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Desodorante para os Pés Aerossol Sem Perfume 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante aerossol sem perfume. Combate de 99% dos fungos e bactérias. Use também na sola dos calçados.

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Desodorante para os Pés Aerossol Sem Perfume 92g / 150ml
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Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar Tenys Pé Sem Perfume Aerossol.

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Resultado

Pés protegidos de 99% dos fungos e bactérias, livres do mau odor e com controle da transpiração.

O aerossol não deixa resíduos nos pés e ainda pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Ingredientes

INGREDIENTS: ALCOHOL, BUTANE, ISOBUTANE, PROPANE, AQUA, BENZALKONIUM CHLORIDE, SODIUM NITRITE.

Mais sobre Desodorante para os Pés Aerossol Sem Perfume 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Sem Perfume Aerossol oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Ideal para quem prefere produtos sem perfume.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Sem perfume Aerossol elimina o mau odor. Por conter álcool pode ser usado inclusive para higienizar a sola dos calçados.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Sem Perfume é discreto e neutro, sem perder o poder de proteção.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos.
Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Como evitar o mau cheiro nos pés no calor intenso
Spa dos Pés

Como evitar o mau cheiro nos pés no calor intenso

Nos dias quentes, o suor e o abafamento favorecem o surgimento do mau cheiro nos pés. O problema, conhecido como bromidrose, é mais comum do que parece, mas tem solução. Com cuidados simples de higiene, uso correto de produtos e atenção aos calçados, é possível manter os pés secos, frescos e livres do odor. As altas temperaturas típicas dessa época do ano somadas à umidade criam o ambiente perfeito para a proliferação de bactérias. “No calor, as pessoas transpiram mais e o pé fica abafado dentro do sapato. Essa combinação faz as bactérias se multiplicarem e aí vem o cheiro ruim”, pontua a podóloga Aline Campos Silva. Já a dermatologista Samara Kouzak, especialista em estética avançada da Clínica Derma Advance, esclarece que o suor, em si, não tem cheiro. “O odor aparece quando o suor entra em contato com as bactérias naturalmente presentes na pele. Elas se alimentam das substâncias desse suor e liberam compostos que causam o cheiro característico”, explica. Como solucionar A podóloga Aline recomenda o uso diário de produtos antitranspirantes ou talcos específicos para os pés, pois “ajudam a segurar o suor e deixam o pé mais seco, além de dar uma sensação de frescor”. Samara ressalta, porém, ser essencial escolher produtos com formulação própria para a região inferior. “Os antitranspirantes bloqueiam temporariamente os ductos de suor, enquanto desodorantes controlam bactérias e neutralizam o odor”, exemplifica. “O ideal é optar por versões com pH balanceado entre 4,5 e 6,5, que respeitam a acidez da pele. Para peles sensíveis, prefira fórmulas hipoalergênicas e testadas dermatologicamente”, orienta a médica. Escolha de meias e calçados De acordo com a podóloga, as meias de algodão continuam sendo as mais indicadas, uma vez que permitem ao pé respirar melhor e absorvem o suor com mais eficiência. “Evite tecidos sintéticos, que esquentam e deixam o pé abafado. Em relação a sapatos, o ideal é revezar os pares e deixá-los arejar antes de usar novamente”, recomenda. Nesse sentido, a dermatologista destaca que o tipo de calçado influencia diretamente na saúde dos pés. Sapatos muito fechados e feitos de materiais sintéticos retêm calor e umidade, agravando o problema. “Dê preferência a modelos mais abertos ou de materiais respiráveis, como couro natural ou tecidos ventilados”, completa. Hábitos diários que previnem o mau cheiro Manter uma rotina de higiene consistente é o primeiro passo para evitar os odores indesejados nos pés. Além da limpeza, a secagem correta e a troca de calçados fazem diferença no dia a dia. Confira as principais recomendações das profissionais: Lave os pés diariamente, com sabonete neutro ou específico para a região; Seque bem, principalmente entre os dedos, antes de calçar sapatos; Troque de meias todos os dias e até mais vezes, se transpirar muito; Deixe os calçados ventilando por, pelo menos, 24 horas antes de usá-los novamente; Esfolie os pés uma ou duas vezes por semana para remover células mortas; Use talcos ou sprays antitranspirantes que ajudem a manter a pele seca. Aline observa ainda que tentar disfarçar o cheiro com perfume  é um erro comum e nada eficaz. Pelo contrário, quando misturados, os odores ficarão ainda mais fortes e a pele pode acabar irritada pela fragrância. Quando o mau cheiro exige atenção médica O odor persistente, mesmo após todos os cuidados, pode indicar uma condição dermatológica que não se limita ao chulé desagradável. Samara explica que há diferentes causas possíveis para esse quadro. “Casos de suor excessivo, conhecidos como hiperidrose, são bastante comuns. Já a bromidrose está relacionada a uma alteração na composição do suor, que intensifica o odor. Também há micoses e infecções bacterianas que podem causar o mesmo sintoma”, aponta a especialista. A recomendação é ficar de olho nos sinais de alerta, que incluem não só o odor forte e contínuo, como também coceira, descamação, fissuras ou alterações na coloração da pele. “Esses sintomas exigem avaliação dermatológica, pois podem indicar infecção por fungos ou bactérias”, completa a médica. Alimentação também conta Além de apostar em um bom produto antitranspirante e com ação antibacteriana próprios para a região e alternar os pares de sapatos, há outros pilares que podem ajudar na situação, caso da alimentação. “Alimentos como alho, cebola e bebidas alcoólicas podem intensificar o odor corporal. Já manter uma boa hidratação ajuda a equilibrar o funcionamento das glândulas sudoríparas”, destaca a especialista em estética. Nos casos de suor muito intenso, mesmo com esses ajustes diários, um dermatologista pode indicar tratamentos específicos, como medicamentos ou aplicação de toxina botulínica. “Mas, na maioria das vezes, constância e atenção na rotina de cuidados já fazem toda a diferença”, conclui Samara.

Biofilme microbiano pode trazer riscos para a saúde
Biossegurança

Biofilme microbiano pode trazer riscos para a saúde

A biossegurança é um fator essencial nos cuidados com os pés e as unhas. Isso porque, em ambientes como salões de beleza e clínicas de podologia, a falta de higienização adequada dos itens utilizados no atendimento pode levar ao acúmulo de bactérias e fungos, favorecendo a formação do chamado biofilme microbiano, que traz riscos à saúde. Segundo a podóloga Fernanda Ribeiro, que atua há 15 anos na área, esse biofilme se forma em superfícies úmidas e pode ser um grande risco. “Trata-se de uma camada que se acumula em objetos mal higienizados, como alicates, lixas e bacias. Se o material não for esterilizado do jeito e no tempo certos, os micro-organismos permanecem ali, aumentando o risco de contaminação”, explica. A boa notícia é que, com os cuidados adequados, é possível evitar esse problema e garantir um atendimento seguro. Só que, para que isso ocorra, tanto os profissionais quanto os clientes precisam ficar atentos às normas de biossegurança. Para começo de conversa, a fim de evitar a proliferação de micro-organismos, a biossegurança estabelece diretrizes rígidas para a limpeza e esterilização de materiais. As principais recomendações incluem: Esterilização correta: uso de autoclave para esterilizar materiais reutilizáveis, já que estufa e fervura não são eficazes; Uso de descartáveis: lixas, palitos e bacias devem ser trocados a cada cliente; Higiene pessoal: uso obrigatório de luvas e máscara pelo profissional; Desinfecção de superfícies: bancadas e equipamentos devem ser higienizados regularmente, pois o biofilme não sai apenas com álcool. “O biofilme é resistente e a limpeza precisa ser feita corretamente para eliminar bactérias, fungos e até vírus. Do contrário, o cliente pode sair do salão com uma infecção”, frisa Fernanda. Quais são os riscos do biofilme? A falta de higienização adequada pode causar diversas complicações para a saúde, principalmente em pessoas com imunidade baixa, como diabéticos. Os principais riscos do biofilme microbiano são: Micose: infecção fúngica que pode atingir a pele e as unhas; Unha encravada infeccionada: o acúmulo de bactérias pode agravar o quadro; Paroníquia: inflamação ao redor da unha, causando dor e inchaço; Infecções graves: em casos mais sérios, a contaminação pode evoluir para problemas mais complexos. Em que ficar de olho A podóloga reforça que os clientes também precisam ficar atentos ao ambiente onde realizam os cuidados com os pés e as unhas. Anote alguns pontos de alerta para ficar de olho nas próximas visitas aos salões: O profissional abre os instrumentos esterilizados na sua frente? Ele usa luvas e máscara durante o atendimento? O ambiente está limpo e organizado? As bacias são descartáveis ou protegidas com plástico? “Se tiver dúvidas, pergunte como os materiais são higienizados. Pode parecer incômodo, mas é sua saúde que está em jogo”, frisa. O papel do podólogo na prevenção Além de garantir um atendimento seguro, o podólogo orienta os clientes sobre a importância da higiene e da escolha correta dos locais para o cuidado dos pés. “Muita gente não faz ideia do perigo que pode haver num salão que não segue as normas direitinho. Nosso papel é educar os clientes e garantir que eles não corram riscos desnecessários”, conclui Fernanda.

Tesoura, alicate ou cortador: com qual cortar as unhas?
Biossegurança

Tesoura, alicate ou cortador: com qual cortar as unhas?

Cortar as unhas dos pés parece simples, mas exige atenção. Usar o instrumento errado ou adotar o formato inadequado pode causar problemas futuros muito sérios, como inflamações, cortes, unhas encravadas e até infecções. É por isso que existe uma maneira correta de cuidar das unhas e mesmo ferramentas mais indicadas. Para a podóloga Ivanilda de Assis, a melhor escolha é o alicate de corte. “Ele oferece mais precisão e controle. Ao contrário da tesoura, que costuma escorregar, e do cortador, que não tem o ajuste adequado ao formato da unha, o alicate permite um corte seguro e mais eficiente”, explica. A escolha do instrumento deve considerar também o tipo de unha. Embora o alicate seja sempre a opção mais segura, para unhas mais grossas ou encravadas, o acessório precisa estar bem afiado e ser resistente, conforme recomenda a especialista. Riscos de cortar errado Entre os erros mais comuns cometidos por pessoas que optam por cortar a unha em casa estão: Cortar as unhas muito curtas, principalmente nos cantos; Arredondar o formato, o que favorece o encravamento; Usar instrumentos inadequados ou mal higienizados; “Cavar” os cantos, o que pode provocar feridas e inflamações. A podóloga Ivanilda de Assis orienta que o corte deve ser sempre reto, sem remover demais os cantos, e mantendo uma pequena borda livre - ou seja, aquela parte da unha que vai além do dedo e não encosta na pele. “Isso evita que a unha penetre na pele conforme cresce, reduzindo o risco de encravar”, ressalta. Cuidados com os instrumentos Para garantir segurança, os instrumentos usados no corte das unhas precisam ser devidamente higienizados. O processo correto envolve: Lavagem com água e detergente enzimático; Aplicação de álcool 70%; Esterilização em autoclave, especialmente no caso de uso profissional. O ideal é que cada pessoa tenha seus próprios utensílios e jamais compartilhe alicates ou cortadores. Já em estabelecimentos comerciais, é obrigatório que os itens passem por processo de esterilização. Se notar que o local não toma esse tipo de cuidado, é melhor procurar outro lugar para esse procedimento. Atenção redobrada Pessoas com problemas de visão, dificuldades motoras ou doenças como diabetes não devem cortar as próprias unhas. “É essencial procurar um podólogo ou um pedicure qualificado. Cortes errados podem causar feridas que passam despercebidas e evoluem para quadros mais graves”, alerta Ivanilda. Além disso, o acompanhamento com um podólogo deve ser prioridade para quem: Sente dor nos cantos das unhas; Sofre com unhas encravadas; Apresenta unhas muito grossas ou deformadas; Não consegue avaliar ou alcançar os próprios pés com facilidade; Deseja manter uma rotina preventiva de cuidado. Lembre-se que, mesmo parecendo uma tarefa cotidiana e simples, o corte inadequado das unhas pode trazer sérias consequências.

Podólogo, podologista e podiatra: entenda as diferenças
Podo Profilaxia ou Profilaxia Podal

Podólogo, podologista e podiatra: entenda as diferenças

Nem todo especialista em pés é igual e entender as diferenças entre podólogo, podologista e podiatra pode evitar confusões e garantir um cuidado mais adequado à saúde. No Brasil, embora os dois primeiros (podólogo e podologista) sejam usados como sinônimos, eles têm particularidades importantes, principalmente quanto à formação, enquanto o podiatra representa uma abordagem mais clínica, voltada para casos complexos. Conforme explica a podóloga Valéria Lemos, enfermeira especializada em podiatria, o podólogo é o profissional com curso técnico em Podologia, que atua com o cuidado “conservador” dos pés, como corte de unhas, retirada de calos e tratamento de micose. Já o podologista, ainda que desempenhe funções similares, possui formação de nível superior na área, geralmente em cursos tecnológicos. “Ambos trabalham com técnicas de podologia, mas o podologista fez graduação”, diz. Valéria Lemos observa que, quando falamos em podiatra no Brasil, nos referimos a um enfermeiro que fez pós-graduação em Podiatria Clínica. “Ele une o conhecimento da enfermagem com as técnicas podológicas, podendo atuar em casos mais graves e em pacientes com doenças sistêmicas”, esclarece. Formações e limites de atuação O curso técnico em Podologia tem duração entre um e dois anos e ensina práticas como anatomia dos pés, técnicas corretas de corte, biossegurança e uso de instrumentos específicos. Já a graduação em Podologia é mais longa, de dois a três anos, e aprofunda o conhecimento científico. O de podiatra, por sua vez, precisa ter formação em Enfermagem e registro no COREN antes de realizar uma pós-graduação lato sensu em Podiatria Clínica. Com isso, ele pode fazer curativos em úlceras, tratar feridas, aplicar laserterapia e conduzir avaliações clínicas dos pés, como testes de sensibilidade ou checagem de pulsos. “Se o paciente tem uma ferida aberta, uma infecção ou complicações do diabetes, por exemplo, é mais adequado procurar um enfermeiro podiatra. Casos assim requerem avaliação clínica e plano de cuidados”, orienta a especialista. Cada um tem seu papel A regulamentação dos profissionais também difere. A podologia foi reconhecida como profissão de saúde por lei federal em 2018, com exigência de formação técnica ou superior. Enquanto isso, a podiatria é reconhecida pelo Conselho Federal de Enfermagem como especialidade do enfermeiro. Embora haja sobreposição em algumas práticas, a atuação conjunta é, muitas vezes, o ideal. “No cuidado do pé diabético, o enfermeiro podiatra faz a avaliação clínica e traça o plano de cuidados, enquanto o podólogo realiza os procedimentos periódicos, como corte de unhas e remoção de calos”, exemplifica Valéria. Ela lembra ainda que a falta de conhecimento sobre essas distinções pode causar confusões. “Muita gente acha que podiatra é médico ou se frustra ao descobrir que podólogo não pode receitar antifúngico. Por isso, é importante saber quem procurar em cada caso”, orienta. Evolução da profissão e valorização Vale lembrar que, décadas atrás, a podologia no Brasil era associada ao trabalho de calistas ou pedicures, com pouca formação técnica. Isso mudou com a criação dos cursos técnicos e graduações, além do reconhecimento como profissão da saúde. “Hoje, podólogos e podologistas são valorizados pelo seu papel na prevenção, enquanto o podiatra tem cada vez mais espaço em hospitais e clínicas, especialmente no atendimento a pacientes de risco”, conclui Valéria.

Alongar os pés antes de dormir reduz o cansaço
Alongamento Muscular

Alongar os pés antes de dormir reduz o cansaço

Por sustentarem todo o peso do corpo durante o dia, os pés podem acumular tensão muscular, sobrecarga nas articulações e até líquidos. Sapatos inadequados, como os modelos muito apertados, planos, de salto alto ou com pouco amortecimento também favorecem dores e desconfortos. À noite, o resultado não poderia ser diferente: vem aquela sensação de cansaço e fadiga, que não vai embora tão facilmente. A boa notícia é que um simples alongamento antes de dormir pode ser a chave para driblar esse incômodo. Segundo a fisioterapeuta Juliana Duarte, do Centro Universitário FMU, estirar os pés antes de dormir ajuda a relaxar a musculatura, melhora a circulação sanguínea e devolve mobilidade às articulações. Estes efeitos reduzem dores, previnem câimbras noturnas e proporcionam um descanso mais reparador. “O alongamento noturno funciona como um pequeno ritual de desaceleração: relaxa músculos que trabalharam o dia todo, estimula o sistema circulatório e retorna a elasticidade às estruturas dos pés e tornozelos. Quando vira hábito, os benefícios se somam e significam menos desconforto e mais mobilidade e bem-estar”, lista a profissional. Benefícios para o corpo inteiro Quando feito diariamente, o alongamento não só alivia o cansaço imediato, como traz ganhos importantes ao longo do tempo. Entre eles, estão: Prevenção de dores e lesões, como fascite plantar e esporão de calcâneo; Melhora da postura e do alinhamento corporal; Aumento da flexibilidade e da mobilidade articular; Redução da rigidez e das câimbras noturnas; Sensação de bem-estar geral, com menor estresse e melhor qualidade do sono. “Pés mais soltos e funcionais influenciam no corpo inteiro, reduzindo sobrecargas em joelhos, quadris e coluna”, reforça a fisioterapeuta. Alongamentos para fazer antes de dormir A seguir, aprenda exercícios simples indicados por Juliana Duarte, que podem ser feitos em casa e em poucos minutos. Leia cada instrução e execute com calma, sem forçar. Antes, porém, esteja atento a alguns detalhes: Por quanto tempo fazer? Cada exercício deve ser mantido por 20 a 30 segundos, e repetido de 2 a 3 vezes de forma lenta e controlada. Uma rotina de 5 a 10 minutos por dia já traz resultados perceptíveis. Afinal, a regularidade é o que mais conta. Quem se beneficia mais? O hábito é especialmente útil para quem passa longas horas em pé, atletas e praticantes de esportes de impacto, pessoas com sobrepeso e indivíduos com tendência a câimbras ou fascite plantar. Quando evitar ou ter cautela? Apesar de seguro para a maioria, há situações que pedem cuidado: lesões recentes, inflamações intensas, dor forte ou edema importante, neuropatias e condições crônicas em fase aguda, como artrite e artrose, por exemplo. Nesses casos, procure orientação profissional para adaptar ou adiar os exercícios. Agora, aprenda como fazer em casa: Alongamento da planta do pé: sentado, cruze uma perna sobre a outra e puxe suavemente os dedos em direção ao tornozelo. Rolo plantar: massageie a sola do pé com uma bolinha de tênis (ou semelhante) e aplique leve pressão. Alongamento de panturrilha na parede: em pé, apoie as mãos na parede, deixe uma perna atrás com o calcanhar no chão e incline o corpo para frente; troque as pernas depois. Flexão e extensão dos dedos: deitado, movimente os dedos para frente e para trás algumas vezes. Mais do que alongar, a fisioterapeuta acrescenta que é importante escolher calçados adequados, fazer pausas para movimentar as pernas ao longo do dia e incluir exercícios de fortalecimento. “Cuidar dos pés é cuidar da base que sustenta o corpo todo. Pequenas rotinas diárias trazem grandes ganhos de saúde e qualidade de vida”, finaliza.

Calo duro, mole, calosidade: saiba como diferenciar e tratar
Calo e Calosidade

Calo duro, mole, calosidade: saiba como diferenciar e tratar

Calos nos pés são incômodos frequentes e podem surgir devido ao atrito ou pressão repetitiva, formando uma camada espessa de pele endurecida. Mas nem todos são iguais. Existem diferentes tipos de calos e o tratamento adequado depende da identificação correta do problema. Para começo de conversa, a podóloga Katia Lira, especialista em reflexologia podal, explica que o calo se forma como um mecanismo de defesa do corpo. “É um espessamento da pele causado pelo atrito contínuo. O corpo cria essa camada extra para proteger a pele de lesões”, explica. Há uma diferença importante entre calo e calosidade. O calo tende a ser menor, mais profundo e pode causar dor intensa, enquanto a calosidade é uma área maior e superficial, sem dor significativa. Além disso, nem os próprios calos são sempre iguais – tem duro, mole, vascular… É hora de conhecê-los! Os principais tipos de calos Há cinco variações principais e cada um se manifesta de uma maneira: Calo duro: pequeno, redondo e firme, aparece normalmente nos dedos dos pés; Calo mole: surge entre os dedos, tem uma textura mais macia e pode ser bem doloroso; Calo vascular: contém pequenos vasos sanguíneos, causando dor e podendo sangrar ao ser removido; Calo neurovascular: além dos vasos sanguíneos, tem terminações nervosas, que o tornam o tipo mais doloroso; Calosidade plantar: caracteriza-se por uma camada espessa na sola do pé, geralmente sem dor intensa. Ou seja, a localização, as características e o nível de dor podem ajudar na identificação de qual é o tipo de calo em questão. Como tratar cada tipo de calo O tratamento varia conforme a gravidade do calo. A podóloga Katia Lira lista as principais abordagens para aliviar o desconforto causado por cada um: Calo duro: lixar levemente e hidratar com frequência; Calo mole: reduzir a umidade entre os dedos, utilizar espaçadores e evitar calçados muito apertados; Calo vascular e neurovascular: necessitam de remoção profissional, pois podem causar dor intensa e sangramento. Calosidade plantar: usar palmilhas adequadas, lixar com moderação e manter a hidratação da pele. A podóloga alerta que não existe um tratamento universal que funcione para todos os tipos de calos. Porém, medidas como hidratar os pés regularmente e usar calçados adequados ajudam na prevenção de qualquer um deles. Qual o tipo mais comum de calo De acordo com a especialista, o tipo mais comum é o calo duro, justamente por estar associado ao atrito com sapatos. Já o calo neurovascular é o menos frequente, pois envolve vasos e nervos, causando dor intensa. Seja qual for o tipo de calo, um alerta é unânime: nunca tente cortá-lo em casa! “Isso pode causar infecção e agravar ainda mais a situação”, reforça a podóloga. Pessoas com diabetes também precisam ter atenção redobrada, pois qualquer ferida nos pés pode evoluir para complicações sérias. A recomendação é visitar regularmente um especialista para acompanhar o quadro e evitar que o problema se agrave. O impacto dos calos na rotina O motorista de aplicativo José Bruno, de 47 anos, lembra que os calos fazem parte de sua vida desde a adolescência, quando usava sapatos apertados para ir à escola. Com o tempo, a condição só piorou e levou até a dores intensas e incapacitantes. “Tentei de tudo: lixar em casa, usar palmilhas e até remédios caseiros. Mas os calos sempre voltavam. Quando fui ao podólogo, ele explicou que eu estava tratando errado e que os calos eram profundos. Com o tratamento adequado, fui aprendendo a cuidar melhor dos meus pés, fazendo a remoção profissional e usando calçados mais confortáveis”, conta o paulistano, que não abre mão do acompanhamento regular profissional.

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