Condicionador e Máscara Todos os Cabelinhos 300ml – Baruel Kids
Condicionador + Máscara 2x1 para meninos e meninas deixa os fios hidratados, brilhantes e soltos. Com Óleo de Argan e Vitamina E.
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Condicionador + Máscara 2x1 para meninos e meninas deixa os fios hidratados, brilhantes e soltos. Com Óleo de Argan e Vitamina E.
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300 ml
Fragrância
Todos os Cabelinhos
Benefícios
• Dermatologicamente testado
• Cheirinho de banho gostoso
• Fios hidratados e brilhantes
• Hidrata, solta e deixa o cabelo brincar
• Óleo de Argan (fios alinhados, brilhantes e com menos frizz)
• Vitamina E (cabelos saudáveis e protegidos)
• Não testado em animais
• Produto vegano
Dicas de Uso
Após utilizar o shampoo, coloque nas mãos uma quantidade do produto e aplique-o diretamente nos cabelos molhados. Espalhe por toda extensão dos fios, concentrando mais nas pontas. Deixe agir por 30 segundos e enxágue bem.
Para efeito máscara, deixe agir por mais tempo, entre 2 á 3 minutos.
Em seguida, enxágue bem.
Resultado
Condicionador para todos os tipos de cabelinho, atende meninos e meninas, deixando os cabelos com um delicioso cheirinho de banho gostoso cítrico, após um dia de muita brincadeira. Baruel Kids: a infância pede suor!
Ingredientes
INGLÊS: AQUA, CETEARYL ALCOHOL, CETYL ALCOHOL, STEARAMIDOPROPYL DIMETHYLAMINE, GLYCERIN, PARFUM, HYDROXYETHYLCELLULOSE, STEARALKONIUM CHLORIDE, SODIUM BENZOATE, AMODIMETHICONE, POTASSIUM SORBATE, GUAR HYDROXYPROPYLTRIMONIUM CHLORIDE, DISODIUM EDTA, ARGANIA SPINOSA KERNEL OIL, TOCOPHERYL ACETATE, LACTIC ACID, POLYQUATERNIUM-7.
PORTUGUÊS: ÁGUA, ÁLCOOL CETEARÍLICO, ÁLCOOL CETÍLICO, ISOESTEARAMIDOPROPIL DIMETILAMINA, GLICEROL, FRAGRÂNCIA, HIETELOSE, CLORETO DE ESTEARALCÔNIO, BENZOATO DE SÓDIO, AMODIMETICONA, SORBATO DE POTÁSSIO, CLORETO DE GUAR HIDROXIPROPILTRIMÔNIO, EDETATO DISSÓDICO, ÓLEO DA CASTANHA DE ARGAN, ACETATO DE TOCOFERILA, ÁCIDO LÁCTICO, POLIQUATÉRNIO-7.
Mais sobre Condicionador e Máscara Todos os Cabelinhos 300ml – Baruel Kids
Condicionador para todos os tipos de cabelinhos. Atende meninos e meninas, a partir dos 3 anos, deixando os cabelos com um delicioso cheirinho de banho gostoso cítrico, após um dia de muita brincadeira.
O Condicionador + Máscara 2x1 Baruel Kids Todos os Cabelinhos para meninos e meninas tem cheirinho de banho gostoso e deixa os fios hidratados, brilhantes e soltos.
Dermatologicamente testado, sua fórmula foi desenvolvida para o cabelo infantil. Pode ser usado tanto por meninas quanto por meninos a partir dos 3 anos.
O Óleo de Argan presente na fórmula deixa os fios alinhados, brilhantes e com menos frizz. Já a Vitamina E deixa os cabelos protegidos e saudáveis.
Produto vegano e não testado em animais.
O cheirinho de suor sai, o cheirinho de banho tomado fica!
Deixe o cabelo brincar porque a infância pede suor!
Baruel Kids acredita que a infância pede movimento e celebra o suor que vem do viver e ser criança. Com a linha completa de cuidados Baruel Kids, os seus filhos podem brincar à vontade. Os cabelos ficam livres do cheiro de suor e ganham um frescor que dura o dia inteiro, garantindo que a liberdade de ser criança nunca acabe.
Recomendações
O produto deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com os olhos. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico.
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Perguntas frequentes
Os produtos Baruel Kids são indicados para uso a partir dos 3 anos.
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Febre de madrugada: o que observar antes de ir para o hospital
Acordar no meio da noite com o bebê ou criança febril causa uma preocupação imediata. Nessa hora, a principal pergunta é: observar os sintomas em casa ou sair para o médico? Na verdade, o primeiro passo deve ser confirmar a temperatura com um termômetro. Essa medição ajuda a orientar os próximos cuidados e evita decisões tomadas apenas pela impressão de que o pequenino está quente, conforme explica a pediatra Maria Isabela Mendonça, professora de medicina da Universidade Anhembi Morumbi. "Depois de confirmar a febre, os pais devem manter a calma para observar outros sinais que ajudam a avaliar como a criança está e a definir a necessidade de atendimento", diz a médica. Em que ficar de olho Além da temperatura, a orientação é acompanhar alguns aspectos do estado geral do filho. Vale atenção para: hidratação; respiração; irritabilidade; sonolência; dificuldade para acordar. Essas informações orientam a família sobre a evolução do quadro ao longo da noite e ajudam na decisão de esperar amanhecer ou ir ao hospital logo. Quando buscar atendimento imediatamente Em algumas situações, não é indicado esperar amanhecer. De acordo com a especialista, todo bebê com menos de três meses que apresentar temperatura de 37,5°C ou mais deve receber a medicação orientada pelo pediatra e ser avaliado o mais rápido possível. Também é preciso procurar atendimento imediatamente quando houver: crise convulsiva; ausência de respiração; palidez da pele; boca arroxeada. Enquanto o atendimento não acontece, o objetivo é manter o bebê confortável com o antitérmico prescrito e os cuidados dos pais. Já o banho frio deve ser evitado. Nem toda febre é algo grave Embora assuste, a febre não é um sintoma indicativo de doença que precisa de antibióticos. “Na verdade, é um sinal de que o sistema imunológico entrou em ação e, muitas vezes, o organismo consegue resolver o problema sem a necessidade desse tipo de medicamento”, esclarece a professora Maria Isabela Mendonça. No entanto, se a febre persistir por mais de 48 horas e vier acompanhada de falta de apetite, baixa ou nenhuma ingestão de líquidos, recusa das mamadas em bebês menores de seis meses ou sonolência, o quadro requer avaliação. Em caso de dúvidas, é importante buscar informação médica confiável para conduzir o quadro com segurança, ou seja, contatar o pediatra responsável ou procurar um pronto-socorro infantil.
Meu filho já se compara com os colegas. E ele tem só 8 anos
Se uma criança começa a dizer que o colega é melhor, mais bonito ou que “todo mundo tem” algo e ela não, muitos pais se preocupam. A sensação é de que a comparação chegou cedo demais e pode impactar a autoestima e a autoconfiança. Para saber como lidar com os episódios, é preciso entender o comportamento antes. A coordenadora pedagógica Isabel Marconcin, da educação infantil e ensino fundamental I do Colégio Bom Jesus, alerta que é importante ter cautela antes de classificar o comportamento como comparação propriamente dita. Isso porque, na primeira infância, existe um movimento mais natural, a imitação. “Crianças pequenas costumam imitar o comportamento de adultos e até mesmo de outras crianças. Elas observam, aprendem e reproduzem. Podem querer usar o cabelo como a professora, caminhar como o avô ou cantarolar porque viram alguém fazendo isso”, afirma a educadora. Quando a comparação preocupa Na infância, as referências vêm de diferentes contextos: da escola, das falas em casa, telas e até entre irmãos. Já o impacto disso depende da frequência e de como acontece. Quando a comparação é recorrente e estimulada por adultos, pode passar a impressão de que a criança não é suficiente e deve melhorar para ter amor e aprovação. Mas comparar também pode ser, na verdade, uma estratégia dos pequenos para conseguirem o que desejam. Segundo Isabel, esse argumento de negociação infantil é visto em frases como “a mãe do fulano deixa” ou “o fulano tem celular”, usadas para tentar convencer os pais e não, necessariamente, como sinal de baixa autoestima. “Nesses casos, sentar e conversar de forma clara ajuda a criança pequena a compreender as opções da família e a entender que dizer ‘não’ também é um ato de amor e de cuidado”, orienta a coordenadora pedagógica. O papel do desenvolvimento A evolução também pode estar por trás desses episódios. Conforme destaca a pediatra Nicole Biral Klas, do departamento de saúde escolar do Colégio Bom Jesus, a comparação passa a fazer parte do desenvolvimento social em determinado momento. “A partir dos 7 ou 8 anos, a criança começa a desenvolver a percepção social. Ela passa a entender que faz parte de um grupo e, naturalmente, começa a perceber as semelhanças e diferenças entre ela e os demais. Nessa idade, a comparação faz parte da construção da identidade”, avalia a médica. Assim, comparações pontuais fazem parte da experiência humana. O alerta só deve surgir quando esse comportamento for frequente, intenso e vir acompanhado de: sofrimento emocional; desistência de tarefas; autocrítica elevada; isolamento; frases como “eu não vou conseguir” ou “eu sou burro”; fuga de situações sociais; sintomas físicos antes de ir à escola, como dor de barriga; mudanças no apetite ou no sono após situações que geram comparação. Nesses casos, é importante investigar o que está acontecendo e buscar apoio profissional, como a própria escola ou um psicólogo especialista em crianças. Como os adultos podem agir As especialistas listam algumas atitudes que ajudam a reduzir o impacto da comparação e fortalecer a autoestima: validar o sentimento da criança sem reforçar a lógica comparativa; evitar frases como “você é melhor que ele”, pois mantêm a comparação; valorizar o esforço e o comportamento, e não apenas o resultado; reservar tempo de qualidade para vínculo, escuta e acolhimento; observar sinais como apatia, irritabilidade, isolamento ou desistência constante. “Em vez de elogiar características como ‘você é muito inteligente’, é mais saudável reconhecer o esforço e o comportamento da criança. Caso não tenha tido sucesso, mas tenha se esforçado, é importante valorizar o progresso e encorajá-la a tentar novamente”, orienta a pediatra Nicole Biral Klas. Já a coordenadora pedagógica Isabel Marconcin lembra que regras e limites também são importantes, mas devem estar atrelados a um ambiente seguro e estável, com um adulto que acolhe e acalma. “Crianças precisam se sentir vistas, escutadas, valorizadas e amadas. O vínculo é a base da regulação emocional”, finaliza.
Doce, tela e colo para os netos. Quando os avós passam dos limites
Guloseimas antes do almoço ou fora de hora, alguns minutos a mais de tela ou aquele colo depois da criança aprontar. Diferenças entre pais e avós sobre a criação são comuns, mas não precisam virar motivos de conflitos quando todos compartilham do mesmo amor. Para a psicóloga Leny Louzada, especialista em ciências do envelhecimento, essas divergências surgem porque os mais velhos normalmente ocupam papéis diferentes, quer dizer, enquanto os pais são responsáveis por educar e estabelecer limites, os avós vivem a relação de um jeito mais leve, aproveitando o tempo com os netos. Ainda assim, isso não significa falta de cuidado. “Essas diferenças são completamente naturais. São maneiras diferentes de expressar o amor pelas crianças”, afirma a profissional. O diálogo vem antes das regras O primeiro passo é lembrar que ninguém está em lados opostos. Pais e avós precisam construir os combinados por meio de conversas abertas, respeitosas e sem julgamentos, para que cada um compreenda as necessidades do outro. A professora aposentada Roseli Caldas é avó de três crianças e conta que esse alinhamento começou antes mesmo de assumir parte dos cuidados com os netos. Como se aposentou justamente para cuidar deles, ela e os filhos conversaram desde o início sobre a rotina que seria seguida. Uma das estratégias adotadas pela família foi criar quadros de rotina, usados até hoje para organizar horários e atividades. “É aquele ditado: o combinado não sai caro. Com tudo acordado, fica tudo certinho para todos nós”, garante a avó. Nem tudo precisa ser igual Cada avô e cada avó têm seu jeito de demonstrar carinho, e preservar essa individualidade também faz parte de uma convivência saudável. O importante é que as regras realmente essenciais sejam compartilhadas por todos. Quando um combinado não é cumprido, a orientação é evitar discussões na frente da criança. “O ideal é conversar em particular, com carinho e sem apontar culpados. Na maioria das vezes, os avós agem movidos pelo desejo de agradar os netos, não de desrespeitar os pais”, observa a especialista Leny. Ela lembra ainda que os próprios avós são os pais dos adultos que hoje criam essas crianças. Por isso, o diálogo deve acontecer sempre com respeito e acolhimento. Quando vale flexibilizar Nem todas as regras têm o mesmo peso. Nesse sentido, algumas flexibilizações podem fazer parte das boas lembranças da infância, como um doce em ocasiões especiais, alguns minutos extras de brincadeira ou pequenas exceções previamente combinadas. Já temas ligados à saúde, à segurança, ao sono e ao uso de telas pedem que todos mantenham a mesma orientação. A avó Roseli conta que viveu esse desafio. Embora fosse contra liberar celulares para as crianças, respeitou a decisão tomada pelos pais. Já em relação aos doces antes dos dois anos, admitiu que inicialmente não concordava com a regra, mas optou por segui-la. Leny Louzada reforça que, mais importante do que concordar com tudo, é agir em parceria. “Quando pais e avós conseguem dialogar, respeitar seus papéis e trabalhar juntos, ensinam, pelo exemplo, valores como respeito, cooperação e afeto. Esse é um dos maiores presentes que uma família pode oferecer a uma criança”, finaliza.
5 sinais que a criança testa o espaço antes de confiar nele
Entrar em um ambiente novo não é tarefa simples para todas as crianças. Antes de brincar, fazer amizades ou se soltar mais, algumas passam por um período de observação e experimentação do espaço. Esse movimento faz parte do processo saudável de adaptação e os adultos devem respeitá-lo. “Dizer que a criança ‘testa’ um lugar significa reconhecer que ela precisa experimentá-lo – com o corpo, com as emoções e com o vínculo – antes de se sentir segura. Ela observa, explora, se aproxima, se afasta e testa limites e reações dos adultos”, explica a psicopedagoga e escritora Paula Furtado. Segundo a profissional, esse teste é uma forma saudável de ela perguntar, mesmo sem palavras: “aqui é seguro? Eu pertenço a este lugar? Posso ser quem eu sou aqui?”. A criança precisa viver essa experiência para então se sentir realmente confiante. Sinais de que o local está sendo testado Quando estão mapeando emocionalmente o ambiente, as crianças costumam apresentar comportamentos característicos. Entre os sinais mais comuns estão: 1. Ficar mais próxima do adulto de referência. 2. Circular pelo espaço sem se fixar em uma atividade. 3. Observar mais do que participar. 4. Testar regras, perguntando “posso subir aqui?” ou “posso entrar ali?”. 5. Oscilar entre curiosidade e retraimento. A educadora reforça que esse processo é fundamental para a construção da sensação de segurança e pertencimento. Ao testar o espaço, os pequenos entendem como funciona, quais são os limites, como os adultos reagem e se suas necessidades serão acolhidas. Só depois disso eles conseguem relaxar e ter mais autonomia. Em contextos diferentes, o teste do espaço pode assumir formas variadas: Na escola: pode surgir como choro durante a adaptação, dificuldade de separação ou resistência às propostas iniciais. Na casa de familiares: a criança pode ficar mais quieta ou, ao contrário, testar regras. Em espaços públicos: tende a buscar colo, evitar interações ou se movimentar sem um foco específico. Além disso, crianças diferentes testam os ambientes de maneiras distintas. Idade, temperamento (mais sensível, expansivo ou cauteloso), experiências anteriores, como mudanças bruscas ou separações, e a qualidade dos vínculos influenciam diretamente o ritmo desse processo. “Algumas precisam de mais tempo e isso não é sinal de problema, mas de sensibilidade”, avalia a psicopedagoga Paula Furtado. Confiança X pedido de ajuda Vale saber que nem sempre a resistência é birra. Recusas, choros, silêncio, oposição ou regressões temporárias também podem ser tentativas de entender quais são os limites daquele espaço e quem será o cuidador ali. Nesses casos, os adultos devem: respeitar o tempo da criança; nomear os sentimentos; manter rotinas previsíveis; serem firmes e acolhedores ao mesmo tempo; evitar comparações. A especialista garante que, com o passar do tempo, o lugar deixa de ser ameaçador e passa a ser percebido como “pertencente”. Quando isso acontece, a criança costuma: brincar com mais espontaneidade; se afastar do adulto com segurança; expressar emoções com mais clareza; criar vínculos; demonstra curiosidade e iniciativa. Por fim, Paula reforça que os testes são ótimos sinais de inteligência emocional em construção. A pressa vem do adulto, mas o tempo é da criança. No entanto, se o desconforto for intenso, persistente e impactar o desenvolvimento, o sono, a alimentação ou as relações, é hora de buscar apoio profissional.
Bebês não precisam ouvir apenas “músicas para crianças”
Na hora de escolher o que tocar para o bebê, o gênero musical não deve ser o único critério. Diferentes estilos podem fazer parte da rotina, desde que o volume seja adequado e haja interação. O que importa não é restringir as músicas, mas criar momentos positivos com elas, já que a voz de quem cuida, a presença e o afeto envolvidos nesse momento ajudam a transformar a música em uma experiência compartilhada. Sem contar que, quando os cuidadores apresentam diferentes estilos além do infantil, acabam ampliando o repertório sonoro do bebê. Isso ainda ajuda a fortalecer os momentos de conexão entre a família. E os benefícios da música não param por aí: ainda favorece o desenvolvimento da coordenação motora, da comunicação e fala, da atenção, da expressão corporal e das habilidades sociais e emocionais. O ambiente também faz diferença Segundo a musicoterapeuta infantil Tatiana Harumi Komi, prestar atenção ao ambiente é mais importante do que escolher a playlist. Tudo porque, nos primeiros meses de vida, o sistema auditivo é bastante sensível e merece alguns cuidados. Sons muito altos ou repentinos, como fogos de artifício, secadores de cabelo e liquidificadores, devem ser evitados sempre que possível perto de um pequeno ser. O ideal é apresentar o bebê aos sons do cotidiano de maneira gradual e sem excessos. “Lembre-se de que o silêncio também faz parte das experiências sonoras. Alternar momentos tranquilos com outros de maior estímulo ajuda o bebê a se adaptar aos diferentes ambientes sem sobrecarregar a audição”, orienta a profissional. Voz da família torna música especial Além das canções, as vozes dos pais e cuidadores ocupam um lugar especial nessa experiência. Como a audição se desenvolve durante a gestação, o bebê já entra em contato com diversos sons antes mesmo de nascer, o que rende a formação de uma memória musical. Nesse sentido, Tatiana Harumi Komi lembra que a família pode criar as próprias musiquinhas para momentos específicos, como o banho, as brincadeiras ou a hora de dormir. Esses rituais sonoros ajudam na compreensão da rotina e do que vem a seguir. “Não existem regras específicas. O que torna essa experiência especial é a intenção, o afeto e a interação entre quem canta e o bebê”, afirma. Cuidado com as letras Nem sempre as músicas mais calmas são as mais indicadas para os bebês. Inclusive, cada um responderá de um jeito diferente. Entretanto, vale uma atenção especial para as letras das músicas, sobretudo as composições voltadas para adultos. Mesmo que os pequenos não compreendam as palavras, percebem aspectos emocionais transmitidos pela melodia. Com o passar do tempo e o desenvolvimento da criança, as letras contribuem para a comunicação, os balbucios e a aquisição da fala. Como dica final, a musicoterapeuta recomenda estar verdadeiramente presente. “Cantar, conversar, brincar e compartilhar músicas são formas simples de fortalecer o vínculo e criar lembranças afetivas que podem acompanhar durante toda a vida.”
Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos
Escolher o nome do bebê é um momento especial, mas também pode rapidamente se transformar em tensão. Quando a família começa a opinar com sugestões, homenagens e tradições, o casal pode acabar se sentindo pressionado a justificar uma decisão que deveria ser íntima. Mais: o desacordo pode gerar debate inclusive entre os dois. Entender o que está por trás dessas opiniões sem abrir mão da autonomia pode ser um desafio extra na maternidade. A advogada Paloma Alves viveu isso na primeira gravidez. Ela sempre soube que, se tivesse uma menina, a filha se chamaria Isabelle. A convicção parecia inquestionável até descobrir que esperava gêmeas. Surgiu então o impasse: ela queria homenagear a avó materna, Clarice, enquanto o marido defendia o nome da própria avó, Cátia. O desacordo até virou discussão mais séria do casal. A sogra tentou ajudar: sugeriu um nome composto das avós, mas não houve acerto. Por fim, escutaram o conselho de pensar em uma terceira opção e decidiram por Esther. “Mas, na hora de registrar, ele me surpreendeu com Clarice e eu amei”, relembra a mãe das meninas de 3 anos. Por que o nome gera tanto conflito? A psicóloga Aline Carvalho explica que a escolha do nome costuma mobilizar significados emocionais profundos. O nome representa identidade, pertencimento, história e expectativas e, por isso, desperta projeções familiares, especialmente entre diferentes gerações. “O conflito não costuma ser apenas sobre o nome do bebê em si, mas sobre autonomia e reorganização dos lugares dentro do próprio sistema familiar”, afirma a profissional. Afinal, a gestação marca uma transição importante: o casal assume novas funções e passa a tomar decisões que simbolizam independência. Em famílias com limites pouco definidos, essa mudança pode gerar tensão. Emoções por trás das opiniões Para a especialista em comportamento, as interferências costumam estar ligadas a dinâmicas emocionais mais amplas. Entre elas: Tradição: que expressa a necessidade de continuidade entre gerações. Expectativas: muitas vezes associadas a tentativas inconscientes de reparar histórias passadas. Necessidade de controle: que pode surgir do medo de perder lugar ou influência. Isso porque, em momentos de grandes mudanças, como a chegada de um bebê, essas dinâmicas se intensificam. O debate sobre o nome passa a refletir dificuldades em lidar com as decisões dos pais e aceitar os ajustes dos limites familiares. Como estabelecer esses limites sem brigar O primeiro passo é comunicar o limite como um posicionamento firme e não como um pedido de aprovação dos parentes. “O casal pode expressar a decisão de forma clara, consistente e respeitosa, evitando justificativas excessivas ou disputas emocionais”, ensina a psicóloga. Manter o alinhamento entre os dois é essencial. Repetir a mesma mensagem com calma, sempre que necessário, reduz conflitos e preserva as relações, mesmo diante de divergências. Ao responder críticas ou sugestões insistentes, a orientação é acolher a intenção sem reforçar a interferência. Respostas breves, assertivas e sem carga emocional excessiva ajudam a encerrar o assunto sem escalada. Além disso, diferenciar acolhimento de concessão é uma estratégia eficaz: é possível agradecer o envolvimento dos avós e parentes e, ao mesmo tempo, reafirmar que a decisão final cabe somente aos pais daquele bebê. Quando proteger o momento Se as opiniões começam a gerar estresse durante a gestação, é fundamental priorizar a proteção da saúde mental. Algumas estratégias contribuem para a estabilidade emocional e o bem-estar materno: reduzir a exposição a conflitos; encerrar conversas invasivas; fortalecer o apoio entre o casal. Hoje, Paloma Alves olha para a história com mais serenidade. A mãe das gêmeas garante que a situação parece mais difícil quando se está grávida e que resolver tudo “na emoção” não é o melhor caminho. “Dê tempo às decisões. Você pode ouvir as opiniões, mas a escolha final é dos dois e precisa de segurança e leveza”, aconselha. Por fim, a psicóloga Aline Carvalho lembra que essa escolha é apenas a primeira de muitas decisões parentais que virão. Sendo assim, viver o momento com consciência emocional e limites bem definidos é fundamental para relações familiares mais saudáveis a longo prazo.












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