Talco Desodorante para os Pés Pó Menta Fresh 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés com o frescor da menta. Combate 99% dos fungos e bactérias. Pés secos e cheirosos.
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Desodorante para os pés com o frescor da menta. Combate 99% dos fungos e bactérias. Pés secos e cheirosos.
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100 g
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Menta Fresh nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.
Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.
Usar antes e depois de atividades esportivas.
Resultado
Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.
Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.
Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Ingredientes
INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, PARFUM, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.
Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Menta Fresh 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Menta Fresh oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. O poder refrescante da menta é ideal para climas quentes.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Menta Fresh elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Menta Fresh possui o poder refrescante da menta.
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. não ingerir. manter fora do alcance de crianças. deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. usar somente nas áreas indicadas. evite a inalação direta deste produto. em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. conservar em local seco e fresco.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
5 doenças nos pés causadas pela profissão
O termo “pés de bailarina” está longe de ser um elogio. Isso porque, para algumas profissões, como o balé e o futebol, a rotina intensa pode sobrecarregar os pés, tão fundamentais para a mobilidade e o bem-estar. O resultado disso são lesões e deformidades. Mas o que exatamente causa tais danos? E como evitá-los? De acordo com o ortopedista João Pedro Rocha, do Instituto Torus de Ortopedia Especializada, grande parte das deformidades surge devido ao uso de calçados inadequados, à repetição constante de movimentos e ao impacto frequente. O médico também destaca que, além de alterações estéticas, essas condições podem comprometer a saúde dos pés, afetar a mobilidade e até a qualidade de vida de quem depende desses movimentos diários. Profissões que impactam na saúde dos pés Bailarinos: o uso contínuo de sapatilhas de ponta pode causar o "pé de bailarina", caracterizado pelo desvio do dedão do pé, além de calos e lesões nas unhas; Jogadores de futebol: o impacto constante e os movimentos bruscos podem resultar em fascite plantar, entorses e calosidades nos dedos; Dançarinos e atletas de corrida: também estão sujeitos a lesões como fascite plantar e dedo em martelo devido ao impacto repetido; Trabalhadores que ficam muito em pé: enfermeiros, garçons e vendedores costumam sofrer com dores nos pés, calos e até doenças como insuficiência progressiva do tendão tibial posterior. Vale lembrar que as deformidades advindas dessas profissões não são apenas estéticas. O uso de calçados apertados, saltos elevados ou sem amortecimento, somados aos movimentos repetitivos, podem causar danos reais à saúde dos pés, incluindo: Unhas encravadas; Dor e tendinopatias nos músculos do pé; Deformidade nas articulações. “O quadro pode se agravar, levando a dores crônicas e dificuldades de locomoção. É fundamental tratar essas condições com antecedência para evitar problemas mais sérios no futuro”, assegura João Pedro. Doenças mais comuns Algumas das condições mais frequentes nos consultórios, que exigem um esforço intenso dos pés, são: 1. Hálux valgo (joanete) O que é? Desvio do dedão do pé. Tratamento: pode ser tratado com calçados adequados, exercícios e, em casos graves, cirurgia. 2. Fascite plantar O que é? Uma inflamação na faixa de tecido que conecta o calcanhar aos dedos. Tratamento: repouso, gelo, compressão e elevação (RICE), além de calçados apropriados. 3. Dedo em martelo O que é? Lesão nas articulações dos dedos do pé. Tratamento: uso de calçados adequados e exercícios, podendo necessitar de cirurgia em casos graves. 4. Tendinopatias e pé plano doloroso O que são? Condições que envolvem o enfraquecimento dos tendões. Tratamento: fisioterapia, fortalecimento e, em casos graves, cirurgia. 5. Artrose nas articulações do pé O que é? Caracterizada pelo desgaste das articulações. Tratamento: analgésicos, fisioterapia e, eventualmente, cirurgia. Cuidados especiais Para quem escolhe carreiras que detonam os pés, independentemente do motivo, é fundamental adotar medidas preventivas para proteger a saúde dos membros e garantir uma vida profissional mais longa e saudável. Confira as recomendações do médico: Use calçados adequados: modelos confortáveis e com suporte; Aqueça-se e estique-se: alongar-se antes e depois das atividades previne lesões; Mantenha pés limpos e secos: isso previne infecções; Opte por palmilhas macias: elas reduzem o impacto e dão conforto; Faça pausas regulares: descansos são essenciais para aliviar os pés. Saiba ainda que ignorar os sinais de dor pode ser prejudicial. Nesse sentido, o médico alerta que “insistir nas atividades mesmo com dor pode levar a complicações sérias, como lesões crônicas ou necessidade de cirurgia”.
Hidratação intensiva para recuperar pés ressecados no verão
Sol forte, areia da praia e cloro da piscina são a combinação perfeita para um verão divertido, mas desafiador para a pele dos pés. Juntos, esses fatores aumentam o risco de ressecamento intenso, deixando os calcanhares ásperos, esbranquiçados e até rachados. Além de prejudicar a aparência, podem causar dor e facilitar infecções. De acordo com a cosmetóloga Vitória Contini, professora de Cosmetologia Clínica na FMU, cada agente age de maneira diferente: o sol provoca perda acelerada da hidratação natural da pele, a areia funciona como um abrasivo que desgasta a camada protetora e a água da piscina, por conter cloro, compromete ainda mais a barreira cutânea. Já a podóloga Grace Kelly Barreto complementa que, se o ressecamento evoluir, acaba deixando a pele vulnerável. “As fissuras profundas machucam, sangram e até infeccionam. Nesse ponto, não é apenas uma questão estética, mas sim de saúde.” Ingredientes que fazem a diferença Os melhores produtos para pés ressecados têm fórmulas mais potentes, pensadas para uma pele mais espessa, como a do calcanhar. Entre os ativos recomendados pela cosmetóloga Vitória estão: Ureia (5% a 20%), com ação umectante e queratolítica suave; Glicerina e propilenoglicol, que atraem água para a pele; Manteigas vegetais como karité, cupuaçu e cacau, com efeitos emolientes e restauradores; Óleos vegetais como jojoba, amêndoas, semente de uva e coco, que repõem lipídios; Pantenol e alantoína, com ação calmante e cicatrizante; Ceramidas, que reforçam a barreira cutânea. Nesse sentido, a profissional lembra que os cremes corporais comuns costumam ter concentrações menores desses ativos e são mais leves, voltados para manutenção. Já os específicos para pés possuem texturas densas e maior liberação prolongada, capazes de promover reparação intensa. Além da hidratação tópica, beber bastante água durante o dia também faz parte do processo, pois a ingestão adequada de líquidos melhora a hidratação da pele. Frequência e rotina ideais O mais recomendado é aplicar o creme duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. No período noturno, a especialista recomenda usar meias de algodão após a aplicação para potencializar o efeito do creme. Esse cuidado evita que o produto seja removido durante o sono e garante maior penetração dos ativos. Grace reforça que a regularidade é essencial para bons resultados. “Não adianta hidratar um dia e esquecer na semana seguinte. O efeito é cumulativo e só funciona se feito todos os dias”, orienta. Esfoliação é aliada ou vilã? Vitória Contini indica a esfoliação semanal como complemento para remover células mortas e aumentar a eficácia do hidratante. Para isso, recomenda esfoliantes químicos suaves, como ureia 20% ou ácido láctico em baixa concentração, ou mecânicos (que têm partículas) delicados. O melhor é evitar produtos muito agressivos, que podem machucar a pele. É comum pensar na famosa lixa de pés nesse momento. Mas a podóloga Grace Kelly Barreto já deixa o alerta: é errado exagerar no lixamento ou raspagem. “Quando a pele entende que está sendo agredida, reage formando mais calos ainda”, adverte. Tratamentos profissionais A hidratação intensiva também pode ser feita no consultório. Ao visitar um podólogo, por exemplo, o profissional poderá realizar: Limpeza completa; Retirada do excesso de pele morta; Hidratação profunda; Aplicação de curativos, se necessário. Vitória ainda acrescenta que ressecamentos crônicos merecem avaliação médica, pois podem estar relacionados a diabetes, dermatite atópica e psoríase. O diagnóstico correto garante que o tratamento seja mais eficaz e seguro. Por último, as profissionais reforçam que cuidados extras no dia a dia podem ajudar bastante. Assim, evite andar descalço, seque bem os pés, aplique protetor solar quando estiver exposto ao sol e faça um revezamento entre os calçados. Antes de qualquer tratamento, procure um profissional qualificado para avaliar o caso e indicar a melhor conduta.
Verruga plantar é contagiosa, mas tem tratamento
As verrugas plantares são lesões que aparecem na sola dos pés e, embora possam ser confundidas com calos, têm uma origem viral específica. Apesar de já existirem tratamentos disponíveis, a prevenção ainda é a melhor forma de se defender. Tais verrugas são causadas pelo Papilomavírus Humano (HPV), mas não o mesmo tipo que acomete os genitais, relacionado às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), como esclarece o dermatologista José Roberto Fraga Filho, diretor clínico do Instituto Fraga de Dermatologia. A saber, as lesões que caracterizam a verruga plantar ocorrem quando o vírus entra na pele por pequenas fissuras ou rachaduras, especialmente em ambientes úmidos e quentes, como chuveiros, vestiários e piscinas públicas. Ao contrário dos calos, as verrugas plantares podem crescer para dentro da pele e, dependendo do caso, causar desconforto significativo. “Elas são duras, ásperas e apresentam pontinhos enegrecidos em sua superfície, que são pequenos vasos sanguíneos. Algumas são assintomáticas, enquanto outras podem ser muito dolorosas, lembrando a sensação de pisar em uma pedra dentro do sapato”, descreve o médico. Quem tem predisposição De acordo com o profissional, crianças e jovens adultos são mais vulneráveis ao problema. Isso porque o sistema imunológico deles ainda está em desenvolvimento e pode ter mais dificuldade para combater o HPV. Além disso, atividades frequentes em locais públicos úmidos, como piscinas e vestiários, aumentam as chances de contato com o vírus. Por isso vale atenção redobrada a quem frequenta natação, academias e praias com frequência. Como evitar verrugas plantares Embora o contato com o vírus seja comum, algumas medidas simples podem prevenir o surgimento da lesão. Entre as principais recomendações, Fraga destaca: Use chinelos ou sandálias em áreas públicas, como piscinas, saunas e banheiros coletivos, para evitar o contato direto da pele com superfícies contaminadas; Não compartilhe itens pessoais, como toalhas, sapatos ou meias, que podem estar contaminados pelo vírus; Mantenha os pés secos e bem cuidados, já que a umidade facilita a proliferação do HPV e o aparecimento de lesões. Como medida adicional e visando o bem-estar geral dos pés, hidratá-los diariamente também ajuda. Afinal, a pele hidratada evita e melhora rachaduras e cortes, que são a porta de entrada para o vírus na pele. Tratamentos disponíveis O dermatologista reforça que a prevenção é a melhor estratégia. Porém, com o diagnóstico confirmado, iniciar o tratamento das verrugas plantares é um passo importante para não sofrer com desconfortos maiores. A boa notícia é que existem diversos métodos terapêuticos à disposição, como: Desbastamento: remove parte da camada endurecida da verruga para facilitar outros tratamentos; Produtos à base de ácido salicílico: ajudam a destruir a lesão de forma gradual e segura; Crioterapia: utiliza nitrogênio líquido para congelar e destruir o tecido infectado; Aplicação de laser: em casos mais resistentes, o laser pode ser uma solução eficaz para remover a verruga. “Cada caso deve ser avaliado por um profissional, que indicará o melhor tratamento conforme o tamanho, a quantidade e a localização das lesões, bem como a resposta do paciente às terapias anteriores”, pontua José Roberto Fraga Filho. Identificar a verruga plantar logo no início facilita o tratamento e reduz as chances de que ela se espalhe ou cause dores mais intensas. Além disso, quanto antes o paciente procurar um dermatologista, mais rápidas serão as intervenções e o alívio dos sintomas. Verruga plantar não é DST Um ponto importante destacado pelo especialista é o esclarecimento sobre o tipo de HPV envolvido. "Esse HPV não é o mesmo que acomete os genitais nas DSTs", ressalta Fraga, desmistificando um equívoco comum. Além disso, ele reforça que, apesar de ser contagiosa, a verruga plantar raramente causa problemas graves, mas pode afetar a qualidade de vida devido ao desconforto.
Como evitar bolhas com sapatos novos? Podóloga ensina
Bolhas são pequenas bolsas cheias de líquido que se formam na pele como mecanismo de defesa do corpo. Costumam aparecer quando há atrito constante, calor e suor – uma combinação bem comum que surge com sapatos novos, ainda em fase de ajuste ao formato dos pés. Tal líquido funciona como uma proteção, impedindo que camadas mais profundas da pele sejam machucadas, mas seu surgimento deve ser evitado. Segundo a podóloga e pedicure Dayana Sousa, alguns materiais são mais propensos a provocar bolhas, como couro legítimo, plástico e verniz. Modelos fechados, que dificultam a ventilação, ou com costuras internas grossas também favorecem o problema. Da mesma forma, sapatos de bico fino, que não respeitam a anatomia natural do pé, aumentam o risco de machucar. Além disso, todo sapato tem um período de adaptação. “Durante esse processo, o atrito pode irritar a pele e causar desconforto. Quando o sapato aperta e esfrega na pele, causa uma queimadura por fricção. É o que faz o corpo reagir, produzindo esse líquido como uma forma inteligente de proteger a região”, explica a profissional. Com sapato novo, redobre os cuidados Para evitar as bolhas, o ideal é preparar o sapato e os pés antes do uso. Para isso, a especialista recomenda os seguintes truques: Amaciar o calçado em casa antes de sair com ele para longos períodos de uso; Usar meias grossas para proteger a pele; Hidratar bem os pés para reduzir o atrito; Aplicar curativos ou protetores de silicone nos pontos de maior pressão. Esses cuidados são fáceis, simples e podem realmente fazer diferença na hora de prevenir lesões dolorosas. Durante o dia, evite atrito e umidade Se você já está usando o sapato novo, tenha atenção redobrada. Os pés devem estar sempre secos, pois suor e calor favorecem a formação de bolhas. “Troque a meia se perceber que ela ficou úmida e use talcos ou sprays antitranspirantes – inclusive os da Baruel”, recomenda a podóloga. Também é importante ajustar os cadarços e fivelas para que o pé não fique ‘dançando’ dentro do sapato. Afinal, o ideal é um encaixe perfeito – nem largo, nem apertado. Se possível, tenha sempre curativos na bolsa para prevenir, diante dos primeiros sinais de irritação. Quando a bolha já apareceu… Se não teve jeito e a bolha insistiu em aparecer, é hora de focar em cuidados de tratamento e nem pensar em estourá-la por conta própria. A recomendação de Dayana é: Lavar a área com água e sabão; Secar delicadamente, em batidinhas, sem esfregar; Fazer um curativo limpo e trocá-lo sempre que necessário. Se a bolha estourar sozinha, tudo bem! Nesse caso, higienize novamente, aplique um antisséptico de farmácia e proteja com curativo. Assim, evita infecções e garante uma recuperação mais rápida. A experiência de quem já passou por isso A aposentada Maria Assunta, 73 anos, já enfrentou o problema após usar um tênis novo na academia. Ela conta que percebeu a bolha no primeiro dia de uso, mas decidiu não estourá-la para evitar possíveis complicações. “Eu só lavava e hidratava até que ela estourou sozinha. Depois, continuei lavando e coloquei um curativo para proteger”, relembra. Com medo de novas bolhas, Maria voltou a usar um tênis mais confortável e adotou novos cuidados: hidratação diária dos pés e atenção redobrada na escolha dos calçados. Ela ainda aconselha: “Se der bolha, não estoure. Lave com água e sabonete e proteja”. Quando procurar ajuda profissional A experiência da aposentada mostra como simples atitudes no dia a dia podem evitar dores e desconforto. No entanto, algumas situações exigem avaliação de um especialista, como o podólogo. De acordo com Dayana, o ideal é procurar atendimento se a bolha for muito grande, houver dor intensa ou sinais de infecção, como vermelhidão, pus, calor na região ou febre. “Pessoas com diabetes ou problemas circulatórios devem ter cuidado redobrado: qualquer lesão nos pés merece atenção imediata”, finaliza a pedicure.
O que faz o pé ficar áspero e como evitar
Se manter a pele do rosto e das mãos hidratada já é hábito para muita gente, os pés ainda costumam ser esquecidos. Só que tal prática não deveria ser ignorada, uma vez que a região plantar é naturalmente mais seca e espessa, ficando ainda mais vulnerável ao ressecamento, aspereza e rachaduras, caso não receba os cuidados adequados. Para a podóloga Thayná Magalhães, formada pelo Senac, o estilo de vida moderno contribui diretamente para o problema. “Hábitos como beber pouca água, andar descalça, usar rasteirinhas e tomar banhos muito quentes fazem com que a pele dos pés perca ainda mais hidratação. Para se proteger dessas agressões, o corpo acaba engrossando a pele da região”, explica. Essa característica é reforçada pela dermatologista Luana Vieira, da Kora Saúde. Ela lembra que, desde a formação embrionária, a pele dos pés é diferente do restante do corpo. “A planta dos pés desenvolve uma camada espessa de queratina para suportar o peso e proteger contra cortes e lesões. Além disso, é uma área com poucas glândulas sebáceas, o que torna sua hidratação natural limitada”, esclarece. Doenças e maus hábitos agravam problema Além de fatores externos, algumas condições de saúde também favorecem o ressecamento intenso. Entre elas: Psoríase: provoca descamação e deixa a pele ainda mais seca; Infecções fúngicas: espessam a pele e causam descamações típicas; Diabetes: reduz a hidratação natural e aumenta o risco de fissuras. “Em todos esses casos, o comprometimento da barreira cutânea dos pés exige atenção redobrada para hidratação e cuidados preventivos”, alerta a médica. Outro fator que merece atenção é o tipo de calçado escolhido no dia a dia. A podóloga Thayná Magalhães reforça que rasteirinhas, chinelos e sapatos abertos expõem os pés à sujeira, atrito e ressecamento excessivo, prejudicando a saúde da pele. “Optar por sapatos fechados, confortáveis e que protejam a região é essencial”, orienta. E a lixa: pode ou não? Quando usada corretamente, a lixa tende a ajudar a suavizar a pele dos pés. Mas o excesso é prejudicial. “Se for feita com cuidado, por um profissional e com uma boa lixa, a esfoliação ajuda. Agora, lixar demais, em casa, estimula a pele a engrossar ainda mais - o chamado efeito rebote”, explica a podóloga. Portanto, a recomendação é: Esfoliar suavemente, de uma a duas vezes por semana (no máximo); Utilizar lixas apropriadas e em movimentos delicados; Evitar o uso excessivo, que pode agravar a aspereza. Como hidratar corretamente A chave para pés sempre macios está na hidratação diária, feita com os ativos certos. De acordo com a dermatologista Luana Vieira, as substâncias mais eficazes para essa área são: Ureia, em concentrações variadas, para hidratar e esfoliar suavemente; Alantoína, capaz de acelerar a regeneração e acalmar a pele; Lactato de amônio, ótimo para reter a água na epiderme; Ácido salicílico, que promove uma renovação suave da camada externa. “É fundamental usar hidratantes, e não apenas emolientes”, orienta a médica. Isso porque, enquanto o emoliente apenas cria uma barreira na superfície, o hidratante realmente repõe a umidade e restaura o equilíbrio hídrico da pele. A melhor rotina para pés lisinhos Manter os pés hidratados e protegidos depende de uma rotina simples, mas constante. As especialistas recomendam: Aplicar o hidratante nos primeiros três minutos após o banho, aproveitando a pele ainda úmida; À noite, usar cremes mais densos e vestir meias de algodão para potencializar a absorção; Escolher calçados que reduzam o atrito e evitar andar descalço por longos períodos; Esfoliar suavemente para remover células mortas, sem estimular a hiperprodução de queratina.
