Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés jato seco. Combate 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos nos pés.
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Desodorante para os pés jato seco. Combate 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos nos pés.
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150 ml
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Agite antes de usar.
Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.
Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.
Resultado
O jato seco proporciona rápida absorção e não deixa resíduos visíveis nos pés.
Pés secos e cheirosos com proteção diária.
Elimina 99% dos fungos* e bactérias**
Ingredientes
INGREDIENTS: BUTANE, PROPANE, ISOBUTANE, ALCOHOL, PARFUM, CYCLOPENTASILOXANE, ISOPROPYL PALMITATE, DECYLENE GLYCOL, BENZYL SALICYLATE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL , CITRAL.
Mais sobre Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Original Jato Seco oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.
Fragrância original para você que mantém a tradição!
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos. Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Palmilhas ajudam a prevenir canelite? Saiba como funcionam
A canelite, também conhecida no meio médico como síndrome do estresse tibial medial, é uma dor que aparece na parte frontal ou interna da canela. O problema surge quando os ossos, músculos e tendões desta região são sobrecarregados de forma repetitiva, especialmente durante atividades físicas. Palmilhas podem ser opções para ajudar no problema. A canelite pode ser causada por fatores como aumento rápido na intensidade dos treinos, calçados inadequados ou impacto constante em superfícies muito duras. “O quadro é um alerta do corpo sobre excesso de demanda. É importante não ignorar esse sinal para evitar complicações mais graves”, destaca o ortopedista Luiz Holanda, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Ceará (SBOT-CE), e especialista da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé). Quem tem mais riscos Embora qualquer pessoa possa desenvolver a condição, alguns grupos têm maior predisposição à canelite. O médico Luiz Holanda observa que isso acontece porque certos esportes ou rotinas exigem mais das pernas e aumentam o impacto sobre a canela. Alguns grupos mais afetados são: Corredores, principalmente iniciantes ou aqueles que aumentam o volume de treino rapidamente; Militares, devido ao ritmo intenso de atividades; Dançarinos e praticantes de esportes com saltos frequentes, como basquete e vôlei. Sendo assim, indivíduos com sobrecarga repetitiva podem experimentar a dor, especialmente quando há distribuição inadequada de forças durante os movimentos. Palmilhas atuam na prevenção As palmilhas são ferramentas que ajudam a melhorar a distribuição da carga e a adaptação da pisada, tornando os movimentos mais equilibrados. Também oferecem amortecimento adicional, diminuindo o impacto nas articulações. “Mas nem todos os pacientes com canelite precisam usar palmilhas. A indicação é mais precisa para pessoas com alterações nos pés, como pés planos ou cavos, que contribuem para o surgimento da dor”, explica Luiz. É importante saber que existem diversos modelos de palmilhas no mercado. Justamente por isso, a escolha depende do grau da alteração nos pés e deve ser feita sempre com orientação médica. As mais utilizadas são: Genéricas ou pré-moldadas: encontradas em lojas, oferecem alívio leve e conforto básico. Pré-fabricadas específicas: voltadas para corrigir problemas comuns, como pés planos. Ortopédicas personalizadas: feitas sob medida, a partir de um molde do pé, levando em conta características únicas de cada paciente. O ortopedista reforça que apenas uma avaliação profissional pode indicar o tipo mais adequado e, se necessário, encaminhar o paciente a um especialista em confecção de palmilhas. Afinal, utilizar um modelo sem indicação não trará benefícios ao paciente. Outras formas de prevenção O uso de palmilhas não deve ser visto como a única solução. De acordo com o especialista, a prevenção da canelite exige, na verdade, um conjunto de medidas, que inclui: Aumentar a intensidade dos treinos gradualmente em, no máximo, 10% por semana; Trocar os calçados regularmente e escolher modelos adequados para a atividade; Fortalecer e alongar coxas, panturrilhas, tornozelos e pés; Garantir repouso adequado e controlar o peso corporal; Variar as superfícies de treino para reduzir o impacto repetitivo; Avaliar a técnica de corrida, especialmente para corredores frequentes. Embora qualquer pessoa possa sofrer com a canelite, incorporar esses hábitos no dia a dia é um bom caminho para tentar prevenir as dores dessa condição. Quando procurar atendimento médico A dor na canela deve ser avaliada especificamente por um ortopedista, caso não melhore com repouso e cuidados básicos em uma ou duas semanas, ou piore com o tempo, limitando até simples atividades diárias. Além disso, há outros sinais de alerta que podem ser observados, como: Inchaço, vermelhidão ou calor local; Formigamento, dormência ou fraqueza no pé; Dor muito localizada que piora ao toque, sugerindo fratura por estresse. Se notar um ou mais desses sintomas, a orientação é buscar essa especialidade médica para obter um diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado o mais rápido possível. Tratamento e recuperação Luiz Holanda lembra que o tratamento é, na maioria das vezes, conservador, ou seja, com repouso, gelo, fisioterapia para fortalecimento e alongamento e também com uso de palmilhas, quando indicado. “Ouça seu corpo e não insista em treinar com dor”, frisa. A cirurgia, por sua vez, só é indicada em casos extremamente raros. “O acompanhamento médico e fisioterapêutico é fundamental para uma recuperação eficaz e para evitar que a canelite se torne um problema crônico”, finaliza o especialista.
Verruga plantar pode voltar, sim! Entenda.
As verrugas plantares são lesões benignas causadas pelo vírus HPV e aparecem na sola dos pés. Embora não sejam perigosas, podem causar dor e desconforto ao caminhar, além de serem persistentes e até recorrentes, em alguns casos. Apresentam uma superfície áspera e elevada, coloração amarelada ou acinzentada e podem ter pequenos pontos escuros no centro, que correspondem a vasos sanguíneos. “Surgem em áreas de pressão dos pés e podem ser confundidas com calos ou micoses. Por isso, um exame clínico detalhado é essencial para um diagnóstico correto”, destaca a dermatologista Geanny Fagundes. A real é que muitas pessoas fazem essa confusão, já que podem apresentar aspecto semelhante. No entanto, a presença de pontinhos escuros e a dor ao pisar são sinais característicos das verrugas. A podóloga Ana Maria Motta reforça que essa identificação precoce é fundamental para evitar complicações. “O tratamento pode ser feito com ácidos, laser ou cauterização, dependendo do tamanho e da profundidade da verruga”, explica. O problema é que a verruga plantar pode voltar após o tratamento. As chances de reaparecer existem, já que o HPV pode permanecer latente na pele. A dermatologista Geanny Fagundes explica que alguns fatores aumentam o risco de recidiva: Imunidade baixa: pessoas com o sistema imunológico comprometido têm maior propensão a desenvolver novas verrugas; Ambientes úmidos: frequentar piscinas, vestiários e banheiros públicos aumenta a exposição ao vírus; Microtraumas na pele: pequenas lesões ou rachaduras facilitam a infecção pelo HPV. Como evitar que a verruga plantar volte Apesar da possibilidade de surgir novamente, não significa que a verruga vá, obrigatoriamente, aparecer. Isso porque há maneiras de evitar novas ocorrências. Para tentar impedir que isso aconteça, as especialistas têm quatro recomendações principais: Manter o sistema imunológico fortalecido: alimentação equilibrada, boa hidratação, sono adequado e prática regular de exercícios ajudam a fortalecer as defesas do organismo; Evitar andar descalço: usar chinelos em ambientes públicos reduz a exposição ao vírus HPV; Higienizar e secar bem os pés: a umidade favorece a proliferação do vírus, por isso, é essencial manter os pés secos; Não compartilhar objetos pessoais: toalhas, meias e calçados devem ser de uso individual para evitar contaminação. “Quem já teve verruga plantar deve redobrar a atenção ao pisar em locais úmidos, pois o vírus pode estar presente no ambiente e reinfectar a pele”, alerta Ana Maria. O que fazer se voltar Caso a verruga reapareça, a recomendação é procurar um profissional para iniciar o tratamento o quanto antes. “O ideal é tratar logo para evitar que a lesão cresça, se espalhe ou fique mais profunda”, ressalta a podóloga. A dermatologista reforça que, em casos mais resistentes, pode ser necessária uma nova abordagem terapêutica. “Temos diferentes opções, como crioterapia, eletrocauterização e laser, que podem ser utilizadas conforme a necessidade do paciente”, explica. Por isso, ao notar qualquer sinal de verruga plantar, o melhor caminho é buscar um dermatologista ou podólogo para avaliar o caso e definir o tratamento mais adequado. “Se a verruga causar dor intensa, sangramento ou mudança de aparência, procure um médico imediatamente”, finaliza a médica.
