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Talco Desodorante para os Pés Pó Original 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó com ação antisséptica e perfume original. Combate 99% dos fungos e bactérias.

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Quantidade

100 g

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Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente o desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel nos pés e no interior dos calçados, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Usar antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Elimina 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, HYDRATED SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Original 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Original oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.

Fragrância original para você que mantém a tradição!

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Pés precisam de cuidados desde a infância. Entenda
Podo Profilaxia ou Profilaxia Podal

Pés precisam de cuidados desde a infância. Entenda

Os pés das crianças precisam de cuidados especiais para garantir um crescimento saudável e prevenir problemas futuros. Diferentemente do que ocorre com os adultos, com a turma mirim, essa parte do corpo ainda está em formação. Até os seis anos, por exemplo, é comum apresentarem o chamado pé plano, sem curvatura aparente, já que os ossos e ligamentos continuam se ajustando. Além disso, o crescimento acelerado pode impactar a marcha e até causar desconforto, exigindo atenção especial dos pais. Outro fator importante a ser observado com mais cautela é o tipo de calçado utilizado, uma vez que sapatos inadequados podem interferir no desenvolvimento dos pés e causar problemas ortopédicos no futuro. Segundo a podóloga Kacya Serra, proprietária da PodoHomem e capacitada no atendimento infantil, dedicar atenção extra aos pés desde a infância permite um crescimento sadio, tanto para a estrutura óssea, quanto para aspectos da marcha. “Mesmo que nem todas as crianças necessitem de cuidados especializados, a orientação profissional pode evitar complicações futuras”, explica. Problemas comuns, como unhas encravadas e micoses, podem surgir desde cedo. Da mesma forma, os pequenos não estão livres de sentirem dores ao caminhar. Quem procurar, nesses casos? Existem diferentes especialistas que podem auxiliar na saúde dos pés das crianças: Podólogo: formado em podologia, trata questões como unhas encravadas, calos e micoses, podendo se especializar no atendimento infantil. Podopediatra: é um podólogo que se dedica exclusivamente ao público infantil, com conhecimento sobre o desenvolvimento dos pés na infância. Ortopedista pediátrico: indicado para casos mais complexos, como alterações ósseas ou na marcha; é um médico especializado em saúde ortopédica infantil. Nos exemplos citados, como unhas encravadas e micoses, o podopediatra é o mais indicado, pois oferecerá todo o suporte da podologia voltada à infância. Já as dores ao caminhar, preferencialmente devem ser avaliadas por um ortopedista pediátrico, habilitado a solicitar exames para fechar o diagnóstico. Cuidados caseiros também importam Além do consultório, os cuidados com os pés das crianças também devem acontecer em casa. “Muitos pais desconhecem coisas básicas que podem ser feitas em casa, mas essas simples práticas previnem uma série de questões”, pontua a podóloga Kacya Serra. De acordo com ela, é recomendável: Andar descalço quando possível para fortalecer os músculos dos pés; Usar meias de algodão, garantindo que não estejam apertadas, pois isso pode evitar problemas como unhas encravadas; Após o banho, secar bem os pés, especialmente entre os dedos, para prevenir umidade e infecções. "Lavar os pés uma vez por dia geralmente é suficiente, mas, em casos de maior atividade física ou calor, é importante lavá-los com mais frequência”, ensina a podóloga. Xô, chulé! Por último, é quase impossível falar sobre os cuidados dos pés das crianças sem citar o temido chulé. Caracterizado pelo mau cheiro em diversas partes do pé, ocorre devido ao suor da região e à presença de bactérias e fungos. Para driblá-lo, a especialista orienta manter os pés bem secos, usar meias de algodão, trocar os calçados com frequência e preferir os modelos com maior ventilação. Talcos e desodorantes próprios para os pés podem ajudar.

Pés mudam ao longo da vida. Entenda como e o porquê
Tipos de Pés

Pés mudam ao longo da vida. Entenda como e o porquê

Você sabia que as características dos pés mudam significativamente no decorrer das diferentes fases da vida? Essas transformações envolvem desde o formato do arco plantar até os ossos e são influenciadas pela genética e por hábitos diários.   Isso ocorre porque os pés sofrem adaptações naturais à medida que o corpo cresce e amadurece. “Ao nascer, o pé é plano, porque ainda não há o arco plantar formado. Esse desenvolvimento ocorre gradualmente, com a estabilização ligamentar por volta dos 6 a 8 anos, e se completa durante a adolescência, quando o corpo atinge estabilidade”, explica o ortopedista Daniel Baumfeld, do Hospital Felício Rocho.   A podóloga Antonia Cristina da Silva, especialista em cuidados preventivos, acrescenta: “Na infância, o foco está no desenvolvimento ósseo e muscular. Na vida adulta, os pés enfrentam maior sobrecarga de peso e hábitos, enquanto na terceira idade, ocorrem perdas de elasticidade e amortecimento, resultando em calosidades e alterações na saúde das unhas”.  Como mudanças ocorrem  É impossível dizer que os pés são o mesmo desde o nascimento. Aliás, mais do que mudar, cada fase é marcada por evoluções bem características, com alterações estruturais e, também, funcionais. Veja:   Recém-nascidos e bebês: os pés são cartilaginosos, com ossos em formação, além de o arco plantar ainda não estar presente. Infância: o desenvolvimento ósseo e muscular ocorre gradualmente, exigindo atenção ao uso de calçados adequados para evitar deformidades. Adolescência: o arco plantar estabiliza-se e os pés alcançam formato e funcionalidade definitivos. Adultos: os pés suportam o peso corporal e são influenciados por hábitos diários, como o uso de calçados inadequados. Idosos: há perda de elasticidade, redução do amortecimento natural e aumento da rigidez articular, além do surgimento de calosidades e alterações nas unhas.    O ortopedista Daniel Baumfeld explica que o número de ossos no pé não muda, mas a composição deles, sim. “Ao longo do crescimento, as cartilagens se ossificam, completando o formato definitivo dos ossos. Não ganhamos ossos, mas calcificamos os centros de cartilagem presentes desde o nascimento”.  Principais condições que afetam os pés  Conforme envelhecemos, os pés estão sujeitos ao impacto acumulado do peso corporal e à ação de maus hábitos, como o uso de calçados inadequados, por exemplo. Juntos, esses fatores podem levar a algumas condições bem desconfortáveis, como:    Deformidades no arco plantar: pés planos (sem arco) ou cavos (muito curvados) podem surgir desde a infância e se agravar ao longo da vida; Calosidades e unhas encravadas: são frequentes em adultos e idosos devido ao atrito ou cortes inadequados; Desgastes naturais: perda de elasticidade e amortecimento em idosos, agravada por sobrepeso e falta de cuidados preventivos.    A podóloga Antonia Cristina da Silva alerta que “hábitos como o uso prolongado de calçados apertados ou salto alto, somados à falta de cuidado na infância, podem desencadear problemas na vida adulta e terceira idade”. Para não chegar a vivenciar esses contratempos, o ideal é apostar na prevenção.  Cuidados preventivos em cada fase da vida  Prevenir problemas nos pés começa desde cedo – ainda na infância – e segue durante toda a vida, ajustando-se conforme cada etapa. Confira algumas recomendações dos profissionais para as diferentes fases:   Na infância: priorize calçados adequados, higiene, cortes corretos das unhas e atenção ao desenvolvimento do arco plantar. Na vida adulta: dê preferência a sapatos confortáveis, mantenha o peso corporal controlado e pratique atividades físicas regulares. Na terceira idade: reforce a hidratação da pele, o controle de calosidades e o corte adequado das unhas para evitar feridas.    Segundo o ortopedista, quanto mais cedo o indivíduo começar a adotar bons hábitos, menores serão os problemas acumulados no futuro.  Apesar da relevância dos cuidados preventivos, Cristina observa que crianças e jovens são raramente levados ao podólogo, o que pode comprometer o tratamento precoce de alterações, por exemplo. “Na infância, o foco é preventivo, enquanto na fase adulta é corretivo. Já para os idosos, o cuidado é voltado à hidratação e prevenção de feridas”, destaca a podóloga.  Ou seja, buscar orientação profissional, seja com ortopedistas ou podólogos, é essencial para identificar alterações precocemente e adaptar os cuidados a cada fase da vida. 

