Talco Desodorante para os Pés Pó Canforado 130g – Tenys Pé Baruel
Talco desodorante combate 99% dos fungos e bactérias. Deixa uma sensação refrescante e calmante.
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Talco desodorante combate 99% dos fungos e bactérias. Deixa uma sensação refrescante e calmante.
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130 g
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Aplique diariamente o desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Canforado nos pés e no interior dos calçados, evitando contato com a parte externa.
Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.
Use antes e depois de atividades esportivas.
Resultado
Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.
Elimina 99% dos fungos e bactérias.
Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Ingredientes
INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, CAMPHOR, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, ALCOHOL, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.
Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Canforado 130g – Tenys Pé Baruel
Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Canforado oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado e elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Pés mudam ao longo da vida. Entenda como e o porquê
Você sabia que as características dos pés mudam significativamente no decorrer das diferentes fases da vida? Essas transformações envolvem desde o formato do arco plantar até os ossos e são influenciadas pela genética e por hábitos diários. Isso ocorre porque os pés sofrem adaptações naturais à medida que o corpo cresce e amadurece. “Ao nascer, o pé é plano, porque ainda não há o arco plantar formado. Esse desenvolvimento ocorre gradualmente, com a estabilização ligamentar por volta dos 6 a 8 anos, e se completa durante a adolescência, quando o corpo atinge estabilidade”, explica o ortopedista Daniel Baumfeld, do Hospital Felício Rocho. A podóloga Antonia Cristina da Silva, especialista em cuidados preventivos, acrescenta: “Na infância, o foco está no desenvolvimento ósseo e muscular. Na vida adulta, os pés enfrentam maior sobrecarga de peso e hábitos, enquanto na terceira idade, ocorrem perdas de elasticidade e amortecimento, resultando em calosidades e alterações na saúde das unhas”. Como mudanças ocorrem É impossível dizer que os pés são o mesmo desde o nascimento. Aliás, mais do que mudar, cada fase é marcada por evoluções bem características, com alterações estruturais e, também, funcionais. Veja: Recém-nascidos e bebês: os pés são cartilaginosos, com ossos em formação, além de o arco plantar ainda não estar presente. Infância: o desenvolvimento ósseo e muscular ocorre gradualmente, exigindo atenção ao uso de calçados adequados para evitar deformidades. Adolescência: o arco plantar estabiliza-se e os pés alcançam formato e funcionalidade definitivos. Adultos: os pés suportam o peso corporal e são influenciados por hábitos diários, como o uso de calçados inadequados. Idosos: há perda de elasticidade, redução do amortecimento natural e aumento da rigidez articular, além do surgimento de calosidades e alterações nas unhas. O ortopedista Daniel Baumfeld explica que o número de ossos no pé não muda, mas a composição deles, sim. “Ao longo do crescimento, as cartilagens se ossificam, completando o formato definitivo dos ossos. Não ganhamos ossos, mas calcificamos os centros de cartilagem presentes desde o nascimento”. Principais condições que afetam os pés Conforme envelhecemos, os pés estão sujeitos ao impacto acumulado do peso corporal e à ação de maus hábitos, como o uso de calçados inadequados, por exemplo. Juntos, esses fatores podem levar a algumas condições bem desconfortáveis, como: Deformidades no arco plantar: pés planos (sem arco) ou cavos (muito curvados) podem surgir desde a infância e se agravar ao longo da vida; Calosidades e unhas encravadas: são frequentes em adultos e idosos devido ao atrito ou cortes inadequados; Desgastes naturais: perda de elasticidade e amortecimento em idosos, agravada por sobrepeso e falta de cuidados preventivos. A podóloga Antonia Cristina da Silva alerta que “hábitos como o uso prolongado de calçados apertados ou salto alto, somados à falta de cuidado na infância, podem desencadear problemas na vida adulta e terceira idade”. Para não chegar a vivenciar esses contratempos, o ideal é apostar na prevenção. Cuidados preventivos em cada fase da vida Prevenir problemas nos pés começa desde cedo – ainda na infância – e segue durante toda a vida, ajustando-se conforme cada etapa. Confira algumas recomendações dos profissionais para as diferentes fases: Na infância: priorize calçados adequados, higiene, cortes corretos das unhas e atenção ao desenvolvimento do arco plantar. Na vida adulta: dê preferência a sapatos confortáveis, mantenha o peso corporal controlado e pratique atividades físicas regulares. Na terceira idade: reforce a hidratação da pele, o controle de calosidades e o corte adequado das unhas para evitar feridas. Segundo o ortopedista, quanto mais cedo o indivíduo começar a adotar bons hábitos, menores serão os problemas acumulados no futuro. Apesar da relevância dos cuidados preventivos, Cristina observa que crianças e jovens são raramente levados ao podólogo, o que pode comprometer o tratamento precoce de alterações, por exemplo. “Na infância, o foco é preventivo, enquanto na fase adulta é corretivo. Já para os idosos, o cuidado é voltado à hidratação e prevenção de feridas”, destaca a podóloga. Ou seja, buscar orientação profissional, seja com ortopedistas ou podólogos, é essencial para identificar alterações precocemente e adaptar os cuidados a cada fase da vida.
