias e sapatos adequados No frio, é comum usar sapatos fechados e meias por longos períodos, sobretudo para se manter aquecido dentro e fora de casa. Mas alguns cuidados são fundamentais. A dupla aconselha: Prefira meias de algodão ou lã, que ajudam a manter os pés secos e aquecidos sem prejudicar a circulação; Evite meias muito apertadas, pois podem comprometer a circulação e agravar problemas vasculares; Alterne os sapatos e deixe-os arejar para evitar umidade e proliferação de fungos; Escolha sapatos confortáveis, com ventilação adequada, evitando materiais sintéticos que não permitem a respiração da pele.   3. Cuide da higiene e fuja da umidade É necessário ficar de olho na umidade – um grande fator de risco no inverno, já que cria um ambiente propício para micoses e frieiras. Para manter a saúde dos pés, Juliana e Ana orientam: Seque bem os pés após o banho, especialmente entre os dedos, antes de colocar as meias. Nunca use meias úmidas ou calçados molhados, pois isso favorece infecções fúngicas. Recorra a sprays ou pós antissépticos para manter os pés secos e protegidos ao longo do dia. Evite andar descalço em locais úmidos, como vestiários e banheiros públicos, que podem conter fungos e bactérias.   Atenção a sinais de alerta Além desses cuidados, é fundamental observar qualquer alteração na pele ou nas unhas. Descamação, coceira, rachaduras e mudança na coloração das unhas podem ser sinais de problemas como micoses ou infecções. “Pessoas com diabetes ou problemas circulatórios devem ter um cuidado especial, pois essas condições podem piorar no frio e aumentar o risco de complicações”, ressalta a dermatologista. Assim, se notar qualquer sintoma incomum, o ideal é procurar um profissional capacitado para um diagnóstico preciso e tratamento adequado. “A prevenção é sempre a melhor solução para evitar desconfortos e problemas mais sérios”, conclui Ana Maria.

Biossegurança na podologia: mais que uma exigência, um dever ético
Biossegurança

Biossegurança na podologia: mais que uma exigência, um dever ético

A podologia é uma prática que lida diretamente com pele, unhas e estruturas sensíveis dos pés, muitas vezes em contato com sangue, secreções e micro-organismos. Por isso, a biossegurança não é apenas uma exigência legal e sanitária: é um pilar ético da profissão, garantindo a proteção de pacientes e profissionais. Por que a biossegurança é essencial? O descuido com a higiene e o manejo de instrumentos pode gerar a transmissão de fungos, bactérias e vírus, causando infecções que vão desde micoses superficiais até doenças mais graves. Além disso, a falta de protocolos adequados coloca o podólogo em risco, podendo levar a acidentes ocupacionais e contaminações cruzadas. Principais medidas de biossegurança na podologia: > Esterilização e desinfecção de instrumentos Uso correto de autoclaves e produtos químicos aprovados. Separação entre instrumentos esterilizados, limpos e sujos.   > Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) Luvas, máscaras, óculos de proteção e aventais evitam o contato direto com micro-organismos.   > Higiene das mãos Lavagem frequente antes e após cada atendimento, complementada com antissépticos quando necessário.   > Controle de superfícies e ambiente Limpeza regular de bancadas, cadeiras e materiais de apoio. Descarte correto de resíduos perfurocortantes e materiais contaminados.   > Educação do paciente Orientar sobre cuidados com higiene, uso de calçados, meias e produtos pessoais, evitando contaminação cruzada em casa. A dimensão ética da biossegurança Seguir protocolos de biossegurança demonstra respeito à saúde do paciente e à própria profissão. Um atendimento seguro transmite confiança, reforça a credibilidade do podólogo e reduz riscos legais e sanitários. Profissionais comprometidos com essas práticas destacam-se pela responsabilidade técnica e social. A biossegurança na podologia vai muito além do cumprimento de normas: ela é um dever ético e moral. Garantir que cada atendimento seja seguro e livre de riscos é proteger vidas, preservar a reputação profissional e elevar o padrão da podologia como ciência aplicada à saúde.

Por que adolescentes sofrem mais com chulé?
Autoestima

Por que adolescentes sofrem mais com chulé?

