Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel
Logo Tenys Pé

Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés sem perfume. Mesma proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias. Seus pés secos.

Comprar
Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g
Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g
Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g
Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g

Quantidade

100 g

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Sem Perfume nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Use antes e depois das atividades desportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, HYDRATED SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Sem Perfume oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Ideal para quem prefere produtos sem perfume.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Sem perfume elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Sem Perfume é discreto e neutro, sem perder o poder de proteção.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

Compartilhar

Descubra

Outros produtos Conhecer todos

Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

Ver mais perguntas

Conheça o Universo do Pé

Reflexologia podal ou massagem nos pés: saiba a melhor
Reflexologia e Massagem

Reflexologia podal ou massagem nos pés: saiba a melhor

Após um dia com muitas horas em pé ou usando aquele sapato desconfortável, nada parece ser melhor do que uma massagem. Afinal, a prática é reconhecida por proporcionar relaxamento e bem-estar imediatos. Mas você sabia que ela não é a única opção? A reflexologia podal, uma técnica terapêutica que busca tratar desequilíbrios no corpo pelo estímulo de pontos dos pés, também pode ajudar. A principal diferença entre as duas está na finalidade, conforme explica o massoterapeuta Alan Roberto Silva, especialista na área da saúde e bem-estar há mais de 15 anos. Isso porque, apesar de as duas trazerem benefícios, a indicação de cada uma costuma acontecer em momentos diferentes. “Enquanto a massagem relaxante nos pés tem o objetivo de liberar tensões e promover bem-estar imediatamente, a reflexologia é um tratamento terapêutico que utiliza pontos reflexos nos pés para aliviar sintomas e melhorar a saúde geral do corpo”, explica o profissional. Entenda as principais diferenças Assim, mesmo envolvendo técnicas de manipulação dos pés em ambos os casos, as abordagens utilizadas e os propósitos são diferentes. Veja só: Massagem relaxante nos pés: é focada no alívio das tensões musculares e no aumento do conforto físico. Por meio de movimentos suaves e precisos, melhora a circulação sanguínea local e proporciona relaxamento instantaneamente. É ideal para pessoas que buscam aliviar o cansaço ou a tensão acumulada no dia a dia. Reflexologia: é uma técnica terapêutica que vai além do bem-vindo relaxamento. Baseia-se no conceito de que os pés possuem pontos reflexos que correspondem a diferentes órgãos e sistemas do corpo. Por meio de pressões específicas, estimula tais áreas, promovendo benefícios que incluem redução do estresse, melhora da qualidade do sono e alívio de dores, como na cabeça e nas costas. Benefícios sempre Apesar de indicações distintas, um fator é comum: as duas alternativas oferecem muitos benefícios – e, alguns deles, podem até ser compartilhados entre si. A seguir, você conhece os principais: Reflexologia podal: Auxilia no alívio de dores crônicas, como enxaquecas e lombalgias; Promove equilíbrio emocional, eficaz contra ansiedade e estresse; Melhora a qualidade do sono ao estimular o relaxamento profundo; Estimula a circulação sanguínea de forma integrada, beneficiando órgãos internos. Massagem relaxante nos pés: Alivia tensões e cansaço muscular nos pés; Também melhora a circulação sanguínea local, reduzindo inchaços; Proporciona relaxamento imediato e sensação de conforto; É ideal para quem busca um momento de bem-estar após um dia intenso. Detalhe: a massagem para os pés e a reflexologia podal podem ser feitas simultaneamente. Aliás, essa combinação é especialmente indicada para pessoas que enfrentam tanto dores crônicas quanto tensões musculares nos pés. “A reflexologia, por ser um tratamento mais profundo, pode causar um leve desconforto durante a aplicação, mas, quando associada à massagem, proporciona bem-estar e diminuição das tensões de maneira mais completa”, detalha Alan. Como escolher a melhor opção A escolha de qual fazer dependerá principalmente dos sintomas apresentados e dos objetivos pessoais. Nesse sentido, o massoterapeuta Alan Roberto Silva recomenda: Optar pela reflexologia se objetivo for tratar problemas específicos, como dores crônicas, insônia, ansiedade ou desequilíbrios no organismo. Escolher a massagem relaxante nos pés se a necessidade for aliviar o cansaço ou promover relaxamento rápido e imediato. “Observar os sinais do corpo é fundamental para entender qual técnica atende melhor às suas necessidades”, acrescenta. Escolha o profissional certo Vale destacar que profissionais capacitados em diferentes áreas estão aptos a realizar as técnicas, porém, devem sempre ter formação adequada para isso. Algumas especializações recomendadas são: fisioterapeutas, massoterapeutas, terapeutas holísticos, esteticistas e educadores físicos. “A aplicação inadequada da reflexologia ou mesmo de uma massagem relaxante pode não trazer os benefícios esperados e, em alguns casos, até causar desconforto ou agravar dores preexistentes”, finaliza o especialista.

