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Talco Desodorante para os Pés Pó Fresh 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante aprovado por consumidores das regiões mais quentes do Brasil. Fragrância super-refrescante.

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Talco Desodorante para os Pés Pó Fresh 100g
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Quantidade

100 g

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Fresh nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Use antes e depois das atividades desportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, HYDRATED SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, COUMARIN, ALPHA-ISOMETHYL IONONE, LIMONENE.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Fresh 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Fresh oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Feito exclusivamente para as regiões mais quentes do Brasil com uma fragrância exclusiva super-refrescante.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Fresh elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Fresh tem uma fragrância super-refrescante e exclusiva desenvolvida e aprovada por consumidores das regiões mais quentes do Brasil.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Calcanhar rachado pode causar micose? Entenda a relação e como tratar
Calcanhar Rachado

Calcanhar rachado pode causar micose? Entenda a relação e como tratar

O calcanhar rachado vai muito além de um incômodo estético: ele pode se transformar em uma porta de entrada para infecções. Isso porque as fissuras na pele favorecem a proliferação de fungos, aumentando o risco de micoses, por exemplo. Por outro lado, essa condição também pode agravar rachaduras, criando um ciclo difícil de se quebrar. Segundo a dermatologista Camila Sampaio, as fissuras podem ser superficiais ou profundas, causando dor e até sangramento. “Os principais fatores por trás desse quadro são ressecamento intenso, uso frequente de calçados abertos, andar descalço em superfícies ásperas e doenças como diabetes e psoríase”, explica a especialista em Dermatopatologia pela International Society of Dermatopathology. A podóloga Dayana Sousa acrescenta que o problema é mais comum em quem passa longos períodos em pé ou tem sobrepeso, já que a pressão sobre os calcanhares aumenta. “Muita gente acha que rachadura não é nada, mas é justamente o contrário: ela expõe o pé a riscos de infecção e micose”, alerta. Como a rachadura favorece a micose? Quando a pele se abre, perde sua barreira de proteção natural, deixando o caminho livre para a entrada de fungos e bactérias. Ambientes úmidos e quentes, como sapatos fechados ou meias suadas, são perfeitos para que esses micro-organismos se desenvolvam. Alguns sinais indicam que a micose já se instalou: Pele mais seca, áspera e descamativa, sem coceira ou vermelhidão no início; Em casos avançados, vermelhidão, coceira intensa, ardência e fissuras dolorosas; Mau cheiro, secreção ou dor forte são indícios de infecção mais grave. “Mesmo quando os sintomas são leves, a micose precisa ser tratada. Quanto antes começar, mais rápido será o resultado”, orienta a médica. O processo também pode ocorrer ao contrário, ou seja, a própria micose enfraquece a pele, resseca e provoca descamação, aumentando a probabilidade de novas fissuras ou agravando as que já existem. “É comum o paciente chegar com coceira, pele fina e rachaduras que doem, sangram e até infeccionam”, diz a pedicure. Tratamentos combinados As profissionais ensinam que o cuidado precisa ser duplo, atuando tanto nas rachaduras quanto na micose. Para tratar as rachaduras: Hidratação intensa com produtos que contenham ureia, ácido lático ou lactato de amônio; Pomadas reparadoras específicas; Em consultório, desbaste da pele espessa para acelerar a regeneração; Evitar andar descalço e usar sapatos acolchoados e bem ajustados para reduzir o impacto. Para tratar a micose: Uso de antifúngicos tópicos, como cremes, loções ou sprays; Em casos resistentes, tratamento oral com prescrição médica. “O tratamento simultâneo traz uma melhora mais rápida e evita complicações que podem ser bem graves”, ressalta Camila. Previna tanto rachaduras, quanto micoses Além do diagnóstico e tratamento, outro pilar fundamental para driblar o ciclo de pele rachada com micose é a prevenção. Quer dizer que pequenos hábitos diários podem ajudar a evitar as duas condições. Veja só: Hidratar os pés diariamente, especialmente após o banho; Secar bem entre os dedos após lavar os pés; Usar meias de algodão limpas todos os dias; Preferir sapatos ventilados e evitar calçados que causem atrito no calcanhar; Não andar descalço em locais públicos, como piscinas e vestiários; Procurar ajuda profissional diante de rachaduras profundas ou sinais de infecção. Por fim, a médica reforça que o calcanhar rachado precisa ser levado a sério. “Pode ser a porta de entrada para problemas maiores, que, às vezes, exigem tratamentos longos e complexos. Cuidar diariamente é sempre mais fácil e seguro.”

Como evitar bolhas com sapatos novos? Podóloga ensina
Bolha

Como evitar bolhas com sapatos novos? Podóloga ensina

Bolhas são pequenas bolsas cheias de líquido que se formam na pele como mecanismo de defesa do corpo. Costumam aparecer quando há atrito constante, calor e suor – uma combinação bem comum que surge com sapatos novos, ainda em fase de ajuste ao formato dos pés. Tal líquido funciona como uma proteção, impedindo que camadas mais profundas da pele sejam machucadas, mas seu surgimento deve ser evitado. Segundo a podóloga e pedicure Dayana Sousa, alguns materiais são mais propensos a provocar bolhas, como couro legítimo, plástico e verniz. Modelos fechados, que dificultam a ventilação, ou com costuras internas grossas também favorecem o problema. Da mesma forma, sapatos de bico fino, que não respeitam a anatomia natural do pé, aumentam o risco de machucar. Além disso, todo sapato tem um período de adaptação. “Durante esse processo, o atrito pode irritar a pele e causar desconforto. Quando o sapato aperta e esfrega na pele, causa uma queimadura por fricção. É o que faz o corpo reagir, produzindo esse líquido como uma forma inteligente de proteger a região”, explica a profissional. Com sapato novo, redobre os cuidados Para evitar as bolhas, o ideal é preparar o sapato e os pés antes do uso. Para isso, a especialista recomenda os seguintes truques: Amaciar o calçado em casa antes de sair com ele para longos períodos de uso; Usar meias grossas para proteger a pele; Hidratar bem os pés para reduzir o atrito; Aplicar curativos ou protetores de silicone nos pontos de maior pressão. Esses cuidados são fáceis, simples e podem realmente fazer diferença na hora de prevenir lesões dolorosas. Durante o dia, evite atrito e umidade Se você já está usando o sapato novo, tenha atenção redobrada. Os pés devem estar sempre secos, pois suor e calor favorecem a formação de bolhas. “Troque a meia se perceber que ela ficou úmida e use talcos ou sprays antitranspirantes – inclusive os da Baruel”, recomenda a podóloga. Também é importante ajustar os cadarços e fivelas para que o pé não fique ‘dançando’ dentro do sapato. Afinal, o ideal é um encaixe perfeito – nem largo, nem apertado. Se possível, tenha sempre curativos na bolsa para prevenir, diante dos primeiros sinais de irritação. Quando a bolha já apareceu… Se não teve jeito e a bolha insistiu em aparecer, é hora de focar em cuidados de tratamento e nem pensar em estourá-la por conta própria. A recomendação de Dayana é: Lavar a área com água e sabão; Secar delicadamente, em batidinhas, sem esfregar; Fazer um curativo limpo e trocá-lo sempre que necessário. Se a bolha estourar sozinha, tudo bem! Nesse caso, higienize novamente, aplique um antisséptico de farmácia e proteja com curativo. Assim, evita infecções e garante uma recuperação mais rápida. A experiência de quem já passou por isso A aposentada Maria Assunta, 73 anos, já enfrentou o problema após usar um tênis novo na academia. Ela conta que percebeu a bolha no primeiro dia de uso, mas decidiu não estourá-la para evitar possíveis complicações. “Eu só lavava e hidratava até que ela estourou sozinha. Depois, continuei lavando e coloquei um curativo para proteger”, relembra. Com medo de novas bolhas, Maria voltou a usar um tênis mais confortável e adotou novos cuidados: hidratação diária dos pés e atenção redobrada na escolha dos calçados. Ela ainda aconselha: “Se der bolha, não estoure. Lave com água e sabonete e proteja”. Quando procurar ajuda profissional A experiência da aposentada mostra como simples atitudes no dia a dia podem evitar dores e desconforto. No entanto, algumas situações exigem avaliação de um especialista, como o podólogo. De acordo com Dayana, o ideal é procurar atendimento se a bolha for muito grande, houver dor intensa ou sinais de infecção, como vermelhidão, pus, calor na região ou febre. “Pessoas com diabetes ou problemas circulatórios devem ter cuidado redobrado: qualquer lesão nos pés merece atenção imediata”, finaliza a pedicure.

Unhas contaminadas por fungos por meio de esmaltes e materiais compartilhados
Frieira e Micose

Unhas contaminadas por fungos por meio de esmaltes e materiais compartilhados

A saúde das unhas vai muito além da estética. Muitas vezes, pequenos hábitos de descuido podem abrir portas para infecções que comprometem não apenas a aparência, mas também o bem-estar. Um dos maiores riscos na podologia e na estética é a contaminação por fungos através de esmaltes e materiais compartilhados. Como acontece a contaminação Os fungos, como os dermatófitos e leveduras, são microrganismos oportunistas que se desenvolvem facilmente em ambientes úmidos e fechados. Quando um pincel de esmalte entra em contato com uma unha infectada, ele pode transportar partículas fúngicas para dentro do frasco. Assim, ao ser utilizado novamente, acaba disseminando a infecção para outras unhas. O mesmo ocorre com instrumentos como alicates, espátulas e lixas: se não forem devidamente esterilizados ou descartados, podem se tornar veículos de transmissão. Principais riscos Onicomicose (micose de unha): alteração na cor, espessura e formato da unha, causada por fungos. Paroníquia: inflamação dolorosa ao redor da unha, que pode evoluir para infecção. Maior vulnerabilidade em pessoas com baixa imunidade, idosos e pacientes diabéticos. O esmalte como vilão silencioso Muitas pessoas acreditam que o esmalte é inofensivo, mas ele pode ser um dos grandes responsáveis pela contaminação cruzada. O pincel funciona como “meio de transporte” do fungo, e o interior do frasco é um ambiente propício para sua sobrevivência. Isso porque quando o mesmo produto é aplicado em diferentes pessoas, a disseminação é quase inevitável. Um artigo publicado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto analisou a viabilidade de fungos causadores de onicomicose dentro de frascos de esmalte. Foram testadas várias cores (incolor, branco e vermelho) e marcas, com contaminação por espécies como Trichophyton rubrum, T. mentagrophytes, Candida albicans e C. parapsilosis. Eles observaram: Todas as quatro espécies de fungos sobreviveram dentro dos frascos nas primeiras 8 horas após a contaminação; A sobrevivência por períodos mais prolongados variou conforme a cor e a marca do esmalte; Trichophyton rubrum, em particular, foi capaz de sobreviver por até 28 dias em pelo menos uma cor de todos os esmaltes testados. Sim, estudos confirmam que fungos podem sobreviver por mais de 8 horas e até semanas em vidrinhos de esmalte. Isso reforça muito a necessidade de não compartilhar esmaltes entre clientes, uma prática que pode aumentar o risco de transmissão de micose.