10 hábitos diários que podem causar frieira
A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia. Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta. Práticas que favorecem a frieira A verdade é que atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais: 1. Ficar com o pé molhado ou suado por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios; 2. Usar o mesmo sapato todos os dias, sem dar tempo para secar e arejar; 3. Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente, acumulando umidade; 4. Não secar o vão entre os dedos depois do banho, deixando a pele molhada na região mais crítica; 5. Andar descalço em lugares úmidos e coletivos, como academias, piscinas, clubes ou vestiários; 6. Compartilhar toalhas, meias ou calçados com outras pessoas; 7. Usar sapatos muito apertados ou de material sintético, que não deixam o pé respirar; 8. Não trocar calçados molhados depois de pegar chuva ou suar excessivamente; 9. Ignorar pequenos machucados ou rachaduras, que funcionam como porta de entrada para o fungo; 10. Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos, sem exposição ao sol ou ventilação. A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção. Calor e umidade pioram o problema A médica esclarece que o ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados. “O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água. Grupo de risco e sinais de alerta Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São: Pessoas que transpiram excessivamente nos pés (com diagnóstico de hiperidrose); Atletas e esportistas que passam longas horas usando tênis fechados; Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios; Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível. Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento. Fique atento ao seguinte: Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos; Coceira leve que pode piorar com o tempo; Sensação de ardência ou mau cheiro; Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar. Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas. Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença. “Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz. Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.
Prepare-se para as próximas corridas no país
Para quem tem a corrida como esporte preferido, um dos momentos mais aguardados é quando chega a data de alguma prova de rua. Mais do que competição com outros praticantes e atletas, o clima de descontração que eventos do gênero proporcionam está entre as principais motivações. Seja para amadores como profissionais, a regra é básica: é preciso se preparar para esses eventos. Para a designer Aline Souza, de 35 anos, existem três pilares fundamentais para essa preparação: rotina de treinos, alimentação equilibrada e descanso adequado. “Corro pelo menos 5 vezes na semana, alternando entre treinos de velocidade, resistência e os longões, aos finais de semana”, diz. Esses “longões” são um jargão conhecido entre os corredores: são treinos mais longos, com distâncias maiores que as habituais, geralmente feitos no sábado ou domingo. “Isso prepara o corpo para provas mais longas”, explica Aline, que começou a correr após a cirurgia bariátrica, aos 20 anos, quando decidiu mudar seu estilo de vida. O que fazer (ou não) para as corridas Se a ideia for participar do maior número possível de corridas ao longo do ano, vale estar ciente do que pode ou não ser feito. Nesse sentido, Aline Souza compartilha alguns hábitos que adota e outros que evita quando está se preparando para competir: O melhor a fazer é: Ter um planejamento de treinos bem estruturado para evitar o desgaste excessivo; Escolher as provas estrategicamente, intercalando distâncias e intensidades para não sobrecarregar o corpo; Manter uma boa alimentação e hidratação para garantir energia e recuperação; Ouvir o próprio corpo e respeitar sinais de cansaço ou dor para evitar lesões; Investir em bons tênis e equipamentos adequados para minimizar impactos. O que é melhor evitar: Correr sem um plano de treinos ou sem descanso adequado entre as provas; Ignorar sinais de fadiga ou dor, achando que "dá para aguentar"; Pular aquecimento e alongamento, pois isso pode aumentar o risco de lesões; Comer alimentos pesados ou testar suplementos novos antes de uma prova; Inscrever-se em muitas provas consecutivas sem avaliar se o corpo está preparado. Dicas de corredor para corredor Além de listar o que pode ser feito e evitado, Aline compartilha algumas dicas que aprendeu ao longo desses 15 anos correndo: 1. Monte um calendário de provas equilibrado, ou seja, distribua as corridas ao longo do ano considerando distâncias e tempos de recuperação. 2. Treine com inteligência, quer dizer, não adianta apenas correr; é essencial fortalecer a musculatura e variar os estímulos nos treinos. 3. Alimente-se e hidrate-se bem, já que o corpo precisa de combustível antes, durante e depois das corridas. 4. Priorize a recuperação, pois dormir bem, se submeter a massagens e até treinos regenerativos ajudam a manter o ritmo ao longo do ano. 5. Corra por prazer! Por fim, não transforme a corrida em uma obrigação. Escolha provas que motivam e aproveite cada conquista. Calendário de corridas Preparado para correr quilômetros? Confira a agenda das próximas corridas de rua nas capitais brasileiras em 2025, separadas por regiões do país. NORTE Macapá | Amapá 18/05 – III Corrida do Vidraceiro 15/06 – Live! Run XP 06/07 – 2ª Meia Maratona de Macapá Manaus | Amazonas 01/06 – Meia Maratona Foco Run 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 26/07 – Night Run 2025 23/08 – XTerra Manaus 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 09/11 – Circuito das Estações - Verão Belém | Pará 11/05 – Corrida Atletas Parque do Utinga 13 anos 18/05 – Live! Run XP 24/05 – Belém Night Run Red Sky 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 06/07 – Corrida do Sol 15/08 – I Corrida do GRAESP 07/09 – Circuito das Estações - Primavera 20/09 – Night Run 2025 27/09 – Belém Night Run Blue Sky 14/12 – Circuito das Estações - Verão Boa Vista | Roraima 01/05 – 1º Desafio Jabuti do Lavrado 04/05 – 4ª Meia Maratona da Força Tática 18/05 – 9 Anos Jabuti do Lavrado 13/06 – Corrida Sexta-Feira 13 e Run Beer Palmas | Tocantins 08/06 – Circuito das Estações - Inverno 19/07 – Santander Track&Field Run Series – CCR Aeroportos 14/12 – Circuito das Estações - Verão NORDESTE Maceió | Alagoas 04/05 – 11ª Volta da Lagoa - A Saga 10/05 – Corrida Noturna de Maceió 17/05 – Corrida Noturna 2025 24/05 – Night Run 2025 - Etapa 1 Maceió 15/06 – V Desafio Xtreme Selva Race 06/07 – 3ª Corrida de Casais 20/07 – Ao vivo! Execute XP Salvador | Bahia 01/05 – Corrida pro Colo da Mãe - 3ª Edição 04/05 – Circuito de Corrida RP - Etapa Um 11/05 – Track&Fields Run Series - Shopping Villa Forma I 18/05 – 2ª Corrida do Leão 25/05 – Meia Maratona Farol a Farol 20/06 – Circuito das Estações - Inverno 10/08 – Santander Track&Fields Run Series - Shopping Barra 24/08 - Corrida do Poder Feminino 2025 13/09 – Santander Track&Field Run Series - Shopping Paralela 21/09 – Maratona Salvador 2025 28/09 – Circuito das Estações - Primavera 02/11 – Corrida Azul Salvador 08/11 – Corrida Noturna 2025 14/12 – Circuito das Estações - Verão Fortaleza | Ceará 04/05 – Corrida do Hype 04/05 – Corrida do Trabalhador 04/05 – Ao vivo! Run XP - Etapa Fortaleza 18/05 – Track&Field Run Series - Riomar 01/06 – Corrida Vozão 29/06 – Circuito das Estações - Inverno 17/08 – Girl Power - Etapa Fortaleza 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 28/09 – Santander Track&Field Run Series - Shopping Del Paseo II 11/10 – Night Run 2025 26/10 – Track&Field Run Series - Riomar Fortaleza II 16/11 – Live! Run XP - Etapa Fortaleza 30/11 – Circuito das Estações - Verão São Luís | Maranhão 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 22/06 – 1ª Maratona da Cidade de São Luís 14/09 – Live! Run XP 28/09 – Circuito das Estações - Primavera 07/12 – Circuito das Estações - Verão João Pessoa | Paraíba 03/05 – Circuito Music Run 31/05 – Night Run 2025 01/06 – Meia dos Parques 15/06 – Corrida Extremo Oriental 2025 06/07 – Circuito das Estações - Inverno 12/07 – 5 Milhas Night Rock 2025 19/07 – Corrida Corre JP 5K 20/07 – Circuito Music Run - Etapa Samba 23/08 – Beats Run Celebration 13/09 – Ultramaratona 12 horas da Lagoa 14/09 – Circuito Music Run - Etapa Rock 28/09 – Circuito das Estações - Primavera 05/10 – Live! 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Run XP - Rio de Janeiro 31/05 – Treinão Lios Runners - Etapa Outono 01/06 – Circuito das Estações - Inverno 07/06 – 1ª Corrida e Caminhada Celeiro do Amor 15/06 – 6ª Aventura na Fazenda Corrida Kids 15/06 – Circuito Correndo pelo Rio - 2ª Etapa 15/06 – Corrida SportTV 19/06 – Maratona do Rio 20/06 – Maratona do Rio 21/06 – Maratona do Rio 22/06 – Aniversário do Parque de Madureira 22/06 – Maratona do Rio 29/06 – Corrida de Inverno de Confraternização do Cristo Redentor 29/06 – Corrida das Garotas Estrelas 05/07 – Corrida e Caminhada Guerreiro de Deus 13/07 – Enquanto Brabas corre 13/07 – Asics Golden Run RJ 2025 20/07 – Corrida das Poderosas 2025 - 2ª Etapa 20/07 – Subida Cristo Redentor 2025 27/07 – 1ª Rio 21K 27/07 – Circuito Eco Run 27/07 – Eco Run 2025 - Rio de Janeiro 03/08 – Circuito RJ 2025 - 1ª Etapa 03/08 – Corrida Kids Dia dos Pais 24/08 – Energy Land 24/08 – Treinão Solidário Corre com Kaizer 07/09 – Rio S-21k 2025 20/09 – 6ª Meia Maratona da Reserva 21/09 – 6ª Meia Maratona da Reserva 21/09 – Circuito das Estações - Primavera 12/10 – Girl Power - Etapa Rio de Janeiro 25/10 – Night Run 2025 - Etapa 2 07/12 – Circuito das Estações - Verão São Paulo | São Paulo 01/05 – Ayrton Senna Racing Day - 20ª Edição 01/05 – N&C Run - Segunda Edição 03/05 – 2ª Corrida Saúde Night Run 04/05 – Corrida e Caminhada Bem Estar 04/05 – Santander Track&Field Run Series - JK Iguatemi I 10/05 – 2ª Corrida e Caminhada Nossa Senhora de Guadalupe 10/05 – Night Run 2025 - Etapa 1 10/05 – Treino de Confraternização - ZN Runners 11/05 – 23ª Corrida e Caminhada GRAACC 11/05 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Parque Charles Miller 17/05 – 2ª Corrida Ritmo Noturno 18/05 – Asics Golden Run SP 18/05 – Corrida do Dia das Mães 18/05 – Energy Land 18/05 – Run Das Mães - Corrida E Caminhada 25/05 – Bravus Race - Fire 25/05 – Circuito Plié pela Primeira Vez 25/05 – Circuito Rosália 2025 25/05 – Santander Track&Field Run Series - Anália Franco 01/06 – Circuito SRun 01/06 – I Corrida & Caminhada CACAU - Salve o Rim de uma Criança 01/06 – Porto Track&Field Experience Running - São Paulo Centro 08/06 – Corrida do BAEP 08/06 – Let's Girls Run 2025 08/06 – Santander Track&Field Run Series - Villa Lobos II 15/06 – 1ª São Paulo Classic - Etapa Centro Histórico 15/06 – Athenas Run Stronger 15/06 – Circuito Eco Run 29/06 – 2ª Corrida em Conscientização a Doação de Sangue 29/06 – 4ª Corrida e Caminhada Um Só Sangue 29/06 – Circuito das Estações - Inverno 06/07 – 28ª Corrida do Bombeiro 06/07 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Pirituba 06/07 – Hoka Speed Run 2025 06/07 – Smurfs Run 06/07 – Track&Field Experience Running - Parque CERET 13/07 – Live! Run XP - São Paulo 13/07 – Santander Track&Field Run Series - Center Norte II 03/08 – Corrida contra o Câncer - Run & Walk 03/08 – Corrida Kazamigas 2025 - Etapa São Paulo 03/08 – Santander Track&Fields Run Series - JK Iguatemi II 10/08 – Bravus Race - Monster 10/08 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Parque do Trote 10/08 – Santander Track&Fields Run Series - Pompéia 17/08 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Penha 17/08 – Track&Fields Run Series - Cidade Jardim II 24/08 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Butantã/USP 24/08 – Maratona Fila 31/08 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Meia Maratona 31/08 – Run The Bridge 05/10 – Santander Track&Field Run Series - Shopping Vila Olímpia II 18/10 – Corrida Só Delas Night Edition 19/10 – Athenas Run Longer 19/10 – Santander Track&Field Run Series - Center Norte III 19/10 – SportTV Run 30/11 – Bravus Race - Speed II 30/11 – Venus Women's Half Marathon 07/12 – Santander Track&Fields Run Series - VillaLobos III 21/12 – Circuito das Estações - Verão SUL Curitiba | Paraná 04/05 – 3ª Corrida da Cavalaria 04/05 – Circuito Procorrer de Corrida 25/05 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - 1ª Etapa 01/06 – Circuito SESI de Corridas da Indústrias - Etapa Curitiba 01/06 – Corrida da Polícia Científica 08/06 – Circuito das Estações - Inverno 15/06 – Meia Maratona Internacional de Curitiba 2025 13/07 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - 2ª Etapa 09/08 – Night Run 2025 16/08 – Marquinhos 50k 17/08 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - Etapa Entre Parques 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 14/09 – Santander Track&Field Run Series - ParkShopping Barigui 21/09 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - 3ª Etapa 26/10 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - 4ª Etapa 30/11 – Circuito das Estações - Verão 07/12 – Circuito de Corridas Sanepar 2025 - Etapa Curitiba Porto Alegre | Rio Grande do Sul 11/05 – 1ª Corrida do Comando Rodoviário da Brigada Militar 11/05 – Circuito das Estações - Outono 01/06 – 1ª Rústica do Colégio Tiradente da Brigada Militar 07/06 – 40ª Maratona Internacional de Porto Alegre 08/06 – 40ª Maratona Internacional de Porto Alegre 15/06 – 1ª Corrida Super Via II 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 13/07 – Circuito Eco Run 03/08 – 1ª Corrida do 9º BPM 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 28/09 – Live! Run XP - Porto Alegre 05/10 – Meia Maratona do Mercado Público 01/11 – Circuito Sesc de Corridas - Etapa Porto Alegre 22/11 – Night Run 2025 07/12 – Circuito das Estações - Verão Florianópolis | Santa Catarina 04/05 – Meia Maratona Internacional de Florianópolis Oak Berry 2025 18/05 – Corrida Sul Costa Leste 25/05 – 1ª Corrida ELASE 48 Anos 22/06 – 14ª Maratona de Floripa 30/08 – Maratona Internacional de Floripa 2025 - Meia 31/08 – Maratona Internacional de Floripa 2025 13/09 – Montanha Do Costão do Santinho 2025 20/09 – Floripa Ultra Trail 28/09 – Circuito Corridas do Bem Sesi Saúde - Etapa Florianópolis 05/10 – Ao Vivo! Run XP - Florianópolis 05/10 – Montanha Do Desafio Pedra Branca 12/10 – Movimento Rosa 2025 12/10 – Corrida SouBio 01/11 – Maratona de Jurerê - Hospital SOS Cárdio 02/11 – Maratona de Jurerê - Hospital SOS Cárdio 23/11 – Meia Maratona SC21k 30/11 – Corrida pelo Câncer Floripa *As corridas listadas são as principais de cada estado e podem estar sujeitas a alterações. Datas pesquisadas em março/2025.
Qual é a função do talco nos pés?
O desodorante em pó não é a mesma coisa que o talco feito para o corpo: conheça suas características e saiba como usá-lo. Tem gente que gosta de usar desodorante para os pés em spray — e tem quem prefira a versão em pó. São dois produtos muito parecidos quando se trata de combater as bactérias que causam o mau odor, mas tem uma característica que os diferencia: o talco absorve mais a transpiração. “O talco absorve o excesso de umidade nos pés, deixando a pele com um nível mais saudável de umidade para não haver mau cheiro”, explica Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). Por isso, essa versão do desodorante para os pés em geral é a preferida por quem transpira em excesso nos pés, uma condição conhecida como hiperidrose. Ou por pessoas que passam muito tempo com calçados fechados ou suam bastante nos pés ao fazer exercícios. Afinal, o excesso de umidade pode também propiciar o aparecimento de infecções por fungos, como as frieiras. “O talco tem substâncias sólidas que, em contato com a transpiração, absorvem a água. Ele também possui componentes que combatem bactérias e fungos”, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Qual é a melhor maneira de aplicar o talco nos pés? O desodorante em pó é um talco especial para os pés e não tem a mesma formulação do talco que usamos no corpo ou aplicamos em bebês. “Ele é feito para agir sobre as bactérias, fungos e umidades do pé e tem um pH compatível com essa pele, que é diferente da do resto do corpo”, esclarece Schwarz. A propriedade de absorver bem a umidade, porém, pode fazer com que o desodorante para os pés em pó resseque a pele se não for utilizado da maneira adequada. Por isso, ela recomenda aplicar o talco apenas entre os dedos, e não no pé todo — e sempre depois de tomar banho. “Não adianta passar o desodorante com o pé sujo. Quem tem costume de tomar banho à noite pode aplicar nesse momento, porque o produto já vai agindo e deixando a pele preparada para o dia seguinte”, conclui. Raio-X do talco para pés Como ele age Absorve o excesso de umidade causado pela transpiração; Combate as bactérias que causam mau cheiro; Protege o pé de fungos como os que causam frieiras. Para quem é Pessoas que transpiram muito no pé, especialmente por usar calçados fechados ou ao fazer exercícios. Como usar Sempre depois do banho e com os pés limpos; Aplicar na região entre os dedos.
Neuroma de Morton: ‘pedrinha no sapato’ é alerta
A dor na parte frontal do pé que parece uma “pedrinha no sapato” é um relato clássico de quem tem Neuroma de Morton. O problema envolve um nervo entre os dedos que sofre pressão repetidamente, gerando desconforto, queimação, formigamento ou fisgada, que piora com calçados apertados e costuma aliviar ao ficar descalço. “Neuroma de Morton é uma inflamação com espessamento de um pequeno nervo entre os ossos do antepé. Na prática, acontecem compressão e espessamento ao mesmo tempo”, diz o ortopedista Mateus Jerônimo. Significa que o espaço reduzido comprime o nervo, a pressão contínua o engrossa e inflama, e o aumento de volume amplia ainda mais a compressão - um ciclo que explica a persistência da dor. “O nervo inflamado forma uma pequena saliência na planta do pé. Quando a pessoa apoia o peso, essa área é pressionada entre os ossos e o chão, gerando a sensação de ter uma pedrinha dentro do calçado, mesmo descalço”, acrescenta o médico. O que evitar Conforme aponta o especialista, alguns fatores aumentam a chance de desenvolver a condição. Entre os principais estão: Usar sapatos de bico fino ou salto alto, que comprimem os dedos; Estar com excesso de peso, que sobrecarrega o antepé; Ter alterações no formato do pé, como pé plano ou cavo, joanete e dedos em garra; Praticar atividades de impacto (corrida, dança, esportes com salto); Passar longos períodos em pé, sobretudo com calçados rígidos. É fundamental evitar esses hábitos e, se possível, pensar em alternativas para cada um deles. No caso dos calçados, por exemplo, vale trocar o bico estreito pelo mais largo e o salto alto pelo baixo, de até 3 centímetros, com solado macio e palmilhas de apoio central, que ajudam a distribuir o peso e reduzem o atrito. Mateus Jerônimo também observa que, em atividades de impacto, especialmente corrida, a frente do pé absorve grande parte da carga. “Por isso, é decisivo usar tênis com bom amortecimento e espaço para os dedos, além de ajustar o volume dos treinos, evitando aumentos bruscos”, orienta. Diagnóstico e tratamento O diagnóstico é clínico. Ou seja, é essencial ir ao ortopedista, que identifica a queixa típica e localiza o ponto doloroso ao pressionar o espaço entre os dedos. Exames como ultrassonografia e ressonância magnética confirmam o espessamento do nervo e afastam outras possibilidades, se houver dúvidas. A boa notícia é que, na maioria dos casos, a solução também é clínica e bastante eficaz. O especialista destaca as seguintes medidas: Troca de calçados por modelos mais confortáveis e largos; Uso de palmilhas ortopédicas com apoio metatarsal; Fisioterapia para fortalecer a musculatura do pé e equilibrar as cargas; Prescrição de medicamentos e infiltrações para reduzir a inflamação e aliviar a dor. “A cirurgia só é considerada quando a dor persiste, de 3 a 6 meses, apesar do tratamento clínico. O procedimento libera o nervo ou remove a área mais afetada, conforme a avaliação médica”, acrescenta Mateus Jerônimo. Por último, cabe ressaltar que, embora raro, o Neuroma de Morton pode voltar mesmo após a cirurgia. O ortopedista observa que alguns pacientes acabam desenvolvendo uma cicatriz sensível no local, portanto, é fundamental manter as medidas de controle e proteção.

