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Sabonete Barra Suave 70g – Baruel Baby

Sabonete infantil com Manteiga de Karité e Glicerina. Tem formato anatômico e é hipoalergênico.

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Suave Baruel Baby
Suave Baruel Baby

Quantidade

70 g

Benefícios

• Com manteiga de karité e glicerina
• Formato anatômico
• Hidratação delicada
• Hipoalergênico
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Cheirinho de carinho
• Ingredientes de origem natural
• Sem parabenos
• Não testado em animais
• Vegano

Dicas de Uso

Massageie o corpinho úmido do bebê, espalhando a espuma com movimentos suaves e em seguida enxágue.

Resultado

Pele hidratada e macia.

Torna o ritual do banho seguro pelo formato anatômico.

Deixa um suave cheirinho de carinho prolongado.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: PALMATO DE SÓDIO, ESTEARATO DE SÓDIO, ÁGUA, PALMISTATO DE SÓDIO, GLICEROL, AMIDO DE MILHO, PERFUME, CLORETO DE SÓDIO, ÁCIDO ETIDRÔNICO, DIÓXIDO DE TITÂNIO, ÁCIDO CÍTRICO, MANTEIGA DE KARITÉ, ÓLEO DE AMÊNDOA-DOCE, CITRONELOL, ALFA-ISOMETIL IONONA, GERANIOL, HIDRÓXIDO DE SÓDIO, CUMARINA, EDETATO TETRASSÓDICO.

INGREDIENTS: SODIUM PALMATE, SODIUM STEARATE, AQUA, SODIUM PALM KERNELATE, GLYCERIN, ZEA MAYS STARCH, PARFUM, SODIUM CHLORIDE, ETIDRONIC ACID, TITANIUM DIOXIDE, CITRIC ACID, BUTYROSPERMUM PARKII BUTTER, PRUNUS AMYGDALUS DULCIS OIL, CITRONELLOL, ALPHA-ISOMETHYL IONONE, GERANIOL, SODIUM HYDROXIDE, COUMARIN, TETRASODIUM EDTA.

Mais sobre Sabonete Barra Suave 70g – Baruel Baby

O Sabonete infantil Glicerina Suave Baruel Baby tem Manteiga de Karité e Glicerina para uma hidratação delicada. Seu formato é anatômico para não escorregar da mão durante o banho. Sua fórmula com ingredientes de origem natural é segura para a pele de bebês e crianças.

Hipoalergênico e testado oftalmologicamente e dermatologicamente, o Sabonete Barra Glicerina Suave Baruel Baby é livre de parabenos e não é testado em animais.

Sabonete em barra vegano para bebês e crianças. Com ele o cheirinho de carinho dura muito mais.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Não usar na pele irritada ou lesionada. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Perguntas frequentes

Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.

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Assadura é comunicação: o que a pele do bebê diz?
Assadura

Assadura é comunicação: o que a pele do bebê diz?

Nem sempre a assadura é apenas um incômodo local. Muitas vezes, é também o primeiro sinal de que algo no ambiente do bebê precisa ser ajustado. Quando a pele fica vermelha, sensível ou mais úmida do que o habitual, o corpo está reagindo a um desequilíbrio e precisa de atenção e cuidados específicos. Para o pediatra Antônio Carlos Turner, da clínica Total Kids, dizer que a assadura é uma forma de comunicação significa reconhecer que o corpo do bebê “fala” quando algo foge do esperado. Como o pequeno ainda não tem repertório verbal, a pele utiliza o processo inflamatório para sinalizar que o microclima da fralda não está bem. “É um pedido de socorro biológico. A pele está manifestando um desequilíbrio homeostático, com rubor, calor e edema, para avisar que algo no ambiente imediato não está em harmonia com a fisiologia do bebê”, alerta o médico. Decifrando os sinais na pele Cada situação costuma deixar uma espécie de “digital” visível. Observar o aspecto da vermelhidão e o local em que aparece ajuda os adultos a entenderem se o problema está relacionado à umidade excessiva, ao atrito ou a uma reação de contato. Entre os sinais mais comuns, o especialista destaca: Umidade: a pele pode ficar com aspecto murcho ou macerado; a assadura esbranquiçada nas bordas, antes de se tornar vermelha, sinal de que a barreira cutânea está encharcada e fragilizada. Atrito: a vermelhidão tende a ser mais intensa nas áreas de maior contato, como dobrinhas das coxas ou onde o elástico da fralda aperta. Reação química: quando há vermelhidão localizada logo após a troca de fralda ou uso de produto novo, pode indicar dermatite de contato irritativa. Mudanças na rotina também provocam respostas quase imediatas. Isso porque a pele do bebê possui um pH levemente ácido que funciona como proteção natural. Ao alterar o tipo de fralda ou utilizar lenços com fragrâncias fortes, essa barreira pode ser rompida, levando à inflamação localizada. Fezes, urina e calor na equação Outros fatores fazem parte do quadro, já que a química do próprio corpo tem papel central na formação da assadura. A urina é um bom exemplo: quando fica muito tempo em contato com a pele, produz amônia e eleva o pH da derme. Isso ativa enzimas das fezes, que começam a agredir a camada superficial cutânea. Além disso, há outras mudanças sistêmicas que interferem: a introdução alimentar pode alterar o pH e a microbiota das fezes, tornando-as mais agressivas; o uso frequente de antibióticos causa diarreia e modifica a flora intestinal e da pele, abrindo caminho para assaduras por fungos; o calor intenso aumenta a vasodilatação e a sudorese, acelerando o processo inflamatório. “O suor, especialmente em dias quentes, soma-se a tudo isso criando um ambiente de ‘estufa’ dentro da fralda, facilitando a proliferação de fungos, como a Candida albicans”, acrescenta o pediatra Antônio Carlos Turner. Como ler os sinais e prevenir Lembre-se: o bumbum do bebê traz pistas importantes, tanto visuais quanto comportamentais. Pontinhos vermelhos ao redor da mancha costumam indicar infecção fúngica, enquanto vermelhidão e pele brilhante sugerem irritação química ou acidez. Se houver choro na hora da troca, o dano pode ter atingido os nervos. Para tratar e prevenir novas assaduras, o médico recomenda adotar o mantra “Limpar, Secar e Proteger”, ou seja": trocar o lenço umedecido por algodão e água morna sempre que possível; deixar o bebê alguns minutos por dia com o “bumbum livre”, permitindo que o ar ajude na cicatrização; aplicar cremes com óxido de zinco ou dexpantenol para criar uma barreira protetora; evitar apertar demais a fralda, permitindo mínima circulação de ar. Os pais também devem observar além da pele: irritabilidade no sono, choro agudo ao urinar e recusa alimentar podem estar relacionados ao quadro. Quando a assadura se torna frequente, pode indicar necessidade de ajustar a rotina e incluir mais trocas de fraldas. Ao surgirem sintomas físicos ou comportamentais, é necessário procurar um pediatra.

Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento
Primeiros Fios

Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento

O primeiro corte de cabelo costuma ser mais do que uma simples ida ao salão. Para muitas famílias, marca a passagem simbólica do bebê para uma nova fase da infância, despertando nostalgia, expectativa e até um certo aperto no coração. Entre fotos, vídeos e mechas guardadas, o momento se transforma em memória afetiva. Com Giovanna Moura, mãe de um menino de 3 anos, não foi diferente: a decisão veio acompanhada por emoção e muito significado. “Escolhemos o corte ‘tigelinha’, que eu sempre fui apaixonada. Senti como se ele estivesse virando um mocinho porque precisava cortar o cabelo”, lembra, com saudade. O menino se mostrou curioso e corajoso, sobretudo após acompanhar o corte do melhor amigo. No salão infantil, com carrinhos e brinquedos, o clima ajudou. “Eu chorei. O pai ficou todo bobo. Tiramos fotos, gravamos, foi lindo!”, conta a mãe. Aproveitaram o momento e guardaram uma pequena mecha do cabelo no livrinho de maternidade, como registro de uma fase bonita. Mudança visível, emoção inevitável Para a cabeleireira infantil Rô Freire, do complexo de beleza Pelle Capelli, o primeiro corte costuma ser carregado de emoção porque simboliza crescimento. “Representa uma mudança visível no desenvolvimento da criança. A imagem do bebê começa a dar lugar a uma nova fase, o que desperta apego, nostalgia e até insegurança”, comenta. No dia a dia do salão, ela afirma que o momento vai além da estética. Costuma ser nessa hora que os adultos percebem que os filhos estão crescendo. Para um marco afetivo tão importante, os pais e cuidadores buscam um profissional de confiança, afinal, não é apenas um cabelo; é a primeira mudança de visual. Existe idade certa para cortar? Não há idade adequada para o primeiro corte. Segundo Rô Freire, o que orienta essa decisão é a necessidade prática: os fios atrapalham a visão; o comprimento dificulta a higiene; o cabelo começa a afetar a rotina. Mas a escolha deve sempre partir da família, que conhece de perto a rotina da criança. Por outro lado, o papel do profissional, nesse contexto, é adaptar o atendimento à fase em que a criança está, independentemente da idade. Mais do que seguir um calendário, o importante é respeitar o ritmo e o conforto do pequeno. Medos, expectativas e preparação A cabeleireira infantil observa que muitos pais chegam apreensivos, preocupados se o pequeno vai chorar, se vai se mexer demais ou se a experiência pode se tornar negativa. Ainda existe a expectativa de que o corte seja rápido, seguro e confortável. “A forma como os adultos conduzem o momento influencia diretamente a reação da criança. Manter postura tranquila, evitar frases que criem medo e não tratar o corte como obrigação ajudam bastante”, garante. Por isso, conversar com os pais durante o processo e ajustar o atendimento conforme a reação do minicliente faz parte de uma condução cuidadosa. Quando os responsáveis confiam no profissional e transmitem segurança, tudo flui melhor. Um ritual que pode ser leve Para quem é da área, o primeiro corte exige sensibilidade. Entre os principais fatores para a experiência ser positiva estão: estar em um ambiente calmo; oferecer atendimento respeitoso e com pausas; ter um profissional que compreenda o comportamento infantil. “Não se trata de velocidade, mas de condução cuidadosa, ajustando postura e técnica ao movimento da criança. Afinal, o primeiro corte não é apenas um serviço técnico: envolve escuta, paciência e repertório”, argumenta Rô Freire. Para a mãe Giovanna, o episódio com o filho é lembrado com serenidade. “É uma fase como muitas outras da maternidade. Dá saudade daquele bebezinho, mas às vezes o corte é também uma necessidade. E quanto mais leve e legal for, melhor.”

Minha filha sempre chora ao pentear o cabelo: o que fazer?
Rotina de Cuidados

Minha filha sempre chora ao pentear o cabelo: o que fazer?

Pentear o cabelo deveria ser parte simples da rotina, mas pode virar um cenário de choro e tensão. Muitas famílias relatam resistência diária, principalmente em crianças pequenas, que reclamam de dor ou simplesmente se recusam a colaborar. Identificar o motivo dessa reação e aprender a lidar com ela é fundamental. “Existe uma cultura de que ‘dói, mas tem que doer’. Só que a criança pode ser mais sensível e não consegue expressar isso em palavras. Quando o adulto acolhe e cria um momento seguro, o contexto muda”, explica a psicóloga Priscila Evangelista, especialista em saúde da família e atendimento a mulheres. Ela ainda esclarece que nem sempre o estresse é apenas pela dor física. Embora algumas crianças realmente apresentem maior sensibilidade no couro cabeludo, outras já criaram expectativas sobre como o próprio cabelo “deveria” ser. Assim, fatores familiares, externos e até culturais também acabam influenciando. Quando o problema é técnico Do ponto de vista do cuidado capilar, o choro costuma ter causas bastante objetivas. O cabeleireiro Maycon Peterson, instrutor do Instituto Embelleze de Santana, destaca alguns motivos comuns: O cabelo infantil embaraça com facilidade, porque os fios são mais finos e frágeis, aumentando o atrito. A ausência de condicionador, a presença de resíduos de shampoo e o hábito de pentear a seco agravam o problema. Começar o desembaraço pela raiz ou tentar desfazer o nó com força só piora. Escovas rígidas e pentes de dentes muito finos não são adequados para fios infantis, sobretudo os cacheados ou mais longos. O profissional alerta para a tração excessiva nos fios e no couro cabeludo, capaz de gerar dor imediatamente. Para evitar, a dica é nunca começar pela raiz: inicie pelas pontas e avance aos poucos, até chegar no topo. Trabalhar com o cabelo úmido e produtos específicos facilita bastante e reduz o desconforto. A rotina que evita nós Já para o hairstylist Alcimar Ramos, do Jacques Janine Center Norte, o segredo está na prevenção. Quanto melhor for o preparo do fio, menor será o desconforto depois. Uma rotina simples, mas constante, transforma completamente o momento de pentear. A sequência começa ainda no banho e o profissional recomenda: usar shampoo suave e aplicar condicionador sempre que possível; desembaraçar delicadamente com os dedos durante o enxágue; retirar o excesso de água sem esfregar a toalha; aplicar leave-in ou spray desembaraçante adequado ao tipo de cabelo; dividir em mechas e pentear das pontas para a raiz, com calma. “Pentes de dentes largos e escovas flexíveis ajudam muito porque acompanham o movimento do fio e não puxam com tanta força. Pequenos ajustes na rotina já são suficientes para transformar esse momento”, afirma o cabeleireiro. Cuidado também é vínculo Mesmo com as técnicas corretas, o comportamento do adulto ainda faz diferença. A psicóloga Priscila Evangelista reforça que o modo como o cuidado é conduzido pode evitar que o ato vire uma disputa de poder. Frases duras, pressa excessiva e a ideia de obrigação tendem a aumentar a resistência. O que pais, cuidadores ou responsáveis podem fazer: incluir a criança no processo; permitir a escolha do penteado, acessório ou finalização; ensinar que pentear o cabelo é autocuidado, assim como tomar banho; orientar sobre respeito à textura e formato dos fios. “Não ensinamos no grito, nem no caos, mas no acolhimento. Cabe ao adulto organizar o momento e mostrar que cuidar do cabelo não precisa ser sofrimento. Quando existe escuta e respeito, o cuidado deixa de ser trauma e vira conexão”, ensina a especialista. Mas atenção: se o choro for intenso, recorrente e não melhorar com ajustes na técnica e acolhimento, é indicado buscar avaliação profissional para investigar uma sensibilidade sensorial mais acentuada.