Por que o pé cavo causa instabilidade ao caminhar
Pé Cavo

Por que o pé cavo causa instabilidade ao caminhar

O pé cavo é caracterizado por um arco plantar exageradamente alto, que faz com que apenas o calcanhar e a ponta do pé toquem o chão. Essa configuração altera a forma como o peso é distribuído e compromete o equilíbrio, podendo gerar instabilidade na marcha, além de desconforto e dor intensa em diferentes partes do pé. A concentração de peso no calcanhar e na parte da frente do pé força ossos, tendões e ligamentos e leva à sobrecarga dessas estruturas. O resultado é dor latejante, calosidades e maior propensão a entorses. “O arco excessivamente alto reduz a capacidade de absorção de impacto e torna o tornozelo menos estável, o que aumenta o risco de torções”, explica o fisioterapeuta Rodrigo Nascimento, do Hospital São Francisco da Providência de Deus (HSF-RJ). É possível, inclusive, que surjam deformidades nos dedos, como o chamado “dedo em martelo” ou “dedo em garra”, dificultando a locomoção no andar e no correr. Impacto no corpo e sintomas mais comuns Apesar do nome fazer referência apenas ao membro inferior, Rodrigo Nascimento esclarece que o pé cavo afeta e compromete mais de uma estrutura. Entre as principais estão: Fáscia plantar, responsável por sustentar o arco e absorver o impacto; Metatarsos e calcanhar, que sofrem sobrecarga constante; Tornozelos e articulações adjacentes, afetados pela má distribuição do peso. Isso acontece porque a elevação do arco concentra a pressão em áreas pequenas da sola do pé, causando dor, inflamação e até desequilíbrio. Quando as regiões começam a ser afetadas, os sintomas mais frequentes e comuns são: Calosidades na planta e nas laterais dos pés; Dor intensa e latejante; Deformidades nos dedos, como dedo em garra; Entorses recorrentes. Se tais sintomas forem notados, a orientação é sempre buscar ajuda médica, como de um fisioterapeuta ou ortopedista, para um diagnóstico rápido e assertivo. Calçados e palmilhas ideais O tipo de calçado tem papel fundamental na redução da dor e da instabilidade. Nesse sentido, o especialista em fisioterapia recomenda: Tênis com bom amortecimento e suporte, que reduz a pressão sobre o calcanhar e os metatarsos; Solado firme e mais largo para melhor a estabilidade; Tecidos macios e flexíveis, que evitam atrito e irritação. Já o uso de palmilhas ortopédicas também é importante. Embora não corrijam a deformidade, podem ajudar de outras maneiras: Melhoram a estabilidade; Redistribuem a pressão de forma uniforme; Ajudam no alinhamento e no conforto durante a reabilitação. “O uso de palmilha faz parte do tratamento, mas o que realmente traz melhora é o fortalecimento, a mobilidade e o treino de propriocepção”, complementa o profissional. Fortalecimento e exercícios Nesse contexto, vale adicionar que a fisioterapia é essencial para devolver estabilidade e aliviar os sintomas. O fisioterapeuta destaca que os exercícios devem sempre focar em força, alongamento e equilíbrio. Entre os mais indicados estão: Pegar objetos com os dedos dos pés; Empurrar o chão com os dedos para ativar o arco plantar; Alongar e mobilizar os pés com elásticos; Treinar o equilíbrio em pranchas, estimulando a propriocepção. “O paciente deve realizar os exercícios descalço para ampliar a mobilidade. É um trabalho repetitivo, com observação constante do movimento, que traz excelentes resultados”, afirma Rodrigo Nascimento. Acompanhamento contínuo e cirurgia Em casos mais graves, o pé cavo requer fisioterapia contínua, especialmente quando há doenças neurológicas, internações prolongadas ou sintomas progressivos associados. Nesses casos, é importante saber que: A gravidade e a resposta do paciente definem o tempo de tratamento; Pacientes jovens e ativos costumam responder mais rapidamente; Casos associados a doenças neurológicas exigem acompanhamento prolongado. Quando o tratamento conservador (com palmilhas, exercícios e órteses) não traz melhora, a cirurgia corretiva pode ser necessária. “Após o procedimento, o paciente precisa de fisioterapia intensiva para recuperar força, mobilidade e estabilidade. O processo é gradual e requer acompanhamento de longo prazo”, orienta Rodrigo. Ele reforça a importância de buscar um profissional diante de sinais como dor persistente, dificuldade de equilíbrio, rigidez muscular e deformidade visível. Afinal, esses sintomas podem irradiar para joelhos, quadris e costas, e quanto antes forem avaliados, maiores as chances de evitar complicações.

Chulé ou xulé? De onde vem esse cheiro?
Suor e Odor

Chulé ou xulé? De onde vem esse cheiro?

