Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel
Logo Tenys Pé

Talco Desodorante para os Pés Pó Canforado 130g – Tenys Pé Baruel

Talco desodorante combate 99% dos fungos e bactérias. Deixa uma sensação refrescante e calmante.

Comprar
Talco Desodorante para os Pés Pó Canforado 130g
Talco Desodorante para os Pés Pó Canforado 130g

Quantidade

130 g

Também nas versões

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente o desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Canforado nos pés e no interior dos calçados, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Use antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Elimina 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, CAMPHOR, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, ALCOHOL, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Canforado 130g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Canforado oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado e elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

Compartilhar

Descubra

Outros produtos Conhecer todos

Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

Ver mais perguntas

Conheça o Universo do Pé

Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco
Joanete

Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco

Você certamente já ouviu que o joanete está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo. Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de hallux valgus – altera a base de apoio do pé. Como o dedão é essencial para a propulsão ao caminhar, seu desalinhamento interfere diretamente na estabilidade e pode levar a quedas. “O dedão suporta grande parte do peso durante a marcha. Quando ele está desalinhado, o corpo precisa se ajustar e isso pode afetar tanto o equilíbrio estático quanto o dinâmico”, detalha o profissional. Joanete altera a marcha Se o hálux se inclina em direção aos outros dedos, a distribuição do peso muda. Em vez de o dedão cumprir seu papel na propulsão, ocorre sobrecarga na lateral do pé, redução da eficiência do movimento e alteração do centro de pressão, fator crucial para se manter equilibrado. É aí que o problema começa: para continuar andando, muitas pessoas desenvolvem compensações naturais, como apoiar mais a parte externa do pé, girar o pé para fora e dar passos mais curtos. Essas adaptações ajudam a reduzir a dor, mas modificam a biomecânica e aumentam o risco de sobrecarga nos tornozelos, joelhos e quadris. Segundo o fisioterapeuta, quanto mais severo for o desalinhamento, maior será o impacto na marcha. Idosos, pessoas com dor intensa ou rigidez no dedão e quem caminha em pisos irregulares ou escorregadios tendem a apresentar maior risco de instabilidade e quedas. Quando o equilíbrio falha A aposentada Marlene Carvalho, 66 anos, convive com o joanete há mais de uma década. No início, a alteração era apenas estética e incomodava principalmente ao usar determinados sapatos. Com o tempo, a dor começou a interferir na forma de andar. “Eu pisava mais para o lado para fugir da dor. Fui andando assim na calçada e senti que o pé não firmou. Foi muito rápido, perdi o equilíbrio. Caí de lado e machuquei o joelho e o ombro”, relata. Ela conta que já percebia sinais de instabilidade antes do episódio. Por vezes, o pé dava uma “balançada” e os tropeços se tornaram mais frequentes no dia a dia. Hoje, Marlene evita saltinhos, aposta em solados mais seguros e redobra a atenção na rua. Como reduzir o risco de quedas O fisioterapeuta Eduardo Saraiva destaca que o impacto no equilíbrio tende a ser mais significativo quando o joanete está em grau moderado a severo, com inclinação acentuada do dedão, dor constante, rigidez e perda de mobilidade. Para reduzir o risco de instabilidade e quedas, as principais medidas incluem: Exercícios e fisioterapia fortalecimento dos músculos intrínsecos do pé; treino de equilíbrio unipodal; exercícios de mobilidade do dedão para melhorar a propulsão. Calçados adequados modelos mais largos, com espaço suficiente para o dedão; solado estável; evitar saltos altos ou calçados rígidos. Órteses e acompanhamento uso de separadores de dedos; palmilhas para redistribuir a pressão plantar; avaliação fisioterapêutica da marcha e correção de compensações com plano individual de prevenção de quedas. “Uma boa estratégia é combinar exercícios, calçado adequado e órtese. Essa é a forma mais eficaz de manter a estabilidade e reduzir a dor”, orienta o especialista.