Pé diabético: cuidados e tratamentos
Pé Diabético

Pé diabético: cuidados e tratamentos

“Cuidados básicos e prevenção são palavras intrinsecamente ligadas, dessa forma, é necessário começar pelos fatores de risco inerentes ao surgimento de lesões nos pés, sobretudo o índice glicêmico, pois a partir de taxas de glicose alteradas (picos constantes - hiperglicemia) é que tudo começa sendo este o principal motivo que ativa uma cascata de alterações”, explica Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo Nardi, o primeiro aspecto a ser cuidado é a alimentação, que precisa ser balanceada com relação aos carboidratos, gorduras de qualidade ruim, sobretudo, uma dieta feita com periodicidade para evitar picos de glicemia. Outro ponto muito importante é a adesão correta ao tratamento farmacológico com relação ao diabetes (hipoglicemiantes orais, insulinas, entre outros). Ele lembra ainda que se os medicamentos forem tomados nos horários corretos, de acordo com a prescrição médica, já há um grande percentual de sucesso no tratamento de forma geral. Por último e não menos importante, ele fala sobre o autoexame e autocuidado diário com os pés.   Autoexame e autocuidado diário com os pés “O autoexame por ser feito pelo próprio paciente ou por um familiar (cuidador), aliás, caso a pessoa tenha alguma dificuldade, o autoexame pode ser feito com a ajuda de um espelho, que quando colocado ao chão, o paciente deve procurar quaisquer alterações como bolhas, fissuras, cortes, alterações de cor, micoses, inchaço (edema), frieiras entre os dedos, calosidades, entre outros“, ensina Nardi. Qualquer alteração encontrada deve ser levada a um profissional de saúde, especialmente para o podologista, a fim de avaliar, tratar e caso seja necessário, encaminhar ao médico ou outro profissional da equipe multidisciplinar em saúde. Já ao que tange o autocuidado, alguns hábitos diários devem ser adotados a fim de reduzir ao máximo as chances de surgirem úlceras e até mesmo destas evoluírem amputações. “Hábitos saudáveis como realizar o corte correto das unhas (reto e sem bordas irregulares), uso de meias de algodão (preferencialmente sem costuras para não causar atrito), hidratação diária dos pés (com produtos específicos para pessoas com diabetes), manter intensa higiene dos pés e em especial das unhas, a água do banho deve ser morna para não causar queimaduras, realizar a secagem entre os dedos com toalha limpa (para evitar micoses interdigitais), não andar descalço para evitar contato com corpos estranhos e também evitar queimaduras, usar calçados específicos para portadores de diabetes e quando este for novo, usar no máximo por uma a fim não causar lesões de atrito”, recomenda o farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Nardi diz que quando as lesões já estão instaladas o tratamento é feito usualmente através de antibioticoterapia, tratamentos de laserterapia, troca diária das coberturas (curativos), cirurgias para colocação de stents em artérias obstruídas e até mesmo procedimentos para remoção de tecidos necróticos. ‘Ressalto que o melhor tratamento é a prevenção, através da adesão ao tratamento farmacológico (insulinas e hipoglicemiantes orais), dieta adequada e atividade física”, fala Nardi. Segundo ele, a educação em diabetes é o melhor “remédio”, pois somente através do conhecimento do processo da doença pode haver mudanças de hábitos diários e consequentemente ter reflexo positivo direto em no organismo, sobretudo em seus pés.   O que um diabético jamais deve fazer? “O paciente jamais deve negligenciar seu tratamento da diabetes e sua alimentação, pois todas as alterações, sem exceção, têm seu início e agravamento com os picos de glicemia, ou seja, a hiperglicemia crônica”, ensina Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo ele, complicações como neuropatia diabética, obstruções vasculares periféricas (DAOP), deformidades motoras (musculares e articulares), a imunodeficiência e até o surgimento de úlceras são inerentes ao cuidado inadequado com a doença. “Apesar de parecer que os cuidados com os pés não são muito relevantes, são sim! Toda e qualquer complicação com os membros inferiores em portadores de diabetes tem início com a hiperglicemia, sendo assim o tratamento, bem como possíveis correções de rota devem começar pela base e é impreterível não o negligenciar”, afirma Nardi.