Na adolescência, o mau cheiro nos pés costuma ser muito mais frequente e incomodar bastante. O famoso e indesejado chulé pode afetar diretamente a autoestima, justamente em um período marcado por tantas mudanças físicas e emocionais. Embora seja comum, não acontece por acaso. Compreender a causa ajuda na solução. Conforme explica a dermatologista Nádia Aires, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, o suor em si não tem cheiro. Na verdade, o odor desagradável aparece quando bactérias da flora natural da pele degradam os componentes do suor. “Durante a puberdade, as alterações hormonais levam ao aumento da atividade das glândulas sudoríparas e a uma mudança importante na composição cutânea. Por isso, há mais volume de suor e bactérias com maior capacidade de decompor o suor produzido em substâncias com mau cheiro”, explica a médica. O que acontece nos pés nessa fase A especialista reforça que os fungos não são a causa do chulé. Ainda assim, são os vilões de outras condições, como as micoses, que podem causar fissuras na pele, aumentar a proliferação de bactérias e, consequentemente, agravar o odor. Alguns hábitos comuns na adolescência criam o ambiente ideal para esse processo: Uso prolongado de calçados fechados (menos ventilação e mais temperatura). Optar por meias sintéticas, que não absorvem o suor e mantêm a pele úmida e com pH elevado. Não lavar nem secar os pés corretamente. Usar as mesmas meias e calçados diariamente. Utilizar sapatos úmidos. Isso porque o suor é predominantemente formado por água, eletrólitos, aminoácidos e ácidos graxos. Esses componentes servem de substrato para as bactérias, que os transformam em compostos voláteis de odor ácido ou sulfuroso característico. O papel dos hormônios e do estresse A endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional de São Paulo (SBEM-SP), lembra que a adolescência é marcada pelo amadurecimento do eixo hormonal. Isso eleva a produção de hormônios como a testosterona, que estimula as glândulas apócrinas. “Nos pés, predominam as glândulas écrinas, que já produzem mais suor. Além disso, situações de estresse e ansiedade, que são comuns nessa fase, podem aumentar a liberação de adrenalina e estimular a transpiração”, observa a médica. Já o desbalanço do sistema nervoso simpático leva ao suor excessivo, conhecido como hiperidrose. A condição pode atingir pés, mãos e axilas, mesmo sem calor ou estresse. Como cuidar e em que ficar de olho A dermatologista Nádia Aires reforça que, na maior parte das vezes, o chulé está relacionado a fatores locais. Por isso, incorporar cuidados simples à rotina é suficiente, como: Lavar os pés com sabonetes antissépticos. Secar bem os pés e entre os dedos. Usar meias de algodão ou de tecido tecnológico respirável e trocá-las com frequência. Revezar os calçados, deixando o par usado secar por, pelo menos, 24 horas antes de ser reutilizado. Dar preferência a sapatos abertos ou com ventilação. Em casos de suor excessivo, utilizar antitranspirantes ou talcos secativos, sempre com orientação profissional. Mas vale ficar de olho em alguns sinais de alerta. Busque avaliação médica se houver: Odor muito intenso e persistente que não cede com os hábitos de higiene; Suor excessivo; Vermelhidão e descamação; Fissuras entre os dedos com maceração; Fissuras dolorosas com secreção amarelada ou purulenta. “Se o suor intenso vier com perda de peso, tremores, queda de cabelo ou alterações de pressão, é importante investigar possíveis alterações hormonais, como distúrbios da tireoide ou da suprarrenal”, orienta a endocrinologista Andressa Heimbecher.

Por que os pés são tão importantes durante toda a vida?
Tipos de Pés

Por que os pés são tão importantes durante toda a vida?

