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Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés aerossol com cânfora. Combate fungos e bactérias. Sensação calmante e refrescante.

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Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 110g / 150ml
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Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar Tenys Pé Canforado Aerossol.

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Resultado

Pés protegidos contra 99% dos fungos e bactérias e livres do mau odor.

O aerossol não deixa resíduos nos pés e ainda pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Ingredientes

INGREDIENTS: ALCOHOL, BUTANE, ISOBUTANE, PROPANE, CAMPHOR, AQUA, PARFUM, BENZALKONIUM CHLORIDE, BENZYL SALICYLATE, SODIUM NITRITE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL, CITRAL.

Mais sobre Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol elimina o mau odor. Por conter álcool pode ser usado inclusive para higienizar a sola dos calçados.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Não utilizar durante a gravidez. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos.
Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Biomecânica do pé: entenda a função e como cuidar dela
Biomecânica

Biomecânica do pé: entenda a função e como cuidar dela

Os pés desempenham um papel essencial na sustentação e mobilidade do corpo humano e sua biomecânica, ou seja, a interação entre forças, articulações, tendões e músculos, é fundamental para garantir equilíbrio, postura e locomoção. Nesse contexto, cuidados preventivos são importantíssimos para manter a funcionalidade ao longo da vida. Como ressalta o ortopedista Greenhalgh Dias Fernandes Junior, do Hospital Japonês Santa Cruz, os pés e tornozelos são a base da mobilidade humana. “Eles compõem um sistema de articulações, ligamentos e tendões que garantem movimentos como flexão, extensão, inversão e eversão, permitindo caminhar, correr e saltar com eficiência”, descreve. O podólogo Armando Bega, presidente da Associação Brasileira de Podólogos (ABP), reforça que os pés atuam na distribuição do peso corporal e na relação entre forças ascendentes e descendentes. “São responsáveis pela postura, pelo equilíbrio e pelo contato do corpo com o solo; garantem estabilidade em cada passo”, reforça. Biomecânica X postura e equilíbrio Você sabia que a biomecânica dos pés influencia diretamente o alinhamento corporal? Isso porque alterações nessa estrutura podem impactar não apenas a marcha, mas as articulações como tornozelos, joelhos e até quadris. “Problemas na mobilidade ou posição dos pés resultam em desequilíbrios corporais que podem atingir desde os membros inferiores até a coluna”, afirma o ortopedista Greenhalgh Dias Fernandes Junior. O profissional destaca ainda que tais mudanças têm um efeito cascata, ou seja, acabam por afetar a qualidade de vida e a saúde geral do paciente. Para Armando Bega, a biomecânica é comparável ao funcionamento de um motor. “Assim como o motor de um carro depende de engrenagens e amortecedores, a biomecânica dos pés garante o movimento adequado ao alinhar forças aplicadas sobre o solo e recebidas de volta pelo corpo”, compara. Principais problemas biomecânicos nos pés Alterações biomecânicas podem levar a condições que comprometem a saúde e a qualidade de vida. Entre os problemas mais comuns citados pelos especialistas, estão: Deformidades estruturais, como pés planos (toda a planta toca o chão), pés cavos (apenas calcanhares e pontas do dedo tocam) e desvios do antepé (pronação, inclinada para dentro, e supinação, para fora); Tendinopatias, em geral relacionadas ao tendão de Aquiles e frequentemente causadas por sobrecarga; Anomalias da marcha, caracterizados por desvios nos eixos articulares ou encurtamento de cadeias musculares; Retropé em valgo (calcanhar para fora) ou varo (calcanhar para dentro), tipificados com desalinhamentos que alteram a distribuição do peso no calcanhar e sobrecarregam articulações. Segundo o podólogo, essas condições afetam tanto os pés como as articulações superiores, gerando dor e até limitações no dia a dia. “A sobrecarga tecidual causada por movimentos inadequados pode resultar em lesões que comprometem o desempenho físico”, alerta. Impacto de calçados inadequados O uso de calçados inapropriados é uma das principais causas de problemas biomecânicos nos pés. Sapatos de solado reto, por exemplo, aumentam o risco de fascite plantar e tendinopatias, enquanto o uso frequente de salto alto pode causar deformidades como hálux valgo e contratura do tendão de Aquiles. “O ideal é optar por calçados confortáveis, com amortecimento adequado e uma leve elevação posterior, características que geralmente encontramos em tênis comuns”, sugere o ortopedista. O podólogo complementa que “calçados inadequados podem interferir na marcha e na distribuição das pressões plantares, o que, com o tempo, gera estresse tecidual e desencadeia lesões”. Como preservar a biomecânica dos pés Manter a biomecânica dos pés saudável requer atenção a fatores como postura, peso corporal e escolhas diárias. Os especialistas recomendam: Uso de calçados adequados: prefira modelos com amortecimento, flexibilidade moderada e bom suporte; Alongamentos regulares: esticar os músculos dos pés e tornozelos várias vezes ao dia ajuda a evitar rigidez e dores; Controle de peso: evitar sobrecarga excessiva nas articulações reduz o risco de lesões; Acompanhamento profissional: consultar regularmente ortopedistas e podólogos permite detectar e corrigir alterações precocemente. O podólogo Armando Bega também destaca a importância de avaliar a pisada desde a infância, buscando orientação especializada quando necessário. “Acompanhar o desenvolvimento do aparelho locomotor garante a prevenção de problemas futuros e melhora a qualidade de vida em todas as fases”, conclui.

Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser
Queimação e Dor nas pernas e pés

Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser

Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria. De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), essa dor está diretamente ligada a alterações na forma como o corpo distribui o peso durante o movimento. Além disso, a médica reforça que o desconforto não deve ser ignorado. “Sentir dor não é normal. O aceitável é caminhar com estabilidade e sem dor. Qualquer alteração em relação a isso deve ser investigada”, avisa. O que pode estar por trás A dor ao caminhar rápido pode ter diferentes origens, mas costuma estar ligada a alterações na marcha ou na forma de pisar, como pronação ou supinação. Outros sintomas comuns disso são calosidades e desgaste irregular dos sapatos. É importante destacar que essas mudanças biomecânicas não impactam apenas os pés, mas também outras regiões, gerando dores articulares nos tornozelos, joelhos, quadril e até na coluna lombar. A especialista em pé e tornozelo esclarece que isso acontece porque o corpo funciona de forma integrada, ou seja, um desequilíbrio em qualquer região pode sobrecarregar outras áreas. Quando a dor é um sinal de alerta Nenhuma dor deve ser ignorada, mas alguns sinais reforçam que é hora de buscar avaliação. O principal deles é a persistência ao longo do tempo. Vale observar também: desconforto que não melhora espontaneamente; dor associada à caminhada, mesmo em atividades simples; sensação de sobrecarga nos pés ou tornozelos. A ortopedista Fabiana Maria Freitas reforça a importância de olhar para outras estruturas dos pés, como a fáscia plantar, os tendões e as articulações, já que a má distribuição de carga pode afetar essas regiões e aumentar o risco de lesões a longo prazo. Como evitar o problema O tratamento depende da causa da dor, mas, de forma geral, envolve uma combinação de medidas para corrigir a sobrecarga e melhorar a mecânica da caminhada. Entre as principais abordagens estão: escolha de calçados adequados ao tipo de pisada; uso de palmilhas com prescrição; fisioterapia e reabilitação motora; fortalecimento muscular para melhorar a estabilidade; uso de medicamentos ou intervenções (em casos específicos). “Os quadros de dor em região de pé e tornozelo sempre merecem uma avaliação individual e detalhada. Os exames complementares são solicitados conforme a suspeita clínica, mas a imagem isoladamente não substitui a avaliação médica”, orienta a especialista.

A Geração Z e o que ela pensa sobre os esportes
Esporte e Saúde

A Geração Z e o que ela pensa sobre os esportes

Com hábitos de vida cada vez mais ligados à tecnologia, a Geração Z, formada por quem nasceu entre 1997 e 2012, aproximadamente, tem mostrado comportamentos diferentes em relação à prática de esportes. Se por um lado há novas formas de engajamento, por outro, os desafios para combater o sedentarismo e incentivar a atividade física também aumentaram, mas de um jeito menos convencional. A verdade é que o interesse dos jovens por esportes tradicionais vem diminuindo, segundo Thiago Ferreira, coordenador do curso de Educação Física da Universidade FMU. “Eles preferem atividades mais flexíveis, que permitam a expressão pessoal. Valorizar a experiência pesa mais do que a competição”, analisa. Assim, modalidades alternativas como dança, lutas, skate, parkour, funcional e yoga estão em alta entre os jovens. Essa percepção é reforçada pelo professor Cesar Miguel Momesso, também da FMU. Ele destaca que, embora a geração valorize a saúde, o tempo dedicado à prática esportiva caiu consideravelmente nos últimos anos. “A média semanal de atividade física gira em torno de 106 minutos, muito abaixo dos 300 minutos recomendados. Já o tempo de tela chega a quase 400 minutos por dia”, alerta. O que move a Geração Z a praticar esportes De acordo com Thiago Ferreira, vários fatores motivam a gen-Z a se exercitar: Estética corporal e cuidado com a saúde mental; Socialização e sensação de pertencimento; Busca por diversão e prazer; Engajamento tecnológico associado às práticas físicas. A influência da tecnologia, aliás, é um ponto que merece atenção. “Pode ser uma grande aliada, com aplicativos fitness, vídeos motivacionais e dispositivos de monitoramento. Mas o uso excessivo de telas é um risco real para o sedentarismo”, diz o profissional. Impacto do digital na saúde física Para Cesar Miguel Momesso, o estilo de vida conectado tem consequências claras no desempenho físico dos jovens. A inatividade favorece o surgimento de doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e hipertensão, por exemplo, além de impactar o desenvolvimento cognitivo e social. “Outro problema recorrente são as posturas inadequadas, consequência do uso prolongado de dispositivos eletrônicos”, acrescenta, pensando também nos impactos físicos da exposição tecnológica. Thiago Ferreira lembra ainda que, entre 2009 e 2019, o número de adolescentes brasileiros considerados ativos caiu pela metade - entre as meninas, os índices são ainda mais preocupantes, com menos de 50 minutos semanais delas dedicados à atividade física. Como engajar os jovens nos esportes? O coordenador destaca algumas estratégias que têm dado resultados: Gamificação de treinos, transformando a prática esportiva em desafios lúdicos; Uso de redes sociais para divulgar metas, conquistas e criar senso de comunidade; Ambientes acolhedores, inclusivos e diversos; Estímulo à autonomia e escolha de modalidades alinhadas aos interesses pessoais. Desse modo, a tecnologia, quando usada de forma inteligente, também é uma aliada. Aplicativos de monitoramento, plataformas de aulas online, conteúdos interativos e presença ativa nas redes ajudam a aproximar os jovens da prática esportiva. O docente Cesar Miguel Momesso completa que, para atrair a gen-Z, escolas e academias precisam adotar novas abordagens, como: Investir em treinos mais curtos e dinâmicos, que se encaixem nas rotinas corridas; Oferecer opções que combinem treino físico e bem-estar mental, como yoga e mindfulness; Criar espaços de convivência e promover a socialização antes e depois das atividades. Além disso, ele reforça que a educação física escolar também precisa ser repensada. A diminuição da carga horária e a mudança de foco para temas interdisciplinares podem contribuir para a queda no nível de atividade entre adolescentes, por exemplo. Mais atividades, mais pertencimento Outro fator importante para conquistar a Geração Z é o senso de pertencimento. Thiago explica que os jovens se engajam mais quando sentem que fazem parte de algo maior. “Eventos em grupo, desafios e competições saudáveis ajudam a manter a motivação em alta”, afirma. Para ele, mostrar o impacto positivo da atividade física não só na estética, mas também na saúde mental e no bem-estar, é um caminho eficaz para engajar essa geração tão conectada e exigente.

Quando procurar um podólogo? Entenda o que ele faz
Podo Profilaxia ou Profilaxia Podal

Quando procurar um podólogo? Entenda o que ele faz

Tal qual o ditado popular, o podólogo é o profissional que as pessoas geralmente recorrem “quando o calo aperta”, mas você sabe a hora de procurá-lo? Diferentemente de um pedicure, o foco de atuação do podólogo é na saúde dos pés e não no embelezamento deles. Para isso, o trabalho do podólogo foca em prevenir e cuidar de condições mais sérias e incômodas, como calosidades, rachaduras e as temidas unhas encravadas. "A função do podólogo é muito mais ampla do que a de um pedicure. Nosso foco é tratar problemas específicos e evitar que questões pequenas se tornem algo mais grave", explica a podóloga Marina Groke, da rede Unhas Cariocas. Ela destaca ainda que a formação em podologia permite, por exemplo, identificar a presença de infecções fúngicas e orientar quanto aos procedimentos para tratamento e, também, sobre prevenção. Podologia X pedicure É verdade que existem diferenças entre as profissões e podólogos e pedicures, mas também não se pode ignorar as semelhanças na atuação, como os cuidados com os pés e unhas. Então, quando procurar um ou outro? A gente ajuda: Tudo o que for relacionado à aparência e relaxamento, como unhas pintadas, cutilagem e massagens, pode ser feito com o(a) pedicure; Questões de saúde, aquelas que envolvem dor, incômodos e causam desconforto, devem ser atendidas por podólogo(a). "Embora os pedicures possam notar sinais de problemas como micoses e unhas encravadas, eles encaminham para um podólogo ou especialista de saúde para o tratamento adequado", acrescenta Marina. O que os podólogos fazem? A lista de atribuições de um profissional da podologia é grande. Confira algumas tarefas: Desencravar unhas de maneira segura, utilizando órteses para aliviar a pressão e evitar a inflamação da região (vamos falar melhor disso logo mais); Remover calosidades e rachaduras com produtos específicos para prevenir que uma pequena fissura evolua para uma lesão séria, por exemplo; Identificar e tratar micoses com a aplicação de produtos e tratamentos específicos e orientação acerca de cuidados diários que precisam ser seguidos pela pessoa; Cuidar de bolhas, verrugas, joanetes, descamações e até das consequências de doenças que costumam afetar os pés, como a diabete. Voltando às unhas encravadas, o podólogo ainda avalia qual a gravidade de cada caso antes de seguir com sua intervenção. De acordo com a especialista Marina Groke, são três classificações. "O grau I de unhas encravadas tem sinais inflamatórios, como vermelhidão, edema leve e dor; o II já apresenta saída de secreção e infecção; e o III conta com formação de tecido de granulação e hipertrofia ungueal", detalha. O podólogo pode prescrever remédios? Não, o podólogo não pode prescrever medicação. Apesar de ser um profissional da saúde, a podologia não confere formação médica e, portanto, não permite a prescrição de medicamentos – com ou sem receita –, nem o fechamento de diagnósticos. Em casos assim, o protocolo é encaminhar o cliente ao especialista mais adequado, como um dermatologista. Marque uma visita mesmo sem queixas Justamente por não atuar no tratamento medicamentoso, um foco importante dos podólogos está na prevenção de queixas e orientação quanto aos cuidados. Entretanto, para isso ser possível, a visita regular é crucial, mesmo sem queixas. "O ideal é visitar o podólogo uma vez por mês para manter os pés saudáveis e fazer o corte adequado das unhas, procedimento conhecido como onicotomia", recomenda Marina. Ela alerta, porém, que algumas condições são indicativas para agendar uma consulta com mais pressa: unhas encravadas ou dor nas unhas; calosidades; rachaduras, fissuras ou descamação; micoses ou infecções fúngicas; diabetes ou outras condições que afetam a circulação nos pés; feridas que não saram; bolhas, joanetes ou verrugas; vermelhidão, coceira ou alteração na cor das unhas e pontas dos dedos. A podóloga reforça que um profissional dessa área pode ajudar a prevenir complicações dos quadros acima e manter os pés saudáveis e confortáveis no dia a dia.

6 dicas para evitar frieira no pé
Frieira e Micose

6 dicas para evitar frieira no pé

Com alguns cuidados simples no dia a dia, dá para prevenir a frieira no pé, também conhecida como pé de atleta. Saiba quais são eles. Será que dá para evitar a frieira no pé? Dá, sim, e a melhor maneira de fazer isso é manter essa região sempre bem seca, principalmente entre os dedos, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Tudo começa ao sair do chuveiro. “Após o banho, é superimportante secar os pés para evitar a frieira que dá entre os dedos”, reforça o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Isso porque a umidade, combinada com calor e com os fungos que vivem naturalmente na nossa pele, favorece o aparecimento da frieira (ou pé de atleta). Ao longo do dia, quando suamos muito nos pés ou não secamos bem entre os dedos, essa umidade persiste, e os fungos aproveitam essa condição para se multiplicar em excesso, causando essa infecção. O mesmo pode acontecer quando passamos muito tempo com calçados fechados e meias feitas de tecidos sintéticos, que não absorvem a transpiração. “É preciso tomar cuidado com os calçados esportivos, como chuteiras, e com as meias finas feitas de material sintético”, diz Bega. “É melhor usar meias de algodão e calçados de materiais não sintéticos.” Com esses e outros cuidados simples com os pés no dia a dia, podemos evitar o aparecimento das frieiras. “Para completar a prevenção, usar um talco antisséptico para os pés ajuda, especialmente quando ele tem agentes antimicrobianos”, explica Bega. “O antisséptico em aerossol também pode ser utilizado. O importante é associar o uso desses produtos à higiene dos pés.” Dicas para prevenir a frieira no pé Ao sair do banho, seque bem a região entre os dedos com a toalha, pois os fungos adoram umidade; Aplique o desodorante para os pés para controlar a transpiração; se você transpira muito nos pés, prefira o desodorante em forma de talco, que absorve mais umidade; Use calçados e meias feitos de materiais que absorvem a transpiração (como o algodão) sempre que possível; Ao usar o chuveiro da academia ou de outros espaços compartilhados, calce chinelos para evitar a contaminação pelo piso; Se for possível, seque sua toalha no sol ou em local arejado para que ela não fique úmida, pois isso favorece os fungos; Quem sua muito nos pés pode fazer, uma vez por semana, um escalda-pés com água morna e 50 ml de vinagre 6% por 5 minutos para prevenir a frieira.

Distonia é o mesmo que hiperidrose?
Suor e Odor

Distonia é o mesmo que hiperidrose?

Quem sua demais no pé tem hiperidrose ou distonia? Os termos médicos às vezes confundem as pessoas. Saiba qual é a diferença entre essas duas condições. Sabe quando o pé, a mão e as axilas suam demais, mesmo em momentos em que não deveríamos estar transpirando? Tem gente que chama essa condição de distonia, mas isso não está certo. O nome correto é hiperidrose —e vamos explicar aqui a diferença. Para começar, a composição das próprias palavras já diz a que elas vêm. Hiperidrose começa com “hiper”, um prefixo usado quando queremos falar de algo que é excessivo, explica Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). “O prefixo ‘dis’ traz a ideia contrária, de falta, de separação. Por isso não poderia ser usado em uma palavra que se refere a transpirar demais. Além disso, o tônus está relacionado à musculatura, não ao suor.” O que é hiperidrose? A hiperidrose é uma condição onde a transpiração vai além do que você precisa, a ponto de o suor pingar da mão, do pé ou das axilas, por exemplo. Normalmente, suar é uma maneira de manter a temperatura do corpo aliviando o aquecimento interno (quando fazemos exercícios ou temos febre). Só que as pessoas que têm hiperidrose suam em excesso o tempo todo, até quando estão em repouso. É como se as glândulas sudoríparas não parassem nunca de trabalhar. “A hiperidrose tem várias causas. Pode ser hereditária e estar presente em vários membros de uma família ou pode estar relacionada a alguma doença, ao uso de alguns medicamentos”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Diabetes, problemas de tireoide, ondas de calor na menopausa e alguns tipos de câncer podem causar hiperidrose. Medicamentos como analgésicos e antidepressivos também. Tipos de hiperidrose: Hiperidrose primária ou focal: acontece sem uma causa aparente e afeta áreas específicas, como mãos, pés, axilas ou rosto. Geralmente costuma começar na infância ou adolescência e está ligada a fatores genéticos. Hiperidrose secundária ou generalizada: é causada por algum problema de saúde, como diabetes, infecções, menopausa ou uso de medicamentos. Ela afeta o corpo todo e pode surgir em qualquer fase da vida. E a distonia, o que é? A distonia, por sua vez, é um distúrbio neurológico que afeta os movimentos (e não a transpiração). As pessoas que têm distonia apresentam espasmos e contrações musculares involuntárias. Isso faz com que elas apresentem uma hiperatividade muscular que causa movimentos de torção, posições corporais anormais e, em alguns casos, tremores. Essa condição pode ser causada por medicamentos, pela doença de Parkinson, por um acidente vascular cerebral (ou AVC) ou por lesão cerebral. O que eu faço se tenho hiperidrose no pé? Quem transpira em excesso nos pés pode adotar alguns cuidados para evitar incômodos no dia a dia. “A pessoa que tem hiperidrose localizada nos pés pode usar meias de algodão, evitar calçados feitos de materiais sintéticos e optar pelos feitos com tecidos que absorvam a transpiração”, explica Bega. Além disso, ele recomenda usar o desodorante para os pés. “Mesmo que essa pessoa sue bastante, o antisséptico presente no desodorante impede que as bactérias que causam o mau odor, que gostam de ambientes úmidos e quentes, se multipliquem”, completa o podólogo. Mas, se mesmo com esses cuidados a transpiração excessiva continuar incomodando ou impedindo as atividades cotidianas, será preciso buscar orientação médica. “Nos casos mais graves de hiperidrose é preciso fazer um tratamento cirúrgico, a simpatectomia, que é a remoção do nervo simpático. Isso porque o sistema nervoso simpático está relacionado ao aumento de agilidade nas reações, como suar”, diz Bega.

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