Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel
Logo Tenys Pé

Talco Desodorante para os Pés Pó Podpah 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante com a assinatura do podcast mais zica do Brasil. Combate 99% dos fungos e bactérias.

Comprar

Quantidade

100 g

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Podpah nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Use antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, HYDRATED SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, HEXYL CINNAMAL, LIMONENE, LINALOOL, ALPHA-ISOMETHYL IONONE.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Podpah 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Podpah oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés e tem a assinatura do podcast mais zica do Brasil.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Podpah elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Podpah tem perfume escolhido a dedo pelo Igão e pelo Mítico.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

Compartilhar

Descubra

Outros produtos Conhecer todos

Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

Ver mais perguntas

Conheça o Universo do Pé

Neuroma de Morton: saiba o que é, como evitar e tratamentos
Neuroma de Morton

Neuroma de Morton: saiba o que é, como evitar e tratamentos

O Neuroma de Morton é uma condição que causa dor na parte da frente do pé, especialmente entre o terceiro e quarto dedos, com o aumento de volume de um nervo localizado entre os ossos metatarsos. “Esse inchaço é geralmente provocado por sobrecarga crônica e tem os sapatos de salto alto e bico fino como grandes vilões da história, pois causam pressão excessiva nessa região”, aponta o ortopedista André Donato Baptista, especialista em cirurgia de pé e tornozelo. Sintomas incluem sensação de formigamento Além da dor intensa, o Neuroma de Morton provoca sensações de formigamento e até choques nos dedos e no peito do pé, principalmente quando a pessoa usa calçados mais apertados. Aí surge a dúvida: como saber que o pé está formigando e não outra situação? Neste caso, deve-se observar se há uma leve dormência, acompanhada por pontadas na pele e perda momentânea da sensibilidade. A advogada aposentada Vanda Lopes Alves, 65 anos, de São Paulo, descreve a sensação. “Parecia uma queimação, como se estivesse pisando em uma pedrinha”, conta ela, que foi diagnosticada com Neuroma de Morton há cinco anos. Como prevenir o Neuroma de Morton Para reduzir o risco de desenvolver a condição, o ortopedista André Donato Baptista recomenda: Use calçados confortáveis. Evite sapatos de bico fino e saltos altos, preferindo os modelos de, no máximo, 4 a 5 centímetros de elevação Alongue-se. Exercícios regulares de alongamento para as panturrilhas ajudam a diminuir a pressão na frente do pé. Aposte na distribuição de peso. Manter um bom suporte nos pés através de sapatos adequados reduz o impacto direto na região. Tratamento indicado para Neuroma de Morton “O tratamento envolve medidas que aliviam a pressão sobre o neuroma: usar calçados confortáveis, tomar medicação anti-inflamatória, fazer fisioterapia, usar palmilhas e até mesmo realizar infiltrações de corticoide”, detalha o médico. Se todas essas medidas falharem, a cirurgia para a retirada do neuroma pode ser indicada. Vanda Lopes Alves, após tentativas com tratamentos conservadores, optou pela cirurgia. “A recuperação levou algumas semanas e exigiu fisioterapia, mas finalmente me vi livre das dores”, relata. Ela revela que, desde então, passou a evitar sapatos de salto e mantém o conforto como prioridade. Mas a cirurgia cura mesmo? Segundo o ortopedista, sim. A intervenção cirúrgica é um tratamento definitivo para o problema. Por outro lado, em alguns casos, mesmo que as demais opções terapêuticas não curem, podem ser suficientes. A importância de cuidar dos pés O Neuroma de Morton é uma condição que pode ser prevenida com alguns cuidados simples, mas que precisam ser escolhas diárias durante toda a vida. Por exemplo, optar por calçados adequados e perceber os sinais do corpo são medidas essenciais para proteger os pés de problemas futuros. Nesse sentido, Vanda deixa um recado para as mulheres que sofrem com o desconforto dos saltos: “O que é bonito hoje, amanhã pode ser motivo de cirurgia e dores. O desconforto nunca está na moda”. Embora em alguns casos o sapato alto seja visto como obrigatório, relatar as dores decorrentes do uso ao ortopedista pode ajudar a identificar o problema e conseguir um laudo médico, suficiente para a troca do calçado, mesmo no ambiente de trabalho. Ou seja, com prevenção e tratamento adequado, é possível controlar e até eliminar os sintomas, mantendo os pés saudáveis e livres de dores no dia a dia.

