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Condicionador e Máscara Crespinhos Divertidos 300ml – Baruel Kids

Condicionador + Máscara 2x1 Baruel Kids Crespinhos Divertidos é ideal para as meninas que querem uma super nutrição e hidratação em cada fio.

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Quantidade

300 ml

Fragrância

Crespinhos Divertidos

Benefícios

• Super nutrição, hidratação em cada fio
• Mantém a curvatura natural do cabelo 3B a 4C
• Dermatologicamente testado
• Óleo de Coco (fios nutridos, com brilho e reduz o frizz)
• Aloe Vera (cabelos macios e leves)
• Pró-Vitamina B5 (cabelos fortes e saudáveis)
• Crespos hidratados e macios
• Cheirinho de banho gostoso
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Após utilizar o shampoo, coloque nas mãos uma quantidade do produto e aplique-o diretamente nos cabelos molhados. Espalhe por toda extensão dos fios, concentrando mais nas pontas. Deixe agir por 30 segundos e enxágue bem.

Para efeito máscara, deixe agir por mais tempo, entre 2 a 3 minutos. Em seguida, enxágue bem.

Resultado

Condicionador para cabelos crespos, ideal para as meninas a partir dos 3 anos, deixando os crespinhos com um delicioso cheirinho de banho gostoso doce, após um dia de muita brincadeira.

Ingredientes

INGLÊS: AQUA, CETEARYL ALCOHOL, CETYL ALCOHOL, STEARAMIDOPROPYL DIMETHYLAMINE, GLYCERIN, PARFUM, HYDROXYETHYLCELLULOSE, STEARALKONIUM CHLORIDE, SODIUM BENZOATE, AMODIMETHICONE, POTASSIUM SORBATE, GUAR HYDROXYPROPYLTRIMONIUM CHLORIDE, DISODIUM EDTA, TOCOPHERYL ACETATE, LACTIC ACID, PANTHENOL, COCOS NUCIFERA OIL, ALOE BARBADENSIS LEAF EXTRACT.

PORTUGUÊS: ÁGUA, ÁLCOOL CETEARÍLICO, ÁLCOOL CETÍLICO, ISOESTEARAMIDOPROPIL DIMETILAMINA, GLICEROL, FRAGRÂNCIA, HIETELOSE, CLORETO DE ESTEARALCÔNIO, BENZOATO DE SÓDIO, AMODIMETICONA, SORBATO DE POTÁSSIO, CLORETO DE GUAR HIDROXIPROPILTRIMÔNIO, EDETATO DISSÓDICO, ACETATO DE TOCOFERILA, ÁCIDO LÁCTICO, PANTENOL, ÓLEO DE COCO, EXTRATO DA FOLHA DE ALOE VERA.

Mais sobre Condicionador e Máscara Crespinhos Divertidos 300ml – Baruel Kids

Condicionador + Máscara 2x1 Baruel Kids Crespinhos Divertidos é ideal para as meninas que querem uma super nutrição e hidratação em cada fio.

Deixa os crespinhos hidratados e macios com um delicioso cheirinho de banho gostoso doce, após um dia de muita brincadeira.

A fórmula do Condicionador + Máscara 2x1 Baruel Kids Crespinhos Divertidos tem Óleo de Coco que promove fios nutridos, com brilho e redução do frizz. Tem também Aloe Vera para deixar os fios macios e leves, além da Pró-Vitamina B5, responsável por manter os cabelos fortes e saudáveis.

Mantém a curvatura natural do cabelo 3B a 4C.

Produto vegano e não testado em animais.

O cheirinho de suor sai, o cheirinho de banho tomado fica!

A infância pede suor!

Baruel Kids acredita que a infância pede movimento e celebra o suor que vem do viver e ser criança. Com a linha completa de cuidados Baruel Kids, os seus filhos podem brincar à vontade. Os cabelos ficam livres do cheiro de suor e ganham um frescor que dura o dia inteiro, garantindo que a liberdade de ser criança nunca acabe.

Recomendações

O produto deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com os olhos. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico.

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Perguntas frequentes

Os produtos Baruel Kids são indicados para uso a partir dos 3 anos.

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Rotina de sono: 5 erros mais comuns de pais novatos
Sono e Soneca

Rotina de sono: 5 erros mais comuns de pais novatos

Organizar o sono de um bebê parece simples na teoria, mas costuma ser um dos maiores desafios para pais de primeira viagem. Na tentativa de ajudar, muitos acabam adotando hábitos que, sem perceberem, dificultam o adormecer e a consolidação do sono. A boa notícia é que ajustes pontuais e consistentes podem fazer grande diferença. “Alguns deslizes se repetem com frequência nas famílias que estão começando essa jornada. Eles envolvem desde ambiente inadequado até expectativas irreais sobre o ritmo biológico da criança”, observa a otorrinolaringologista Saramira Bohadana, especialista em sono infantil do Grupo Santa Joana. De acordo com a médica, o sono não se ajusta de forma imediata e exige previsibilidade para amadurecer. No entanto, é comum que, nos primeiros meses, os pais e cuidadores tenham dificuldade em entender que se trata de um processo. Erros mais comuns A má higiene do sono é um dos pontos que mais impactam negativamente o descanso infantil. Quando os horários de dormir e despertar variam muito, o ciclo circadiano encontra mais dificuldade para se organizar. Entre os erros mais frequentes na rotina de sono, estão: 1. Permitir que a criança durma na cama dos pais, em vez de ter berço ou cama própria. 2. Estabelecer horário de dormir muito tarde ou sem regularidade. 3. Acostumar o bebê a adormecer apenas com artifícios como colo ou balanço. 4. Oferecer tempo de tela prolongado. 5. Manter uma má higiene do sono. Criar uma rotina previsível ajuda o cérebro da criança a compreender que o dia está terminando. Assim, o preparo para dormir deve incluir atividades relaxantes, como leitura e histórias, além de redução da luminosidade e afastamento de estímulos. O que evitar e o que fazer O excesso de estímulos antes de dormir ativa o estado de alerta do cérebro quando ele deveria desacelerar. Por isso, é importante evitar luz intensa, telas e brincadeiras agitadas. Criar uma zona de transição de 30 a 60 minutos com ambiente calmo e iluminação reduzida também costuma ajudar. “A confusão não está em oferecer colo ou peito, especialmente nos primeiros meses, mas em fazer com que o bebê dependa exclusivamente disso para pegar no sono e voltar a dormir após despertares”, esclarece a especialista Saramira Bohadana. Além disso, alguns sinais indicam que a janela do sono está chegando, como olhar perdido, quietude e menor interação. Não os interpretar na hora certa (ou confundi-los) pode levar o nenê ao supercansaço, com a liberação de cortisol e adrenalina, o que paradoxalmente dificulta ainda mais o adormecer. Dicas de ouro Embora poucos pais e cuidadores saibam, a ansiedade dos adultos interfere diretamente na construção do sono saudável. Mudar frequentemente de estratégia, ter expectativa de resultados imediatos e buscar por soluções rápidas gera inconsistência e confunde o pequenino, que precisa de repetição para aprender. Há também diferenças importantes conforme a criança cresce: Nos primeiros meses de vida, os erros estão ligados à interpretação do funcionamento biológico e às expectativas irreais sobre longos períodos de sono. Após os 4 a 6 meses, surgem desafios comportamentais, associações mais rígidas, resistência para dormir e maior impacto da irregularidade de horários, com retirada de sonecas, transição para a cama e medo do escuro, por exemplo. “A dica de ouro é buscar consistência, não perfeição. Escolher horários aproximados para acordar, respeitar as janelas de sono e manter um ritual simples e repetido todos os dias já promove grande diferença”, finaliza a médica.

Meu bebê mama pouco tempo. Isso quer dizer que mamou mal?
Amamentação e Alimentação

Meu bebê mama pouco tempo. Isso quer dizer que mamou mal?

É comum associar uma mamada rápida à ideia de que o bebê não se alimentou o suficiente. No entanto, isoladamente, o tempo não é um bom indicador de qualidade. A idade do nenê, a eficiência da sucção, a fase da amamentação e até o fluxo do leite materno são fatores que podem fazer com que alguns bebês mamem a quantidade indicada em poucos minutos. "Mais importante do que o relógio é observar se o bebê consegue transferir o leite de forma eficiente e atender às suas necessidades nutricionais e emocionais", avalia Maria Cristina Pauli, enfermeira especialista em crianças e coordenadora acadêmica de Enfermagem da Universidade Anhembi Morumbi de Piracicaba (SP). Sinais de que a mamada foi eficiente Bebês mais velhos costumam coordenar melhor a sucção, a deglutição e a respiração, tornando a mamada mais rápida. Além disso, algumas mães apresentam uma ejeção de leite mais intensa, o que também favorece mamadas mais curtas. Por essa razão, em vez de contar os minutos, a profissional recomenda observar outros sinais importantes. Uma boa pega costuma ser marcada por: boca bem aberta; lábios voltados para fora; queixo encostado na mama; sucções profundas; pausas para deglutir; ausência de dor intensa durante a amamentação. Ao final de uma boa mamada, o bebê tende a ficar relaxado e satisfeito. O que acompanhar no dia a dia Para a pediatra Clery Gallacci, especialista em amamentação do Hospital e Maternidade Santa Joana, a própria rotina dá pistas sobre a efetividade da mamada. A presença de urina e fezes na fralda, o sono tranquilo após mamar e o ganho de peso adequado são bons indicadores. Se mesmo assim surgirem dúvidas sobre mamadas muito curtas, a avaliação do pediatra é fundamental para diferenciar situações naturais daquelas que realmente precisam de alguma intervenção. “O acompanhamento desde a maternidade e nas consultas de rotina permite identificar se há necessidade de ajustar aspectos como a posição para amamentar, a maturidade do recém-nascido ou alguma dificuldade na sucção e na deglutição”, esclarece a médica. Nem todo pedido de peito é fome Embora muitos comportamentos possam dar a impressão de que o bebê mamou pouco, nem sempre isso é verdade. Sobretudo nas primeiras semanas de vida, ele pode: querer mamar novamente após pouco tempo; colocar as mãos na boca; fazer movimentos de sucção; adormecer rapidamente após a mamada; procurar o peito por necessidade de conforto. Também é comum acontecer o chamado cluster feeding, quando o pequenino realiza várias mamadas em sequência, principalmente no fim da tarde e à noite. Isso faz parte do desenvolvimento e não significa, necessariamente, insuficiência do leite. Quando ficar alerta As especialistas reforçam que a eficácia da mamada deve ser avaliada pelo conjunto dos sinais apresentados pelo bebê e não apenas pelo tempo no peito. Vale buscar orientação médica em casos de: pouco ganho de peso; redução do número de fraldas molhadas; dor intensa durante a amamentação; dificuldade na pega; insegurança persistente da família. Como dica final, ambas aconselham: evite comparar o tempo que seu bebê mama com o de outras crianças. Cada um desenvolve seu próprio ritmo de amamentação.

Meu bebê não usou andador. Será que fiz certo?
Desenvolvimento e Autonomia

Meu bebê não usou andador. Será que fiz certo?

Decidir por não usar o andador pode gerar insegurança nos pais, especialmente quando familiares e amigos defendem que o equipamento ajuda o bebê a andar mais rápido. Com esses comentários, logo vem a dúvida: será que eu estou atrasando meu filho? Pode sossegar! Os médicos garantem que o desenvolvimento não precisa desse recurso. A pediatra Anna Dominguez, especialista em neurociência e desenvolvimento infantil dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Vila Nova Star, explica que o andador não é útil em nenhuma faixa etária pediátrica, porque não oferece benefícios comprovados. “O andador não só é desnecessário, como é contraindicado para todas as fases da infância. Além de não ser benéfico, traz potenciais riscos à segurança e ao desenvolvimento infantil”, afirma a médica. Parece ajudar, mas atrapalha Muitos pais acreditam que o andador facilita o andar e a movimentação, além de chamar atenção pelas luzes, cores e botões. No entanto, a ciência mostra que a criança precisa explorar o ambiente com segurança, em um processo de tentativas e erros, usando o próprio corpo para aprender. A especialista lembra que, ao começar a andar, o bebê ainda não tem controle total sobre o corpo. Já o andador, por ter rodas, pode: criar uma falsa sensação de segurança; favorecer quedas no mesmo nível; aumentar o risco de acidentes mais graves, como quedas em escadas; atrasar a aquisição do andar sem apoio, por impedir o uso adequado dos músculos. Há também impacto na região cerebral. Isso porque estímulos sonoros e visuais excessivos tendem a estimular apenas uma área do cérebro em detrimento de outras, enquanto um brinquedo adequado permite interação sensorial ampla e respeitosa. Modelos diferentes, impactos negativos Existem dois tipos principais de andadores: de sentar e de empurrar. Apesar da diferença no modo de uso, ambos prejudicam o desenvolvimento e são perigosos, sobretudo o primeiro, que limita a movimentação e mantém a criança em posição fixa. Na prática clínica, observa-se que o andador dificulta a consolidação de posturas importantes para caminhar. A criança se acostuma a andar com apoio constante, diferente do que ocorre quando se apoia em móveis, no chão ou na parede. “Estar sempre apoiado durante o movimento não é natural. O bebê deixa de experimentar variações de apoio essenciais para consolidar postura e equilíbrio. Isso interfere diretamente na forma como o corpo aprende a se organizar para a marcha”, avalia a pediatra Anna Dominguez. Como estimular sem andador Uma regra de ouro da pediatria é: quanto mais natural e espontâneo o processo, melhor para o desenvolvimento. Não usar o andador permite maior estímulo motor e cognitivo, favorecendo criatividade, exploração do ambiente e construção de conexões neuronais integradas. A orientação da médica é priorizar o chão e um adulto de confiança como principais norteadores para as habilidades motoras. A criança precisa de espaço seguro para explorar, circular, tentar se locomover e buscar objetos que chamem sua atenção, como brinquedos espalhados pelo chão ou em móveis de diferentes alturas. “Caso ganhe o andador, o ideal é usar por pouco tempo e sempre com supervisão. Se possível, e se for seguro, retire as rodas e aproveite como mesa ou placa de brinquedos. Mas o diálogo é sempre a melhor saída: converse e explique os motivos pelos quais os pediatras não recomendam”, aconselha Anna. Vale ainda ficar de olho na evolução: se for contínua e progressiva, tudo tende a estar dentro do esperado. Porém, se os pais ou cuidadores tiverem dúvidas, consultar um especialista é o melhor caminho para tomar decisões com confiança e tranquilidade.

Até quando o bebê é considerado um recém-nascido
Desenvolvimento e Autonomia

Até quando o bebê é considerado um recém-nascido

A expressão “recém-nascido” é usada com frequência, mas tem uma definição oficial na medicina. Pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o bebê é considerado recém-nascido até os 28 dias de vida. Esse período é chamado de “fase neonatal” e exige cuidados específicos com a saúde. A pediatra Alana Zorzan, cofundadora do aplicativo Mini Löwe, explica que a etapa recebe um olhar diferenciado por concentrar muitas mudanças e maior vulnerabilidade. Trata-se da transição da vida intrauterina para a extrauterina, quando o corpo do bebê passa a assumir funções que antes eram da placenta. Parte disso tem a ver com a necessidade da vigilância necessária: é justamente nesse intervalo que a pediatria e a obstetrícia concentram esforços na prevenção da mortalidade neonatal e na detecção precoce de malformações ou distúrbios metabólicos. Afinal, o que acontece nesse período? Nos primeiros 28 dias de vida, o bebê vive um processo intenso de adaptação. Entre as principais mudanças, a médica chama atenção para: Respiração: os pulmões precisam se expandir e realizar sozinhos a troca gasosa. Circulação: ocorre o fechamento de estruturas cardíacas fetais, como o forame oval, para a circulação considerada “adulta”. Termorregulação: o bebê aprende a manter a temperatura corporal em um ambiente muito mais frio do que o útero. Digestão: o sistema digestivo começa a amadurecer, processar o leite e eliminar o mecônio (as primeiras fezes). O que muda nos cuidados Durante o período neonatal, o foco principal é a estabilização. Os cuidados específicos dessa fase envolvem: Higiene do coto umbilical, com limpeza prescrita. Imunidade, já que o sistema imunológico é extremamente imaturo, exigindo maior rigor no isolamento social relativo. Sono e fome, que ainda não seguem uma rotina – o ritmo é de livre demanda absoluta e ciclos de sono desregulados. Após os 28 dias, o olhar começa a ficar mais brando. Desenvolvimento motor, interação social e introdução gradual das rotinas são os próximos focos listados pela pediatra entrevistada. Aliás, existe uma divisão de tempo nas primeiras semanas de vida (neonatal): o período precoce vai do nascimento até o sexto dia de vida, enquanto o período tardio dura do sétimo ao vigésimo oitavo dia, quando é considerado o fim da etapa. “Mesmo os bebês prematuros deixam de ser considerados recém-nascidos cronologicamente aos 28 dias após o parto”, revela Alana. Testes e sinais de alerta Durante a fase neonatal precoce, acontecem testes e avaliações muito importantes e inadiáveis: teste da orelhinha e do olhinho (na primeira semana); teste do coraçãozinho (entre 24 e 48 horas de vida); teste da linguinha; teste do pezinho (entre o 3º e o 5º dia de vida); primeira consulta pediátrica (na primeira semana). Além de realizar todos esses exames e consultas, os primeiros dias de vida do bebê pedem vigilância total, sobretudo aos sinais de alerta. Se notar algum desses, busque atendimento médico imediatamente: icterícia excessiva (pele e olhos muito amarelados, especialmente em pernas e braços); dificuldade de sucção ou bebê muito prostrado; febre ou hipotermia; gemência (gemido respiratório) ou esforço respiratório visível; alterações nas eliminações fisiológicas, como sangramentos, muco ou diminuição da diurese. Os primeiros 28 dias para os pais Além dos cuidados clínicos, há um aspecto emocional importante. A pediatra Alana Zorzan aconselha a estabelecer uma boa rede de apoio para dividir as tarefas essenciais, como banho, troca de fraldas e organização do sono. Considerando que a amamentação costuma ficar sob responsabilidade exclusiva da mãe – e exige muita energia física e mental –, essa divisão ajuda a reduzir boa parte da sobrecarga nesse período. “Tudo é novo. São descobertas e experiências intensas. É uma fase exigente, mas transitória. O foco deve estar no bebê e no descanso da puérpera”, finaliza a especialista.

Vínculo se constrói na troca de fralda, no banho e no colo
Vínculo

Vínculo se constrói na troca de fralda, no banho e no colo

Trocar a fralda, dar banho ou acolher no colo pode parecer apenas parte da rotina, mas são esses cuidados repetidos que ajudam o bebê a reconhecer a presença dos cuidadores, somada à segurança e à disponibilidade. A conexão não depende somente de grandes demonstrações de carinho ou longos momentos de dedicação exclusiva, e sim da forma como o adulto responde às necessidades da criança ao longo do dia e nas pequenas interações de todo dia. "O vínculo não nasce de um grande evento isolado, mas da certeza de que, na simplicidade do dia a dia, alguém responde ao chamado desse bebê", afirma a psicóloga Eliane Alves. Isso porque, nessa fase da vida, a percepção de segurança nasce por meio da repetição e da previsibilidade. É durante os cuidados cotidianos que os pequenos entendem, aos poucos, que existe alguém disponível para acolher suas necessidades. Afeto por trás dos cuidados Na verdade, a troca de fralda, o banho ou alguns minutos de colo vão muito além de tarefas práticas. Esses momentos ajudam o bebê a conhecer o próprio corpo, compreender o ambiente e fortalecer a relação com quem cuida dele. Segundo a psicóloga, o toque, o olhar e a voz fazem toda a diferença durante esses cuidados. Enquanto limpa, veste ou acolhe o nenê, o adulto transmite mensagens de proteção, respeito e disponibilidade emocional. "O olhar humaniza o cuidado. A voz acalma e organiza a experiência do bebê. Sem essa presença, a rotina pode virar apenas uma tarefa. Com ela, transforma-se em afeto e estrutura emocional", explica Eliane Alves. O que faz diferença Muitos pais acreditam que precisam criar atividades especiais ou passar horas com o bebê para fortalecer o vínculo. Porém, a qualidade da interação costuma ser muito mais importante do que o relógio. Assim, mesmo em uma rotina corrida, pequenas atitudes aumentam a conexão, tais como: narrar o que está acontecendo durante o banho ou a troca de roupa; manter contato visual enquanto cuida do bebê; desacelerar o tom de voz; observar e responder aos sinais que o bebê demonstra. Significa que cinco minutos de colo com atenção genuína podem ser mais significativos do que uma tarde inteira em que o adulto permanece distraído com o celular ou pensando nas preocupações do dia, por exemplo. O vínculo nasce na rotina Vale tirar o peso das costas: atividades elaboradas ou uma rotina perfeita não são os caminhos para criar uma relação de afeto com o bebê. O mais importante é estar verdadeiramente presente naqueles momentos que já fazem parte do cotidiano da família. "Um bebê que se sente olhado, escutado e acolhido desenvolve segurança interna. E os pais também têm de lembrar que não precisam ser perfeitos: o vínculo se constrói justamente na imperfeição do dia a dia", destaca a psicóloga. Ela ainda deixa um lembrete importante: para oferecer esse olhar sensível ao bebê, pais e cuidadores também precisam de suporte e acolhimento.

Participar da troca de fraldas gera autonomia e confiança
Troca e Fraldas

Participar da troca de fraldas gera autonomia e confiança

Chega um momento em que a criança deixa de ser apenas cuidada e passa a querer participar da própria rotina. Durante a troca de fralda, começam a avisar que fizeram cocô, querem escolher a fralda ou tentar ajudar a fechar o adesivo do item. Isso até pode parecer detalhe no dia a dia, mas tem ligação direta com a autonomia. A psicóloga Anastacia Brum explica que esse movimento costuma surgir entre 1 ano e meio e 3 anos de idade. Nesse período, a criança começa a demonstrar maior interesse pelos próprios cuidados e, também, pelo que acontece com seu corpo. “Esse comportamento sinaliza dois avanços importantes. O primeiro é o aumento da consciência corporal. Já o segundo é o fortalecimento da autonomia. A criança começa a perceber que tem vontades, preferências e que pode participar do que acontece com ela”, detalha. Os pequenos gestos já importam Quando a criança avisa que a fralda está suja, quer escolher qual modelo de fralda usar ou tentar colaborar durante a troca, ela está experimentando um novo lugar na rotina: o de participante ativa. Isso indica que está deixando a posição de total dependência e começando a construir protagonismo. De acordo com Anastacia, essas pequenas participações ajudam a desenvolver percepções importantes sobre si mesma. Ao notar que consegue colaborar e que o adulto confia em sua participação, a criança começa a formar ideias internas como: “eu consigo” e “minha ajuda é importante”. “A autoconfiança nasce da experiência concreta, não apenas de palavras de incentivo. Pequenas conquistas do cotidiano ajudam a construir uma base interna de segurança que será importante ao longo do desenvolvimento”, afirma a psicóloga. Organização e previsibilidade Para que a troca de fralda continue sendo um momento tranquilo mesmo com essa nova participação, a organização da rotina faz diferença. A orientadora parental e neuropsicóloga Bruna Vitorelli, da Mental One, reforça que a previsibilidade ajuda os pequenos a entenderem o que está acontecendo. Um bom exemplo disso é narrar as ações desde cedo, explicando o que está sendo feito durante os cuidados. Isso ajuda na compreensão da sequência e dá mais segurança. Afinal, na primeira infância, habilidades como planejamento, organização e autocontrole ainda estão em desenvolvimento. “Criar uma pequena rotina com começo, meio e fim previsíveis e oferecer uma tarefa simples e clara ajuda a criança a colaborar. Quando há previsibilidade, o cérebro reduz o estado de alerta e aumenta a chance de cooperação”, orienta a especialista. Pequenas tarefas geram autonomia É importante lembrar que participar da troca não significa que a criança precisa fazer tudo sozinha. Pequenas tarefas já são suficientes para estimular autonomia e senso de participação. Entre as possibilidades de ações simples estão: escolher qual fralda pegar; levar a fralda até o trocador; abrir o pacote de lenços umedecidos; jogar a fralda usada no lixo; colocar uma peça de roupa no cesto. Mesmo quando a ajuda ainda não é totalmente funcional, a intenção de participar indica desenvolvimento social e motivacional. “O ideal é validar a tentativa da criança, adaptar a tarefa e manter um clima de cooperação. Esses momentos cotidianos são oportunidades importantes de aprendizagem”, diz a orientadora Bruna Vitorelli. Outro ponto é que esse tipo de resposta fortalece a autoeficácia, conceito da psicologia do desenvolvimento ligado à confiança nas próprias capacidades.

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Baruel Kids acredita que a infância pede movimento e celebra o suor que vem do viver e ser criança. Com a linha completa de cuidados Baruel Kids, os seus filhos podem brincar à vontade.

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