Minhas pernas doem quando corro. E agora?
Corrida

Minhas pernas doem quando corro. E agora?

Quem começa a correr pode enfrentar desconfortos musculares logo no início do treino. Muitas vezes, as dores fazem parte do processo de adaptação do corpo à nova atividade, mas também podem indicar algo errado, como postura inadequada ou falta de preparo físico. Diz o fisiologista e educador físico Edson Timóteo que sentir certo incômodo nos primeiros minutos da corrida é até esperado, principalmente para iniciantes ou entre quem ficou muito tempo parado. "Isso acontece porque os músculos ainda não estão aquecidos e preparados para o impacto. Porém, se a dor for intensa, persistente ou acompanhada de outros sintomas, pode ser um sinal de sobrecarga ou até lesão”. Ele diz ainda que a dor pode surgir em diferentes momentos do treino, mas costuma ser mais comum ao final ou depois da atividade, devido ao desgaste muscular. "A chamada dor muscular de início tardio (DMIT) aparece 24 a 48 horas depois do esforço, quando ocorrem microlesões nas fibras musculares", acrescenta. O que fazer para reduzir as dores Se a dor surge já nos primeiros minutos da corrida e atrapalha o desempenho, isso pode ser sinal de que algo precisa ser ajustado. O fisiologista recomenda avaliar alguns pontos: Aquecimento inadequado: começar sem uma preparação muscular pode aumentar a rigidez e dificultar a corrida; Calçado incorreto: um tênis sem amortecimento adequado pode sobrecarregar os músculos e articulações; Técnica errada: pisada inadequada ou postura desalinhada podem gerar dores desnecessárias; Falta de condicionamento: quem começa a correr sem fortalecimento muscular pode sentir mais desconforto. Além desses fatores, condições médicas pré-existentes, como problemas circulatórios e articulares, podem influenciar. "Se a dor for forte logo no início ou persistir por vários dias, é importante procurar um profissional para investigar a causa", alerta o treinador. Como deixar a corrida mais fácil Para evitar dores e melhorar o desempenho, siga essas recomendações: Comece devagar: intercale corrida e caminhada até ganhar resistência; Faça um bom aquecimento: exercícios de mobilidade e alongamentos dinâmicos ajudam a preparar o corpo; Use calçados adequados: um bom tênis evita impactos excessivos; Hidrate-se e alimente-se bem: correr em jejum ou desidratado pode causar fadiga precoce; Respeite o ritmo do seu corpo: aumente a intensidade gradualmente e evite comparações com outros corredores. "O mais importante é criar consistência e não forçar o corpo além do limite. Com o tempo, a corrida se torna mais natural e prazerosa", enfatiza Timóteo. Sinais de alerta Algumas dores são comuns, mas outras exigem atenção médica. É importante ficar atento às que não melhoram com descanso e a outros sinais, como inchaço ou hematomas, dificuldade para movimentar os pés e as pernas, formigamento ou dormências nos membros e dores que irradiam para outras partes do corpo. Caso algum desses sintomas apareça, o educador físico explica que a corrida deve ser interrompida imediatamente para não agravar o caso. Na sequência, não se deve hesitar em procurar ajuda médica. “No início, achei que correr não era para mim” O administrador Rafael Costa, de 34 anos, sempre teve vontade de correr, mas enfrentou dores intensas logo no começo. "Minhas panturrilhas queimavam e sentia pontadas nos joelhos. Achei que eu simplesmente não tinha jeito para a corrida – e olha que eu nem estava tão fora de forma assim", lembra. Com orientação profissional, percebeu que o problema estava na falta de fortalecimento muscular e no uso de um tênis inadequado. "Ajustei a postura, comecei a fazer exercícios específicos e respeitei muito o meu ritmo. Em poucas semanas, a corrida deixou de ser um sacrifício e virou prazer. Hoje, não fico sem!", conta.