Dedão do pé: por que ele interfere no equilíbrio
Anatomia do Pé

Dedão do pé: por que ele interfere no equilíbrio

Muita gente só percebe a importância do dedão do pé quando sente dores. Mas a verdade é que essa parte do corpo participa de movimentos básicos do dia a dia, como caminhar, correr, subir escadas e até permanecer em pé com boa estabilidade. A fisioterapeuta Letícia Cristina Reis, especialista em fisioterapia traumato-ortopédica e esportiva, explica que o dedão, chamado tecnicamente de hálux, atua de forma decisiva durante a fase final da caminhada. Nesse momento, suporta uma parcela importante da carga corporal e ajuda a impulsionar o corpo para a frente. “Além de aumentar a área de contato do pé com o solo, o dedão fornece informações sensoriais ao cérebro sobre pressão, carga e posição do corpo em relação ao chão. Isso favorece a estabilidade corporal e contribui para a manutenção do equilíbrio”, detalha a profissional. Distribuição do peso do corpo Sabia que o hálux é considerado uma das estruturas mais importantes da biomecânica dos pés? Isso porque ele participa da transferência do peso corporal para a parte da frente do pé, gerando força para os movimentos. Sua posição e mobilidade ainda influenciam diretamente a forma como as cargas são distribuídas nos membros inferiores, preservando o alinhamento corporal e reduzindo sobrecargas em outras articulações. O dedão também exerce influência sobre o arco plantar e contribui para evitar desequilíbrios musculares. Por isso, sua função é tão importante para a estabilidade e para a qualidade da marcha. Sinais de que algo não vai bem Segundo a especialista Letícia Cristina Reis, algumas alterações podem comprometer as funções do dedão e causar problemas na caminhada. Vale ficar atento a sinais como: dor no dedão, na planta do pé ou ao apoiar o peso do corpo; dificuldade para impulsionar a passada; mancar com frequência; dificuldade para usar calçados fechados; desgaste irregular dos sapatos; rigidez articular; instabilidade ou quedas frequentes; tendência de apoiar mais a borda lateral do pé. Entre os quadros mais comuns estão o hálux valgo (joanete), o hálux rígido, artrite, lesões traumáticas e ligamentares, inflamações nos tendões e limitações de mobilidade. Impacto sobre joelhos, quadris e coluna Pode ser estranho pensar que o dedão consegue impactar até a coluna, mas o corpo funciona de forma integrada. Por exemplo, se o dedo perde sua capacidade de absorver cargas, gerar impulso ou manter a estabilidade, outras estruturas assumem um esforço maior para compensar, levando à sobrecarga. Para preservar a função do hálux ao longo da vida, a fisioterapeuta recomenda: exercícios de mobilidade; fortalecimento dos músculos dos pés; atividades de equilíbrio; apoio unipodal; caminhadas descalças em superfícies seguras (quando apropriado). “Ao avaliar queixas em joelho, quadril ou coluna, também é importante observar a função dos pés, especialmente do dedão”, conclui a profissional.

Sentir cócegas nos pés é uma reação do cérebro. Entenda!
Tipos de Pés

Sentir cócegas nos pés é uma reação do cérebro. Entenda!

Todo mundo conhece alguém que não pode nem encostar em seu pé descalço que já começa a rir. Isso acontece porque os pés estão entre as regiões mais sensíveis do corpo. Tem até explicação científica: há uma enorme concentração de terminações nervosas ali, ligadas diretamente ao cérebro, que reage rapidamente a qualquer estímulo inesperado, como uma cócega. Conforme explica o neurocirurgião Renato Chaves, especialista em cérebro e coluna, a sensação costuma ocorrer porque os pés são menos tocados no dia a dia. “Como ficam protegidos por calçados, não se acostumam ao toque constante. Quando são estimulados, o cérebro interpreta como algo diferente, ativando respostas rápidas, como risos ou movimentos involuntários”, esclarece. No entanto, essa sensibilidade varia de pessoa para pessoa e por diversos motivos. “Idade, doenças neurológicas, lesões e até fatores genéticos influenciam. Até o humor ou o estresse do dia podem mudar a forma como sentimos um toque”, afirma o médico. Cócegas: alerta ou problema? Embora a reação natural seja rir, a sensibilidade nos pés é também um mecanismo de proteção, uma vez que ajuda a manter o equilíbrio e sinaliza perigos. Quando há alteração nesse padrão, seja por excesso de sensibilidade ou pela perda dela, é preciso investigar para descartar qualquer problema mais sério. De acordo com o médico Renato Chaves, as principais causas de perda de sensibilidade nos pés incluem: Neuropatias periféricas (como as causadas por diabetes); Má circulação, que reduz a oxigenação dos nervos; Compressão de nervos na coluna; Doenças como esclerose múltipla. “Dormência, queimação, dor em repouso ou dificuldade para andar são sinais de alerta”, complementa o neurocirurgião. Já a hipersensibilidade pode causar dor até com o uso de calçados. Em alguns casos, o simples toque já incomoda. Isso pode estar relacionado a síndromes neurológicas e exige avaliação especializada. Cuidados para manter a sensibilidade Manter os pés saudáveis ajuda a preservar a sensibilidade. Algumas práticas recomendadas pelo médico incluem: Caminhar descalço em superfícies variadas, como grama ou areia; Fazer massagens e banhos de contraste (quente e frio); Adotar uma alimentação equilibrada e controlar doenças crônicas; Procurar fisioterapia neurológica em casos de alteração sensorial. Ele destaca ainda que crianças costumam ser mais sensíveis às cócegas, pois seus nervos estão em formação, o que explica as reações exageradas nestas situações. Já nos idosos, há tendência à perda dessa sensibilidade com o envelhecimento, afetando o equilíbrio e aumentando o risco de quedas. “Cuspi refrigerante de tanto rir” Beatriz Rocha, 26 anos, de São Paulo, nunca vai esquecer a primeira visita à casa dos sogros. Auxiliar administrativa e dona de uma risada fácil, sempre extrovertida, ela viveu um momento inusitado logo no início do namoro com Guilherme. “Estava sentada no sofá, tomando refrigerante, quando o irmãozinho do meu namorado, de quatro anos, veio brincar e fez cócegas no meu pé. Ri tanto que não consegui segurar e cuspi o refrigerante na hora”, lembra, ainda rindo. Apesar do constrangimento inicial, Beatriz confessa que todo mundo viu graça. “Na hora, fiquei apavorada achando que a família ia me achar doida. Mas, por sorte, eles levaram na brincadeira – e isso virou piada interna na família até hoje.”

Pé cavo: saiba o que é e se precisa de tratamento
Pé Cavo

Pé cavo: saiba o que é e se precisa de tratamento

O pé cavo é uma condição caracterizada pela elevação acentuada do arco longitudinal do pé, resultando em uma pisada que concentra o peso corporal em áreas específicas, como o calcanhar e a ponta dos dedos. Essa característica anatômica pode variar de um quadro assintomático a condições mais graves, capazes de impactar na mobilidade do indivíduo e em sua qualidade de vida. Segundo o ortopedista Greenhalgh Dias Fernandes Junior, do Hospital Japonês Santa Cruz, o pé cavo apresenta características específicas. “Clinicamente, ele se manifesta com um antepé pronado e aduzido, com elevação do arco longitudinal medial e um retropé em varo”, descreve. Ou seja, o chão só é tocado pelas pontas dos dedos e pelo calcanhar, que ainda apresenta uma inclinação para dentro, como se fosse uma torção. Como identificar o pé cavo? O diagnóstico do pé cavo é feito, principalmente, por meio de avaliação clínica realizada por um ortopedista especializado. Ela inclui a análise do formato do pé, da posição das estruturas ósseas, do padrão de marcha e da pisada. Em alguns casos, exames de imagem, como radiografias, são utilizados para confirmar a hipótese diagnóstica e avaliar a gravidade do quadro. “Sinais como a elevação do arco do pé além do normal e a presença de calosidades em áreas específicas podem ser indicativos da condição”, acrescenta o especialista. Implicações no dia a dia O impacto do pé cavo no cotidiano varia de pessoa para pessoa. Em casos assintomáticos, não há prejuízo significativo para a mobilidade ou desconfortos. Já em casos mais graves, as repercussões incluem: Dor nos pés devido à sobrecarga em áreas específicas; Formação de calosidades dolorosas em regiões de maior pressão; Tendinopatias causadas pelo esforço excessivo dos tendões; Dificuldades na marcha ou instabilidade ao caminhar. “O quadro clínico e as repercussões dependem de quão acentuado é o arco do pé e da presença de outras condições associadas. Por isso, cada caso deve ser avaliado individualmente”, ressalta o profissional. De acordo com o médico, o pé cavo não é o padrão mais comum. Isso porque o tipo mais frequente é o pé considerado “normal”, que apresenta um arco longitudinal dentro dos limites considerados saudáveis. “O pé cavo é uma alteração que, embora nem sempre seja patológica, está geralmente associada a alguma doença de base”, explica. Precisa tratar? Não são todos os casos de pé cavo que exigem intervenção. A necessidade de ações médicas depende de fatores como: Presença de sintomas, como dor ou calosidades; Impacto na mobilidade e, consequentemente, na qualidade de vida; Progressão da deformidade ao longo do tempo; Surgimento de condições subjacentes associadas, como doenças neurológicas ou musculoesqueléticas. “O tratamento deve ser baseado em uma avaliação detalhada e individualizada. Em casos assintomáticos, muitas vezes não é necessário intervir. Já nos casos sintomáticos, as opções podem incluir fisioterapia, uso de palmilhas ortopédicas e, em situações extremas, até cirurgia”, orienta o especialista. Cuidados e prevenção Embora nem sempre exija tratamento, algumas medidas podem ajudar a minimizar seu impacto e evitar complicações: Use calçados adequados que ofereçam suporte e conforto; Pratique exercícios de fortalecimento e alongamento para os pés e tornozelos; Consulte regularmente um ortopedista, especialmente em casos de dor ou alterações na pisada.

Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor
Alongamento Muscular

Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor

A dor muscular pode ser consequência de horas em pé, longos períodos sentado ou até um esforço mal executado. Em todos esses casos, alongar é uma das formas mais simples e eficazes de aliviar o desconforto e prevenir novas tensões. A prática melhora a circulação, solta as fibras musculares e devolve mobilidade às articulações. Para a fisioterapeuta Patrícia Franção, do Hospital Moriah, alongar-se é uma maneira de promover o relaxamento das fibras musculares e favorecer a recuperação dos tecidos. Quando o corpo está mais flexível e alinhado, a distribuição do peso se torna equilibrada, reduzindo a sobrecarga em pés, tornozelos, joelhos e quadris. “A prática regular aumenta a flexibilidade e melhora o alinhamento postural, fatores essenciais para manter as articulações equilibradas e evitar inflamações. É um hábito simples, mas que faz muita diferença para quem sente dor”, ressalta a profissional. Como alongar sem se machucar Para que o alongamento traga benefícios reais, é preciso respeitar alguns princípios básicos. Evitar dor aguda, sentir apenas o leve repuxar e manter a postura correta são regras indispensáveis. Também é fundamental aquecer antes de começar e respirar profundamente para ajudar o corpo a relaxar. A fisioterapeuta Patrícia reforça que o tipo e o momento da prática influenciam nos resultados. Antes de se exercitar, o indicado é optar por alongamentos dinâmicos, com movimentos leves e controlados, que preparam o corpo sem reduzir a força. Já no pós-treino, os alongamentos estáticos, em que se mantém a posição por mais tempo, ajudam a relaxar e a prevenir dores. Para quem passa muitas horas sentado ou em pé, pequenas pausas com movimentos leves ao longo do dia também reduzem a rigidez muscular. Alongamentos para cada tipo de dor Alguns movimentos simples aliviam dores específicas e podem ser feitos em casa, desde que sob orientação profissional. Veja as indicações da fisioterapeuta: Neuroma de Morton: sentado, cruze uma perna sobre a outra e, com a mão, puxe os dedos do pé elevado em direção à canela até sentir alongar a planta do pé. Mantenha por cerca de 30 segundos. Fascite plantar ou dores no calcanhar: em pé sobre um degrau, apoie apenas a parte anterior dos pés, mantendo a metade posterior e tornozelos para fora, suspensos. Abaixe lentamente os calcanhares até sentir alongar as panturrilhas e retorne à posição inicial, repetindo por cerca de 10 vezes. Metatarsalgia: sente-se com as pernas estendidas e use as mãos para dobrar suavemente os dedos dos pés em direção ao corpo. Mantenha por cerca de 30 segundos. Tendinite nos pés ou dores na panturrilha: em pé, de frente para uma parede, apoie as mãos na divisória, mova uma perna para trás até alongá-la, mantendo dobrado o joelho da frente e o calcanhar no chão. Fique assim por, pelo menos, 30 segundos. Canelite: ajoelhe-se com o peito do pé apoiado no solo (ou seja, os dedos dos pés estão esticados para trás e o dorso do pé toca o chão), sustentando o peso sobre ele, até sentir a região da canela alongada. Bursite nos pés: sentado, cruze a perna afetada sobre a outra e puxe os dedos do pé em direção ao corpo até sentir um alongamento na planta do pé e na panturrilha. Mantenha por aproximadamente 30 segundos. Dores no joelho: em pé, dobre o joelho e segure o tornozelo desta perna com a mão correspondente. Em seguida, puxe o calcanhar em direção às nádegas até sentir o alongamento da parte anterior da coxa. Dores nas pernas: sentado no chão, estenda uma perna (mantendo os dedos dos pés apontando para o teto) e flexione o joelho da outra, com o pé tocando a parte interna da coxa esticada. Incline o tronco sobre a perna estendida, com as costas retas, até alongar o posterior da coxa. Dores nas costas: deite de costas, dobre as pernas em direção ao tronco e abrace os joelhos próximo ao peito. Leve os ombros em sentido ao solo e mantenha a postura com o joelho ainda dobrado Duração, frequência e adaptações De acordo com Patrícia Franção, o ideal é manter cada posição de 20 a 30 segundos, repetindo de duas a três vezes. A frequência pode variar entre três e cinco vezes por semana ou até diariamente, em casos de rigidez muscular. A profissional destaca que é mais importante fazer um pouco de exercícios todos os dias do que forçar o corpo de vez em quando. Erros comuns, como ir além do limite, prender a respiração ou abandonar a posição precocemente, comprometem o resultado e podem causar dor. Para pessoas com sobrepeso ou menor flexibilidade, a fisioterapeuta recomenda usar apoios, como cadeiras ou faixas elásticas, por exemplo. “O alongamento é uma forma poderosa de autocuidado, mas não substitui o acompanhamento fisioterapêutico”, comenta. Isso porque, segundo ela, o profissional é capaz de identificar músculos encurtados e montar um plano personalizado para cada paciente. Quando o corpo agradece A professora Sheila Cristina, de 47 anos, convive com o sobrepeso e as dores típicas de quem passa muitas horas na mesma posição. “Fico muito tempo sentada e, em outros dias, em pé o tempo todo, então minhas costas e joelhos já reclamavam”, revela. Foi por indicação da fisioterapeuta que ela começou a alongar. “As dores no pescoço e nas costas diminuíram muito, principalmente após um dia inteiro no computador”, lembra. Sheila incorporou o hábito à rotina: faz alongamentos ainda no quarto, pela manhã, e tenta repetir os movimentos no meio da tarde. “Às vezes até puxo meus alunos para fazer comigo.”

Caminhar na areia é ótimo, mas oferece riscos
Caminhada

Caminhar na areia é ótimo, mas oferece riscos

Caminhar na areia pode ser uma ótima opção para quem busca fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio. Além da vista para o mar, a atividade oferece benefícios que vão além do lazer, mas exige cuidados específicos para evitar lesões. A caminhada na areia é acessível para todas as idades, desde que respeitados o tempo e a intensidade adequados ao condicionamento físico de cada um. "Idosos e pessoas menos condicionadas devem começar com doses mais leves para evitar fadiga excessiva", diz o fisioterapeuta Rafael Temoteo, membro da Sonafe Brasil (Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física) e especialista no tratamento da dor no pé. O Universo do Pé conversou com o especialista e esclarece as principais dúvidas relacionadas ao exercício, que não custa nada e traz uma série de benefícios. Por que caminhar na areia faz bem? Segundo Temoteo, a caminhada na areia estimula a musculatura dos pés e melhora a estabilidade. "O contato direto com a areia ativa a planta dos pés e fortalece estruturas importantes para a mobilidade", explica. Além disso, a irregularidade do solo exige maior esforço muscular, o que pode ser um diferencial para quem quer aprimorar o condicionamento físico. Areia fofa ou dura: qual escolher? A escolha do tipo de areia impacta diretamente nos benefícios e na segurança do exercício. "A areia dura é mais estável, sendo ideal para iniciantes e idosos", afirma. Já a areia fofa é recomendada para crianças e atletas que desejam treinar o equilíbrio e fortalecer o tornozelo, uma vez que exige mais do corpo. Caminhar com ou sem tênis? O fisioterapeuta esclarece que depende do tempo e do tipo de solo. Para caminhadas curtas em terrenos planos, andar descalço pode ser benéfico, pois estimula a musculatura plantar. No entanto, se a atividade for prolongada ou o solo for irregular, o uso de tênis é recomendado para reduzir a sobrecarga e evitar lesões. Quais músculos são trabalhados? A caminhada na areia trabalha, principalmente, a musculatura do pé e do tornozelo, especialmente o arco plantar. "Esse tipo de estímulo faz mais sentido para crianças, que estão em fase de desenvolvimento muscular", destaca o profissional. Em adultos, o exercício pode contribuir para a estabilidade dos membros inferiores. Existe risco de lesões? Sim, há risco de lesão especialmente para quem tem instabilidade no tornozelo ou alguma alteração na pisada. Rafael Temoteo alerta que “a areia fofa aumenta as chances de torções e sobrecarga articular". Para minimizar riscos, ele recomenda iniciar na areia dura e, se necessário, usar tornozeleiras para dar suporte extra. Como se adaptar à caminhada na areia? Para quem nunca praticou, o ideal é começar com sessões curtas de até 30 minutos na areia dura, próxima ao mar. Segundo o especialista, isso reduz o impacto e facilita a adaptação. Com o tempo, é possível variar o terreno e aumentar a intensidade gradativamente. Quem pode praticar? A caminhada na areia é acessível para todas as idades, desde que respeitados o tempo e a intensidade adequados ao condicionamento físico de cada um. "Idosos e pessoas menos condicionadas devem começar com doses mais leves para evitar fadiga excessiva", conclui Temoteo.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções