Talco Desodorante para os Pés Pó Canforado 130g – Tenys Pé Baruel
Talco desodorante combate 99% dos fungos e bactérias. Deixa uma sensação refrescante e calmante.
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Talco desodorante combate 99% dos fungos e bactérias. Deixa uma sensação refrescante e calmante.
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130 g
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Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Aplique diariamente o desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Canforado nos pés e no interior dos calçados, evitando contato com a parte externa.
Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.
Use antes e depois de atividades esportivas.
Resultado
Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.
Elimina 99% dos fungos e bactérias.
Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Ingredientes
INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, CAMPHOR, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, ALCOHOL, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.
Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Canforado 130g – Tenys Pé Baruel
Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Canforado oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Canforado e elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Canforado deixa uma sensação refrescante e calmante.
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Como tratar o pé antes e depois de calçar o tênis
Depois de um dia inteiro de trabalho, de um final de semana de passeio ou na volta da academia, não tem muito jeito: ao tirar os tênis, é quase certeza que lá vem um cheirinho nada agradável. Para prevenir o mau odor, o ideal é tratar não só os pés, mas também os calçados. Assim, evitamos dar condições para que o suor e as bactérias que vivem na nossa pele interajam e produzam esse cheiro indesejado. Confira, então, algumas dicas para cuidar dos pés antes e depois de calçar tênis. Antes de calçar os tênis Limpe os pés A limpeza é a regra básica para evitar o mau odor. Então, sempre que possível, lave e seque bem os pés antes de calçar os tênis. “Calce sempre os tênis com os pés limpos e use meias limpas”, reforça o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Aplique desodorante A melhor maneira de afastar cheiros indesejáveis é usar diariamente desodorante para os pés, que tem ingredientes que reduzem o suor e eliminam as bactérias e fungos. Para garantir, pode aplicar o desodorante também diretamente nas meias e nos tênis. Use meias de algodão Meias feitas com tecidos sintéticos comuns podem fazer o pé suar mais, e a umidade é um prato cheio para as atividades das bactérias que causam o mau odor. Por isso, o ideal é optar pelas meias de algodão ou de tecido sintético que seja “respirável” e permita a saída da umidade (como as usadas para praticar esportes). Para completar, fica a dica: “Evite usar calçados feitos de materiais sintéticos”, diz Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Depois de calçar os tênis Deixe os tênis em local arejado Usar o mesmo par de tênis por dias seguidos pode causar um acúmulo de bactérias no calçado e favorecer o aparecimento do mau odor. “É bom deixar o calçado descansar por um período de 24 horas em local arejado para eliminar os microrganismos”, ensina o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Se não puder fazer isso, ele recomenda borrifar desinfetante para tecidos ou álcool 70o nos tênis e deixar secar naturalmente. “Só não guarde os tênis diretamente no armário, porque fungos gostam de lugares quentes e úmidos.” Dica: se você precisa usar tênis todo dia, considere ter dois pares para revezar. Lave os pés Se, ao chegar em casa, os pés estiverem com mau odor, a única maneira de se livrar dele é tomar banho e lavar bem essa parte do corpo —sem esquecer a região entre os dedos. Limpe os tênis Depois de correr ou trabalhar o dia todo de tênis, é bom fazer uma limpeza. “A higienização mantém o calçado limpo e evita contaminação por microrganismos”, diz Queiroz. Essa limpeza pode ser feita com desinfetante para tecidos ou álcool 70o. “Só não passe o produto antes de calçar o tênis. A higienização deve ser feita após o uso porque muitos produtos são soluções aquosas, que vão piorar a situação ao aumentar a umidade nos pés”, completa o podólogo.