Alongar é preciso! Especialista explica benefícios
O alongamento muscular é frequentemente associado à prática de esportes. Ele é visto como um passo essencial para preparar o corpo antes da atividade física, seja ela qual for. Mas você já se perguntou por que é tão importante assim e, mais do que isso, se existe jeito certo de executá-lo? Universo do Pé ouviu o fisioterapeuta André Pêgas, responsável pela rede de clínicas Doutor Hérnia, para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema. O profissional oferece dicas valiosas para um alongamento eficiente e seguro e ainda ensinar o jeito certo de fazê-lo. Por que alongar é essencial De acordo com Pêgas, o alongamento é extremamente necessário porque prepara a musculatura para as demandas físicas da atividade. “Aumenta a capacidade do músculo de ser esticado, prevenindo lesões e melhorando o desempenho”, explica. Detalhe: é importante combiná-lo com aquecimentos que trabalham a contratilidade muscular. Ou seja: durante uma atividade, os músculos se contraem e se esticam constantemente. Assim, prepará-los para essas condições reduz o risco de lesões e até melhora a performance. Contudo, antes de alongar, é fundamental aquecer o corpo – normalmente, com movimentos repetitivos e de baixa intensidade. Pés também precisam? A resposta é sim! Embora o termo “alongar os pés” seja comumente usado, Pêgas assegura que o foco está, na verdade, nos músculos da panturrilha, que influenciam diretamente na mobilidade dos pés. “Para quem pratica corrida, salto ou atividades que exigem aceleração e frenagem rápida, é fundamental alongar a musculatura da panturrilha”, exemplifica. Dois alongamentos eficazes e práticos são: Degrau: apoie a ponta dos pés em um degrau e deixe o calcanhar descer. Isso alonga profundamente a panturrilha. Cadeia muscular posterior: em pé, incline o corpo para frente e tente tocar o chão, alongando toda a parte posterior das pernas, incluindo as panturrilhas. Benefícios comprovados Incorporar o alongamento à rotina traz vários benefícios, como: Prevenção de lesões; Melhora da flexibilidade e da mobilidade; Redução de tensão muscular; Melhora da circulação e da postura. Além de servir como um “pré-treino”, a prática de alongar é amplamente usada na fisioterapia como parte do tratamento de lesões musculares. Isso porque, segundo o fisioterapeuta André Pêgas, após a fase da cicatrização, é necessário trabalhar tanto o fortalecimento quanto a elasticidade muscular. “Lesões deixam os músculos mais fracos e rígidos. O alongamento ajuda a devolver elasticidade e funcionalidade”, acrescenta. Contraindicações e cuidados Embora seja seguro para a maioria das pessoas, existem momentos em que ele deve ser evitado: Durante a cicatrização muscular, quando alongar pode acabar por retardar a recuperação; Em casos de inflamações ativas, como tendinites, que podem piorar com o alongamento. “O segredo é respeitar a fase do tratamento e contar com a orientação de um profissional para garantir o melhor resultado”, ressalta o especialista. Uma observação: é comum sentir um leve desconforto durante o alongamento. Porém, se a prática trouxer dor, algo não está certo. Isso porque as dores são mecanismos de alerta do corpo, que devem ser ouvidos. “Se ultrapassarmos o limite de dor aceitável, podemos causar lesões. Alongue-se dentro de um limiar confortável para evitar problemas”, finaliza o fisioterapeuta André Pêgas.
Cuidados com os pés no inverno
Quando a temperatura cai, aumenta o risco de ter frieiras, micose e ressecamento. Saiba como se proteger! Enquanto a temperatura cai lá fora, ela aumenta na região dos pés no inverno. Isso porque, na tentativa de mantê-los aquecidos, passamos mais tempo de meia e com calçados fechados. E isso favorece a transpiração no pé, o que, por sua vez, aumenta a umidade nessa região, pois o suor não tem por onde evaporar. O problema é que essa umidade excessiva pode acabar causando mau odor nos pés. “Microrganismos se desenvolvem facilmente em ambientes quentes e úmidos. O contato do suor com as bactérias presentes na pele é o que causa o odor desagradável”, esclarece Renato Butsher Cruz, docente do curso técnico em Podologia do Senac Osasco. Mesmo que no inverno a umidade do ar seja menor do que nas estações mais quentes, quem costuma transpirar bastante no pé precisa tomar alguns cuidados para evitar o excesso de umidade. “Quem tem problema de sudorese, principalmente a sudorese excessiva nos pés, tem que usar meias de algodão, mesmo quando a temperatura é mais fria, porque é muito comum, no inverno, a incidência da micose, das frieiras. Às vezes é maior do que nas épocas de temperatura quente”, afirma Ariane da Silva Pires, enfermeira podiatra e professora-adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A frieira (ou pé de atleta) é mais comum no inverno por alguns fatores, explica Pires. “Ela pode surgir ali, na região entre os dedos, porque no frio a gente se seca mais rápido depois do banho para poder se vestir logo e esquece de secar entre os dedos. Aí a frieira acaba aparecendo mais no inverno.” Assim que sair do banho, além de secar muito bem os pés, é importante aplicar o desodorante, que vai absorver a umidade ao longo do dia e proteger contra a multiplicação dos microrganismos. “Antes de usar calçados fechados, use o desodorante porque ele faz com que os pés transpirem menos, evitando o mau odor, que é chamado de bromidrose”, ensina o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Por outro lado, tem gente que sofre mais com o ressecamento da pele nos meses mais frios do ano. Pires explica que, no inverno, a umidade do ar cai e, ao mesmo tempo, bebemos menos água ao longo do dia porque não está calor. Essa combinação deixa a pele mais ressecada. “Além da ingestão de líquidos, é importante aplicar um hidratante nos pés”, reforça a enfermeira podiatra. Nas zonas mais secas, como o calcanhar, onde é mais comum a pele “rachar”, ela recomenda fazer essa hidratação na hora de dormir. “Além de aplicar o creme hidratante, vista uma meia de algodão para que a hidratação penetre e proteja aquela região”, diz. Essa rotina diária de hidratação é ainda mais importante para as pessoas mais velhas e as que têm diabetes, ressalta Queiroz. “É bom passar creme hidratante nos pés todos os dias porque na fase adulta eles já ficam mais ressecados, principalmente nos idosos. Quem tem diabetes precisa fazer uma hidratação diária profunda para evitar o ressecamento e as patologias.” Dicas de cuidado com os pés no inverno Se você costuma usar calçados quentinhos, reforce a limpeza dos pés para evitar uma infecção por fungos. Ao sair do banho, não pule a etapa de secar os pés, especialmente entre os dedos, pois a umidade favorece o aparecimento de frieiras. Aplique diariamente o desodorante para os pés, pois nessa época eles transpiram mais ao ficar “fechados” em meias e sapatos. Use um hidratante especial para os pés para evitar a pele seca e os calcanhares rachados. Sua muito nos pés? Prefira as meias de algodão, que dissipam a umidade e evitam frieiras e micoses. Mantenha as unhas bem cortadas e limpe bem essa região para evitar o acúmulo de resíduos e a proliferação dos microrganismos que causam o mau odor. No banho, use uma escova de dentes de cerdas macias para limpar as unhas no sentido único de dentro para fora.
Os 5 esportes mais “perigosos” para os pés
A prática esportiva traz inúmeros benefícios para a saúde, mas também pode representar riscos, especialmente para os pés. Algumas atividades afetam mais, já que o impacto repetitivo, os movimentos bruscos e o uso inadequado de calçados podem levar a lesões que comprometem a mobilidade e a qualidade de vida. Segundo o fisiologista e educador físico Edson Timóteo, certos esportes exercem uma pressão maior sobre os pés, aumentando as chances de lesões. "O impacto contínuo e a sobrecarga podem levar a problemas como fascite plantar, entorses e fraturas por estresse. A técnica correta e o uso de equipamentos adequados são essenciais para minimizar os riscos", explica. A fisioterapeuta Gislaine Eurich destaca que fatores como superfície de prática e biomecânica individual também influenciam na predisposição a lesões. "Esportes que envolvem mudanças bruscas de direção, saltos e contato direto aumentam a pressão sobre os pés, exigindo cuidados específicos na prevenção", alerta. Esportes que mais afetam os pés Embora qualquer esporte possa causar danos quando não praticado de maneira segura, os especialistas reconhecem que algumas modalidades têm um risco aumentado devido às suas exigências físicas. As principais são: Corrida Por quê? Causa impacto repetitivo. O que pode causar? Fascite plantar, tendinite e fraturas por estresse. Fique atento: superfícies duras, como asfalto, aumentam a sobrecarga nas articulações. Futebol Por quê? Tem muitos movimentos de impacto e torção. O que pode causar? Entorses, fraturas e lesões ligamentares. Fique atento: o contato com o solo e com outros jogadores aumenta o risco de traumas nos pés. Basquete Por quê? Conta com saltos constantes e mudanças de direção. O que pode causar? Lesões nos ligamentos e fraturas por estresse. Fique atento: a aterrissagem incorreta após saltos pode comprometer articulações e tendões. Dança Por quê? Há movimentos repetitivos. O que pode causar? Tendinite, fascite plantar e lesões nos ligamentos. Fique atento: o contato frequente com superfícies rígidas, como os palcos, intensifica o impacto nos pés. Tênis Por quê? Exige movimentos rápidos de aceleração e desaceleração. O que pode causar? Sobrecarregar os pés. Fique atento: o impacto constante pode levar ao desgaste articular e ao surgimento de “unhas negras”. Como evitar lesões nos pés Ficar longe das atividades físicas não é o caminho para prevenir lesões. Afinal, praticar exercícios regularmente é muito importante para a saúde. O recomendado é seguir cuidados essenciais para se exercitar com segurança e evitar machucados. Nesse sentido, os profissionais Edson Timóteo e Gislaine Eurich recomendam: Usar calçados adequados, como tênis específicos para cada modalidade, com suporte e amortecimento adequados; Fortalecer os músculos com exercícios voltados para os pés e tornozelos, necessários para prevenir entorses e fraturas por estresse; Aquecer e alongar, visto que preparar a musculatura antes do exercício reduz o risco de lesões; Seguir as técnicas corretas, ou seja, aprender o movimento adequado para diminuir a sobrecarga nos pés; Descansar e se recuperar, dando tempo para o corpo “reiniciar”. Fique de olho! Além da falta de supervisão e da prática incorreta, outros fatores podem comprometer a integridade dos pés durante os exercícios. A dupla ressalta a sobrecarga nos treinos; a fadiga muscular, causada por cansaço excessivo; o ambiente inadequado, como solos muito duros ou irregulares; e condições pré-existentes, que incluem histórico de lesões e desequilíbrios musculares, por exemplo. A fisioterapeuta ainda acrescenta que determinados grupos também são mais propensos a intercorrências no esporte, como idosos, iniciantes ou sedentários, atletas de alto rendimento, pessoas com sobrepeso ou indivíduos com histórico de lesões. Tratamento e retorno ao esporte De acordo com o educador físico, caso ocorra uma lesão, a primeira medida é seguir o protocolo R.I.C.E., que inclui repouso, aplicação de gelo, compressão e elevação da área afetada. “É importante buscar acompanhamento médico, como fisioterapeuta ou médico ortopedista, para diagnóstico adequado e desenvolvimento de um plano de reabilitação, que pode incluir fisioterapia e monitoramento”, orienta Edson. Já o retorno seguro à prática esportiva deve ser feito de forma gradual e controlada para evitar recaídas e promover uma recuperação completa”. Nesse sentido, Gislaine lista algumas dicas: Iniciar com atividades de baixo impacto; Aumentar a intensidade progressivamente; Seguir orientações médicas e fisioterapêuticas; Garantir que a lesão esteja completamente curada antes de voltar aos treinos intensos. Se houver retorno da dor, é essencial parar imediatamente e relatar ao médico.
Canelite: quando as dores na canela precisam de atenção?
A canelite é uma inflamação dolorosa que ocorre na canela, frequentemente associada à prática de exercícios físicos intensos, sobretudo corrida. Na realidade, a canelite não é causada por um trauma específico, mas, sim, pelo excesso de exercício e sobrecarga repetitiva na região. De acordo com o ortopedista Rodrigo Vetorazzi, coordenador da ortopedia do Hospital Albert Sabin de São Paulo (HAS-SP), o quadro surge pela falta de cuidados na preparação física. “Pode piorar quando o exercício é feito com calçados inadequados ou sem alongamento e fortalecimento muscular”, acrescenta o médico. Como saber se é canelite Se você sente dor na parte anterior ou anteromedial da canela, especialmente ao caminhar ou correr, provavelmente é canelite. A dor é persistente e tende a aumentar com a continuidade do exercício, podendo gerar desconforto até em repouso. Porém, em alguns casos, vale descartar outras condições mais graves, como: fraturas por estresse, infecções ósseas ou até lesões tumorais, que podem causar dores semelhantes e, por isso, requerem diagnóstico mais preciso. O professor universitário Leandro Oliveira, 59 anos, de São Paulo, tornou-se corredor amador para perder peso e, logo depois, foi identificada a canelite. “Sentia dores intensas que não passavam nem com descanso, que pioravam depois das aulas e das corridas. Vi que tinha algo errado”, recorda-se. Riscos e prevenção Os principais fatores de risco para a canelite incluem: Exagerar nos exercícios, sobretudo em atividades intensas como corrida, realizadas sem preparação física adequada. Usar calçados inadequados, devido à falta de amortecimento e suporte nos tênis, que aumenta o impacto sobre a canela. Ter uma pisada incorreta, já que a biomecânica fora do padrão pode sobrecarregar a canela e causar inflamação. Não fortalecer os músculos, normalmente resultado da prática de esportes de impacto sem alongamento ou preparo muscular. Para prevenir o quadro, o ortopedista Rodrigo Vetorazzi recomenda calçados com amortecimento e a prática de exercícios de fortalecimento e alongamento antes de atividades intensas. “A correção da pisada com palmilhas e a orientação de um profissional para ajustar o treinamento são medidas preventivas essenciais”, acrescenta. Repouso faz parte do tratamento Tratar a canelite exige, principalmente, a redução da atividade física até que a dor diminua. “Repouso e aplicação de gelo ajudam a controlar a inflamação, além de analgésicos e anti-inflamatórios, quando necessário,” orienta o ortopedista. A fisioterapia também é indicada para fortalecer a musculatura e corrigir a pisada. Leandro Oliveira passou por sessões de fisioterapia e fez ajustes na rotina de exercícios. “Fiquei um tempo sem correr e troquei o tênis. Agora, corro com acompanhamento profissional e cuido para não exagerar”, conta ele, que adotou medidas preventivas para evitar novas crises de canelite. A importância do acompanhamento profissional O caso do professor universitário reforça a importância de sempre ter orientação e supervisão antes e durante a prática de exercícios. Isso porque, sem acompanhamento, as atividades físicas podem aumentar o risco de lesões, agravando problemas existentes e ainda causando novas queixas. “Comecei a correr para evitar problemas de saúde pelo sobrepeso, mas acabei com canelite. Supervisão é fundamental”, admite o corredor.
Pé diabético traz riscos e exige cuidados. Saiba mais!
O pé diabético é uma das complicações mais preocupantes do Diabetes Mellitus, afetando pacientes dos tipos 1 e 2 da doença, especialmente aqueles com controle inadequado da glicemia ou muitos anos de diagnóstico. Embora seja causa de infecções e até amputações, existem formas eficazes de prevenir e cuidar. O pé diabético está relacionado a complicações neurológicas e vasculares da doença. “A neuropatia diabética faz com que a pessoa perca parte da sensibilidade nos pés, enquanto a vasculopatia prejudica a circulação, diminuindo a chegada de oxigênio e nutrientes essenciais. Isso aumenta o risco de feridas que não cicatrizam e de infecções graves”, explica a endocrinologista Bruna Galvão, do Hospital Felício Rocho Nem todo portador de diabetes chega a ter essa complicação. Isso porque a condição se refere, na verdade, às possíveis alterações específicas dos pés de diabéticos. Ou seja, isso não afeta, necessariamente, todos que sofrem com a doença - inclusive, é mais comum em casos de descontrole glicêmico prolongado. De acordo com a médica, o pé diabético apresenta ainda um risco aumentado de complicações, como infecções, deformidades ósseas, desabamento da estrutura anatômica e, no pior cenário, amputações. Principais intercorrências associadas ao pé diabético Quando o paciente desenvolve o pé diabético, automaticamente fica vulnerável a intercorrências de saúde na região, como o ressecamento, conforme aponta a endocrinologista. “O ressecamento do pé diabético acontece por conta da neuropatia diabética. Há diminuição da sensibilidade, mas também da hidratação natural dos pés. Chamamos isso de anidrose”, diz. A partir daí, outros problemas sérios podem surgir: Infecções bacterianas e micoses frequentes; Osteomielite, ou seja, infecção nos ossos; Deformidades ósseas e calosidades; Dificuldade de cicatrização, devido à má circulação e sensibilidade reduzida. “A presença de infecção ou machucados que não cicatrizam é um dos sinais mais preocupantes e exigem atendimento médico imediato”, alerta a especialista. Como evitar complicações Prevenir o pé diabético requer controle rigoroso de fatores de risco, como glicemia, pressão arterial e colesterol. Além disso, alguns cuidados específicos são também essenciais para evitar complicações: 1. Hidratação regular: mantém a pele saudável e previne rachaduras que podem ser a porta de entrada para infecções; 2. Inspeção diária dos pés: verificar a presença de feridas, alterações de cor ou sinais de infecção para tratar precocemente; 3. Evitar calçados inadequados: priorizar modelos confortáveis, fechados e que permitam o pé “respirar”; 4. Não realizar escalda-pés: devido à sensibilidade reduzida, há risco de queimaduras; 5. Cuidado ao cortar unhas: evitar cortes de cantos profundos ou cutículas. “A melhor forma de prevenção é adotar uma rotina de cuidados que protejam a integridade dos pés e buscar auxílio de profissionais capacitados para tratar calosidades ou realizar cuidados estéticos”, orienta. Tratamento e cuidados contínuos Tratar o pé diabético envolve desde cuidados básicos até intervenções mais complexas, em casos avançados. A médica reforça ser essencial cuidar das calosidades e feridas com podólogos ou dermatologistas treinados, pois qualquer ferimento pode se transformar em uma infecção difícil de curar. Além disso, o uso de hidratantes específicos é recomendado, já que o ressecamento é um sintoma comum. “É a falta daquela hidratação da sudorese natural do pé e isso deixa ressecado”, reforça Bruna. Isso predispõe às rachaduras, descamação e fissuras, propensas a abrir e formar alguma feridinha, que pode ser infectada. Ou seja, hidratar é um passo obrigatório na rotina, com cremes específicos - óleo de amêndoas, óleo mineral, óleo de girassol ou creme de ureia a 10% são os mais indicados. Para tanto, passe o creme na parte de cima do pé, na sola e no calcanhar, mas nunca entre os dedos, pois essa região precisa permanecer seca para evitar fungos. Vale lembrar que pé diabético pode ser prevenido com uma abordagem multidisciplinar, envolvendo controle metabólico rigoroso, rotina de cuidados diários e acompanhamento médico regular. Essa combinação é necessária para reduzir significativamente os riscos e manter a qualidade de vida dos pacientes com diabetes.

