Calcanheira de Silicone Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel
Calcanheira para absorção de impacto e alívio de dor. Conforto nos casos de esporão de calcâneo, contusão etc.
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Calcanheira para absorção de impacto e alívio de dor. Conforto nos casos de esporão de calcâneo, contusão etc.
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Benefícios
• Alívio das dores
• Absorve impacto
• Formato anatômico
• Boa aderência no calcanhar
• Cápsula central
• Durável e resistente
• Não absorve umidade
• Evita proliferação de fungos e bactérias
• Encaixa em todos os sapatos
Dicas de Uso
Selecionar o produto de acordo com o seu tamanho.
Coloque o produto no calçado desejável e calce-o em seguida.
Pode ser usado em qualquer tipo de sapato.
Produto reutilizável. Lavar com água e secar à sombra. Realizar a troca quando a calcanheira apresentar desgaste aparente ou quando desejável.
Resultado
Absorção e amortecimento do impacto.
Deixa o pé mais firme no calçado, evitando lesões.
Auxilia na correção da pisada.
Conforto, bem-estar e alívio das dores derivadas do esporão de calcâneo, contusões, osteoporose, dissipação de energia, ciatalgias, tendinite de Aquiles, tartalgias, fascite plantar, bursite retrocalcaniana, entorse e outras patologias de calcanhar.
Ingredientes
100% SILICONE.
Mais sobre Calcanheira de Silicone Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel
A Calcanheira de Silicone Tenys Pé Baruel absorve o impacto e alivia as dores derivadas do esporão de calcâneo, contusões, osteoporose, dissipação de energia, ciatalgias, tendinite de Aquiles, tartalgias, fascite plantar, bursite retrocalcaniana, entorse e outras patologias de calcanhar. Ela também é indicada na prática de esportes em geral.
Seu formato anatômico se encaixa aos pés e age desde a borda do calcanhar até a extensão completa do retropé, oferecendo mais eficácia no tratamento e prevenção de patologias do calcanhar. Possui uma cápsula central macia para maior alívio da pressão no calcanhar.
A calcanheira de silicone tem formato cônico que se encaixa facilmente em todos os calçados. Ela promove alta absorção dos impactos, oferecendo excelente amortecimento e propulsão. Reduz o pico de pressão e distribui a força de reação.
A Calcanheira de Silicone Tenys Pé é um potente amortecedor feito 100% de silicone, que por sua vez, possui excelentes propriedades elásticas que permitem a absorção do impacto e pressão, aliviando as dores causadas por inflamações e tendinites. É resistente e durável, a calcanheira não absorve umidade e ainda evita proliferação de fungos e bactérias.
É fácil de vestir e encaixa em todos os sapatos com boa aderência no calcanhar.
Indicada para atletas, pessoas que ficam em pé por muito tempo e pessoas com patologias nos calcanhares.
Com ela é possível obter melhor desempenho esportivo e prevenir, ao mesmo tempo, futuras lesões. Ideal para o uso diário, seja no trabalho, no esporte ou no lazer.
Recomendações
O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Inchaço após entorse de tornozelo: o que fazer
A entorse de tornozelo é uma lesão comum, mas pode causar grande desconforto. Além da dor, um dos sintomas frequentes é o edema - o inchaço da região lesionada, que ocorre devido à inflamação e à resposta do corpo ao trauma. Gustavo Nunes, ortopedista especializado em cirurgia do pé e tornozelo, esclarece que esse tipo de lesão pode afetar diretamente os ligamentos. "Quando há um estiramento ou rompimento ligamentar, o organismo reage enviando mais líquido para a área, gerando edema. Quanto maior a gravidade da entorse, mais intenso tende a ser esse inchaço", explica. O especialista destaca ainda que entorses graves podem levar a fraturas, sendo a fíbula o osso mais afetado nesses casos. "Se houver muita dor, incapacidade de apoiar o pé no chão ou suspeita de fratura, é essencial buscar atendimento médico e realizar exames de imagem", orienta. Como tratar o inchaço após uma entorse De acordo com a fisiologista Bianca Vilela, o primeiro passo para aliviar o edema é seguir o protocolo R.I.C.E. (sigla em inglês para repouso, gelo, compressão e elevação): Repouso: evitar sobrecarregar o tornozelo nos primeiros dias. Gelo: aplicar compressas frias de 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, ajuda a reduzir o inchaço e a dor. Compressão: usar bandagem elástica ou tornozeleira pode oferecer suporte e limitar o inchaço. Elevação: manter o pé elevado acima do nível do coração melhora a circulação e reduz a retenção de líquidos na região. Além disso, o médico Gustavo Nunes acrescenta que, em casos de entorses moderadas ou graves, o uso de uma bota ortopédica pode ser necessário por até quatro semanas para garantir estabilidade e auxiliar na recuperação. Fisioterapia e intervenção médica O tempo de recuperação varia conforme a gravidade da entorse. Casos leves melhoram em poucos dias, enquanto os mais severos podem levar semanas ou até meses. A fisioterapia precoce é um dos fatores mais importantes para acelerar a reabilitação e prevenir complicações. "Lesões multiligamentares ou instabilidades crônicas podem exigir cirurgia, que atualmente é feita por artroscopia, um procedimento minimamente invasivo", esclarece Gustavo Nunes. Bianca Vilela, por sua vez, ressalta que o fortalecimento muscular é essencial para prevenir entorses e edemas recorrentes. "Músculos fortes estabilizam as articulações e absorvem impactos, reduzindo o risco de lesões", diz. Assim, exercícios como elevação de calcanhares, uso de faixas elásticas para resistência e treinos de equilíbrio em superfícies instáveis ajudam a restaurar a força e a mobilidade do tornozelo após uma lesão. "A propriocepção, ou seja, a percepção do corpo no espaço, também precisa ser treinada para evitar novos episódios de entorse", complementa a profissional. Retorno aos treinos Nem pensar em retomar os treinos com o tornozelo inchado, ok? A fisiologista alerta que retomar atividades físicas com edema pode piorar a inflamação e prolongar a recuperação. "O ideal é aguardar a redução do inchaço, seguir um plano de reabilitação e só voltar aos treinos quando houver plena estabilidade e ausência de dor", frisa. No entanto, existem alternativas para manter o condicionamento físico sem sobrecarregar o tornozelo, que incluem exercícios de fortalecimento do core, musculação para a parte superior do corpo, bicicleta ergométrica leve e natação. O médico Gustavo Nunes reforça uma questão importante: caso a dor persista ou o inchaço não diminua, é essencial buscar orientação especializada para evitar complicações e garantir uma recuperação completa.
10 hábitos diários que podem causar frieira
A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia. Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta. Práticas que favorecem a frieira A verdade é que atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais: 1. Ficar com o pé molhado ou suado por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios; 2. Usar o mesmo sapato todos os dias, sem dar tempo para secar e arejar; 3. Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente, acumulando umidade; 4. Não secar o vão entre os dedos depois do banho, deixando a pele molhada na região mais crítica; 5. Andar descalço em lugares úmidos e coletivos, como academias, piscinas, clubes ou vestiários; 6. Compartilhar toalhas, meias ou calçados com outras pessoas; 7. Usar sapatos muito apertados ou de material sintético, que não deixam o pé respirar; 8. Não trocar calçados molhados depois de pegar chuva ou suar excessivamente; 9. Ignorar pequenos machucados ou rachaduras, que funcionam como porta de entrada para o fungo; 10. Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos, sem exposição ao sol ou ventilação. A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção. Calor e umidade pioram o problema A médica esclarece que o ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados. “O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água. Grupo de risco e sinais de alerta Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São: Pessoas que transpiram excessivamente nos pés (com diagnóstico de hiperidrose); Atletas e esportistas que passam longas horas usando tênis fechados; Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios; Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível. Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento. Fique atento ao seguinte: Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos; Coceira leve que pode piorar com o tempo; Sensação de ardência ou mau cheiro; Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar. Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas. Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença. “Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz. Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.
Como evitar o mau cheiro nos pés?
