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Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés jato seco. Combate 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos nos pés.

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Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml
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Quantidade

150 ml

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Agite antes de usar.

Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.

Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.

Resultado

O jato seco proporciona rápida absorção e não deixa resíduos visíveis nos pés.

Pés secos e cheirosos com proteção diária.

Elimina 99% dos fungos* e bactérias**

Ingredientes

INGREDIENTS: BUTANE, PROPANE, ISOBUTANE, ALCOHOL, PARFUM, CYCLOPENTASILOXANE, ISOPROPYL PALMITATE, DECYLENE GLYCOL, BENZYL SALICYLATE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL, EUGENOL , CITRAL.

Mais sobre Desodorante para os Pés Jato Seco Original 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Original Jato Seco oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.

Fragrância original para você que mantém a tradição!

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos. Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Como evitar bolhas com sapatos novos? Podóloga ensina
Bolha

Como evitar bolhas com sapatos novos? Podóloga ensina

Bolhas são pequenas bolsas cheias de líquido que se formam na pele como mecanismo de defesa do corpo. Costumam aparecer quando há atrito constante, calor e suor – uma combinação bem comum que surge com sapatos novos, ainda em fase de ajuste ao formato dos pés. Tal líquido funciona como uma proteção, impedindo que camadas mais profundas da pele sejam machucadas, mas seu surgimento deve ser evitado. Segundo a podóloga e pedicure Dayana Sousa, alguns materiais são mais propensos a provocar bolhas, como couro legítimo, plástico e verniz. Modelos fechados, que dificultam a ventilação, ou com costuras internas grossas também favorecem o problema. Da mesma forma, sapatos de bico fino, que não respeitam a anatomia natural do pé, aumentam o risco de machucar. Além disso, todo sapato tem um período de adaptação. “Durante esse processo, o atrito pode irritar a pele e causar desconforto. Quando o sapato aperta e esfrega na pele, causa uma queimadura por fricção. É o que faz o corpo reagir, produzindo esse líquido como uma forma inteligente de proteger a região”, explica a profissional. Com sapato novo, redobre os cuidados Para evitar as bolhas, o ideal é preparar o sapato e os pés antes do uso. Para isso, a especialista recomenda os seguintes truques: Amaciar o calçado em casa antes de sair com ele para longos períodos de uso; Usar meias grossas para proteger a pele; Hidratar bem os pés para reduzir o atrito; Aplicar curativos ou protetores de silicone nos pontos de maior pressão. Esses cuidados são fáceis, simples e podem realmente fazer diferença na hora de prevenir lesões dolorosas. Durante o dia, evite atrito e umidade Se você já está usando o sapato novo, tenha atenção redobrada. Os pés devem estar sempre secos, pois suor e calor favorecem a formação de bolhas. “Troque a meia se perceber que ela ficou úmida e use talcos ou sprays antitranspirantes – inclusive os da Baruel”, recomenda a podóloga. Também é importante ajustar os cadarços e fivelas para que o pé não fique ‘dançando’ dentro do sapato. Afinal, o ideal é um encaixe perfeito – nem largo, nem apertado. Se possível, tenha sempre curativos na bolsa para prevenir, diante dos primeiros sinais de irritação. Quando a bolha já apareceu… Se não teve jeito e a bolha insistiu em aparecer, é hora de focar em cuidados de tratamento e nem pensar em estourá-la por conta própria. A recomendação de Dayana é: Lavar a área com água e sabão; Secar delicadamente, em batidinhas, sem esfregar; Fazer um curativo limpo e trocá-lo sempre que necessário. Se a bolha estourar sozinha, tudo bem! Nesse caso, higienize novamente, aplique um antisséptico de farmácia e proteja com curativo. Assim, evita infecções e garante uma recuperação mais rápida. A experiência de quem já passou por isso A aposentada Maria Assunta, 73 anos, já enfrentou o problema após usar um tênis novo na academia. Ela conta que percebeu a bolha no primeiro dia de uso, mas decidiu não estourá-la para evitar possíveis complicações. “Eu só lavava e hidratava até que ela estourou sozinha. Depois, continuei lavando e coloquei um curativo para proteger”, relembra. Com medo de novas bolhas, Maria voltou a usar um tênis mais confortável e adotou novos cuidados: hidratação diária dos pés e atenção redobrada na escolha dos calçados. Ela ainda aconselha: “Se der bolha, não estoure. Lave com água e sabonete e proteja”. Quando procurar ajuda profissional A experiência da aposentada mostra como simples atitudes no dia a dia podem evitar dores e desconforto. No entanto, algumas situações exigem avaliação de um especialista, como o podólogo. De acordo com Dayana, o ideal é procurar atendimento se a bolha for muito grande, houver dor intensa ou sinais de infecção, como vermelhidão, pus, calor na região ou febre. “Pessoas com diabetes ou problemas circulatórios devem ter cuidado redobrado: qualquer lesão nos pés merece atenção imediata”, finaliza a pedicure.

Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!
Mobilidade Articular

Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!

Mover-se com liberdade, equilíbrio e controle é um dos pilares da saúde. A mobilidade articular é justamente a capacidade de as articulações se movimentarem de forma ampla e coordenada. É ela que garante autonomia, previne dores e facilita as tarefas do dia a dia, do simples ato de caminhar até a prática de esportes. Para garanti-las, fazer exercícios físicos é fundamental! Caio Caires, especialista em quiropraxia e osteopatia, argumenta que preservar a mobilidade é superimportante para manter o corpo funcional e independente. Isso porque, com o passar dos anos, o sedentarismo e a má postura reduzem a amplitude dos movimentos e aumentam o risco de dores. O segredo está justamente no estímulo do movimento de forma consciente e constante, respeitando os limites de cada fase. “Quando as articulações se movimentam com liberdade e controle, conseguimos evitar dores, manter uma boa postura e garantir independência em qualquer idade. A mobilidade preserva a estabilidade e o equilíbrio do corpo, reduz o risco de lesões e melhora a qualidade de vida. É essencial para todos”, afirma o profissional. Se isso não for priorizado, com o envelhecimento e a falta de atividade física, articulações como ombros, quadris, coluna e tornozelos tendem a perder movimento. “A ausência de estímulo faz com que o corpo perca flexibilidade, prejudicando a postura, o equilíbrio e a execução de tarefas simples”, avisa Caio Caires. Aliás, vale esclarecer que exercícios de mobilidade não são a mesma coisa que alongamentos. “O alongamento atua no comprimento muscular, enquanto a mobilidade trabalha o movimento ativo e o controle das articulações. A combinação dos dois melhora a flexibilidade e o desempenho”, afirma. Exercícios para cada idade A mobilidade articular pode (e deve) ser trabalhada por todas as pessoas, em qualquer momento da vida. Porém, a escolha dos exercícios depende do nível de condicionamento e da idade, como indica o fisioterapeuta: Crianças e adolescentes: atividades lúdicas, agachamentos, pular corda e exercícios de mobilidade para tornozelos e quadris; Adultos jovens: exercícios funcionais, pranchas e movimentos para melhorar a mobilidade da coluna torácica e do quadril; Pessoas de meia-idade: rotação de tronco, mobilização de ombros e alongamentos controlados; Idosos: movimentos lentos e assistidos, articulações de braços e tornozelos, exercícios realizados na água ou na posição sentada. Mesmo sendo as mais indicadas, essas práticas devem ser orientadas e supervisionadas por um profissional, independentemente da fase da vida em que a pessoa se encontra. A frequência de exercícios de mobilidade também é importante - devem ser realizados de três a cinco vezes por semana, podendo ser feitos diariamente, em períodos curtos de duração. “A constância é o que traz resultado. Para quem tem dores ou limitações, os movimentos precisam ser leves, lentos e totalmente sem dor, com a orientação de um fisioterapeuta”, destaca o especialista.

Tipo de pisada pode impactar a mobilidade. Conheça-os
Pisada e Palmilha

Tipo de pisada pode impactar a mobilidade. Conheça-os

Dores nos pés e nas articulações inferiores, como joelhos e quadris, podem muitas vezes estar relacionadas ao tipo de pisada, que impacta a mobilidade das pessoas. Existem basicamente dois tipos principais: a pronada e a supinada, além da neutra, que trazem diferenças estruturais importantes e podem afetar a mobilidade e o equilíbrio de forma diversa. Identificar e entender qual é a sua é essencial para evitar problemas e buscar o tratamento correto. Pisada pronada É caracterizada pelo pé chato ou plano e, por ter o arco medial encostando no chão, aumenta a área de contato com o solo. “Comum em quem tem o pé sem cava, o tipo pronado impacta a biomecânica do corpo e pode levar a um desgaste maior das estruturas internas dos pés”, explica o ortopedista André Silveira, especialista em pé e tornozelo, e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE). Desta forma, quem tem a pisada pronada tende a sentir mais desconforto no tendão tibial posterior, situação que se torna ainda mais acentuada em mulheres de meia idade, devido à sobrecarga nessa região. Pisada supinada Também chamada de “pé cavo”, essa pisada apresenta um arco elevado, reduzindo a área de contato com o solo. Uma vez que costuma causar mais rigidez, acaba tornando os pés menos adaptáveis com o chão. Nesse caso, o médico André Silveira esclarece que as chances de sofrer entorses e lesões ligamentares, como instabilidades no tornozelo, são maiores, já que o formato limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar. Já por neutra entende-se a pisada em que as partes interna e externa do pé tocam o chão praticamente ao mesmo tempo, de maneira quase uniforme. Nesta condição, o peso corporal é distribuído de forma equilibrada. Como pisadas afetam a mobilidade A pisada é fundamental para o equilíbrio, a estabilidade e a locomoção. Ela age como um primeiro ponto de contato com o solo e afeta o movimento do corpo por completo. Pessoas com pé plano costumam ter um desgaste das estruturas internas do pé e, eventualmente, nos joelhos e na coluna, já que a biomecânica se altera devido ao contato excessivo do arco com o chão. A pisada supinada, por outro lado, tende a comprometer a estabilidade do tornozelo, especialmente devido à menor área de contato com o solo. Pisada precisa de correção? Segundo o ortopedista, nem todos os tipos de pisada exigem correção imediata. O essencial é observar se a forma de contato com o piso está causando dor, desequilíbrio ou afetando a qualidade de vida e rotina da pessoa de alguma maneira, significativamente. “Se o pé é funcional e permite ao paciente viver bem, a pisada não precisa de correção. Agora, se surgirem desconfortos, há alternativas, como as palmilhas ortopédicas, que não corrigem a pisada, mas ajudam a aliviar a dor e melhorar o suporte”, aponta André. Tratamento e recomendações O uso de palmilhas personalizadas é uma solução paliativa que, embora não modifique o formato do pé, ajusta a pisada e alivia o desconforto. Em casos mais graves, que incluem deformidades significativas ou dores constantes, a cirurgia corretiva pode ser indicada. Com técnicas modernas, a intervenção possibilita reposicionar os ossos e estruturas do pé, melhorando o suporte e a qualidade de vida. O tratamento deve ser sempre personalizado. "Não existe um pé certo ou errado. O importante é que funcione conforme as necessidades do paciente. É por isso que a medicina atual busca tratar a pessoa, em sua individualidade", conclui o especialista.

Spa dos pés: passo a passo para fazer em casa
Spa dos Pés

Spa dos pés: passo a passo para fazer em casa

Já fez um spa dos pés? Sabe aquele momento de cuidado exclusivo para os pés? Ele pode fazer maravilhas pela sua saúde e seu bem-estar e, nesse contexto, preparar um spa dos pés caseiro é fácil e sinônimo de muitos benefícios. Mais que proporcionar relaxamento, trata-se de uma prática que combina técnicas terapêuticas e estéticas para aliviar tensões, hidratar a pele e promover conforto físico. Um ritual ideal após um dia difícil e cansativo. O ritual do spa dos pés envolve etapas simples e, por isso, pode ser realizado em espaços especializados ou até mesmo em casa. “O spa dos pés inclui limpeza, esfoliação, hidratação e massagem para cuidar dos pés de forma completa, com benefícios que vão além do estético”, pontua a esteticista e cosmetóloga Gisele Reis Pappi. Como se vê, a prática tem vários benefícios e boa parte deles vão além da estética. Segundo a especialista, o spa dos pés permite: Relaxar ao reduzir o estresse e aliviar tensões acumuladas; Cuidar da pele, com prevenção às rachaduras, hidratação profunda e remoção de células mortas; Melhorar a circulação por meio da massagem, que ativa o fluxo sanguíneo e alivia dores musculares; Promover bem-estar geral, sobretudo pela reflexologia, capaz de estimular pontos que impactam positivamente na saúde integral. “É um cuidado que traz resultados imediatos, tanto na aparência quanto na sensação de conforto e relaxamento”, destaca a cosmetóloga. Pode ser feito em casa? A resposta é claro que sim! O spa dos pés é acessível para quem deseja realizá-lo no conforto do próprio lar. Para isso, a esteticista cita alguns itens indispensáveis: Bacia ou recipiente para imersão dos pés; Água morna; Sais de banho e/ou óleos essenciais; Esfoliante específico para pés; Creme hidratante ou máscara nutritiva; Toalha limpa; Pedra-pomes ou lixa. Com todos os materiais preparados, basta seguir todas as etapas do procedimento. E se você quer criar a experiência perfeita, o ritual pode ser dividido em fases que garantem relaxamento e cuidados profundos, de acordo com Gisele Reis Pappi. Confira o passo a passo: Higienização: comece lavando seus pés com água morna e sabonete neutro para remover sujeiras e preparar a pele para o tratamento. Imersão: coloque seus pés em uma bacia com água morna, adicionando sais de banho ou óleos essenciais, como lavanda ou eucalipto. Esse passo ajuda você a relaxar os músculos e amolecer a pele. Esfoliação: use um esfoliante próprio para os pés a fim de remover células mortas e estimular a renovação celular. Passar pedras-pomes ou lixas pode complementar esse processo. Hidratação profunda: aplique uma máscara nutritiva ou um creme hidratante específico para os pés e deixe agir pelo tempo indicado na embalagem. Massagem relaxante: finalize com uma massagem suave utilizando cremes ou óleos. Se possível, inclua técnicas de reflexologia para estimular pontos que influenciam o bem-estar geral. Finalização: seque seus pés com uma toalha limpa, aplique um protetor ou creme finalizador e, se desejar, cuide das unhas para um toque extra. Fique atento às contraindicações e cuidados Apesar de simples e muito relaxante, o spa dos pés não é indicado em todos os casos. Você deve evitar o tratamento se houver: Lesões ou feridas abertas nos pés; Problemas circulatórios ou diabetes, a não ser que receba orientação especializada ou tenha acompanhamento; Alergias a algum dos produtos utilizados. Além disso, manter uma frequência adequada é importante para ter bons resultados e evitar efeitos indesejados ou incômodos. Normalmente, espaços semanais ou quinzenais são suficientes. “Mas para quem tem pés ressecados ou calosidades, pode ser indicado um intervalo maior para manter a saúde da pele”, adiciona a especialista. Detalhe importante: quando realizado em salões, o spa dos pés deve seguir normas rigorosas de biossegurança. Nesse contexto, a esteticista e cosmetóloga Gisele Reis Pappi enfatiza a importância de observar se os materiais utilizados são esterilizados ou descartáveis, além de verificar o uso correto de EPIs (equipamentos de proteção individuais) pelos profissionais – no caso, máscaras, luvas, aventais e toucas.

Corredores experientes dão dicas para corrida segura
Corrida

Corredores experientes dão dicas para corrida segura

O Relatório Anual sobre Tendências de Esportes do aplicativo fitness Strava revela que a corrida foi o esporte mais praticado no mundo em 2024. O levantamento ainda mostra que o Brasil está em segundo nesse ranking com quase 20 milhões de corredores. Mas quais serão os truques desses atletas para correr? Fomos atrás para descobrir. A corrida é uma atividade muito benéfica para a saúde física e psicológica. Porém, exige cuidados especiais para não acabar lesionando os pés, como aconteceu com a psicóloga Tatiane Andrade, corredora amadora desde 2023, que enfrentou uma fascite plantar após algum tempo no esporte. “Na época, fiz acompanhamento com o fisioterapeuta para tratar a condição. Hoje está tudo bem”, conta. “De lá para cá, aprendi algumas coisas importantes: ser assistida por um personal, seguir a planilha de corrida e fazer fortalecimento com musculação”. Mesmo quem é maratonista já teve seu início e aprendeu com isso. O trainer comportamental Cesar Aarão começou a correr aos 40 anos, cerca de uma década atrás, e participa atualmente de uma a duas maratonas por ano. “Dos truques que aprendi, o principal é não pensar apenas no ato de correr, mas de se hidratar, se alimentar, ter uma boa noite de sono e cuidar do corpo. Isso serve para você esteja bem com o treino”, compartilha o maratonista. “Quanto mais você se prepara e tem cuidado, mais o esporte renderá e será prazeroso”. Tatiane Andrade começou a correr após um período difícil de luto e problemas de saúde. "Meus exames estavam péssimos e tanto o meu terapeuta quanto meu médico disseram que era urgente que eu começasse a praticar atividades físicas", lembra. Além de ajudar nas questões físicas dela, a corrida teve impacto positivo em sua saúde mental. A superação também foi o caminho que levou Cesar Aarão de encontro com a modalidade durante uma fase delicada em sua vida em que passava por uma separação e transição de carreira. "A corrida foi um meio que encontrei de me curar e cuidar de mim mesmo. Sempre foi um grande remédio para a minha saúde mental", afirma. Hábitos de quem corre Antes de iniciar a corrida, é fundamental consultar um profissional, como ortopedista ou fisioterapeuta, para checar se não há nenhuma contraindicação para a prática. Com o esporte liberado, deve-se atentar aos cuidados essenciais para prevenir lesões, melhorar a performance e correr com segurança. Tatiane e Cesar dão dicas para corredores amadores a maratonistas: Hidrate os pés antes e depois de correr; Mantenha a pele seca, sem umidade; Aplique produtos relaxantes após os treinos; Corte as unhas regularmente e em formato reto; Fique atento a assaduras, machucados e alergias; Escolha um tênis apropriado; Opte por meias de qualidade, como as de algodão; Vá ao podólogo mensalmente; Sempre tenha acompanhamento profissional; Não ignore dores e lesões.   “Desfrute cada etapa da corrida. O processo é muito legal. Às vezes, estamos focados em resultados, mas apreciar a passagem é importante”, aconselha Cesar. O maratonista ainda incentiva quem está começando a correr: “É um grande autocuidado”. Tatiane concorda e reforça: encontre um esporte e pratique! “O importante é se sentir bem e se cuidar acima de tudo. Pode ter certeza: sua vida muda. Enquanto profissional de saúde mental, percebo os resultados tanto em mim quanto em meus pacientes após práticas regulares de atividade física”, conclui a psicóloga.

Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos
Pé Diabético

Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos

Para quem sofre com diabetes, pequenos machucados, que em outras pessoas cicatrizam rapidamente, podem evoluir para infecções graves e, em casos mais raros, até amputações. Um simples corte de unha feito de forma errada, por exemplo, pode ser o ponto de partida para complicações sérias. O endocrinologista Cláudio Ambrósio observa que o chamado pé diabético está relacionado a alterações na circulação sanguínea e na sensibilidade dos nervos. “Quando a glicose está descontrolada, qualquer machucado no pé demora mais para cicatrizar. Às vezes, o paciente nem percebe que se feriu porque não sente dor e isso facilita a piora da lesão”, explica. A podóloga Esther Assis acrescenta que a perda de sensibilidade, a má circulação e a cicatrização lenta tornam os pés extremamente vulneráveis. “Uma feridinha que seria simples para quem não tem diabetes pode se transformar rapidamente em uma infecção grave”, alerta. Corte inadequado pode trazer complicações Um dos principais problemas ocorre quando a unha é cortada de forma errada. Esther Assis cita como principais riscos: machucar a pele ao redor, causar encravamento, criar feridas que infeccionam rapidamente e aumentar as chances de complicações. “Se a unha encrava ou abre uma pequena fissura, a baixa circulação dificulta a cicatrização. Esse machucado pode virar porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em úlceras profundas e difíceis de tratar”, explica a podóloga. Cláudio Ambrósio acrescenta que, caso o corte cause sangramento ou ferimento, é preciso agir rápido. “Estanque o sangue, limpe bem a área com álcool absoluto e procure atendimento especializado. O médico ou enfermeiro vai avaliar se há necessidade de antibiótico e o melhor tratamento”, orienta. Sinais de alerta para atenção imediata Fique atento aos sinais de que algo não vai bem após cortar as unhas: Vermelhidão ou inchaço ao redor da unha; Dor ao tocar ou caminhar; Presença de pus, secreção ou mau cheiro; Pele machucada ou com sangramento; Unha crescendo torta, indicando encravamento. “Esses sinais indicam que o problema já está em evolução. Quanto antes o paciente procurar ajuda, maiores as chances de evitar complicações graves”, garante Esther. Quando cortar em casa pode ser seguro? De acordo com o médico, cortar as unhas em casa pode ser seguro quando o paciente não apresenta feridas ou deformidades nos pés. A podóloga complementa com algumas dicas de segurança: Use sempre tesouras ou alicates limpos e desinfetados; Corte a unha reta, sem arredondar os cantos; Não tire as cutículas; Não force a unha se ela estiver grossa ou difícil de cortar; Examine os pés depois para verificar se houve algum machucado. Caso não se sinta bem preparado para isso, é bom não arriscar. Aí é melhor procurar especialistas. Existem situações em que só o podólogo ou outro profissional deve realizar o corte, como nos casos de: Feridas abertas ou sinais de infecção; Unhas muito grossas ou deformadas; Histórico de encravamento frequente; Dor intensa ou pus; Complicações anteriores, como amputações ou feridas de difícil cicatrização. “O profissional tem técnica, material adequado e sabe quando encaminhar para o médico, se houver necessidade”, destaca Esther. Cláudio reforça ainda a importância do papel da família. “Muitas vezes, o diabético não percebe machucados devido à perda de sensibilidade. Por isso, cuidadores e parentes devem inspecionar os pés regularmente e, ao notar algo suspeito, buscar atendimento especializado imediatamente”, ensina. Cuidados diários que fazem a diferença Por fim, os profissionais lembram que, além do corte correto das unhas, hábitos simples ajudam a proteger os pés no dia a dia: Lave os pés diariamente e seque bem; Hidrate-os com produtos indicados por especialistas; Use calçados confortáveis e que não apertem; Evite andar descalço; Examine os pés todos os dias. Se tiver qualquer dúvida, busque seu endocrinologista ou podólogo de confiança.

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