Caminhar na esteira, na rua, na areia: o que é melhor?
Caminhada

Caminhar na esteira, na rua, na areia: o que é melhor?

A caminhada é uma das atividades físicas mais simples e benéficas para a saúde, mas o tipo de base percorrida - esteira, asfalto ou areia, por exemplo - pode influenciar significativamente os resultados e o impacto para as articulações. Isso porque pisos diferentes alteram o esforço necessário e afetam a biomecânica do corpo. “Enquanto o asfalto oferece mais impacto, a esteira é ideal para iniciantes por ser mais segura. Já a areia exige maior esforço muscular, sendo excelente para fortalecer a musculatura, sem impactar tanto”, cita o fisioterapeuta Kauê Yub, especialista em traumatologia e ortopedia do esporte. Como os terrenos influenciam Antes de decidir por onde caminhar, vale saber que cada tipo de solo possui características específicas, que afetam diretamente a resposta do corpo à caminhada. Nesse sentido, entenda que: Asfalto é o terreno mais rígido. Oferece maior impacto nas articulações do tornozelo e joelho. Apesar disso, proporciona uma mecânica mais natural da caminhada, semelhante ao dia a dia. Esteira possui amortecimento que reduz o impacto, indicada sobretudo para pessoas com dores articulares ou em retorno pós-lesão. Entretanto, por ser uma superfície previsível e estável, exige menos esforço muscular. Areia dura absorve impacto e oferece uma alternativa menos intensa que a areia fofa, ainda mantendo bom nível de segurança articular. Areia fofa requer maior esforço muscular devido à instabilidade, aumentando consequentemente o gasto calórico. É ideal para fortalecer pernas e pés, mas deve ser usada com moderação para evitar fadiga muscular. “Cada solo tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha ideal depende das condições físicas e do objetivo de quem caminha”, destaca o fisioterapeuta. Qual é o melhor solo para caminhar? A escolha do terreno mais adequado varia em função do estado físico e dos objetivos de quem caminha. Quem tem artrose ou desgastes deve optar pela esteira, enquanto a praia vale mais para os que estão retornando ao esporte, inclusive pós-fraturas ou com uma canelite, por exemplo, pois haverá esforço, mas preservando as articulações. O fisioterapeuta explica ainda que há uma sequência recomendada para quem deseja progredir de forma segura, especialmente ao voltar à prática: 1º) Esteira: oferece baixo impacto e controle de intensidade, ideal para reabilitação e adaptação inicial. 2º) Areia fofa: exige mais esforço muscular com baixo impacto articular e ajuda a desenvolver força nas pernas e pés. 3º) Asfalto: é o retorno ao movimento natural, proporcionando um desafio maior, mas com mais impacto nas articulações. “A progressão gradual é essencial para evitar lesões e permitir a adaptação muscular e articular. Cada solo tem seu momento certo”, orienta o especialista. Cuidados específicos para cada tipo de solo Seja qual for o terreno escolhido, é importante saber que não deve-se começar a caminhar sem antes adotar cuidados específicos para evitar lesões. Na esteira: mantenha uma postura adequada e ajuste a velocidade gradualmente para evitar desequilíbrios. Apesar de segura, a esteira não substitui completamente a caminhada ao ar livre. Na areia: é importante caminhar com calçados adequados e, ocasionalmente, descalço para fortalecer a musculatura dos pés. Evite sobrecarga ou volume excessivo de treino, especialmente no início. No asfalto: é bom evitar terrenos inclinados ou irregulares, pois podem sobrecarregar músculos estabilizadores e causar tendinites. Use calçados com bom amortecimento para reduzir o impacto. “O volume excessivo de caminhada, independentemente do solo, é o maior vilão para iniciantes. O ideal é começar aos poucos e progredir com cautela”, reforça Yub. Caminhada na rua X na esteira Dúvidas comuns de quem caminha são as diferenças relacionadas à rua e à esteira. Causam o mesmo efeito? Oferecem os mesmos ganhos? O fisioterapeuta esclarece que o asfalto sempre oferece uma mecânica mais natural, diferentemente da esteira, equipada com amortecimento para reduzir o impacto nas articulações. “Na rua, você utiliza a musculatura exatamente como deve, fazendo a propulsão do corpo para frente. Já na esteira, o movimento é diferente, porque o tapete se move sob os pés, exigindo menos força”, esclarece Kauê Yub. Diante disso, a principal recomendação do especialista é alternar os dois tipos de terreno, especialmente para quem busca treinar para caminhadas longas ou desafios ao ar livre. Calçado é uma escolha individual A escolha do calçado ideal para caminhada varia conforme o formato do pé e o tipo de terreno. “Não existe um tênis perfeito para todos, mas é essencial que ele seja confortável e não machuque”, orienta o fisioterapeuta. Ao caminhar no asfalto, prefira opções com bom amortecimento para minimizar o impacto. Na areia, opte por modelos mais aderentes. Na esteira, escolha tênis leves e estáveis. Para chegar à melhor opção, o segredo é experimentar mais de uma alternativa até encontrar a que melhor se adapta às necessidades.

