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Talco Desodorante para os Pés Pó Podpah 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante com a assinatura do podcast mais zica do Brasil. Combate 99% dos fungos e bactérias.

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Quantidade

100 g

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Podpah nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Use antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, HYDRATED SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, HEXYL CINNAMAL, LIMONENE, LINALOOL, ALPHA-ISOMETHYL IONONE.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Podpah 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Podpah oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés e tem a assinatura do podcast mais zica do Brasil.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Podpah elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Podpah tem perfume escolhido a dedo pelo Igão e pelo Mítico.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor
Alongamento Muscular

Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor

A dor muscular pode ser consequência de horas em pé, longos períodos sentado ou até um esforço mal executado. Em todos esses casos, alongar é uma das formas mais simples e eficazes de aliviar o desconforto e prevenir novas tensões. A prática melhora a circulação, solta as fibras musculares e devolve mobilidade às articulações. Para a fisioterapeuta Patrícia Franção, do Hospital Moriah, alongar-se é uma maneira de promover o relaxamento das fibras musculares e favorecer a recuperação dos tecidos. Quando o corpo está mais flexível e alinhado, a distribuição do peso se torna equilibrada, reduzindo a sobrecarga em pés, tornozelos, joelhos e quadris. “A prática regular aumenta a flexibilidade e melhora o alinhamento postural, fatores essenciais para manter as articulações equilibradas e evitar inflamações. É um hábito simples, mas que faz muita diferença para quem sente dor”, ressalta a profissional. Como alongar sem se machucar Para que o alongamento traga benefícios reais, é preciso respeitar alguns princípios básicos. Evitar dor aguda, sentir apenas o leve repuxar e manter a postura correta são regras indispensáveis. Também é fundamental aquecer antes de começar e respirar profundamente para ajudar o corpo a relaxar. A fisioterapeuta Patrícia reforça que o tipo e o momento da prática influenciam nos resultados. Antes de se exercitar, o indicado é optar por alongamentos dinâmicos, com movimentos leves e controlados, que preparam o corpo sem reduzir a força. Já no pós-treino, os alongamentos estáticos, em que se mantém a posição por mais tempo, ajudam a relaxar e a prevenir dores. Para quem passa muitas horas sentado ou em pé, pequenas pausas com movimentos leves ao longo do dia também reduzem a rigidez muscular. Alongamentos para cada tipo de dor Alguns movimentos simples aliviam dores específicas e podem ser feitos em casa, desde que sob orientação profissional. Veja as indicações da fisioterapeuta: Neuroma de Morton: sentado, cruze uma perna sobre a outra e, com a mão, puxe os dedos do pé elevado em direção à canela até sentir alongar a planta do pé. Mantenha por cerca de 30 segundos. Fascite plantar ou dores no calcanhar: em pé sobre um degrau, apoie apenas a parte anterior dos pés, mantendo a metade posterior e tornozelos para fora, suspensos. Abaixe lentamente os calcanhares até sentir alongar as panturrilhas e retorne à posição inicial, repetindo por cerca de 10 vezes. Metatarsalgia: sente-se com as pernas estendidas e use as mãos para dobrar suavemente os dedos dos pés em direção ao corpo. Mantenha por cerca de 30 segundos. Tendinite nos pés ou dores na panturrilha: em pé, de frente para uma parede, apoie as mãos na divisória, mova uma perna para trás até alongá-la, mantendo dobrado o joelho da frente e o calcanhar no chão. Fique assim por, pelo menos, 30 segundos. Canelite: ajoelhe-se com o peito do pé apoiado no solo (ou seja, os dedos dos pés estão esticados para trás e o dorso do pé toca o chão), sustentando o peso sobre ele, até sentir a região da canela alongada. Bursite nos pés: sentado, cruze a perna afetada sobre a outra e puxe os dedos do pé em direção ao corpo até sentir um alongamento na planta do pé e na panturrilha. Mantenha por aproximadamente 30 segundos. Dores no joelho: em pé, dobre o joelho e segure o tornozelo desta perna com a mão correspondente. Em seguida, puxe o calcanhar em direção às nádegas até sentir o alongamento da parte anterior da coxa. Dores nas pernas: sentado no chão, estenda uma perna (mantendo os dedos dos pés apontando para o teto) e flexione o joelho da outra, com o pé tocando a parte interna da coxa esticada. Incline o tronco sobre a perna estendida, com as costas retas, até alongar o posterior da coxa. Dores nas costas: deite de costas, dobre as pernas em direção ao tronco e abrace os joelhos próximo ao peito. Leve os ombros em sentido ao solo e mantenha a postura com o joelho ainda dobrado Duração, frequência e adaptações De acordo com Patrícia Franção, o ideal é manter cada posição de 20 a 30 segundos, repetindo de duas a três vezes. A frequência pode variar entre três e cinco vezes por semana ou até diariamente, em casos de rigidez muscular. A profissional destaca que é mais importante fazer um pouco de exercícios todos os dias do que forçar o corpo de vez em quando. Erros comuns, como ir além do limite, prender a respiração ou abandonar a posição precocemente, comprometem o resultado e podem causar dor. Para pessoas com sobrepeso ou menor flexibilidade, a fisioterapeuta recomenda usar apoios, como cadeiras ou faixas elásticas, por exemplo. “O alongamento é uma forma poderosa de autocuidado, mas não substitui o acompanhamento fisioterapêutico”, comenta. Isso porque, segundo ela, o profissional é capaz de identificar músculos encurtados e montar um plano personalizado para cada paciente. Quando o corpo agradece A professora Sheila Cristina, de 47 anos, convive com o sobrepeso e as dores típicas de quem passa muitas horas na mesma posição. “Fico muito tempo sentada e, em outros dias, em pé o tempo todo, então minhas costas e joelhos já reclamavam”, revela. Foi por indicação da fisioterapeuta que ela começou a alongar. “As dores no pescoço e nas costas diminuíram muito, principalmente após um dia inteiro no computador”, lembra. Sheila incorporou o hábito à rotina: faz alongamentos ainda no quarto, pela manhã, e tenta repetir os movimentos no meio da tarde. “Às vezes até puxo meus alunos para fazer comigo.”

A importância da hidratação dos pés em todas as estações
Calcanhar Rachado

A importância da hidratação dos pés em todas as estações

Os pés estão constantemente expostos a diferentes condições climáticas, uso de calçados variados e sobrecarga diária. Um ponto essencial para manter a saúde e o bem-estar dessa região é a hidratação regular da pele, que deve ser mantida em todas as estações do ano. Por que a hidratação é tão importante? A pele dos pés possui menos glândulas sebáceas em comparação a outras áreas do corpo. Isso significa que a produção natural de óleo é reduzida, tornando-a mais suscetível ao ressecamento, descamação e até fissuras dolorosas. No verão, o calor, a transpiração excessiva e o contato frequente com a água (piscinas e praia) favorecem a perda da barreira protetora natural da pele. No inverno, o frio e o uso de calçados fechados diminuem a oxigenação e a circulação, deixando os pés mais ressecados e propensos a rachaduras. No outono e primavera, as mudanças bruscas de temperatura também afetam a pele, exigindo constância no cuidado. Benefícios da hidratação dos pés Manter uma rotina de hidratação traz diversos resultados: Prevenção de rachaduras e fissuras, que podem servir de porta de entrada para infecções; Manutenção da elasticidade e maciez da pele; Redução da sensação de aspereza e desconforto; Melhora na estética dos pés, favorecendo unhas e cutículas bem cuidadas; Auxílio no equilíbrio da saúde podológica, já que uma pele íntegra protege contra microrganismos. Dicas de cuidado diário Escolha cremes específicos para os pés, de preferência ricos em ureia, glicerina ou manteigas vegetais; Aplique o produto após o banho, quando a pele está mais receptiva; Use meias de algodão após a hidratação noturna para potencializar o efeito; Evite andar descalço em excesso, pois aumenta o atrito e o ressecamento; Procure acompanhamento podológico para tratar ressecamentos intensos e fissuras.   O cuidado contínuo com os pés, em todas as estações do ano, ajuda a manter a integridade da pele, evita complicações e garante pés mais saudáveis, confortáveis e bonitos.