Quando  os pés são o assunto, logo o conceito de mobilidade vem à cabeça, já que são responsáveis por sustentar o peso do corpo, distribuir a pressão durante os movimentos, regular a temperatura, prevenir lesões e proporcionar equilíbrio. Obviamente, são essenciais durante toda a vida, sobretudo no que diz respeito à estabilidade e locomoção – seus papéis centrais. Conforme explicam os ortopedistas João Pedro Rocha, Bárbara Lívia e Lucas Rodrigues, do Instituto Torus de Ortopedia Especializada, os pés têm uma função biomecânica indispensável. Isso porque garantem estabilidade e locomoção, permitindo que os indivíduos se desloquem com segurança e precisão. Além disso, absorvem impactos e ajudam a proteger outras estruturas do corpo, como joelhos e coluna. Vale lembrar que a sensibilidade e a propriocepção (a percepção do corpo no espaço) são fundamentais para manter o equilíbrio. Sem esses mecanismos, tarefas simples, como subir escadas ou até ficar parado em pé, seriam muito mais desafiadoras. Do nascimento aos primeiros passos Já parou para pensar que o cuidado com os pés começa desde o nascimento? O teste do pezinho, realizado nos primeiros dias de vida, é essencial para detectar doenças genéticas e metabólicas, como a atrofia muscular espinhal (AME), que pode comprometer funções vitais - andar e respirar, por exemplo -, sendo até fatal. A partir do momento que o bebê começa a dar os primeiros passos, os pés se tornam os grandes protagonistas. A fase é um marco no desenvolvimento motor, sendo que o controle postural, o equilíbrio e a força muscular determinam o momento certo para cada criança se movimentar, como ressaltam os especialistas. O formato do pé também impacta a locomoção. Segundo a podóloga Fabiana Lopes, especializada em pés diabéticos, os três principais tipos são: Pé normal: com curvatura equilibrada, que proporciona suporte adequado ao peso corporal; Pé chato: possui pouca ou nenhuma curvatura, levando ao maior contato com o solo, o que pode causar dores e cansaço; Pé cavo: apresenta um arco acentuado, reduzindo a área de apoio e aumentando o risco de lesões. “Identificar o tipo de pé é fundamental para escolher calçados adequados e prevenir problemas como fascite plantar e dores crônicas”, acrescenta a profissional. Ao longo da vida… Os ortopedistas lembram que, com o passar do tempo, os pés enfrentam diferentes desafios. Na vida adulta, por exemplo, calçados inadequados e falta de atenção à higiene podem levar a calosidades, unhas encravadas e micoses. Já na terceira idade, doenças crônicas, como diabetes e osteoporose, tornam os cuidados ainda mais necessários. “O envelhecimento traz alterações na massa muscular, postura e equilíbrio. Isso aumenta o risco de quedas e compromete a mobilidade”, acrescenta a podóloga. Para minimizar tais impactos, os médicos recomendam práticas simples, mas eficazes: Praticar exercícios regulares para fortalecer músculos e melhorar a circulação; Usar sapatos confortáveis, a fim de evitar dores e ter suporte adequado; Realizar consultas regulares com ortopedistas e podólogos. A velhice retoma a busca por autonomia Detalhe importante: apesar de os pés serem testados ao nascer e se tornarem protagonistas dos primeiros passos e bases essenciais durante toda a vida, eles podem sofrer implicações na senioridade. Tanto que, durante essa fase, o objetivo principal costuma ser voltar a andar sem auxílio. “A saúde dos pés está diretamente ligada à independência do idoso. Manter os cuidados recomendados desde cedo faz toda a diferença”, aponta João Pedro. Por isso, algumas recomendações simples, do dia a dia, merecem ser respeitadas e seguidas durante toda a vida: Lave e seque bem os pés diariamente, especialmente entre os dedos; Use cremes hidratantes para evitar ressecamento; Corte as unhas corretamente e previna encravamentos; Evite andar descalço em local público e reduza o risco de micoses.

Fascite plantar: exercícios e produtos aliviam a dor
Fascite Plantar

Fascite plantar: exercícios e produtos aliviam a dor

Quando dores persistentes no pé sinalizam a chance de ser fascite plantar vale lembrar que existem produtos e exercícios que podem aliviar esse incômodo. Sentir dores nos pés está longe de ser incomum. Passar horas em pé, usar calçados inadequados e fazer esforço demais são atitudes corriqueiras, principalmente na correria do dia a dia, que podem causar o desconforto. No entanto, dores persistentes acendem o sinal para algo mais sério. "Trata-se de uma inflamação da fáscia plantar, uma membrana fibrosa que conecta o calcanhar aos dedos dos pés. Essa estrutura estabiliza o arco do pé e sustenta as estruturas musculares ao caminhar e ficar em pé", explica o fisioterapeuta André Pêgas, da rede de clínicas Doutor Hérnia. Mas calma: tem solução! O primeiro passo ao perceber essa dor é buscar ajuda especializada - no caso, um ortopedista -, que poderá avaliar e confirmar o diagnóstico. A partir daí, o profissional indicará algumas medidas para aliviar o desconforto e, obviamente, tratar o quadro. O encaminhamento à fisioterapia faz parte do tratamento, já que a execução e a repetição de alguns exercícios são partes fundamentais do processo. Por que os exercícios são importantes? Exercícios específicos podem contribuir para a recuperação da fascite plantar, pois estimulam a fáscia plantar, melhorando sua elasticidade, irrigação e o controle postural do arco plantar. "Os exercícios são essenciais para prevenir novas crises, mas é importante evitar atividades físicas intensas na fase inicial da inflamação," reforça Pêgas, especialista em Fisioterapia Traumato Ortopédica e Desportiva. Práticas mais recomendadas Entretanto, não é qualquer série de exercícios que vai resolver a questão da fascite plantar. É preciso ter boas indicações médicas, acompanhamento e supervisão. Entre os mais indicados para melhorar o quadro estão: Elevação e descida na ponta dos pés, para fortalecer a fáscia; Alongamentos dos dedos e tornozelo, que aumentam a flexibilidade e aliviam a pressão; Específicos para o tendão de Aquiles e panturrilhas, já que fortalecem essas estruturas conectadas à fáscia plantar. Existe contraindicação para exercícios? Segundo o fisioterapeuta André Pêgas, nenhum tipo de exercício e alongamento é contraindicado ou vetado para quem sofre com a fascite plantar, mas saber o momento de praticar cada um deles é crucial. Ou seja, nada de se dirigir à academia e tentar resolver a condição por conta própria, porque isso pode acentuar a condição. "Sempre que possível, deve-se evitar exercícios nas fases mais inflamadas e agudas. A prática só deve ser retomada quando a inflamação estiver controlada para evitar o agravamento da dor", esclarece Pêgas. Produtos que aliviam o desconforto Além dos exercícios, palmilhas, almofada plantar e calcanheiras de gel ou de silicone podem reduzir a pressão sobre a fáscia plantar, aliviando o desconforto. O fisioterapeuta também destaca a importância de usar calçados adequados, evitando opções muito duras ou saltos altos, que sobrecarregam a região. Um leve salto pode ajudar, pois eleva o calcanhar e reduz a pressão sobre a fáscia. Já nos casos crônicos, a infiltração de corticoide pode ser uma opção para alívio da dor e inflamação, desde que haja recomendação médica. Vale saber que, caso a fascite evolua para um esporão calcâneo, a cirurgia passa a ser considerada para a remoção do esporão e alívio dos sintomas.

É joanete ou gota? Saiba diferenciar as situações
Joanete

É joanete ou gota? Saiba diferenciar as situações

Dores e inchaço no dedão do pé podem ser sinais tanto de joanete (nome popular para Hallux Valgus), quanto de gota. No entanto, cada condição tem causas e características bem diferentes. A principal diferença está no momento em que os sintomas aparecem e nos fatores que os desencadeiam, conforme explica o ortopedista Caio Yoshino, do Hospital Japonês Santa Cruz, em São Paulo. No caso do joanete, a dor surge de forma progressiva e piora com o tempo, especialmente com o uso de calçados inadequados. Já em um quadro de gota, a crise é súbita e intensa, geralmente após o consumo excessivo de alimentos ricos em purinas, como carnes vermelhas, frutos do mar e bebidas alcoólicas. Características principais Joanete Deformidade óssea na articulação do dedão, causando desvio do dedo para dentro. Pode gerar dor ao caminhar e aumentar com o tempo. Associada ao uso frequente de calçados apertados ou de salto alto. Predisposição genética é um fator importante. Gota Inflamação provocada pelo excesso de ácido úrico no sangue. Causa crises súbitas de dor intensa, vermelhidão e inchaço. É mais comum em homens, especialmente acima dos 40 anos. O histórico alimentar influencia diretamente no surgimento dos sintomas. Mesmo local, padrões diferentes Em muitos casos, ambos problemas afetam a mesma região do corpo: a base do dedão do pé. Por isso, o médico explica que apenas a localização do incômodo não é suficiente para o diagnóstico. Outros fatores, como o padrão dos sintomas e os gatilhos para dor, devem sempre ser observados. Enquanto o joanete se desenvolve gradualmente, a gota costuma se manifestar em crises agudas, que podem durar dias e reaparecer com frequência caso a alimentação e outros hábitos não sejam ajustados. Os exames necessários para diferenciar um caso do outro também são diferenciais entre os quadros. De acordo com o especialista, o joanete pode ser confirmado com uma série de radiografias e, com a gota, é preciso medir os níveis de ácido úrico no sangue. Yoshino lembra que, embora seja raro, uma pessoa pode desenvolver ambas as condições simultaneamente. Nesse caso, o médico deve investigar as duas possibilidades e tratá-las separadamente, já que não compartilham da mesma causa. Fatores de risco Joanete Uso frequente de sapatos apertados ou de salto alto. Predisposição genética. Alterações biomecânicas do pé. Gota Alimentação rica em purinas, como carnes vermelhas, frutos do mar e bebidas alcoólicas. Histórico familiar da doença. Problemas renais ou metabólicos que dificultam a eliminação do ácido úrico. Aprenda a aliviar os sintomas Seja gota ou joanete, a prevenção e o controle de fatores de risco são essenciais. Determinadas medidas, mesmo iniciais, já podem reduzir o desconforto manifestado. Com o diagnóstico confirmado, as recomendações são: Para joanete: evitar calçados apertados; dar preferência a modelos com bico largo e salto baixo; e considerar o uso de palmilhas ortopédicas. Para gota: controlar a alimentação, reduzindo o consumo de carnes vermelhas, frutos do mar e álcool; manter uma boa hidratação para auxiliar na eliminação do ácido úrico. Nas duas situações, o acompanhamento médico é fundamental para definir o melhor tratamento e evitar complicações.

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