Talco Desodorante para os Pés Pó Original 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante em pó com ação antisséptica e perfume original. Combate 99% dos fungos e bactérias.
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Desodorante em pó com ação antisséptica e perfume original. Combate 99% dos fungos e bactérias.
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100 g
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Aplique diariamente o desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel nos pés e no interior dos calçados, evitando contato com a parte externa.
Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.
Usar antes e depois de atividades esportivas.
Resultado
Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.
Elimina 99% dos fungos e bactérias.
Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Ingredientes
INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.
Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Original 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Original oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.
Fragrância original para você que mantém a tradição!
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Biomecânica do pé geriátrico: degeneração natural e desafios funcionais
O processo de envelhecimento impacta profundamente a biomecânica do sistema musculoesquelético — e, entre as estruturas mais afetadas, está o pé. Ele deixa de ser apenas base e suporte: torna-se reflexo direto da perda de função global. Entender a biomecânica do pé geriátrico é compreender um território onde senescência, sarcopenia e senilidade se entrelaçam e redefinem o modo como o corpo se relaciona com o chão. A senescência, processo natural de envelhecimento biológico, impõe alterações progressivas nos tecidos do pé. Tecidos conjuntivos tornam-se menos elásticos, articulações perdem mobilidade, e há uma redução na produção de líquido sinovial. Esses fatores combinados levam à rigidez articular e à diminuição da capacidade adaptativa durante o apoio, prejudicando os mecanismos naturais de amortecimento e propulsão. Já a sarcopenia, caracterizada pela perda progressiva de massa muscular e força, tem impacto direto na sustentação e estabilidade dos pés. Com menor ativação dos músculos intrínsecos e extrínsecos do pé, a estrutura perde sustentação ativa, favorecendo colapsos, como a queda do arco longitudinal medial e o aumento da base de apoio como tentativa compensatória. A instabilidade decorrente da sarcopenia aumenta o risco de quedas — uma das principais causas de morbidade em idosos —, além de alterar padrões de marcha e gerar sobrecargas articulares nos tornozelos, joelhos e quadris. No campo da senilidade, que compreende o envelhecimento patológico, encontramos uma condição ainda mais complexa. Alterações cognitivas e neurológicas podem comprometer os ajustes motores finos, o controle postural e a propriocepção, agravando disfunções já presentes. A falta de coordenação motora fina e a resposta postural tardia intensificam o desequilíbrio e a insegurança na locomoção, fazendo com que o pé deixe de cumprir seu papel adaptativo e dinâmico no ciclo da marcha. Do ponto de vista biomecânico, o pé geriátrico costuma apresentar: Redução da mobilidade em articulações como o hálux (podendo resultar em hallux limitus); Rigidez do tornozelo, especialmente na dorsiflexão, prejudicando a fase de apoio médio e impulsão; Redistribuição de cargas plantares com aumento de pressão em regiões como o antepé ou calcâneo; Enfraquecimento dos músculos plantares e perda do controle intrínseco, afetando o equilíbrio em superfícies irregulares; Alterações no padrão da marcha, como menor tempo de apoio unipodal, redução da velocidade de passada e aumento do tempo de dupla base. Essas mudanças biomecânicas impactam não apenas o deslocamento, mas também a autonomia funcional, a qualidade de vida e a prevenção de lesões, como calosidades, úlceras por pressão e quedas. Por isso, uma avaliação biomecânica geriátrica exige sensibilidade, conhecimento técnico e olhar integral. Não basta observar a pisada — é preciso compreender a fisiologia do envelhecimento e suas repercussões no movimento. Somente assim é possível propor estratégias de cuidado que envolvam desde o uso de palmilhas personalizadas até programas de fortalecimento e estímulo neuromotor, respeitando a complexidade de cada indivíduo.