Como preservar a mobilidade articular ao longo da vida
Mobilidade Articular

Como preservar a mobilidade articular ao longo da vida

A mobilidade articular, ou seja, a capacidade das articulações de realizar movimentos amplos e eficientes sem causar dor, é um componente essencial para a saúde física e o bem-estar geral. Segundo o fisioterapeuta Gustavo Mondoni, especialista em osteopatia, essa habilidade se refere à capacidade das articulações de realizar movimentos amplos e eficientes sem causar dor. “A mobilidade é indispensável para a realização de atividades diárias, práticas esportivas e exercícios, além de ser uma aliada na prevenção de lesões e no cuidado com as articulações”, explica o profissional. A importância da mobilidade Uma boa mobilidade articular não só facilita movimentos simples, como caminhar ou se abaixar, mas também promove a saúde das articulações e previne problemas futuros. Por outro lado, a falta dela pode levar à fraqueza muscular, tendinites, desgaste articular e até mesmo perda de funções. “Essas limitações podem impactar negativamente a qualidade de vida, dificultando a realização de tarefas diárias e afetando até mesmo o equilíbrio emocional”, alerta Mondoni. Proteja as articulações Para manter as articulações saudáveis ao longo da vida, é essencial adotar hábitos que favoreçam sua preservação. Entre as recomendações do especialista, vale destacar: Prática regular de exercícios físicos: atividades como academia, treinamento funcional e pilates são ótimas para fortalecer a musculatura e proteger as articulações; Exercícios cardiorrespiratórios: caminhadas, corridas e pedaladas ajudam a manter o corpo ativo e saudável em sua totalidade; Treinos específicos de mobilidade: podem ser adaptados à modalidade esportiva da preferência de cada pessoa, melhorando a amplitude de movimento; Aquecimento antes dos exercícios: essencial para preparar as articulações e evitar lesões; Hidratação e alimentação equilibrada: embora indiretamente, esses fatores contribuem para a saúde articular, pois auxiliam na regeneração dos tecidos e no combate à inflamação. Essa prevenção ativa também reduz o risco de complicações relacionadas ao envelhecimento, como artrite. Riscos associados à baixa mobilidade A falta de cuidado com a mobilidade articular pode ter consequências sérias, especialmente se ignorada por longos períodos. Algumas das complicações incluem: Dificuldade em realizar atividades cotidianas, como subir escadas ou agachar; Maior propensão a lesões musculares e articulares; Desgastes articulares e tendinites; Dores crônicas e perda progressiva de função. “Além dos impactos físicos, a perda de mobilidade pode interferir no equilíbrio emocional, já que limitações no dia a dia afetam diretamente a autonomia e a autoestima do paciente”, observa o fisioterapeuta. Mobilidade para cada estilo de vida É importante lembrar que não há necessidade de mobilidade extrema, como a de ginastas. O mais relevante é que as articulações permitam uma movimentação confortável e suficiente para a prática de exercícios regulares e atividades diárias. “Cada pessoa deve buscar um nível de mobilidade que esteja alinhado ao seu estilo de vida e às suas demandas físicas. O importante é se movimentar e cuidar do corpo de forma preventiva”, conclui o especialista.

O que é joanete e como evitar que ele piore?
Joanete

O que é joanete e como evitar que ele piore?

É fácil entender o que é joanete ao olhar para o pé — afinal, ele parece um “osso saltado” ao lado do dedão. Mas você sabe qual é a sua causa e como evitar que essa condição evolua e cause dores? O joanete é uma deformidade que aparece na articulação do metatarso (osso que liga o peito do pé aos dedos) com o osso do dedão, causando um desalinhamento que “entorta” o dedão na direção dos outros dedos. Por isso, o nome oficial do joanete é hálux valgo: em latim, hallux significa “dedão do pé”, e valgus descreve algo desviado da linha média do corpo. Esse desvio pode causar problemas porque essa articulação do metatarso ajuda a suportar e a distribuir o peso do nosso corpo. “A deformidade causa dor, dificuldade para calçar e, habitualmente, bastante descontentamento estético”, lista o médico ortopedista José Sanhudo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). O joanete pode até prejudicar os outros dedos, causando calos e deformidades ao serem empurrados para dentro pelo dedão. Dá para evitar o joanete? O joanete tem origem genética, pois o formato e a estrutura do pé são hereditários. Quem tem o arco do pé baixo, pé chato ou articulações e tendões mais frouxos em geral tem mais chances de ter herdado o joanete. Mas isso não significa que quem tem predisposição a essa condição vai conviver com dores no pé para o resto da vida. “O joanete normalmente é causado por uma predisposição genética somada ao uso de calçados inadequados”, afirma o médico ortopedista Isnar Moreira de Castro Junior, especialista em pé e tornozelo e chefe do grupo de pé e tornozelo do Instituto Nacional de Traumato Ortopedia (INTO). Ou seja, para que ele apareça, é preciso haver o estímulo do calçado. As chances de o joanete se desenvolver aumentam quando se usa com frequência sapatos que tenham a parte superior estreita, como os de bico fino. Esse tipo de calçado deixa o dedão do pé espremido e faz com que ele empurre os demais dedos ou se sobreponha a eles. Usar salto alto pode agravar o problema porque, ao inclinar o peso do corpo para frente, os dedos dos pés também são forçados para a parte da frente do sapato. “O uso de calçados sociais, principalmente de salto e bico fino, estão também associados ao desenvolvimento e à maior progressão da deformidade”, completa Sanhudo. Quem tem joanete precisa operar? Não necessariamente. “Muitas pessoas apresentam a deformidade com poucos ou nenhum sintoma. Nesses casos, pode não haver necessidade de tratamento cirúrgico”, afirma Sanhudo. Se a região começar a ficar muito inflamada e dolorida, é bom consultar um médico ortopedista para investigar se é necessário operar. “Às vezes a pessoa não tem dor, mas tem a deformidade e, por uma razão estética, se incomoda com isso”, completa Castro Junior. “Alguns ortopedistas não recomendam operar quando não há dor”, explica o especialista do INTO. “Mas há quem indique a cirurgia de correção do joanete mesmo a quem tem só a deformidade, porque ela é progressiva, pode piorar e, então, será preciso operar em uma condição muito pior.” Ele explica que essa cirurgia retira um pedaço daquele osso proeminente e corrige a deformidade do primeiro dedo para que ele fique alinhado. “As técnicas de cirurgia mudaram muito. As pessoas imaginam que dói muito e demora para recuperar, mas isso não acontece mais.” Quem tem joanete pode evitar que ele se agrave tomando alguns cuidados, como evitar calçados de bico fino, de salto alto e que apertem o peito do pé. E pode usar protetores de pé para evitar as dores. “Eles protegem as áreas que estão sob pressão no calçado. Quando já existe a deformidade, você tem áreas em que o osso é mais proeminente, fica em atrito com o calçado e isso causa dor”, diz Castro Junior.

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