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Talco Desodorante para os Pés Pó Sport Edition 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante antisséptico ideal para atletas e esportistas. Proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias.

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Talco Desodorante para os Pés Pó Sport Edition 100g
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Quantidade

100 g

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Sport Edition nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Usar antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, HEXYL CINNAMAL, LIMONENE, LINALOOL, ALPHA-ISOMETHYL IONONE.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Sport Edition 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Sport Edition oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Ideal para atletas e esportistas quem buscam proteção antes, durante e depois das atividades.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Sport Edition elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Sport Edition tem um perfume que agrada homens e mulheres.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Postura errada pode ser a causa da dor no pé
Biomecânica

Postura errada pode ser a causa da dor no pé

Dores frequentes nos pés, calos fora do lugar e sensação de pisada “errada” nem sempre começam no próprio pé, sabia? Em muitos casos, o problema está na postura. Identificar e corrigir esses desalinhamentos ajuda a redistribuir a carga, reduzir sobrecargas e preservar a mobilidade ao longo do tempo. A fisioterapeuta Mariana Milazzotto, mestre em Ciências Médicas, explica que o corpo funciona como um sistema integrado: quando a postura sai do eixo, os pés acabam absorvendo impactos que não deveriam. Embora não exista uma única postura certa, há padrões posturais aceitáveis que devem ser considerados. “Andar com a cabeça muito projetada para frente (olhando o celular), ombros rodados ou pelve excessivamente inclinada, deslocam o centro de gravidade. Com isso, o padrão de marcha muda e o pé deixa de absorver o impacto como deveria”, exemplifica a profissional. Um erro, muitas consequências Quando esses desvios posturais acontecem com frequência, alguns incômodos (e consequências) podem começar a surgir. Fique de olho no seguinte: Menor contato do calcanhar no início da pisada; Maior impacto na parte da frente do pé; Sobrecarga da musculatura da sola do pé; Dores plantares recorrentes. Em casos de anteversão pélvica acentuada, por exemplo, a mobilidade do quadril diminui e o pé passa a trabalhar mais para garantir estabilidade, favorecendo a pronação excessiva e a sobrecarga no dedão. O efeito dominó dos desalinhamentos Para compreender melhor essa relação de causa e efeito, pense que o corpo funciona como uma cadeia cinética, ou seja, todas as articulações estão conectadas. Assim, um desalinhamento mais acima pode “descer” até os pés sem que a pessoa perceba. Na prática, Mariana Milazzotto aponta que alterações como escoliose na coluna podem gerar desalinhamento da pelve, rotação do quadril, joelho valgo e, por fim, colapso do arco do pé. Esse encadeamento ajuda a explicar por que algumas pessoas desenvolvem pé chato ou dores persistentes, mesmo usando calçados adequados. Nesses casos, certos pontos passam a receber mais carga do que outros, o que pode resultar em: Desgaste desigual da sola dos calçados; Sobrecarga no hálux (dedão); Dores localizadas e calos em regiões específicas. Ficar parado também sobrecarrega. Permanecer longos períodos em pé, sentado ou caminhar de forma inadequada contribui para a fadiga da musculatura postural. Quando esses músculos se cansam, o corpo cria compensações automáticas para continuar funcionando - a partir daí, vem a sobrecarga, que pode afetar os pés. Quando o problema não é só o calçado Alguns sinais ajudam a indicar que a origem da dor pode estar na postura e não apenas no tipo de pisada ou no tênis usado: Desgaste muito diferente entre um sapato e outro; Calos sempre no mesmo ponto, especialmente na região dos metatarsos; Dor concentrada na parte da frente do pé; Sensação de que uma perna trabalha mais do que a outra. Calos são um bom exemplo disso: costumam surgir como resposta ao excesso de pressão e podem refletir deslocamentos do centro de gravidade causados por alterações na coluna ou na pelve. Não adianta “só” tratar o pé Do ponto de vista ortopédico, Juliano Martynetz, especialista em cirurgia de pé e tornozelo dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), explica que o pé foi projetado para absorver impacto e distribuir o peso do corpo de forma eficiente. “Quando a postura global está alterada, essa distribuição muda. Com o tempo, áreas específicas do pé passam a receber carga excessiva, favorecendo dor, inflamação e deformidades progressivas”, afirma o médico. Dessa forma, condições como fascite plantar, tendinites, dores crônicas e a progressão do joanete muitas vezes estão associadas a alterações posturais e desalinhamentos do membro inferior. Fisioterapia e cuidado integrado A fisioterapia é uma grande aliada nesses casos, porque permite uma avaliação postural completa, da cabeça aos pés, e consegue identificar a origem do problema. Com isso definido, é possível trabalhar musculaturas estabilizadoras, alongamentos, fortalecimento específico e reeducação do movimento. O ortopedista Juliano Martynetz reforça que, quando há dor persistente, deformidades em progressão ou limitação funcional, o acompanhamento multidisciplinar se torna essencial. Enquanto a ortopedia avalia a estrutura e define o diagnóstico, a fisioterapia atua na correção do movimento e na prevenção da cronificação da dor.

Biofilme microbiano pode trazer riscos para a saúde
Biossegurança

Biofilme microbiano pode trazer riscos para a saúde

A biossegurança é um fator essencial nos cuidados com os pés e as unhas. Isso porque, em ambientes como salões de beleza e clínicas de podologia, a falta de higienização adequada dos itens utilizados no atendimento pode levar ao acúmulo de bactérias e fungos, favorecendo a formação do chamado biofilme microbiano, que traz riscos à saúde. Segundo a podóloga Fernanda Ribeiro, que atua há 15 anos na área, esse biofilme se forma em superfícies úmidas e pode ser um grande risco. “Trata-se de uma camada que se acumula em objetos mal higienizados, como alicates, lixas e bacias. Se o material não for esterilizado do jeito e no tempo certos, os micro-organismos permanecem ali, aumentando o risco de contaminação”, explica. A boa notícia é que, com os cuidados adequados, é possível evitar esse problema e garantir um atendimento seguro. Só que, para que isso ocorra, tanto os profissionais quanto os clientes precisam ficar atentos às normas de biossegurança. Para começo de conversa, a fim de evitar a proliferação de micro-organismos, a biossegurança estabelece diretrizes rígidas para a limpeza e esterilização de materiais. As principais recomendações incluem: Esterilização correta: uso de autoclave para esterilizar materiais reutilizáveis, já que estufa e fervura não são eficazes; Uso de descartáveis: lixas, palitos e bacias devem ser trocados a cada cliente; Higiene pessoal: uso obrigatório de luvas e máscara pelo profissional; Desinfecção de superfícies: bancadas e equipamentos devem ser higienizados regularmente, pois o biofilme não sai apenas com álcool. “O biofilme é resistente e a limpeza precisa ser feita corretamente para eliminar bactérias, fungos e até vírus. Do contrário, o cliente pode sair do salão com uma infecção”, frisa Fernanda. Quais são os riscos do biofilme? A falta de higienização adequada pode causar diversas complicações para a saúde, principalmente em pessoas com imunidade baixa, como diabéticos. Os principais riscos do biofilme microbiano são: Micose: infecção fúngica que pode atingir a pele e as unhas; Unha encravada infeccionada: o acúmulo de bactérias pode agravar o quadro; Paroníquia: inflamação ao redor da unha, causando dor e inchaço; Infecções graves: em casos mais sérios, a contaminação pode evoluir para problemas mais complexos. Em que ficar de olho A podóloga reforça que os clientes também precisam ficar atentos ao ambiente onde realizam os cuidados com os pés e as unhas. Anote alguns pontos de alerta para ficar de olho nas próximas visitas aos salões: O profissional abre os instrumentos esterilizados na sua frente? Ele usa luvas e máscara durante o atendimento? O ambiente está limpo e organizado? As bacias são descartáveis ou protegidas com plástico? “Se tiver dúvidas, pergunte como os materiais são higienizados. Pode parecer incômodo, mas é sua saúde que está em jogo”, frisa. O papel do podólogo na prevenção Além de garantir um atendimento seguro, o podólogo orienta os clientes sobre a importância da higiene e da escolha correta dos locais para o cuidado dos pés. “Muita gente não faz ideia do perigo que pode haver num salão que não segue as normas direitinho. Nosso papel é educar os clientes e garantir que eles não corram riscos desnecessários”, conclui Fernanda.

Como se pega bicho-de-pé e o que acontece se não tratar
Cuidado Diário

Como se pega bicho-de-pé e o que acontece se não tratar

O bicho-de-pé, também chamado de tungíase, é uma infestação de pele provocada pela pulga Tunga penetrans. Minúscula, ela mede cerca de 1 mm e penetra na pele humana, onde se instala - e geralmente, isso ocorre nos pés. Essa presença causa coceira intensa, dor e dificuldade ao caminhar, podendo trazer complicações se não for tratada corretamente. A dermatologista Ana Maria Benvegnú esclarece que a infestação acontece quando a pessoa entra em contato direto com a pulga, encontrada em solos quentes, secos e arenosos, além de chiqueiros, currais e até praias frequentadas por animais. “A tungíase, ou bicho-de-pé, é uma infestação que acontece quando a pessoa anda descalça em locais potencialmente contaminados, principalmente na zona rural. Por isso, os pés são os mais afetados”, diz a especialista. Sintomas e sinais de alerta A presença do bicho-de-pé costuma causar coceira e desconforto ao caminhar, mas os sintomas podem variar conforme a evolução da infestação. Entre os sinais mais comuns estão: Lesão nodular na pele, com ponto central escuro e halo claro ao redor; Coceira intensa, muitas vezes insuportável; Dor progressiva, principalmente ao caminhar; Inchaço e sensação de travamento; Presença de múltiplas lesões em casos mais graves. A dermatologista destaca ainda que, em situações raras, a infestação pode causar infecção secundária, com vermelhidão, pus e dor significativa. Além disso, outros problemas de pele podem se confundir com o bicho-de-pé, como miíase, verrugas virais, abscessos, corpos estranhos ou picadas de insetos, reforçando a importância do diagnóstico médico. O que acontece se não retirar Apesar de, em geral, não causar quadros graves, o bicho-de-pé é uma infecção e precisa de manejo adequado. A remoção incorreta ou a falta de tratamento pode levar a desdobramentos mais sérios, como: Infecção secundária, que pode se espalhar; Formação de úlceras dolorosas; Porta de entrada para o tétano, se a vacinação não estiver em dia; Gangrena em situações extremas, quando a infecção avança e compromete os tecidos. “É importante entender que se trata de uma infecção que precisa ser removida por completo para evitar complicações”, reforça Ana Maria. Tratamento seguro e eficaz A dermatologista alerta que a retirada deve ser feita por um profissional de saúde, em ambiente adequado e com material estéril. Assim, o tratamento envolve: Remoção da pulga com pinça e instrumentos apropriados; Aplicação de antissépticos locais para evitar infecção; Avaliação da necessidade de antibióticos, se houver sinais de inflamação; Uso de medicamentos orais em casos de múltiplas lesões ou infestação disseminada. Na maior parte das vezes, o procedimento é simples e resolvido muito rápido, trazendo alívio imediato dos sintomas. Prevenção e cuidados diários Para evitar a tungíase, é essencial adotar hábitos de proteção: Usar calçados fechados, como sapatos ou botas, em áreas de risco; Manter a higiene dos pés com sabonete ou sabão; Evitar andar descalço em solos arenosos, secos ou locais onde circulam animais; Orientar especialmente crianças e idosos, que são mais vulneráveis à infestação. “O bicho-de-pé é uma doença negligenciada. Em 2025, a Organização Mundial da Saúde lançou novas diretrizes técnicas para conter essa infestação e reduzir complicações, reforçando a importância do uso de calçados, principalmente entre os mais novos e os mais velhos”, finaliza a especialista.

Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?
Cuidado Diário

Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?

O cuidado prévio é uma das principais medidas de prevenção para o pé diabético, uma complicação grave e evitável. O autoexame diário, simples e rápido, pode fazer diferença entre uma pequena ferida e uma infecção severa. Segundo a endocrinologista Patrícia Gomes, diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), o excesso de glicose no sangue é capaz de danificar os nervos e os vasos dos pés, levando à perda de sensibilidade. “Quem tem diabetes pode não perceber ferimentos e há chance de isso evoluir para infecções graves e até amputações. O autoexame diário permite detectar precocemente qualquer alteração e agir rapidamente”, explica a médica. Quem tem a mesma opinião é a também endocrinologista Lorena Amato, doutora pela USP. Para ela, o autoexame é uma prática indispensável entre os pacientes diabéticos, mesmo os que não apresentam alterações aparentes. “Todos devem olhar os pés diariamente. Quem tem dificuldade de se abaixar pode usar um espelho ou pedir ajuda. Se notar vermelhidão, ferida ou calor diferente em alguma área, deve procurar um médico imediatamente”, orienta a especialista. O que observar nos pés Durante o autoexame diário, é essencial procurar por alterações visíveis e sutis. As profissionais destacam principalmente: Feridas, bolhas, rachaduras ou cortes, mesmo que pequenos; Mudanças na coloração da pele, como vermelhidão, manchas escuras ou palidez; Áreas mais quentes ou mais frias do que o normal; Unhas encravadas, deformadas ou com micose; Calosidades e espessamento da pele. Se houver qualquer sinal de alteração, a avaliação médica deve ser imediata, afinal, o tempo é um fator determinante para evitar infecções, sobretudo em diabéticos. Atenção à sensibilidade Lorena Amato ressalta que um dos primeiros sinais de risco é a perda da sensibilidade, chamada de neuropatia periférica, que pode surgir aos poucos, com sintomas como: Formigamento, queimação ou dormência; Sensação de “andar em algodão”; Dificuldade em perceber calor, frio ou dor. Já Patrícia Gomes observa que uma maneira simples de testar é tocar diferentes partes dos pés com os dedos ou com um algodão. “Se a pessoa não sentir o toque ou não perceber diferença entre um pé e outro, é fundamental procurar avaliação médica.” Passo a passo do autoexame Além de observar, é importante saber como fazer o exame de maneira correta e segura. Abaixo, as endocrinologistas ensinam: Escolha um local bem iluminado e sente-se confortavelmente; Use um espelho para ver a planta dos pés ou peça ajuda a alguém; Examine entre os dedos e ao redor das unhas; Verifique se há feridas, bolhas ou secreções; Mantenha os pés sempre limpos, secos e hidratados (sem creme entre os dedos); Corte as unhas no formato reto e evite remover cutículas ou calos em casa; Nunca ande descalço, nem dentro de casa. Esses cuidados diários, somados ao acompanhamento profissional, reduzem o risco de complicações e melhoram a circulação e a cicatrização. De acordo com Lorena, controlar o diabetes é o primeiro passo para prevenir quaisquer complicações. “Quanto melhor for o controle da glicemia, menor o risco de desenvolver neuropatia e alterações circulatórias”, reforça. Ela ainda recomenda o uso de meias de algodão e sem costura, além de calçados confortáveis, sem pontos de atrito na pele. E alerta: fatores como tabagismo, má circulação, deformidades nos pés e sapatos inadequados aumentam o risco de complicações. Um alerta importante: as duas especialistas reforçam que o pé diabético é evitável em grande parte dos casos. “Entre 50% e 70% das amputações não traumáticas estão relacionadas ao diabetes, e muitas poderiam ser evitadas com informação e cuidado”, conclui Lorena.

Fortalecer os pés traz inúmeros benefícios à saúde
Exercícios de Fortalecimento

Fortalecer os pés traz inúmeros benefícios à saúde

Os pés sustentam todo o peso do corpo e desempenham um papel fundamental no equilíbrio e na mobilidade. Justamente por isso, o fortalecimento do pé é essencial e traz melhorias significativas para a saúde física e qualidade de vida. De acordo com a educadora física Luciana Gusmão, manter os pés fortes pode prevenir problemas posturais e aumentar o desempenho em atividades físicas, além de melhorar a estabilidade, a flexibilidade e a absorção de impacto. “Quando os pés estão fortes, podem absorver melhor o impacto e, consequentemente, diminuir o risco de lesões nos joelhos, tornozelos, quadris e até coluna lombar”, acrescenta a profissional. Benefícios do fortalecimento dos pés A prática regular de exercícios de fortalecimento para os pés traz uma série de vantagens, como: Aumento da força e resistência muscular; Melhora da coordenação motora; Prevenção de quedas; Redução do estresse e da ansiedade; Maior controle do peso corporal; Melhora da qualidade do sono e da saúde cardiorrespiratória; Melhora da estrutura óssea. A educadora física Luciana Gusmão reforça que até mesmo pessoas que sentem dores nos pés ou já sofrem com condições nos membros, como fascite plantar, devem investir nesse tipo de exercício. Para esse público, o fortalecimento é primordial. Mais importante do que tratar um quadro de saúde, é evitá-lo. Para isso, a prevenção é essencial. Entre as lesões que podem ser evitadas ao fortalecer os pés, estão: Fascite plantar: inflamação na fáscia plantar, que causa dor intensa no pé; Fratura por estresse: pequenas fissuras nos ossos dos pés devido ao impacto repetitivo; Tendinite do tendão de Aquiles: inflamação que afeta a região entre a panturrilha e o calcanhar. "Fortalecer os pés auxilia na absorção do impacto e melhora a estabilidade, prevenindo compensações musculares que podem gerar dores e desequilíbrios", destaca a educadora física. Os melhores exercícios para fortalecer os pés Os exercícios mais indicados para fortalecer a região, segundo Luciana Gusmão, são práticos e eficazes. A educadora ensina como fazer alguns deles: Elevar os dedos dos pés, afastando-os lateralmente; Flexionar os dedos para baixo; Levantar o calcanhar, apoiando-se apenas na ponta dos pés; Apoiar-se apenas na ponta dos dedos; Curvar os dedos, formando um arco; Levantar o dedão mantendo os outros dedos no chão; Levantar os quatro dedos e abaixar o dedão. Por último, ela explica que não há uma frequência específica para esse treino. A necessidade varia conforme o objetivo e o histórico de cada pessoa. Portanto, nada de apostar em receitas padronizadas. "O mais importante é a constância: praticar regularmente e ajustar a intensidade conforme a resposta do corpo", finaliza a profissional.

Os 5 esportes mais “perigosos” para os pés
Prevenção de Lesões

Os 5 esportes mais “perigosos” para os pés

A prática esportiva traz inúmeros benefícios para a saúde, mas também pode representar riscos, especialmente para os pés. Algumas atividades afetam mais, já que o impacto repetitivo, os movimentos bruscos e o uso inadequado de calçados podem levar a lesões que comprometem a mobilidade e a qualidade de vida. Segundo o fisiologista e educador físico Edson Timóteo, certos esportes exercem uma pressão maior sobre os pés, aumentando as chances de lesões. "O impacto contínuo e a sobrecarga podem levar a problemas como fascite plantar, entorses e fraturas por estresse. A técnica correta e o uso de equipamentos adequados são essenciais para minimizar os riscos", explica. A fisioterapeuta Gislaine Eurich destaca que fatores como superfície de prática e biomecânica individual também influenciam na predisposição a lesões. "Esportes que envolvem mudanças bruscas de direção, saltos e contato direto aumentam a pressão sobre os pés, exigindo cuidados específicos na prevenção", alerta. Esportes que mais afetam os pés Embora qualquer esporte possa causar danos quando não praticado de maneira segura, os especialistas reconhecem que algumas modalidades têm um risco aumentado devido às suas exigências físicas. As principais são: Corrida Por quê? Causa impacto repetitivo. O que pode causar? Fascite plantar, tendinite e fraturas por estresse. Fique atento: superfícies duras, como asfalto, aumentam a sobrecarga nas articulações. Futebol Por quê? Tem muitos movimentos de impacto e torção. O que pode causar? Entorses, fraturas e lesões ligamentares. Fique atento: o contato com o solo e com outros jogadores aumenta o risco de traumas nos pés. Basquete Por quê? Conta com saltos constantes e mudanças de direção. O que pode causar? Lesões nos ligamentos e fraturas por estresse. Fique atento: a aterrissagem incorreta após saltos pode comprometer articulações e tendões. Dança Por quê? Há movimentos repetitivos. O que pode causar? Tendinite, fascite plantar e lesões nos ligamentos. Fique atento: o contato frequente com superfícies rígidas, como os palcos, intensifica o impacto nos pés. Tênis Por quê? Exige movimentos rápidos de aceleração e desaceleração. O que pode causar? Sobrecarregar os pés. Fique atento: o impacto constante pode levar ao desgaste articular e ao surgimento de “unhas negras”. Como evitar lesões nos pés Ficar longe das atividades físicas não é o caminho para prevenir lesões. Afinal, praticar exercícios regularmente é muito importante para a saúde. O recomendado é seguir cuidados essenciais para se exercitar com segurança e evitar machucados. Nesse sentido, os profissionais Edson Timóteo e Gislaine Eurich recomendam: Usar calçados adequados, como tênis específicos para cada modalidade, com suporte e amortecimento adequados; Fortalecer os músculos com exercícios voltados para os pés e tornozelos, necessários para prevenir entorses e fraturas por estresse; Aquecer e alongar, visto que preparar a musculatura antes do exercício reduz o risco de lesões; Seguir as técnicas corretas, ou seja, aprender o movimento adequado para diminuir a sobrecarga nos pés; Descansar e se recuperar, dando tempo para o corpo “reiniciar”. Fique de olho! Além da falta de supervisão e da prática incorreta, outros fatores podem comprometer a integridade dos pés durante os exercícios. A dupla ressalta a sobrecarga nos treinos; a fadiga muscular, causada por cansaço excessivo; o ambiente inadequado, como solos muito duros ou irregulares; e condições pré-existentes, que incluem histórico de lesões e desequilíbrios musculares, por exemplo. A fisioterapeuta ainda acrescenta que determinados grupos também são mais propensos a intercorrências no esporte, como idosos, iniciantes ou sedentários, atletas de alto rendimento, pessoas com sobrepeso ou indivíduos com histórico de lesões. Tratamento e retorno ao esporte De acordo com o educador físico, caso ocorra uma lesão, a primeira medida é seguir o protocolo R.I.C.E., que inclui repouso, aplicação de gelo, compressão e elevação da área afetada. “É importante buscar acompanhamento médico, como fisioterapeuta ou médico ortopedista, para diagnóstico adequado e desenvolvimento de um plano de reabilitação, que pode incluir fisioterapia e monitoramento”, orienta Edson. Já o retorno seguro à prática esportiva deve ser feito de forma gradual e controlada para evitar recaídas e promover uma recuperação completa”. Nesse sentido, Gislaine lista algumas dicas: Iniciar com atividades de baixo impacto; Aumentar a intensidade progressivamente; Seguir orientações médicas e fisioterapêuticas; Garantir que a lesão esteja completamente curada antes de voltar aos treinos intensos. Se houver retorno da dor, é essencial parar imediatamente e relatar ao médico.

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