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Creme para Pentear Infantil Cabelos Cacheados 150ml – Baruel Baby

Creme para pentear infantil que facilita o pentear e deixa os cachos 95% mais definidos. Facilita o pentear.

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Creme para Pentear Infantil Cabelos Cacheados 150ml
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Cabelos Cacheados Baruel Baby
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Cabelos Cacheados Baruel Baby

Quantidade

150 ml

Benefícios

• Hidrata e define os cachos*
• Hipoalergênico
• Cheirinho de carinho
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Com ingredientes de origem natural
• Sem parabenos
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Aplique o creme para pentear mecha a mecha nos cabelinhos úmidos, desde o comprimento até as pontas.

Em seguida, amasse delicadamente os cachos de baixo para cima.

Não é necessário enxaguar.

Resultado

Cabelinho fácil de pentear, hidratado e com cachos 95% mais definidos.*

Cabelo com cachinhos definidos e sem frizz com aquele cheirinho de carinho.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

*Cachos 95% mais definidos em alta umidade por até 24 horas
*Em relação ao tratamento controle.

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, ÁLCOOL CETEARÍLICO, PARAFINA LÍQUIDA, DIMETICONA, FENOXIETANOL, HIETELOSE, GLICEROL, PERFUME , CLORETO DE ESTEARALCÔNIO, METOSSULFATO DE BEENTRIMÔNIO, ÁCIDO CÍTRICO, BENZOATO DE SÓDIO, ACETATO DE SÓDIO, SORBATO DE POTÁSSIO, EDETATO DISSÓDICO, LIMONENO, LINALOL, POLIQUATÉRNIO-10, ÁLCOOL ISOPROPÍLICO, HEXIL CINAMAL, CUMARINA, CITRONELOL, CELULOSE, CLORETO DE SÓDIO.

INGREDIENTS: AQUA, CETEARYL ALCOHOL, PARAFFINUM LIQUIDUM, DIMETHICONE, PHENOXYETHANOL, HYDROXYETHYLCELLULOSE, GLYCERIN, PARFUM, STEARALKONIUM CHLORIDE, BEHENTRIMONIUM METHOSULFATE, CITRIC ACID, SODIUM BENZOATE, SODIUM ACETATE, POTASSIUM SORBATE, DISODIUM EDTA, LIMONENE, LINALOOL, POLYQUATERNIUM-10, ISOPROPYL ALCOHOL, HEXYL CINNAMAL, COUMARIN, CITRONELLOL, CELLULOSE, SODIUM CHLORIDE.

Mais sobre Creme para Pentear Infantil Cabelos Cacheados 150ml – Baruel Baby

Creme para pentear para crianças. Com ingredientes hidratantes, facilita o pentear e deixa os cachos 95% mais definidos*.

O Creme para Pentear Cabelos Cacheados Baruel Baby foi cuidadosamente desenvolvido com ingredientes hidratantes, deixando os cabelos fáceis de pentear e com cachos definidos.

Oftalmo e dermatologicamente testado, o creme para pentear é hipoalergênico e produzido com ingredientes de origem natural.

Produto vegano, sem parabenos e não testado em animais.

Seu cheirinho de carinho prolongado é irresistível!

*Cachos 95% mais definidos em alta umidade por até 24 horas.
*Em relação ao tratamento controle

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Não usar em crianças menores de 3 anos. A partir de 3 anos: deve ser aplicado exclusivamente por adulto. Para maiores de 5 anos: usar sob a supervisão de adulto. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com os olhos. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Perguntas frequentes

Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.

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Sem cafuné! Por que meu filho evita meu carinho?
Cafuné

Sem cafuné! Por que meu filho evita meu carinho?

Nem sempre a criança quer colo, cafuné e carinho físico, e isso pode naturalmente gerar frustração nos adultos. O impulso imediato costuma ser interpretar a recusa como rejeição ou distanciamento afetivo. Mas não querer o toque não significa falta de amor. Muitas vezes, é apenas uma questão de comunicação emocional. Para compreender melhor esse comportamento, a psicóloga familiar Marcela Vincles aponta que a criança usa o corpo para expressar estados internos antes mesmo de explicar com palavras. Portanto, essa recusa pode indicar necessidade de autonomia, sobrecarga sensorial, cansaço, irritação, tentativa de autorregulação ou só preferência. “É um erro entender o gesto como rejeição ao adulto. A infância tem fases em que a autonomia corporal se intensifica. Oscilações no desejo de contato físico fazem parte do desenvolvimento saudável da identidade e dos limites”, justifica a profissional. É normal rejeitar carinho? Na verdade, sim! Entre dois e seis anos, a criança vive fases intensas de afirmação corporal e psicológica. Já na idade escolar, surge maior necessidade de privacidade. O desejo de contato físico pode variar conforme o momento, o humor e o contexto. Contudo, é importante saber diferenciar um limite saudável de possíveis sinais de alerta. Para isso, vale observar padrões. Limite saudável costuma ser: específico ao momento (“agora não”); flexível (aceita em outro momento); acompanhado de regulação emocional preservada. Sinais que merecem atenção: rigidez constante e generalizada; reação intensa ou desproporcional ao toque; mudanças bruscas ou regressão de comportamento; evitação corporal ampliada (banho, troca, abraço de pessoas seguras); medo intenso de pessoas específicas; alterações de sono ou alimentação; isolamento social significativo; irritabilidade constante ou tristeza persistente. Lembre-se: um “não” isolado não é problemático. Mas o conjunto de comportamentos pode indicar algo mais sério, com necessidade de avaliação e apoio profissional. Respeitar o “não” é importante A psicóloga familiar Marcela Vincles reforça que respeitar o limite corporal é a base do consentimento. Se o adulto ignorar a recusa, a criança pode aprender que seu corpo pertence ao outro e isso impacta na autoestima, segurança e percepção de limites. Reações como chantagem emocional, vitimização, imposição física, ridicularização ou insistência após a recusa tornam o limite um problema quando ele deveria ser parte do desenvolvimento saudável. O melhor caminho é sempre respeitar a decisão. “Quando o adulto transforma o ‘não’ em culpa, a criança aprende que dizer ‘não’ machuca as pessoas e pode começar a abandonar o próprio limite para manter o vínculo”, alerta a especialista. Afeto não é só toque Muitas crianças se sentem mais seguras com presença consistente do que com contato físico constante. Algumas alternativas que também geram conexão incluem: atenção exclusiva; brincar junto; olhar nos olhos; ouvir sem interromper; elogiar o esforço; conversar antes de dormir; criar rituais, como histórias ou músicas. Ensinar consentimento começa dentro de casa: peça permissão antes de abraçar, aceite o “não” sem drama, ensine a criança a pedir autorização para tocar os outros e mostre que adultos também têm limites corporais. Consentimento se aprende vivendo. Por fim, Marcela resume: “Uma criança que pode dizer ‘não’ para os pais é mais protegida no mundo. O cafuné é um gesto de afeto, mas o respeito é a base de tudo.”

Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?
Banho

Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?