Calcanhar rachado pode indicar má circulação. Entenda!
Calcanhar Rachado

Calcanhar rachado pode indicar má circulação. Entenda!

O calcanhar rachado é um problema comum, mas nem sempre está ligado a questões estéticas. Em alguns casos, a situação se manifesta devido a alterações circulatórias, especialmente quando o sangue não chega adequadamente aos pés. É importante lembrar que a má circulação afeta a nutrição da pele, reduz a regeneração e aumenta o risco de feridas que demoram a cicatrizar. O cirurgião vascular Joé Sestello, diretor-presidente da Unimed de Nova Iguaçu, observa que a circulação arterial insuficiente pode se manifestar por sinais visíveis nos pés, como as tão conhecidas fissuras nos calcanhares. “Quando o fluxo de sangue diminui, a pele tende a ficar ressecada, descamativa e sem pêlos. As unhas se tornam mais frágeis e o calcanhar pode apresentar rachaduras profundas”, explica o médico. Sinais de alerta no calcanhar e nos pés No entanto, o ressecamento causado por má circulação geralmente vem acompanhado de outros sintomas, que denunciam a provável causa. Nesse sentido, o especialista orienta observar se há: Perda de pelos nos pés e pernas; Unhas enfraquecidas e quebradiças; Coloração pálida ou azulada nos dedos; Dor ou sensibilidade aumentada ao caminhar; Aspecto mais fino ou sem gordura na sola dos pés. Essas manifestações indicam que a pele não está recebendo oxigênio e nutrientes suficientes, o que pode favorecer o surgimento de fissuras e feridas por questões circulatórias. Grupos mais vulneráveis De acordo com Sestello, algumas condições elevam o risco de comprometimento vascular. “As pessoas mais predispostas são fumantes, diabéticas, sedentárias e aquelas com colesterol ou triglicerídeos altos. Quem tem inchaço crônico nas pernas também precisa redobrar a atenção”, alerta. Em todos esses casos, a má circulação pode agravar machucados e dificultar a cicatrização. “Qualquer rachadura ou ferida no pé pode piorar quando há deficiência no fluxo sanguíneo”, completa o médico. É ressecamento comum ou vascular? Saber diferenciar a causa da área ressecada e rachada é o pontapé para o diagnóstico. Deve-se prestar atenção, por exemplo, se o ressecamento estético costuma ser superficial, melhorando com hidratação e esfoliação. Já o de origem circulatória vem acompanhado daqueles outros sinais físicos e até sensação de dor. Nessas situações, é importante buscar avaliação especializada, uma vez que a origem do problema pode estar relacionada à insuficiência arterial. A condição exige tratamento específico e imediato para restaurar o fluxo sanguíneo. Cuidados na prevenção Manter a circulação ativa é essencial para evitar tanto as rachaduras quanto as complicações vasculares. Alguns hábitos simples fazem diferença no dia a dia: Hidratar os pés diariamente, com produtos suaves e sem fragrância; Evitar calçados apertados e que causem atrito; Não manipular feridas nem fazer automedicação; Praticar atividades físicas leves e regulares; Manter uma alimentação equilibrada e hidratação adequada. O especialista reforça que, ao escolher cremes ou loções, é preciso cautela. “Alguns hidratantes contêm fragrâncias ou substâncias irritantes. O ideal é buscar orientação médica antes de aplicar qualquer produto na pele.” Quando procurar um vascular O cirurgião vascular Joé Sestello ressalta que a avaliação médica é fundamental quando há dor ao caminhar ou cansaço nas pernas. “Se a pessoa precisa parar ao andar por dor na panturrilha, coxa ou glúteo, e nota pele pálida, unhas quebradiças e ausência de pelos, pode haver comprometimento arterial”, enfatiza. Por essa razão, a atenção precoce ajuda a evitar que rachaduras simples evoluam para feridas difíceis de serem tratadas.

Como hidratar os pés em casa? Aprenda o passo a passo
Hidratação e Emolientes

Como hidratar os pés em casa? Aprenda o passo a passo

Cuidar da hidratação dos pés é um passo essencial para manter a saúde e o bem-estar nessa parte do corpo. Muitas vezes negligenciada, a hidratação adequada pode prevenir problemas como rachaduras, calosidades e até infecções. A cosmetóloga e esteticista Talita Bovi explica a importância de um cuidado regular: “A hidratação dos pés é fundamental para evitar o ressecamento e problemas mais sérios na pele. Investir nessa rotina traz resultados visíveis e duradouros”. Os pés são expostos a atrito, pressão e ressecamento constante devido ao uso de sapatos e atividades diárias. Assim, a hidratação correta se mostra essencial para prevenir danos decorrentes desses fatores. "A pele dos pés é mais espessa e sujeita a atritos constantes. Sem hidratação adequada, pode se tornar áspera e desenvolver rachaduras, criando um ambiente propício para infecções”, alerta a profissional. Tipos de hidratantes mais indicados Só que não adianta usar qualquer creme. O uso de fórmulas mais potentes é fundamental, visto que a pele dos pés necessita de cuidados mais intensivos. De acordo com Talita Bovi, os melhores produtos para essa região são aqueles com ativos que ajudam a reter água e proteger a pele, como: Hidratantes com ureia: a ureia é um umectante eficaz que atrai e retém a água, sendo ideal para quem tem pés ressecados; Manteigas vegetais (karité, cacau, cupuaçu): essas manteigas proporcionam uma hidratação profunda e ajudam a manter a pele macia, criando uma barreira contra a perda de umidade; Óleos vegetais (amêndoas, coco, abacate): tais óleos restauram a barreira lipídica da pele, prevenindo o ressecamento; Ácidos salicílico e ácido lático: esses ingredientes têm propriedades esfoliantes leves e ajudam a melhorar a textura da pele, além de reduzirem calosidades. Como aplicar os hidratantes A aplicação deve ser feita de maneira regular para garantir resultados eficazes. Bovi orienta que a frequência ideal é de 1 a 2 vezes por dia para a maioria dos hidratantes, como os com ureia e óleos vegetais, que são os mais comuns. "É importante aplicar o hidratante enquanto a pele ainda está um pouco úmida, logo após o banho, para potencializar a absorção", ensina. A hidratação dos pés envolve várias etapas essenciais para garantir resultados satisfatórios. A seguir, a cosmetóloga sugere um protocolo de cuidados que vai da limpeza à hidratação profunda. 1. Limpeza (diária) Antes de aplicar qualquer hidratante, é fundamental lavar bem os pés com água morna e sabonete suave. Massageie as áreas entre os dedos e enxágue abundantemente para evitar resíduos de sabão que possam ressecar a pele. 2. Esfoliação (a cada 15 dias) A esfoliação remove as células mortas e prepara a pele para absorver melhor o hidratante. Use um esfoliante suave e faça movimentos circulares. Mas, atenção: não exagere na esfoliação para evitar microlesões. 3. Hidratação (diária) Logo após secar os pés, aplique o hidratante enquanto a pele ainda está levemente úmida. Massageie bem até que o produto seja totalmente absorvido. Lembre-se de evitar a aplicação entre os dedos para não criar um ambiente úmido que favoreça infecções. 4. Potencialização (opcional) Para intensificar a hidratação, envolva os pés com filme plástico ou um protetor para calcanhar por 20 a 30 minutos. Isso ajuda a aumentar a penetração dos ativos hidratantes. 5. Talco ou spray desodorante (opcional) Após a hidratação, aplique talco ou um spray desodorante para controlar os odores e a transpiração durante o dia, se desejar. Os produtos absorvem o excesso de umidade, previnem problemas como chulé e até infecções, além de prolongarem a hidratação. Cuidados especiais para diabéticos Lembre-se que pacientes diabéticos precisam adotar cuidados adicionais ao escolher produtos para os pés, devido à maior vulnerabilidade a lesões e infecções. "Esse grupo deve evitar cremes com ureia em concentrações altas para não agredir a pele sensível. Além disso, é importante escolher produtos sem fragrâncias ou corantes, que podem causar reações alérgicas", recomenda a especialista.

Pés de diabéticos precisam de atenção redobrada
Pé Diabético

Pés de diabéticos precisam de atenção redobrada

“O que mais preocupa é o expressivo e crescente número de amputações realizadas em decorrência de complicações ligadas ao diabetes, ou seja, as amputações não traumáticas”, explica Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo dados da Agência Brasil e o SUS (Sistema Único de Saúde), somente no ano de 2023 foram realizadas 26.982 amputações de membros inferiores (pés e pernas), equivalendo um média de 28 cirurgias por dia. Nardi explica que por se tratar de uma síndrome, ou seja, um conjunto de importantes e graves alterações ligadas ao diabetes – descompensado – como a polineuropatia diabética, vasculopatia obstrutiva periférica, deformidades, lesões ulcerativas, infecções e até mesmo levar o membro acometido a um grau de menor ou maior proporção de amputações, cujo desfecho, é o mais grave. “Vale ressaltar que essas alterações, assim como a própria doença, são extremamente silenciosas, o que ressalta a importância do acompanhamento dos profissionais de saúde dentro de uma equipe multidisciplinar em saúde”, conclui Nardi. Algumas das alterações como neuropatias e vasculopatias (obstrução vascular periférica) podem se desenvolver em pessoas que não são portadoras de diabetes, porém ocorre em casos isolados e pontuais, sobretudo com menor gravidade na maior parte das vezes. "Já em pessoas portadoras de diabetes descompensado e de longo tempo de doença, essas alterações acima citadas ocorrem de forma simultânea e na maior parte dos casos com maior gravidade de evolução clínica", explica Nardi. Além disso, essas doenças – neuropatias e vasculopatias – serão também “gatilhos” para o desenvolvimento de outras alterações como deformidades dos membros inferiores (musculares e articulares), formação de úlceras, infecções, entre outras. Especialização em pés diabéticos [caption id="attachment_1932" align="aligncenter" width="780"] Luiz Nardi em atendimento[/caption] Luiz Nardi se especializou em pés diabéticos. “Foi um divisor de águas dentro da minha profissão, seja na realização de atendimentos clínicos, bem como na docência. Para ser sincero não escolhi inicialmente me especializar na área, mas fui convidado a estudar mais sobre o assunto, foi um verdadeiro ponta pé inicial”, lembra ele. Segundo Nardi, logo que se formou em farmácia, teve a incrível oportunidade de ministrar aulas de farmacologia nos cursos técnico em podologia e especialização técnica em atendimentos podológicos ao paciente com diabetes na cidade de Sorocaba. Foi a partir desse momento que despertou não somente seu amor à profissão, mas também vislumbrou a necessidade de fazer o curso técnico, momento esse que abriu várias outras oportunidades profissionais para ele, sobretudo na docência. “Após alguns anos ministrando aulas, fui convidado e estimulado, a fazer o curso de pós-graduação em Educação sobre Diabetes e foi a partir dessa formação que entendi a real necessidade de me especializar no assunto, principalmente no que tange evitar amputações em pacientes portadores de diabetes”, conta o especialista. E ele não parou por aí. Fez posteriormente uma pós-graduação em Docência & Pesquisa para o Ensino Superior e atualmente cursa a graduação em Podologia. “Vejo a necessidade de a cada dia crescer em conhecimento, claro, sempre com objetivo de trazer os melhores resultados para os pacientes e excelência no ensino para meus alunos”, conclui Nardi. Caso prático de pé diabético Nardi relembra um caso que teve um desfecho gratificante. “Há mais ou menos dois anos, uma enfermeira, residente na cidade de Dom Basílio na Bahia, fez contato comigo, pois apresentava dificuldades em solucionar um caso de um senhor de 66 anos com diabetes e amputações recorrentes”, conta ele. A enfermeira havia realizado diversos procedimentos de desbridamentos de tecidos desvitalizados e necróticos, aplicado vários tipos de coberturas, num trabalho feito com excelência profissional, mas novas úlceras seguiam surgindo no paciente, além de novas amputações. “Fiz uma mentoria com a enfermeira e nesse momento, foi orientada por mim a utilizar sandálias de cicatrização e palmilhas específicas e personalizadas a fim realizar a descarga dos pontos de hiperpressão, sobretudo na região das amputações anteriores, onde havia calosidades e cicatrizes de úlceras fechadas anteriormente”, conta Nardi. Segundo ele, o grande objetivo era diminuir o estresse tecidual da região através da descarga de pressão. “Dessa forma, as calosidades foram aos poucos reduzindo, promovendo então o restabelecimento total do paciente”, conclui o especialista.

Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?
Cuidado Diário

Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?

O cuidado prévio é uma das principais medidas de prevenção para o pé diabético, uma complicação grave e evitável. O autoexame diário, simples e rápido, pode fazer diferença entre uma pequena ferida e uma infecção severa. Segundo a endocrinologista Patrícia Gomes, diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), o excesso de glicose no sangue é capaz de danificar os nervos e os vasos dos pés, levando à perda de sensibilidade. “Quem tem diabetes pode não perceber ferimentos e há chance de isso evoluir para infecções graves e até amputações. O autoexame diário permite detectar precocemente qualquer alteração e agir rapidamente”, explica a médica. Quem tem a mesma opinião é a também endocrinologista Lorena Amato, doutora pela USP. Para ela, o autoexame é uma prática indispensável entre os pacientes diabéticos, mesmo os que não apresentam alterações aparentes. “Todos devem olhar os pés diariamente. Quem tem dificuldade de se abaixar pode usar um espelho ou pedir ajuda. Se notar vermelhidão, ferida ou calor diferente em alguma área, deve procurar um médico imediatamente”, orienta a especialista. O que observar nos pés Durante o autoexame diário, é essencial procurar por alterações visíveis e sutis. As profissionais destacam principalmente: Feridas, bolhas, rachaduras ou cortes, mesmo que pequenos; Mudanças na coloração da pele, como vermelhidão, manchas escuras ou palidez; Áreas mais quentes ou mais frias do que o normal; Unhas encravadas, deformadas ou com micose; Calosidades e espessamento da pele. Se houver qualquer sinal de alteração, a avaliação médica deve ser imediata, afinal, o tempo é um fator determinante para evitar infecções, sobretudo em diabéticos. Atenção à sensibilidade Lorena Amato ressalta que um dos primeiros sinais de risco é a perda da sensibilidade, chamada de neuropatia periférica, que pode surgir aos poucos, com sintomas como: Formigamento, queimação ou dormência; Sensação de “andar em algodão”; Dificuldade em perceber calor, frio ou dor. Já Patrícia Gomes observa que uma maneira simples de testar é tocar diferentes partes dos pés com os dedos ou com um algodão. “Se a pessoa não sentir o toque ou não perceber diferença entre um pé e outro, é fundamental procurar avaliação médica.” Passo a passo do autoexame Além de observar, é importante saber como fazer o exame de maneira correta e segura. Abaixo, as endocrinologistas ensinam: Escolha um local bem iluminado e sente-se confortavelmente; Use um espelho para ver a planta dos pés ou peça ajuda a alguém; Examine entre os dedos e ao redor das unhas; Verifique se há feridas, bolhas ou secreções; Mantenha os pés sempre limpos, secos e hidratados (sem creme entre os dedos); Corte as unhas no formato reto e evite remover cutículas ou calos em casa; Nunca ande descalço, nem dentro de casa. Esses cuidados diários, somados ao acompanhamento profissional, reduzem o risco de complicações e melhoram a circulação e a cicatrização. De acordo com Lorena, controlar o diabetes é o primeiro passo para prevenir quaisquer complicações. “Quanto melhor for o controle da glicemia, menor o risco de desenvolver neuropatia e alterações circulatórias”, reforça. Ela ainda recomenda o uso de meias de algodão e sem costura, além de calçados confortáveis, sem pontos de atrito na pele. E alerta: fatores como tabagismo, má circulação, deformidades nos pés e sapatos inadequados aumentam o risco de complicações. Um alerta importante: as duas especialistas reforçam que o pé diabético é evitável em grande parte dos casos. “Entre 50% e 70% das amputações não traumáticas estão relacionadas ao diabetes, e muitas poderiam ser evitadas com informação e cuidado”, conclui Lorena.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções