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Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés aerossol com cânfora. Combate fungos e bactérias. Sensação calmante e refrescante.

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Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 110g / 150ml
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Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar Tenys Pé Canforado Aerossol.

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Resultado

Pés protegidos contra 99% dos fungos e bactérias e livres do mau odor.

O aerossol não deixa resíduos nos pés e ainda pode ser usado para higienizar a sola dos calçados.

Ingredientes

INGREDIENTS: ALCOHOL, BUTANE, ISOBUTANE, PROPANE, CAMPHOR, AQUA, PARFUM, BENZALKONIUM CHLORIDE, BENZYL SALICYLATE, SODIUM NITRITE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL, CITRAL.

Mais sobre Desodorante para os Pés Aerossol Canforado 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado Aerossol elimina o mau odor. Por conter álcool pode ser usado inclusive para higienizar a sola dos calçados.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Não utilizar durante a gravidez. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos.
Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Máquina do tempo: será que os sapatos mudaram muito?
Tipos de Calçados

Máquina do tempo: será que os sapatos mudaram muito?

O design dos calçados evoluiu bastante nas últimas décadas, mas nem sempre a estética andou de mãos dadas com o bem-estar. Saltos altos, bicos finos e solas duras continuam entre os modelos preferidos por muitos, mesmo podendo comprometer a saúde dos pés, especialmente quando usados com frequência. Na opinião da podóloga Thayná Magalhães, formada pelo SENAC, é comum que a moda ignore o conforto. “Isso ocorre mesmo existindo sapatos muito abertos, com salto fino ou bico estreito que prejudicam a pisada e causam dor, calos e até rachaduras”, pontua. De acordo com ela, a virada no foco para funcionalidade só aconteceu entre os anos 1980 e 1990, com a popularização dos calçados esportivos. Já a estilista e designer de calçados Mariah Blois destaca o papel da tecnologia nesse processo. “Com materiais inteligentes e escaneamento 3D, conseguimos hoje calçados que se moldam melhor aos pés, promovem conforto real e ainda previnem lesões”, pondera. Do conforto ao símbolo cultural Ao longo da história, os sapatos foram ganhando mais (e novas) formas, funções e até significados. Alguns marcos importantes apontados pela designer de calçados Mariah Blois são: Revolução Industrial: viabilizou a produção em massa e trouxe materiais mais duráveis, como couro tratado; Vulcanização da borracha e os primeiros sneakers: transformaram os calçados esportivos; Salto vermelho usado por Luís XIV e os sapatos de lótus na China: ambos mostram como status e cultura moldaram o calçado; Tênis: no século XX, passaram a refletir identidade individual, associando-se a subculturas como o hip-hop e o punk. Além disso, a estilista destaca que os calçados se tornaram extensão do corpo e da personalidade. Em culturas orientais, por exemplo, tirá-los para entrar em casa ou em templos mostra como o ato de calçar vai além da utilidade. Erros que ainda prejudicam os pés Apesar da evolução, muitos modelos atuais ainda impactam negativamente a saúde. Para a podóloga Thayná Magalhães, os principais problemas continuam sendo: Salto fino ou excessivamente alto; Bico fino e apertado; Modelos sem amortecimento ou com solas muito rígidas; Sandálias muito abertas, que não oferecem suporte. Essas escolhas podem prejudicar a pisada, aumentar o risco de quedas e causar dor ou rachaduras. “Nem sempre a moda considera conforto e saúde”, constata a podóloga. O que levar em conta ao comprar Na hora da compra, vale seguir algumas recomendações simples: 1. Experimente o sapato no fim do dia, quando os pés estão mais inchados; 2. Prefira modelos que não apertem e sejam confortáveis logo no primeiro uso; 3. Opte por calçados com bom acolchoamento e espaço adequado na frente; 4. Evite saltos altos e bicos estreitos no dia a dia. Além de seguir esse guia básico quando for adquirir um novo par, vale pensar nas escolhas diárias, que também importam para cuidar dos pés. “Nossos pés trabalham intensamente para podermos fazer tudo, de dia até à noite. Na maioria das vezes, negligenciamos os cuidados necessários para eles sofrerem menos”, pondera Mariah. Nesse sentido, outra dica é pensar na opção certa para cada ocasião também. Isso porque muitos eventos pedem por determinados tipos de sapato, mas o conforto deve ser considerado, sobretudo para evitar problemas indesejáveis depois. Além do mais, Mariah Blois reforça a importância do papel da ciência no futuro da indústria. “Pesquisas acadêmicas, aliadas à tecnologia, estão permitindo o desenvolvimento de calçados mais saudáveis, duráveis e sustentáveis – e isso precisa ser o novo padrão”, defende.

Posso lixar os pés em casa? Saiba quando e como fazer
Embelezamento

Posso lixar os pés em casa? Saiba quando e como fazer

Lixar os pés ajuda a remover a pele seca e a melhorar a aparência, principalmente na região do calcanhar. Só que, apesar de parecer simples, o procedimento exige cuidados. Quando feito de maneira errada, pode machucar, causar infecções e até aumentar o ressecamento, favorecendo ainda mais rachaduras. Conforme salienta a pedicure e podóloga Jane Sobral, o lixamento não deve ser o principal método para tratar a pele ressecada dos pés. Embora normalmente associado à remoção da pele grossa, o ideal é que seja adotado apenas como complemento de outros cuidados mais efetivos e modernos. “Aliás, os cursos de pedicure atuais recomendam evitar esse procedimento como etapa principal, porque pode causar efeito rebote e machucar, além de não ser tão seguro, do ponto de vista higiênico”, explica a profissional. Benefícios e contraindicações O lixamento pode, sim, ser útil para remover a pele ressecada do calcanhar, sola e mesmo da lateral dos dedos, sobretudo do dedão. No entanto, nem todo mundo pode recorrer a ele. Quem deve evitar: Pessoas com pele muito sensível, pois podem ter sangramentos com maior facilidade; Diabéticos, com contraindicação absoluta, porque um machucado pode evoluir para infecção grave e até amputação. Jane Sobral ainda destaca que o procedimento deve ser feito após a desbastação, técnica em que a pele é amolecida com produtos específicos, água e algodão. Depois da retirada cuidadosa da pele morta com instrumentos adequados, a lixa pode ser usada suavemente apenas para finalizar. Frequência ideal e riscos A especialista recomenda que a lixa seja usada, pelo menos, a cada 15 dias ou até uma vez por mês, de acordo com a necessidade de cada pessoa. Nesse sentido, só um profissional da área pode recomendar a melhor frequência a depender da textura da pele e das rachaduras. “Lixar demais pode causar efeito rebote, ou seja, a pele vai ficar ainda mais grossa, ressecada e rachada”, alerta a podóloga. Cautela é tudo nesses casos. Por isso, ela indica a plástica dos pés, um tratamento completo que hidrata profundamente e evita que a pele chegue a um estado crítico. Esse procedimento deve ser realizado em salão, estúdio ou consultório, pois envolve produtos que exigem conhecimento técnico para aplicação segura. Pode lixar em casa, mas com segurança A boa notícia é que é possível lixar os pés em casa, desde que haja muito cuidado e moderação. Afinal, além das implicações já citadas, o fato de a técnica não ser feita ou supervisionada por especialistas pode trazer algumas consequências indesejadas. Algumas recomendações da pedicure são: Faça movimentos suaves, sem força excessiva; Use materiais de qualidade e higienizados, como lixas descartáveis; Evite repetir o procedimento com frequência; Interrompa caso surjam dor, feridas ou desconforto. Jane reforça que, sempre que possível, o ideal é buscar atendimento com pedicures ou, preferencialmente, podólogos. “O trabalho profissional garante mais segurança e eficácia, além do uso de produtos adequados para manter os pés bem cuidados”, finaliza.

Calcanhar rachado pode indicar má circulação. Entenda!
Calcanhar Rachado

Calcanhar rachado pode indicar má circulação. Entenda!

O calcanhar rachado é um problema comum, mas nem sempre está ligado a questões estéticas. Em alguns casos, a situação se manifesta devido a alterações circulatórias, especialmente quando o sangue não chega adequadamente aos pés. É importante lembrar que a má circulação afeta a nutrição da pele, reduz a regeneração e aumenta o risco de feridas que demoram a cicatrizar. O cirurgião vascular Joé Sestello, diretor-presidente da Unimed de Nova Iguaçu, observa que a circulação arterial insuficiente pode se manifestar por sinais visíveis nos pés, como as tão conhecidas fissuras nos calcanhares. “Quando o fluxo de sangue diminui, a pele tende a ficar ressecada, descamativa e sem pêlos. As unhas se tornam mais frágeis e o calcanhar pode apresentar rachaduras profundas”, explica o médico. Sinais de alerta no calcanhar e nos pés No entanto, o ressecamento causado por má circulação geralmente vem acompanhado de outros sintomas, que denunciam a provável causa. Nesse sentido, o especialista orienta observar se há: Perda de pelos nos pés e pernas; Unhas enfraquecidas e quebradiças; Coloração pálida ou azulada nos dedos; Dor ou sensibilidade aumentada ao caminhar; Aspecto mais fino ou sem gordura na sola dos pés. Essas manifestações indicam que a pele não está recebendo oxigênio e nutrientes suficientes, o que pode favorecer o surgimento de fissuras e feridas por questões circulatórias. Grupos mais vulneráveis De acordo com Sestello, algumas condições elevam o risco de comprometimento vascular. “As pessoas mais predispostas são fumantes, diabéticas, sedentárias e aquelas com colesterol ou triglicerídeos altos. Quem tem inchaço crônico nas pernas também precisa redobrar a atenção”, alerta. Em todos esses casos, a má circulação pode agravar machucados e dificultar a cicatrização. “Qualquer rachadura ou ferida no pé pode piorar quando há deficiência no fluxo sanguíneo”, completa o médico. É ressecamento comum ou vascular? Saber diferenciar a causa da área ressecada e rachada é o pontapé para o diagnóstico. Deve-se prestar atenção, por exemplo, se o ressecamento estético costuma ser superficial, melhorando com hidratação e esfoliação. Já o de origem circulatória vem acompanhado daqueles outros sinais físicos e até sensação de dor. Nessas situações, é importante buscar avaliação especializada, uma vez que a origem do problema pode estar relacionada à insuficiência arterial. A condição exige tratamento específico e imediato para restaurar o fluxo sanguíneo. Cuidados na prevenção Manter a circulação ativa é essencial para evitar tanto as rachaduras quanto as complicações vasculares. Alguns hábitos simples fazem diferença no dia a dia: Hidratar os pés diariamente, com produtos suaves e sem fragrância; Evitar calçados apertados e que causem atrito; Não manipular feridas nem fazer automedicação; Praticar atividades físicas leves e regulares; Manter uma alimentação equilibrada e hidratação adequada. O especialista reforça que, ao escolher cremes ou loções, é preciso cautela. “Alguns hidratantes contêm fragrâncias ou substâncias irritantes. O ideal é buscar orientação médica antes de aplicar qualquer produto na pele.” Quando procurar um vascular O cirurgião vascular Joé Sestello ressalta que a avaliação médica é fundamental quando há dor ao caminhar ou cansaço nas pernas. “Se a pessoa precisa parar ao andar por dor na panturrilha, coxa ou glúteo, e nota pele pálida, unhas quebradiças e ausência de pelos, pode haver comprometimento arterial”, enfatiza. Por essa razão, a atenção precoce ajuda a evitar que rachaduras simples evoluam para feridas difíceis de serem tratadas.

Calçados barefoot: todo mundo pode usar?
Tipos de Calçados

Calçados barefoot: todo mundo pode usar?

Com presença crescente no mercado, a proposta dos calçados barefoot inclui modelos mais minimalistas e sem amortecimento, que ganham cada vez mais popularidade no esporte por prometer benefícios como melhor alinhamento postural e fortalecimento dos pés. Mas será que qualquer um pode usá-los? Segundo o fisioterapeuta Rafael Temoteo, membro da Sonafe (Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física) e especialista no tratamento da dor no pé, algumas pessoas devem ter cautela ao adotar o sapato tipo barefoot. Ter problemas articulares ou estar com sobrepeso são fatores que encabeçam essa lista. "Calçados barefoot podem ser extremamente eficazes em atividades de força, como agachamentos, por fortalecerem a musculatura do pé e tornozelo, mas seu uso generalizado não é recomendado", argumenta o profissional. Barefoot X tênis normais Em livre tradução, barefoot significa ‘pés-descalços’ e isso diz bastante de seu objetivo, que é justamente ser o mais leve possível e aproximar a sensação de estar sem sapato durante a prática esportiva. Veja só as principais diferenças entre ele e os tênis comuns: Amortecimento Barefoot: não Tênis tradicional: sim Design Barefoot: minimalista Tênis tradicional: variado Peso Barefoot: muito leve Tênis tradicional: até 300g Cadarço Barefoot: não Tênis tradicional: sim Indicação Barefoot: treinos Tênis tradicional: dia a dia “Normalmente, calçados barefoot têm um formato que se assemelha a meias e sem nenhum tipo de amortecimento. Também costumam não ter cadarço, apresentando apenas um componente para dar proteção e não machucar o pé com atrito, além de antiderrapante”, detalha Rafael. Os benefícios para o esporte Para quem pratica atividades que exigem força, como levantamento de peso, o uso de calçados barefoot pode trazer vantagens significativas. Nesse sentido, o fisioterapeuta lista alguns dos benefícios: Mobilidade do tornozelo: o uso de barefoot permite uma maior liberdade de movimento no tornozelo, algo importante para a flexibilidade e a adaptação do corpo durante o exercício. Melhora na postura: com menos amortecimento, o pé tem mais controle sobre seus movimentos, o que contribui para uma postura mais correta durante os exercícios de força. Fortalecimento muscular: ao estimular a musculatura dos pés e tornozelos, o barefoot pode melhorar a resistência dos músculos e prevenir lesões no futuro. Assim, usá-lo para treinos de força, cujo objetivo é aumentar a resistência e melhorar a estabilidade das pernas e dos pés, pode ser uma ótima ideia. Agachamentos e outros movimentos de força serão beneficiados pelo maior controle durante os movimentos. Cuidado com as lesões Embora os calçados barefoot tragam benefícios inegáveis, não são indicados para todas as pessoas, conforme apontado pelo especialista. Desse modo, o uso indiscriminado pode trazer um risco de lesões, principalmente para quem não está acostumado a esse tipo de calçado ou tem condições físicas específicas: Pessoas com sobrepeso: o excesso de peso aumenta a carga sobre os pés e tornozelos, o que pode resultar em lesões quando combinados com a falta de amortecimento dos barefoot; Problemas articulares: indivíduos com dores nas articulações, como as que afetam os joelhos ou tornozelos, devem evitar o uso de calçados barefoot, pois a falta de suporte pode intensificar esses problemas. "Fortalecer a musculatura do pé e tornozelo antes de adotar o barefoot é fundamental para prevenir lesões”, indica o Temoteo. Quando houver dor, o uso deve ser evitado, já que não oferecem suporte suficiente para reduzir o impacto sobre as estruturas lesionadas. Vá aos poucos A dica principal é não abandonar os tênis comuns de uma hora para a outra e já sair usando o barefoot. Isso porque a tendência é que o corpo estranhe a mudança brusca e não responda da maneira esperada. “É necessária uma adaptação. Imagine só usar calçados com amortecimento durante toda a vida e, de repente, não usar mais? Os pés estão totalmente adaptados a uma condição, por isso, deve ser gradual”, conclui o especialista.

Pés cuidados e bonitos ajudam na autoestima
Autoestima

Pés cuidados e bonitos ajudam na autoestima

Cuidar dos pés vai muito além de uma questão estética: é um reflexo direto da autoestima e da saúde pessoal. Afinal, pés bem cuidados e saudáveis impactam na autoimagem, no conforto diário e na autoconfiança, seja em um encontro profissional ou em momentos de lazer. Um estudo publicado no periódico Research, Society and Development (2021) destaca que a autoimagem está diretamente conectada à autoestima e ao bem-estar emocional, a partir do levantamento com pessoas que têm pé diabético. Aspectos como aparência física, cuidados pessoais e percepção corporal influenciam na forma como elas se sentem e se relacionam. Conforme a pesquisa, sentir-se bem com os pés é mais do que uma questão de beleza – é um passo para se sentir mais confiante no dia a dia. Sapatos abertos em dias quentes, idas à praia ou momentos relaxantes são mais aproveitados quando os pés não causam desconforto ou insegurança. A importância dos cuidados com os pés Embora frequentemente negligenciados, os pés carregam o peso do corpo e nos sustentam ao longo do dia. Rachaduras, calosidades, fungos e unhas encravadas não apenas causam dor, como afetam a qualidade de vida e a percepção da própria imagem. De acordo com o manual de cuidados publicado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (2022), a saúde dos pés é essencial para prevenir complicações e preservar o bem-estar físico e emocional. Essas práticas incluem: Hidratação diária: ajuda a prevenir ressecamentos e fissuras; Corte correto das unhas: evita unhas encravadas e infecções; Esfoliação periódica: remove células mortas e mantém a pele macia; Escolha de calçados adequados: impede atritos e calosidades; Visitas regulares a profissionais: podólogos ajudam a identificar e tratar problemas específicos. Assim, manter uma rotina simples de cuidados é benéfico tanto para o físico, quanto para o emocional. Um pé bem tratado não apenas evita desconfortos, mas contribui para a sensação de cuidado pessoal e autovalorização. Cuide dos pés e eleve sua autoestima São esses pequenos gestos que moldam o autocuidado e fazem toda a diferença na autoimagem. Já observou como famosas, sempre expostas na mídia, dão atenção especial a essa parte do corpo - ou, quando não, prefere escondê-las em fotos e vídeos. Então, que tal se inspirar em personalidades para caprichar na sua rotina de beleza? Com curtidas acumuladas, comentários repletos de elogios e até matérias destacando a beleza dos pés, essas cinco celebridades dão aula quando o assunto é ter um pé bem tratado e saudável. Virgínia Fonseca   View this post on Instagram   A post shared by Virginia Fonseca Serrão Costa (@virginia) Virgínia é uma das maiores influenciadoras da atualidade e faz parte do seu conteúdo mostrar o dia a dia nas redes sociais, incluindo os cuidados de beleza. Além de ser focada no treino e alimentação, a apresentadora não abre mão de procedimentos como bronze, massagem e, claro, pedicure. Os pés da loira ganham ainda mais destaque com as tatuagens e as sandálias de salto alto, frequentes em seus looks. Marina Ruy Barbosa   View this post on Instagram   A post shared by Marina Ruy Barbosa (@marinaruybarbosa) Receber elogios pela beleza é natural para a atriz Marina Ruy Barbosa. Basta uma visita às redes sociais da ruiva para conferir que ela é uma das principais escolhas das marcas de calçados, reforçando os comentários positivos que ganha sobre seus pés. Sandálias e sapatos abertos fazem parte do visual da empresária. Paula Fernandes   View this post on Instagram   A post shared by PAULA FERNANDES 🪄 (@paulafernandes) A cantora sertaneja Paula Fernandes aparece frequentemente quando o assunto são pés bonitos. Sem esconder essa parte do corpo, as fotos naturais postadas pela artista sempre rendem elogios de beleza e cuidado com a região. Maísa   View this post on Instagram   A post shared by +A (@maisa) Maísa é um dos nomes bem populares entre a geração mais jovem e também se destaca quando o assunto é autocuidado e aceitação. Fãs de sandália, a atriz não esconde os pés nos cliques – pelo contrário, sempre é elogiada. Kelly Key   View this post on Instagram   A post shared by Kelly Key (@oficialkellykey) Basta seguir a cantora Kelly Key nas redes sociais para conhecer seu estilo de vida focado em autocuidado. Além de dedicar boa parte do tempo à saúde e esporte, a famosa ainda dá boas dicas de beleza e sempre posta o corpo natural, incluindo os pés bem cuidados e elogiados. Faltou alguém na lista? Lembre-se que não deve haver comparação, já que cada pessoa é única, mas se inspirar a cuidar mais de si é sempre benéfico e gratificante!

Distonia é o mesmo que hiperidrose?
Suor e Odor

Distonia é o mesmo que hiperidrose?

Quem sua demais no pé tem hiperidrose ou distonia? Os termos médicos às vezes confundem as pessoas. Saiba qual é a diferença entre essas duas condições. Sabe quando o pé, a mão e as axilas suam demais, mesmo em momentos em que não deveríamos estar transpirando? Tem gente que chama essa condição de distonia, mas isso não está certo. O nome correto é hiperidrose —e vamos explicar aqui a diferença. Para começar, a composição das próprias palavras já diz a que elas vêm. Hiperidrose começa com “hiper”, um prefixo usado quando queremos falar de algo que é excessivo, explica Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). “O prefixo ‘dis’ traz a ideia contrária, de falta, de separação. Por isso não poderia ser usado em uma palavra que se refere a transpirar demais. Além disso, o tônus está relacionado à musculatura, não ao suor.” O que é hiperidrose? A hiperidrose é uma condição onde a transpiração vai além do que você precisa, a ponto de o suor pingar da mão, do pé ou das axilas, por exemplo. Normalmente, suar é uma maneira de manter a temperatura do corpo aliviando o aquecimento interno (quando fazemos exercícios ou temos febre). Só que as pessoas que têm hiperidrose suam em excesso o tempo todo, até quando estão em repouso. É como se as glândulas sudoríparas não parassem nunca de trabalhar. “A hiperidrose tem várias causas. Pode ser hereditária e estar presente em vários membros de uma família ou pode estar relacionada a alguma doença, ao uso de alguns medicamentos”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Diabetes, problemas de tireoide, ondas de calor na menopausa e alguns tipos de câncer podem causar hiperidrose. Medicamentos como analgésicos e antidepressivos também. Tipos de hiperidrose: Hiperidrose primária ou focal: acontece sem uma causa aparente e afeta áreas específicas, como mãos, pés, axilas ou rosto. Geralmente costuma começar na infância ou adolescência e está ligada a fatores genéticos. Hiperidrose secundária ou generalizada: é causada por algum problema de saúde, como diabetes, infecções, menopausa ou uso de medicamentos. Ela afeta o corpo todo e pode surgir em qualquer fase da vida. E a distonia, o que é? A distonia, por sua vez, é um distúrbio neurológico que afeta os movimentos (e não a transpiração). As pessoas que têm distonia apresentam espasmos e contrações musculares involuntárias. Isso faz com que elas apresentem uma hiperatividade muscular que causa movimentos de torção, posições corporais anormais e, em alguns casos, tremores. Essa condição pode ser causada por medicamentos, pela doença de Parkinson, por um acidente vascular cerebral (ou AVC) ou por lesão cerebral. O que eu faço se tenho hiperidrose no pé? Quem transpira em excesso nos pés pode adotar alguns cuidados para evitar incômodos no dia a dia. “A pessoa que tem hiperidrose localizada nos pés pode usar meias de algodão, evitar calçados feitos de materiais sintéticos e optar pelos feitos com tecidos que absorvam a transpiração”, explica Bega. Além disso, ele recomenda usar o desodorante para os pés. “Mesmo que essa pessoa sue bastante, o antisséptico presente no desodorante impede que as bactérias que causam o mau odor, que gostam de ambientes úmidos e quentes, se multipliquem”, completa o podólogo. Mas, se mesmo com esses cuidados a transpiração excessiva continuar incomodando ou impedindo as atividades cotidianas, será preciso buscar orientação médica. “Nos casos mais graves de hiperidrose é preciso fazer um tratamento cirúrgico, a simpatectomia, que é a remoção do nervo simpático. Isso porque o sistema nervoso simpático está relacionado ao aumento de agilidade nas reações, como suar”, diz Bega.

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