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Calcanheira de Silicone Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

Calcanheira para absorção de impacto e alívio de dor. Conforto nos casos de esporão de calcâneo, contusão etc.

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Calcanheira de Silicone Tamanho 34 a 38
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Quantidade

(tamanho 34 a 38) - 1 par

Também nas versões

Benefícios

• Alívio das dores
• Absorve impacto
• Formato anatômico
• Boa aderência no calcanhar
• Cápsula central
• Durável e resistente
• Não absorve umidade
• Evita proliferação de fungos e bactérias
• Encaixa em todos os sapatos

Dicas de Uso

Selecionar o produto de acordo com o seu tamanho.

Coloque o produto no calçado desejável e calce-o em seguida.

Pode ser usado em qualquer tipo de sapato.

Produto reutilizável. Lavar com água e secar à sombra. Realizar a troca quando a calcanheira apresentar desgaste aparente ou quando desejável.

Resultado

Absorção e amortecimento do impacto.

Deixa o pé mais firme no calçado, evitando lesões.

Auxilia na correção da pisada.

Conforto, bem-estar e alívio das dores derivadas do esporão de calcâneo, contusões, osteoporose, dissipação de energia, ciatalgias, tendinite de Aquiles, tartalgias, fascite plantar, bursite retrocalcaniana, entorse e outras patologias de calcanhar.

Ingredientes

100% SILICONE.

Mais sobre Calcanheira de Silicone Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel

A Calcanheira de Silicone Tenys Pé Baruel absorve o impacto e alivia as dores derivadas do esporão de calcâneo, contusões, osteoporose, dissipação de energia, ciatalgias, tendinite de Aquiles, tartalgias, fascite plantar, bursite retrocalcaniana, entorse e outras patologias de calcanhar. Ela também é indicada na prática de esportes em geral.

Seu formato anatômico se encaixa aos pés e age desde a borda do calcanhar até a extensão completa do retropé, oferecendo mais eficácia no tratamento e prevenção de patologias do calcanhar. Possui uma cápsula central macia para maior alívio da pressão no calcanhar.

A calcanheira de silicone tem formato cônico que se encaixa facilmente em todos os calçados. Ela promove alta absorção dos impactos, oferecendo excelente amortecimento e propulsão. Reduz o pico de pressão e distribui a força de reação.

A Calcanheira de Silicone Tenys Pé é um potente amortecedor feito 100% de silicone, que por sua vez, possui excelentes propriedades elásticas que permitem a absorção do impacto e pressão, aliviando as dores causadas por inflamações e tendinites. É resistente e durável, a calcanheira não absorve umidade e ainda evita proliferação de fungos e bactérias.

É fácil de vestir e encaixa em todos os sapatos com boa aderência no calcanhar.

Indicada para atletas, pessoas que ficam em pé por muito tempo e pessoas com patologias nos calcanhares.

Com ela é possível obter melhor desempenho esportivo e prevenir, ao mesmo tempo, futuras lesões. Ideal para o uso diário, seja no trabalho, no esporte ou no lazer.

Recomendações

O produto não possui contraindicações e efeitos adversos. A eficácia depende do uso adequado do produto. Evite contato com materiais cortantes. Conservar em local fresco e seco, manipular o produto apenas para o uso.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Bandagens terapêuticas aliviam dores e previnem lesões
Prevenção de Lesões

Bandagens terapêuticas aliviam dores e previnem lesões

Seja para atletas ou para quem sofre com dores crônicas, as bandagens terapêuticas podem ser aliadas na prevenção e no tratamento de diversas condições nos pés. As faixas adesivas elásticas ajudam a estabilizar articulações, melhorar a circulação e reduzir o desconforto muscular. Conforme explica o especialista em fisioterapia esportiva Flávio Martins, da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física (Sonafe), as bandagens são indicadas tanto para prevenção quanto para reabilitação. Entretanto, embora sejam um importante recurso complementar no tratamento, é essencial aplicá-las corretamente e optar por marcas de qualidade para garantir seus benefícios. "Pacientes com fascite plantar, tendinite do tibial posterior e entorses de tornozelo costumam se beneficiar muito do uso", afirma. De acordo com ele, as bandagens são um suporte que pode ser combinado com fisioterapia, palmilhas e exercícios específicos para garantir um melhor resultado. Entre as principais indicações de uso, o profissional destaca: Para aliviar dores e desconfortos: ajudam a reduzir tensões musculares e dores nos pés decorrentes de sobrecarga ou condições como fascite plantar. Para prevenir lesões: indicadas para corredores, atletas e pessoas com predisposição a problemas nos pés, pois estabilizam as articulações e melhoram a função muscular. Para melhorar a circulação: estimulam o fluxo sanguíneo e linfático, auxiliando na recuperação muscular e reduzindo inchaços. Como suporte na reabilitação: ajudam em processos de recuperação de tendinites, entorses e outras lesões nos pés. Como auxiliar na correção mecânica e postural: fornecem estímulos proprioceptivos - mas não substituem tratamentos específicos; são apenas auxiliares. Como usar bandagem corretamente Já sobre o modo de uso das bandagens, Flávio Martins pontua algumas questões importantes: Tempo de uso: o recomendado é de 3 a 5 dias, dependendo do tipo de pele e da qualidade da aplicação. Aplicação na pele limpa e seca: evita que a bandagem descole rapidamente ou cause irritação. Evitar tensão excessiva: o estiramento exagerado pode comprometer a circulação e reduzir a eficácia do produto. Remoção em caso de reações adversas: sinais de coceira, vermelhidão ou irritação indicam necessidade de suspender o uso. Bandagem não substitui tratamento médico Apesar de eficazes, as bandagens não substituem abordagens mais completas. "Elas são um complemento, não a única solução. Dependendo da condição, o ideal é associar o uso da bandagem com fisioterapia, palmilhas ortopédicas e fortalecimento muscular", orienta o especialista. O profissional também destaca que a aplicação correta é essencial. “Algumas técnicas podem ser feitas em casa, mas quando realizada por profissional especializado, garante-se melhor eficácia e evita erros que podem comprometer os benefícios”. Informação importante: nem todas as pessoas podem usar bandagens terapêuticas. "Pacientes com alergia aos componentes adesivos, problemas circulatórios graves, como trombose venosa profunda, feridas abertas ou infecções na pele devem evitar o uso", alerta Martins. No fim das contas, o mais importante é buscar orientação adequada. Isso porque a bandagem pode trazer muitos benefícios, mas precisa ser aplicada com conhecimento.

Palmilhas ajudam a prevenir canelite? Saiba como funcionam
Canelite

Palmilhas ajudam a prevenir canelite? Saiba como funcionam

A canelite, também conhecida no meio médico como síndrome do estresse tibial medial, é uma dor que aparece na parte frontal ou interna da canela. O problema surge quando os ossos, músculos e tendões desta região são sobrecarregados de forma repetitiva, especialmente durante atividades físicas. Palmilhas podem ser opções para ajudar no problema. A canelite pode ser causada por fatores como aumento rápido na intensidade dos treinos, calçados inadequados ou impacto constante em superfícies muito duras. “O quadro é um alerta do corpo sobre excesso de demanda. É importante não ignorar esse sinal para evitar complicações mais graves”, destaca o ortopedista Luiz Holanda, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Ceará (SBOT-CE), e especialista da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé). Quem tem mais riscos Embora qualquer pessoa possa desenvolver a condição, alguns grupos têm maior predisposição à canelite. O médico Luiz Holanda observa que isso acontece porque certos esportes ou rotinas exigem mais das pernas e aumentam o impacto sobre a canela. Alguns grupos mais afetados são: Corredores, principalmente iniciantes ou aqueles que aumentam o volume de treino rapidamente; Militares, devido ao ritmo intenso de atividades; Dançarinos e praticantes de esportes com saltos frequentes, como basquete e vôlei. Sendo assim, indivíduos com sobrecarga repetitiva podem experimentar a dor, especialmente quando há distribuição inadequada de forças durante os movimentos. Palmilhas atuam na prevenção As palmilhas são ferramentas que ajudam a melhorar a distribuição da carga e a adaptação da pisada, tornando os movimentos mais equilibrados. Também oferecem amortecimento adicional, diminuindo o impacto nas articulações. “Mas nem todos os pacientes com canelite precisam usar palmilhas. A indicação é mais precisa para pessoas com alterações nos pés, como pés planos ou cavos, que contribuem para o surgimento da dor”, explica Luiz. É importante saber que existem diversos modelos de palmilhas no mercado. Justamente por isso, a escolha depende do grau da alteração nos pés e deve ser feita sempre com orientação médica. As mais utilizadas são: Genéricas ou pré-moldadas: encontradas em lojas, oferecem alívio leve e conforto básico. Pré-fabricadas específicas: voltadas para corrigir problemas comuns, como pés planos. Ortopédicas personalizadas: feitas sob medida, a partir de um molde do pé, levando em conta características únicas de cada paciente. O ortopedista reforça que apenas uma avaliação profissional pode indicar o tipo mais adequado e, se necessário, encaminhar o paciente a um especialista em confecção de palmilhas. Afinal, utilizar um modelo sem indicação não trará benefícios ao paciente. Outras formas de prevenção O uso de palmilhas não deve ser visto como a única solução. De acordo com o especialista, a prevenção da canelite exige, na verdade, um conjunto de medidas, que inclui: Aumentar a intensidade dos treinos gradualmente em, no máximo, 10% por semana; Trocar os calçados regularmente e escolher modelos adequados para a atividade; Fortalecer e alongar coxas, panturrilhas, tornozelos e pés; Garantir repouso adequado e controlar o peso corporal; Variar as superfícies de treino para reduzir o impacto repetitivo; Avaliar a técnica de corrida, especialmente para corredores frequentes. Embora qualquer pessoa possa sofrer com a canelite, incorporar esses hábitos no dia a dia é um bom caminho para tentar prevenir as dores dessa condição. Quando procurar atendimento médico A dor na canela deve ser avaliada especificamente por um ortopedista, caso não melhore com repouso e cuidados básicos em uma ou duas semanas, ou piore com o tempo, limitando até simples atividades diárias. Além disso, há outros sinais de alerta que podem ser observados, como: Inchaço, vermelhidão ou calor local; Formigamento, dormência ou fraqueza no pé; Dor muito localizada que piora ao toque, sugerindo fratura por estresse. Se notar um ou mais desses sintomas, a orientação é buscar essa especialidade médica para obter um diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado o mais rápido possível. Tratamento e recuperação Luiz Holanda lembra que o tratamento é, na maioria das vezes, conservador, ou seja, com repouso, gelo, fisioterapia para fortalecimento e alongamento e também com uso de palmilhas, quando indicado. “Ouça seu corpo e não insista em treinar com dor”, frisa. A cirurgia, por sua vez, só é indicada em casos extremamente raros. “O acompanhamento médico e fisioterapêutico é fundamental para uma recuperação eficaz e para evitar que a canelite se torne um problema crônico”, finaliza o especialista.

O que causa artrose nos pés? Saiba identificar e tratar
Prevenção de Lesões

O que causa artrose nos pés? Saiba identificar e tratar

A artrose nos pés é o desgaste progressivo das cartilagens que revestem as articulações dessa região, tecidos que funcionam como um “amortecedor natural”, permitindo que os ossos se movam suavemente. Quando sofrem alterações, podem causar dor, rigidez e limitação dos movimentos. A condição pode atingir diferentes articulações do pé, sendo mais comum no dedão (hálux), no meio do pé (mediotársica) ou na articulação subtalar, entre o tornozelo e o pé. “A artrose é um processo crônico, geralmente lento, e está relacionada ao envelhecimento, mas pode surgir mais cedo em pessoas com fatores de risco específicos”, informa o ortopedista Marco Aurélio Neves, da Clínica Movitè, especialista em cirurgia de próteses de quadril e joelho. Principais causas da artrose Mas, afinal, por que uma pessoa desenvolve essa doença? O médico lista os motivos mais importantes: Desgaste natural com a idade; Sobrecarga repetitiva (corridas, esportes de impacto, uso de salto alto); Traumas prévios (entorses, fraturas, lesões mal curadas); Deformidades como joanetes, pés planos ou cavos; Doenças inflamatórias como artrite reumatoide ou gota; Excesso de peso, que aumenta a carga sobre as articulações. Além disso, o histórico familiar e o uso prolongado de calçados inadequados elevam as chances de desenvolver o problema. Sintomas iniciais Os primeiros sinais incluem dor que piora com o uso das articulações e melhora com repouso; rigidez matinal ou após longos períodos parado; e sensação de travamento. Porém, esses não são os únicos sintomas possíveis. O paciente também pode apresentar: Inchaço; Diminuição da mobilidade; Dificuldade para calçar sapatos; Deformidades visíveis nos dedos ou no dorso do pé em fases mais avançadas. “A dor geralmente começa leve e vai se intensificando ao longo do tempo, comprometendo a qualidade de vida”, alerta o ortopedista. Impacto na mobilidade e tratamento Quando não tratada, a artrose pode limitar bastante a capacidade de caminhar, correr ou ficar em pé por muito tempo. Para compensar a dor, a pessoa muda o jeito de andar, sobrecarregando joelhos, quadris e coluna lombar. Não para por aí: o quadro ainda aumenta o risco de quedas, torções e lesões secundárias, principalmente em idosos. De acordo com o especialista, na maioria dos casos, o tratamento começa de forma conservadora, sem cirurgia. Entre as principais opções estão: Uso de calçados mais largos e confortáveis, com bom amortecimento; Palmilhas ortopédicas personalizadas; Fisioterapia e exercícios para fortalecer o pé e o tornozelo; Medicamentos para dor e inflamação; Infiltrações com ácido hialurônico ou corticoide, em casos moderados. A cirurgia só é indicada quando a dor se torna incapacitante e o tratamento clínico não funciona mais. “Os procedimentos variam conforme a articulação afetada e podem ir desde pequenas correções ósseas até artrodeses (fusões) ou mesmo próteses em casos mais raros”, detalha Marco Aurélio. Cuidados diários são importantes Vale saber também que alguns hábitos simples podem retardar a evolução da artrose ou reduzir seus sintomas, incluindo o seguinte: Manter o peso sob controle; Usar calçados adequados, com suporte e sem salto alto; Evitar longos períodos em pé ou caminhadas extenuantes em superfícies duras; Alongar e fortalecer os pés regularmente; Evitar esportes de alto impacto quando houver dor; Procurar um ortopedista nos primeiros sinais de desconforto. “A artrose não tem cura, mas tem tratamento e controle. Quanto mais cedo for diagnosticada, maior a chance de evitar cirurgias e manter a qualidade de vida”, garante o médico. Marco Aurélio Neves ressalta que “o pé, muitas vezes negligenciado, é a base da nossa mobilidade e cuidar dele é cuidar da nossa liberdade”. “Viver com dor não é normal.”

Nível de tolerância à dor nos pés não é igual para todos
Tipos de Pés

Nível de tolerância à dor nos pés não é igual para todos

Os pés são áreas do corpo com muitas terminações nervosas, o que os torna não apenas sensíveis, mas também um reflexo do estado geral da saúde. É por isso que avaliar a tolerância à dor nessa parte do corpo pode revelar muito sobre como lidamos com desconfortos e até indicar problemas em outras partes. Diversos fatores influenciam na maneira como percebemos a dor, como ressalta a podóloga Sandra Regina, que atua há mais de 20 anos na área. "A genética, o estado emocional, o histórico de saúde e até aspectos culturais e experiências de vida afetam nossa sensibilidade", explica. Há uma razão para os pés serem usados para medir a dor. Além de serem fáceis de acessar, são constantemente expostos a tensões e impactos ao longo do dia, o que os tornam uma área ideal para avaliar a flexibilidade diante da dor. “Os pés possuem muitas terminações nervosas e reagem rapidamente, o que facilita entender como o corpo todo lida com desconfortos”, comenta a profissional. Ela também destaca que os membros podem funcionar como um “termômetro” do corpo. Sensações dolorosas em certas regiões podem indicar desequilíbrios sistêmicos. “Os mapas de reflexologia ajudam a interpretar essas conexões. Apesar de não serem cientificamente comprovados, são úteis, na prática”, garante. Principais causas de dores nos pés Muitos fatores podem gerar dores nos pés, desde escolhas inadequadas de calçados até quadros médicos mais significativos. Entre os problemas mais comuns, estão: Sapatos apertados ou de salto alto, porque geram pressão excessiva; Fascite plantar, joanetes e calos, condições que podem afetar até a mobilidade e aumentar o desconforto; Má postura e má circulação, que não impactam apenas os pés, mas o corpo inteiro. Ainda de acordo com Sandra Regina, a dor constante pode afetar diretamente a tolerância. “Quem vive com dores nos pés acaba ficando mais sensível a estímulos, diminuindo a resistência”, afirma. Um detalhe importante e curioso: a tolerância à dor muda com o passar do tempo. Tal situação ocorre porque a sensibilidade dos pés varia conforme a idade, o estilo de vida e as características individuais. Crianças, por exemplo, têm um sistema nervoso ainda em desenvolvimento, o que pode aumentar a percepção de incômodos dolorosos. Na vida adulta, a tolerância tende a ser maior, mas volta a cair com o envelhecimento, devido ao desgaste do corpo. “Pessoas que andam descalças com frequência têm mais resistência à dor nos pés. Já quem sofre de doenças como diabetes pode ter maior sensibilidade ou até dores mais intensas”, destaca a podóloga. Como melhorar a tolerância Cuidar da saúde dos pés em geral é essencial para evitar dores e desconfortos. Sandra Regina sugere algumas práticas específicas: Massagens e reflexologia: promovem alívio da dor e melhoram a circulação. Uso de palmilhas ortopédicas: ajudam a distribuir o peso de maneira correta e reduzem a pressão nos pés. Alongamentos e fortalecimento: mantêm a mobilidade e previnem lesões. Para quem sente dores constantes, a recomendação é procurar ajuda profissional. “Fisioterapeutas e médicos podem indicar o tratamento mais adequado, desde técnicas conservadoras até intervenções mais específicas”, orienta a especialista. Vale também ficar atento aos sinais: se a dor for constante ou houver alteração na sensibilidade, é necessário investigar a causa. Além disso, a prevenção e os cuidados diários são fundamentais para evitar casos mais sérios.

Por que causa bolha no pé?
Bolha

Por que causa bolha no pé?

Há exceções, é claro, mas usar um sapato novo que falta lacear ou caminhar por muito tempo com um sapato apertado quase sempre resulta em bolhas. O incômodo que quase tira o pé de circulação causa dores e desconfortos que não passam despercebidos. Além disso, sem o cuidado adequado, bolhas podem até infeccionar. Afinal, por que elas surgem e como evitá-las? De acordo com a podóloga Luciana Alves, especialista em técnicas de relaxamento e docente do curso técnico de podologia, as bolhas são mecanismos de defesa do corpo. “Surgem quando há atrito ou pressão excessiva sobre a pele. Isso faz com que a camada superficial descole e o organismo preencha o espaço com um líquido chamado exsudato, que protege a região e ajuda na cicatrização”, explica a profissional. A culpa é dos sapatos? O atrito e a pressão levam à formação de bolhas e os sapatos desconfortáveis são os principais vilões dessa história. Porém, não são os únicos culpados. Segundo Luciana, meias inadequadas, suor excessivo ou a prática de esportes sem proteção também podem favorecer o surgimento. “As áreas mais afetadas são aquelas onde o atrito é maior, como o calcanhar, a lateral dos pés, a sola e entre os dedos”, detalha a podóloga. Assim, quem usa calçados apertados, percorre longas distâncias ou realiza atividades intensas tende a conhecer bem esse problema. Para quem nunca teve o problema e pergunta se as bolhas doem, a resposta não é tão animadora. Infelizmente, sim – e não é pouco! Isso acontece porque as terminações nervosas da pele são pressionadas. Por isso, até pequenos movimentos tendem a ser desconfortáveis, sem frescura ou exagero. A profissional dos pés esclarece que a área fica naturalmente mais sensível e irritada, causando tais desconfortos. Estourar bolhas: sim ou não Estourá-las até pode parecer a solução, mas a recomendação unânime é: não estoure. A podóloga afirma que o ideal é deixar a bolha quieta para evitar infecções, que podem agravar o quadro. “Se for pequena e não causar dor, ela deve ser protegida com curativos específicos, como os de silicone ou hidrocoloide, que aliviam a pressão”, orienta. No entanto, em casos de bolhas grandes ou muito dolorosas, o procedimento de estourar pode ser necessário, mas só deve ser realizado por um profissional qualificado, já que envolve drenagem do líquido, esterilização e proteção, entre outros cuidados. Como tratar bolhas corretamente O tratamento envolve proteger a área e manter a pele livre de contaminações. O passo a passo recomendado pela docente: 1. Não estoure! Em vez disso, proteja com curativos que aliviam a pressão; 2. Se for necessário drenar, procure um profissional qualificado. Caso seja urgente, certifique-se de que a agulha a ser usada está esterilizada e que haverá boa higienização da área, antes e depois; 3. Proteja o local após o procedimento com curativos adequados para evitar atrito e infecções; 4. Evite andar descalço, pois a sujeira pode piorar a situação e retardar a cicatrização. Dá para prevenir bolhas? A boa notícia é que sim. É possível prevenir o surgimento de bolhas com alguns cuidados simples, como: Uso de sapatos confortáveis e com o tamanho adequado, nem muito folgados, nem muito apertados; Escolha de meias que absorvam o suor e reduzam o atrito; Durante a prática de esportes com calçados novos, recomenda-se o uso de adesivos protetores ou almofadinhas de silicone nas áreas mais sensíveis. Diferencie bolhas de machucados Saber se é mesmo uma bolha ou outro tipo de machucado é necessário para entender a melhor maneira de tratar o incômodo. Nesse sentido, a especialista lembra que as bolhas têm um aspecto bem característico: são pequenas “bolsinhas” cheias de líquido. “Nem todo machucado causado por sapato desconfortável vira bolha. O atrito pode formar calos ou feridas rasas”, ressalta. “Mas, se houver líquido acumulado e inchaço, então é uma bolha”. Vale lembrar que, se as bolhas aparecerem com frequência ou não melhorarem com os cuidados caseiros, o ideal é procurar um podólogo.

Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas
Inchaço e Edema

Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas

Ficar horas sentado durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais de alerta que merecem atenção médica imediata. Segundo a cirurgiã vascular Camila Kill, à frente da clínica Vascularte, o problema acontece porque a musculatura da panturrilha – conhecida como “coração periférico” – deixa de se movimentar, o que dificulta o retorno do sangue para o coração. Essa condição favorece o acúmulo de líquidos, que se manifesta como inchaço visível nos pés e tornozelos. “O avião intensifica esse efeito pela pressão da cabine, que favorece a retenção de líquidos. Na maioria das vezes, o inchaço é passageiro, mas, em alguns casos, pode indicar ou até contribuir para problemas graves, como a trombose venosa profunda (TVP)”, explica a médica. Pessoas que têm mais riscos Alguns grupos são naturalmente mais suscetíveis a esse problema e devem ter cuidado redobrado durante viagens longas. Conheça os principais: Pessoas acima dos 40 anos; Quem tem histórico de varizes ou trombose; Gestantes; Usuários de anticoncepcionais ou que fazem reposição hormonal; Pessoas com sobrepeso ou obesidade; Sedentários; Passageiros de voos ou viagens de ônibus com duração superior a 4 horas. Além do desconforto, essas pessoas também têm maiores chances de complicações, como formação de coágulos ou agravamento de doenças pré-existentes. Como prevenir durante o trajeto A boa notícia é que pequenas mudanças de hábito ajudam a evitar o desconforto e reduzem os riscos. A cirurgiã vascular Camila Kill recomenda algumas medidas: Caminhar pelo corredor a cada 1 ou 2 horas, sempre que possível; Flexionar e esticar os pés, fazer círculos com os tornozelos, levantar e abaixar os calcanhares, mesmo sentado; Beber bastante água e evitar o excesso de café ou bebidas alcoólicas; Usar roupas confortáveis e folgadas para não dificultar a circulação; Ao chegar no destino, descansar com as pernas elevadas para drenar o excesso de líquido. Embora simples, esses cuidados agem diretamente na diminuição de possíveis sintomas e na prevenção de complicações. Quando usar meias de compressão As meias de compressão são aliadas importantes para quem tem histórico de varizes, trombose ou insuficiência venosa, além de gestantes e passageiros que enfrentam voos muito longos. “Elas estimulam a circulação e reduzem significativamente o risco de coágulos e inchaços”, destaca a especialista. A cirurgião vascular complementa lembrando que o ideal é que a escolha seja feita com orientação médica. Isso porque o profissional poderá indicar o grau de compressão adequado para cada caso, garantindo que o acessório ofereça segurança e eficácia. Usar um modelo inadequado pode trazer desconforto ou até mesmo piorar o problema. Sinais de alerta após a viagem Geralmente, o inchaço melhora em poucas horas, mas existem sinais que indicam a necessidade de avaliação médica: Inchaço em apenas uma perna; Dor intensa, calor, vermelhidão ou endurecimento da região; Persistência por mais de 48 horas após a viagem; Falta de ar, dor no peito ou palpitações. Esses sintomas podem levantar suspeitas de trombose ou até embolia pulmonar, condições graves que exigem atendimento imediato, e não devem ser ignorados. Atenção também às viagens do dia a dia O problema não se restringe a viagens longas. Quem passa muitas horas sentado, como motoristas de aplicativo, também corre o risco de enfrentar inchaço e dor. É o caso de Igor Pinheiro, de 29 anos, que dirige em São Paulo. “Certa vez meu pé inchou muito, fiquei assustado. Depois disso, comecei a parar mais, esticar as pernas e beber bastante água durante o trabalho”, diz. O paulistano também convive com pressão alta, o que aumenta a necessidade de atenção. “Hoje eu já tenho esse hábito de me movimentar um pouco, sempre que posso. Cuido para não ter inchaço e controlar a pressão”, afirma. Nesse sentido, a cirurgiã vascular reforça que manter hábitos saudáveis faz diferença não só durante viagens, mas na saúde a longo prazo. Praticar exercícios físicos regularmente, controlar o peso, manter uma boa alimentação e consultar um médico para avaliações periódicas são atitudes essenciais para garantir que a circulação funcione bem.

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