Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
Logo Tenys Pé

Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés aerossol com cânfora. Combate fungos e bactérias. Sensação calmante e refrescante.

Comprar
Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 110g / 150ml
Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 110g / 150ml
Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 110g / 150ml
Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 110g / 150ml

Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar Tenys Pé Canforado Aerossol.

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Resultado

Pés protegidos contra 99% dos fungos e bactérias e livres do mau odor.

O aerossol não deixa resíduos nos pés e ainda pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Ingredientes

INGREDIENTS: ALCOHOL, BUTANE, ISOBUTANE, PROPANE, CAMPHOR, AQUA, PARFUM, BENZALKONIUM CHLORIDE, BENZYL SALICYLATE, SODIUM NITRITE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL, CITRAL.

Mais sobre Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol elimina o mau odor. Por conter álcool pode ser usado inclusive para higienizar a sola dos calçados.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Não utilizar durante a gravidez. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos.
Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

Compartilhar

Descubra

Outros produtos Conhecer todos

Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

Ver mais perguntas

Conheça o Universo do Pé

A importância do diagnóstico correto na podologia
Podologia e Podólogos

A importância do diagnóstico correto na podologia

A podologia vem ganhando cada vez mais reconhecimento como uma área essencial para a promoção da saúde e bem-estar. No entanto, um ponto crucial dentro dessa prática é o diagnóstico correto, que deve sempre antes de qualquer tipo de tratamento. Muitas condições que afetam os pés apresentam sintomas semelhantes, como por exemplo alterações de cor das unhas, espessura ou descamação da pele, dor em pontos do pé etc. Um exemplo clássico é a dificuldade em diferenciar uma micose de unha de uma psoríase ungueal ou mesmo de um trauma. Se não houver uma avaliação precisa, corre-se o risco de utilizar produtos inadequados, o que pode até agravar o quadro.   O diagnóstico correto permite ao podólogo: Identificar a real causa do problema: diferenciando alterações superficiais de condições mais profundas ou sistêmicas. Definir o tratamento adequado: seja o uso de órteses, ácidos, técnicas corretivas, hidratação intensa ou mesmo o encaminhamento para avaliação médica. Acompanhar a evolução do paciente: comparando resultados com base em parâmetros confiáveis. Transmitir segurança e credibilidade: mostrando ao paciente que há ciência e responsabilidade em cada conduta adotada. É importante lembrar que a podologia não atua apenas de forma curativa, mas também preventiva, ajudando a evitar complicações futuras e proporcionando qualidade de vida. O diagnóstico bem realizado é o elo que garante essa prevenção, permitindo intervenções no momento certo e de maneira personalizada. Ou seja, sem diagnóstico não existe tratamento de qualidade. É a avaliação detalhada que transforma a prática podológica em um cuidado completo, seguro e individualizado, promovendo saúde, alívio da dor e confiança aos pacientes.

Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?
Cuidado Diário

Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?

O cuidado prévio é uma das principais medidas de prevenção para o pé diabético, uma complicação grave e evitável. O autoexame diário, simples e rápido, pode fazer diferença entre uma pequena ferida e uma infecção severa. Segundo a endocrinologista Patrícia Gomes, diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), o excesso de glicose no sangue é capaz de danificar os nervos e os vasos dos pés, levando à perda de sensibilidade. “Quem tem diabetes pode não perceber ferimentos e há chance de isso evoluir para infecções graves e até amputações. O autoexame diário permite detectar precocemente qualquer alteração e agir rapidamente”, explica a médica. Quem tem a mesma opinião é a também endocrinologista Lorena Amato, doutora pela USP. Para ela, o autoexame é uma prática indispensável entre os pacientes diabéticos, mesmo os que não apresentam alterações aparentes. “Todos devem olhar os pés diariamente. Quem tem dificuldade de se abaixar pode usar um espelho ou pedir ajuda. Se notar vermelhidão, ferida ou calor diferente em alguma área, deve procurar um médico imediatamente”, orienta a especialista. O que observar nos pés Durante o autoexame diário, é essencial procurar por alterações visíveis e sutis. As profissionais destacam principalmente: Feridas, bolhas, rachaduras ou cortes, mesmo que pequenos; Mudanças na coloração da pele, como vermelhidão, manchas escuras ou palidez; Áreas mais quentes ou mais frias do que o normal; Unhas encravadas, deformadas ou com micose; Calosidades e espessamento da pele. Se houver qualquer sinal de alteração, a avaliação médica deve ser imediata, afinal, o tempo é um fator determinante para evitar infecções, sobretudo em diabéticos. Atenção à sensibilidade Lorena Amato ressalta que um dos primeiros sinais de risco é a perda da sensibilidade, chamada de neuropatia periférica, que pode surgir aos poucos, com sintomas como: Formigamento, queimação ou dormência; Sensação de “andar em algodão”; Dificuldade em perceber calor, frio ou dor. Já Patrícia Gomes observa que uma maneira simples de testar é tocar diferentes partes dos pés com os dedos ou com um algodão. “Se a pessoa não sentir o toque ou não perceber diferença entre um pé e outro, é fundamental procurar avaliação médica.” Passo a passo do autoexame Além de observar, é importante saber como fazer o exame de maneira correta e segura. Abaixo, as endocrinologistas ensinam: Escolha um local bem iluminado e sente-se confortavelmente; Use um espelho para ver a planta dos pés ou peça ajuda a alguém; Examine entre os dedos e ao redor das unhas; Verifique se há feridas, bolhas ou secreções; Mantenha os pés sempre limpos, secos e hidratados (sem creme entre os dedos); Corte as unhas no formato reto e evite remover cutículas ou calos em casa; Nunca ande descalço, nem dentro de casa. Esses cuidados diários, somados ao acompanhamento profissional, reduzem o risco de complicações e melhoram a circulação e a cicatrização. De acordo com Lorena, controlar o diabetes é o primeiro passo para prevenir quaisquer complicações. “Quanto melhor for o controle da glicemia, menor o risco de desenvolver neuropatia e alterações circulatórias”, reforça. Ela ainda recomenda o uso de meias de algodão e sem costura, além de calçados confortáveis, sem pontos de atrito na pele. E alerta: fatores como tabagismo, má circulação, deformidades nos pés e sapatos inadequados aumentam o risco de complicações. Um alerta importante: as duas especialistas reforçam que o pé diabético é evitável em grande parte dos casos. “Entre 50% e 70% das amputações não traumáticas estão relacionadas ao diabetes, e muitas poderiam ser evitadas com informação e cuidado”, conclui Lorena.

10 hábitos diários que podem causar frieira
Frieira e Micose

10 hábitos diários que podem causar frieira

A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia. Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta. Práticas que favorecem a frieira A verdade é que atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais: 1. Ficar com o pé molhado ou suado por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios; 2. Usar o mesmo sapato todos os dias, sem dar tempo para secar e arejar; 3. Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente, acumulando umidade; 4. Não secar o vão entre os dedos depois do banho, deixando a pele molhada na região mais crítica; 5. Andar descalço em lugares úmidos e coletivos, como academias, piscinas, clubes ou vestiários; 6. Compartilhar toalhas, meias ou calçados com outras pessoas; 7. Usar sapatos muito apertados ou de material sintético, que não deixam o pé respirar; 8. Não trocar calçados molhados depois de pegar chuva ou suar excessivamente; 9. Ignorar pequenos machucados ou rachaduras, que funcionam como porta de entrada para o fungo; 10. Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos, sem exposição ao sol ou ventilação. A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção. Calor e umidade pioram o problema A médica esclarece que o ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados. “O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água. Grupo de risco e sinais de alerta Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São: Pessoas que transpiram excessivamente nos pés (com diagnóstico de hiperidrose); Atletas e esportistas que passam longas horas usando tênis fechados; Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios; Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível. Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento. Fique atento ao seguinte: Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos; Coceira leve que pode piorar com o tempo; Sensação de ardência ou mau cheiro; Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar. Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas. Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença. “Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz. Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.

Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde
Inchaço e Edema

Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde

Nos dias quentes, é comum sentir os pés e as pernas mais pesados, quentes e inchados. O fenômeno, que pode causar incômodo e até dor, tem explicação fisiológica: as altas temperaturas provocam dilatação dos vasos sanguíneos, o que facilita o acúmulo de líquidos e dificulta o retorno do sangue ao coração. Conforme explica o cirurgião vascular Joé Sestello, diretor-presidente da Unimed de Nova Iguaçu, sob sol escaldante, o organismo reage automaticamente para tentar equilibrar a temperatura corporal. Como consequência, os membros podem aumentar de volume. “Os pés incham no calor porque os vasos se dilatam para ajudar o corpo a se resfriar. Esse controle é automático, mas o líquido que deveria circular acaba se acumulando, dificultando o retorno venoso e provocando o edema”, especifica o especialista. Quem sofre mais com o inchaço no calor O edema é mais frequente entre certos grupos da população. “As pessoas que mais sofrem com o inchaço em dias quentes são as crianças e os idosos. No caso dos idosos, a desidratação é um agravante comum”, aponta o médico. Além disso, o sobrepeso e o sedentarismo são fatores de risco. A falta de movimento e a pouca ativação muscular dificultam a circulação, enquanto o sobrepeso aumenta a pressão nas pernas e agrava o quadro. De maneira geral, o problema não deve (ou deveria) ser visto apenas como estético ou passageiro. “O inchaço não é somente um desconforto. Pode indicar um problema circulatório sério, principalmente quando associado ao uso de determinados medicamentos para pressão”, alerta o cirurgião. Hábitos que ajudam a aliviar o inchaço Nos dias de calor intenso, é essencial reforçar alguns cuidados para manter o equilíbrio circulatório e evitar o acúmulo de líquidos. Joé Sestello recomenda: Beber bastante água para manter a hidratação e ajudar na circulação; Evitar roupas e calçados apertados que prejudicam o retorno venoso; Manter uma rotina de exercícios físicos leves após avaliação médica; Controlar fatores como pressão arterial, colesterol e triglicerídeos; Evitar automedicação ou manipulação de pequenas feridas nos pés. A elevação das pernas por algum tempo pode ajudar a melhorar a circulação, mas isoladamente não resolve. “Só elevar não é suficiente. É preciso adotar um conjunto de medidas, como hidratação, atividade física e controle clínico, para melhorar o retorno do sangue ao coração”, avisa o médico. Outro ponto de atenção são as meias elásticas, cujo uso pede cautela. Embora sejam aliadas no tratamento de problemas circulatórios, devem ser usadas apenas com orientação médica. “Se a compressão for inadequada, o edema pode piorar”, alerta o vascular. Quando o inchaço pede atenção médica Vale ressaltar que nem todo inchaço é benigno e o formato do edema pode dizer muito sobre a causa. “Se aparece em uma única perna ou nas duas, já é motivo suficiente para procurar o especialista. Não espere o surgimento de complicações”, adverte o cirurgião. Ou seja, a avaliação profissional é essencial para identificar se o problema está ligado à circulação, ao uso de medicamentos ou a outras condições, como retenção de líquidos e doenças vasculares. A prevenção e o diagnóstico precoce são as melhores estratégias para evitar complicações. Incômodo que vai além do calor A especialista em finanças Tatiana Cortes, de 34 anos, conhece bem o desconforto que o calor pode causar. “Sinto meus pés e pernas mais pesados, quentes e inchados, especialmente no fim do dia”, conta. O problema se agrava quando Tatiana passa muito tempo em pé ou sentada. “Piora em dias muito quentes ou quando caminho longas distâncias", diz. Para aliviar, ela criou uma rotina de autocuidado: elevar as pernas, fazer compressas frias, massagear os pés e beber bastante água. O acompanhamento médico foi crucial e trouxe mais segurança. “Procurei um vascular e ele explicou que o calor e a má circulação podem agravar o inchaço. Desde então, comecei a fazer drenagem linfática e percebi melhora.” Nos dias quentes, ela mantém hábitos que fazem diferença: “Uso sapatos leves, evito roupas apertadas, deixo os pés arejados e procuro me movimentar. Bebo pelo menos dois litros de água e faço drenagem semanalmente. Aprendi a não ignorar o desconforto, porque o inchaço constante pode indicar algo circulatório. Hoje presto muito mais atenção aos sinais do corpo”, finaliza.

Joanete: o que há por trás da formação no pé?
Joanete

Joanete: o que há por trás da formação no pé?

O joanete ou halux valgo é uma deformidade que afeta a articulação na base do dedão do pé e causa uma protuberância óssea que pode resultar em dor e desconforto, principalmente ao usar calçados inadequados. Mais comum em mulheres, a condição pode ser agravada por fatores genéticos, hábitos diários e até problemas de saúde. A verdade, porém, é que a ocorrência de joanete é multifatorial. “Pode ser provocado pelo uso excessivo de calçados inadequados e, também, por outras condições de saúde, como artrite reumatoide, sequelas de AVC, lesões neurológicas, pé chato e traumas prévios”, esclarece o ortopedista João de Oliveira Camargo Neto, sócio titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Como se forma O joanete ocorre devido ao desalinhamento progressivo da articulação do hálux (dedo maior do pé), que leva à protuberância característica do quadro. Mas o que faz essa articulação desalinhar? Os principais fatores incluem: Uso de calçados inadequados: os sapatos com salto alto ou bico fino são os principais vilões, porque aumentam a pressão nos dedos e acabam forçando o desalinhamento do dedão; Condições prévias: doenças como artrite reumatoide e lesões neurológicas podem, por si só, enfraquecer a articulação e predispor ao problema; Fatores genéticos: as mulheres com casos de joanete na família têm maior risco de desenvolver a deformidade por conta da hereditariedade; Pé chato: neste caso, como toda a sola do pé toca o chão ao pisar, essa a condição altera a distribuição do peso nos pés e acaba por desalinhar; Traumas: algumas lesões nos pés podem levar a alterações permanentes na estrutura óssea. Sintomas e impacto na qualidade de vida O joanete pode apresentar sintomas variados, dependendo do estágio da deformidade. Em casos leves, por exemplo, pode ser assintomática. Em estágios avançados, é comum que surjam alguns transtornos, como: Dor e desconforto, principalmente ao caminhar ou usar calçados apertados; Inflamação e vermelhidão na área da protuberância óssea; Dificuldade para usar certos calçados, já que a pressão nos dedos se torna intolerável; Rigidez articular, quando o movimento do dedão pode estar comprometido. “O desconforto com o uso de calçados é uma das principais queixas que levam os pacientes a buscar tratamento”, observa o médico. Como prevenir a joanete Embora nem sempre seja possível evitar o desenvolvimento do joanete, especialmente em casos com predisposição genética, algumas medidas preventivas podem reduzir o risco ou minimizar sua gravidade, tais como: Evitar o uso prolongado de salto alto e sapatos de bico fino; Manter uma rotina de exercícios físicos regulares, que fortaleçam os músculos e articulações dos pés; Escolher calçados confortáveis e de formato adequado, que garantam espaço para os dedos se moverem naturalmente; Monitorar fatores de risco, visto que pessoas com histórico familiar devem ficar atentas logo aos primeiros sinais. Tratamentos disponíveis O tratamento para joanete ou hálux valgo varia conforme a gravidade e os sintomas apresentados. Se a condição estiver no estágio inicial, o manejo conservador é geralmente suficiente para aliviar o desconforto e até evitar que progrida. Nesse primeiro momento, os médicos costumam considerar a troca de calçados para modelos ortopédicos, pois reduzem a pressão na área e dão mais conforto. Também podem optar pelo uso de órteses e espaçadores, conhecidos por ajudarem a alinhar o dedão e corrigir a postura do pé durante a caminhada. Ainda podem recorrer à fisioterapia, com exercícios para fortalecimento da musculatura, proporcionando melhoria à mobilidade articular. Nos casos mais graves, em que a deformidade está avançada e a dor persiste, pode ser necessária a intervenção cirúrgica. “A cirurgia é indicada principalmente quando há desconforto severo ou o joanete limita o uso de calçados e a realização de atividades diárias”, explica o especialista. Outro detalhe: apesar de frequentemente associado às questões estéticas, o joanete é uma condição médica que pode ter impacto significativo na mobilidade e na qualidade de vida do paciente. Por essa razão, é importante buscar orientação médica logo ao identificar os primeiros sinais.

Neuroma de Morton: saiba o que é, como evitar e tratamentos
Neuroma de Morton

Neuroma de Morton: saiba o que é, como evitar e tratamentos

O Neuroma de Morton é uma condição que causa dor na parte da frente do pé, especialmente entre o terceiro e quarto dedos, com o aumento de volume de um nervo localizado entre os ossos metatarsos. “Esse inchaço é geralmente provocado por sobrecarga crônica e tem os sapatos de salto alto e bico fino como grandes vilões da história, pois causam pressão excessiva nessa região”, aponta o ortopedista André Donato Baptista, especialista em cirurgia de pé e tornozelo. Sintomas incluem sensação de formigamento Além da dor intensa, o Neuroma de Morton provoca sensações de formigamento e até choques nos dedos e no peito do pé, principalmente quando a pessoa usa calçados mais apertados. Aí surge a dúvida: como saber que o pé está formigando e não outra situação? Neste caso, deve-se observar se há uma leve dormência, acompanhada por pontadas na pele e perda momentânea da sensibilidade. A advogada aposentada Vanda Lopes Alves, 65 anos, de São Paulo, descreve a sensação. “Parecia uma queimação, como se estivesse pisando em uma pedrinha”, conta ela, que foi diagnosticada com Neuroma de Morton há cinco anos. Como prevenir o Neuroma de Morton Para reduzir o risco de desenvolver a condição, o ortopedista André Donato Baptista recomenda: Use calçados confortáveis. Evite sapatos de bico fino e saltos altos, preferindo os modelos de, no máximo, 4 a 5 centímetros de elevação Alongue-se. Exercícios regulares de alongamento para as panturrilhas ajudam a diminuir a pressão na frente do pé. Aposte na distribuição de peso. Manter um bom suporte nos pés através de sapatos adequados reduz o impacto direto na região. Tratamento indicado para Neuroma de Morton “O tratamento envolve medidas que aliviam a pressão sobre o neuroma: usar calçados confortáveis, tomar medicação anti-inflamatória, fazer fisioterapia, usar palmilhas e até mesmo realizar infiltrações de corticoide”, detalha o médico. Se todas essas medidas falharem, a cirurgia para a retirada do neuroma pode ser indicada. Vanda Lopes Alves, após tentativas com tratamentos conservadores, optou pela cirurgia. “A recuperação levou algumas semanas e exigiu fisioterapia, mas finalmente me vi livre das dores”, relata. Ela revela que, desde então, passou a evitar sapatos de salto e mantém o conforto como prioridade. Mas a cirurgia cura mesmo? Segundo o ortopedista, sim. A intervenção cirúrgica é um tratamento definitivo para o problema. Por outro lado, em alguns casos, mesmo que as demais opções terapêuticas não curem, podem ser suficientes. A importância de cuidar dos pés O Neuroma de Morton é uma condição que pode ser prevenida com alguns cuidados simples, mas que precisam ser escolhas diárias durante toda a vida. Por exemplo, optar por calçados adequados e perceber os sinais do corpo são medidas essenciais para proteger os pés de problemas futuros. Nesse sentido, Vanda deixa um recado para as mulheres que sofrem com o desconforto dos saltos: “O que é bonito hoje, amanhã pode ser motivo de cirurgia e dores. O desconforto nunca está na moda”. Embora em alguns casos o sapato alto seja visto como obrigatório, relatar as dores decorrentes do uso ao ortopedista pode ajudar a identificar o problema e conseguir um laudo médico, suficiente para a troca do calçado, mesmo no ambiente de trabalho. Ou seja, com prevenção e tratamento adequado, é possível controlar e até eliminar os sintomas, mantendo os pés saudáveis e livres de dores no dia a dia.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções