Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés sem perfume. Mesma proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias. Seus pés secos.
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Desodorante para os pés sem perfume. Mesma proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias. Seus pés secos.
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100 g
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Sem Perfume nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.
Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.
Use antes e depois das atividades desportivas.
Resultado
Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.
Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.
Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Ingredientes
INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, HYDRATED SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL.
Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Sem Perfume oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Ideal para quem prefere produtos sem perfume.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Sem perfume elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Sem Perfume é discreto e neutro, sem perder o poder de proteção.
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Beleza dos pés é uma questão cultural. Entenda!
Pés bonitos, feios ou sagrados? Na verdade, é tudo uma questão cultural. No Brasil, por exemplo, o formato egípcio (aquele em que os dedos formam uma “escadinha”) é considerado o padrão de beleza para a região. Mas será que o mundo todo enxerga assim? A podóloga Fabiana Lopes desvenda essas questões. Formada pelo Senac Guarulhos e especialista em atendimento a idosos e pés diabéticos, a profissional explica que pés bonitos são aqueles bem cuidados – e ponto final! Assim, quando a pessoa não dedica um tempinho para eles, fica difícil o membro figurar entre as listas dos mais belos. “Os principais indicadores de um pé malcuidado é a presença de frieiras, bolhas, chulé e rachaduras”, afirma Fabiana Lopes. Ainda segundo ela, fatores como hidratação regular, unhas cortadas e saudáveis são determinantes para enquadrar um pé no padrão considerado bonito. Beleza não é exclusividade brasileira A preocupação com a aparência dos pés é, sim, mais comum no Brasil, onde há maior exposição desta parte do corpo devido ao clima e à cultura. Porém, tal comportamento não é verificado só aqui. Mas há diferenças óbvias de país para país. Em outros lugares, como nos Estados Unidos, as pessoas tendem a usar calçados fechados por mais tempo, o que pode causar umidade e facilitar o surgimento de micoses e fungos. Em contrapartida, há culturas que possuem relações únicas com os pés. Na Índia, por exemplo, são parte de rituais tradicionais. “Um dia antes do casamento, os pés e as mãos da noiva são pintados com henna para protegê-la e trazer boa sorte na nova vida. No segundo dia, os pés são lavados, simbolizando pureza”, conta a podóloga. Na China antiga, os “pés de lótus” eram um padrão de beleza amplamente difundido. Jovens meninas tinham os pés enfaixados para moldá-los em um formato menor e modificado, considerado atrativo para o casamento. “Embora essa prática tenha sido extinta, mostra como a percepção cultural varia e pode ser influenciada por diferentes fatores”, pontua a profissional. 10 cuidados para ter pés bonitos e saudáveis Manter os pés bem tratados é fundamental não apenas para a aparência, mas também para a saúde. Fabiana Lopes reforça que seguir uma rotina de cuidados pode evitar problemas como micoses, rachaduras e outras condições que afetam o bem-estar. Por isso, ela recomenda: 1. Lave os pés diariamente com sabonete adequado; 2. Seque-os bem com uma toalha limpa e macia; 3. Mantenha as unhas curtas e retas; 4. Faça hidratações diárias com cremes específicos, como de ureia, se não houver contraindicações (gestantes, por exemplo, não podem usar); 5. Use calçados e meias adequados e confortáveis; 6. Higienize os sapatos sempre e alterne o uso; 7. Evite andar descalço; 8. Beba bastante água; 9. Vá ao podólogo mensalmente; 10. Não fique mais de uma semana com o mesmo esmalte. Vale lembrar que cuidados adicionais são necessários para os pés diabéticos. “Observe diariamente as solas dos pés, use meias brancas para identificar possíveis feridas e escolha cremes hidratantes específicos para evitar complicações”, reforça Lopes. Beleza vai além da aparência Mais importante do que se encaixar em padrões criados de tempos em tempos pela sociedade, é ter pés saudáveis, bem cuidados e que sustentam o corpo e permitem a mobilidade diária. Por isso, a podóloga acrescenta que pés bonitos são aqueles saudáveis. “Ignorar pequenos sinais, como rachaduras ou desconforto, pode levar a complicações mais sérias. Portanto, cuidar dos pés deve ser um hábito constante, independentemente de padrões estéticos ou culturais”, conclui.
Fascite plantar: exercícios e produtos aliviam a dor
Quando dores persistentes no pé sinalizam a chance de ser fascite plantar vale lembrar que existem produtos e exercícios que podem aliviar esse incômodo. Sentir dores nos pés está longe de ser incomum. Passar horas em pé, usar calçados inadequados e fazer esforço demais são atitudes corriqueiras, principalmente na correria do dia a dia, que podem causar o desconforto. No entanto, dores persistentes acendem o sinal para algo mais sério. "Trata-se de uma inflamação da fáscia plantar, uma membrana fibrosa que conecta o calcanhar aos dedos dos pés. Essa estrutura estabiliza o arco do pé e sustenta as estruturas musculares ao caminhar e ficar em pé", explica o fisioterapeuta André Pêgas, da rede de clínicas Doutor Hérnia. Mas calma: tem solução! O primeiro passo ao perceber essa dor é buscar ajuda especializada - no caso, um ortopedista -, que poderá avaliar e confirmar o diagnóstico. A partir daí, o profissional indicará algumas medidas para aliviar o desconforto e, obviamente, tratar o quadro. O encaminhamento à fisioterapia faz parte do tratamento, já que a execução e a repetição de alguns exercícios são partes fundamentais do processo. Por que os exercícios são importantes? Exercícios específicos podem contribuir para a recuperação da fascite plantar, pois estimulam a fáscia plantar, melhorando sua elasticidade, irrigação e o controle postural do arco plantar. "Os exercícios são essenciais para prevenir novas crises, mas é importante evitar atividades físicas intensas na fase inicial da inflamação," reforça Pêgas, especialista em Fisioterapia Traumato Ortopédica e Desportiva. Práticas mais recomendadas Entretanto, não é qualquer série de exercícios que vai resolver a questão da fascite plantar. É preciso ter boas indicações médicas, acompanhamento e supervisão. Entre os mais indicados para melhorar o quadro estão: Elevação e descida na ponta dos pés, para fortalecer a fáscia; Alongamentos dos dedos e tornozelo, que aumentam a flexibilidade e aliviam a pressão; Específicos para o tendão de Aquiles e panturrilhas, já que fortalecem essas estruturas conectadas à fáscia plantar. Existe contraindicação para exercícios? Segundo o fisioterapeuta André Pêgas, nenhum tipo de exercício e alongamento é contraindicado ou vetado para quem sofre com a fascite plantar, mas saber o momento de praticar cada um deles é crucial. Ou seja, nada de se dirigir à academia e tentar resolver a condição por conta própria, porque isso pode acentuar a condição. "Sempre que possível, deve-se evitar exercícios nas fases mais inflamadas e agudas. A prática só deve ser retomada quando a inflamação estiver controlada para evitar o agravamento da dor", esclarece Pêgas. Produtos que aliviam o desconforto Além dos exercícios, palmilhas, almofada plantar e calcanheiras de gel ou de silicone podem reduzir a pressão sobre a fáscia plantar, aliviando o desconforto. O fisioterapeuta também destaca a importância de usar calçados adequados, evitando opções muito duras ou saltos altos, que sobrecarregam a região. Um leve salto pode ajudar, pois eleva o calcanhar e reduz a pressão sobre a fáscia. Já nos casos crônicos, a infiltração de corticoide pode ser uma opção para alívio da dor e inflamação, desde que haja recomendação médica. Vale saber que, caso a fascite evolua para um esporão calcâneo, a cirurgia passa a ser considerada para a remoção do esporão e alívio dos sintomas.
Bolhas nos pés: por que algumas pessoas têm e outras não?
Já reparou que há quem coloque um sapato novo e, em poucas horas, começa a reclamar de bolhas nos pés, enquanto outras pessoas parecem nunca sofrer com isso? A formação dessas lesões não acontece por azar, nem por acaso: está diretamente ligada a fatores mecânicos e características individuais da pele. O surgimento das bolhas depende basicamente de três elementos: atrito, umidade e resistência da pele, conforme esclarece a dermatologista Isabela Pitta. Assim, pessoas com a pele mais sensível ao trauma mecânico, suam mais ou utilizam calçados inadequados (que aumentam a fricção em pontos específicos) costumam ser as principais “vítimas”. “Além disso, o condicionamento da pele influencia. Quem já tem áreas mais acostumadas ao atrito tende a formar menos bolhas do que alguém que está começando uma atividade nova, como corrida ou trilha”, avalia a especialista. Fatores de risco As características da pele fazem diferença na predisposição às bolhas e aumentam o risco de lesão: Pele muito fina pode romper com mais facilidade. Pele muito espessa tende a formar bolhas mais profundas. Pele excessivamente ressecada racha com frequência. Pele muito úmida é mais frágil. Menor elasticidade cutânea favorece microtraumas. O suor excessivo também tem papel relevante. Segundo a médica, a hiperidrose plantar aumenta a umidade, amolece a camada superficial da pele e facilita o deslizamento entre as camadas da epiderme. Esse “descolamento interno” é justamente o que leva ao acúmulo de líquido e à formação da bolha. A influência da biomecânica Nem sempre a culpa é da pele. Alterações na pisada e no formato do pé igualmente podem ser os culpados por concentrar pressão e fricção sempre nos mesmos pontos. Por isso, há quem desenvolva bolhas repetidamente na mesma região. Entre as condições que favorecem esse padrão estão: Pé plano ou muito cavado. Pisada pronada ou supinada. Joanetes. Dedos em garra. “Quando há atrito repetido, acontece um movimento de cisalhamento entre as camadas da pele, ou seja, há um descolamento de camadas da epiderme, criando-se um espaço entre elas. O organismo preenche esse espaço com líquido como forma de proteção”, explica a dermatologista Isabela Pitta. A bolha, portanto, é uma resposta defensiva do corpo para evitar que o dano avance e não deve ser estourada por conta própria. Prevenção e acompanhamento O estilo de vida é mais um fator de influência quando o assunto são as bolhas. Assim, sedentários tendem a formar bolhas quando iniciam atividade física repentinamente, enquanto indivíduos ativos desenvolvem resistência ao atrito, mas podem ter lesões no aumento da intensidade, ao trocar o tênis ou praticar esportes de longa duração. No dia a dia, investir em prevenção é bastante eficaz. Evite: Usar calçados apertados ou largos demais. Estrear sapatos por longos períodos. Optar por meias de algodão, que retêm umidade. Manter os pés suados por muitas horas. Cortar as unhas de forma inadequada, o que pode alterar o apoio do pé. Prefira: Escolher o tamanho correto do calçado. Utilizar meias esportivas com tecnologia de absorção. Hidratar a pele, mas sem exagero. Amaciar sapatos novos antes do uso prolongado. Utilizar talco ou produtos específicos para controle do suor, quando indicado. A especialista orienta procurar um dermatologista se houver bolhas frequentes, lesões muito dolorosas, demora na cicatrização (atenção, diabéticos!) ou presença de bolhas em outras partes do corpo, sobretudo com coceira ou descamação. Nesses casos, vale investigar micoses, dermatites de contato ou doenças bolhosas autoimunes.
Pé diabético: cuidados e tratamentos
“Cuidados básicos e prevenção são palavras intrinsecamente ligadas, dessa forma, é necessário começar pelos fatores de risco inerentes ao surgimento de lesões nos pés, sobretudo o índice glicêmico, pois a partir de taxas de glicose alteradas (picos constantes - hiperglicemia) é que tudo começa sendo este o principal motivo que ativa uma cascata de alterações”, explica Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo Nardi, o primeiro aspecto a ser cuidado é a alimentação, que precisa ser balanceada com relação aos carboidratos, gorduras de qualidade ruim, sobretudo, uma dieta feita com periodicidade para evitar picos de glicemia. Outro ponto muito importante é a adesão correta ao tratamento farmacológico com relação ao diabetes (hipoglicemiantes orais, insulinas, entre outros). Ele lembra ainda que se os medicamentos forem tomados nos horários corretos, de acordo com a prescrição médica, já há um grande percentual de sucesso no tratamento de forma geral. Por último e não menos importante, ele fala sobre o autoexame e autocuidado diário com os pés. Autoexame e autocuidado diário com os pés “O autoexame por ser feito pelo próprio paciente ou por um familiar (cuidador), aliás, caso a pessoa tenha alguma dificuldade, o autoexame pode ser feito com a ajuda de um espelho, que quando colocado ao chão, o paciente deve procurar quaisquer alterações como bolhas, fissuras, cortes, alterações de cor, micoses, inchaço (edema), frieiras entre os dedos, calosidades, entre outros“, ensina Nardi. Qualquer alteração encontrada deve ser levada a um profissional de saúde, especialmente para o podologista, a fim de avaliar, tratar e caso seja necessário, encaminhar ao médico ou outro profissional da equipe multidisciplinar em saúde. Já ao que tange o autocuidado, alguns hábitos diários devem ser adotados a fim de reduzir ao máximo as chances de surgirem úlceras e até mesmo destas evoluírem amputações. “Hábitos saudáveis como realizar o corte correto das unhas (reto e sem bordas irregulares), uso de meias de algodão (preferencialmente sem costuras para não causar atrito), hidratação diária dos pés (com produtos específicos para pessoas com diabetes), manter intensa higiene dos pés e em especial das unhas, a água do banho deve ser morna para não causar queimaduras, realizar a secagem entre os dedos com toalha limpa (para evitar micoses interdigitais), não andar descalço para evitar contato com corpos estranhos e também evitar queimaduras, usar calçados específicos para portadores de diabetes e quando este for novo, usar no máximo por uma a fim não causar lesões de atrito”, recomenda o farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Nardi diz que quando as lesões já estão instaladas o tratamento é feito usualmente através de antibioticoterapia, tratamentos de laserterapia, troca diária das coberturas (curativos), cirurgias para colocação de stents em artérias obstruídas e até mesmo procedimentos para remoção de tecidos necróticos. ‘Ressalto que o melhor tratamento é a prevenção, através da adesão ao tratamento farmacológico (insulinas e hipoglicemiantes orais), dieta adequada e atividade física”, fala Nardi. Segundo ele, a educação em diabetes é o melhor “remédio”, pois somente através do conhecimento do processo da doença pode haver mudanças de hábitos diários e consequentemente ter reflexo positivo direto em no organismo, sobretudo em seus pés. O que um diabético jamais deve fazer? “O paciente jamais deve negligenciar seu tratamento da diabetes e sua alimentação, pois todas as alterações, sem exceção, têm seu início e agravamento com os picos de glicemia, ou seja, a hiperglicemia crônica”, ensina Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo ele, complicações como neuropatia diabética, obstruções vasculares periféricas (DAOP), deformidades motoras (musculares e articulares), a imunodeficiência e até o surgimento de úlceras são inerentes ao cuidado inadequado com a doença. “Apesar de parecer que os cuidados com os pés não são muito relevantes, são sim! Toda e qualquer complicação com os membros inferiores em portadores de diabetes tem início com a hiperglicemia, sendo assim o tratamento, bem como possíveis correções de rota devem começar pela base e é impreterível não o negligenciar”, afirma Nardi.
Erros no spa dos pés que ressecam ainda mais a pele
O spa dos pés é normalmente associado a relaxamento e hidratação, mas alguns hábitos comuns podem ter justamente o efeito contrário e, com isso, acabam ressecando a região. Água quente demais, excesso de lixa e produtos inadequados estão entre os principais vilões que comprometem a barreira natural da pele. A podóloga Francisca Sousa explica que muitos erros acontecem por excesso de zelo. Passar do ponto no cuidado pode fazer com que a pele perca sua proteção natural e entre em um ciclo de ressecamento e sensibilidade. 7 erros para não repetir em casa A seguir, a profissional lista questões que devem ser consideradas no spa dos pés caseiro. Confira: 1. Usar água em temperatura elevada. Água quente no spa dos pés promove conforto imediato, mas causa prejuízo depois. Apesar da sensação relaxante, a água quente é um dos maiores erros no spa dos pés. Isso porque remove a oleosidade natural da pele e facilita a evaporação da água, deixando os pés mais secos e sensíveis. O ideal é optar sempre por água morna e limitar o tempo de imersão. 2. Lixar demais. Outro equívoco frequente é lixar os pés com muita frequência. A remoção constante do excesso de pele faz com que o organismo reaja como forma de defesa e provocando um efeito indesejado, que é justamente estimular o espessamento da região. Com o tempo, isso agrava o ressecamento e favorece fissuras. 3. Esfoliar em excesso. A mesma questão da frequência intensa vale para a esfoliação exagerada, que pode gerar o chamado efeito rebote: a pele fica mais sensível e perde hidratação com mais facilidade. 4. Adotar produtos inadequados. Fórmulas com álcool, ácidos fortes ou perfumes demais podem agredir a pele, causando ardor, descamação e ressecamento. A recomendação é escolher itens específicos para os pés, com foco em hidratação e reparação da barreira cutânea. 5. Hidratar de forma incorreta. A hidratação não significa apenas passar cremes nos pés. A forma de aplicar o hidratante também faz diferença. Usar pouca quantidade de produto ou não “selar” a hidratação reduz a absorção e a durabilidade do efeito. Aplicar o creme com a pele levemente úmida ajuda a reter água e potencializa o resultado. 6. Confundir ressecamento com rachaduras. Essas condições não pedem a mesma abordagem. Enquanto o ressecamento responde bem a hidratantes, as fissuras exigem produtos mais específicos, com ação reparadora. 7. Não “proteger” a hidratação. Após o spa, deixar os pés sem algum tipo de proteção compromete todo o cuidado. Sem o uso de meias ou outro tipo de barreira, a pele perde rapidamente a hidratação por atrito e evaporação. “Com equilíbrio e escolhas corretas, o spa dos pés deixa de ser um vilão e passa a ser um aliado real no cuidado com a pele”, orienta a podóloga Francisca Sousa, O que realmente funciona no spa dos pés Para que o spa dos pés ajude a recuperar a maciez da pele, alguns cuidados simples fazem toda a diferença. Anote aí: Usar água morna e evitar longos períodos de imersão; Aplicar hidratantes com a pele ainda levemente úmida; Escolher produtos adequados e suaves; Evitar lixas e esfoliações frequentes; Proteger os pés após o procedimento; Manter regularidade, sem excessos.
10 hábitos diários que podem causar frieira
A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia. Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta. Práticas que favorecem a frieira A verdade é que atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais: 1. Ficar com o pé molhado ou suado por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios; 2. Usar o mesmo sapato todos os dias, sem dar tempo para secar e arejar; 3. Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente, acumulando umidade; 4. Não secar o vão entre os dedos depois do banho, deixando a pele molhada na região mais crítica; 5. Andar descalço em lugares úmidos e coletivos, como academias, piscinas, clubes ou vestiários; 6. Compartilhar toalhas, meias ou calçados com outras pessoas; 7. Usar sapatos muito apertados ou de material sintético, que não deixam o pé respirar; 8. Não trocar calçados molhados depois de pegar chuva ou suar excessivamente; 9. Ignorar pequenos machucados ou rachaduras, que funcionam como porta de entrada para o fungo; 10. Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos, sem exposição ao sol ou ventilação. A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção. Calor e umidade pioram o problema A médica esclarece que o ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados. “O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água. Grupo de risco e sinais de alerta Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São: Pessoas que transpiram excessivamente nos pés (com diagnóstico de hiperidrose); Atletas e esportistas que passam longas horas usando tênis fechados; Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios; Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível. Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento. Fique atento ao seguinte: Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos; Coceira leve que pode piorar com o tempo; Sensação de ardência ou mau cheiro; Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar. Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas. Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença. “Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz. Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.