Se você também já se fez essa pergunta, vem descobrir a maneira correta de pronunciar e de tratar os pés para evitar odores desagradáveis. Aquele cheirinho nada agradável que vem dos pés depois de um dia bem intenso de atividades já deve ter feito muita gente parar e se perguntar: o certo é chulé ou xulé? Falando em ortografia, o correto é escrever a palavra com “ch”, assim como em chuchu. Mas, diferentemente do legume, ele tem cheiro. E o mau odor que costumamos chamar de chulé na verdade tem um nome técnico, bem menos conhecido: bromidrose. Passando para a biologia, esse mau odor surge graças à combinação de dois fatores: o excesso de suor na região dos pés e a ação de bactérias presentes nessa área. Essas bactérias se alimentam justamente de suor e da pele “morta”, que descama ao longo do dia. Quando as bactérias fazem a decomposição do suor e da pele descamada, elas produzem esse cheiro, que em geral começamos a notar a partir da puberdade. “Vale lembrar que não é o suor em si que causa o mau cheiro. O suor é inodoro. O que causa o odor desagradável é o contato do suor com as bactérias presentes na pele”, reforça Renato Butsher Cruz, docente do curso técnico em Podologia do Senac Osasco. Algumas pessoas têm mais problemas com o chulé? Sim. Existem pessoas que suam mais do que as outras. Isso explica sentir um odor mais forte em alguns pés do que em outros, explica Carolina Marçal, médica dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Um grupo que sua muito é o dos adolescentes. “Devido a uma condição hormonal comum a essa fase da vida, as glândulas sudoríparas trabalham em dobro, favorecendo a transpiração excessiva e, consequentemente o mau cheiro, proveniente da proliferação de bactérias, que encontram nos pés um ambiente favorável”, explica Cruz. Ele acrescenta que o mesmo acontece com gestantes, por causa da alteração hormonal, que favorece a sudorese. Outras pessoas têm uma disfunção chamada de hiperidrose no pé — um suor excessivo, principalmente na região plantar, aponta Marçal. “Isso acontece por causa da hiperatividade das glândulas sudoríparas e pode ser constitucional ou decorrente de alguma outra causa primária, alguma doença que possa levar a essa hiperidrose. A parte plantar transpira um pouco mais do que as outras.” No geral, a transpiração é um mecanismo necessário do corpo. Afinal, é a forma como o organismo age para regular a nossa temperatura. “Quando o corpo está muito quente, acaba liberando por meio das glândulas sudoríparas o suor, composto por vários minerais, mas basicamente por sal e água. No momento em que o suor sai, ele puxa o calor junto e, por isso, diminui a nossa temperatura”, esclarece Marçal. Toda vez que temos um hiperaquecimento do organismo, seja porque a temperatura está mais alta no exterior, seja pela prática de uma atividade física ou até mesmo devido a uma febre, nossa reação é essa sudorese — uma tentativa de diminuir a temperatura corporal. Como combater o mau odor? A boa notícia é que, mesmo suando, podemos evitar esse cheiro desagradável adotando uma rotina de cuidados com os pés. Depois de lavá-los bem no banho, uma parte importante desses cuidados é o uso do desodorante para os pés, formulado para que a transpiração, ainda que excessiva, não favoreça a bromidrose. Afinal, o pé, por ser uma região que passa bastante tempo do dia abafada em calçados fechados, “tem essa tendência também de proliferação de fungos, que pode contribuir para o mau odor”, completa Marçal.

Como evitar o mau cheiro nos pés no calor intenso
Spa dos Pés

Como evitar o mau cheiro nos pés no calor intenso

Nos dias quentes, o suor e o abafamento favorecem o surgimento do mau cheiro nos pés. O problema, conhecido como bromidrose, é mais comum do que parece, mas tem solução. Com cuidados simples de higiene, uso correto de produtos e atenção aos calçados, é possível manter os pés secos, frescos e livres do odor. As altas temperaturas típicas dessa época do ano somadas à umidade criam o ambiente perfeito para a proliferação de bactérias. “No calor, as pessoas transpiram mais e o pé fica abafado dentro do sapato. Essa combinação faz as bactérias se multiplicarem e aí vem o cheiro ruim”, pontua a podóloga Aline Campos Silva. Já a dermatologista Samara Kouzak, especialista em estética avançada da Clínica Derma Advance, esclarece que o suor, em si, não tem cheiro. “O odor aparece quando o suor entra em contato com as bactérias naturalmente presentes na pele. Elas se alimentam das substâncias desse suor e liberam compostos que causam o cheiro característico”, explica. Como solucionar A podóloga Aline recomenda o uso diário de produtos antitranspirantes ou talcos específicos para os pés, pois “ajudam a segurar o suor e deixam o pé mais seco, além de dar uma sensação de frescor”. Samara ressalta, porém, ser essencial escolher produtos com formulação própria para a região inferior. “Os antitranspirantes bloqueiam temporariamente os ductos de suor, enquanto desodorantes controlam bactérias e neutralizam o odor”, exemplifica. “O ideal é optar por versões com pH balanceado entre 4,5 e 6,5, que respeitam a acidez da pele. Para peles sensíveis, prefira fórmulas hipoalergênicas e testadas dermatologicamente”, orienta a médica. Escolha de meias e calçados De acordo com a podóloga, as meias de algodão continuam sendo as mais indicadas, uma vez que permitem ao pé respirar melhor e absorvem o suor com mais eficiência. “Evite tecidos sintéticos, que esquentam e deixam o pé abafado. Em relação a sapatos, o ideal é revezar os pares e deixá-los arejar antes de usar novamente”, recomenda. Nesse sentido, a dermatologista destaca que o tipo de calçado influencia diretamente na saúde dos pés. Sapatos muito fechados e feitos de materiais sintéticos retêm calor e umidade, agravando o problema. “Dê preferência a modelos mais abertos ou de materiais respiráveis, como couro natural ou tecidos ventilados”, completa. Hábitos diários que previnem o mau cheiro Manter uma rotina de higiene consistente é o primeiro passo para evitar os odores indesejados nos pés. Além da limpeza, a secagem correta e a troca de calçados fazem diferença no dia a dia. Confira as principais recomendações das profissionais: Lave os pés diariamente, com sabonete neutro ou específico para a região; Seque bem, principalmente entre os dedos, antes de calçar sapatos; Troque de meias todos os dias e até mais vezes, se transpirar muito; Deixe os calçados ventilando por, pelo menos, 24 horas antes de usá-los novamente; Esfolie os pés uma ou duas vezes por semana para remover células mortas; Use talcos ou sprays antitranspirantes que ajudem a manter a pele seca. Aline observa ainda que tentar disfarçar o cheiro com perfume  é um erro comum e nada eficaz. Pelo contrário, quando misturados, os odores ficarão ainda mais fortes e a pele pode acabar irritada pela fragrância. Quando o mau cheiro exige atenção médica O odor persistente, mesmo após todos os cuidados, pode indicar uma condição dermatológica que não se limita ao chulé desagradável. Samara explica que há diferentes causas possíveis para esse quadro. “Casos de suor excessivo, conhecidos como hiperidrose, são bastante comuns. Já a bromidrose está relacionada a uma alteração na composição do suor, que intensifica o odor. Também há micoses e infecções bacterianas que podem causar o mesmo sintoma”, aponta a especialista. A recomendação é ficar de olho nos sinais de alerta, que incluem não só o odor forte e contínuo, como também coceira, descamação, fissuras ou alterações na coloração da pele. “Esses sintomas exigem avaliação dermatológica, pois podem indicar infecção por fungos ou bactérias”, completa a médica. Alimentação também conta Além de apostar em um bom produto antitranspirante e com ação antibacteriana próprios para a região e alternar os pares de sapatos, há outros pilares que podem ajudar na situação, caso da alimentação. “Alimentos como alho, cebola e bebidas alcoólicas podem intensificar o odor corporal. Já manter uma boa hidratação ajuda a equilibrar o funcionamento das glândulas sudoríparas”, destaca a especialista em estética. Nos casos de suor muito intenso, mesmo com esses ajustes diários, um dermatologista pode indicar tratamentos específicos, como medicamentos ou aplicação de toxina botulínica. “Mas, na maioria das vezes, constância e atenção na rotina de cuidados já fazem toda a diferença”, conclui Samara.

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