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Sabonete Barra Suave 70g – Baruel Baby

Sabonete infantil com Manteiga de Karité e Glicerina. Tem formato anatômico e é hipoalergênico.

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Suave Baruel Baby
Suave Baruel Baby

Quantidade

70 g

Benefícios

• Com manteiga de karité e glicerina
• Formato anatômico
• Hidratação delicada
• Hipoalergênico
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Cheirinho de carinho
• Ingredientes de origem natural
• Sem parabenos
• Não testado em animais
• Vegano

Dicas de Uso

Massageie o corpinho úmido do bebê, espalhando a espuma com movimentos suaves e em seguida enxágue.

Resultado

Pele hidratada e macia.

Torna o ritual do banho seguro pelo formato anatômico.

Deixa um suave cheirinho de carinho prolongado.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: PALMATO DE SÓDIO, ESTEARATO DE SÓDIO, ÁGUA, PALMISTATO DE SÓDIO, GLICEROL, AMIDO DE MILHO, PERFUME, CLORETO DE SÓDIO, ÁCIDO ETIDRÔNICO, DIÓXIDO DE TITÂNIO, ÁCIDO CÍTRICO, MANTEIGA DE KARITÉ, ÓLEO DE AMÊNDOA-DOCE, CITRONELOL, ALFA-ISOMETIL IONONA, GERANIOL, HIDRÓXIDO DE SÓDIO, CUMARINA, EDETATO TETRASSÓDICO.

INGREDIENTS: SODIUM PALMATE, SODIUM STEARATE, AQUA, SODIUM PALM KERNELATE, GLYCERIN, ZEA MAYS STARCH, PARFUM, SODIUM CHLORIDE, ETIDRONIC ACID, TITANIUM DIOXIDE, CITRIC ACID, BUTYROSPERMUM PARKII BUTTER, PRUNUS AMYGDALUS DULCIS OIL, CITRONELLOL, ALPHA-ISOMETHYL IONONE, GERANIOL, SODIUM HYDROXIDE, COUMARIN, TETRASODIUM EDTA.

Mais sobre Sabonete Barra Suave 70g – Baruel Baby

O Sabonete infantil Glicerina Suave Baruel Baby tem Manteiga de Karité e Glicerina para uma hidratação delicada. Seu formato é anatômico para não escorregar da mão durante o banho. Sua fórmula com ingredientes de origem natural é segura para a pele de bebês e crianças.

Hipoalergênico e testado oftalmologicamente e dermatologicamente, o Sabonete Barra Glicerina Suave Baruel Baby é livre de parabenos e não é testado em animais.

Sabonete em barra vegano para bebês e crianças. Com ele o cheirinho de carinho dura muito mais.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Não usar na pele irritada ou lesionada. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.

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Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos
Família

Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos

Escolher o nome do bebê é um momento especial, mas também pode rapidamente se transformar em tensão. Quando a família começa a opinar com sugestões, homenagens e tradições, o casal pode acabar se sentindo pressionado a justificar uma decisão que deveria ser íntima. Mais: o desacordo pode gerar debate inclusive entre os dois. Entender o que está por trás dessas opiniões sem abrir mão da autonomia pode ser um desafio extra na maternidade. A advogada Paloma Alves viveu isso na primeira gravidez. Ela sempre soube que, se tivesse uma menina, a filha se chamaria Isabelle. A convicção parecia inquestionável até descobrir que esperava gêmeas. Surgiu então o impasse: ela queria homenagear a avó materna, Clarice, enquanto o marido defendia o nome da própria avó, Cátia. O desacordo até virou discussão mais séria do casal. A sogra tentou ajudar: sugeriu um nome composto das avós, mas não houve acerto. Por fim, escutaram o conselho de pensar em uma terceira opção e decidiram por Esther. “Mas, na hora de registrar, ele me surpreendeu com Clarice e eu amei”, relembra a mãe das meninas de 3 anos. Por que o nome gera tanto conflito? A psicóloga Aline Carvalho explica que a escolha do nome costuma mobilizar significados emocionais profundos. O nome representa identidade, pertencimento, história e expectativas e, por isso, desperta projeções familiares, especialmente entre diferentes gerações. “O conflito não costuma ser apenas sobre o nome do bebê em si, mas sobre autonomia e reorganização dos lugares dentro do próprio sistema familiar”, afirma a profissional. Afinal, a gestação marca uma transição importante: o casal assume novas funções e passa a tomar decisões que simbolizam independência. Em famílias com limites pouco definidos, essa mudança pode gerar tensão. Emoções por trás das opiniões Para a especialista em comportamento, as interferências costumam estar ligadas a dinâmicas emocionais mais amplas. Entre elas: Tradição: que expressa a necessidade de continuidade entre gerações. Expectativas: muitas vezes associadas a tentativas inconscientes de reparar histórias passadas. Necessidade de controle: que pode surgir do medo de perder lugar ou influência. Isso porque, em momentos de grandes mudanças, como a chegada de um bebê, essas dinâmicas se intensificam. O debate sobre o nome passa a refletir dificuldades em lidar com as decisões dos pais e aceitar os ajustes dos limites familiares. Como estabelecer esses limites sem brigar O primeiro passo é comunicar o limite como um posicionamento firme e não como um pedido de aprovação dos parentes. “O casal pode expressar a decisão de forma clara, consistente e respeitosa, evitando justificativas excessivas ou disputas emocionais”, ensina a psicóloga. Manter o alinhamento entre os dois é essencial. Repetir a mesma mensagem com calma, sempre que necessário, reduz conflitos e preserva as relações, mesmo diante de divergências. Ao responder críticas ou sugestões insistentes, a orientação é acolher a intenção sem reforçar a interferência. Respostas breves, assertivas e sem carga emocional excessiva ajudam a encerrar o assunto sem escalada. Além disso, diferenciar acolhimento de concessão é uma estratégia eficaz: é possível agradecer o envolvimento dos avós e parentes e, ao mesmo tempo, reafirmar que a decisão final cabe somente aos pais daquele bebê. Quando proteger o momento Se as opiniões começam a gerar estresse durante a gestação, é fundamental priorizar a proteção da saúde mental. Algumas estratégias contribuem para a estabilidade emocional e o bem-estar materno: reduzir a exposição a conflitos; encerrar conversas invasivas; fortalecer o apoio entre o casal. Hoje, Paloma Alves olha para a história com mais serenidade. A mãe das gêmeas garante que a situação parece mais difícil quando se está grávida e que resolver tudo “na emoção” não é o melhor caminho. “Dê tempo às decisões. Você pode ouvir as opiniões, mas a escolha final é dos dois e precisa de segurança e leveza”, aconselha. Por fim, a psicóloga Aline Carvalho lembra que essa escolha é apenas a primeira de muitas decisões parentais que virão. Sendo assim, viver o momento com consciência emocional e limites bem definidos é fundamental para relações familiares mais saudáveis a longo prazo.

Meu bebê vive assado: com o que preciso me preocupar?
Assadura

Meu bebê vive assado: com o que preciso me preocupar?

Assadura é comum em bebês, mas não deve ser encarada como algo “normal” quando persiste, piora ou vem acompanhada de outros sinais. Observar a evolução da pele, os hábitos do dia a dia e a resposta aos cuidados básicos ajuda a entender quando é possível resolver em casa e quando é hora de procurar ajuda médica. A pediatra Greter Fernandez dá nome ao problema: dermatite de fralda. Na maioria das vezes, surge pela combinação de umidade, atrito, urina e fezes em contato prolongado com a pele. Uma assadura pontual não é problema, mas não melhorar ao cuidar ou reaparecer com certa frequência é sinal de alerta. Nesses casos, a persistência do quadro indica que pode haver algo além da irritação simples. Segundo a médica, a falta de resposta às medidas básicas já é motivo para observar com mais atenção, especialmente nos primeiros meses de vida, quando a pele do bebê é ainda mais sensível. De olho nos sintomas Alguns sinais indicam que a irritação ultrapassou o esperado. Entre eles estão: fissuras; crostas; secreção purulenta; sangramento; lesões que se estendem para além da área da fralda, atingindo abdome ou dobras. A ginecologista também orienta que a atenção deve ser redobrada se a assadura vier acompanhada de sintomas gerais, como: febre, vômitos persistentes, diarreia com sangue ou dificuldade de ganho de peso. Se acontecer, leve ao médico rapidamente. Por que alguns bebês vivem “assados” As trocas de fraldas são frequentes e os cuidados, certinhos, mas a tal da assadura permanece. Essa é uma queixa recorrente entre os pais e o motivo mais comum é a dermatite de contato irritativa, que gera a sequência dos episódios. Outras causas apontadas pela especialista são: infecções fúngicas, como a candidíase intertriginosa, dermatite atópica localizada e, mais raramente, psoríase inversa. Já nos quadros persistentes e resistentes, vale investigar alergia alimentar, especialmente ligada à proteína do leite de vaca. Por último, hábitos do dia a dia também influenciam diretamente a evolução da irritação, incluindo: uso frequente de lenços umedecidos com álcool, fragrâncias ou outros ingredientes irritantes; fraldas apertadas ou que retêm muita umidade; pouca ventilação da pele; limpeza agressiva. A causa exata, bem como o tratamento ideal, só podem ser confirmados por um médico, viu? Como diferenciar os tipos de assadura A dermatologista Raquel de Carvalho reforça que as assaduras não são todas iguais. Para entender o que está acontecendo, ela indica observar o padrão das lesões. Assadura comum: causa vermelhidão, está relacionada à umidade e ao atrito, e melhora rapidamente com higiene adequada e uso de pomadas de barreira. Dermatite de contato: geralmente surge após a introdução de novos produtos e provoca mais coceira do que o quadro comum, além de não poupar as “dobrinhas” do bebê. Infecção fúngica: o vermelho da pele é mais intenso, sobretudo nas dobras, com pequenas manchas vermelhas ao redor e fissuras. Há pouca resposta às pomadas comuns. Dermatite atópica: manifesta-se na área da fralda com lesões mais crônicas, extensas e com coceira em outras regiões do corpo. Independentemente do motivo, é fundamental ficar de olho para reconhecer os sinais e buscar avaliação profissional qualificada do pediatra ou dermatologista. O jeito certo de trocar a fralda Para reduzir o risco de assaduras, as especialistas recomendam: Trocar a fralda com frequência, principalmente após evacuações. Higienizar suavemente, preferencialmente com algodão e água morna ou lenços sem álcool e fragrância. Secar bem a pele, cuidando das dobrinhas. Permitir períodos sem fralda, sempre que possível. Aplicar cremes de barreira em pele limpa e seca. Evitar produtos irritantes e fraldas mal ajustadas. Também é importante lembrar que cada bebê pode ter necessidades específicas. Por isso, as consultas de rotina com o pediatra são muito importantes. Atenção especial aos casos persistentes A dermatologista Raquel de Carvalho alerta que, quando a assadura não responde ao tratamento habitual ou vem acompanhada de sintomas digestivos e cutâneos, é necessária uma investigação maior para orientar um tratamento eficaz. Já a pediatra Greter Fernandez destaca que a educação dos pais é essencial para prevenção e manejo corretos. Afinal, a monitorização parental ao longo do tempo ajuda na identificação de condições que exigem acompanhamento.

O recém-nascido dorme demais? Entenda se é normal
Sono e Soneca

O recém-nascido dorme demais? Entenda se é normal

Nos primeiros dias em casa, muitos pais se assustam ao perceber que o recém-nascido parece passar mais tempo dormindo do que acordado. É comum baterem as dúvidas: será que existe um período considerado normal? Devo acordar meu bebê para mamar? Spoiler: não precisa de tanta preocupação. O pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, garante que dormir bastante faz parte do desenvolvimento esperado nessa fase inicial da vida. “Das 24 horas do dia, o recém-nascido tende a dormir entre 16 e 20 horas, com despertares para mamar”, esclarece. E aí: quando o sono é considerado normal? Apegar-se ao relógio nem sempre é o melhor caminho. Além das horas dormidas, o médico destaca que o comportamento do bebê quando está acordado também importa. Isso porque um recém-nascido saudável costuma: acordar para mamar; sugar bem; reagir aos estímulos. Também é recomendado observar o contexto: molhar várias fraldas por dia e ganhar peso adequadamente são ótimos indicadores de que tudo está dentro do previsto. Se isso estiver acontecendo, os pais e cuidadores podem ficar tranquilos: o sono é fisiológico. É preciso acordar para mamar? Segundo o especialista Luis Bonilha, pode ser necessário acordar o bebê para mamar nas primeiras semanas de vida, caso ele passe muitas horas sem se alimentar. Essa orientação costuma valer até que o recém-nascido apresente bom ganho de peso, acompanhado nas consultas regulares com profissionais. “A puericultura é o acompanhamento periódico feito pelo pediatra para avaliar crescimento e desenvolvimento. Manter a frequência nessas consultas é essencial para garantir que tudo esteja evoluindo como esperado”, orienta. Esses encontros também são fundamentais para definir abordagens individualizadas. Por exemplo, esclarecer o intervalo entre cada mamada e saber quando se deve (ou não) interromper o sono para realizar a amamentação. O sono como sinal de alerta Na maioria das vezes, dormir muito é normal, mas o pediatra Luis Bonilha sugere avaliação médica quando o bebê: não acorda para mamar; mama pouco; fica muito “molinho”; não ganha peso. Esses sinais devem ser relatados em consultório para uma investigação mais detalhada, se necessário. A melhor estratégia e o segredo para observar o cenário sem ansiedade envolvem ter um profissional de confiança por perto. “A puericultura dá tranquilidade às famílias e ajuda a identificar precocemente qualquer alteração”, reforça o médico.

É normal o bebê chorar muito? O que saber sobre isso
Choro

É normal o bebê chorar muito? O que saber sobre isso

O choro faz parte do desenvolvimento do bebê, especialmente nos primeiros meses de vida. Nem todo choro é igual e entender os padrões ajuda os cuidadores a saberem quando é algo esperado ou se merece mais atenção. Frequência, intensidade e sinais são pontos importantes para diferenciar o que é rotineiro de algo a ser investigado. Nos primeiros meses, é esperado que o bebê chore mais, sobretudo entre a quarta e a sexta semana de vida, com melhora gradual até os três ou quatro meses. Afinal, o choro é a principal forma de comunicação dele para expressar necessidades e desconfortos, como fome, sono ou excesso de estímulos. A pediatra Greter Fernandez explica que, dentro desse período, existe inclusive um padrão clássico para definir o choro excessivo, conhecido como cólica do lactente. É a chamada “regra dos 3s”: choro por mais de 3 horas por dia, em pelo menos 3 dias da semana, por 3 semanas consecutivas, em bebês saudáveis e com ganho de peso adequado. Por que alguns bebês choram mais As causas do choro frequente são multifatoriais e nem sempre estão ligadas a doenças. Entre os motivos mais comuns listados pela médica estão: necessidades básicas não atendidas, como fome, fralda suja, frio, calor ou sono; cólicas relacionadas à imaturidade do sistema gastrointestinal e neurológico; fatores psicossociais, como o ambiente e a interação entre cuidador e bebê, intolerâncias alimentares, como a alergia à proteína do leite de vaca; mais raramente, condições orgânicas (refluxo gastroesofágico patológico, infecções ou dores específicas são alguns exemplos). A enfermeira obstetra e educadora perinatal Emanuela Gomes destaca também que nem sempre o choro tem uma causa óbvia. Pode ser desde uma etiqueta de roupa incomodando até a necessidade de colo. Tem bebê que só se acalma ao ouvir a batida do coração da mãe, um som que ele reconhece desde a gestação, por exemplo. Choro normal ou sinal de dor O choro considerado normal costuma ser episódico, aparece mais no fim do dia, pode ser consolado com estratégias simples e não vem acompanhado de outros sintomas. Já quando há dor ou algum problema de saúde, o comportamento tende a ser diferente. Para não ter dúvidas, as profissionais recomendam observar os seguintes sinais: vermelhidão facial intensa; respiração irregular ou acelerada; retração dos membros; arqueamento do corpo; irritabilidade contínua que não melhora com o cuidado do adulto; alterações na alimentação; vômitos persistentes, febre e dificuldade para ganhar peso. A pediatra Greter Fernandez indica avaliação médica imediata em casos de febre superior a 38°C, vômitos com biles, letargia, sangramentos e quadros neurológicos, como convulsões ou abaulamento da fontanela – popularmente chamada de “moleira estufada”. Como lidar com a cólica do lactente Apesar de angustiante, a cólica do lactente é um diagnóstico clínico de exclusão, ou seja, que descarta condições mais sérias, e tende a melhorar com o amadurecimento do bebê. Os episódios podem surgir logo nas primeiras semanas de vida do recém-nascido e atingir o pico entre seis e oito semanas, com piora do quadro, principalmente, no final do dia. Contudo, essa causa necessita de tempo para ser confirmada. Nesse sentido, a enfermeira obstetra Emanuela Gomes reforça que, nos primeiros 15 dias do bebê, o choro não costuma ser causado por cólica. “O recém-nascido ainda está se adaptando ao mundo fora do útero e chora porque é sua única forma de expressão. Chás ou medicamentos sem prescrição são precoces e contraindicados”, pontua. Entre as estratégias não farmacológicas que podem ajudar estão: colo; contato pele a pele; embalo rítmico; sucção não nutritiva; banho morno; massagem abdominal; cuidado com o ambiente, evitando excesso de luz e barulho. Rotina, ambiente e apoio fazem diferença Criar uma rotina previsível, respeitando o ritmo do bebê, ajuda a reduzir o estresse ao longo do dia. Cada criança reage de forma diferente aos estímulos e essa sintonia se constrói com o convívio diário, sem comparações ou rótulos precoces. As especialistas entrevistadas ponderam que erros comuns, geralmente feitos por cansaço ou desespero, como oferecer fórmula sem necessidade nos primeiros dias, também podem piorar o desconforto do bebê. O estômago do recém-nascido é pequeno e a oferta excessiva pode causar mais mal-estar do que alívio.

Meu filho quer copiar o cabelo dos amigos. Devo deixar?
Penteados e Produtos

Meu filho quer copiar o cabelo dos amigos. Devo deixar?

Quando o filho pede para fazer o cabelo igual ao dos outros meninos que convive, alguns pais podem se sentir bastante incomodados. A reação costuma vir carregada de julgamentos: “acho feio”, “isso não combina” ou “não gosto desse estilo”. Mas, para a criança, o corte pode significar muito mais do que moda e estética. Flávia Magalhães, empresária e mãe de um menino de 10 anos, viveu essa situação durante a Copa do Mundo de 2022, quando os colegas começaram a copiar os cortes dos jogadores e o filho quis fazer o mesmo. Ela conta que já imaginava que isso aconteceria em algum momento, lembrando da fase em que seu irmão mais novo quis usar o famoso moicano do Neymar. “Há muito tempo é moda copiar o cabelo de jogadores famosos e a Copa amplia isso. Querer fazer um corte com os amigos também pode ter relação com se sentir parte daquele grupo e acho isso bacana”, comenta a mãe. Ela conta que torceu o nariz para alguns estilos, mas acha importante que o menino tenha essa experiência. Pertencimento e identidade Segundo a psicóloga Ana Paula Martins, especialista em educação, a forma de se vestir (e de cortar o cabelo) desempenha papel fundamental na formação da identidade e da autoestima infantil. Isso porque a maneira como a criança se apresenta influencia também como ela se enxerga e como é vista pelo meio em que vive. “Na infância e adolescência, o desejo de copiar colegas pode ser visto como uma fase social normal. Imitar roupas, cortes ou até falas representa, emocionalmente, a busca por aceitação, segurança e pertencimento ao grupo social”, explica a profissional. Fatores externos ajudam a consolidar esse movimento. Normas de pertencimento e referências do ambiente destacam o grupo ao qual a criança quer se vincular, reforçando símbolos visuais (e de aparência) como forma de integração. Nunca diga que é feio Para a especialista, classificar como “feio” algo que o filho gosta pode ter impacto negativo no desenvolvimento emocional. Esse tipo de fala tende a comprometer a autoestima e o senso de identidade, afetando a forma como o garoto passa a se perceber. Portanto, evite: Rotular como “feio”. Desqualificar o gosto da criança. Ironizar ou ridicularizar. Em vez disso, prefira: Perguntar o motivo da escolha. Validar o sentimento antes de opinar. Explicar seus valores com respeito. “O equilíbrio não está entre liberar ou negar tudo, mas em criar um espaço de diálogo sobre valores familiares, negociação e responsabilidade pelas próprias escolhas. A autonomia se sustenta de forma saudável quando há escuta e acolhimento”, reforça a psicóloga Ana Paula Martins. Até onde permitir De forma prática, vale ceder quando o pedido não oferece nenhum perigo. A especialista lembra que o aprendizado vem das vivências e fortalece o desenvolvimento ao longo do crescimento. Nesse sentido, os pais podem avaliar se: a escolha oferece risco físico ou psicológico; fere valores fundamentais da família; é apenas uma experimentação estética temporária; gera espaço para negociação e responsabilidade. A mãe Flávia Magalhães seguiu essa linha ao orientar o filho a escolher com consciência, lembrando que o cabelo levaria um tempo para crescer e não seria possível “colar de volta”. Ainda assim, incentivou a experiência porque, como diz, cabelo cresce e permitir essas escolhas também constrói memórias da infância.

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?
Troca e Fraldas

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?

O cheirinho de talco é uma das maiores lembranças da infância e, durante anos, o produto foi parte essencial da troca de fraldas. De uns tempos para cá, com o avanço das orientações médicas, a recomendação tem sido ajustada. A segurança na aplicação e a quantidade de produto utilizada são alguns dos pontos que despertam dúvidas. Para o pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, o talco em pó não precisa mais fazer parte da rotina dos bebês, especialmente os pequeninos, pelo risco respiratório. Isso porque algumas partículas podem ser inaladas involuntariamente durante a aplicação. Possíveis irritações na pele também entram como motivo para evitá-lo. Exagerar na quantidade é problema Em excesso, o uso de talco pode ser ainda mais crítico. É comum pensar que mais talco pode ajudar quando a pele está machucada ou úmida. No entanto, a abundância tende a piorar os quadros. Nesses casos, o ideal é reforçar a higiene adequada, garantir boa secagem da região e utilizar pomadas de barreira, quando necessário. Para saber se exagerou na dose, o médico dá uma dica simples: observe se o produto está acumulado nas dobrinhas da pele do bebê. Além disso, usar uma perceptível grande quantidade em cada troca é mais um sinal que denuncia exagero. “Caso haja indicação de uso, a orientação é aplicar apenas uma camada fina e sempre com orientação do pediatra, o que geralmente é feito nas consultas de puericultura”, ressalta o especialista. Sinais de alerta A dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, reforça que a pele do bebê é muito mais fina e sensível do que a do adulto. Por isso, muito talco pode ressecar a região, alterar a barreira natural da pele e favorecer irritações. “Alguns pós contêm fragrâncias ou conservantes que podem desencadear dermatite de contato, com vermelhidão e desconforto”, alerta a médica. Entre os sinais de que o produto pode estar fazendo mal ao bebê estão: vermelhidão persistente; descamação ou aspecto esbranquiçado da pele; pequenas bolinhas ou placas irritadas; aumento da sensibilidade ao toque; choro durante a troca de fraldas. Em quadros mais intensos, podem surgir fissuras ou áreas inflamadas, especialmente nas dobrinhas. Cautela do começo ao fim O cuidado deve começar na hora de escolher o talco, caso haja liberação do pediatra para utilizá-lo. Segundo a dermatologista, há diferenças entre os tipos de pó, como produtos à base de talco mineral e à base de amido (milho ou arroz). “Mesmo as versões consideradas ‘infantis’ devem ser usadas com cautela, sobretudo quando contêm perfume, corantes ou múltiplos aditivos”, alerta a especialista Maria Carolina Corsi. Outro ponto importante é que o pó pode acumular nas dobras da pele e se misturar com a umidade, formando uma pasta que aumenta o atrito local. O excesso acaba: retendo umidade; dificultando a ventilação da região; causando assaduras; favorecendo infecções por fungos e bactérias. Troca de fraldas eficiente Para prevenir assaduras sem recorrer ao talco, a base dos cuidados é simples: trocar a fralda com frequência; limpar suavemente com água morna ou lenços sem fragrância; secar bem, sem esfregar; permitir que a pele “respire” alguns minutos, sempre que possível. Caso surjam assaduras frequentes ou lesões que não melhoram em poucos dias, a recomendação é procurar avaliação médica.

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