Bico de silicone: ajuda mesmo todas as mães?
Amamentação e Alimentação

Bico de silicone: ajuda mesmo todas as mães?

A amamentação nem sempre começa de forma simples. Dor, insegurança e dificuldades na pega podem transformar o que deveria ser um momento de conexão em fonte de sofrimento. Nessas situações, muitas mães ouvem falar do bico de silicone. Nem solução mágica, nem vilão, o acessório divide opiniões e tem indicações específicas. Com dores intensas nos seios, fissuras no mamilo e impasses na sucção da bebê, o pediatra recomendou o uso do bico de silicone para a lash designer Aline Lins, de 36 anos. Mãe de primeira viagem, ela não aceitou a alternativa de primeira, porque sentia que estava “falhando” na maternidade. “A amamentação foi uma tortura para mim. Eu tinha muita aflição de amamentar por causa do silicone e parecia que nunca dava certo. Comecei a ter dores, machucados e minha filha não estava com peso adequado por causa desses problemas”, lembra. Quando o bico de silicone é indicado? A enfermeira obstetra e consultora materna de amamentação Cinthia Calsinski explica que o bico de silicone é um dispositivo auxiliar, utilizado em situações específicas para facilitar a transição ou manutenção da amamentação. O uso deve sempre ter um objetivo claro e acompanhamento profissional. Entre as situações mais comuns que levam ao uso, estão: dor intensa ao amamentar, geralmente associada à pega inadequada; fissuras mamilares, muitas vezes consequência de manejo incorreto; dificuldade de pega do bebê, especialmente nos primeiros dias; uso precoce de bicos artificiais; casos específicos de mamilos planos ou invertidos, sempre após avaliação. Já rotina ou prevenção não são motivos para usá-lo. “Nem todas as mães se beneficiam com o bico de silicone e a recomendação ocorre apenas após avaliação individualizada da dupla mãe-bebê. Muitas dificuldades iniciais podem ser resolvidas com ajustes de posição, pega e manejo, sem necessidade do bico”, pondera a especialista. Riscos e limites do uso Na maioria dos casos, o acessório deve ser encarado como estratégia temporária, com plano claro de acompanhamento e retirada progressiva. Em determinadas situações, pode ser utilizado por mais tempo, mas sempre com monitoramento ativo. Isso porque, quando utilizado de forma inadequada, pode: reduzir a estimulação direta da mama, interferindo na produção de leite; dificultar a transferência eficaz de leite, levando a ganho de peso insuficiente; prolongar dificuldades de pega; atrasar a adaptação ao peito; aumentar o risco de desmame precoce. “É importante reforçar que o dispositivo não vai tratar a causa do problema. Ele pode aliviar temporariamente os sintomas da mãe, mas, em algumas vezes, nem isso acontece”, alerta a consultora de amamentação Cinthia Calsinski. Como saber se está ajudando (ou não) A enfermeira obstetra recomenda atenção aos sinais bons e ruins para avaliar se o uso do bico de silicone está sendo realmente positivo ou causando algum prejuízo. Está ajudando se: o bebê suga de forma eficaz e relaxa após as mamadas; há ganho de peso adequado; a mãe sente redução da dor. Atrapalha em casos em que: as mamadas sejam muito longas ou ineficazes; o bebê não ganha peso adequadamente; a produção de leite acaba reduzida; surge a dificuldade de amamentar sem o bico ao longo do tempo. Apesar de resistir no início, Aline Lins foi incentivada pela sogra a testar a alternativa. “Acabou sendo muito bom. A aflição passou, os machucados sararam e minha filha teve sucesso na pega. Devia ter usado antes”, relembra. Quando se recuperou e ganhou mais segurança, ela deixou de usar e a amamentação deu certo.

Amamentar a cada 3 horas: até quando é necessário?
Amamentação e Alimentação

Amamentar a cada 3 horas: até quando é necessário?

Nos primeiros dias de vida do bebê, muitas famílias ficam reféns do relógio quando o assunto é amamentação. A orientação padrão de oferecer o peito a cada 3 horas costuma gerar dúvidas, causar ansiedade e até sentimento de culpa. Entender melhor a recomendação médica é o melhor caminho para lidar com essa situação. Na prática, amamentar “de 3 em 3 horas” significa contar o intervalo a partir do início da mamada anterior e não do momento em que ela termina. “Essa recomendação funciona como uma regra de segurança no início da vida para evitar que o bebê fique longos períodos sem se alimentar até recuperar o peso do nascimento”, explica a enfermeira obstetra e consultora de amamentação Meiriele Rodrigues. Esse cuidado faz sentido porque o recém-nascido ainda tem uma capacidade gástrica muito pequena, o leite materno é digerido rapidamente e as mamadas frequentes são fundamentais para estimular e regular a produção de leite da mãe. É como se os primeiros dias “calibrassem” a fábrica materna. Regra não vale para sempre De modo geral, esses intervalos curtos e regulares para mamar só são indicados até o nenê retornar ao peso que nasceu. Isso costuma acontecer entre o 10º e 15º dia de vida. A partir dali, se o recém-nascido estiver saudável, alerta e com bom ganho ponderal, o relógio tende a perder um pouco a importância. Não significa, porém, abandonar os cuidados. Para a profissional, é a hora certa de entender que a amamentação deve seguir mais os sinais que o bebezinho dá do que horários previamente estabelecidos. Já a livre demanda é indicada desde o início, com uma ressalva importante: nas primeiras semanas, ela é “livre” para o bebê pedir, mas a mãe deve ofertar o peito, caso ele durma por tempo prolongado. Com o ganho de peso bem estabelecido, isso muda. Será que meu bebê está mamando o suficiente? Mesmo quando os intervalos entre as mamadas começam a variar, alguns sinais ajudam a confirmar que a amamentação está adequada. Entre os principais, a especialista Meiriele Rodrigues destaca: fraldas de xixi frequentes, claras e bem cheias (geralmente seis ou mais por dia); comportamento de saciedade após a mamada, como soltar o peito espontaneamente e relaxar as mãos; ganho de peso constante nas consultas de acompanhamento com o pediatra. Por outro lado, tentar espaçar demais as mamadas antes do tempo também pode trazer riscos. Vale ficar de olho em: desidratação; letargia (o bebê fica tão fraco que não acorda para pedir leite); dificuldade em engordar. Além disso, a mãe também costuma sofrer com o espaçamento precoce. Diminuição da produção de leite e risco aumentado para mastite e ingurgitamento mamário – o famoso “leite empedrado” – são algumas das consequências. “Peito é fábrica; não, estoque. Quanto mais o bebê mama, mais leite o corpo entende que precisa produzir”, reforça a profissional. Durante a madrugada Acordar o recém-nascido de madrugada para oferecer o peito pode parecer errado, afinal, ele finalmente dormiu. Porém, é uma regra necessária nas primeiras semanas, enquanto os quilos do nascimento ainda não foram recuperados. Normalmente, o intervalo para aleitamento não deve ultrapassar três ou quatro horas, mas quem define é o pediatra. A consultora de amamentação Meiriele Rodrigues lembra que, após essa fase, se tudo estiver bem, não há mais necessidade de despertar o nenê, uma vez que o sono também é essencial para o desenvolvimento neurológico. Para mães que se sentem presas ao relógio, a enfermeira ensina que observar o filho é o melhor caminho. Isso porque, antes mesmo do choro, ele já dá sinais claros de que está com fome, como: levar as mãos à boca; virar a cabeça; ou fazer movimentos de sucção. “Responder a esses sinais torna a amamentação mais fluida, eficiente e menos angustiante”, garante a especialista.

Meu filho quer copiar o cabelo dos amigos. Devo deixar?
Penteados e Produtos

Meu filho quer copiar o cabelo dos amigos. Devo deixar?

Quando o filho pede para fazer o cabelo igual ao dos outros meninos que convive, alguns pais podem se sentir bastante incomodados. A reação costuma vir carregada de julgamentos: “acho feio”, “isso não combina” ou “não gosto desse estilo”. Mas, para a criança, o corte pode significar muito mais do que moda e estética. Flávia Magalhães, empresária e mãe de um menino de 10 anos, viveu essa situação durante a Copa do Mundo de 2022, quando os colegas começaram a copiar os cortes dos jogadores e o filho quis fazer o mesmo. Ela conta que já imaginava que isso aconteceria em algum momento, lembrando da fase em que seu irmão mais novo quis usar o famoso moicano do Neymar. “Há muito tempo é moda copiar o cabelo de jogadores famosos e a Copa amplia isso. Querer fazer um corte com os amigos também pode ter relação com se sentir parte daquele grupo e acho isso bacana”, comenta a mãe. Ela conta que torceu o nariz para alguns estilos, mas acha importante que o menino tenha essa experiência. Pertencimento e identidade Segundo a psicóloga Ana Paula Martins, especialista em educação, a forma de se vestir (e de cortar o cabelo) desempenha papel fundamental na formação da identidade e da autoestima infantil. Isso porque a maneira como a criança se apresenta influencia também como ela se enxerga e como é vista pelo meio em que vive. “Na infância e adolescência, o desejo de copiar colegas pode ser visto como uma fase social normal. Imitar roupas, cortes ou até falas representa, emocionalmente, a busca por aceitação, segurança e pertencimento ao grupo social”, explica a profissional. Fatores externos ajudam a consolidar esse movimento. Normas de pertencimento e referências do ambiente destacam o grupo ao qual a criança quer se vincular, reforçando símbolos visuais (e de aparência) como forma de integração. Nunca diga que é feio Para a especialista, classificar como “feio” algo que o filho gosta pode ter impacto negativo no desenvolvimento emocional. Esse tipo de fala tende a comprometer a autoestima e o senso de identidade, afetando a forma como o garoto passa a se perceber. Portanto, evite: Rotular como “feio”. Desqualificar o gosto da criança. Ironizar ou ridicularizar. Em vez disso, prefira: Perguntar o motivo da escolha. Validar o sentimento antes de opinar. Explicar seus valores com respeito. “O equilíbrio não está entre liberar ou negar tudo, mas em criar um espaço de diálogo sobre valores familiares, negociação e responsabilidade pelas próprias escolhas. A autonomia se sustenta de forma saudável quando há escuta e acolhimento”, reforça a psicóloga Ana Paula Martins. Até onde permitir De forma prática, vale ceder quando o pedido não oferece nenhum perigo. A especialista lembra que o aprendizado vem das vivências e fortalece o desenvolvimento ao longo do crescimento. Nesse sentido, os pais podem avaliar se: a escolha oferece risco físico ou psicológico; fere valores fundamentais da família; é apenas uma experimentação estética temporária; gera espaço para negociação e responsabilidade. A mãe Flávia Magalhães seguiu essa linha ao orientar o filho a escolher com consciência, lembrando que o cabelo levaria um tempo para crescer e não seria possível “colar de volta”. Ainda assim, incentivou a experiência porque, como diz, cabelo cresce e permitir essas escolhas também constrói memórias da infância.

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