Palmilhas ajudam a prevenir canelite? Saiba como funcionam
A canelite, também conhecida no meio médico como síndrome do estresse tibial medial, é uma dor que aparece na parte frontal ou interna da canela. O problema surge quando os ossos, músculos e tendões desta região são sobrecarregados de forma repetitiva, especialmente durante atividades físicas. Palmilhas podem ser opções para ajudar no problema. A canelite pode ser causada por fatores como aumento rápido na intensidade dos treinos, calçados inadequados ou impacto constante em superfícies muito duras. “O quadro é um alerta do corpo sobre excesso de demanda. É importante não ignorar esse sinal para evitar complicações mais graves”, destaca o ortopedista Luiz Holanda, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Ceará (SBOT-CE), e especialista da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé). Quem tem mais riscos Embora qualquer pessoa possa desenvolver a condição, alguns grupos têm maior predisposição à canelite. O médico Luiz Holanda observa que isso acontece porque certos esportes ou rotinas exigem mais das pernas e aumentam o impacto sobre a canela. Alguns grupos mais afetados são: Corredores, principalmente iniciantes ou aqueles que aumentam o volume de treino rapidamente; Militares, devido ao ritmo intenso de atividades; Dançarinos e praticantes de esportes com saltos frequentes, como basquete e vôlei. Sendo assim, indivíduos com sobrecarga repetitiva podem experimentar a dor, especialmente quando há distribuição inadequada de forças durante os movimentos. Palmilhas atuam na prevenção As palmilhas são ferramentas que ajudam a melhorar a distribuição da carga e a adaptação da pisada, tornando os movimentos mais equilibrados. Também oferecem amortecimento adicional, diminuindo o impacto nas articulações. “Mas nem todos os pacientes com canelite precisam usar palmilhas. A indicação é mais precisa para pessoas com alterações nos pés, como pés planos ou cavos, que contribuem para o surgimento da dor”, explica Luiz. É importante saber que existem diversos modelos de palmilhas no mercado. Justamente por isso, a escolha depende do grau da alteração nos pés e deve ser feita sempre com orientação médica. As mais utilizadas são: Genéricas ou pré-moldadas: encontradas em lojas, oferecem alívio leve e conforto básico. Pré-fabricadas específicas: voltadas para corrigir problemas comuns, como pés planos. Ortopédicas personalizadas: feitas sob medida, a partir de um molde do pé, levando em conta características únicas de cada paciente. O ortopedista reforça que apenas uma avaliação profissional pode indicar o tipo mais adequado e, se necessário, encaminhar o paciente a um especialista em confecção de palmilhas. Afinal, utilizar um modelo sem indicação não trará benefícios ao paciente. Outras formas de prevenção O uso de palmilhas não deve ser visto como a única solução. De acordo com o especialista, a prevenção da canelite exige, na verdade, um conjunto de medidas, que inclui: Aumentar a intensidade dos treinos gradualmente em, no máximo, 10% por semana; Trocar os calçados regularmente e escolher modelos adequados para a atividade; Fortalecer e alongar coxas, panturrilhas, tornozelos e pés; Garantir repouso adequado e controlar o peso corporal; Variar as superfícies de treino para reduzir o impacto repetitivo; Avaliar a técnica de corrida, especialmente para corredores frequentes. Embora qualquer pessoa possa sofrer com a canelite, incorporar esses hábitos no dia a dia é um bom caminho para tentar prevenir as dores dessa condição. Quando procurar atendimento médico A dor na canela deve ser avaliada especificamente por um ortopedista, caso não melhore com repouso e cuidados básicos em uma ou duas semanas, ou piore com o tempo, limitando até simples atividades diárias. Além disso, há outros sinais de alerta que podem ser observados, como: Inchaço, vermelhidão ou calor local; Formigamento, dormência ou fraqueza no pé; Dor muito localizada que piora ao toque, sugerindo fratura por estresse. Se notar um ou mais desses sintomas, a orientação é buscar essa especialidade médica para obter um diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado o mais rápido possível. Tratamento e recuperação Luiz Holanda lembra que o tratamento é, na maioria das vezes, conservador, ou seja, com repouso, gelo, fisioterapia para fortalecimento e alongamento e também com uso de palmilhas, quando indicado. “Ouça seu corpo e não insista em treinar com dor”, frisa. A cirurgia, por sua vez, só é indicada em casos extremamente raros. “O acompanhamento médico e fisioterapêutico é fundamental para uma recuperação eficaz e para evitar que a canelite se torne um problema crônico”, finaliza o especialista.
Prepare-se para as próximas corridas no país
Para quem tem a corrida como esporte preferido, um dos momentos mais aguardados é quando chega a data de alguma prova de rua. Mais do que competição com outros praticantes e atletas, o clima de descontração que eventos do gênero proporcionam está entre as principais motivações. Seja para amadores como profissionais, a regra é básica: é preciso se preparar para esses eventos. Para a designer Aline Souza, de 35 anos, existem três pilares fundamentais para essa preparação: rotina de treinos, alimentação equilibrada e descanso adequado. “Corro pelo menos 5 vezes na semana, alternando entre treinos de velocidade, resistência e os longões, aos finais de semana”, diz. Esses “longões” são um jargão conhecido entre os corredores: são treinos mais longos, com distâncias maiores que as habituais, geralmente feitos no sábado ou domingo. “Isso prepara o corpo para provas mais longas”, explica Aline, que começou a correr após a cirurgia bariátrica, aos 20 anos, quando decidiu mudar seu estilo de vida. O que fazer (ou não) para as corridas Se a ideia for participar do maior número possível de corridas ao longo do ano, vale estar ciente do que pode ou não ser feito. Nesse sentido, Aline Souza compartilha alguns hábitos que adota e outros que evita quando está se preparando para competir: O melhor a fazer é: Ter um planejamento de treinos bem estruturado para evitar o desgaste excessivo; Escolher as provas estrategicamente, intercalando distâncias e intensidades para não sobrecarregar o corpo; Manter uma boa alimentação e hidratação para garantir energia e recuperação; Ouvir o próprio corpo e respeitar sinais de cansaço ou dor para evitar lesões; Investir em bons tênis e equipamentos adequados para minimizar impactos. O que é melhor evitar: Correr sem um plano de treinos ou sem descanso adequado entre as provas; Ignorar sinais de fadiga ou dor, achando que "dá para aguentar"; Pular aquecimento e alongamento, pois isso pode aumentar o risco de lesões; Comer alimentos pesados ou testar suplementos novos antes de uma prova; Inscrever-se em muitas provas consecutivas sem avaliar se o corpo está preparado. Dicas de corredor para corredor Além de listar o que pode ser feito e evitado, Aline compartilha algumas dicas que aprendeu ao longo desses 15 anos correndo: 1. Monte um calendário de provas equilibrado, ou seja, distribua as corridas ao longo do ano considerando distâncias e tempos de recuperação. 2. Treine com inteligência, quer dizer, não adianta apenas correr; é essencial fortalecer a musculatura e variar os estímulos nos treinos. 3. Alimente-se e hidrate-se bem, já que o corpo precisa de combustível antes, durante e depois das corridas. 4. Priorize a recuperação, pois dormir bem, se submeter a massagens e até treinos regenerativos ajudam a manter o ritmo ao longo do ano. 5. Corra por prazer! Por fim, não transforme a corrida em uma obrigação. Escolha provas que motivam e aproveite cada conquista. Calendário de corridas Preparado para correr quilômetros? Confira a agenda das próximas corridas de rua nas capitais brasileiras em 2025, separadas por regiões do país. NORTE Macapá | Amapá 18/05 – III Corrida do Vidraceiro 15/06 – Live! Run XP 06/07 – 2ª Meia Maratona de Macapá Manaus | Amazonas 01/06 – Meia Maratona Foco Run 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 26/07 – Night Run 2025 23/08 – XTerra Manaus 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 09/11 – Circuito das Estações - Verão Belém | Pará 11/05 – Corrida Atletas Parque do Utinga 13 anos 18/05 – Live! Run XP 24/05 – Belém Night Run Red Sky 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 06/07 – Corrida do Sol 15/08 – I Corrida do GRAESP 07/09 – Circuito das Estações - Primavera 20/09 – Night Run 2025 27/09 – Belém Night Run Blue Sky 14/12 – Circuito das Estações - Verão Boa Vista | Roraima 01/05 – 1º Desafio Jabuti do Lavrado 04/05 – 4ª Meia Maratona da Força Tática 18/05 – 9 Anos Jabuti do Lavrado 13/06 – Corrida Sexta-Feira 13 e Run Beer Palmas | Tocantins 08/06 – Circuito das Estações - Inverno 19/07 – Santander Track&Field Run Series – CCR Aeroportos 14/12 – Circuito das Estações - Verão NORDESTE Maceió | Alagoas 04/05 – 11ª Volta da Lagoa - A Saga 10/05 – Corrida Noturna de Maceió 17/05 – Corrida Noturna 2025 24/05 – Night Run 2025 - Etapa 1 Maceió 15/06 – V Desafio Xtreme Selva Race 06/07 – 3ª Corrida de Casais 20/07 – Ao vivo! Execute XP Salvador | Bahia 01/05 – Corrida pro Colo da Mãe - 3ª Edição 04/05 – Circuito de Corrida RP - Etapa Um 11/05 – Track&Fields Run Series - Shopping Villa Forma I 18/05 – 2ª Corrida do Leão 25/05 – Meia Maratona Farol a Farol 20/06 – Circuito das Estações - Inverno 10/08 – Santander Track&Fields Run Series - Shopping Barra 24/08 - Corrida do Poder Feminino 2025 13/09 – Santander Track&Field Run Series - Shopping Paralela 21/09 – Maratona Salvador 2025 28/09 – Circuito das Estações - Primavera 02/11 – Corrida Azul Salvador 08/11 – Corrida Noturna 2025 14/12 – Circuito das Estações - Verão Fortaleza | Ceará 04/05 – Corrida do Hype 04/05 – Corrida do Trabalhador 04/05 – Ao vivo! Run XP - Etapa Fortaleza 18/05 – Track&Field Run Series - Riomar 01/06 – Corrida Vozão 29/06 – Circuito das Estações - Inverno 17/08 – Girl Power - Etapa Fortaleza 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 28/09 – Santander Track&Field Run Series - Shopping Del Paseo II 11/10 – Night Run 2025 26/10 – Track&Field Run Series - Riomar Fortaleza II 16/11 – Live! Run XP - Etapa Fortaleza 30/11 – Circuito das Estações - Verão São Luís | Maranhão 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 22/06 – 1ª Maratona da Cidade de São Luís 14/09 – Live! 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Execute XP 26/07 – Circuito das Estações - Inverno 17/08 – Revezamento das Praias Potiguares 28/09 – Circuito S-Run 12/10 – Circuito das Estações - Primavera 20/12 – Circuito das Estações - Verão Aracaju | Sergipe 11/05 – Circuito das Estações - Outono 24/05 – Corrida Noturna de Aracaju 15/06 – 32ª Corrida da Colina 15/06 – XXXII Corrida Rústica Santo Antônio 06/07 – Circuito das Estações - Inverno 21/09 – Série Santander Track&Fields Run - Aracaju II 28/09 – Circuito das Estações - Primavera 04/10 – October Divas - Corrida Feminina 2025 26/10 – Maratona de Aracaju 09/11 – Circuito das Estações - Verão 23/11 – Ao Vivo! Run XP - Aracaju 07/12 – Meia da Conceição 2025 CENTRO-OESTE Brasília | Distrito Federal 04/05 – Flower Run 17/05 – Corrida de Rua e Caminhada Sobradinho 65 anos 24/05 – One Run 25/05 – 21k Parque D. Sarah Kubitschek 31/05 – Black Night Run 01/06 – Corrida Prevencionista & Caminhada da Prevenção - 6ª Edição 01/06 – Live! 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Run XP - São Paulo 13/07 – Santander Track&Field Run Series - Center Norte II 03/08 – Corrida contra o Câncer - Run & Walk 03/08 – Corrida Kazamigas 2025 - Etapa São Paulo 03/08 – Santander Track&Fields Run Series - JK Iguatemi II 10/08 – Bravus Race - Monster 10/08 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Parque do Trote 10/08 – Santander Track&Fields Run Series - Pompéia 17/08 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Penha 17/08 – Track&Fields Run Series - Cidade Jardim II 24/08 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Butantã/USP 24/08 – Maratona Fila 31/08 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Meia Maratona 31/08 – Run The Bridge 05/10 – Santander Track&Field Run Series - Shopping Vila Olímpia II 18/10 – Corrida Só Delas Night Edition 19/10 – Athenas Run Longer 19/10 – Santander Track&Field Run Series - Center Norte III 19/10 – SportTV Run 30/11 – Bravus Race - Speed II 30/11 – Venus Women's Half Marathon 07/12 – Santander Track&Fields Run Series - VillaLobos III 21/12 – Circuito das Estações - Verão SUL Curitiba | Paraná 04/05 – 3ª Corrida da Cavalaria 04/05 – Circuito Procorrer de Corrida 25/05 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - 1ª Etapa 01/06 – Circuito SESI de Corridas da Indústrias - Etapa Curitiba 01/06 – Corrida da Polícia Científica 08/06 – Circuito das Estações - Inverno 15/06 – Meia Maratona Internacional de Curitiba 2025 13/07 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - 2ª Etapa 09/08 – Night Run 2025 16/08 – Marquinhos 50k 17/08 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - Etapa Entre Parques 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 14/09 – Santander Track&Field Run Series - ParkShopping Barigui 21/09 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - 3ª Etapa 26/10 – Circuito Adulto de Corridas Curitiba - 4ª Etapa 30/11 – Circuito das Estações - Verão 07/12 – Circuito de Corridas Sanepar 2025 - Etapa Curitiba Porto Alegre | Rio Grande do Sul 11/05 – 1ª Corrida do Comando Rodoviário da Brigada Militar 11/05 – Circuito das Estações - Outono 01/06 – 1ª Rústica do Colégio Tiradente da Brigada Militar 07/06 – 40ª Maratona Internacional de Porto Alegre 08/06 – 40ª Maratona Internacional de Porto Alegre 15/06 – 1ª Corrida Super Via II 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 13/07 – Circuito Eco Run 03/08 – 1ª Corrida do 9º BPM 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 28/09 – Live! Run XP - Porto Alegre 05/10 – Meia Maratona do Mercado Público 01/11 – Circuito Sesc de Corridas - Etapa Porto Alegre 22/11 – Night Run 2025 07/12 – Circuito das Estações - Verão Florianópolis | Santa Catarina 04/05 – Meia Maratona Internacional de Florianópolis Oak Berry 2025 18/05 – Corrida Sul Costa Leste 25/05 – 1ª Corrida ELASE 48 Anos 22/06 – 14ª Maratona de Floripa 30/08 – Maratona Internacional de Floripa 2025 - Meia 31/08 – Maratona Internacional de Floripa 2025 13/09 – Montanha Do Costão do Santinho 2025 20/09 – Floripa Ultra Trail 28/09 – Circuito Corridas do Bem Sesi Saúde - Etapa Florianópolis 05/10 – Ao Vivo! Run XP - Florianópolis 05/10 – Montanha Do Desafio Pedra Branca 12/10 – Movimento Rosa 2025 12/10 – Corrida SouBio 01/11 – Maratona de Jurerê - Hospital SOS Cárdio 02/11 – Maratona de Jurerê - Hospital SOS Cárdio 23/11 – Meia Maratona SC21k 30/11 – Corrida pelo Câncer Floripa *As corridas listadas são as principais de cada estado e podem estar sujeitas a alterações. Datas pesquisadas em março/2025.
Calcanhar rachado pode causar micose? Entenda a relação e como tratar
O calcanhar rachado vai muito além de um incômodo estético: ele pode se transformar em uma porta de entrada para infecções. Isso porque as fissuras na pele favorecem a proliferação de fungos, aumentando o risco de micoses, por exemplo. Por outro lado, essa condição também pode agravar rachaduras, criando um ciclo difícil de se quebrar. Segundo a dermatologista Camila Sampaio, as fissuras podem ser superficiais ou profundas, causando dor e até sangramento. “Os principais fatores por trás desse quadro são ressecamento intenso, uso frequente de calçados abertos, andar descalço em superfícies ásperas e doenças como diabetes e psoríase”, explica a especialista em Dermatopatologia pela International Society of Dermatopathology. A podóloga Dayana Sousa acrescenta que o problema é mais comum em quem passa longos períodos em pé ou tem sobrepeso, já que a pressão sobre os calcanhares aumenta. “Muita gente acha que rachadura não é nada, mas é justamente o contrário: ela expõe o pé a riscos de infecção e micose”, alerta. Como a rachadura favorece a micose? Quando a pele se abre, perde sua barreira de proteção natural, deixando o caminho livre para a entrada de fungos e bactérias. Ambientes úmidos e quentes, como sapatos fechados ou meias suadas, são perfeitos para que esses micro-organismos se desenvolvam. Alguns sinais indicam que a micose já se instalou: Pele mais seca, áspera e descamativa, sem coceira ou vermelhidão no início; Em casos avançados, vermelhidão, coceira intensa, ardência e fissuras dolorosas; Mau cheiro, secreção ou dor forte são indícios de infecção mais grave. “Mesmo quando os sintomas são leves, a micose precisa ser tratada. Quanto antes começar, mais rápido será o resultado”, orienta a médica. O processo também pode ocorrer ao contrário, ou seja, a própria micose enfraquece a pele, resseca e provoca descamação, aumentando a probabilidade de novas fissuras ou agravando as que já existem. “É comum o paciente chegar com coceira, pele fina e rachaduras que doem, sangram e até infeccionam”, diz a pedicure. Tratamentos combinados As profissionais ensinam que o cuidado precisa ser duplo, atuando tanto nas rachaduras quanto na micose. Para tratar as rachaduras: Hidratação intensa com produtos que contenham ureia, ácido lático ou lactato de amônio; Pomadas reparadoras específicas; Em consultório, desbaste da pele espessa para acelerar a regeneração; Evitar andar descalço e usar sapatos acolchoados e bem ajustados para reduzir o impacto. Para tratar a micose: Uso de antifúngicos tópicos, como cremes, loções ou sprays; Em casos resistentes, tratamento oral com prescrição médica. “O tratamento simultâneo traz uma melhora mais rápida e evita complicações que podem ser bem graves”, ressalta Camila. Previna tanto rachaduras, quanto micoses Além do diagnóstico e tratamento, outro pilar fundamental para driblar o ciclo de pele rachada com micose é a prevenção. Quer dizer que pequenos hábitos diários podem ajudar a evitar as duas condições. Veja só: Hidratar os pés diariamente, especialmente após o banho; Secar bem entre os dedos após lavar os pés; Usar meias de algodão limpas todos os dias; Preferir sapatos ventilados e evitar calçados que causem atrito no calcanhar; Não andar descalço em locais públicos, como piscinas e vestiários; Procurar ajuda profissional diante de rachaduras profundas ou sinais de infecção. Por fim, a médica reforça que o calcanhar rachado precisa ser levado a sério. “Pode ser a porta de entrada para problemas maiores, que, às vezes, exigem tratamentos longos e complexos. Cuidar diariamente é sempre mais fácil e seguro.”
10 hábitos diários que podem causar frieira
A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia. Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta. Práticas que favorecem a frieira A verdade é que atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais: 1. Ficar com o pé molhado ou suado por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios; 2. Usar o mesmo sapato todos os dias, sem dar tempo para secar e arejar; 3. Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente, acumulando umidade; 4. Não secar o vão entre os dedos depois do banho, deixando a pele molhada na região mais crítica; 5. Andar descalço em lugares úmidos e coletivos, como academias, piscinas, clubes ou vestiários; 6. Compartilhar toalhas, meias ou calçados com outras pessoas; 7. Usar sapatos muito apertados ou de material sintético, que não deixam o pé respirar; 8. Não trocar calçados molhados depois de pegar chuva ou suar excessivamente; 9. Ignorar pequenos machucados ou rachaduras, que funcionam como porta de entrada para o fungo; 10. Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos, sem exposição ao sol ou ventilação. A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção. Calor e umidade pioram o problema A médica esclarece que o ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados. “O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água. Grupo de risco e sinais de alerta Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São: Pessoas que transpiram excessivamente nos pés (com diagnóstico de hiperidrose); Atletas e esportistas que passam longas horas usando tênis fechados; Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios; Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível. Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento. Fique atento ao seguinte: Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos; Coceira leve que pode piorar com o tempo; Sensação de ardência ou mau cheiro; Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar. Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas. Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença. “Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz. Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.
3 fatores que deixam os pés ressecados no inverno
Nossa colunista, Rosi Sant'Ana, podóloga há mais de 13 anos e proprietária da rede Sant’Podologia no estado do Espírito Santo, alerta para três fatores que ressecam os pés no inverno. São eles: 1. Ar mais seco e frio No inverno, a umidade do ar diminui, e o frio faz os vasos sanguíneos se contraírem para conservar calor. Isso reduz a irrigação da pele e diminui a produção natural de óleos, deixando a pele dos pés (já naturalmente mais seca) ainda mais desidratada. 2. Banhos quentes e demorados A água quente remove a camada de gordura protetora da pele, o que agrava o ressecamento. Como no inverno as pessoas tomam banhos mais quentes e longos, isso piora o quadro. 3. Uso de meias e sapatos fechados O ambiente abafado dentro dos sapatos e meias retém suor, que depois evapora, contribuindo para a perda de água da pele. Além disso, impede a pele de “respirar”, colaborando para o ressecamento. Como resultado, a pele dos pés fica mais seca, áspera e suscetível a rachaduras e fissuras, o que pode abrir portas para fungos e bactérias.

