Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés jato seco. Combate 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos nos pés.
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Desodorante para os pés jato seco. Combate 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos nos pés.
ComprarQuantidade
150 ml
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Agite antes de usar.
Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.
Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.
Resultado
O jato seco proporciona rápida absorção e não deixa resíduos visíveis nos pés.
Pés secos e cheirosos com proteção diária.
Elimina 99% dos fungos* e bactérias**
Ingredientes
INGREDIENTS: BUTANE, PROPANE, ISOBUTANE, ALCOHOL, PARFUM, CYCLOPENTASILOXANE, ISOPROPYL PALMITATE, DECYLENE GLYCOL, BENZYL SALICYLATE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL , CITRAL.
Mais sobre Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Original Jato Seco oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.
Fragrância original para você que mantém a tradição!
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos. Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Problemas de circulação e os pés: qual é a relação?
Os pés estão entre as primeiras regiões do corpo a manifestar sinais de alterações circulatórias. Isso acontece porque são áreas mais distantes do coração e dependem de um bom funcionamento vascular para receber oxigênio, nutrientes e garantir a adequada remoção de resíduos metabólicos. Quando a circulação não está eficiente, os pés “avisam”. Problemas circulatórios podem estar relacionados tanto ao sistema venoso quanto ao arterial. Na insuficiência venosa, por exemplo, o retorno do sangue ao coração acontece de forma mais lenta, favorecendo inchaço, sensação de peso nas pernas e alterações na coloração da pele. Já quando há comprometimento arterial, pode ocorrer redução do fluxo sanguíneo que chega aos pés, provocando extremidades frias, palidez, dor ao caminhar e até dificuldade na cicatrização. Na prática podológica, observamos sinais importantes como unhas com crescimento mais lento, pele mais fina e ressecada, descamações persistentes, coloração arroxeada ou esbranquiçada dos dedos e presença de fissuras que demoram a cicatrizar. Pequenas lesões que em condições normais se resolveriam rapidamente podem evoluir quando há comprometimento circulatório. Após os 40 anos, especialmente em pessoas com histórico de sedentarismo, tabagismo, diabetes ou hipertensão, o risco de alterações vasculares aumenta. Por isso, o cuidado preventivo com os pés torna-se ainda mais essencial. Não se trata apenas de estética, mas de saúde e segurança. Uma circulação inadequada impacta diretamente a nutrição dos tecidos. Isso significa maior vulnerabilidade a infecções, dificuldade de regeneração e maior sensibilidade a traumas. Em casos mais avançados, podem surgir complicações sérias que exigem acompanhamento médico especializado. O papel da podologia preventiva é identificar sinais precoces, orientar sobre hábitos que favoreçam a circulação, como movimentação regular, escolha adequada de calçados e cuidados com a hidratação da pele, e encaminhar quando necessário. O olhar atento aos pés pode ser determinante para evitar complicações maiores. Os pés são uma extensão da saúde vascular do corpo. Observar mudanças, valorizar sinais e agir precocemente é uma forma inteligente de cuidar da qualidade de vida. Isso porque muitas vezes, o que começa com um simples inchaço pode ser o primeiro alerta de que algo precisa de atenção.
Verruga plantar pode voltar, sim! Entenda.
As verrugas plantares são lesões benignas causadas pelo vírus HPV e aparecem na sola dos pés. Embora não sejam perigosas, podem causar dor e desconforto ao caminhar, além de serem persistentes e até recorrentes, em alguns casos. Apresentam uma superfície áspera e elevada, coloração amarelada ou acinzentada e podem ter pequenos pontos escuros no centro, que correspondem a vasos sanguíneos. “Surgem em áreas de pressão dos pés e podem ser confundidas com calos ou micoses. Por isso, um exame clínico detalhado é essencial para um diagnóstico correto”, destaca a dermatologista Geanny Fagundes. A real é que muitas pessoas fazem essa confusão, já que podem apresentar aspecto semelhante. No entanto, a presença de pontinhos escuros e a dor ao pisar são sinais característicos das verrugas. A podóloga Ana Maria Motta reforça que essa identificação precoce é fundamental para evitar complicações. “O tratamento pode ser feito com ácidos, laser ou cauterização, dependendo do tamanho e da profundidade da verruga”, explica. O problema é que a verruga plantar pode voltar após o tratamento. As chances de reaparecer existem, já que o HPV pode permanecer latente na pele. A dermatologista Geanny Fagundes explica que alguns fatores aumentam o risco de recidiva: Imunidade baixa: pessoas com o sistema imunológico comprometido têm maior propensão a desenvolver novas verrugas; Ambientes úmidos: frequentar piscinas, vestiários e banheiros públicos aumenta a exposição ao vírus; Microtraumas na pele: pequenas lesões ou rachaduras facilitam a infecção pelo HPV. Como evitar que a verruga plantar volte Apesar da possibilidade de surgir novamente, não significa que a verruga vá, obrigatoriamente, aparecer. Isso porque há maneiras de evitar novas ocorrências. Para tentar impedir que isso aconteça, as especialistas têm quatro recomendações principais: Manter o sistema imunológico fortalecido: alimentação equilibrada, boa hidratação, sono adequado e prática regular de exercícios ajudam a fortalecer as defesas do organismo; Evitar andar descalço: usar chinelos em ambientes públicos reduz a exposição ao vírus HPV; Higienizar e secar bem os pés: a umidade favorece a proliferação do vírus, por isso, é essencial manter os pés secos; Não compartilhar objetos pessoais: toalhas, meias e calçados devem ser de uso individual para evitar contaminação. “Quem já teve verruga plantar deve redobrar a atenção ao pisar em locais úmidos, pois o vírus pode estar presente no ambiente e reinfectar a pele”, alerta Ana Maria. O que fazer se voltar Caso a verruga reapareça, a recomendação é procurar um profissional para iniciar o tratamento o quanto antes. “O ideal é tratar logo para evitar que a lesão cresça, se espalhe ou fique mais profunda”, ressalta a podóloga. A dermatologista reforça que, em casos mais resistentes, pode ser necessária uma nova abordagem terapêutica. “Temos diferentes opções, como crioterapia, eletrocauterização e laser, que podem ser utilizadas conforme a necessidade do paciente”, explica. Por isso, ao notar qualquer sinal de verruga plantar, o melhor caminho é buscar um dermatologista ou podólogo para avaliar o caso e definir o tratamento mais adequado. “Se a verruga causar dor intensa, sangramento ou mudança de aparência, procure um médico imediatamente”, finaliza a médica.
Escalda-pés: 3 receitas para relaxamento e bem-estar
Depois de um longo dia, um escalda-pés pode ser a solução ideal para aliviar o cansaço, melhorar a circulação e promover o bem-estar. A prática consiste em mergulhar os pés em água morna com ingredientes que potencializam seus benefícios, como sais, óleos essenciais e ervas naturais. Segundo a esteticista e cosmetóloga Talita Bovi, um bom escalda-pés é capaz de atender e tratar diversas queixas, entre cansaço, estresse, ansiedade, ressecamento, insônia, inchaço e peso, tensão e rigidez, hiperidrose e até bromidrose, o famoso chulé. A dica é deixar a temperatura da água por volta de 36 °C e 40 °C, proporcionando relaxamento sem causar desconforto. "Pode ser feito de uma a duas vezes por semana, especialmente após dias intensos ou longos períodos em pé. Apesar disso, repetir semanalmente é suficiente para manter os pés hidratados e saudáveis", ensina. Benefícios do escalda-pés Sem restrições de idade, o ritual é um convite ao relaxamento e ainda tem uma série de benefícios, como: Alívio do cansaço e tensão muscular. Melhora a circulação sanguínea. Redução do estresse e ansiedade. Hidratação e recuperação da pele ressecada. Diminuição da sensação de inchaço nos pés. No entanto, a profissional alerta para situações em que o escalda-pés não é recomendado. "Pessoas com diabetes descompensada, hipotensão, trombose, doenças de pele ou feridas abertas devem evitar a prática para não agravar suas condições", orienta. Gestantes na reta final da gravidez também fazem parte da lista. De acordo com a especialista, o calor excessivo nos pés pode aumentar o fluxo sanguíneo de forma indesejada e causar desconfortos. É importante ter liberação médica e supervisão. Caseiro X profissional Apesar de poder ser realizado em casa, o escalda-pés feito por um profissional oferece algumas vantagens adicionais. "Em clínicas especializadas, é possível personalizar os ingredientes e combinar a técnica com massagens relaxantes, reflexologia e hidratação profunda, intensificando os resultados", ressalta a cosmetóloga. Mas se a ideia é aproveitar o momento de cuidado em casa, a especialista compartilha três receitas fáceis e eficazes para diferentes necessidades. Aprenda e aproveite! Como fazer escalda-pés em casa Escalda-pés relaxante Indicado para alívio do estresse e relaxamento profundo. Serão necessários: 3 litros de água morna 1/2 xícara de sal grosso 5 gotas de óleo essencial de lavanda 3 colheres (sopa) de flores secas de camomila ou 3 sachês de chá de camomila Creme hidratante para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura confortável, adicione o sal grosso e misture bem até dissolver. 2. Acrescente o óleo essencial e as flores (ou sachês de chá) de camomila. 3. Mergulhe os pés por 15 a 20 minutos, preferencialmente estando em um ambiente tranquilo. 4. Para finalizar, seque os pés e aplique o creme hidratante. Escalda-pés para bromidrose (chulé) Recomendado para controle de odores, redução do suor e combate a bactérias. Serão necessários: 3 litros de água morna 1/2 xícara de vinagre de maçã 5 gotas de óleo essencial de melaleuca (tea tree) 2 colheres (sopa) de hortelã fresca ou seca Creme hidratante antisséptico para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura confortável, adicione o vinagre de maçã. 2. Acrescente o óleo essencial e as folhas de hortelã. 3. Mergulhe os pés por 20 minutos. 4. Seque bem e aplique o hidratante antisséptico. Escalda-pés para dores musculares Ajuda a aliviar tensões e dores nos pés e pernas. Serão necessários: 3 litros de água quente 1/2 xícara de sal grosso 5 gotas de óleo essencial de eucalipto 5 gotas de óleo essencial de alecrim 2 colheres (sopa) de hortelã fresca ou seca Creme hidratante para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura quente, mas confortável, acrescente e dissolva o sal grosso. 2. Acrescente os óleos essenciais e a hortelã. 3. Deixe os pés imersos por 20 minutos. 4. Finalize com um creme hidratante. “Uma dica final: sempre hidrate bem os pés após o escalda-pés, especialmente se utilizou sal ou vinagre, para evitar ressecamento”, conclui a esteticista.
Esfoliação dos pés: por que incluir na rotina de cuidados
Cuidar dos pés vai além de mantê-los limpos e bem hidratados. A esfoliação, por exemplo, é um passo essencial para a saúde e o bem-estar da região. Parte de muitos tratamentos, a prática ajuda a manter a pele macia, saudável e livre de calosidades. Mas como realizá-la corretamente? Qual a frequência ideal? É mesmo tão importante? Conversamos com a podóloga Espedita Alves, da Majô Beauty Club sudoeste. Ela cita que a esfoliação é uma etapa essencial no spa dos pés, por exemplo. “Costuma ser realizada logo após a higienização e o escalda-pés, preparando a pele para receber hidratações mais profundas e massagens”, explica. A profissional ainda lembra ser um processo útil para remover as células mortas e deixar a pele mais receptiva aos tratamentos posteriores. Além disso, estimula a circulação sanguínea, revitaliza a pele e previne problemas como rachaduras e calosidades. Benefícios da esfoliação A esfoliação não é apenas um gesto de autocuidado, mas uma prática com impactos positivos para a saúde dos pés. Entre os principais benefícios estão: Remoção de células mortas: promove uma pele mais suave e uniforme; Estimulação da circulação sanguínea: ajuda a revitalizar a pele e a melhorar a oxigenação dos tecidos; Ajuda na absorção de produtos: a pele mais limpa absorve melhor cremes hidratantes e óleos; Prevenção de calosidades e rachaduras: reduz o espessamento da pele e mantém os pés macios. Passo a passo A podóloga Espedita Alves ensina que esfoliação deve ser feita com movimentos delicados e circulares, sempre utilizando apenas produtos específicos para os pés. “Os cremes esfoliantes costumam conter grânulos abrasivos e ingredientes hidratantes, como ureia, ácido salicílico ou óleos naturais”, detalha. Após a aplicação, é importante remover os resíduos com água morna e finalizar o cuidado com a hidratação, a fim de garantir que a pele mantenha sua maciez e elasticidade. Quando esfoliar os pés? A frequência ideal da esfoliação pode variar conforme a necessidade de cada pessoa. Veja só: Pés normais: o intervalo de 15 dias é suficiente para manter a pele saudável; Pés secos ou com calosidades: repetições semanais, de acordo com orientação profissional. Entretanto, a podóloga alerta que o excesso de esfoliação pode trazer prejuízos, como ressecamento, microfissuras e maior predisposição a infecções. Por isso, respeitar os intervalos indicados é muito importante. Esfoliação caseira X profissional Embora seja possível realizar a esfoliação em casa, o procedimento feito por um especialista no assunto oferece benefícios adicionais, como: Técnica: a esfoliação profissional é mais precisa e utiliza produtos e equipamentos direcionados para este fim; Personalização: o profissional avalia a necessidade individual e ajusta a frequência e os produtos; Segurança: reduz o risco de lesões e reações adversas, especialmente em pessoas com condições específicas. Cuidados e contraindicações Embora a esfoliação seja recomendada para a maioria das pessoas, alguns casos específicos merecem atenção e podem, inclusive, não ser indicada, como: Estar com feridas abertas ou infecções, pois o procedimento pode agravar o quadro; Ter pele sensível ou alérgica, que requer produtos adequados e hipoalergênicos, bem como testes de alergia antes do uso; Diabetes ou problemas de circulação, visto que, para esses pacientes, é indispensável consultar um profissional antecipadamente.
5 receitas de escalda-pés refrescantes para o calor
Com as altas temperaturas, os pés costumam inchar e ficar bem mais cansados. Um bom escalda-pés refrescante é capaz de aliviar o desconforto, melhorar a circulação e trazer sensação imediata de bem-estar. A técnica é simples, acessível e pode ser feita em casa com ingredientes naturais. Conforme pontua a cosmetóloga Talita Bovi, mestre em Engenharia Biomédica e especialista em Medicina Estética e Cosmetologia, o segredo está, sobretudo, na temperatura da água e na combinação de ativos que estimulam o frescor. Isso faz com que o ritual proporcione descanso e melhora circulatória, além de reduzir a sensação de calor. “O ideal é usar água fria ou morna, até 30 °C, com ingredientes que promovam vasoconstrição periférica e sensação térmica de leveza. O resultado é imediato: alívio do inchaço e relaxamento dos músculos”, explica. A especialista lembra que o objetivo é criar uma experiência que alivie o calor e o cansaço, sem agredir a pele. O efeito é alcançado pela combinação entre a temperatura adequada da água e ativos naturais com ação descongestionante. Os principais benefícios são: Alívio do inchaço e da sensação de peso nas pernas; Melhora da circulação sanguínea; Relaxamento muscular; Bem-estar térmico e sensação de leveza. Ingredientes que trazem frescor Alguns elementos são verdadeiros aliados na hora de preparar um escalda-pés refrescante, como: Hortelã-pimenta: efeito imediato de resfriamento, graças ao mentol; Eucalipto: estimula a circulação e refresca; Limão-siciliano: tem leve ação adstringente e ajuda na sensação geladinha; Alecrim: revigorante e estimulante; Sal grosso: relaxa e ajuda a desinchar; Lavanda: refrescante e relaxante; Chás ou extratos de hamamélis e hortelã: suavizam a pele. Para quem gosta de variar, a especialista sugere misturas que potencializam os efeitos: Hortelã-pimenta + limão-siciliano + sal grosso; Eucalipto + alecrim + hidrolato de hortelã; Hortelã-pimenta + lavanda; Hamamélis + sal grosso + limão; Alecrim + eucalipto + óleo essencial de menta; Erva-doce + capim-limão + lavanda; Laranja-doce + hibisco + hamamélis. Como preparar o escalda-pés em casa? Talita Bovi recomenda um preparo simples e seguro: 1. Escolha uma bacia confortável; 2. Adicione água fria ou morna até a altura dos tornozelos; 3. Inclua ervas, sais ou óleos essenciais diluídos; 4. Deixe os pés de molho por 15 a 20 minutos; 5. Seque bem e finalize com um hidratante refrescante. O escalda-pés pode ser feito duas a três vezes por semana, especialmente nos períodos mais quentes. Quem passa o dia em pé pode recorrer à técnica diariamente, desde que mantenha a hidratação da pele, além de todos os cuidados citados. Top 5 receitas refrescantes Refrescância instantânea 2 colheres (sopa) de sal grosso 4 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta Água fria Benefício: proporciona alívio imediato e sensação de energia. Revigorante circulatório 1 punhado de alecrim fresco 3 gotas de óleo de eucalipto globulus 2 colheres (sopa) de sal grosso Água fria ou morna Benefício: estimula a circulação e reduz o inchaço. Frescor cítrico Casca de 1 limão-siciliano 1 colher (sopa) de sal grosso 3 gotas de óleo de hortelã Chá de hamamélis (opcional) Benefício: efeito adstringente e revigorante. Relaxante refrescante 2 colheres (sopa) de sal grosso 2 gotas de lavanda + 2 de hortelã-pimenta Água morna Benefício: ideal para relaxar após um dia intenso. Ice Spa caseiro 1 litro de água gelada Cubos de gelo Chá de hortelã 3 gotas de óleo de eucalipto Benefício: efeito geladinho intenso, ótimo para dias de calor extremo ou após atividade física. Extra: escalda-pés energizante 2 colheres de capim-limão; 1 colher de hibisco seco; 1 colher de casca de laranja-doce; 2 colheres de sal grosso; 2 litros de água quente (depois resfriada com gelo). Basta ferver os ingredientes por 5 minutos, tampar, repousar por 10 minutos e ajustar a temperatura com água fria. “Essa infusão combina propriedades calmantes, antioxidantes e aromáticas, perfeita para o verão”, ressalta Talita. A cosmetóloga sugere aplicar creme hidratante com mentol ou gel refrescante de arnica ou castanha-da-índia logo após o escalda-pés para potencializar o efeito relaxante. Há contraindicações? Pessoas com diabetes descompensada, feridas abertas ou neuropatia periférica devem evitar o procedimento sem orientação profissional. Além delas, gestantes precisam consultar um especialista antes de usar determinados óleos essenciais, que podem ser contraindicados durante a gestação. Mesmo sendo natural, o escalda-pés requer atenção. Assim: Nunca use essências puras diretamente na pele, ou seja, sempre as dilua; Evite ingredientes cítricos e exposição solar logo após; Mantenha a temperatura da água entre 25 °C e 30 °C; Faça um teste de sensibilidade antes de aplicar óleos essenciais. “Água muito quente pode causar vasodilatação excessiva e mal-estar, enquanto os óleos concentrados podem irritar a pele”, reforça a cosmetóloga.
Por que adolescentes sofrem mais com chulé
Na adolescência, o mau cheiro nos pés costuma ser muito mais frequente e incomodar bastante. O famoso e indesejado chulé pode afetar diretamente a autoestima, justamente em um período marcado por tantas mudanças físicas e emocionais. Embora seja comum, não acontece por acaso. Compreender a causa ajuda na solução. Conforme explica a dermatologista Nádia Aires, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, o suor em si não tem cheiro. Na verdade, o odor desagradável aparece quando bactérias da flora natural da pele degradam os componentes do suor. “Durante a puberdade, as alterações hormonais levam ao aumento da atividade das glândulas sudoríparas e a uma mudança importante na composição cutânea. Por isso, há mais volume de suor e bactérias com maior capacidade de decompor o suor produzido em substâncias com mau cheiro”, explica a médica. O que acontece nos pés nessa fase A especialista reforça que os fungos não são a causa do chulé. Ainda assim, são os vilões de outras condições, como as micoses, que podem causar fissuras na pele, aumentar a proliferação de bactérias e, consequentemente, agravar o odor. Alguns hábitos comuns na adolescência criam o ambiente ideal para esse processo: Uso prolongado de calçados fechados (menos ventilação e mais temperatura). Optar por meias sintéticas, que não absorvem o suor e mantêm a pele úmida e com pH elevado. Não lavar nem secar os pés corretamente. Usar as mesmas meias e calçados diariamente. Utilizar sapatos úmidos. Isso porque o suor é predominantemente formado por água, eletrólitos, aminoácidos e ácidos graxos. Esses componentes servem de substrato para as bactérias, que os transformam em compostos voláteis de odor ácido ou sulfuroso característico. O papel dos hormônios e do estresse A endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional de São Paulo (SBEM-SP), lembra que a adolescência é marcada pelo amadurecimento do eixo hormonal. Isso eleva a produção de hormônios como a testosterona, que estimula as glândulas apócrinas. “Nos pés, predominam as glândulas écrinas, que já produzem mais suor. Além disso, situações de estresse e ansiedade, que são comuns nessa fase, podem aumentar a liberação de adrenalina e estimular a transpiração”, observa a médica. Já o desbalanço do sistema nervoso simpático leva ao suor excessivo, conhecido como hiperidrose. A condição pode atingir pés, mãos e axilas, mesmo sem calor ou estresse. Como cuidar e em que ficar de olho A dermatologista Nádia Aires reforça que, na maior parte das vezes, o chulé está relacionado a fatores locais. Por isso, incorporar cuidados simples à rotina é suficiente, como: Lavar os pés com sabonetes antissépticos. Secar bem os pés e entre os dedos. Usar meias de algodão ou de tecido tecnológico respirável e trocá-las com frequência. Revezar os calçados, deixando o par usado secar por, pelo menos, 24 horas antes de ser reutilizado. Dar preferência a sapatos abertos ou com ventilação. Em casos de suor excessivo, utilizar antitranspirantes ou talcos secativos, sempre com orientação profissional. Mas vale ficar de olho em alguns sinais de alerta. Busque avaliação médica se houver: Odor muito intenso e persistente que não cede com os hábitos de higiene; Suor excessivo; Vermelhidão e descamação; Fissuras entre os dedos com maceração; Fissuras dolorosas com secreção amarelada ou purulenta. “Se o suor intenso vier com perda de peso, tremores, queda de cabelo ou alterações de pressão, é importante investigar possíveis alterações hormonais, como distúrbios da tireoide ou da suprarrenal”, orienta a endocrinologista Andressa Heimbecher.

