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Talco Desodorante para os Pés Pó Menta Fresh 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés com o frescor da menta. Combate 99% dos fungos e bactérias. Pés secos e cheirosos.

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Quantidade

100 g

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Menta Fresh nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Usar antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, PARFUM, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Menta Fresh 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Menta Fresh oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. O poder refrescante da menta é ideal para climas quentes.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Menta Fresh elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Menta Fresh possui o poder refrescante da menta.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. não ingerir. manter fora do alcance de crianças. deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. usar somente nas áreas indicadas. evite a inalação direta deste produto. em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Cuidados que todo corredor deve ter com os pés
Corrida

Cuidados que todo corredor deve ter com os pés

Quem é adepto das corridas sabe que são necessários cuidados extras com os pés. Os pés desempenham um papel fundamental na absorção do impacto e na propulsão durante a corrida. Porém, a verdade é que a saúde dessa região muitas vezes é negligenciada. Segundo o ortopedista Rafael Botelho, especialista em pé e tornozelo e membro da Sociedade Americana de Pé e Tornozelo (AOFAS), seguir algumas orientações e adotar cuidados específicos são essenciais para evitar problemas na região inferior do corpo. “Nosso sistema cardiorrespiratório evolui mais rapidamente que o musculoesquelético, então a progressão de distâncias em corridas deve ser lenta, com aumentos semanais de 10% para evitar lesões como canelite e contraturas musculares”, alerta. Junto do médico, o treinador Grace Santos, coordenador técnico da rede de academias Evoque, destaca alguns pontos. Principais pontos Alterne os tênis. Os materiais do calçado precisam de descanso para retomar sua capacidade de absorção e impacto. Quem corre todos os dias deve ter dois pares e alternar o uso entre eles. Conheça a sua pisada. Pronada, supinada ou neutra? Essa resposta ajuda a encontrar o tênis ideal e reduzir as chances de lesão. Leia abaixo como identificar a sua. Fortaleça seus músculos. A musculação é quase requisito obrigatório para quem corre longas distâncias, porque ajuda a prevenir lesões e melhora o condicionamento físico. Cuide das unhas. Mantenha-as curtas e não se esqueça de hidratar a pele. Isso ajuda a prevenir bolhas e unhas encravadas. Varie os terrenos na corrida. Intercale entre terrenos macios e duros para ajudar na prevenção de sobrecarga nos pés e reduzir o impacto. Para quem já pratica a corrida regularmente, Grace recomenda a escolha do tênis adequado ao tipo de pisada e um número maior do que o habitual para acomodar o inchaço dos pés. Além disso, o uso de meias feitas de poliamida e elastano ajuda a evitar atritos e mantém os pés secos durante o treino. E se houver sensibilidade, vale até apostar em meias duplas. Sinais de alerta durante a corrida Entenda o que acende a bandeira vermelha no esporte: Dores persistentes. O desconforto no arco, calcanhar ou dedos indica alguma condição indesejada, como fascite plantar ou tendinite. Dormência ou formigamento. Tais situações sinalizam que pode haver compressão de nervos, geralmente devido ao uso de tênis apertado. Unhas doloridas ou roxas. Frequentemente são causadas por calçados inadequados e geram desconforto contínuo. Inchaço incomum. Isto sugere que os tecidos ou articulações podem estar sobrecarregados. Portanto, sentir qualquer um desses sintomas ou outros desconfortos é motivo para ir ao médico imediatamente e suspender a corrida até segunda ordem. Prepare-se corretamente para correr Para preparar os músculos, o treinador Grace Santos recomenda alongamentos dinâmicos antes da corrida. “Exercícios como elevação de joelhos (skipping), puxada de calcanhar (kick-backs) e passadas longas com rotação do tronco aquecem os músculos e melhoram a amplitude de movimento, reduzindo o risco de lesões”, explica. Conforme ele aponta, esse tipo de alongamento é preferível no lugar dos estáticos, pois ajudam a ativar as articulações, sem desacelerar o corpo, já preparando-o para a corrida Calçado é realmente muito importante Não custa repetir sobre a importância de estar com um tênis adequado. O ortopedista Rafael Botelho pontua que o “modelo ideal” varia para cada perfil de pessoa e organismo, mas alguns fatores são universais e podem guiar a escolha, entre eles conformidade com a pisada; amortecimento para longas distâncias; solado reforçado e aderente para trilhas. Grace complementa recomendando experimentar diversos modelos de tênis antes da aquisição e, se possível, buscar orientação de um especialista para encontrar o melhor ajuste - afinal, um calçado adequado ajuda a evitar lesões por esforço repetitivo e proporciona o conforto necessário para que a corrida seja feita com segurança e leveza. Entenda a diferença entre as pisadas De forma prática, há três tipos de pisadas. A neutra é aquela em que as partes interna e externa do pé tocam o solo quase ao mesmo tempo, com o peso corporal distribuído de maneira harmônica. A pronada, caracterizada pelo pé chato ou plano, é a que o arco medial tem maior contato com o solo, impactando a biomecânica do corpo, afetando mais a parte interna do pé. Por fim, a supinada, também conhecida como pé cavo, tem um arco elevado e, por conta disso, seu contato com o solo é menor, forçando mais a parte de fora do pé, provocando instabilidade e limitando a capacidade de absorver impactos.

Pé chato em crianças: é preciso corrigir?
Pé Chato ou Pé Plano

Pé chato em crianças: é preciso corrigir?

O pé chato infantil, que também é conhecido como pé plano, é uma condição comum durante o crescimento. Ele caracteriza-se pela ausência da curvatura interna do pé, a chamada arcada plantar, e, geralmente, faz parte do desenvolvimento normal da criança. Por isso, nem todo caso exige acompanhamento médico. Segundo o ortopedista Carlos Eduardo Pires, do Dr.Consulta, o pé chato infantil é um achado extremamente frequente nas consultas de ortopedia infantil e, na maioria das vezes, não representa um problema. Esse formato do pé é esperado nos primeiros anos de vida e tende a melhorar naturalmente conforme a criança cresce. “Esse tipo de pé é observado em até 97% das crianças menores de 2 anos e tende a se corrigir espontaneamente até os 10 anos. Nessa faixa etária, apenas 4% a 15% continuam com o pé plano, o que ainda é considerado dentro da normalidade”, explica o médico. Quando o pé plano infantil requer atenção Por ser esperado e natural, nem todo caso vai exigir acompanhamento médico. O especialista esclarece ainda que o pé chato (ou pé plano) só requer avaliação especializada quando houver sintomas bem específicos, como: Dor nos pés ou nas pernas; Rigidez ao movimentar o pé; Dificuldade para andar, correr ou brincar normalmente A dor ou a perda de flexibilidade devem ser os principais sinais de alerta para pais e cuidadores. Isso porque, nesses casos, o quadro pode ser diferente do pé plano comum, chamado de flexível, aquele sem dor, com articulações móveis e boa função. O diagnóstico possível é o pé plano rígido, que apresenta limitação dos movimentos, dor e menor desempenho físico. “Essa situação não é considerada normal e precisa de uma avaliação mais específica, incluindo radiografia, para identificar alterações estruturais”, observa o ortopedista Carlos Eduardo Pires. Bota ortopédica não é mais tratamento Durante muito tempo, botas e calçados ortopédicos foram usados com a intenção de “formar o arco” do pé, mas essa prática está ultrapassada. “Hoje sabemos, com base em estudos desde a década de 1990, que o resultado é o mesmo entre as crianças que usam e as que não usam esses dispositivos”, afirma o ortopedista. Ele acrescenta que até 95% dos pés chatos infantis acabam corrigidos naturalmente com o crescimento, sem a necessidade de nenhum método especial. Por isso, não se usam mais botas nem calçados ortopédicos para moldar o arco plantar. Agora, em casos em que o pé chato exige tratamento, o primeiro passo é sempre conservador, com fisioterapia, alongamentos e fortalecimento da musculatura dos pés e tornozelos. Nesse sentido, são recomendados exercícios que trabalham a flexibilidade da cadeia posterior e a força das estruturas que estabilizam o pé. Os principais estímulos incluem: Alongar a região; Fortalecer tornozelos e pés; Variar os terrenos de contato. “É importante salientar que deixar as crianças andarem descalças em terrenos variáveis, como grama, areia e terra, pode ajudar um pouco na formação do arco e também no fortalecimento da musculatura”, completa o médico. Mais alternativas As palmilhas personalizadas só são indicadas em casos de dor, especialmente quando o pé plano é do tipo rígido. Seu papel não é criar o arco medial, mas aliviar o desconforto da criança, e devem ser feitas sob medida. Quando o tratamento conservador não traz melhora, o profissional avalia a necessidade de cirurgia, indicada apenas em casos excepcionais. “De forma geral, se o pé chato não dói, não há motivo para preocupação. Mas se houver dor ou limitação, é essencial buscar ajuda médica para investigar a causa e indicar o melhor tratamento”, finaliza o ortopedista.