Corrida impacta saúde dos pés. Saiba cuidados a adotar
Corrida

Corrida impacta saúde dos pés. Saiba cuidados a adotar

Correr é uma das maneiras mais práticas de se exercitar, mas a corrida impacta a saúde dos pés e é necessário adotar cuidados para protegê-los. Seja na esteira, no parque ou nas calçadas, correr é o exercício mais praticado no mundo, conforme levantamento do aplicativo Strava, principal comunidade de atletas do momento, em 2023. A escolha não é à toa: a corrida tem muitos benefícios e quase nenhum gasto, já que pode ser praticada ao ar livre e não requer, obrigatoriamente, aparelhos ou itens esportivos. Entretanto, quem quer garantir que a atividade física traga só benefícios precisa atentar a alguns detalhes. De acordo com o ortopedista e traumatologista Caio Fábio, especialista em pé e tornozelo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), correr com orientação adequada e calçados apropriados fortalece os músculos dos pés e auxilia no controle de peso, o que reduz a pressão sobre as articulações. “Porém, a escolha inadequada do calçado ou a falta de atenção ao tipo de pisada pode causar sobrecarga, gerando dor e lesões”, salienta o médico. Assim, quem deseja começar a correr – ou já iniciou e tem percorrido alguns quilômetros – precisa saber mais sobre o tema. Ônus e bônus da corrida O treinador Adriano Aparecido Silva, supervisor de capacitação da rede de academias Evoque, salienta que a corrida também atua no fortalecimento dos ossos e ligamentos, com uma melhora significativa da resistência dos pés, cujo principal benefício é a prevenção de futuras lesões. No entanto, esses ganhos, embora ótimos para a saúde, são apenas um lado da moeda. Entre as consequências antecipadas pelo ortopedista, Adriano acrescenta mais algumas, como a fascite plantar e a tendinite podal. Isso pode decorrer da falta de acompanhamento ou prática inadequada, mas também como agravamento de quem já tem uma contraindicação para correr. Por isso, nunca é demais lembrar, que a corrida não é recomendada para quem já sofre com: Fascite plantar; Tendinopatia do Aquiles; Neuroma de Morton; Metatarsalgias. Nesse sentido, o treinador Adriano Aparecido Silva reforça que, se mesmo assim a corrida for considerada como prática esportiva, é essencial adaptar o treino e, se necessário, reduzir a intensidade para evitar que essas condições piorem. É que, sem adaptação ou acompanhamento, as condições podem ser agravadas e gerar um impacto negativo à saúde, sobretudo para os pés. Cuidados para quem vai começar a correr Para quem nunca correu, o educador físico indica atenção especial a alguns detalhes: Ao escolher o tênis, opte por modelos com amortecimento e suporte adequado à pisada, e substitua o calçado de tempos em tempos, para garantir sua eficácia; A progressão da corrida deve ser gradual, ou seja, é importante começar com distâncias menores e ritmo leve para ajudar os pés a se adaptarem ao impacto; Atente-se à postura e à técnica, observando a forma como os pés estão em contato com solo para evitar dores; Busque sempre orientação de profissionais capacitados e, se possível, tenha um especialista para supervisionar o treino; Considere meias confortáveis e hidratação diária dos pés, para evitar bolhas e machucados. E se o pé doer com a corrida? Sentir algum desconforto nos pés durante as primeiras corridas é comum, porque os músculos e articulações estão se adaptando. Só que o incômodo não pode ser forte nem incapacitante. “Um desconforto leve e temporário é esperado, mas dores intensas ou persistentes podem ser sinais de sobrecarga e uso de calçado inadequado, por exemplo”, alertam os profissionais. Agora, quando a pessoa já corre e começa a sentir dor, a história é outra. “Para corredores experientes, dores repentinas podem indicar alterações no padrão de treino ou o desgaste dos tênis, que deve ser monitorado”, explica Caio. “Em ambos os casos, é sugerido reduzir a intensidade, descansar e, se necessário, aplicar compressas frias para aliviar a inflamação”, indica. O ortopedista Caio Fábio ainda destaca que alguns problemas têm relação direta com a prática incorreta. “Fascite plantar e tendinite se agravam quando o tênis é inadequado ou quando a técnica está errada, enquanto calos e unhas encravadas geralmente surgem devido ao atrito excessivo com calçados apertados”. Por isso, tanto o médico quanto o treinador recomendam uma avaliação especializada para ajustar o treino e prevenir esses problemas. Mas, afinal, qual é o meu tipo de pisada? Não é complicado identificar o jeito que você pisa no solo - ou, melhor, qual o tipo de pisada que tem. Além da neutra, em que ambas as partes dos pés tocam o chão no mesmo momento, sendo bem uniforme, há duas outras que são conhecidas. A primeira delas é a pisada pronada, definida como aquela em que o pé tem seu arco medial encostado no chão. Geralmente ocorre com pessoas que têm o pé sem cava e isso afeta a biomecânica do corpo, gerando um maior desgaste nas estruturas internas dos pés. Enquanto isso, a pisada supinada (pé cavo) é entendida como a que apresenta um arco elevado, reduzindo a área de contato com o solo e seu formato limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar.

10 hábitos diários que podem causar frieira
Frieira e Micose

10 hábitos diários que podem causar frieira

A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia. Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta. Práticas que favorecem a frieira A verdade é que atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais: 1. Ficar com o pé molhado ou suado por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios; 2. Usar o mesmo sapato todos os dias, sem dar tempo para secar e arejar; 3. Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente, acumulando umidade; 4. Não secar o vão entre os dedos depois do banho, deixando a pele molhada na região mais crítica; 5. Andar descalço em lugares úmidos e coletivos, como academias, piscinas, clubes ou vestiários; 6. Compartilhar toalhas, meias ou calçados com outras pessoas; 7. Usar sapatos muito apertados ou de material sintético, que não deixam o pé respirar; 8. Não trocar calçados molhados depois de pegar chuva ou suar excessivamente; 9. Ignorar pequenos machucados ou rachaduras, que funcionam como porta de entrada para o fungo; 10. Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos, sem exposição ao sol ou ventilação. A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção. Calor e umidade pioram o problema A médica esclarece que o ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados. “O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água. Grupo de risco e sinais de alerta Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São: Pessoas que transpiram excessivamente nos pés (com diagnóstico de hiperidrose); Atletas e esportistas que passam longas horas usando tênis fechados; Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios; Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível. Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento. Fique atento ao seguinte: Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos; Coceira leve que pode piorar com o tempo; Sensação de ardência ou mau cheiro; Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar. Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas. Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença. “Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz. Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.

Joanete pode alterar a forma como o pé distribui o peso
Joanete

Joanete pode alterar a forma como o pé distribui o peso

Muita gente acredita que o joanete é apenas uma proeminência ao lado do dedão. Entretanto, por trás dessa aparência característica, existe uma deformidade que altera o alinhamento do pé e pode até afetar o modo de caminhar ao longo dos anos. A costureira Martha Noronha, 61 anos, percebeu os primeiros sinais da condição há pouco mais de uma década. Como não sentia dor, acreditou que aquela saliência próxima ao dedão fosse apenas um calo ou uma mudança natural do envelhecimento. “Só procurei ajuda quando começaram as dores para caminhar. Hoje, eu diria para não esperar chegar nesse ponto, porque não é apenas uma questão estética”, conta. O que acontece dentro do pé Como explica o ortopedista João Ximenes, professor da Afya Centro Universitário Itaperuna, o joanete, também conhecido por hálux valgo, é uma deformidade progressiva do primeiro dedo do pé, ou seja, o dedão. A condição ocorre quando o primeiro metatarso se desvia para dentro e o hálux (dedão) se desloca para fora. O desalinhamento forma a saliência óssea na parte interna do pé e modifica a maneira como o peso do corpo é distribuído ao andar. “A ideia de que o joanete é apenas um osso que cresceu não é correta. Trata-se de uma alteração complexa do alinhamento do pé, que tende a evoluir com o passar do tempo”, esclarece o médico. A evolução do joanete Infelizmente, o joanete tende a piorar. Com o avanço da deformidade, o desalinhamento pode aumentar e provocar sobrecarga nas articulações, inflamação local, calosidades e até alterações em outros dedos. Também podem surgir sintomas como dor, vermelhidão, inchaço e dificuldade para usar calçados fechados. Em muitos casos, o desconforto passa a interferir na caminhada e no tempo que a pessoa consegue permanecer em pé. Além disso, o quadro reduz a eficiência do apoio do pé no solo, podendo causar desequilíbrio, marcha dolorosa e gerar sobrecargas em outras estruturas da região. Quando é hora de tratar O uso de calçados apertados pode agravar o joanete, mas nem sempre é a causa principal. A predisposição genética tem papel importante no surgimento da deformidade, assim como características do tipo de pé, frouxidão ligamentar e alterações biomecânicas. Segundo o ortopedista, o tratamento costuma ser indicado quando há dor, limitação funcional ou dificuldade para usar determinados sapatos. Dependendo do caso, podem ser recomendadas adaptações nos modelos, palmilhas, fisioterapia e medicamentos para controle das dores. Em situações selecionadas, a correção cirúrgica também pode ser considerada. Mas, quanto mais cedo o problema for avaliado, maiores são as chances de controlar a evolução e preservar a qualidade de vida.

Como tratar a frieira no pé rapidamente
Frieira e Micose

Como tratar a frieira no pé rapidamente

Quando começa a dar uma coceirinha ou uma leve sensação de ardência entre os dedos do pé, é preciso agir rápido para tratar a frieira (também conhecida como pé de atleta). Frieira é o nome popular da tinea pedis, uma infecção causada por fungos que se aproveitam da umidade entre os dedos do pé para se multiplicar. “A associação entre calçado fechado, transpiração e calor cria o ambiente propício para a proliferação dos fungos”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. O problema é que, se a infecção não for tratada, ela avança. A coceirinha pode virar uma descamação que deixa a região em carne viva. Além disso, a frieira é contagiosa e transmissível pelo contato da pele com toalhas, tapetes, meias e outros objetos, além do piso do chuveiro. Como tratar a frieira Os primeiros sintomas da frieira são uma leve coceira e sensação de ardor ou queimação entre os dedos dos pés. “Esses já são indícios do início da infecção”, ressalta Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). Nessa fase inicial, é bom procurar um(a) enfermeiro(a) podiatra para iniciar o tratamento. Se a frieira não for tratada, o avanço da infecção será percebido pela vermelhidão mais intensa e por rachaduras na pele, que também pode ficar mais “escamosa” e descascar. Nesse caso, é preciso tratar a região com uma pomada antifúngica receitada por um(a) especialista. Quando a infecção chega à fase mais avançada, a pele fica esbranquiçada e úmida (especialmente na região do dedinho) ou até em carne viva, e é necessário tomar remédios antifúngicos via oral. “O fungo demora para sair do nosso organismo; então, é preciso fazer o tratamento recomendado por 30 dias, mesmo na fase inicial”, afirma Schwarz. “A pele leva 28 dias para recompor todas as suas camadas.” Cuidados durante o tratamento Durante o tratamento, alguns cuidados devem ser tomados para não piorar o quadro e para não transmitir a doença. Depois do banho, o ideal é secar os pés com uma toalha pequena, de preferência descartável. Se não puder, use uma toalha menor e lave-a logo depois de usar. Para fazer essa descontaminação, Schwarz recomenda misturar um copo de 200 ml de vinagre 6% (que não é o de cozinha) à água da lavagem. “O ácido acético tem um grande poder de eliminar fungos”, completa. As meias também requerem um cuidado especial para não contaminar as outras roupas na lavagem. A dica de Schwarz é lavá-las separadamente ou deixá-las de molho nessa solução de água e vinagre antes de colocar na máquina com outras peças. Bega recomenda usar calçados e meias feitos de tecidos “respiráveis”, que absorvam o suor. “Evite o uso prolongado de calçados de tecido sintético. Eles fazem o pé transpirar mais, não absorvem a transpiração e estão mais associados aos casos de frieira, inclusive à dificuldade de tratá-las”, explica. O mesmo vale para as meias, que devem ser trocadas todos os dias. “Meias de algodão absorvem a transpiração, dificultam a proliferação de fungos e ajudam a manter os pés secos”, completa o especialista. Para não transmitir a doença, higienize o boxe com vinagre a 6%, troque com mais frequência o tapete do banheiro e não compartilhe toalhas, meias e calçados com outras pessoas.

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