Banheiro preparado, água morna, ambiente tranquilo. O banho deveria ser daqueles momentos de puro cuidado e acolhimento, mas, às vezes, o choro do bebê já começa na hora de tirar a roupinha e entrar na banheira. Será que a temperatura da água está por trás de tantas lágrimas? Alguns sinais respondem a dúvida e ajudam a resolver o caso. A pediatra Anna Dominguez, dos hospitais Sírio-Libanês e Vila Nova Star, explica que o choro no banho é comum, principalmente nos primeiros três meses de vida. Nessa fase, o sistema neurológico ainda é imaturo, e mudanças de temperatura, retirada da roupa e afastamento do colo podem gerar desconforto. “O banho envolve troca de estímulos, contato com a água e alteração de posição, o que pode ser intenso para quem ainda está se adaptando ao mundo”, avalia a médica. Não compreender a transição de ambiente também está entre os motivos. Temperatura faz diferença Sem dúvidas, a água pode ser um fator importante no choro. A recomendação é testar antes de colocar a criança na banheira. A parte interna do antebraço é uma boa referência: se o adulto sentir desconforto por estar muito fria ou muito quente, o bebê provavelmente também sentirá. Existe uma faixa considerada ideal e segura para a água: em torno de 34 °C. Termômetros próprios para banheira ajudam a garantir essa precisão, já que o teste de pele não conseguirá ser tão exato. Além do choro, o corpo costuma dar sinais claros de desconforto térmico: calor excessivo: pele avermelhada, suor, rosto ou corpo inchados, menor atividade e até sonolência; frio excessivo: palidez ou tom acinzentado, irritação, choro persistente e pele marmorizada. “Observar esses indícios físicos e comportamentais ajuda a diferenciar um incômodo pontual de algo que precisa ser ajustado”, orienta Anna Dominguez, que ministra cursos de atualização para outros médicos do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais fatores que podem incomodar Nem sempre o problema está na água. Excesso de estímulos tende a ser estressante para bebês pequenos. Isso porque, quanto mais barulho ou movimentação, maior será a agitação dos pequeninos. Para tornar o momento mais confortável e favorecer a adaptação, a pediatra recomenda: manter ambiente calmo e silencioso; preferir luz indireta; ter, no máximo, uma ou duas pessoas conduzindo a rotina; optar por banhos rápidos; utilizar a temperatura adequada. Por fim, cabe um alerta: se, mesmo após os três meses, o bebê continuar apresentando estresse intenso no banho ou se o choro for tão forte a ponto de fazê-lo perder o fôlego, é importante buscar avaliação médica. “Pele extremamente arroxeada também merece atenção, pois pode indicar algo além do desconforto térmico”, finaliza a médica.

Até onde é normal o cabelo das crianças cair?
Primeiros Fios

Até onde é normal o cabelo das crianças cair?

Ver fios no berço, no travesseiro ou no carrinho pode assustar muitos pais. Afinal, a expectativa costuma ser de que o cabelo do bebê apenas cresça e fique cada vez mais cheio e forte. E logo surge a dúvida: será que é normal ou há algo errado? A tricologista Juliana Souza, especialista em medicina capilar, tranquiliza ao explicar que a queda pode, sim, acontecer em diferentes fases da infância e nem sempre indica problema. Nos primeiros meses de vida, por exemplo, é comum ocorrer uma troca fisiológica dos fios, algo que faz parte da adaptação do organismo. “Muitos pais e cuidadores se surpreendem porque acreditam que o crescimento será contínuo. Mas o cabelo infantil também passa por períodos de troca e sincronização dos ciclos capilares, levando à queda antes da estabilização”, explicou a médica. Cada idade, um motivo Quando o assunto é queda capilar, existem diferenças em cada fase da vida: recém-nascidos: é relacionada às mudanças hormonais após o parto; bebês maiores: ocorre a troca dos fios mais finos (lanugo) pelos mais grossos; crianças maiores: outras causas precisam ser consideradas, como deficiências nutricionais, doenças do couro cabeludo, queda por tração causada por penteados apertados, atrito constante ou até fatores emocionais. Além disso, o ciclo capilar infantil é diferente do adulto. A fase anágena, que é a etapa de crescimento do fio, tende a ser um pouco mais curta na infância. Com o passar dos anos, esse ciclo vai se ajustando gradualmente até se aproximar do padrão adulto. A queda é normal se… Segundo a tricologista Juliana Souza, a queda difusa do cabelinho é bem comum nos primeiros meses de vida. Também é comum notar fios mais ralos na região occipital, na parte de trás da cabeça, devido ao atrito com o berço ou o travesseiro. Em geral, o quadro é esperado, transitório e apresenta recuperação espontânea, ou seja, sem necessidade de intervenção ou tratamento. Nesses casos, não deve haver nenhum outro sintoma além da perda capilar. Quando é hora de investigar É preciso atenção quando surgem sinais diferentes do padrão fisiológico. Entre os principais pontos de alerta estão: falhas localizadas ou placas sem cabelo; rarefação progressiva que aumenta com o tempo; vermelhidão, descamação, coceira ou crostas no couro cabeludo; fios muito quebradiços ou alteração na haste; queda persistente por vários meses sem recuperação. A especialista orienta que o pediatra deve ser o primeiro profissional procurado pela família. Porém, se houver um ou mais desses sintomas, é indicado o encaminhamento para avaliação com dermatologista ou tricologista que atende bebês e crianças.

Vale a pena usar fralda ecológica? Pediatra responde
Troca e Fraldas

Vale a pena usar fralda ecológica? Pediatra responde

A escolha da fralda é uma das decisões que mais geram dúvidas nos primeiros meses do bebê. Entre praticidade, custo e impacto ambiental, muitos pais se perguntam se as fraldas ecológicas realmente compensam ou se é melhor optar pelas descartáveis. A resposta depende menos da moda e mais do contexto de cada família. O pediatra Henrique Samuel Carvalho, da plataforma de consultas INKI, explica que as fraldas ecológicas são, na verdade, as versões de pano, mas modernizadas. As opções atuais contam com uma capa impermeável e absorvente, feita de tecidos naturais ou sintéticos, como algodão, bambu ou cânhamo. Diferentemente das descartáveis, são reutilizáveis ao lavar. “O principal benefício é a menor exposição a produtos químicos. Componentes naturais reduzem o risco de dermatites e reações alérgicas e, como não há gel superabsorvente, a umidade é percebida mais rápido, o que favorece trocas frequentes e protege a pele”, destaca o médico. Prós e contras das fraldas ecológicas Entre os principais pontos positivos estão: redução de resíduos ambientais; menor exposição a fragrâncias e compostos químicos; melhor controle térmico e respirabilidade; economia financeira a longo prazo. Por outro lado, há desafios importantes: investimento inicial mais alto; curva de aprendizado na lavagem e ajuste; maior demanda de tempo e logística doméstica; maior volume na roupa. Independentemente da escolha, o mais importante é que seja viável para a rotina da família e segura para o bebê. Avaliar contexto, logística e capacidade de manter higiene rigorosa é o que realmente define se vale a pena investir nesse modelo. Quando usar e quando evitar Segundo o pediatra Henrique Samuel Carvalho, as fraldas de pano podem ser adotadas desde o nascimento. Apesar disso, alguns pais e cuidadores preferem usar a partir dos dois ou três meses, quando o corpo do bebê se ajusta melhor e a frequência das evacuações tende a estabilizar, facilitando as trocas. Mas também há situações específicas em que o uso exige atenção redobrada ou pode ser até contraindicado temporariamente, como: Casos de candidíase de fralda: demandam protocolo rigoroso de desinfecção, pois fungos podem sobreviver a lavagens domésticas convencionais. Viagens longas ou internações: podem limitar a rotina necessária. “Em todos os casos, é preciso vigilância. A ventilação e o controle térmico são melhores devido aos tecidos naturais, mas a umidade é maior. Se as trocas não forem regulares, esse contato pode afetar a pele”, alerta o especialista. Decisão depende da rotina A organização da família é o principal fator para a decisão. Vale considerar que os primeiros meses já são marcados por privação de sono e alta demanda de tarefas, logo, a carga de lavar, secar e armazenar fraldas de pano pode gerar mais estresse. Iniciar o processo com um kit pequeno ou adotar modelo híbrido costuma ser uma estratégia mais segura para testar a adaptação. Ainda assim, os cuidados com a lavagem devem ser rigorosos para garantir a segurança da pele e evitar infecções. São eles: enxaguar a fralda previamente para remover resíduos; utilizar sabão adequado e evitar amaciantes; dar preferência à secagem ao sol por conta da ação higienizadora natural; trocar sempre que houver evacuação e, para urina, a cada 2-3 horas. “Famílias com acesso limitado à água potável, saneamento ou sem máquina de lavar podem encontrar dificuldades na higienização correta. Nesses contextos, a escolha deve considerar a viabilidade técnica de uma lavagem segura para não comprometer a saúde do bebê”, conclui Henrique.

O que realmente é muito usado no enxoval até os 3 meses?
Enxoval

O que realmente é muito usado no enxoval até os 3 meses?

Montar o enxoval para um recém-nascido e os primeiros meses de vida costuma gerar ansiedade e dúvida, sobretudo entre pais de primeira viagem. Mas o que poucos imaginam é que os primeiros meses de vida pedem menos variedade e mais funcionalidade. Itens ligados ao conforto, à higiene e à facilidade nas trocas são os coringas dessa lista. Esses três pilares são fundamentais para a enfermeira obstetra Meiriele Rodrigues, especialista em consultoria materna. “Bodies, culotes e macacões fáceis de vestir formam a base das trocas, enquanto fraldas de pano, paninhos de boca, mantas e um kit simples de higiene são usados diariamente”, ensina. Ela também explica que, na fase inicial, o bebê ainda vive a chamada exterogestação, fase em que precisa se sentir acolhido e seguro. Por isso, tecidos 100% de algodão, roupas práticas e poucos produtos de banho fazem mais diferença do que peças elaboradas ou itens pensados para momentos posteriores. Muito úteis no dia a dia Segundo a profissional, o que não pode faltar na lista do enxoval é: bodies e mijões; macacões com zíper ou botões frontais; fraldas de pano e paninhos de boca; mantas (uma mais leve e outra mais quente); fraldas descartáveis (poucas unidades RN e maior volume do tamanho P); algodão, água morna e pomada de barreira para assaduras. A designer gráfica Rafaela Neves, 25 anos, é mãe de primeira viagem e concorda com as indicações. Com uma bebê de 6 meses, ela conta que bodies, shorts, cueiros, panos de boca e mochila foram os mais usados. Você não vai precisar ainda Vale lembrar que alguns itens são bastante necessários, mas não nos primeiros três meses. Então, dá até para esperar e comprar depois, viu? A consultora materna enumera o que pode esperar um pouco: sapatos; roupas com muitos botões nas costas; peças de jeans ou tecidos rígidos; termômetros de banheira; luvas, que limitam a exploração sensorial das mãos. Mais uma vez, as dicas batem perfeitamente com a experiência de Rafaela. Isso porque as luvas, toucas, meias e casaquinhos foram as opções de vestuários menos aproveitadas pela mamãe. Aquecedor de água para troca de fraldas e lixeira com bloqueio de odor também foram pouco úteis. O enxoval ideal Pensando em uma rotina de lavagem de roupa a cada dois ou três dias, a enfermeira obstetra Meiriele Rodrigues indica uma quantidade funcional entre os tamanhos RN e P com aproximadamente: 6 a 8 bodies de manga curta; 6 a 8 bodies de manga longa; 8 a 10 mijões; 6 a 8 macacões; 4 pares de meias; 10 a 15 fraldas de boca. No caso de Rafaela, ela optou por comprar menos opções no tamanho de recém-nascido (RN) e investiu mais nos modelos P. A estratégia adotada previa evitar desperdícios e, também, por saber que sua filha já tinha um tamanho superior ao esperado – logo, o crescimento da bebê provavelmente seria mais acelerado. Já para itens atemporais, como os (panos do tipo) cueiros, dificilmente haverá um exagero, porque tendem a durar e ser úteis em muitas fases. “São multifuncionais! Servem na hora da troca, pano de boca, cobrir as perninhas em passeios e até como naninha”, compartilha a mãe. Higiene e praticidade andam juntas Nos cuidados diários, a recomendação é manter tudo simples. Uma lista enxuta de itens para higiene, sendo funcional, tende a ser suficiente nos primeiros meses. A consultora recomenda ter à mão: Algodão no formato de quadrados grandes. Pomada para prevenção de assaduras. Sabonete líquido neutro. Escova de cabelo com cerdas macias. Lixa ou cortador de unhas. Embora os lenços umedecidos pareçam mais práticos, a orientação profissional é de priorizar o algodão com água morna nas primeiras semanas e meses de vida. Quem quiser complementar a lista, ainda pode investir em almofada de amamentação, sling e luz noturna suave. Dicas de amiga Anote mais algumas dicas para acertar no enxoval do bebê, unindo conhecimento profissional e experiência vivida, Meiriele Rodrigues e Rafaela Neves, lembram: Considere a estação do ano. Priorize a segurança no sono (quanto menos itens no berço, melhor). Lave as roupas com sabão neutro e evite amaciantes. Corte excessos – se não for precisar agora, não compre. Invista apenas no que facilita a rotina, sem culpa.

“Eu faço sozinho”: o que essa fase revela sobre seu filho
Transições e Fases

“Eu faço sozinho”: o que essa fase revela sobre seu filho

Entre a pressa do adulto e a descoberta da criança, nasce um dos momentos mais intensos da primeira infância: a fase do “eu faço sozinho”. Comer, vestir ou guardar brinquedos deixam de ser apenas tarefas e passam a representar autonomia quando os pequenos adotam essa frase. Sabemos, porém, que quando o relógio aperta, o desejo de independência pode virar tensão. A analista administrativa Jennifer Cristina percebeu essa mudança logo após a filha iniciar na creche. A menina passou a querer repetir em casa o que fazia na escola, especialmente na hora da comida. Prestes a completar 3 anos, surpreendeu: pegou o pote de brócolis da geladeira, abriu e começou a comer sozinha, no tempo dela. No entanto, essa diferença de ritmo entre os adultos pode causar uma certa tensão. “O pai dela acha mais fácil cortar e dar na boca para ser mais rápido. Eu defendo que ela precisa dessa autonomia e quero que faça no tempo dela, mesmo quando estou cansada do trabalho”, diz a mãe. O que significa o “eu faço sozinho” A psicóloga Thamiris Camargo, que atende crianças da primeira infância na Clínica Revitalis, explica que essa fase é marcada pelo desejo intenso de agir por conta própria. Ela surge com força entre 1 ano e meio e 3 anos, quando a criança começa a se perceber como um sujeito separado do adulto. “O ‘eu faço sozinho’ é, no fundo, um ‘eu existo’”, explica a profissional. Assim, essa etapa se caracteriza por atitudes como: tentativa de realizar ações sem ajuda, mesmo sem coordenação suficiente; insistência em tarefas ligadas ao próprio corpo e ao ambiente; resistência quando o adulto interfere rapidamente; necessidade de experimentar causa e efeito. Cognitivamente, a criança já compreende que, ao tentar fazer sozinha alguma atividade, algo sempre vai acontecer. Pelo lado emocional, tal manifestação constrói identidade, autoestima e senso de competência. Quando o adulto permite a tentativa, a mensagem é de confiança; quando impede constantemente, pode transmitir insegurança. Em que ações essa fase aparece mais O desejo de autonomia costuma surgir nas tarefas que envolvem o próprio corpo e o controle do ambiente, como: comer sozinho, mesmo que derrube comida; tentar vestir ou tirar a roupa; escovar os dentes; guardar brinquedos; subir escadas. Não se trata apenas de prática diária, mas de algo simbólico. Ao realizar essas ações, a criança experimenta domínio sobre si mesma e o espaço ao redor, fortalecendo a noção de autoria e iniciativa. A especialista em comportamento infantil ainda reforça que não é uma birra do pequeno. “Isso gera um conflito de tempos, porque o adulto vive no relógio, enquanto a criança está na experiência”, justifica. Por que isso gera tanta tensão O conflito nasce justamente porque os ritmos são diferentes. Os pais e cuidadores têm horários a cumprir, enquanto as crianças precisam sentir que são capazes de fazer aquilo, independentemente do tempo. Essa tensão aumenta quando autonomia e pressa se encontram. Para a psicóloga Thamiris Camargo, equilibrar incentivo e organização familiar exige escolhas realistas. Nem sempre será possível permitir que a criança faça tudo sozinha, especialmente quando há compromissos a cumprir. O importante é estar ciente que, reconhecer isso não significa falhar. Como incentivar sem transformar em conflito Quando a criança quer fazer algo sozinha, mas ainda não consegue dar conta do recado, a orientação é oferecer ajuda sem assumir totalmente o controle. Ou seja, deve-se considerar antecipar-se e dividir as tarefas com o pequeno, sempre valorizando a tentativa dele para fortalecer a confiança. “Essa fase não é um problema a ser corrigido, mas um sinal de desenvolvimento saudável. Crianças que podem tentar, errar e tentar novamente constroem autonomia emocional, tolerância à frustração e confiança. O papel do adulto não é acelerar, mas sustentar – com paciência, limite e respeito”, garante a profissional.

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Todo bebê merece esse carinho!

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