Como cuidar dos pés antes e depois da caminhada
Caminhada

Como cuidar dos pés antes e depois da caminhada

Caminhar é uma atividade simples, acessível e cheia de benefícios para a saúde. No entanto, os pés, ou seja, a base desse movimento, precisam de cuidados especiais antes, durante e depois da prática para evitar dores, bolhas e até lesões. Pequenos ajustes na rotina podem fazer toda a diferença na performance e na prevenção de problemas futuros. Para o professor de Educação Física Cesar Miguel Momesso, do Centro Universitário FMU, a preparação começa antes mesmo de sair de casa. Ele explica que um bom tênis, meias próprias e unhas bem cuidadas são fundamentais para proteger os pés e garantir conforto durante a caminhada. O calçado, por exemplo, deve respeitar o formato do pé, com leve folga na ponta para impedir a pressão. “Evitar atrito é essencial. Calçado muito apertado ou largo demais pode causar bolhas e desconforto. A meia também precisa ser adequada para não acumular suor e aumentar o risco de lesões. E deve-se manter as unhas curtas, algo essencial para não descolarem com o impacto”, detalha o profissional. A escolha do calçado certo O tênis não precisa ter amortecimento robusto, mas deve, ao menos, proporcionar estabilidade e conforto ao corredor. Cesar Miguel Momesso observa que, quanto maior for a duração da caminhada, mais interessante se torna ter um sistema de amortecimento eficiente para reduzir o impacto e evitar dores não só nos pés, mas nas articulações. Ele recomenda sempre experimentar o calçado antes da compra e observar se não há pontos de pressão que possam machucar durante o trajeto. Além disso, pessoas com curvatura acentuada ou pés muito planos podem se beneficiar do uso de palmilhas ortopédicas, que melhoram o encaixe e a distribuição do peso. Atenção aos sinais na caminhada A caminhada deve ser uma atividade prazerosa e sem dor. Se houver desconforto, algo pode não estar bem. Preste atenção a sintomas como formigamento ou dormência, normalmente relacionados a tênis amarrado com força excessiva ou meias enroladas. Caso perceba esses sinais, a recomendação do professor é ajustar o calçado e só retomar a atividade se o desconforto passar. Persistindo a dor, interrompa o exercício completamente e, se necessário, procure avaliação médica. Cuidados após a prática Depois de caminhar, a higienização é essencial. Isso significa lavar e secar bem os pés, especialmente entre os dedos, para evitar micoses. O especialista também recomenda exercícios de relaxamento, como rolar a sola do pé sobre uma bolinha de tênis, o que é ótimo para aliviar a tensão da fáscia plantar e melhorar a circulação. Outra dica é elevar os pés por alguns minutos para reduzir inchaço e fadiga. “Pequenos cuidados no pós-atividade aceleram a recuperação e preparam os pés para a próxima caminhada”, reforça o educador físico. Além do tênis, alguns outros produtos podem prevenir bolhas, calos e desconfortos. Entre eles estão pomadas, géis e fitas de micropore, que reduzem a fricção. Para quem transpira muito, meias que absorvem a umidade são boas aliadas. Rotina de quem pratica A advogada Giovanna do Vale, de 28 anos, encontrou na corrida e na caminhada uma forma de cuidar do corpo e da mente. Ela começou por influência do pai, que sempre foi corredor. “No início, eu só o acompanhava por diversão. Depois percebi como me fazia bem, principalmente para aliviar o estresse do trabalho”, conta. Antes de treinar, Giovanna segue uma rotina simples: hidratar os pés com creme leve, usar meias sem costura e alongar a panturrilha e a sola do pé. Durante a atividade, ela fica atenta a qualquer desconforto. “Se o tênis aperta, eu paro e o ajusto na hora. Também evito terrenos muito irregulares, porque forçam demais os pés.” Depois de correr ou caminhar, ela tira o tênis rapidamente, lava os pés com água morna, seca bem e aplica um creme mais denso. “É um cuidado que parece básico, mas faz muita diferença no dia seguinte. Sem pés saudáveis, a gente não chega a lugar nenhum”, brinca.

Quem tem pé cavo tropeça mais. Entenda o porquê
Pé Cavo

Quem tem pé cavo tropeça mais. Entenda o porquê

O pé cavo é aquele com o arco mais alto que o normal. Apesar de nem sempre causar sintomas, a condição pode alterar a forma como o corpo se equilibra durante a caminhada, entre outras questões. Isso impacta a estabilidade, especialmente em superfícies irregulares, e aumenta o risco de tropeços e torções. O ortopedista André Silveira, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), explica que tal alteração estrutural reduz a área de contato do pé com o solo e modifica a forma como o peso do corpo é distribuído. “Esse tipo de pé tem bastante alteração biomecânica, desde a parte posterior do retropé até o antepé, em vários ângulos. Uma das principais consequências disso é o contato com o chão durante a caminhada”, detalha o médico. Por que surge instabilidade? A instabilidade é uma das principais queixas de quem tem pé cavo. Isso acontece porque estruturas importantes para o equilíbrio passam a funcionar de forma limitada, comprometendo a adaptação do pé aos diferentes tipos de solo. De acordo com o especialista, a culpa disso é da articulação subtalar, a responsável por ajudar o pé a se ajustar em terrenos irregulares. Nesses casos, ela costuma ser mais rígida e isso faz com que o corpo perca essa adaptação natural durante a marcha. O resultado é uma maior dificuldade para reagir a pequenas irregularidades do piso. Como consequência, pode haver episódios repetidos de torção e até uma sensação frequente de “pisar em falso” enquanto anda, como se fosse cair a qualquer momento. Impactos no dia a dia Mesmo sem sintomas tão claros, quem tem pé cavo pode experimentar sensações bem desagradáveis na rotina, como: instabilidade ao caminhar; falseio ao pisar; insegurança na marcha; até três a quatro torções anuais. Além disso, a redução da área de contato com o solo aumenta a pressão em regiões específicas do pé, o que pode levar à dor na região plantar e lateral, uma vez que o peso do corpo deixa de ser distribuído de forma equilibrada. É nesse ponto que deixa de ser um problema só do pé, conforme observa o fisioterapeuta Marcio Guimarães, especialista em reabilitação ortopédica e esportiva, à frente da Trato Fisioterapia. “O corpo inteiro pode entrar em compensação para manter o equilíbrio, aumentando a sobrecarga em outras estruturas, como tornozelos e pernas”, alerta o profissional. Como reduzir o risco Apesar dos desafios, há formas de melhorar a estabilidade e reduzir o risco de tropeços no dia a dia. O tratamento só é indicado quando há queixas e pode envolver diferentes abordagens. Entre as principais táticas a serem adotadas estão: uso de palmilhas para redistribuir a pressão e melhorar o contato com o solo; fisioterapia para fortalecimento muscular e estabilização do pé; treino de equilíbrio e propriocepção, que melhora a resposta do corpo a mudanças no terreno; exercícios de fortalecimento para dar mais suporte à marcha; escolha de calçados confortáveis, que proporcionem segurança ao caminhar. “O treino de equilíbrio e fortalecimento ajuda a reduzir o risco de torções, sobretudo em quem tem pé cavo. Fortalecer o ‘foot core’ (núcleo do pé) junto com o joelho e quadril, garante uma base firme e mais segurança ao caminhar”, avalia o fisioterapeuta. Vale lembrar que nem todos os casos exigem intervenção. A orientação é procurar o ortopedista quando houver dor persistente, instabilidade frequente e entorses de repetição. Somente a avaliação especializada pode definir o melhor caminho.

Bolhas nos pés: por que algumas pessoas têm e outras não?
Bolha

Bolhas nos pés: por que algumas pessoas têm e outras não?

Já reparou que há quem coloque um sapato novo e, em poucas horas, começa a reclamar de bolhas nos pés, enquanto outras pessoas parecem nunca sofrer com isso? A formação dessas lesões não acontece por azar, nem por acaso: está diretamente ligada a fatores mecânicos e características individuais da pele. O surgimento das bolhas depende basicamente de três elementos: atrito, umidade e resistência da pele, conforme esclarece a dermatologista Isabela Pitta. Assim, pessoas com a pele mais sensível ao trauma mecânico, suam mais ou utilizam calçados inadequados (que aumentam a fricção em pontos específicos) costumam ser as principais “vítimas”. “Além disso, o condicionamento da pele influencia. Quem já tem áreas mais acostumadas ao atrito tende a formar menos bolhas do que alguém que está começando uma atividade nova, como corrida ou trilha”, avalia a especialista. Fatores de risco As características da pele fazem diferença na predisposição às bolhas e aumentam o risco de lesão: Pele muito fina pode romper com mais facilidade. Pele muito espessa tende a formar bolhas mais profundas. Pele excessivamente ressecada racha com frequência. Pele muito úmida é mais frágil. Menor elasticidade cutânea favorece microtraumas. O suor excessivo também tem papel relevante. Segundo a médica, a hiperidrose plantar aumenta a umidade, amolece a camada superficial da pele e facilita o deslizamento entre as camadas da epiderme. Esse “descolamento interno” é justamente o que leva ao acúmulo de líquido e à formação da bolha. A influência da biomecânica Nem sempre a culpa é da pele. Alterações na pisada e no formato do pé igualmente podem ser os culpados por concentrar pressão e fricção sempre nos mesmos pontos. Por isso, há quem desenvolva bolhas repetidamente na mesma região. Entre as condições que favorecem esse padrão estão: Pé plano ou muito cavado. Pisada pronada ou supinada. Joanetes. Dedos em garra. “Quando há atrito repetido, acontece um movimento de cisalhamento entre as camadas da pele, ou seja, há um descolamento de camadas da epiderme, criando-se um espaço entre elas. O organismo preenche esse espaço com líquido como forma de proteção”, explica a dermatologista Isabela Pitta. A bolha, portanto, é uma resposta defensiva do corpo para evitar que o dano avance e não deve ser estourada por conta própria. Prevenção e acompanhamento O estilo de vida é mais um fator de influência quando o assunto são as bolhas. Assim, sedentários tendem a formar bolhas quando iniciam atividade física repentinamente, enquanto indivíduos ativos desenvolvem resistência ao atrito, mas podem ter lesões no aumento da intensidade, ao trocar o tênis ou praticar esportes de longa duração. No dia a dia, investir em prevenção é bastante eficaz. Evite: Usar calçados apertados ou largos demais. Estrear sapatos por longos períodos. Optar por meias de algodão, que retêm umidade. Manter os pés suados por muitas horas. Cortar as unhas de forma inadequada, o que pode alterar o apoio do pé. Prefira: Escolher o tamanho correto do calçado. Utilizar meias esportivas com tecnologia de absorção. Hidratar a pele, mas sem exagero. Amaciar sapatos novos antes do uso prolongado. Utilizar talco ou produtos específicos para controle do suor, quando indicado. A especialista orienta procurar um dermatologista se houver bolhas frequentes, lesões muito dolorosas, demora na cicatrização (atenção, diabéticos!) ou presença de bolhas em outras partes do corpo, sobretudo com coceira ou descamação. Nesses casos, vale investigar micoses, dermatites de contato ou doenças bolhosas autoimunes.

Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde
Inchaço e Edema

Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde

Nos dias quentes, é comum sentir os pés e as pernas mais pesados, quentes e inchados. O fenômeno, que pode causar incômodo e até dor, tem explicação fisiológica: as altas temperaturas provocam dilatação dos vasos sanguíneos, o que facilita o acúmulo de líquidos e dificulta o retorno do sangue ao coração. Conforme explica o cirurgião vascular Joé Sestello, diretor-presidente da Unimed de Nova Iguaçu, sob sol escaldante, o organismo reage automaticamente para tentar equilibrar a temperatura corporal. Como consequência, os membros podem aumentar de volume. “Os pés incham no calor porque os vasos se dilatam para ajudar o corpo a se resfriar. Esse controle é automático, mas o líquido que deveria circular acaba se acumulando, dificultando o retorno venoso e provocando o edema”, especifica o especialista. Quem sofre mais com o inchaço no calor O edema é mais frequente entre certos grupos da população. “As pessoas que mais sofrem com o inchaço em dias quentes são as crianças e os idosos. No caso dos idosos, a desidratação é um agravante comum”, aponta o médico. Além disso, o sobrepeso e o sedentarismo são fatores de risco. A falta de movimento e a pouca ativação muscular dificultam a circulação, enquanto o sobrepeso aumenta a pressão nas pernas e agrava o quadro. De maneira geral, o problema não deve (ou deveria) ser visto apenas como estético ou passageiro. “O inchaço não é somente um desconforto. Pode indicar um problema circulatório sério, principalmente quando associado ao uso de determinados medicamentos para pressão”, alerta o cirurgião. Hábitos que ajudam a aliviar o inchaço Nos dias de calor intenso, é essencial reforçar alguns cuidados para manter o equilíbrio circulatório e evitar o acúmulo de líquidos. Joé Sestello recomenda: Beber bastante água para manter a hidratação e ajudar na circulação; Evitar roupas e calçados apertados que prejudicam o retorno venoso; Manter uma rotina de exercícios físicos leves após avaliação médica; Controlar fatores como pressão arterial, colesterol e triglicerídeos; Evitar automedicação ou manipulação de pequenas feridas nos pés. A elevação das pernas por algum tempo pode ajudar a melhorar a circulação, mas isoladamente não resolve. “Só elevar não é suficiente. É preciso adotar um conjunto de medidas, como hidratação, atividade física e controle clínico, para melhorar o retorno do sangue ao coração”, avisa o médico. Outro ponto de atenção são as meias elásticas, cujo uso pede cautela. Embora sejam aliadas no tratamento de problemas circulatórios, devem ser usadas apenas com orientação médica. “Se a compressão for inadequada, o edema pode piorar”, alerta o vascular. Quando o inchaço pede atenção médica Vale ressaltar que nem todo inchaço é benigno e o formato do edema pode dizer muito sobre a causa. “Se aparece em uma única perna ou nas duas, já é motivo suficiente para procurar o especialista. Não espere o surgimento de complicações”, adverte o cirurgião. Ou seja, a avaliação profissional é essencial para identificar se o problema está ligado à circulação, ao uso de medicamentos ou a outras condições, como retenção de líquidos e doenças vasculares. A prevenção e o diagnóstico precoce são as melhores estratégias para evitar complicações. Incômodo que vai além do calor A especialista em finanças Tatiana Cortes, de 34 anos, conhece bem o desconforto que o calor pode causar. “Sinto meus pés e pernas mais pesados, quentes e inchados, especialmente no fim do dia”, conta. O problema se agrava quando Tatiana passa muito tempo em pé ou sentada. “Piora em dias muito quentes ou quando caminho longas distâncias", diz. Para aliviar, ela criou uma rotina de autocuidado: elevar as pernas, fazer compressas frias, massagear os pés e beber bastante água. O acompanhamento médico foi crucial e trouxe mais segurança. “Procurei um vascular e ele explicou que o calor e a má circulação podem agravar o inchaço. Desde então, comecei a fazer drenagem linfática e percebi melhora.” Nos dias quentes, ela mantém hábitos que fazem diferença: “Uso sapatos leves, evito roupas apertadas, deixo os pés arejados e procuro me movimentar. Bebo pelo menos dois litros de água e faço drenagem semanalmente. Aprendi a não ignorar o desconforto, porque o inchaço constante pode indicar algo circulatório. Hoje presto muito mais atenção aos sinais do corpo”, finaliza.

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