Esportes de verão têm riscos. Saiba o que deve evitar
Caminhada

Esportes de verão têm riscos. Saiba o que deve evitar

Sol, calor e disposição são o cenário perfeito para colocar o corpo em movimento. No verão, esportes como corrida, caminhada na praia e trilhas ganham ainda mais adeptos, mas também exigem atenção redobrada com o corpo. Isso porque alguns fatores podem transformar o momento de lazer em risco de lesões e desconfortos. Por incrível que pareça, o aumento rápido da carga em treinos é uma das principais causas de lesões nessa época do ano. “Durante o verão, é comum que as pessoas retomem ou intensifiquem a prática de exercícios ao ar livre. Isso, quando feito sem preparo, favorece tendinites, entorses e dores musculares”, aponta o ortopedista Lindbergh Barbosa, especialista em tratamentos de lesões esportivas. A fisioterapeuta Adriana Melo, coordenadora do Hospital Badim (RJ), acrescenta que os terrenos típicos do verão exigem muito mais da musculatura estabilizadora dos pés e pernas. “Areia, trilha e terrenos irregulares sobrecarregam panturrilhas, tornozelos e coxas. Entre os problemas mais comuns estão fascite plantar, tendinite do tendão de Aquiles e distensões”, explica. Principais riscos e como fugir deles O excesso de entusiasmo pode custar caro para o corpo. Entre os fatores que mais favorecem lesões estão o aumento abrupto da intensidade, o treino sob sol forte e a falta de hidratação. Para manter o equilíbrio entre prazer e segurança, as dicas são: Progredir com calma: aumente gradualmente o volume e a intensidade dos treinos; Respeitar limites: o corpo precisa de adaptação, principalmente após períodos de inatividade; Hidratar-se sempre: antes, durante e depois da atividade; Evitar os horários mais quentes: entre 10h e 16h, o risco de superaquecimento e câimbras é maior. Usar roupas e calçados adequados: opte por tecidos leves e tênis com boa estabilidade e amortecimento. “O planejamento é essencial. O verão é um convite natural ao movimento, mas a empolgação não pode ultrapassar os limites da fisiologia”, observa o médico. Cuidado com o solo e o calor Os riscos não estão só na intensidade, mas também no solo e no próprio calor. A areia e os terrenos acidentados das trilhas exigem mais esforço e atenção, por exemplo. Essa irregularidade da superfície impacta as articulações e pode levar à sobrecarga. De acordo com a fisioterapeuta Adriana Melo, é justamente o tipo de piso que deve orientar o treino: Areia fofa: explore com moderação e por curtos períodos, porque ela exige mais da musculatura e pode causar dor e fadiga; Areia firme (próxima à água): é mais estável e segura para caminhadas leves; Trilhas e terrenos irregulares: escolha calçados com boa aderência e estabilidade lateral. “O tênis adequado faz toda a diferença, tanto na praia quanto na trilha. Ajuda a reduzir o impacto e previne torções. Caminhar descalço só é indicado para trajetos curtos e pessoas já adaptadas”, orienta a especialista. Em relação às altas temperaturas, o ortopedista Lindbergh Barbosa adiciona: “O calor intenso e a desidratação também reduzem a concentração e a coordenação, elevando o risco de quedas e acidentes.” Ou seja, cuide-se! Sinais de alerta do corpo Dor muscular aguda, pontadas nas articulações, tontura e câimbras são sinais claros de sobrecarga. O corpo ainda reage à exaustão pelo calor com sintomas como enjoo, dor de cabeça e frequência cardíaca elevada. Esses sintomas indicam que é hora de parar, procurar sombra e se hidratar. Se persistirem, é fundamental buscar avaliação médica, mesmo que seja no pronto-socorro. Movimente-se com segurança Para aproveitar os benefícios do exercício sem riscos, o segredo está no equilíbrio entre esforço e recuperação. Nesse sentido, os profissionais reforçam: Faça aquecimento ativo antes do treino; Alongue-se levemente após o exercício; Prefira horários amenos, como início da manhã ou fim da tarde; Use protetor solar, boné e roupas claras; Inclua descanso ativo e fortalecimento muscular na rotina. “Cada corpo tem um tempo de adaptação. Exercitar-se com regularidade, sob orientação adequada, é o que transforma o treino de verão em um hábito de saúde que pode durar o ano inteiro”, conclui o ortopedista. A fisioterapeuta completa: “O ideal é começar devagar, fazer aquecimento articular, alongamentos leves e alternar os dias de treino para permitir recuperação.”

Exercícios funcionais previnem fascite plantar e tendinite
Exercícios Funcionais

Exercícios funcionais previnem fascite plantar e tendinite

Fascite plantar e tendinite estão entre os problemas mais comuns que afetam pés e tornozelos, causando dor, limitação de movimentos e dificuldade para caminhar. Tais condições, porém, podem ser evitadas com a adoção de bons hábitos no dia a dia, como a prática de exercícios funcionais. Antes de tudo, é necessário saber que a fascite plantar é uma inflamação da fáscia que sustenta o arco do pé e costuma causar dor intensa, principalmente nos primeiros passos da manhã. Já a tendinite é a inflamação de um tendão, como o de Aquiles, e pode gerar ainda inchaço e restrição de mobilidade. “Ambas as condições afetam os movimentos e a qualidade de vida. Se não tratadas corretamente, podem comprometer tanto a prática de exercícios quanto atividades simples do dia a dia, como caminhar ou ficar em pé por muito tempo”, explica a fisioterapeuta Juliana Duarte, do Centro Universitário FMU. Por que apostar nos exercícios funcionais? Os exercícios funcionais reproduzem movimentos naturais do dia a dia, como agachar, empurrar, puxar e sustentar o peso do corpo. Diferentemente de exercícios isolados, envolvem várias articulações e grupos musculares ao mesmo tempo, desenvolvendo força, equilíbrio, coordenação, resistência e mobilidade de forma integrada. Seus efeitos são amplos: Fortalecem pés, tornozelos e pernas, distribuindo melhor as cargas durante a marcha e atividades físicas; Melhoram a absorção de impactos, reduzindo a tensão sobre a fáscia plantar e os tendões; Aumentam a estabilidade articular e favorecem o alinhamento postural; Reduzem microtraumas repetitivos que podem causar inflamações. Nesses casos, os principais grupos musculares envolvidos são: Músculos intrínsecos dos pés, que sustentam o arco plantar; Panturrilhas (gastrocnêmio e sóleo), que absorvem impactos e protegem o tendão de Aquiles; Tibial anterior e posterior, que auxiliam na estabilidade do tornozelo; Glúteos e quadríceps, que ajudam no alinhamento do membro inferior e reduzem a sobrecarga nos pés. De acordo com a profissional, praticar exercícios funcionais de 2 a 3 vezes por semana já traz benefícios significativos. A regularidade é mais importante do que a intensidade, sempre respeitando os limites do corpo. Não adianta treinar todo dia e se machucar. O ideal é evoluir aos poucos e manter uma rotina constante. Reabilitação com segurança Quem já teve fascite plantar ou tendinite pode (e deve!) incluir essa prática na rotina, mas sempre com acompanhamento profissional. Na fase aguda, por exemplo, o foco deve ser o controle da dor e da inflamação, evitando quaisquer sobrecargas. Porém, as restrições não costumam ser para sempre. A fisioterapeuta esclarece que, com a liberação médica, os exercícios podem ser inseridos de forma adaptada e progressiva. Afinal, trazem ótimas contribuições à vida do paciente. “Eles ajudam a recuperar a força e a flexibilidade da musculatura de suporte, melhoram a estabilidade dos pés e tornozelos, previnem recidivas e contribuem para o retorno gradual às atividades do dia a dia e esportivas com mais segurança”, acrescenta Juliana Duarte. Sinais de alerta para interromper o treino É importante pausar os exercícios e procurar avaliação profissional se notar: Dor intensa ou que piora durante ou após a atividade; Inchaço persistente; Sensação de instabilidade; Limitação de movimento; Estalos dolorosos na região. Por fim, a fisioterapeuta lembra que, além dos exercícios, manter os pés saudáveis depende de vários fatores combinados, como a escolha e o uso de calçados adequados, fortalecimento, alongamentos e controle do peso corporal.