Apesar de desconfortável, ter mau cheiro nos pés é um problema bastante comum. Também conhecida como bromidrose plantar, e popularmente como chulé, o mau cheiro nos pés é decorrente da combinação do suor, algumas vezes excessivo, com a presença de bactérias e fungos que vivem na pele. Alguns cuidados simples são suficientes para eliminar o mau cheiro da maioria dos pés e garantir que ele não volte. Quer dicas para acabar com o odor e manter seus pés sempre secos e cheirosos? 6 dicas para acabar com o mau cheiro nos pés 1. Higiene diária Lave bem os pés todos os dias, de preferência com sabonetes antibacterianos ou específicos para os pés. Seque cuidadosamente, principalmente entre os dedos, para evitar umidade. 2. Pés sempre secos O suor é o principal vilão. Use talcos, sprays ou desodorantes próprios para os pés, que ajudam a controlar a transpiração e mantêm a pele seca por mais tempo. 3. Escolha bem as meias Prefira meias de algodão ou tecidos tecnológicos, que absorvem melhor o suor. Evite materiais sintéticos que abafam e retêm a umidade. 4. Cuidado com os calçados Evite usar o mesmo tênis ou sapato por dias seguidos e lembre-se de deixar sempre os calçados em locais ventilados após o uso. Use sprays antissépticos dentro dos sapatos para combater fungos e bactérias. 5. Mantenha unhas e pele bem cuidadas Unhas grandes acumulam sujeira e podem favorecer micose. Mantenha sempre cortadas, limpas e cuide da hidratação da pele, evitando rachaduras que também acumulam micro-organismos. 7. Use produtos específicos Sabonetes antibacterianos, talcos, sprays e desodorantes para os pés são aliados poderosos na prevenção do mau cheiro. Eles ajudam a controlar tanto o suor quanto as bactérias causadoras do odor. Quando procurar um especialista? Se, mesmo adotando esses cuidados, o mau cheiro nos pés persistir, pode ser sinal de problemas como micose, infecção bacteriana ou hiperidrose (suor excessivo). Nesses casos, é recomendado buscar orientação de um especialista em cuidados com os pés.
Como evitar bolhas com sapatos novos? Podóloga ensina
Bolhas são pequenas bolsas cheias de líquido que se formam na pele como mecanismo de defesa do corpo. Costumam aparecer quando há atrito constante, calor e suor – uma combinação bem comum que surge com sapatos novos, ainda em fase de ajuste ao formato dos pés. Tal líquido funciona como uma proteção, impedindo que camadas mais profundas da pele sejam machucadas, mas seu surgimento deve ser evitado. Segundo a podóloga e pedicure Dayana Sousa, alguns materiais são mais propensos a provocar bolhas, como couro legítimo, plástico e verniz. Modelos fechados, que dificultam a ventilação, ou com costuras internas grossas também favorecem o problema. Da mesma forma, sapatos de bico fino, que não respeitam a anatomia natural do pé, aumentam o risco de machucar. Além disso, todo sapato tem um período de adaptação. “Durante esse processo, o atrito pode irritar a pele e causar desconforto. Quando o sapato aperta e esfrega na pele, causa uma queimadura por fricção. É o que faz o corpo reagir, produzindo esse líquido como uma forma inteligente de proteger a região”, explica a profissional. Com sapato novo, redobre os cuidados Para evitar as bolhas, o ideal é preparar o sapato e os pés antes do uso. Para isso, a especialista recomenda os seguintes truques: Amaciar o calçado em casa antes de sair com ele para longos períodos de uso; Usar meias grossas para proteger a pele; Hidratar bem os pés para reduzir o atrito; Aplicar curativos ou protetores de silicone nos pontos de maior pressão. Esses cuidados são fáceis, simples e podem realmente fazer diferença na hora de prevenir lesões dolorosas. Durante o dia, evite atrito e umidade Se você já está usando o sapato novo, tenha atenção redobrada. Os pés devem estar sempre secos, pois suor e calor favorecem a formação de bolhas. “Troque a meia se perceber que ela ficou úmida e use talcos ou sprays antitranspirantes – inclusive os da Baruel”, recomenda a podóloga. Também é importante ajustar os cadarços e fivelas para que o pé não fique ‘dançando’ dentro do sapato. Afinal, o ideal é um encaixe perfeito – nem largo, nem apertado. Se possível, tenha sempre curativos na bolsa para prevenir, diante dos primeiros sinais de irritação. Quando a bolha já apareceu… Se não teve jeito e a bolha insistiu em aparecer, é hora de focar em cuidados de tratamento e nem pensar em estourá-la por conta própria. A recomendação de Dayana é: Lavar a área com água e sabão; Secar delicadamente, em batidinhas, sem esfregar; Fazer um curativo limpo e trocá-lo sempre que necessário. Se a bolha estourar sozinha, tudo bem! Nesse caso, higienize novamente, aplique um antisséptico de farmácia e proteja com curativo. Assim, evita infecções e garante uma recuperação mais rápida. A experiência de quem já passou por isso A aposentada Maria Assunta, 73 anos, já enfrentou o problema após usar um tênis novo na academia. Ela conta que percebeu a bolha no primeiro dia de uso, mas decidiu não estourá-la para evitar possíveis complicações. “Eu só lavava e hidratava até que ela estourou sozinha. Depois, continuei lavando e coloquei um curativo para proteger”, relembra. Com medo de novas bolhas, Maria voltou a usar um tênis mais confortável e adotou novos cuidados: hidratação diária dos pés e atenção redobrada na escolha dos calçados. Ela ainda aconselha: “Se der bolha, não estoure. Lave com água e sabonete e proteja”. Quando procurar ajuda profissional A experiência da aposentada mostra como simples atitudes no dia a dia podem evitar dores e desconforto. No entanto, algumas situações exigem avaliação de um especialista, como o podólogo. De acordo com Dayana, o ideal é procurar atendimento se a bolha for muito grande, houver dor intensa ou sinais de infecção, como vermelhidão, pus, calor na região ou febre. “Pessoas com diabetes ou problemas circulatórios devem ter cuidado redobrado: qualquer lesão nos pés merece atenção imediata”, finaliza a pedicure.