Queimação e dor nas pernas é perigoso. Entenda!
Queimação e dor nas pernas são sintomas que podem surgir após longos dias de trabalho ou exercícios intensos. Embora comuns, esses sinais nem sempre devem ser ignorados, pois podem indicar problemas vasculares, como a insuficiência venosa crônica. A principal causa desse tipo de dor é a doença venosa, popularmente conhecida como varizes. “Quando o sangue fica mais retido na região do tornozelo por causa de veias dilatadas, o paciente pode sentir dor, peso e queimação, especialmente no final do dia”, explica a médica, diz a cirurgiã vascular Camila Caetano, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). A profissional salienta que, apesar de os sintomas não serem necessariamente uma emergência, não devem ser ignorados. A recomendação é consultar um especialista justamente para avaliar a gravidade e, a partir do diagnóstico, evitar a progressão do problema – seja ele qual for. Caso a dor seja muito intensa e comece a perceber alteração rápida na coloração da perna, o melhor é procurar um pronto-socorro, para averiguar se não é algo mais sério, como uma trombose. Causas mais comuns Conforme esclarece a angiologista, as causas mais frequentes de queimação e dor nas pernas estão relacionadas à insuficiência venosa crônica, condição que afeta o retorno do sangue ao coração, devido ao mau funcionamento das válvulas nas veias. No entanto, há outros fatores podem contribuir com o quadro: Histórico familiar: doenças venosas têm forte componente hereditário; Gênero: mulheres têm maior propensão, especialmente quando fazem uso de hormônios; Sedentarismo: a falta de atividade física prejudica a circulação; Sobrepeso ou obesidade: aumenta a pressão nas veias das pernas; Trabalho em pé ou sentado por longos períodos: dificulta o fluxo sanguíneo adequado. De acordo com Camila, embora a dor e queimação, sozinhas, não sejam indícios de urgência, outros sinais, quando associados, merecem atenção urgente. Vale atentar para: escurecimento na região do tornozelo; inchaço persistente, que não regride; varizes visíveis e dilatadas na perna. Isso porque esses sintomas indicam a progressão da insuficiência venosa crônica e devem ser avaliados por um cirurgião vascular o quanto antes. Como tratar a dor nas pernas O tratamento depende da gravidade do quadro e deve ser personalizado após avaliação médica e realização de exames, como o ultrassom com doppler. Entre as opções mais modernas está a termoablação endovenosa, um procedimento minimamente invasivo, realizado em consultório, sem necessidade de internação. “Essa é a técnica padrão-ouro para tratar varizes, e proporciona uma recuperação mais rápida e menos dolorosa”, afirma a profissional. Prevenção é o melhor caminho Embora nem sempre seja possível evitar a doença venosa crônica, algumas medidas ajudam a reduzir os riscos e a prevenir complicações: Use meias de compressão elástica, especialmente se trabalhar longas horas sentado ou em pé; Pratique atividades físicas regularmente para melhorar o retorno venoso; Mantenha um peso saudável, reduzindo a pressão nas veias; Evite o uso de hormônios sem orientação médica; Consulte um angiologista/ cirurgião vascular para monitorar a saúde das veias, principalmente se houver histórico familiar. “Adotar hábitos saudáveis e procurar orientação profissional ao menor sinal de varizes ou dores nas pernas é essencial para preservar a saúde vascular e garantir uma melhor qualidade de vida”, conclui a cirurgiã.