Lesões nos pés: exercícios funcionais agem na prevenção
Exercícios Funcionais

Lesões nos pés: exercícios funcionais agem na prevenção

Ferimentos ou traumatismos nos pés são mais comuns do que se imagina e, dependendo da gravidade, podem causar desconforto, limitações e até afastar pessoas de suas rotinas. A boa notícia é que exercícios funcionais específicos podem ajudar tanto na prevenção quanto no tratamento de lesões nos pés. Segundo o fisioterapeuta Kauê Yub, especialista em traumatologia e ortopedia do esporte, algumas das lesões mais frequentes nos pés incluem fascite plantar, entorse de tornozelo, fraturas por estresse, hálux valgo (joanete) e esporão calcâneo. “Essas lesões afetam a estrutura dos pés e, também, a biomecânica de todo o corpo, geram dores e dificuldades de mobilidade”, explica. Principais exercícios para fortalecer pés e tornozelos É fato que exercícios ajudam a evitar a maioria dos problemas. Kauê Yub recomenda exercícios funcionais que estabilizam as articulações dos tornozelos e fortaleçam os músculos intrínsecos dos pés, como tibiais, fibulares e panturrilhas, como prevenção. Algumas sugestões simples e eficientes para incorporar à rotina são: Elevação dos dedos do pé: sentado em uma cadeira, com os pés apoiados no chão, eleve os dedos enquanto mantém os calcanhares no solo. Este exercício fortalece os tibiais e melhora a mobilidade. Caminhada nos calcanhares: ande tocando apenas os calcanhares no chão. Isso ajuda no fortalecimento dos tibiais e melhora o equilíbrio. Equilíbrio em uma perna: fique em pé e se mantenha equilibrado sobre uma perna só. Para aumentar o desafio, movimente a cabeça de um lado para o outro. O exercício trabalha todos os estabilizadores do tornozelo e músculos intrínsecos do pé. Fáceis de fazer, tais atividades físicas são eficazes para fortalecer a base dos pés e reduzir o risco de lesões. Tipos de lesões e seus sinais A dor não é o único sintoma de que algo não está bem. Outros sinais podem indicar lesões nos pés, como cansaço excessivo, perda de performance ou contraturas musculares detectadas durante uma liberação miofascial. Em alguns casos, as lesões podem ser assintomáticas, sendo identificadas apenas por meio de exames de imagem. “As pisadas pronadas (para dentro) e supinadas (apoio lateral) estão entre as mais propensas a gerar lesões, pois forçam os tendões estabilizadores de forma inadequada. Por isso, a preparação muscular é essencial para evitar problemas”, reforça o fisioterapeuta. Cuidados ao realizar exercícios Realizar exercícios de forma inadequada ou sem orientação pode levar a lesões. “Por exemplo, no agachamento com carga, deixar o joelho entrar (valgo dinâmico) aumenta a pressão no menisco medial e pode causar dor no joelho, além de comprometer a caminhada e corrida”, alerta o fisioterapeuta. Para evitar problemas, é importante: Começar com cargas leves e aumentar gradualmente, seguindo a regra de 10% por semana para quem já treina; Trabalhar com profissionais qualificados, como médicos, fisioterapeutas e educadores físicos; Alternar os dias de caminhada ou corrida, especialmente no início, para evitar sobrecarga. Como prevenir lesões nos pés A prevenção de lesões começa com uma abordagem completa, que inclui fortalecimento muscular, técnica adequada e bom planejamento de treinos. Além disso, atenção ao volume de atividade física é crucial, pois o excesso pode causar sobrecarga. “Aumentar de 5 km para 7 km de caminhada de uma vez só representa quase 50% de aumento, o que é prejudicial e eleva o risco de lesões. Progredir de forma gradual é a chave para manter a saúde dos pés e do corpo”, conclui o profissional.