Como tratar cisto sinovial no pé e quais são os riscos
O cisto sinovial é uma alteração comum que pode surgir nos pés ou tornozelos. O problema surge como uma bolsa cheia de líquido, semelhante ao que lubrifica naturalmente as articulações e, apesar de benigno, pode causar incômodo e afetar a mobilidade. Sua formação ocorre quando há excesso de líquido sinovial (fluído natural das articulações), que escapa e fica preso em uma cápsula, segundo o ortopedista Caio Fábio, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE). A condição pode estar associada a desgaste, traumas repetitivos ou até surgir sem causa específica. “Esse líquido funciona como um ‘óleo’ natural do corpo. Quando acumulado fora do espaço normal da articulação, acaba formando o cisto, que pode variar de tamanho e provocar dor, dependendo do local em que aparece”, explica o especialista em cirurgia do pé e tornozelo. Sintomas mais comuns O cisto costuma ser percebido pela presença de um nódulo palpável ou visível. Além disso, pode provocar: Dor ou desconforto, principalmente com calçados apertados; Inchaço localizado, que pode variar de tamanho ao longo do tempo; Formigamento ou pressão, quando a lesão comprime nervos próximos, o que ocorre apenas em alguns casos. Na maioria das vezes, é uma condição benigna que não compromete a articulação no longo prazo. No entanto, dependendo do tamanho e da localização, pode atrapalhar a mobilidade e causar dor ao caminhar. É perigoso não tratar? De acordo com o médico Caio Fábio, o cisto sinovial não representa risco de se tornar maligno. “Não há chance de virar câncer. O maior problema é o incômodo: ele pode crescer, inflamar, causar dor persistente e até pressionar nervos ou vasos sanguíneos”, afirma. Por essas razões, mesmo não sendo maligno ou uma condição tão grave, o quadro merece atenção, com acompanhamento médico regular e o tratamento é indicado. Opções de tratamento Na maioria dos casos, a recomendação inicial é apenas observar a evolução e adotar medidas simples, como: Troca de calçados para reduzir a pressão; Imobilização temporária; Aspiração do líquido com agulha (punção) – embora exista chance de retorno. Todavia, quando a dor é intensa, há limitação de movimento, recidiva após punções ou forte incômodo estético, a cirurgia pode ser indicada. “Esse procedimento consiste em retirar o cisto junto com sua cápsula, reduzindo as chances de reaparecimento”, detalha Caio Fábio. Cuidados e prevenção Não há como impedir totalmente o surgimento do cisto sinovial, mas alguns hábitos ajudam a reduzir riscos: Evitar sapatos muito apertados; Reduzir esforços repetitivos no pé e tornozelo; Fortalecer a musculatura da região para diminuir a sobrecarga. O ortopedista reforça que a decisão de tratar depende de três fatores principais: se o cisto causa dor, se limita atividades do dia a dia ou se traz incômodo estético. “Em muitos casos, o paciente consegue conviver bem sem cirurgia, mas quando atrapalha a qualidade de vida, existem soluções seguras e eficazes”, finaliza.
Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema
Ficar horas em pé faz parte da rotina de trabalho de muita gente. O problema é que, com o passar do tempo, o corpo costuma cobrar a conta, sobretudo dos pés. Pele mais grossa, ressecamento e até fissuras são alguns dos problemas comuns. Isso aconteceu com o açougueiro Bruno Morais, de 50 anos. Acostumado a longas jornadas, ele começou a perceber mudanças nos pés ao longo dos anos, com o calcanhar ficando mais grosso e o surgimento das rachaduras. “No fim do dia, até doía para andar, mas ignorei por muito tempo. Agora minha namorada me ensinou a cuidar melhor: passar um hidratante mais potente após o banho, não usar chinelo com frequência e trabalhar com sapatos confortáveis”, conta. Quem trabalha em pé sofre mais Não é coincidência: quem passa o dia em pé realmente tem mais chance de desenvolver rachaduras nos pés. Segundo a podóloga Simone Bonani, o problema está na pressão constante sobre os calcanhares. “O peso do corpo, somado ao atrito, favorece o espessamento da pele. Com o tempo, o ressecamento, aliado à carga contínua, leva às fissuras”, explica a profissional. No entanto, isso não acontece de uma hora para a outra. O processo é gradual e começa pelo ressecamento. Quanto mais ressecar, mais grossa a pele fica. É aí que surgem as rachaduras, que podem até mesmo sangrar e doer. Quando o problema deixa de ser estético Nem toda rachadura é igual. Além disso, em alguns casos, o quadro deixa de ser superficial e afeta o dia a dia da pessoa para além da estética. Os principais sinais de alerta são: fissuras profundas; dor ao caminhar; sangramento; vermelhidão; sensibilidade na região. Diante de tais situações, Simone Bonani recomenda procurar um profissional para evitar complicações. Isso porque ter um ou mais desses sintomas indica que a pele já perdeu sua função de barreira protetora. O que ajuda (ou piora) no dia a dia A boa notícia é que alguns cuidados simples fazem diferença, sobretudo para aqueles trabalhadores que, assim como o açougueiro Bruno Morais, não conseguem evitar longos períodos em pé. Vale apostar em: hidratar os pés todos os dias, principalmente após o banho; manter a pele sempre limpa e seca; evitar andar descalço; fazer a remoção de calosidades com um profissional. “O tipo de calçado também pesa muito. Sapatos confortáveis e com bom amortecimento ajudam a reduzir o impacto. Já modelos abertos ou muito rígidos tendem a piorar o quadro”, afirma a podóloga Simone. Por último, vale um ponto de atenção: nada de tentar remover a pele em casa com lâminas ou objetos cortantes. Essa prática pode agravar as fissuras e aumentar o risco de infecção, especialmente em pessoas com diabetes.
Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser
A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas. Normalmente, as dores são causadas pelo alongamento repentino da fáscia plantar ao levantar da cama. Como explica a fisioterapeuta Andrea Guerra Pacola, da clínica Movimento & Postura, essa estrutura, que vai dos dedos ao calcanhar, permanece em repouso durante a noite e acaba sentindo esse “choque” pela manhã. “A fascite plantar é uma dessas causas, mas não a única. O principal sinal costuma ser a dor localizada, sensação de queimação, agulhada ou repuxo na sola do pé, principalmente ao pisar”, afirma a profissional. O que melhora e o que piora Uma série de intervenções pode ajudar ou prejudicar o quadro. Sapatos inadequados, por exemplo, são os principais vilões. Chinelos, rasteirinhas e solados rígidos ou sem amortecimento aumentam a sobrecarga dos pés durante o dia. Além disso, o sobrepeso e a falta de alongamento favorecem o encurtamento da fáscia plantar e podem intensificar o desconforto logo ao acordar. Em geral, a dor costuma ser localizada e não vem acompanhada de inchaço ou vermelhidão. Por outro lado, há hábitos que aliviam os sintomas nos primeiros passos matutinos. A fisioterapeuta recomenda: movimentar os dedos dos pés ainda na cama; fazer “garras” com os dedos; estimular a abertura dos pés; alongar pernas e panturrilhas antes de levantar. Nem toda dor é só fascite plantar Embora a fascite plantar seja uma das causas mais conhecidas, dores ao acordar também podem estar relacionadas a condições reumatológicas. O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, lembra que inflamações nos tendões e articulações entram nessa investigação. Entre as principais possibilidades estão: entesite (inflamação onde tendão ou ligamento se prende ao osso); espondiloartrites (doenças inflamatórias que afetam principalmente coluna e articulações); artrite psoriásica (artrite associada à psoríase); artrite reumatoide (doença autoimune que inflama as articulações); gota (dor causada por cristais de ácido úrico nas articulações); tendinite do tibial posterior (inflamação no tendão que sustenta o arco do pé). “Dores inflamatórias costumam piorar ao acordar, vêm acompanhadas de rigidez matinal prolongada e melhoram com o movimento. Já dores mecânicas tendem a piorar com o uso e a aliviar durante o repouso”, diferencia o médico. Avaliação correta muda o tratamento Vale lembrar que dor ao pisar ao acordar é um sintoma, e não um diagnóstico fechado. Se a sensação persiste por semanas, volta com frequência ou aparece junto de outros sinais, como inchaço em articulações, dor lombar, psoríase ou vermelhidão nos olhos, é importante investigar a causa com acompanhamento especializado. Segundo o especialista Henrique Dalmolin, exames de sangue, ultrassom e ressonância podem ser necessários para entender a origem do problema. Em alguns casos, pacientes passam anos tratando uma suposta fascite plantar sem melhora, quando a causa da dor é reumatológica e precisa de outro tipo de abordagem. Já a fisioterapeuta Andrea Guerra reforça que o tratamento depende diretamente do fator causal. Casos ortopédicos leves podem responder bem a anti-inflamatórios, fisioterapia e mudanças na rotina, por exemplo.
Como se usa o desodorante de pé?
Manter os pés sempre secos, cheirosos e protegidos no dia a dia além de ser um cuidado essencial para a saúde, também é essencial para a autoestima e para o bem-estar. E um grande aliado no combate contra o suor e o mau cheiro é o desodorante para os pés. Ele ajuda combater o odor e ainda deixa a pele mais seca e fresca por mais tempo. Mas, será que você sabe usar o produto da maneira correta? Porque para que ele tenha eficácia é importante aplicá-lo corretamente. O desodorante para os pés ajuda a: Combater bactérias causadoras do odor; Controlar o excesso de suor; Reduzir a umidade; Deixar uma sensação prolongada de frescor. Como usar desodorante para os pés 1. Lave e seque bem os pés Antes de aplicar, higienize os pés com água e sabonete. E o mais importante, seque muito bem, principalmente entre os dedos, para evitar umidade. 2. Aplique o desodorante nos pés secos Com os pés completamente secos: No caso de spray, mantenha uma distância de aproximadamente 15 a 20 cm e pulverize por toda a planta dos pés, entre os dedos e, até no dorso, se desejar. No caso do formato em pó, espalhe uma quantidade suficiente para cobrir bem a pele, focando nas áreas que costumam transpirar mais. 3. Espere secar Deixe o produto agir por alguns segundos antes de colocar meias ou calçados. Isso ajuda na melhor fixação e aumenta a eficácia do produto. 4. Aplique também nos calçados Alguns desodorantes são próprios tanto para os pés quanto para os calçados. Aplicar dentro dos sapatos ajuda a combater odores persistentes e prolonga a sensação de frescor. 5. Use diariamente Inclua na sua rotina. A aplicação diária garante a proteção contínua contra o mau cheiro, principalmente em dias quentes, na prática de atividades físicas ou sempre que os pés ficam muito tempo fechados. Dicas extras para potencializar o efeito Use meias de algodão ou tecidos que absorvem a umidade. Alterne os calçados para evitar que fiquem úmidos. Combine com escalda-pés regulares e hidratação da pele para manter os pés saudáveis e livres de odores. O desodorante para os pés é mais do que um aliado contra o mau cheiro, ele faz parte de uma rotina de cuidados com o corpo e promove bem-estar, higiene e conforto no dia a dia.
Para que serve desodorante para os pés
Descubra a diferença entre o desodorante pédico e o das axilas e como evitar problemas como frieiras e mau cheiro. Assim como o desodorante que usamos nas axilas, o desodorante para os pés evita odores desagradáveis. Mas não só isso: ele também age como um antisséptico, restringindo a multiplicação excessiva de microrganismos, e absorve a umidade causada pelo suor nos pés. “O desodorante para os pés tem substâncias que são bactericidas e fungicidas ou fungistáticas (que não deixam os fungos crescerem). Ao mesmo tempo em que ele ajuda a prevenir micoses, frieiras e infecções bacterianas, proporciona um odor agradável aos pés, mesmo para quem não tem chulé”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Ele explica que o chulé – também conhecido como bromidrose – é causado pela combinação da umidade causada pelo suor nos pés com as bactérias naturalmente presentes na nossa pele. O mau cheiro vem da decomposição do suor por essas bactérias, se o pé não for devidamente higienizado. Por isso o desodorante para os pés têm agentes antimicrobianos específicos para as bactérias que se desenvolvem no ambiente quente e úmido que se cria nessa parte do corpo e outros ingredientes (como o amido de milho) que absorvem a umidade para manter os pés secos. “O desodorante pédico é formulado especificamente para o tipo de transpiração e de micro-organismos que afetam mais os pés. Tem um odor mais forte porque essa é uma região que costuma ficar fechada e que transpira, além de estar em contato com as sujidades do calçado”, explica Bega. Quem precisa usar desodorante para os pés? O desodorante pédico deve ser usado por qualquer pessoa, não só por quem sua muito no pé, afirma Bega. Para quem transpira mais nesta região, ele recomenda usar o desodorante em forma de talco, que absorve bem essa umidade e mantém o pé seco. “Não é a mesma coisa que usar o talco comum ou os formulados para bebês, pois esses não têm as substâncias específicas para a microbiota dos pés”, alerta o podólogo. A versão em pó também é boa para quem quer prevenir as frieiras, que são causadas por fungos que surgem entre os dedos quando essa região fica úmida por muito tempo. “O excesso de transpiração no pé pode levar ao aparecimento de fissuras, e a frieira pode se instalar. Por isso é importante usar um desodorante que absorva bem a transpiração”, diz. Já para quem não sua excessivamente no pé mas quer ter um cheirinho agradável no final do dia, ele recomenda usar o desodorante pédico em aerossol. O ideal é aplicar o desodorante duas vezes ao dia: de manhã e à noite, de preferência após o banho. No banho, a recomendação é lavar bem os pés com sabonete e, ao sair, secar completamente (especialmente entre os dedos) para então aplicar o desodorante, especialmente entre os dedos e nas unhas, regiões onde as bactérias costumam se multiplicar. Para completar a rotina contra o chulé, podemos também usar meias de algodão e dar preferência a calçados feitos de materiais “respiráveis”.

