Talco Desodorante para os Pés Pó Sport Edition 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante antisséptico ideal para atletas e esportistas. Proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias.
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Desodorante antisséptico ideal para atletas e esportistas. Proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias.
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100 g
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Sport Edition nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.
Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.
Usar antes e depois de atividades esportivas.
Resultado
Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.
Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.
Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Ingredientes
INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, HEXYL CINNAMAL, LIMONENE, LINALOOL, ALPHA-ISOMETHYL IONONE.
Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Sport Edition 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Sport Edition oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Ideal para atletas e esportistas quem buscam proteção antes, durante e depois das atividades.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Sport Edition elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Sport Edition tem um perfume que agrada homens e mulheres.
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Unha encravada e onicofose não são a mesma coisa. Entenda!
Algumas condições que afetam as unhas podem ser confundidas pelos sintomas parecidos, mas, muitas vezes, apresentam causas e tratamentos distintos. Esse é o caso de unha encravada e onicofose, dois problemas que podem gerar desconforto e inflamações nos pés. Segundo a podóloga Katia Lira, especialista em reflexologia podal, a unha encravada acontece quando a borda da unha cresce para dentro da pele, causando dor e inflamação. Esse problema pode surgir por cortes inadequados, uso de sapatos apertados ou pelo formato curvo da unha. Já a onicofose é o acúmulo de células mortas e queratina na lateral da unha, formando uma camada endurecida que pode gerar dor e desconforto. “Diferente da unha encravada, ela não envolve o crescimento anormal da unha, mas um acúmulo de resíduos que podem inflamar a região”, explica a profissional. Embora possam causar sintomas semelhantes, a primeira grande diferença entre as duas condições está na origem de cada uma, ou seja, as causas: Unha encravada: a borda da unha cresce de forma errada, penetrando na pele e causando dor, inchaço e até infecção. O problema é comum nos pés, especialmente nos dedões; Onicofose: ocorre quando há um acúmulo excessivo de pele morta e queratina entre a unha e a pele ao redor. Isso pode endurecer e causar inflamação local. Apesar disso, ambos os casos podem ser agravados pelo uso de sapatos inadequados e pela falta de cuidados com os pés. Outro ponto em comum é que, se não forem tratadas corretamente, podem evoluir para quadros mais sérios, como infecções. Elas podem estar relacionadas? Sim! “A onicofose pode aumentar a pressão na lateral da unha, favorecendo o encravamento. Já a unha encravada pode causar inflamação na região, tornando a pele mais suscetível ao acúmulo de células mortas, levando à onicofose”, esclarece Katia. Sintomas e sinais de alerta Os sintomas variam conforme a gravidade de cada quadro: Unha encravada: dor ao pressionar o local, vermelhidão, inchaço e, em casos mais graves, pus e infecção. Se houver mau cheiro ou secreção amarelada, é um sinal de infecção avançada. Onicofose: sensação de pressão na lateral da unha, dor ao usar sapatos apertados e pele endurecida nos cantos. Se houver inflamação intensa ou sangramento, é preciso buscar tratamento imediato. Prevenção e tratamento Adotar cuidados diários pode evitar esses problemas. A podóloga Katia Lira recomenda: Para evitar unha encravada: cortar as unhas sempre retas, sem arredondar os cantos, usar calçados confortáveis e manter os pés higienizados. Tratamento: pode incluir a correção do corte, uso de palmilhas para aliviar a pressão ou, em casos graves, procedimentos cirúrgicos. Para evitar onicofose: hidratar os pés regularmente, evitar sapatos apertados e fazer visitas frequentes ao podólogo para a remoção correta das células mortas. Tratamento: inclui limpeza profissional e remoção da pele endurecida. O papel do podólogo no tratamento Cabe aos podólogos a identificação e o tratamento desses quadros, realizando a remoção correta das células mortas e corrigindo cortes inadequados que poderiam levar ao encravamento da unha. “Nos casos mais graves, como infecções severas, o paciente pode ser encaminhado ao médico”, alerta a especialista. Já pessoas diabéticas devem ter atenção redobrada, pois infecções nos pés podem evoluir rapidamente. Além disso, quem tem tendência à unha encravada pode utilizar órteses para corrigir o crescimento da unha. O acompanhamento regular com um podólogo evita que esses problemas se tornem recorrentes e dolorosos.
Calcanhar rachado: mitos e erros nos cuidados
Quando o calcanhar começa a ressecar e a rachar, muita gente tenta resolver tudo de uma vez só, ou seja, lixa demais, usa produtos agressivos ou aposta em receitas caseiras sem orientação. O problema é que alguns desses hábitos acabam piorando ainda mais as fissuras e aumentando o risco de dor, sangramento e infecções na região. Há maneiras corretas de fazer isso e muita coisa ensinada por aí é puro mito! A podóloga Marcineide Tavares explica que um dos erros mais comuns é deixar a pele ressecar excessivamente antes de iniciar qualquer cuidado. Depois disso, fica complicado tentar “corrigir” o problema rapidamente usando métodos mais grosseiros. Mas não é só isso. Ela também aponta práticas que sensibilizam ainda mais a pele. Usar lâmina nos pés; Exagerar no uso da lixa; Deixar de hidratar a região com frequência. “E isso pode agravar bastante o quadro do ressacamento dos pés e até das fissuras podais”, alerta. Mitos sobre o calcanhar rachado Segundo a dermatologista Giuliana Miranda, da Clínica Elsimar Coutinho, o ressecamento intenso dos pés acontece pela combinação entre pele seca e pressão constante na região. Como os pés possuem menos glândulas sebáceas, já existe uma tendência natural para ressecarem. Entre os mitos mais comuns sobre o tratamento e cuidados do calcanhar rachado estão: achar que só hidratar resolve tudo; acreditar que lixar os pés todos os dias acelera a melhora; pensar que andar descalço ajuda a pele a “respirar”; tratar as fissuras apenas como um problema estético. Esses hábitos e crenças podem piorar o ressecamento, aumentar a pressão sobre os calcanhares e favorecer novas rachaduras. Erros pioram as fissuras Acreditar em mitos e dicas milagrosas também atrapalha o tratamento. Afinal, não existe fórmula mágica. Os cuidados precisam ser contínuos e focados tanto na hidratação quanto na recuperação dérmica. Nesse sentido, a dermatologista Giuliana Miranda acrescenta que soluções caseiras podem até hidratar superficialmente, mas nem sempre tratam a causa do ressecamento. E faz um alerta! Em fissuras abertas, certas receitas improvisadas podem causar mais irritação. O tratamento realmente eficaz envolve ativos capazes de tratar as fissuras de forma segura. Entre eles estão: ureia; ácido lático; ácido salicílico; glicerina; pantenol; manteigas e óleos vegetais. A recomendação é aplicar os produtos após o banho e usar meias (preferencialmente de algodão) para potencializar o efeito da hidratação. Além disso, a avaliação e a orientação de um profissional médico são importantes, já que algumas fórmulas podem ter contraindicações. Sinais de alerta: fique de olho Quando as fissuras ficam profundas, dolorosas ou apresentam sinais inflamatórios, o acompanhamento profissional passa a ser bem mais importante para evitar complicações. De acordo com Giuliana Miranda, os principais sinais de alerta incluem: sangramento; secreção; vermelhidão; inchaço; pus; dor intensa; mau odor. “A presença de fissuras pode funcionar como porta de entrada para bactérias e fungos, principalmente em pacientes com diabetes ou outras condições associadas”, reforça a médica dermatologista Giuliana Miranda.
Como eu devo cuidar do pé todo dia?
Nada mais justo do que dedicar um tempinho para o cuidado com os pés. Afinal, são eles que sustentam e equilibram o nosso corpo durante todo o dia. “Eles suportam grandes cargas e sofrem com a pressão das nossas atividades diárias, portanto merecem cuidados especiais”, comenta Renato Buscher Cruz, docente de saúde e bem-estar do Senac Osasco. Algumas atitudes básicas podem trazer benefícios estéticos e de saúde para eles. Confira o três passos principais para garantir pés bonitos e saudáveis: Passo 1: limpeza no banho Essa rotina começa no banho, lavando os pés com sabonete comum. “Usar sabonete antibactericida todos os dias só é necessário se houver alguma patologia. Quem não tem pode usar o sabonete de sua preferência”, ensina o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Ele explica que usar o sabonete antibacteriano sem ter problemas nos pés pode eliminar a flora bacteriana que está protegendo o nosso corpo ou até causar uma dermatite de contato ao eliminar esses micro-organismos. No banho, o pé pode ser limpo usando uma esponja ou bucha. “Não precisa usar força, é só para ajudar a retirar a pele que está em constante descamação. A concentração dessa pele, que todo dia está descamando, contribui para a formação de odores desagradáveis e facilita a proliferação de fungos e bactérias”, completa Cruz. Passo 2: secagem cuidadosa Ao sair do banho, é extremamente importante secar bem os pés, principalmente entre os dedos. Isso evita que bactérias e fungos que vivem na nossa pele se multipliquem quando estiverem em ambientes quentes e úmidos (como fica o nosso pé quando usamos meias e calçados). Os pés podem ser secos com uma toalha ou papel higiênico. Quem estiver com frieira deve usar folhas de papel individualizado e depois descartá-las, porque elas serão contaminadas com fungos que causam a doença. “A região entre os dedos deve estar sempre seca. Quanto mais seca, mais se evita a proliferação de micro-organismos como os fungos”, diz Queiroz. Para pessoas que têm a pele seca é recomendável o uso de um hidratante após a secagem dos pés. Esse creme deve ser específico para essa parte do corpo, que tem uma pele diferente, mais espessa e com menos oleosidade. “O creme para pele ressecada da Baruel tem uma substância muito parecida com a ureia, que faz uma ligação com as moléculas de água e mantém essa água na pele por mais tempo. Isso traz uma hidratação natural e evita a perda de água”, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Passo 3: desodorante para os pés Por fim, aplica-se o desodorante para os pés (ou desodorante pédico), que tem uma formulação especial para essa parte do corpo. É ele que vai controlar a transpiração para evitar a umidade que favorece a multiplicação das bactérias e fungos que causam doenças na pele e nas unhas. “As pessoas pensam no desodorante apenas pela questão do odor. Mas o desodorante para os pés não faz só isso: ele também é antisséptico, por isso previne a micose e as infecções bacterianas”, ressalta Bega. Para quem transpira muito, ele indica usar o desodorante em pó, que absorve melhor a umidade dos pés. O mesmo vale para prevenir as frieiras. “O excesso de transpiração pode levar ao aparecimento de fissuras no pé, e a frieira pode se instalar. Quando o pé está seco, isso não acontece.”
Por que o pé cavo causa instabilidade ao caminhar
O pé cavo é caracterizado por um arco plantar exageradamente alto, que faz com que apenas o calcanhar e a ponta do pé toquem o chão. Essa configuração altera a forma como o peso é distribuído e compromete o equilíbrio, podendo gerar instabilidade na marcha, além de desconforto e dor intensa em diferentes partes do pé. A concentração de peso no calcanhar e na parte da frente do pé força ossos, tendões e ligamentos e leva à sobrecarga dessas estruturas. O resultado é dor latejante, calosidades e maior propensão a entorses. “O arco excessivamente alto reduz a capacidade de absorção de impacto e torna o tornozelo menos estável, o que aumenta o risco de torções”, explica o fisioterapeuta Rodrigo Nascimento, do Hospital São Francisco da Providência de Deus (HSF-RJ). É possível, inclusive, que surjam deformidades nos dedos, como o chamado “dedo em martelo” ou “dedo em garra”, dificultando a locomoção no andar e no correr. Impacto no corpo e sintomas mais comuns Apesar do nome fazer referência apenas ao membro inferior, Rodrigo Nascimento esclarece que o pé cavo afeta e compromete mais de uma estrutura. Entre as principais estão: Fáscia plantar, responsável por sustentar o arco e absorver o impacto; Metatarsos e calcanhar, que sofrem sobrecarga constante; Tornozelos e articulações adjacentes, afetados pela má distribuição do peso. Isso acontece porque a elevação do arco concentra a pressão em áreas pequenas da sola do pé, causando dor, inflamação e até desequilíbrio. Quando as regiões começam a ser afetadas, os sintomas mais frequentes e comuns são: Calosidades na planta e nas laterais dos pés; Dor intensa e latejante; Deformidades nos dedos, como dedo em garra; Entorses recorrentes. Se tais sintomas forem notados, a orientação é sempre buscar ajuda médica, como de um fisioterapeuta ou ortopedista, para um diagnóstico rápido e assertivo. Calçados e palmilhas ideais O tipo de calçado tem papel fundamental na redução da dor e da instabilidade. Nesse sentido, o especialista em fisioterapia recomenda: Tênis com bom amortecimento e suporte, que reduz a pressão sobre o calcanhar e os metatarsos; Solado firme e mais largo para melhor a estabilidade; Tecidos macios e flexíveis, que evitam atrito e irritação. Já o uso de palmilhas ortopédicas também é importante. Embora não corrijam a deformidade, podem ajudar de outras maneiras: Melhoram a estabilidade; Redistribuem a pressão de forma uniforme; Ajudam no alinhamento e no conforto durante a reabilitação. “O uso de palmilha faz parte do tratamento, mas o que realmente traz melhora é o fortalecimento, a mobilidade e o treino de propriocepção”, complementa o profissional. Fortalecimento e exercícios Nesse contexto, vale adicionar que a fisioterapia é essencial para devolver estabilidade e aliviar os sintomas. O fisioterapeuta destaca que os exercícios devem sempre focar em força, alongamento e equilíbrio. Entre os mais indicados estão: Pegar objetos com os dedos dos pés; Empurrar o chão com os dedos para ativar o arco plantar; Alongar e mobilizar os pés com elásticos; Treinar o equilíbrio em pranchas, estimulando a propriocepção. “O paciente deve realizar os exercícios descalço para ampliar a mobilidade. É um trabalho repetitivo, com observação constante do movimento, que traz excelentes resultados”, afirma Rodrigo Nascimento. Acompanhamento contínuo e cirurgia Em casos mais graves, o pé cavo requer fisioterapia contínua, especialmente quando há doenças neurológicas, internações prolongadas ou sintomas progressivos associados. Nesses casos, é importante saber que: A gravidade e a resposta do paciente definem o tempo de tratamento; Pacientes jovens e ativos costumam responder mais rapidamente; Casos associados a doenças neurológicas exigem acompanhamento prolongado. Quando o tratamento conservador (com palmilhas, exercícios e órteses) não traz melhora, a cirurgia corretiva pode ser necessária. “Após o procedimento, o paciente precisa de fisioterapia intensiva para recuperar força, mobilidade e estabilidade. O processo é gradual e requer acompanhamento de longo prazo”, orienta Rodrigo. Ele reforça a importância de buscar um profissional diante de sinais como dor persistente, dificuldade de equilíbrio, rigidez muscular e deformidade visível. Afinal, esses sintomas podem irradiar para joelhos, quadris e costas, e quanto antes forem avaliados, maiores as chances de evitar complicações.
Fascite plantar: o que é, como identificar e tratar
Dor persistente no calcanhar pode ser fascite plantar, uma inflamação que atinge a fáscia plantar, tecido que liga o calcanhar aos dedos e absorve o impacto de cada passo. A dor ao pisar é o sintoma mais característico da fascite plantar, especialmente nos primeiros passos do dia. “A dor ocorre quando o pé toca o chão pela primeira vez ao acordar,” descreve o ortopedista Gustavo Rocha Santos, da Clínica Movitè. A partir daí, a tendência é piorar após períodos em pé ou caminhadas prolongadas. É comum associar o problema a esporão de calcâneo, mas o médico afirma que, quem tem fascite plantar, nem sempre apresenta a outra condição. Quem sentiu na pele – ou melhor, no calcanhar – o problema foi a auxiliar de limpeza Maristela de Oliveira, 47 anos, de São Paulo. “Achei que era só cansaço, mas cada pisada parecia uma pedrada. A dor persistia, apesar de tudo”, conta ela, que buscou ajuda ao notar que o incômodo não passava mesmo com remédio ou repouso. Como é feito o diagnóstico? Conforme detalha o ortopedista, apalpar o calcanhar, por si só, já é um método eficaz para detectar a inflamação, pois o paciente sente dor ao toque em pontos específicos. Se ainda houver dor intensa ou restar dúvidas, três exames podem ajudar a fechar o diagnóstico: Radiografia, útil para verificar a presença do esporão de calcâneo; Ultrassonografia, que permite visualizar a fáscia plantar; Ressonância magnética, por dar uma visão ainda mais detalhada. É possível tratar fascite plantar sem cirurgia “Alongamento é o ponto-chave para reduzir a sobrecarga da fáscia e aliviar a dor,” explica Gustavo Rocha Santos. Deve incluir a sola do pé, panturrilhas e parte posterior das pernas, trabalhando a mobilidade para reduzir a pressão sobre o calcanhar. Há outros meios necessários para o tratamento: Fisioterapia também é fundamental para fortalecer a região e melhorar a flexibilidade. A paciente Maristela afirma que as sessões às quais se submeteu foram determinantes: “No começo foi difícil, mas depois senti um alívio importante”. Terapias complementares, como ondas de choque e infiltrações, são opções para quem apresenta inflamação persistente. Porém, não são as primeiras, nem as mais comuns recomendações. O uso de palmilhas de silicone ajuda a amortecer o impacto ao caminhar, o que pode reduzir a dor diária. “As palmilhas aliviam a sobrecarga no calcanhar e podem fazer diferença significativa,” garante o especialista. Diante das possibilidades e intervenções, a cirurgia acaba sendo uma manobra rara de tratamento. Aprenda a prevenir a fascite plantar Prevenir a fascite plantar envolve adotar alguns cuidados diários, especialmente para quem trabalha em pé ou pratica esportes de impacto. Alongamento regular é uma das medidas mais recomendadas para evitar a sobrecarga no calcanhar. “O alongamento dos músculos da sola do pé e das pernas reduz a chance de desenvolver a condição,” afirma o ortopedista. O uso de calçados adequados também é essencial. Sapatos com amortecimento ajudam a absorver o impacto dos passos, protegendo a fáscia. Maristela de Oliveira, que segue usando palmilhas especiais para reduzir o impacto no trabalho, vê os benefícios do suporte. “Com as palmilhas, consigo passar o dia em pé com menos dor”, descreve. Portanto, buscar ajuda médica assim que os sintomas surgirem é crucial para prevenir o agravamento da condição e, com o tratamento adequado, é possível conviver com menos dor e mais qualidade de vida.
Pés cuidados e bonitos ajudam na autoestima
Cuidar dos pés vai muito além de uma questão estética: é um reflexo direto da autoestima e da saúde pessoal. Afinal, pés bem cuidados e saudáveis impactam na autoimagem, no conforto diário e na autoconfiança, seja em um encontro profissional ou em momentos de lazer. Um estudo publicado no periódico Research, Society and Development (2021) destaca que a autoimagem está diretamente conectada à autoestima e ao bem-estar emocional, a partir do levantamento com pessoas que têm pé diabético. Aspectos como aparência física, cuidados pessoais e percepção corporal influenciam na forma como elas se sentem e se relacionam. Conforme a pesquisa, sentir-se bem com os pés é mais do que uma questão de beleza – é um passo para se sentir mais confiante no dia a dia. Sapatos abertos em dias quentes, idas à praia ou momentos relaxantes são mais aproveitados quando os pés não causam desconforto ou insegurança. A importância dos cuidados com os pés Embora frequentemente negligenciados, os pés carregam o peso do corpo e nos sustentam ao longo do dia. Rachaduras, calosidades, fungos e unhas encravadas não apenas causam dor, como afetam a qualidade de vida e a percepção da própria imagem. De acordo com o manual de cuidados publicado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (2022), a saúde dos pés é essencial para prevenir complicações e preservar o bem-estar físico e emocional. Essas práticas incluem: Hidratação diária: ajuda a prevenir ressecamentos e fissuras; Corte correto das unhas: evita unhas encravadas e infecções; Esfoliação periódica: remove células mortas e mantém a pele macia; Escolha de calçados adequados: impede atritos e calosidades; Visitas regulares a profissionais: podólogos ajudam a identificar e tratar problemas específicos. Assim, manter uma rotina simples de cuidados é benéfico tanto para o físico, quanto para o emocional. Um pé bem tratado não apenas evita desconfortos, mas contribui para a sensação de cuidado pessoal e autovalorização. Cuide dos pés e eleve sua autoestima São esses pequenos gestos que moldam o autocuidado e fazem toda a diferença na autoimagem. Já observou como famosas, sempre expostas na mídia, dão atenção especial a essa parte do corpo - ou, quando não, prefere escondê-las em fotos e vídeos. Então, que tal se inspirar em personalidades para caprichar na sua rotina de beleza? Com curtidas acumuladas, comentários repletos de elogios e até matérias destacando a beleza dos pés, essas cinco celebridades dão aula quando o assunto é ter um pé bem tratado e saudável. Virgínia Fonseca View this post on Instagram A post shared by Virginia Fonseca Serrão Costa (@virginia) Virgínia é uma das maiores influenciadoras da atualidade e faz parte do seu conteúdo mostrar o dia a dia nas redes sociais, incluindo os cuidados de beleza. Além de ser focada no treino e alimentação, a apresentadora não abre mão de procedimentos como bronze, massagem e, claro, pedicure. Os pés da loira ganham ainda mais destaque com as tatuagens e as sandálias de salto alto, frequentes em seus looks. Marina Ruy Barbosa View this post on Instagram A post shared by Marina Ruy Barbosa (@marinaruybarbosa) Receber elogios pela beleza é natural para a atriz Marina Ruy Barbosa. Basta uma visita às redes sociais da ruiva para conferir que ela é uma das principais escolhas das marcas de calçados, reforçando os comentários positivos que ganha sobre seus pés. Sandálias e sapatos abertos fazem parte do visual da empresária. Paula Fernandes View this post on Instagram A post shared by PAULA FERNANDES 🪄 (@paulafernandes) A cantora sertaneja Paula Fernandes aparece frequentemente quando o assunto são pés bonitos. Sem esconder essa parte do corpo, as fotos naturais postadas pela artista sempre rendem elogios de beleza e cuidado com a região. Maísa View this post on Instagram A post shared by +A (@maisa) Maísa é um dos nomes bem populares entre a geração mais jovem e também se destaca quando o assunto é autocuidado e aceitação. Fãs de sandália, a atriz não esconde os pés nos cliques – pelo contrário, sempre é elogiada. Kelly Key View this post on Instagram A post shared by Kelly Key (@oficialkellykey) Basta seguir a cantora Kelly Key nas redes sociais para conhecer seu estilo de vida focado em autocuidado. Além de dedicar boa parte do tempo à saúde e esporte, a famosa ainda dá boas dicas de beleza e sempre posta o corpo natural, incluindo os pés bem cuidados e elogiados. Faltou alguém na lista? Lembre-se que não deve haver comparação, já que cada pessoa é única, mas se inspirar a cuidar mais de si é sempre benéfico e gratificante!