Sinais de que seu corpo não está pronto para aumentar a intensidade da corrida
Querer correr mais rápido ou aumentar a intensidade faz parte da evolução na corrida, mas o corpo costuma dar sinais claros quando ainda não está preparado para esse salto. Ignorar esses alertas pode não só travar o desempenho, como aumentar o risco de lesões e afastar o corredor dos treinos. O triatleta André Plec explica que, antes de pensar em ganhar ritmo, é fundamental observar como o corpo responde aos estímulos. Lesões, dores intensas e dificuldade de recuperação são alguns dos indícios de que talvez seja hora de desacelerar e reforçar a base. Os sinais físicos mais comuns Entre os principais alertas de que o corpo ainda não está pronto para correr mais rápido ou com mais intensidade estão: Dores extremas após a corrida; Lesões musculares; Lesões ósseas, como fraturas por estresse. “Esses sinais indicam que o corredor ainda não atingiu um estágio mais avançado de preparo e pode precisar ‘dar um passo para trás’ antes de tentar evoluir”, destaca o esportista. Vale ficar de olho Sentir dor persistente, cansaço excessivo ou perceber queda de rendimento durante os treinos pode indicar que o ritmo ou o volume estão altos demais. No entanto, André Plec alerta que nem sempre o problema está apenas no preparo físico. A alimentação inadequada e a falta de sono também interferem diretamente na recuperação muscular. Quando faltam nutrientes ou descanso, o corpo não consegue se recuperar de forma adequada, o que acaba refletindo em pior desempenho. Recuperação é parte do treino Na corrida, treinar bem não é suficiente se o corpo não tiver tempo e condições para a recuperação. É que, sem recuperar a musculatura e o corpo como um todo, fica praticamente impossível evoluir, seja para melhorar o tempo ou aumentar distâncias. “Não tem como entregar uma performance melhor tendo uma capacidade física pior”, garante André. Nesse sentido, ele ainda relembra a importância do treinamento de força, com um profissional capacitado, que reduz o risco de lesões e ajuda na melhora do desempenho. Não ignore os sinais Deixar de prestar atenção no que o seu corpo diz ou ignorar sinais importantes pode aumentar as chances de lesões, por exemplo. Perceber o limite é parte fundamental da corrida e existem boas estratégias para isso: Monitorar batimentos cardíacos. Uma frequência cardíaca alta demais indica que o esforço acima do ideal. Observar a respiração. Se, além dos batimentos acelerados, você estiver ofegante, provavelmente está se esforçando mais do que o corpo aguenta naquele momento. Não encare esse “passo para trás” como uma perda: compreender melhor o quanto está sendo exigido no treino e ajustar o ritmo, quando necessário, são medidas essenciais para evoluir como corredor. Corredores iniciantes X experientes Vale lembrar que os sinais de alerta costumam ser parecidos tanto para quem está começando quanto quem têm muitos quilômetros no currículo. São eles: Desconforto muscular; Dores; Sensações diferentes no corpo. A principal diferença está na forma como cada corredor reage. O mais experiente tende a reconhecer esses sinais, interromper o treino, se recuperar e voltar mais forte. Já o iniciante, muitas vezes ansioso por evoluir, ignora os alertas e continua treinando. Aumentar o ritmo também é importante Embora a segurança seja essencial, aumentar o ritmo e as distâncias faz parte do processo de evolução. Para André Plec, o desafio é um elemento central do esporte e deve ser seguido sempre, estabelecendo metas, buscando ser mais rápido ou mais resistente e desenvolvendo resiliência. “Esse processo envolve corpo e mente trabalhando juntos. Respeitar os limites físicos, mas também se desafiar mentalmente, é o que permite evoluir de forma segura e sustentável na corrida”, finaliza o triatleta.
Reflexologia podal pode ajudar na ansiedade. Entenda!
Sensação de insegurança, medo constante, estresse e ansiedade são sintomas cada vez mais frequentes na rotina. Embora existam diversas formas de lidar com essas questões, uma abordagem que tem ganhado espaço é a reflexologia podal. Mas como essa técnica pode ajudar no bem-estar emocional? A reflexologia podal busca promover equilíbrio físico e emocional ao estimular as chamadas zonas reflexas, que correspondem a diferentes órgãos e sistemas do corpo, segundo a massoterapeuta Andreia de Aguiar, especialista no assunto. "Cada área dos pés está ligada a uma parte do organismo. Ao aplicar a pressão correta nesses pontos, conseguimos estimular o corpo a se autorregular, promovendo bem-estar e ajudando a aliviar bloqueios emocionais", explica a profissional. O que a reflexologia pode tratar? Ela destaca que a técnica pode ser utilizada tanto para o alívio de sintomas, quanto como um método preventivo para melhorar a saúde e evitar desequilíbrios. As principais indicações e benefícios incluem: Redução do estresse e da ansiedade, já que a técnica atua no sistema nervoso, promovendo relaxamento profundo; Alívio de dores e tensões musculares, pois melhora a circulação sanguínea e reduz inflamações; Melhoria na qualidade do sono, uma vez que ajuda a equilibrar o corpo e reduzir insônia; Suporte emocional, auxiliando na liberação de bloqueios emocionais que podem causar medos e angústias. "Para trabalhar especificamente com medos e ansiedade, focamos em pontos como o plexo solar, que regula o estresse, e áreas nos dedos dos pés, ligadas ao cérebro e à mente. Isso ajuda a restaurar a sensação de segurança emocional", detalha a massoterapeuta. Quem pode fazer e qual frequência A reflexologia podal pode ser feita por qualquer pessoa, mas há contraindicações, como feridas nos pés, infecções, problemas circulatórios graves e algumas condições cardíacas, por exemplo. "Durante a gravidez, é ainda mais importante que seja realizada por um profissional capacitado, pois alguns pontos podem estimular contrações", alerta a especialista. Quanto à frequência, o ideal varia conforme as necessidades individuais. Para relaxamento e controle do estresse, uma sessão semanal pode ser suficiente. Já para tratar sintomas específicos, o acompanhamento pode ser mais frequente. Reflexologia pode substituir tratamentos? Embora existam estudos que comprovam os benefícios da técnica no alívio do estresse, da dor e na promoção do bem-estar geral, a reflexologia não substitui tratamentos médicos convencionais em nenhuma hipótese ou caso. Nesse sentido, a massagista esclarece que a técnica deve ser usada como terapia complementar, ou seja, para potencializar as demais alternativas terapêuticas, e sempre com orientação profissional. "Depois da reflexologia, minha mente ficou mais leve" A analista de marketing Júlia Cardoso, 31 anos, procurou a reflexologia podal após enfrentar crises de ansiedade intensas. "Eu acordava cansada, vivia com um aperto no peito e tinha dificuldade para dormir. Foi quando resolvi testar terapias alternativas", conta a paulistana, que também recorre à psicoterapia semanalmente. Após algumas sessões, ela começou a sentir os efeitos positivos. "A cada atendimento, eu saía mais tranquila e com uma sensação de leveza. Com o tempo, percebi que minha mente estava mais equilibrada, minha respiração ficou mais fluida e minha insônia melhorou", relata. Hoje, Júlia mantém a prática como parte de sua rotina de bem-estar. "A reflexologia não resolveu tudo sozinha, mas foi essencial para que eu conseguisse lidar melhor com a ansiedade”, finaliza.

