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Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés aerossol com cânfora. Combate fungos e bactérias. Sensação calmante e refrescante.

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Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 110g / 150ml
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Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar Tenys Pé Canforado Aerossol.

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Resultado

Pés protegidos contra 99% dos fungos e bactérias e livres do mau odor.

O aerossol não deixa resíduos nos pés e ainda pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Ingredientes

INGREDIENTS: ALCOHOL, BUTANE, ISOBUTANE, PROPANE, CAMPHOR, AQUA, PARFUM, BENZALKONIUM CHLORIDE, BENZYL SALICYLATE, SODIUM NITRITE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL, CITRAL.

Mais sobre Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol elimina o mau odor. Por conter álcool pode ser usado inclusive para higienizar a sola dos calçados.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Não utilizar durante a gravidez. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos.
Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Fascite plantar: o que é, como identificar e tratar
Fascite Plantar

Fascite plantar: o que é, como identificar e tratar

Dor persistente no calcanhar pode ser fascite plantar, uma inflamação que atinge a fáscia plantar, tecido que liga o calcanhar aos dedos e absorve o impacto de cada passo. A dor ao pisar é o sintoma mais característico da fascite plantar, especialmente nos primeiros passos do dia. “A dor ocorre quando o pé toca o chão pela primeira vez ao acordar,” descreve o ortopedista Gustavo Rocha Santos, da Clínica Movitè. A partir daí, a tendência é piorar após períodos em pé ou caminhadas prolongadas. É comum associar o problema a esporão de calcâneo, mas o médico afirma que, quem tem fascite plantar, nem sempre apresenta a outra condição. Quem sentiu na pele – ou melhor, no calcanhar – o problema foi a auxiliar de limpeza Maristela de Oliveira, 47 anos, de São Paulo. “Achei que era só cansaço, mas cada pisada parecia uma pedrada. A dor persistia, apesar de tudo”, conta ela, que buscou ajuda ao notar que o incômodo não passava mesmo com remédio ou repouso. Como é feito o diagnóstico? Conforme detalha o ortopedista, apalpar o calcanhar, por si só, já é um método eficaz para detectar a inflamação, pois o paciente sente dor ao toque em pontos específicos. Se ainda houver dor intensa ou restar dúvidas, três exames podem ajudar a fechar o diagnóstico: Radiografia, útil para verificar a presença do esporão de calcâneo; Ultrassonografia, que permite visualizar a fáscia plantar; Ressonância magnética, por dar uma visão ainda mais detalhada. É possível tratar fascite plantar sem cirurgia “Alongamento é o ponto-chave para reduzir a sobrecarga da fáscia e aliviar a dor,” explica Gustavo Rocha Santos. Deve incluir a sola do pé, panturrilhas e parte posterior das pernas, trabalhando a mobilidade para reduzir a pressão sobre o calcanhar. Há outros meios necessários para o tratamento: Fisioterapia também é fundamental para fortalecer a região e melhorar a flexibilidade. A paciente Maristela afirma que as sessões às quais se submeteu foram determinantes: “No começo foi difícil, mas depois senti um alívio importante”. Terapias complementares, como ondas de choque e infiltrações, são opções para quem apresenta inflamação persistente. Porém, não são as primeiras, nem as mais comuns recomendações. O uso de palmilhas de silicone ajuda a amortecer o impacto ao caminhar, o que pode reduzir a dor diária. “As palmilhas aliviam a sobrecarga no calcanhar e podem fazer diferença significativa,” garante o especialista. Diante das possibilidades e intervenções, a cirurgia acaba sendo uma manobra rara de tratamento. Aprenda a prevenir a fascite plantar Prevenir a fascite plantar envolve adotar alguns cuidados diários, especialmente para quem trabalha em pé ou pratica esportes de impacto. Alongamento regular é uma das medidas mais recomendadas para evitar a sobrecarga no calcanhar. “O alongamento dos músculos da sola do pé e das pernas reduz a chance de desenvolver a condição,” afirma o ortopedista. O uso de calçados adequados também é essencial. Sapatos com amortecimento ajudam a absorver o impacto dos passos, protegendo a fáscia. Maristela de Oliveira, que segue usando palmilhas especiais para reduzir o impacto no trabalho, vê os benefícios do suporte. “Com as palmilhas, consigo passar o dia em pé com menos dor”, descreve. Portanto, buscar ajuda médica assim que os sintomas surgirem é crucial para prevenir o agravamento da condição e, com o tratamento adequado, é possível conviver com menos dor e mais qualidade de vida.

Podólogo, podologista e podiatra: entenda as diferenças
Podo Profilaxia ou Profilaxia Podal

Podólogo, podologista e podiatra: entenda as diferenças

Nem todo especialista em pés é igual e entender as diferenças entre podólogo, podologista e podiatra pode evitar confusões e garantir um cuidado mais adequado à saúde. No Brasil, embora os dois primeiros (podólogo e podologista) sejam usados como sinônimos, eles têm particularidades importantes, principalmente quanto à formação, enquanto o podiatra representa uma abordagem mais clínica, voltada para casos complexos. Conforme explica a podóloga Valéria Lemos, enfermeira especializada em podiatria, o podólogo é o profissional com curso técnico em Podologia, que atua com o cuidado “conservador” dos pés, como corte de unhas, retirada de calos e tratamento de micose. Já o podologista, ainda que desempenhe funções similares, possui formação de nível superior na área, geralmente em cursos tecnológicos. “Ambos trabalham com técnicas de podologia, mas o podologista fez graduação”, diz. Valéria Lemos observa que, quando falamos em podiatra no Brasil, nos referimos a um enfermeiro que fez pós-graduação em Podiatria Clínica. “Ele une o conhecimento da enfermagem com as técnicas podológicas, podendo atuar em casos mais graves e em pacientes com doenças sistêmicas”, esclarece. Formações e limites de atuação O curso técnico em Podologia tem duração entre um e dois anos e ensina práticas como anatomia dos pés, técnicas corretas de corte, biossegurança e uso de instrumentos específicos. Já a graduação em Podologia é mais longa, de dois a três anos, e aprofunda o conhecimento científico. O de podiatra, por sua vez, precisa ter formação em Enfermagem e registro no COREN antes de realizar uma pós-graduação lato sensu em Podiatria Clínica. Com isso, ele pode fazer curativos em úlceras, tratar feridas, aplicar laserterapia e conduzir avaliações clínicas dos pés, como testes de sensibilidade ou checagem de pulsos. “Se o paciente tem uma ferida aberta, uma infecção ou complicações do diabetes, por exemplo, é mais adequado procurar um enfermeiro podiatra. Casos assim requerem avaliação clínica e plano de cuidados”, orienta a especialista. Cada um tem seu papel A regulamentação dos profissionais também difere. A podologia foi reconhecida como profissão de saúde por lei federal em 2018, com exigência de formação técnica ou superior. Enquanto isso, a podiatria é reconhecida pelo Conselho Federal de Enfermagem como especialidade do enfermeiro. Embora haja sobreposição em algumas práticas, a atuação conjunta é, muitas vezes, o ideal. “No cuidado do pé diabético, o enfermeiro podiatra faz a avaliação clínica e traça o plano de cuidados, enquanto o podólogo realiza os procedimentos periódicos, como corte de unhas e remoção de calos”, exemplifica Valéria. Ela lembra ainda que a falta de conhecimento sobre essas distinções pode causar confusões. “Muita gente acha que podiatra é médico ou se frustra ao descobrir que podólogo não pode receitar antifúngico. Por isso, é importante saber quem procurar em cada caso”, orienta. Evolução da profissão e valorização Vale lembrar que, décadas atrás, a podologia no Brasil era associada ao trabalho de calistas ou pedicures, com pouca formação técnica. Isso mudou com a criação dos cursos técnicos e graduações, além do reconhecimento como profissão da saúde. “Hoje, podólogos e podologistas são valorizados pelo seu papel na prevenção, enquanto o podiatra tem cada vez mais espaço em hospitais e clínicas, especialmente no atendimento a pacientes de risco”, conclui Valéria.

Fascite pode virar esporão? Ortopedista esclarece
Esporão de Calcâneo

Fascite pode virar esporão? Ortopedista esclarece

A dor no calcanhar costuma ser associada a dois nomes bem comuns: fascite plantar e esporão do calcâneo. Apesar de muita gente achar que são coisas iguais, não significam exatamente o mesmo problema. Mas como ponto comum (e positivo) está a recomendação para ambos: quanto antes começar o tratamento, maiores são as chances de melhorar. O ortopedista Marco Aurélio Neves, especialista em medicina esportiva, explica que a fascite plantar é uma inflamação da fáscia, um tecido fibroso que funciona como uma faixa elástica, ligando o calcanhar aos dedos e sustentando o arco do pé. Além disso, é a causa mais comum de dor na sola do pé, sobretudo nos primeiros passos da manhã. Já o esporão do calcâneo é uma saliência óssea que aparece no osso do calcanhar como uma “pontinha” visível na radiografia. Essa associação entre os quadros acontece nesse momento: muitas vezes o esporão é confundido como origem direta do incômodo. Afinal, fascite e esporão têm relação? As duas condições podem estar relacionadas, mas não são sinônimos. O médico esclarece que o esporão pode aparecer em pessoas que têm ou já tiveram fascite plantar, como resultado de um processo de tração repetitiva na inserção da fáscia no osso. Mesmo assim, nem sempre ele é o causador da dor. Em casos crônicos, essa inflamação e tração contínuas podem estimular a formação de uma calcificação na região. “É como se o corpo tentasse reforçar a área com uma estrutura óssea extra, o que acaba criando o esporão”, descreve o especialista. Ainda assim, ter esporão não significa necessariamente que a pessoa teve fascite plantar. Isso porque nem sempre quem tem esporão sente dor. Então, o diagnóstico deve ser sempre clínico e não apenas baseado em exames de imagem. O esporão não muda o tratamento Em geral, o tratamento da fascite plantar continua sendo baseado em medidas conservadoras, como alongamentos, fisioterapia, mudanças no calçado e uso de palmilhas. Em quadros mais persistentes, podem ser considerados recursos como infiltrações ou ondas de choque. Onde entra o esporão nessa parte? A incidência só vai alterar a abordagem em casos raros, quando há dor muito localizada e resistente ao tratamento, associada a sinais clínicos de compressão. Por isso, é fundamental fazer acompanhamento médico. Fascite plantar pode virar quadro crônico O ortopedista Marco Aurélio Neves chama atenção para sinais de alerta que indicam evolução ou cronificação da doença, como: Dor que persiste por mais de 3 meses, mesmo com cuidados iniciais; Rigidez ao acordar que demora a melhorar; Dificuldade para caminhar por longos períodos; Dor que começa a incomodar também em repouso. Se notar um ou mais desses sinais, a orientação é não adiar a ida ao médico. Quanto antes as medidas forem iniciadas, mais rápida (e efetiva) será a recuperação. Tratamento e prevenção Considerando que as condições podem coexistir, a abordagem terapêutica deve levar em conta a necessidade de tratar a fascite plantar e, também, prevenir o esporão do calcâneo. Entre as principais medidas, o profissional destaca: Alongamentos diários da panturrilha e da fáscia plantar; Uso de calçados adequados, com bom amortecimento; Controle do peso corporal; Evitar longos períodos em pé em superfícies duras; Palmilhas ou órteses com orientação profissional; Fisioterapia com liberação miofascial, fortalecimento e reeducação postural. Lembre-se: se a dor persistir ou começar a incomodar até em repouso, é hora de buscar avaliação médica para tentar contornar a cronificação.

Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional
Podologia e Podólogos

Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional

Na prática podológica, a ortoplastia é uma das ferramentas mais valiosas quando falamos em alívio de dor, prevenção de lesões e melhora da função dos pés. Diferente do que muitos imaginam, ela não se resume à confecção de um “silicone para o dedo”, mas sim a um recurso terapêutico personalizado, pensado a partir de uma avaliação criteriosa da anatomia, da biomecânica e da queixa principal do paciente. A ortoplastia consiste na confecção de uma órtese digital, geralmente em silicone de grau médico, moldada diretamente nos pés. Seu objetivo pode ser corretivo ou acomodativo, dependendo da necessidade. É amplamente utilizada em casos de dedos em garra, dedos em martelo, sobreposição digital e alterações como o Hallux Valgus, popularmente conhecido como joanete. Também é uma grande aliada no tratamento de helomas recorrentes, quando há atrito constante e pontos de pressão que provocam dor e inflamação. Como podóloga, aprendi que não podemos olhar apenas para o dedo afetado. É fundamental observar a pisada, a distribuição de pressão plantar e a forma como esse paciente caminha. Muitas deformidades digitais estão relacionadas a desequilíbrios biomecânicos que começam na base do pé e repercutem ao longo da marcha. Quando confeccionada de forma adequada, a ortoplastia ajuda a redistribuir cargas, diminuir o atrito entre os dedos e oferecer proteção em áreas de maior sobrecarga. O benefício mais imediato costuma ser o alívio da dor. Porém, o ganho vai além do conforto, estamos falando de prevenção de agravamentos, redução de processos inflamatórios e melhora na qualidade de vida. Pacientes que evitavam determinados calçados ou limitavam suas atividades por desconforto voltam a caminhar com mais segurança. É importante destacar que a ortoplastia não é um recurso padronizado. Cada órtese é única, assim como cada pé. Por isso, a avaliação individualizada é indispensável. Em alguns casos, ela terá função corretiva enquanto estiver em uso; em outros, atuará como medida preventiva contínua. O acompanhamento profissional garante ajustes e orientações adequadas ao longo do tempo. A ortoplastia representa, dentro da podologia, a união entre técnica, olhar clínico e cuidado. Quando bem indicada, ela não apenas protege um dedo, mas contribui para o equilíbrio funcional do pé como um todo, e isso reflete diretamente na postura, na marcha e no bem-estar do paciente.

Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas
Inchaço e Edema

Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas

Ficar horas sentado durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais de alerta que merecem atenção médica imediata. Segundo a cirurgiã vascular Camila Kill, à frente da clínica Vascularte, o problema acontece porque a musculatura da panturrilha – conhecida como “coração periférico” – deixa de se movimentar, o que dificulta o retorno do sangue para o coração. Essa condição favorece o acúmulo de líquidos, que se manifesta como inchaço visível nos pés e tornozelos. “O avião intensifica esse efeito pela pressão da cabine, que favorece a retenção de líquidos. Na maioria das vezes, o inchaço é passageiro, mas, em alguns casos, pode indicar ou até contribuir para problemas graves, como a trombose venosa profunda (TVP)”, explica a médica. Pessoas que têm mais riscos Alguns grupos são naturalmente mais suscetíveis a esse problema e devem ter cuidado redobrado durante viagens longas. Conheça os principais: Pessoas acima dos 40 anos; Quem tem histórico de varizes ou trombose; Gestantes; Usuários de anticoncepcionais ou que fazem reposição hormonal; Pessoas com sobrepeso ou obesidade; Sedentários; Passageiros de voos ou viagens de ônibus com duração superior a 4 horas. Além do desconforto, essas pessoas também têm maiores chances de complicações, como formação de coágulos ou agravamento de doenças pré-existentes. Como prevenir durante o trajeto A boa notícia é que pequenas mudanças de hábito ajudam a evitar o desconforto e reduzem os riscos. A cirurgiã vascular Camila Kill recomenda algumas medidas: Caminhar pelo corredor a cada 1 ou 2 horas, sempre que possível; Flexionar e esticar os pés, fazer círculos com os tornozelos, levantar e abaixar os calcanhares, mesmo sentado; Beber bastante água e evitar o excesso de café ou bebidas alcoólicas; Usar roupas confortáveis e folgadas para não dificultar a circulação; Ao chegar no destino, descansar com as pernas elevadas para drenar o excesso de líquido. Embora simples, esses cuidados agem diretamente na diminuição de possíveis sintomas e na prevenção de complicações. Quando usar meias de compressão As meias de compressão são aliadas importantes para quem tem histórico de varizes, trombose ou insuficiência venosa, além de gestantes e passageiros que enfrentam voos muito longos. “Elas estimulam a circulação e reduzem significativamente o risco de coágulos e inchaços”, destaca a especialista. A cirurgião vascular complementa lembrando que o ideal é que a escolha seja feita com orientação médica. Isso porque o profissional poderá indicar o grau de compressão adequado para cada caso, garantindo que o acessório ofereça segurança e eficácia. Usar um modelo inadequado pode trazer desconforto ou até mesmo piorar o problema. Sinais de alerta após a viagem Geralmente, o inchaço melhora em poucas horas, mas existem sinais que indicam a necessidade de avaliação médica: Inchaço em apenas uma perna; Dor intensa, calor, vermelhidão ou endurecimento da região; Persistência por mais de 48 horas após a viagem; Falta de ar, dor no peito ou palpitações. Esses sintomas podem levantar suspeitas de trombose ou até embolia pulmonar, condições graves que exigem atendimento imediato, e não devem ser ignorados. Atenção também às viagens do dia a dia O problema não se restringe a viagens longas. Quem passa muitas horas sentado, como motoristas de aplicativo, também corre o risco de enfrentar inchaço e dor. É o caso de Igor Pinheiro, de 29 anos, que dirige em São Paulo. “Certa vez meu pé inchou muito, fiquei assustado. Depois disso, comecei a parar mais, esticar as pernas e beber bastante água durante o trabalho”, diz. O paulistano também convive com pressão alta, o que aumenta a necessidade de atenção. “Hoje eu já tenho esse hábito de me movimentar um pouco, sempre que posso. Cuido para não ter inchaço e controlar a pressão”, afirma. Nesse sentido, a cirurgiã vascular reforça que manter hábitos saudáveis faz diferença não só durante viagens, mas na saúde a longo prazo. Praticar exercícios físicos regularmente, controlar o peso, manter uma boa alimentação e consultar um médico para avaliações periódicas são atitudes essenciais para garantir que a circulação funcione bem.

Como hidratar os pés em casa? Aprenda o passo a passo
Hidratação e Emolientes

Como hidratar os pés em casa? Aprenda o passo a passo

Cuidar da hidratação dos pés é um passo essencial para manter a saúde e o bem-estar nessa parte do corpo. Muitas vezes negligenciada, a hidratação adequada pode prevenir problemas como rachaduras, calosidades e até infecções. A cosmetóloga e esteticista Talita Bovi explica a importância de um cuidado regular: “A hidratação dos pés é fundamental para evitar o ressecamento e problemas mais sérios na pele. Investir nessa rotina traz resultados visíveis e duradouros”. Os pés são expostos a atrito, pressão e ressecamento constante devido ao uso de sapatos e atividades diárias. Assim, a hidratação correta se mostra essencial para prevenir danos decorrentes desses fatores. "A pele dos pés é mais espessa e sujeita a atritos constantes. Sem hidratação adequada, pode se tornar áspera e desenvolver rachaduras, criando um ambiente propício para infecções”, alerta a profissional. Tipos de hidratantes mais indicados Só que não adianta usar qualquer creme. O uso de fórmulas mais potentes é fundamental, visto que a pele dos pés necessita de cuidados mais intensivos. De acordo com Talita Bovi, os melhores produtos para essa região são aqueles com ativos que ajudam a reter água e proteger a pele, como: Hidratantes com ureia: a ureia é um umectante eficaz que atrai e retém a água, sendo ideal para quem tem pés ressecados; Manteigas vegetais (karité, cacau, cupuaçu): essas manteigas proporcionam uma hidratação profunda e ajudam a manter a pele macia, criando uma barreira contra a perda de umidade; Óleos vegetais (amêndoas, coco, abacate): tais óleos restauram a barreira lipídica da pele, prevenindo o ressecamento; Ácidos salicílico e ácido lático: esses ingredientes têm propriedades esfoliantes leves e ajudam a melhorar a textura da pele, além de reduzirem calosidades. Como aplicar os hidratantes A aplicação deve ser feita de maneira regular para garantir resultados eficazes. Bovi orienta que a frequência ideal é de 1 a 2 vezes por dia para a maioria dos hidratantes, como os com ureia e óleos vegetais, que são os mais comuns. "É importante aplicar o hidratante enquanto a pele ainda está um pouco úmida, logo após o banho, para potencializar a absorção", ensina. A hidratação dos pés envolve várias etapas essenciais para garantir resultados satisfatórios. A seguir, a cosmetóloga sugere um protocolo de cuidados que vai da limpeza à hidratação profunda. 1. Limpeza (diária) Antes de aplicar qualquer hidratante, é fundamental lavar bem os pés com água morna e sabonete suave. Massageie as áreas entre os dedos e enxágue abundantemente para evitar resíduos de sabão que possam ressecar a pele. 2. Esfoliação (a cada 15 dias) A esfoliação remove as células mortas e prepara a pele para absorver melhor o hidratante. Use um esfoliante suave e faça movimentos circulares. Mas, atenção: não exagere na esfoliação para evitar microlesões. 3. Hidratação (diária) Logo após secar os pés, aplique o hidratante enquanto a pele ainda está levemente úmida. Massageie bem até que o produto seja totalmente absorvido. Lembre-se de evitar a aplicação entre os dedos para não criar um ambiente úmido que favoreça infecções. 4. Potencialização (opcional) Para intensificar a hidratação, envolva os pés com filme plástico ou um protetor para calcanhar por 20 a 30 minutos. Isso ajuda a aumentar a penetração dos ativos hidratantes. 5. Talco ou spray desodorante (opcional) Após a hidratação, aplique talco ou um spray desodorante para controlar os odores e a transpiração durante o dia, se desejar. Os produtos absorvem o excesso de umidade, previnem problemas como chulé e até infecções, além de prolongarem a hidratação. Cuidados especiais para diabéticos Lembre-se que pacientes diabéticos precisam adotar cuidados adicionais ao escolher produtos para os pés, devido à maior vulnerabilidade a lesões e infecções. "Esse grupo deve evitar cremes com ureia em concentrações altas para não agredir a pele sensível. Além disso, é importante escolher produtos sem fragrâncias ou corantes, que podem causar reações alérgicas", recomenda a especialista.

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