Verruga plantar: andar descalço aumenta contágio
Verruga Plantar

Verruga plantar: andar descalço aumenta contágio

As verrugas plantares são pequenas lesões espessas que surgem na sola dos pés e podem causar dor ao caminhar. De origem viral, são transmitidas por contato direto ou indireto com superfícies contaminadas - um motivo a mais para redobrar os cuidados com a higiene dos pés e evitar andar descalço. A doença é causada pelo Papilomavírus humano (HPV), que penetra na pele por meio de pequenas fissuras. Justamente por isso, caminhar sem sapatos é um dos comportamentos que mais facilita a contaminação. “Quando o vírus entra em contato com uma lesão microscópica, ele estimula o crescimento de tecido espesso na sola, formando a verruga. O contágio costuma acontecer em locais úmidos e quentes, como banheiros, piscinas e vestiários”, diz a podóloga Cristina Calixto. Como ocorre a transmissão? O vírus pode se espalhar para outras áreas do corpo ou para outras pessoas. Isso ocorre ao compartilhar objetos e superfícies contaminadas. É por essa razão que quem já tem verruga plantar também deve adotar cuidados extras. De acordo com a profissional, algumas das principais situações de contágio são: Pisos úmidos e molhados, como os de vestiários e academias; Toalhas e calçados compartilhados; Falta de secagem adequada dos pés; Contato direto com a área lesionada. “É essencial manter os pés sempre secos, não dividir pertences pessoais e higienizar bem após o uso de locais públicos. Assim, reduzimos tanto a transmissão quanto a reincidência”, orienta Cristina. Tratamentos mais eficazes O procedimento para tratar verrugas plantares depende do tamanho e da profundidade da lesão, mas deve sempre ser conduzido por um especialista. Entre os métodos mais utilizados estão: Crioterapia, que utiliza nitrogênio líquido para congelar e destruir o tecido infectado; Ácidos tópicos de uso controlado; Laser ou cauterização, aplicados em casos mais persistentes. “Os tratamentos de consultório são seguros e removem a verruga com precisão. Já os caseiros podem irritar a pele e até piorar o quadro”, adverte a podóloga. Com o acompanhamento adequado, o tempo médio de melhora varia de quatro a oito semanas. Já o resultado costuma ser definitivo quando toda a área afetada é tratada. Começo discreto, mas muito perigoso A paulista aposentada Joanita Lopes, de 72 anos, lembra que o incômodo começou de forma até discreta. “Tinha uma área dura na sola do pé que doía muito, principalmente quando eu pisava ou usava tênis”, conta. Ela acredita ter contraído o vírus durante uma viagem ao interior de São Paulo. “Foi em um hotel fazenda. Você tem que usar chinelos em locais públicos para não ter esse risco de contágio”, orienta, após o diagnóstico de verruga plantar. Durante o tratamento, Joanita adotou uma rotina rigorosa de cuidados e, mesmo assim, o processo foi lento. “Segui direitinho as orientações. A dor melhorou antes, mas a verruga demorou uns dois meses e meio para sumir. Hoje fico atenta, porque é perigoso e a gente precisa se cuidar”, finaliza a idosa.

Verruga plantar é contagiosa, mas tem tratamento
Verruga Plantar

Verruga plantar é contagiosa, mas tem tratamento

As verrugas plantares são lesões que aparecem na sola dos pés e, embora possam ser confundidas com calos, têm uma origem viral específica. Apesar de já existirem tratamentos disponíveis, a prevenção ainda é a melhor forma de se defender. Tais verrugas são causadas pelo Papilomavírus Humano (HPV), mas não o mesmo tipo que acomete os genitais, relacionado às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), como esclarece o dermatologista José Roberto Fraga Filho, diretor clínico do Instituto Fraga de Dermatologia. A saber, as lesões que caracterizam a verruga plantar ocorrem quando o vírus entra na pele por pequenas fissuras ou rachaduras, especialmente em ambientes úmidos e quentes, como chuveiros, vestiários e piscinas públicas. Ao contrário dos calos, as verrugas plantares podem crescer para dentro da pele e, dependendo do caso, causar desconforto significativo. “Elas são duras, ásperas e apresentam pontinhos enegrecidos em sua superfície, que são pequenos vasos sanguíneos. Algumas são assintomáticas, enquanto outras podem ser muito dolorosas, lembrando a sensação de pisar em uma pedra dentro do sapato”, descreve o médico. Quem tem predisposição De acordo com o profissional, crianças e jovens adultos são mais vulneráveis ao problema. Isso porque o sistema imunológico deles ainda está em desenvolvimento e pode ter mais dificuldade para combater o HPV. Além disso, atividades frequentes em locais públicos úmidos, como piscinas e vestiários, aumentam as chances de contato com o vírus. Por isso vale atenção redobrada a quem frequenta natação, academias e praias com frequência. Como evitar verrugas plantares Embora o contato com o vírus seja comum, algumas medidas simples podem prevenir o surgimento da lesão. Entre as principais recomendações, Fraga destaca: Use chinelos ou sandálias em áreas públicas, como piscinas, saunas e banheiros coletivos, para evitar o contato direto da pele com superfícies contaminadas; Não compartilhe itens pessoais, como toalhas, sapatos ou meias, que podem estar contaminados pelo vírus; Mantenha os pés secos e bem cuidados, já que a umidade facilita a proliferação do HPV e o aparecimento de lesões. Como medida adicional e visando o bem-estar geral dos pés, hidratá-los diariamente também ajuda. Afinal, a pele hidratada evita e melhora rachaduras e cortes, que são a porta de entrada para o vírus na pele. Tratamentos disponíveis O dermatologista reforça que a prevenção é a melhor estratégia. Porém, com o diagnóstico confirmado, iniciar o tratamento das verrugas plantares é um passo importante para não sofrer com desconfortos maiores. A boa notícia é que existem diversos métodos terapêuticos à disposição, como: Desbastamento: remove parte da camada endurecida da verruga para facilitar outros tratamentos; Produtos à base de ácido salicílico: ajudam a destruir a lesão de forma gradual e segura; Crioterapia: utiliza nitrogênio líquido para congelar e destruir o tecido infectado; Aplicação de laser: em casos mais resistentes, o laser pode ser uma solução eficaz para remover a verruga. “Cada caso deve ser avaliado por um profissional, que indicará o melhor tratamento conforme o tamanho, a quantidade e a localização das lesões, bem como a resposta do paciente às terapias anteriores”, pontua José Roberto Fraga Filho. Identificar a verruga plantar logo no início facilita o tratamento e reduz as chances de que ela se espalhe ou cause dores mais intensas. Além disso, quanto antes o paciente procurar um dermatologista, mais rápidas serão as intervenções e o alívio dos sintomas. Verruga plantar não é DST Um ponto importante destacado pelo especialista é o esclarecimento sobre o tipo de HPV envolvido. "Esse HPV não é o mesmo que acomete os genitais nas DSTs", ressalta Fraga, desmistificando um equívoco comum. Além disso, ele reforça que, apesar de ser contagiosa, a verruga plantar raramente causa problemas graves, mas pode afetar a qualidade de vida devido ao desconforto.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções