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Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés jato seco. Combate 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos nos pés.

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Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml
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Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar.

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Resultado

O jato seco proporciona rápida absorção e não deixa resíduos visíveis nos pés.

Pés secos e cheirosos com proteção diária.

Elimina 99% dos fungos* e bactérias**

Ingredientes

INGREDIENTS: BUTANE, PROPANE, ISOBUTANE, ALCOHOL, PARFUM, CYCLOPENTASILOXANE, ISOPROPYL PALMITATE, DECYLENE GLYCOL, BENZYL SALICYLATE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL , CITRAL.

Mais sobre Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Original Jato Seco oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.

Fragrância original para você que mantém a tradição!

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos. Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Como evitar o mau cheiro nos pés no calor intenso
Spa dos Pés

Como evitar o mau cheiro nos pés no calor intenso

Nos dias quentes, o suor e o abafamento favorecem o surgimento do mau cheiro nos pés. O problema, conhecido como bromidrose, é mais comum do que parece, mas tem solução. Com cuidados simples de higiene, uso correto de produtos e atenção aos calçados, é possível manter os pés secos, frescos e livres do odor. As altas temperaturas típicas dessa época do ano somadas à umidade criam o ambiente perfeito para a proliferação de bactérias. “No calor, as pessoas transpiram mais e o pé fica abafado dentro do sapato. Essa combinação faz as bactérias se multiplicarem e aí vem o cheiro ruim”, pontua a podóloga Aline Campos Silva. Já a dermatologista Samara Kouzak, especialista em estética avançada da Clínica Derma Advance, esclarece que o suor, em si, não tem cheiro. “O odor aparece quando o suor entra em contato com as bactérias naturalmente presentes na pele. Elas se alimentam das substâncias desse suor e liberam compostos que causam o cheiro característico”, explica. Como solucionar A podóloga Aline recomenda o uso diário de produtos antitranspirantes ou talcos específicos para os pés, pois “ajudam a segurar o suor e deixam o pé mais seco, além de dar uma sensação de frescor”. Samara ressalta, porém, ser essencial escolher produtos com formulação própria para a região inferior. “Os antitranspirantes bloqueiam temporariamente os ductos de suor, enquanto desodorantes controlam bactérias e neutralizam o odor”, exemplifica. “O ideal é optar por versões com pH balanceado entre 4,5 e 6,5, que respeitam a acidez da pele. Para peles sensíveis, prefira fórmulas hipoalergênicas e testadas dermatologicamente”, orienta a médica. Escolha de meias e calçados De acordo com a podóloga, as meias de algodão continuam sendo as mais indicadas, uma vez que permitem ao pé respirar melhor e absorvem o suor com mais eficiência. “Evite tecidos sintéticos, que esquentam e deixam o pé abafado. Em relação a sapatos, o ideal é revezar os pares e deixá-los arejar antes de usar novamente”, recomenda. Nesse sentido, a dermatologista destaca que o tipo de calçado influencia diretamente na saúde dos pés. Sapatos muito fechados e feitos de materiais sintéticos retêm calor e umidade, agravando o problema. “Dê preferência a modelos mais abertos ou de materiais respiráveis, como couro natural ou tecidos ventilados”, completa. Hábitos diários que previnem o mau cheiro Manter uma rotina de higiene consistente é o primeiro passo para evitar os odores indesejados nos pés. Além da limpeza, a secagem correta e a troca de calçados fazem diferença no dia a dia. Confira as principais recomendações das profissionais: Lave os pés diariamente, com sabonete neutro ou específico para a região; Seque bem, principalmente entre os dedos, antes de calçar sapatos; Troque de meias todos os dias e até mais vezes, se transpirar muito; Deixe os calçados ventilando por, pelo menos, 24 horas antes de usá-los novamente; Esfolie os pés uma ou duas vezes por semana para remover células mortas; Use talcos ou sprays antitranspirantes que ajudem a manter a pele seca. Aline observa ainda que tentar disfarçar o cheiro com perfume  é um erro comum e nada eficaz. Pelo contrário, quando misturados, os odores ficarão ainda mais fortes e a pele pode acabar irritada pela fragrância. Quando o mau cheiro exige atenção médica O odor persistente, mesmo após todos os cuidados, pode indicar uma condição dermatológica que não se limita ao chulé desagradável. Samara explica que há diferentes causas possíveis para esse quadro. “Casos de suor excessivo, conhecidos como hiperidrose, são bastante comuns. Já a bromidrose está relacionada a uma alteração na composição do suor, que intensifica o odor. Também há micoses e infecções bacterianas que podem causar o mesmo sintoma”, aponta a especialista. A recomendação é ficar de olho nos sinais de alerta, que incluem não só o odor forte e contínuo, como também coceira, descamação, fissuras ou alterações na coloração da pele. “Esses sintomas exigem avaliação dermatológica, pois podem indicar infecção por fungos ou bactérias”, completa a médica. Alimentação também conta Além de apostar em um bom produto antitranspirante e com ação antibacteriana próprios para a região e alternar os pares de sapatos, há outros pilares que podem ajudar na situação, caso da alimentação. “Alimentos como alho, cebola e bebidas alcoólicas podem intensificar o odor corporal. Já manter uma boa hidratação ajuda a equilibrar o funcionamento das glândulas sudoríparas”, destaca a especialista em estética. Nos casos de suor muito intenso, mesmo com esses ajustes diários, um dermatologista pode indicar tratamentos específicos, como medicamentos ou aplicação de toxina botulínica. “Mas, na maioria das vezes, constância e atenção na rotina de cuidados já fazem toda a diferença”, conclui Samara.

Pés mudam ao longo da vida. Entenda como e o porquê
Tipos de Pés

Pés mudam ao longo da vida. Entenda como e o porquê

Você sabia que as características dos pés mudam significativamente no decorrer das diferentes fases da vida? Essas transformações envolvem desde o formato do arco plantar até os ossos e são influenciadas pela genética e por hábitos diários.   Isso ocorre porque os pés sofrem adaptações naturais à medida que o corpo cresce e amadurece. “Ao nascer, o pé é plano, porque ainda não há o arco plantar formado. Esse desenvolvimento ocorre gradualmente, com a estabilização ligamentar por volta dos 6 a 8 anos, e se completa durante a adolescência, quando o corpo atinge estabilidade”, explica o ortopedista Daniel Baumfeld, do Hospital Felício Rocho.   A podóloga Antonia Cristina da Silva, especialista em cuidados preventivos, acrescenta: “Na infância, o foco está no desenvolvimento ósseo e muscular. Na vida adulta, os pés enfrentam maior sobrecarga de peso e hábitos, enquanto na terceira idade, ocorrem perdas de elasticidade e amortecimento, resultando em calosidades e alterações na saúde das unhas”.  Como mudanças ocorrem  É impossível dizer que os pés são o mesmo desde o nascimento. Aliás, mais do que mudar, cada fase é marcada por evoluções bem características, com alterações estruturais e, também, funcionais. Veja:   Recém-nascidos e bebês: os pés são cartilaginosos, com ossos em formação, além de o arco plantar ainda não estar presente. Infância: o desenvolvimento ósseo e muscular ocorre gradualmente, exigindo atenção ao uso de calçados adequados para evitar deformidades. Adolescência: o arco plantar estabiliza-se e os pés alcançam formato e funcionalidade definitivos. Adultos: os pés suportam o peso corporal e são influenciados por hábitos diários, como o uso de calçados inadequados. Idosos: há perda de elasticidade, redução do amortecimento natural e aumento da rigidez articular, além do surgimento de calosidades e alterações nas unhas.    O ortopedista Daniel Baumfeld explica que o número de ossos no pé não muda, mas a composição deles, sim. “Ao longo do crescimento, as cartilagens se ossificam, completando o formato definitivo dos ossos. Não ganhamos ossos, mas calcificamos os centros de cartilagem presentes desde o nascimento”.  Principais condições que afetam os pés  Conforme envelhecemos, os pés estão sujeitos ao impacto acumulado do peso corporal e à ação de maus hábitos, como o uso de calçados inadequados, por exemplo. Juntos, esses fatores podem levar a algumas condições bem desconfortáveis, como:    Deformidades no arco plantar: pés planos (sem arco) ou cavos (muito curvados) podem surgir desde a infância e se agravar ao longo da vida; Calosidades e unhas encravadas: são frequentes em adultos e idosos devido ao atrito ou cortes inadequados; Desgastes naturais: perda de elasticidade e amortecimento em idosos, agravada por sobrepeso e falta de cuidados preventivos.    A podóloga Antonia Cristina da Silva alerta que “hábitos como o uso prolongado de calçados apertados ou salto alto, somados à falta de cuidado na infância, podem desencadear problemas na vida adulta e terceira idade”. Para não chegar a vivenciar esses contratempos, o ideal é apostar na prevenção.  Cuidados preventivos em cada fase da vida  Prevenir problemas nos pés começa desde cedo – ainda na infância – e segue durante toda a vida, ajustando-se conforme cada etapa. Confira algumas recomendações dos profissionais para as diferentes fases:   Na infância: priorize calçados adequados, higiene, cortes corretos das unhas e atenção ao desenvolvimento do arco plantar. Na vida adulta: dê preferência a sapatos confortáveis, mantenha o peso corporal controlado e pratique atividades físicas regulares. Na terceira idade: reforce a hidratação da pele, o controle de calosidades e o corte adequado das unhas para evitar feridas.    Segundo o ortopedista, quanto mais cedo o indivíduo começar a adotar bons hábitos, menores serão os problemas acumulados no futuro.  Apesar da relevância dos cuidados preventivos, Cristina observa que crianças e jovens são raramente levados ao podólogo, o que pode comprometer o tratamento precoce de alterações, por exemplo. “Na infância, o foco é preventivo, enquanto na fase adulta é corretivo. Já para os idosos, o cuidado é voltado à hidratação e prevenção de feridas”, destaca a podóloga.  Ou seja, buscar orientação profissional, seja com ortopedistas ou podólogos, é essencial para identificar alterações precocemente e adaptar os cuidados a cada fase da vida. 

Quanto tempo demora para curar uma bolha no pé?
Bolha

Quanto tempo demora para curar uma bolha no pé?

Quem já teve bolhas nos pés conhece bem o incômodo doloroso que surge normalmente após usar um calçado novo e desconfortável. A principal dúvida que ronda o assunto costuma ser: quanto tempo leva para curar uma bolha no pé? Spoiler: regra básica é nunca a estourar. “A pele que cobre a bolha funciona como uma proteção natural contra bactérias e evita infecções", salienta a podóloga Ana Paula Correia, especialista em atendimento a idosos. De acordo com ela, se houver sinais de processos infecciosos, deve-se procurar um profissional para avaliação e tratamento adequado. Diante disso, não adianta tentar resolver por conta. É fundamental tomar cuidado para evitar complicações e isso significa estourar a bolha. Já sobre o tempo que a pessoa terá de aguentá-la, a boa notícia é que não chega a uma semana. Se correr tudo bem e dentro do esperado, a profissional esclarece que a bolha deve cicatrizar entre três a sete dias. Porém, se infeccionar, esse tempo pode aumentar para até 15 dias, por isso, é fundamental atentar a sinais de alerta para infecção, entre eles: Vermelhidão intensa ao redor da bolha; Inchaço e calor excessivo na região; Dor persistente ou aumentada; Presença de pus ou secreção amarelada; Mau odor na área afetada; Febre ou outros sinais de infecção sistêmica. Diante de qualquer um desses sintomas, deve-se buscar ajuda médica ou um podólogo imediatamente. Afinal, somente um profissional pode iniciar o tratamento adequado. Como tratar uma bolha em casa Se a bolha não apresenta os sinais de alerta citados acima, a podóloga esclarece que é possível tratar o quadro em casa mesmo. Para acelerar a recuperação e evitar complicações, Ana Paula Correia recomenda: Lavar bem os pés com sabão neutro e secá-los completamente; Aplicar pomada cicatrizante recomendada por um profissional; Proteger a bolha com gaze para evitar atrito e contaminação; Evitar calçados que causam bolhas ou pioram o atrito na região afetada. Inclusive, manter os pés higienizados e bem secos é essencial para evitar não só a infecção das bolhas, como outras condições que afetam os pés, por exemplo as micoses. Causa e prevenção das bolhas O uso de calçados inadequados é a causa mais conhecida para a formação de bolhas. A podóloga explica que sapatos apertados ou largos demais, assim como modelos novos, que ainda não se ajustaram aos pés, são os principais vilões nessa história. Além disso, atividades físicas sem proteção adequada, exposição ao calor e meias que pioram a umidade ou têm costuras que machucam também são fatores que podem influenciar no surgimento dos machucados e devem ser evitados. Portanto, vale adotar os seguintes cuidados: Usar meias de algodão e sem costuras que possam machucar a pele; Escolher calçados confortáveis e bem ajustados aos pés; Evitar uso de sapatos novos por longos períodos, pelo menos até que se moldem aos pés; Proteger a pele ao praticar atividades físicas prolongadas, utilizando protetores adequados. Quando procurar um podólogo Também é importante saber quando é necessário procurar um podólogo para avaliar a bolha. Além dos sinais de infecções já citados, que merecem atenção imediata, outros critérios devem ser avaliados, como: Se a bolha persistir por mais de 10 dias sem sinais de melhora; Se a dor for intensa e interferir nas atividades diárias; Se a pessoa for diabética, já que existe um maior risco de complicações, como infecções graves e dificuldade de cicatrização. “Pessoas com diabetes precisam de muito mais atenção com qualquer ferimento nos pés e não somente bolhas. Elas podem demorar a perceber e, quando isso acontecer, já estar inflamada ou infeccionada”, alerta a podóloga. Da mesma forma, com esse grupo, aumenta o risco de complicação pela dificuldade na cicatrização. O ideal é procurar um podólogo imediatamente e manter uma rotina de visitas ao profissional.

Biomecânica do pé: entenda a função e como cuidar dela
Biomecânica

Biomecânica do pé: entenda a função e como cuidar dela

Os pés desempenham um papel essencial na sustentação e mobilidade do corpo humano e sua biomecânica, ou seja, a interação entre forças, articulações, tendões e músculos, é fundamental para garantir equilíbrio, postura e locomoção. Nesse contexto, cuidados preventivos são importantíssimos para manter a funcionalidade ao longo da vida. Como ressalta o ortopedista Greenhalgh Dias Fernandes Junior, do Hospital Japonês Santa Cruz, os pés e tornozelos são a base da mobilidade humana. “Eles compõem um sistema de articulações, ligamentos e tendões que garantem movimentos como flexão, extensão, inversão e eversão, permitindo caminhar, correr e saltar com eficiência”, descreve. O podólogo Armando Bega, presidente da Associação Brasileira de Podólogos (ABP), reforça que os pés atuam na distribuição do peso corporal e na relação entre forças ascendentes e descendentes. “São responsáveis pela postura, pelo equilíbrio e pelo contato do corpo com o solo; garantem estabilidade em cada passo”, reforça. Biomecânica X postura e equilíbrio Você sabia que a biomecânica dos pés influencia diretamente o alinhamento corporal? Isso porque alterações nessa estrutura podem impactar não apenas a marcha, mas as articulações como tornozelos, joelhos e até quadris. “Problemas na mobilidade ou posição dos pés resultam em desequilíbrios corporais que podem atingir desde os membros inferiores até a coluna”, afirma o ortopedista Greenhalgh Dias Fernandes Junior. O profissional destaca ainda que tais mudanças têm um efeito cascata, ou seja, acabam por afetar a qualidade de vida e a saúde geral do paciente. Para Armando Bega, a biomecânica é comparável ao funcionamento de um motor. “Assim como o motor de um carro depende de engrenagens e amortecedores, a biomecânica dos pés garante o movimento adequado ao alinhar forças aplicadas sobre o solo e recebidas de volta pelo corpo”, compara. Principais problemas biomecânicos nos pés Alterações biomecânicas podem levar a condições que comprometem a saúde e a qualidade de vida. Entre os problemas mais comuns citados pelos especialistas, estão: Deformidades estruturais, como pés planos (toda a planta toca o chão), pés cavos (apenas calcanhares e pontas do dedo tocam) e desvios do antepé (pronação, inclinada para dentro, e supinação, para fora); Tendinopatias, em geral relacionadas ao tendão de Aquiles e frequentemente causadas por sobrecarga; Anomalias da marcha, caracterizados por desvios nos eixos articulares ou encurtamento de cadeias musculares; Retropé em valgo (calcanhar para fora) ou varo (calcanhar para dentro), tipificados com desalinhamentos que alteram a distribuição do peso no calcanhar e sobrecarregam articulações. Segundo o podólogo, essas condições afetam tanto os pés como as articulações superiores, gerando dor e até limitações no dia a dia. “A sobrecarga tecidual causada por movimentos inadequados pode resultar em lesões que comprometem o desempenho físico”, alerta. Impacto de calçados inadequados O uso de calçados inapropriados é uma das principais causas de problemas biomecânicos nos pés. Sapatos de solado reto, por exemplo, aumentam o risco de fascite plantar e tendinopatias, enquanto o uso frequente de salto alto pode causar deformidades como hálux valgo e contratura do tendão de Aquiles. “O ideal é optar por calçados confortáveis, com amortecimento adequado e uma leve elevação posterior, características que geralmente encontramos em tênis comuns”, sugere o ortopedista. O podólogo complementa que “calçados inadequados podem interferir na marcha e na distribuição das pressões plantares, o que, com o tempo, gera estresse tecidual e desencadeia lesões”. Como preservar a biomecânica dos pés Manter a biomecânica dos pés saudável requer atenção a fatores como postura, peso corporal e escolhas diárias. Os especialistas recomendam: Uso de calçados adequados: prefira modelos com amortecimento, flexibilidade moderada e bom suporte; Alongamentos regulares: esticar os músculos dos pés e tornozelos várias vezes ao dia ajuda a evitar rigidez e dores; Controle de peso: evitar sobrecarga excessiva nas articulações reduz o risco de lesões; Acompanhamento profissional: consultar regularmente ortopedistas e podólogos permite detectar e corrigir alterações precocemente. O podólogo Armando Bega também destaca a importância de avaliar a pisada desde a infância, buscando orientação especializada quando necessário. “Acompanhar o desenvolvimento do aparelho locomotor garante a prevenção de problemas futuros e melhora a qualidade de vida em todas as fases”, conclui.

Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos
Pé Diabético

Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos

Para quem sofre com diabetes, pequenos machucados, que em outras pessoas cicatrizam rapidamente, podem evoluir para infecções graves e, em casos mais raros, até amputações. Um simples corte de unha feito de forma errada, por exemplo, pode ser o ponto de partida para complicações sérias. O endocrinologista Cláudio Ambrósio observa que o chamado pé diabético está relacionado a alterações na circulação sanguínea e na sensibilidade dos nervos. “Quando a glicose está descontrolada, qualquer machucado no pé demora mais para cicatrizar. Às vezes, o paciente nem percebe que se feriu porque não sente dor e isso facilita a piora da lesão”, explica. A podóloga Esther Assis acrescenta que a perda de sensibilidade, a má circulação e a cicatrização lenta tornam os pés extremamente vulneráveis. “Uma feridinha que seria simples para quem não tem diabetes pode se transformar rapidamente em uma infecção grave”, alerta. Corte inadequado pode trazer complicações Um dos principais problemas ocorre quando a unha é cortada de forma errada. Esther Assis cita como principais riscos: machucar a pele ao redor, causar encravamento, criar feridas que infeccionam rapidamente e aumentar as chances de complicações. “Se a unha encrava ou abre uma pequena fissura, a baixa circulação dificulta a cicatrização. Esse machucado pode virar porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em úlceras profundas e difíceis de tratar”, explica a podóloga. Cláudio Ambrósio acrescenta que, caso o corte cause sangramento ou ferimento, é preciso agir rápido. “Estanque o sangue, limpe bem a área com álcool absoluto e procure atendimento especializado. O médico ou enfermeiro vai avaliar se há necessidade de antibiótico e o melhor tratamento”, orienta. Sinais de alerta para atenção imediata Fique atento aos sinais de que algo não vai bem após cortar as unhas: Vermelhidão ou inchaço ao redor da unha; Dor ao tocar ou caminhar; Presença de pus, secreção ou mau cheiro; Pele machucada ou com sangramento; Unha crescendo torta, indicando encravamento. “Esses sinais indicam que o problema já está em evolução. Quanto antes o paciente procurar ajuda, maiores as chances de evitar complicações graves”, garante Esther. Quando cortar em casa pode ser seguro? De acordo com o médico, cortar as unhas em casa pode ser seguro quando o paciente não apresenta feridas ou deformidades nos pés. A podóloga complementa com algumas dicas de segurança: Use sempre tesouras ou alicates limpos e desinfetados; Corte a unha reta, sem arredondar os cantos; Não tire as cutículas; Não force a unha se ela estiver grossa ou difícil de cortar; Examine os pés depois para verificar se houve algum machucado. Caso não se sinta bem preparado para isso, é bom não arriscar. Aí é melhor procurar especialistas. Existem situações em que só o podólogo ou outro profissional deve realizar o corte, como nos casos de: Feridas abertas ou sinais de infecção; Unhas muito grossas ou deformadas; Histórico de encravamento frequente; Dor intensa ou pus; Complicações anteriores, como amputações ou feridas de difícil cicatrização. “O profissional tem técnica, material adequado e sabe quando encaminhar para o médico, se houver necessidade”, destaca Esther. Cláudio reforça ainda a importância do papel da família. “Muitas vezes, o diabético não percebe machucados devido à perda de sensibilidade. Por isso, cuidadores e parentes devem inspecionar os pés regularmente e, ao notar algo suspeito, buscar atendimento especializado imediatamente”, ensina. Cuidados diários que fazem a diferença Por fim, os profissionais lembram que, além do corte correto das unhas, hábitos simples ajudam a proteger os pés no dia a dia: Lave os pés diariamente e seque bem; Hidrate-os com produtos indicados por especialistas; Use calçados confortáveis e que não apertem; Evite andar descalço; Examine os pés todos os dias. Se tiver qualquer dúvida, busque seu endocrinologista ou podólogo de confiança.

Corrida se populariza e vira tendência no Brasil; entenda por quê
Corrida

Corrida se populariza e vira tendência no Brasil; entenda por quê

Nos últimos anos, a corrida deixou de ser apenas uma atividade esportiva e se tornou parte do estilo de vida de milhões de brasileiros. Prática democrática, que pode ser feita em qualquer lugar e com poucos recursos, cresceu exponencialmente, especialmente no período pós-pandemia, quando as pessoas passaram a buscar mais atividades ao ar livre como forma de manter a saúde física e mental. Para o treinador Carlos Tiggemann, esse crescimento se deve à acessibilidade e à flexibilidade. "A corrida não exige equipamentos caros, pode ser iniciada com caminhadas e permite que cada pessoa respeite seu próprio ritmo. Além disso, não depende de horários fixos ou de outras pessoas, o que facilita a adesão", explica. Ele ainda destaca que o aumento de eventos esportivos e a popularização nas redes sociais impulsionaram o interesse pelo esporte. A médica do esporte Flávia Magalhães, especialista em mercado esportivo, acrescenta que a prática da corrida tem se destacado globalmente. "Segundo o relatório anual do Strava, a corrida foi o esporte mais praticado no mundo em 2024. O Brasil ficou em segundo lugar em número de praticantes. Além disso, foram realizadas 1.421 corridas de rua no país em 2023, um aumento de 20% em relação a 2022", afirma. Prática ao ar livre em alta O crescimento da corrida está diretamente ligado ao aumento de práticas ao ar livre no pós-pandemia. Levantamento da WGSN, empresa global de pesquisa de tendências, aponta a busca por atividades externas e em contato com a natureza com aumento significativo nos últimos anos. Essa tendência foi impulsionada pela necessidade de distanciamento social e pela valorização do bem-estar físico e mental. O relatório destaca que práticas como corrida, trekking e caminhada passaram a ser vistas não só como exercícios, mas como formas de conexão com o meio ambiente e com a saúde integral. A corrida, por ser simples, gratuita e individual, ganhou destaque nesse cenário, acompanhando a tendência global de valorização do autocuidado e do equilíbrio. Nesse sentido, a médica do esporte Flávia Magalhães reforça que a corrida também beneficia o mercado esportivo. "Há um crescimento expressivo na procura por tênis, roupas e acessórios adequados, especialmente por parte das mulheres, cuja participação nas corridas aumentou muito nos últimos anos. Esse movimento influencia o mercado e gera novas oportunidades para marcas esportivas", observa. Benefícios e cuidados essenciais Os benefícios da corrida são amplos. Entre eles, o treinador Carlos Tiggemann lista: Melhora da saúde cardiovascular e respiratória; Aumento da resistência; Controle do peso; Melhora do humor; Mais qualidade do sono. "Além dos ganhos físicos, a corrida proporciona sensação de bem-estar e socialização, quando feita em grupos ou eventos, o que também motiva a continuidade", acrescenta. Como começar a correr Para quem deseja dar o primeiro passo nas corridas, a dica é simples: iniciar com caminhadas e intercalar com corrida leve, respeitando os limites do corpo. "O importante é evoluir gradualmente, buscando orientação profissional quando possível. Pessoas sedentárias ou com histórico de lesões devem realizar uma avaliação física antes", orienta o treinador. Contudo, apesar dos inúmeros benefícios, a médica lembra que há contraindicações. "Pessoas com doenças cardiovasculares graves ou problemas articulares severos devem evitar a prática sem orientação médica. Cada caso precisa ser avaliado individualmente", conclui.

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