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Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés aerossol com cânfora. Combate fungos e bactérias. Sensação calmante e refrescante.

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Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 110g / 150ml
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Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar Tenys Pé Canforado Aerossol.

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Resultado

Pés protegidos contra 99% dos fungos e bactérias e livres do mau odor.

O aerossol não deixa resíduos nos pés e ainda pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Ingredientes

INGREDIENTS: ALCOHOL, BUTANE, ISOBUTANE, PROPANE, CAMPHOR, AQUA, PARFUM, BENZALKONIUM CHLORIDE, BENZYL SALICYLATE, SODIUM NITRITE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL, CITRAL.

Mais sobre Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol elimina o mau odor. Por conter álcool pode ser usado inclusive para higienizar a sola dos calçados.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Não utilizar durante a gravidez. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos.
Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Como aliviar o inchaço nas pernas e pés
Inchaço e Edema

Como aliviar o inchaço nas pernas e pés

Ao final de um dia de muito calor ou em que passamos muito tempo sentados ou parados de pé, é comum sentirmos um inchaço nas pernas. Isso acontece porque substâncias como o sangue e a linfa precisam ir contra a gravidade para voltar ao coração e, quando algumas condições dificultam esse retorno, esses líquidos se acumulam nas pernas e nos pés. “O maior aliado para empurrá-los para cima é a panturrilha, a batata da perna. Então, quem fica muito tempo sentado ou em pé sem andar tende a inchar mais porque os líquidos não têm tanta força para voltar”, explica Luciana Maragno, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Em geral, esse inchaço é passageiro e causa um incômodo pela sensação de estar com a perna pesada – e pode ser aliviado com algumas atitudes simples. O que fazer quando a perna incha? Ao sentir que as pernas começaram a inchar, faça pausas no dia para colocá-las para cima; com apoio de cadeiras, almofadas ou travesseiros, eleve-as de forma que os pés fiquem acima da linha do quadril; Aplique um creme específico para pernas inchadas para aliviar a sensação de peso na região; Use meias elásticas de média compressão, pois elas apertam a panturrilha para o sangue não ficar “parado” na parte inferior das pernas; A drenagem linfática ajuda o líquido que está parado nos tecidos a entrar no sistema linfático e pode aliviar os casos de inchaço passageiro, especialmente em gestantes; Faça atividades físicas regularmente: caminhada, corrida e ciclismo fortalecem a batata da perna (panturrilha), e isso ajuda a bombear melhor o sangue de volta para o coração. O inchaço passageiro, causado pelo calor ou por passar muito tempo em pé ou sentado, em geral vai aumentando ao longo do dia. Mas, quando sentamos com as pernas elevadas acima da linha do quadril ou quando dormimos, as pernas desincham. “Nos casos de inchaço transitório, quando se sente que a perna está pesada, pode-se usar cremes específicos para aliviar essa sensação. Eles em geral têm uma substância hidratante, para dar mais elasticidade à pele, que, então, não fica com aquela sensação de estar esticando”, explica Maragno. E se o inchaço não passar? Se o inchaço não passar ou vier acompanhado de dores, é preciso buscar atendimento médico. Isso porque ele pode estar sendo causado por uma obstrução (em caso de trombose) ou compressão da veia (como pode acontecer na gravidez). “O inchaço é preocupante quando acontece em uma perna só ou é acompanhado de dor ou de alteração da cor do membro. E também quando acontece do joelho para cima, o que pode indicar outra doença renal, do fígado ou do coração. Quando dói, ou é infecção ou é trombose”, esclarece Maragno. “E, se causar dor ou vermelhidão na pele, pode ser infecção”. Se houver suspeita de que seja uma trombose (dor e inchaço de um lado só), busque atendimento médico com urgência. “É preciso ir ao pronto-socorro rapidamente, porque a trombose entope o vaso e pode causar outros problemas mais graves, com risco de morte”, afirma a médica. “Com um exame simples e indolor, de ultrassom, você tem o diagnóstico na hora”. Um inchaço das pernas que não passa e progride com o passar dos dias pode sinalizar uma doença renal, do fígado ou do coração. “Não é uma urgência, mas é necessário procurar um médico ambulatorial ou generalista para investigar a origem do problema, fazer o diagnóstico e encaminhar ao especialista para fazer o tratamento.

Alongar os pés antes de dormir reduz o cansaço
Alongamento Muscular

Alongar os pés antes de dormir reduz o cansaço

Por sustentarem todo o peso do corpo durante o dia, os pés podem acumular tensão muscular, sobrecarga nas articulações e até líquidos. Sapatos inadequados, como os modelos muito apertados, planos, de salto alto ou com pouco amortecimento também favorecem dores e desconfortos. À noite, o resultado não poderia ser diferente: vem aquela sensação de cansaço e fadiga, que não vai embora tão facilmente. A boa notícia é que um simples alongamento antes de dormir pode ser a chave para driblar esse incômodo. Segundo a fisioterapeuta Juliana Duarte, do Centro Universitário FMU, estirar os pés antes de dormir ajuda a relaxar a musculatura, melhora a circulação sanguínea e devolve mobilidade às articulações. Estes efeitos reduzem dores, previnem câimbras noturnas e proporcionam um descanso mais reparador. “O alongamento noturno funciona como um pequeno ritual de desaceleração: relaxa músculos que trabalharam o dia todo, estimula o sistema circulatório e retorna a elasticidade às estruturas dos pés e tornozelos. Quando vira hábito, os benefícios se somam e significam menos desconforto e mais mobilidade e bem-estar”, lista a profissional. Benefícios para o corpo inteiro Quando feito diariamente, o alongamento não só alivia o cansaço imediato, como traz ganhos importantes ao longo do tempo. Entre eles, estão: Prevenção de dores e lesões, como fascite plantar e esporão de calcâneo; Melhora da postura e do alinhamento corporal; Aumento da flexibilidade e da mobilidade articular; Redução da rigidez e das câimbras noturnas; Sensação de bem-estar geral, com menor estresse e melhor qualidade do sono. “Pés mais soltos e funcionais influenciam no corpo inteiro, reduzindo sobrecargas em joelhos, quadris e coluna”, reforça a fisioterapeuta. Alongamentos para fazer antes de dormir A seguir, aprenda exercícios simples indicados por Juliana Duarte, que podem ser feitos em casa e em poucos minutos. Leia cada instrução e execute com calma, sem forçar. Antes, porém, esteja atento a alguns detalhes: Por quanto tempo fazer? Cada exercício deve ser mantido por 20 a 30 segundos, e repetido de 2 a 3 vezes de forma lenta e controlada. Uma rotina de 5 a 10 minutos por dia já traz resultados perceptíveis. Afinal, a regularidade é o que mais conta. Quem se beneficia mais? O hábito é especialmente útil para quem passa longas horas em pé, atletas e praticantes de esportes de impacto, pessoas com sobrepeso e indivíduos com tendência a câimbras ou fascite plantar. Quando evitar ou ter cautela? Apesar de seguro para a maioria, há situações que pedem cuidado: lesões recentes, inflamações intensas, dor forte ou edema importante, neuropatias e condições crônicas em fase aguda, como artrite e artrose, por exemplo. Nesses casos, procure orientação profissional para adaptar ou adiar os exercícios. Agora, aprenda como fazer em casa: Alongamento da planta do pé: sentado, cruze uma perna sobre a outra e puxe suavemente os dedos em direção ao tornozelo. Rolo plantar: massageie a sola do pé com uma bolinha de tênis (ou semelhante) e aplique leve pressão. Alongamento de panturrilha na parede: em pé, apoie as mãos na parede, deixe uma perna atrás com o calcanhar no chão e incline o corpo para frente; troque as pernas depois. Flexão e extensão dos dedos: deitado, movimente os dedos para frente e para trás algumas vezes. Mais do que alongar, a fisioterapeuta acrescenta que é importante escolher calçados adequados, fazer pausas para movimentar as pernas ao longo do dia e incluir exercícios de fortalecimento. “Cuidar dos pés é cuidar da base que sustenta o corpo todo. Pequenas rotinas diárias trazem grandes ganhos de saúde e qualidade de vida”, finaliza.

Podologia é regulamentada por lei e tem papel fundamental na saúde
Podologia e Podólogos

Podologia é regulamentada por lei e tem papel fundamental na saúde

A podologia no Brasil é uma profissão regulamentada desde 2018, com critérios claros de formação e atuação definidos por lei federal. Isso porque a aprovação do projeto de lei PLC 151/2015 deu à atividade o reconhecimento como área da saúde, com respaldo legal e inclusão no Ministério do Trabalho, por meio de um código próprio na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Na opinião da podóloga Valéria Lemos, enfermeira especializada em podiatria, essa mudança trouxe, sobretudo, dignidade profissional. “Veio uma compreensão maior da sociedade de que podologia não é ‘serviço de salão’, e sim uma área de saúde com profissionais formados”, afirma. Profissional reconhecido Para Valéria Lemos, a regulamentação impulsionou avanços na prática clínica e na valorização do podólogo como parte da equipe multidisciplinar de cuidado. “Hoje, vemos cada vez mais clínicas de podologia estruturadas, muitas vezes dentro de hospitais ou com parcerias com dermatologistas e endocrinologistas”, cita. Ela explica ainda que o trabalho do podólogo atua na prevenção e manutenção da saúde dos pés, enquanto o podiatra com formação em enfermagem clínica é acionado em quadros mais complexos. Ambos trabalham de forma complementar para evitar complicações que podem comprometer a saúde geral do paciente. O que o podólogo pode ou não fazer As competências do podólogo são bem definidas e envolvem o cuidado podal conservador. Entre as práticas autorizadas estão: Corte e lixamento correto de unhas; Remoção de calos; Tratamento de micose e unhas espessas; Assepsia de pequenas fissuras; Tratamento de verrugas plantares; Reflexologia podal; Confecção de órteses de silicone. Além do mais, o profissional pode avaliar alterações dermatológicas e orientar o uso de calçados e cuidados com a pele. Mas há limites: o podólogo não realiza procedimentos invasivos profundos, nem aplica anestesia injetável ou prescreve medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios. Quem pode exercer a profissão Desde a regulamentação, só podem atuar como podólogos os profissionais que tenham completado curso técnico ou superior na área. “O importante é que hoje o paciente pode (e deve) saber se seu podólogo tem certificação”, pontua a enfermeira. Essa formação formal inclui conteúdos como higiene, biossegurança e uso correto de instrumentos – como bisturis, alicates, curetas e lixas –, sempre seguindo protocolos de esterilização. A fiscalização é feita por órgãos como a Vigilância Sanitária e entidades trabalhistas e de defesa do consumidor. Valéria ressalta que esse rigor ajuda a afastar a ideia de que a experiência como pedicure seria suficiente para tal atendimento. “Não são funções que se aprendem apenas na prática do dia a dia, mas sim profissões da área da saúde com formação definida”, defende. Avanços e representatividade Embora a profissão já esteja regulamentada, não existe um Conselho Federal específico de Podologia. Atualmente, a categoria conta com sindicatos e associações estaduais, como a Associação Brasileira de Podólogos (ABP), que atua desde a década de 1960 na organização da classe e na defesa da categoria. A especialista lembra que o desconhecimento sobre a atuação do podólogo ainda é um obstáculo. “Há quem pense que podólogo é médico e esse pensamento surge o tempo todo, o que pode gerar riscos. Por exemplo, alguém com infecção grave insiste em tratar só com podólogo, quando seria necessário um antibiótico que só o médico pode prescrever”, finaliza.

Como preservar a mobilidade articular ao longo da vida
Mobilidade Articular

Como preservar a mobilidade articular ao longo da vida

A mobilidade articular, ou seja, a capacidade das articulações de realizar movimentos amplos e eficientes sem causar dor, é um componente essencial para a saúde física e o bem-estar geral. Segundo o fisioterapeuta Gustavo Mondoni, especialista em osteopatia, essa habilidade se refere à capacidade das articulações de realizar movimentos amplos e eficientes sem causar dor. “A mobilidade é indispensável para a realização de atividades diárias, práticas esportivas e exercícios, além de ser uma aliada na prevenção de lesões e no cuidado com as articulações”, explica o profissional. A importância da mobilidade Uma boa mobilidade articular não só facilita movimentos simples, como caminhar ou se abaixar, mas também promove a saúde das articulações e previne problemas futuros. Por outro lado, a falta dela pode levar à fraqueza muscular, tendinites, desgaste articular e até mesmo perda de funções. “Essas limitações podem impactar negativamente a qualidade de vida, dificultando a realização de tarefas diárias e afetando até mesmo o equilíbrio emocional”, alerta Mondoni. Proteja as articulações Para manter as articulações saudáveis ao longo da vida, é essencial adotar hábitos que favoreçam sua preservação. Entre as recomendações do especialista, vale destacar: Prática regular de exercícios físicos: atividades como academia, treinamento funcional e pilates são ótimas para fortalecer a musculatura e proteger as articulações; Exercícios cardiorrespiratórios: caminhadas, corridas e pedaladas ajudam a manter o corpo ativo e saudável em sua totalidade; Treinos específicos de mobilidade: podem ser adaptados à modalidade esportiva da preferência de cada pessoa, melhorando a amplitude de movimento; Aquecimento antes dos exercícios: essencial para preparar as articulações e evitar lesões; Hidratação e alimentação equilibrada: embora indiretamente, esses fatores contribuem para a saúde articular, pois auxiliam na regeneração dos tecidos e no combate à inflamação. Essa prevenção ativa também reduz o risco de complicações relacionadas ao envelhecimento, como artrite. Riscos associados à baixa mobilidade A falta de cuidado com a mobilidade articular pode ter consequências sérias, especialmente se ignorada por longos períodos. Algumas das complicações incluem: Dificuldade em realizar atividades cotidianas, como subir escadas ou agachar; Maior propensão a lesões musculares e articulares; Desgastes articulares e tendinites; Dores crônicas e perda progressiva de função. “Além dos impactos físicos, a perda de mobilidade pode interferir no equilíbrio emocional, já que limitações no dia a dia afetam diretamente a autonomia e a autoestima do paciente”, observa o fisioterapeuta. Mobilidade para cada estilo de vida É importante lembrar que não há necessidade de mobilidade extrema, como a de ginastas. O mais relevante é que as articulações permitam uma movimentação confortável e suficiente para a prática de exercícios regulares e atividades diárias. “Cada pessoa deve buscar um nível de mobilidade que esteja alinhado ao seu estilo de vida e às suas demandas físicas. O importante é se movimentar e cuidar do corpo de forma preventiva”, conclui o especialista.

5 receitas de escalda-pés refrescantes para o calor
Escalda Pés

5 receitas de escalda-pés refrescantes para o calor

Com as altas temperaturas, os pés costumam inchar e ficar bem mais cansados. Um bom escalda-pés refrescante é capaz de aliviar o desconforto, melhorar a circulação e trazer sensação imediata de bem-estar. A técnica é simples, acessível e pode ser feita em casa com ingredientes naturais. Conforme pontua a cosmetóloga Talita Bovi, mestre em Engenharia Biomédica e especialista em Medicina Estética e Cosmetologia, o segredo está, sobretudo, na temperatura da água e na combinação de ativos que estimulam o frescor. Isso faz com que o ritual proporcione descanso e melhora circulatória, além de reduzir a sensação de calor. “O ideal é usar água fria ou morna, até 30 °C, com ingredientes que promovam vasoconstrição periférica e sensação térmica de leveza. O resultado é imediato: alívio do inchaço e relaxamento dos músculos”, explica. A especialista lembra que o objetivo é criar uma experiência que alivie o calor e o cansaço, sem agredir a pele. O efeito é alcançado pela combinação entre a temperatura adequada da água e ativos naturais com ação descongestionante. Os principais benefícios são: Alívio do inchaço e da sensação de peso nas pernas; Melhora da circulação sanguínea; Relaxamento muscular; Bem-estar térmico e sensação de leveza. Ingredientes que trazem frescor Alguns elementos são verdadeiros aliados na hora de preparar um escalda-pés refrescante, como: Hortelã-pimenta: efeito imediato de resfriamento, graças ao mentol; Eucalipto: estimula a circulação e refresca; Limão-siciliano: tem leve ação adstringente e ajuda na sensação geladinha; Alecrim: revigorante e estimulante; Sal grosso: relaxa e ajuda a desinchar; Lavanda: refrescante e relaxante; Chás ou extratos de hamamélis e hortelã: suavizam a pele. Para quem gosta de variar, a especialista sugere misturas que potencializam os efeitos: Hortelã-pimenta + limão-siciliano + sal grosso; Eucalipto + alecrim + hidrolato de hortelã; Hortelã-pimenta + lavanda; Hamamélis + sal grosso + limão; Alecrim + eucalipto + óleo essencial de menta; Erva-doce + capim-limão + lavanda; Laranja-doce + hibisco + hamamélis. Como preparar o escalda-pés em casa? Talita Bovi recomenda um preparo simples e seguro: 1. Escolha uma bacia confortável; 2. Adicione água fria ou morna até a altura dos tornozelos; 3. Inclua ervas, sais ou óleos essenciais diluídos; 4. Deixe os pés de molho por 15 a 20 minutos; 5. Seque bem e finalize com um hidratante refrescante. O escalda-pés pode ser feito duas a três vezes por semana, especialmente nos períodos mais quentes. Quem passa o dia em pé pode recorrer à técnica diariamente, desde que mantenha a hidratação da pele, além de todos os cuidados citados. Top 5 receitas refrescantes Refrescância instantânea 2 colheres (sopa) de sal grosso 4 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta Água fria Benefício: proporciona alívio imediato e sensação de energia. Revigorante circulatório 1 punhado de alecrim fresco 3 gotas de óleo de eucalipto globulus 2 colheres (sopa) de sal grosso Água fria ou morna Benefício: estimula a circulação e reduz o inchaço. Frescor cítrico Casca de 1 limão-siciliano 1 colher (sopa) de sal grosso 3 gotas de óleo de hortelã Chá de hamamélis (opcional) Benefício: efeito adstringente e revigorante. Relaxante refrescante 2 colheres (sopa) de sal grosso 2 gotas de lavanda + 2 de hortelã-pimenta Água morna Benefício: ideal para relaxar após um dia intenso. Ice Spa caseiro 1 litro de água gelada Cubos de gelo Chá de hortelã 3 gotas de óleo de eucalipto Benefício: efeito geladinho intenso, ótimo para dias de calor extremo ou após atividade física. Extra: escalda-pés energizante 2 colheres de capim-limão; 1 colher de hibisco seco; 1 colher de casca de laranja-doce; 2 colheres de sal grosso; 2 litros de água quente (depois resfriada com gelo). Basta ferver os ingredientes por 5 minutos, tampar, repousar por 10 minutos e ajustar a temperatura com água fria. “Essa infusão combina propriedades calmantes, antioxidantes e aromáticas, perfeita para o verão”, ressalta Talita. A cosmetóloga sugere aplicar creme hidratante com mentol ou gel refrescante de arnica ou castanha-da-índia logo após o escalda-pés para potencializar o efeito relaxante. Há contraindicações? Pessoas com diabetes descompensada, feridas abertas ou neuropatia periférica devem evitar o procedimento sem orientação profissional. Além delas, gestantes precisam consultar um especialista antes de usar determinados óleos essenciais, que podem ser contraindicados durante a gestação. Mesmo sendo natural, o escalda-pés requer atenção. Assim: Nunca use essências puras diretamente na pele, ou seja, sempre as dilua; Evite ingredientes cítricos e exposição solar logo após; Mantenha a temperatura da água entre 25 °C e 30 °C; Faça um teste de sensibilidade antes de aplicar óleos essenciais. “Água muito quente pode causar vasodilatação excessiva e mal-estar, enquanto os óleos concentrados podem irritar a pele”, reforça a cosmetóloga.

Pés de diabéticos precisam de atenção redobrada
Pé Diabético

Pés de diabéticos precisam de atenção redobrada

“O que mais preocupa é o expressivo e crescente número de amputações realizadas em decorrência de complicações ligadas ao diabetes, ou seja, as amputações não traumáticas”, explica Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo dados da Agência Brasil e o SUS (Sistema Único de Saúde), somente no ano de 2023 foram realizadas 26.982 amputações de membros inferiores (pés e pernas), equivalendo um média de 28 cirurgias por dia. Nardi explica que por se tratar de uma síndrome, ou seja, um conjunto de importantes e graves alterações ligadas ao diabetes – descompensado – como a polineuropatia diabética, vasculopatia obstrutiva periférica, deformidades, lesões ulcerativas, infecções e até mesmo levar o membro acometido a um grau de menor ou maior proporção de amputações, cujo desfecho, é o mais grave. “Vale ressaltar que essas alterações, assim como a própria doença, são extremamente silenciosas, o que ressalta a importância do acompanhamento dos profissionais de saúde dentro de uma equipe multidisciplinar em saúde”, conclui Nardi. Algumas das alterações como neuropatias e vasculopatias (obstrução vascular periférica) podem se desenvolver em pessoas que não são portadoras de diabetes, porém ocorre em casos isolados e pontuais, sobretudo com menor gravidade na maior parte das vezes. "Já em pessoas portadoras de diabetes descompensado e de longo tempo de doença, essas alterações acima citadas ocorrem de forma simultânea e na maior parte dos casos com maior gravidade de evolução clínica", explica Nardi. Além disso, essas doenças – neuropatias e vasculopatias – serão também “gatilhos” para o desenvolvimento de outras alterações como deformidades dos membros inferiores (musculares e articulares), formação de úlceras, infecções, entre outras. Especialização em pés diabéticos [caption id="attachment_1932" align="aligncenter" width="780"] Luiz Nardi em atendimento[/caption] Luiz Nardi se especializou em pés diabéticos. “Foi um divisor de águas dentro da minha profissão, seja na realização de atendimentos clínicos, bem como na docência. Para ser sincero não escolhi inicialmente me especializar na área, mas fui convidado a estudar mais sobre o assunto, foi um verdadeiro ponta pé inicial”, lembra ele. Segundo Nardi, logo que se formou em farmácia, teve a incrível oportunidade de ministrar aulas de farmacologia nos cursos técnico em podologia e especialização técnica em atendimentos podológicos ao paciente com diabetes na cidade de Sorocaba. Foi a partir desse momento que despertou não somente seu amor à profissão, mas também vislumbrou a necessidade de fazer o curso técnico, momento esse que abriu várias outras oportunidades profissionais para ele, sobretudo na docência. “Após alguns anos ministrando aulas, fui convidado e estimulado, a fazer o curso de pós-graduação em Educação sobre Diabetes e foi a partir dessa formação que entendi a real necessidade de me especializar no assunto, principalmente no que tange evitar amputações em pacientes portadores de diabetes”, conta o especialista. E ele não parou por aí. Fez posteriormente uma pós-graduação em Docência & Pesquisa para o Ensino Superior e atualmente cursa a graduação em Podologia. “Vejo a necessidade de a cada dia crescer em conhecimento, claro, sempre com objetivo de trazer os melhores resultados para os pacientes e excelência no ensino para meus alunos”, conclui Nardi. Caso prático de pé diabético Nardi relembra um caso que teve um desfecho gratificante. “Há mais ou menos dois anos, uma enfermeira, residente na cidade de Dom Basílio na Bahia, fez contato comigo, pois apresentava dificuldades em solucionar um caso de um senhor de 66 anos com diabetes e amputações recorrentes”, conta ele. A enfermeira havia realizado diversos procedimentos de desbridamentos de tecidos desvitalizados e necróticos, aplicado vários tipos de coberturas, num trabalho feito com excelência profissional, mas novas úlceras seguiam surgindo no paciente, além de novas amputações. “Fiz uma mentoria com a enfermeira e nesse momento, foi orientada por mim a utilizar sandálias de cicatrização e palmilhas específicas e personalizadas a fim realizar a descarga dos pontos de hiperpressão, sobretudo na região das amputações anteriores, onde havia calosidades e cicatrizes de úlceras fechadas anteriormente”, conta Nardi. Segundo ele, o grande objetivo era diminuir o estresse tecidual da região através da descarga de pressão. “Dessa forma, as calosidades foram aos poucos reduzindo, promovendo então o restabelecimento total do paciente”, conclui o especialista.

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