Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal

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Como proteger as articulações dos pés na meia-idade
Proteção Articular

Como proteger as articulações dos pés na meia-idade

Com o passar dos anos, os pés começam a dar sinais de desgaste, mas nem sempre a dor é o primeiro deles. Às vezes, aparece como rigidez, incômodo ao caminhar ou até uma sensação de impacto mais forte no chão. Reconhecer os sintomas e buscar o especialista certo é a chave para evitar problemas mais sérios. Embora as mudanças sejam esperadas com o avanço da idade, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma de consultas médicas INKI, destaca que transformações corporais nunca devem ser ignoradas. Afinal, podem afetar diretamente a mobilidade. “A partir da meia-idade, é comum observar desgaste articular, perda da elasticidade dos ligamentos e redução do coxim gorduroso plantar, que funciona como um amortecedor natural”, detalha o médico. O que muda nos pés com o tempo? Na prática, o corpo vai perdendo parte da capacidade de absorver impacto. A cartilagem se desgasta, os ligamentos ficam menos elásticos e o pé passa a sentir mais cada passo. A partir disso, algumas alterações costumam surgir. Segundo o especialista, entre as mudanças mais comuns estão: dor e rigidez nas articulações; redução da mobilidade; menor capacidade de amortecimento; deformidades como o hálux valgo (joanete). Essas e outras deformidades mudam a forma de pisar e acabam sobrecarregando outras regiões do corpo, como joelhos e quadris. Quando o alerta vai além da dor comum Vale destacar que nem toda dor no pé tem a mesma origem. Essa questão é importante, porque, em alguns casos, o problema não é apenas mecânico, mas inflamatório. Aí, outras especialidades entram em cena para somar com a ortopedia. O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, alerta que dores persistentes não devem ser tratadas como algo “normal da idade”, principalmente quando vêm acompanhadas de outros sinais como: dor que melhora com movimento e piora no repouso; rigidez pela manhã por mais de 30 minutos; inchaço sem trauma; dor noturna ou nos primeiros passos do dia. “Esses sintomas podem indicar doenças como gota, artrite reumatoide ou artrite psoriásica. Até quadros de fascite plantar que não melhoram podem ter origem inflamatória, não apenas sobrecarga”, acrescenta o médico. Cuidados com as articulações A boa notícia é que pequenas mudanças na rotina fazem diferença. Para ambos os especialistas, começar por escolhas simples, que ajudam a reduzir o impacto e preservar as articulações ao longo dos anos, é o ideal. O tipo de calçado utilizado é um ponto destacado pelo ortopedista Ivo Zulian Neto, já que influencia diretamente na proteção dos pés. Por isso, vale optar por modelos com bom amortecimento, estabilidade, espaço adequado para os dedos e material confortável. Entre outras orientações estão: Manter o peso sob controle. Evitar salto alto ou uso prolongado de chinelos. Fortalecer a musculatura, incluindo os pequenos músculos do pé. Praticar atividade física de baixo impacto. Por último, o reumatologista Henrique Dalmolin orienta: dor frequente não deve ser ignorada. “É sinal de que algo precisa ser investigado”, frisa.

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