Desodorante para os Pés Jato Seco Sem Perfume 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés jato seco sem perfume. Combate de 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos.
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Desodorante para os pés jato seco sem perfume. Combate de 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos.
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150 ml
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Agite antes de usar o Tenys Pé Sem Perfume Jato Seco
Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.
Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.
Resultado
O jato seco proporciona rápida absorção e não deixa resíduos visíveis nos pés.
Pés secos e cheirosos com proteção diária.
Pés livres de fungos* e bactérias**
Ingredientes
INGREDIENTS: BUTANE, PROPANE, ISOBUTANE, ALCOHOL, ISOPROPYL PALMITATE, DECYLENE GLYCOL, AQUA.
Mais sobre Desodorante para os Pés Jato Seco Sem Perfume 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Sem Perfume Jato Seco oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Ideal para quem prefere produtos sem perfume.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Sem perfume Jato Seco elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Sem Perfume é discreto e neutro, sem perder o poder de proteção.
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos.
Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Sapatos pioram o calcanhar rachado. Saiba quais evitar
O calcanhar rachado é um dos problemas mais comuns nos pés e costuma aparecer quando a região fica ressecada, sem receber os cuidados adequados. Além da falta de hidratação, alguns tipos de calçados podem agravar o quadro, deixando a pele ainda mais áspera e sujeita a fissuras. A podóloga Cristina Calixto aponta que o ressecamento surge por uma combinação de fatores: falta de hidratação, andar descalço, usar muitas rasteirinhas e até mesmo não ir ao podólogo regularmente. Quando a pele começa a ficar grossa e a apresentar pequenas rachaduras, é sinal de que o problema está evoluindo. “Se as fissuras começarem a sangrar, já é um estágio bem avançado e exige atenção imediata”, alerta. Além do desconforto estético, as rachaduras representam um risco iminente à saúde. “Um corte aberto é porta de entrada para bactérias, fungos e vírus em qualquer pessoa”, pontua a podóloga. No entanto, a situação pode ser ainda mais grave para outros grupos, como os diabéticos. “Quem tem diabetes tende a ter uma evolução ainda mais rápida para algo mais sério, pois já enfrenta maior sensibilidade na região”, avisa. Por isso, identificar os sinais iniciais e ajustar os cuidados é essencial para evitar complicações. O papel do calçado nas rachaduras Os sapatos têm grande influência no surgimento e na piora do problema. Modelos que deixam os pés muito expostos, por exemplo, aumentam o atrito com o solo e favorecem o ressecamento. “As rasteirinhas são as principais vilãs nesse sentido, porque deixam o calcanhar em contato direto com o ambiente”, afirma Cristina Calixto. A seguir, ela lista os tipos de calçado que pedem mais atenção: Rasteirinhas e chinelos; Modelos muito apertados; Saltos altos e finos que causam desconforto; Calçados abertos, de calçar, como o mule. “É bom lembrar que usar esses sapatos não vai deixar o pé rachado. Eles podem agravar o quadro, deixar mais propensos, mas não são vilões isoladamente. O segredo está em associar o uso a cuidados corretos, como hidratar com produtos à base de ureia, ir ao podólogo e revezar os calçados”, adiciona a profissional. Sapatos que ajudam a prevenir Por outro lado, existem modelos que são aliados para evitar rachaduras nos pés. Entre as melhores opções estão calçados que oferecem conforto e proteção, feitos de materiais respiráveis e com bom solado. Cristina recomenda dar preferência a modelos que: Tenham apoio e amortecimento adequados; Não causam compressão ou atrito; Sejam do tamanho certo e feitos com tecidos que respiram. Cuidados diários também fazem diferença. Para tratar e prevenir as rachaduras, a hidratação é o passo mais importante. “Não só ajuda, como é padrão-ouro. Nada é mais eficaz do que o básico bem feito todos os dias”, garante a especialista. Os cuidados ideais ainda incluem: Lavar bem os pés e secar completamente, inclusive entre os dedos; Aplicar hidratante diário com ureia (com atenção às contraindicações para gestantes e diabéticos, por exemplo); Fazer spa dos pés mensalmente e plástica dos pés quinzenalmente; Evitar andar descalço. As lixas igualmente podem ajudar no acabamento da plástica dos pés, mas precisam ser usadas com cautela. “Se forem utilizadas com força ou em excesso, causam efeito rebote, ou seja, rachaduras até somem no momento, mas voltam em dobro depois”, explica a podóloga, que destaca a eficácia de produtos emolientes e desbastadores por si só. Quando procurar o podólogo Cristina recomenda não esperar o problema se agravar. “O ideal é não deixar a corda arrebentar. Tente ir ao podólogo a cada 15, 30 ou pelo menos 45 dias, dependendo da situação. Assim, conseguimos tratar e manter qualquer queixa, incluindo o ressecamento e as rachaduras.” Com consultas regulares, boas escolhas de calçados e os cuidados ideais, a tendência é evitar que a pele fique ressecada e, consequentemente, não chegar ao estágio de rachaduras e fissuras.
Calcanhar rachado: como fechar as fissuras antes do inverno
Há quem pense que o inverno seja a solução para o calcanhar rachado, já que as sandálias voltam para o armário e os calçados mais fechados, como tênis e botas, escondem as rachaduras. Mas a verdade é que o frio piora a situação: a pele fica mais ressecada, perde a elasticidade e abre pequenas fissuras, que podem doer e sangrar. Segundo a podóloga Simone Bonani, o problema começa de forma silenciosa, conforme a estação vai mudando. Ocorrem o ressecamento e o espessamento da pele na região dos pés, especialmente nos calcanhares, que sofrem maior pressão no dia a dia. “Os ‘rachados’ surgem a partir da área ressecada, enquanto as fissuras são um estágio mais avançado. É quando a pele se rompe e forma pequenas aberturas, aumentando o risco até mesmo de sangramento e infecções”, alerta a profissional. Por que o frio piora Além das quedas na temperatura, o inverno brasileiro é marcado pelo ar mais seco. Essa combinação climática torna o cenário perfeito para a pele perder sua hidratação natural e ceder lugar para as rachaduras. Mas a culpa não é só do frio. Outros fatores aumentam o risco ou agravam o quadro ao longo do tempo: pele extremamente ressecada; uso frequente de calçados abertos; longos períodos em pé; sobrepeso; falta de hidratação; doenças como diabetes. Nesse contexto, o calcanhar passa a sofrer não só com o ressecamento, mas também com a pressão constante, o que favorece o surgimento de cortes mais profundos. Quando o ressecamento vira alerta É bom lembrar que nem todo ressecamento exige intervenção imediata. Ainda assim, é importante saber identificar quando o quadro evolui para algo mais sério. Para se ter uma ideia, em estágios iniciais, a pele tende a ficar apenas áspera e esbranquiçada. Por outro lado, quando surgem fissuras profundas, os sinais mudam. Atente-se quando identificar: dor ao caminhar; presença de cortes visíveis; sangramento; desconforto constante. Como tratar e evitar piora A podóloga Simone Bonani compartilha formas eficientes de fechar as fissuras antes do frio chegar. Com constância, adote essas medidas: hidratação diária; uso de meias para potencializar os cremes; uso de calçados adequados; tomar banhos mornos; não andar descalço; não lixar os pés em casa. “Ureia, ácido salicílico e lactato de amônio são bons ativos para investir, com prescrição, porque promovem hidratação e renovação da pele. Em casos leves, a melhora pode aparecer em poucos dias”, afirma a profissional. Para os quadros mais avançados, são necessárias algumas semanas de cuidados contínuos, além da avaliação e orientação de um especialista, sobretudo para a recomendação de produtos seguros.
Por que a canelite é mais comum em atletas iniciantes
Dor na canela é uma queixa comum entre quem começa a correr – e, na maioria das vezes, ela não surge por acaso. A chamada canelite costuma aparecer quando o corpo ainda não está adaptado ao impacto da corrida. Mas, calma: com ajustes simples, dá para reduzir o risco e evitar que o problema se torne recorrente. Como observa a fisioterapeuta Mariana Milazzotto, mestre em Ciências Médicas, a canelite é uma inflamação na região da canela, mais especificamente na tíbia, que envolve músculos e tendões da perna. Segundo a especialista, corredores iniciantes tendem a ser mais afetados porque, muitas vezes, aumentam a intensidade ou o volume dos treinos de forma rápida, sem que a musculatura da região esteja preparada para absorver o impacto repetitivo da corrida. Entre os erros mais comuns nesse início, estão: Períodos longos de corrida sem descanso adequado; Falta de alongamento; Ausência de fortalecimento da musculatura da perna, panturrilha e pé. Essa combinação favorece a sobrecarga da tíbia e pode desencadear inflamação na região. Corpo sem tem tempo para se adaptar A falta de adaptação gradual ao impacto também pesa – e muito! Mariana Milazzotto salienta que aumentos rápidos na intensidade, duração ou frequência dos treinos, somados à falta de preparo muscular e ósseo, sobrecarregam a região da tíbia. O resultado costuma ser: Dor na parte interna ou frontal da canela; Sensibilidade ao toque; Leve inchaço; Dificuldade para andar ou sensação de fraqueza nos pés. Quando esses sinais aparecem, o corpo está dando um alerta claro. Então, vale buscar um médico, como o ortopedista, e dar uma pausa nas corridas, se necessário. O básico que funciona O fortalecimento muscular é um dos principais aliados na prevenção da canelite. Músculos mais fortes ajudam a absorver melhor o impacto, melhoram a biomecânica da corrida e aumentam a resistência à fadiga, reduzindo o risco de inflamação. Além disso, outros fatores contribuem para o problema, sobretudo entre iniciantes, como: Tipo de pisada, principalmente pronação ou supinação excessivas; Uso de calçados inadequados, sem amortecimento ou suporte; Corrida em superfícies muito duras ou irregulares. Por isso, é fundamental escolher o tênis adequado ao tipo de pé e iniciar os treinos em superfícies mais controladas, como esteiras ou pistas, sempre com supervisão e orientação profissional. Diagnóstico e tratamento De acordo com a fisioterapeuta Mariana, a dor na canela deixa de ser apenas um desconforto esperado do treino quando não melhora com descanso. Nesse cenário, insistir na mesma frequência e no vigor dos exercícios pode agravar o quadro e prolongar a recuperação. Geralmente, reduzir a intensidade dos treinos e aumentar os intervalos de descanso já traz alívio significativo. Já o repouso absoluto só costuma ser necessário quando há recomendação médica, mais comum em situações de lesões mais graves. “Sempre procure um fisioterapeuta ou ortopedista quando tiver dúvidas ou precisar de ajuda no tratamento”, finaliza a especialista.
Prepare-se para as próximas corridas no país
Para quem tem a corrida como esporte preferido, um dos momentos mais aguardados é quando chega a data de alguma prova de rua. Mais do que competição com outros praticantes e atletas, o clima de descontração que eventos do gênero proporcionam está entre as principais motivações. Seja para amadores como profissionais, a regra é básica: é preciso se preparar para esses eventos. Para a designer Aline Souza, de 35 anos, existem três pilares fundamentais para essa preparação: rotina de treinos, alimentação equilibrada e descanso adequado. “Corro pelo menos 5 vezes na semana, alternando entre treinos de velocidade, resistência e os longões, aos finais de semana”, diz. Esses “longões” são um jargão conhecido entre os corredores: são treinos mais longos, com distâncias maiores que as habituais, geralmente feitos no sábado ou domingo. “Isso prepara o corpo para provas mais longas”, explica Aline, que começou a correr após a cirurgia bariátrica, aos 20 anos, quando decidiu mudar seu estilo de vida. O que fazer (ou não) para as corridas Se a ideia for participar do maior número possível de corridas ao longo do ano, vale estar ciente do que pode ou não ser feito. Nesse sentido, Aline Souza compartilha alguns hábitos que adota e outros que evita quando está se preparando para competir: O melhor a fazer é: Ter um planejamento de treinos bem estruturado para evitar o desgaste excessivo; Escolher as provas estrategicamente, intercalando distâncias e intensidades para não sobrecarregar o corpo; Manter uma boa alimentação e hidratação para garantir energia e recuperação; Ouvir o próprio corpo e respeitar sinais de cansaço ou dor para evitar lesões; Investir em bons tênis e equipamentos adequados para minimizar impactos. O que é melhor evitar: Correr sem um plano de treinos ou sem descanso adequado entre as provas; Ignorar sinais de fadiga ou dor, achando que "dá para aguentar"; Pular aquecimento e alongamento, pois isso pode aumentar o risco de lesões; Comer alimentos pesados ou testar suplementos novos antes de uma prova; Inscrever-se em muitas provas consecutivas sem avaliar se o corpo está preparado. Dicas de corredor para corredor Além de listar o que pode ser feito e evitado, Aline compartilha algumas dicas que aprendeu ao longo desses 15 anos correndo: 1. Monte um calendário de provas equilibrado, ou seja, distribua as corridas ao longo do ano considerando distâncias e tempos de recuperação. 2. Treine com inteligência, quer dizer, não adianta apenas correr; é essencial fortalecer a musculatura e variar os estímulos nos treinos. 3. Alimente-se e hidrate-se bem, já que o corpo precisa de combustível antes, durante e depois das corridas. 4. Priorize a recuperação, pois dormir bem, se submeter a massagens e até treinos regenerativos ajudam a manter o ritmo ao longo do ano. 5. Corra por prazer! Por fim, não transforme a corrida em uma obrigação. Escolha provas que motivam e aproveite cada conquista. Calendário de corridas Preparado para correr quilômetros? Confira a agenda das próximas corridas de rua nas capitais brasileiras em 2025, separadas por regiões do país. NORTE Macapá | Amapá 18/05 – III Corrida do Vidraceiro 15/06 – Live! Run XP 06/07 – 2ª Meia Maratona de Macapá Manaus | Amazonas 01/06 – Meia Maratona Foco Run 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 26/07 – Night Run 2025 23/08 – XTerra Manaus 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 09/11 – Circuito das Estações - Verão Belém | Pará 11/05 – Corrida Atletas Parque do Utinga 13 anos 18/05 – Live! Run XP 24/05 – Belém Night Run Red Sky 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 06/07 – Corrida do Sol 15/08 – I Corrida do GRAESP 07/09 – Circuito das Estações - Primavera 20/09 – Night Run 2025 27/09 – Belém Night Run Blue Sky 14/12 – Circuito das Estações - Verão Boa Vista | Roraima 01/05 – 1º Desafio Jabuti do Lavrado 04/05 – 4ª Meia Maratona da Força Tática 18/05 – 9 Anos Jabuti do Lavrado 13/06 – Corrida Sexta-Feira 13 e Run Beer Palmas | Tocantins 08/06 – Circuito das Estações - Inverno 19/07 – Santander Track&Field Run Series – CCR Aeroportos 14/12 – Circuito das Estações - Verão NORDESTE Maceió | Alagoas 04/05 – 11ª Volta da Lagoa - A Saga 10/05 – Corrida Noturna de Maceió 17/05 – Corrida Noturna 2025 24/05 – Night Run 2025 - Etapa 1 Maceió 15/06 – V Desafio Xtreme Selva Race 06/07 – 3ª Corrida de Casais 20/07 – Ao vivo! Execute XP Salvador | Bahia 01/05 – Corrida pro Colo da Mãe - 3ª Edição 04/05 – Circuito de Corrida RP - Etapa Um 11/05 – Track&Fields Run Series - Shopping Villa Forma I 18/05 – 2ª Corrida do Leão 25/05 – Meia Maratona Farol a Farol 20/06 – Circuito das Estações - Inverno 10/08 – Santander Track&Fields Run Series - Shopping Barra 24/08 - Corrida do Poder Feminino 2025 13/09 – Santander Track&Field Run Series - Shopping Paralela 21/09 – Maratona Salvador 2025 28/09 – Circuito das Estações - Primavera 02/11 – Corrida Azul Salvador 08/11 – Corrida Noturna 2025 14/12 – Circuito das Estações - Verão Fortaleza | Ceará 04/05 – Corrida do Hype 04/05 – Corrida do Trabalhador 04/05 – Ao vivo! Run XP - Etapa Fortaleza 18/05 – Track&Field Run Series - Riomar 01/06 – Corrida Vozão 29/06 – Circuito das Estações - Inverno 17/08 – Girl Power - Etapa Fortaleza 14/09 – Circuito das Estações - Primavera 28/09 – Santander Track&Field Run Series - Shopping Del Paseo II 11/10 – Night Run 2025 26/10 – Track&Field Run Series - Riomar Fortaleza II 16/11 – Live! Run XP - Etapa Fortaleza 30/11 – Circuito das Estações - Verão São Luís | Maranhão 15/06 – Circuito das Estações - Inverno 22/06 – 1ª Maratona da Cidade de São Luís 14/09 – Live! Run XP 28/09 – Circuito das Estações - Primavera 07/12 – Circuito das Estações - Verão João Pessoa | Paraíba 03/05 – Circuito Music Run 31/05 – Night Run 2025 01/06 – Meia dos Parques 15/06 – Corrida Extremo Oriental 2025 06/07 – Circuito das Estações - Inverno 12/07 – 5 Milhas Night Rock 2025 19/07 – Corrida Corre JP 5K 20/07 – Circuito Music Run - Etapa Samba 23/08 – Beats Run Celebration 13/09 – Ultramaratona 12 horas da Lagoa 14/09 – Circuito Music Run - Etapa Rock 28/09 – Circuito das Estações - Primavera 05/10 – Live! Run XP 23/11 – Circuito Music Run - Etapa Axé 14/12 – Circuito das Estações - Verão Recife | Pernambuco 04/05 – Santander Track&Fields Run Series - Shopping Recife 17/05 – Corrida Noturna 2025 01/06 – 20ª Corrida das Pontes do Recife 08/06 – 47ª Corrida Guararapes 06/07 – Circuito das Estações - Inverno 17/08 – Santander Track&Fields Run Series - Recife 21/09 – Circuito das Estações - Primavera 27/09 – 12ª Meia Maratona Eu Amo Recife 19/10 – 2ª Drogaria Recife Run 09/11 – Circuito das Estações - Verão Teresina | Piauí 01/05 – Circuito Clube – Corrida de Rua 2025 03/05 – 8ª Corrida da Polícia Civil 04/05 – Promo Run - Desafio de Gigantes 04/05 – Corrida Ravi 25/05 – 2ª Grande Corrida 01/06 – Corrida Fadex 20 Anos 08/06 – Ao vivo! 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Run XP - Rio de Janeiro 31/05 – Treinão Lios Runners - Etapa Outono 01/06 – Circuito das Estações - Inverno 07/06 – 1ª Corrida e Caminhada Celeiro do Amor 15/06 – 6ª Aventura na Fazenda Corrida Kids 15/06 – Circuito Correndo pelo Rio - 2ª Etapa 15/06 – Corrida SportTV 19/06 – Maratona do Rio 20/06 – Maratona do Rio 21/06 – Maratona do Rio 22/06 – Aniversário do Parque de Madureira 22/06 – Maratona do Rio 29/06 – Corrida de Inverno de Confraternização do Cristo Redentor 29/06 – Corrida das Garotas Estrelas 05/07 – Corrida e Caminhada Guerreiro de Deus 13/07 – Enquanto Brabas corre 13/07 – Asics Golden Run RJ 2025 20/07 – Corrida das Poderosas 2025 - 2ª Etapa 20/07 – Subida Cristo Redentor 2025 27/07 – 1ª Rio 21K 27/07 – Circuito Eco Run 27/07 – Eco Run 2025 - Rio de Janeiro 03/08 – Circuito RJ 2025 - 1ª Etapa 03/08 – Corrida Kids Dia dos Pais 24/08 – Energy Land 24/08 – Treinão Solidário Corre com Kaizer 07/09 – Rio S-21k 2025 20/09 – 6ª Meia Maratona da Reserva 21/09 – 6ª Meia Maratona da Reserva 21/09 – Circuito das Estações - Primavera 12/10 – Girl Power - Etapa Rio de Janeiro 25/10 – Night Run 2025 - Etapa 2 07/12 – Circuito das Estações - Verão São Paulo | São Paulo 01/05 – Ayrton Senna Racing Day - 20ª Edição 01/05 – N&C Run - Segunda Edição 03/05 – 2ª Corrida Saúde Night Run 04/05 – Corrida e Caminhada Bem Estar 04/05 – Santander Track&Field Run Series - JK Iguatemi I 10/05 – 2ª Corrida e Caminhada Nossa Senhora de Guadalupe 10/05 – Night Run 2025 - Etapa 1 10/05 – Treino de Confraternização - ZN Runners 11/05 – 23ª Corrida e Caminhada GRAACC 11/05 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Parque Charles Miller 17/05 – 2ª Corrida Ritmo Noturno 18/05 – Asics Golden Run SP 18/05 – Corrida do Dia das Mães 18/05 – Energy Land 18/05 – Run Das Mães - Corrida E Caminhada 25/05 – Bravus Race - Fire 25/05 – Circuito Plié pela Primeira Vez 25/05 – Circuito Rosália 2025 25/05 – Santander Track&Field Run Series - Anália Franco 01/06 – Circuito SRun 01/06 – I Corrida & Caminhada CACAU - Salve o Rim de uma Criança 01/06 – Porto Track&Field Experience Running - São Paulo Centro 08/06 – Corrida do BAEP 08/06 – Let's Girls Run 2025 08/06 – Santander Track&Field Run Series - Villa Lobos II 15/06 – 1ª São Paulo Classic - Etapa Centro Histórico 15/06 – Athenas Run Stronger 15/06 – Circuito Eco Run 29/06 – 2ª Corrida em Conscientização a Doação de Sangue 29/06 – 4ª Corrida e Caminhada Um Só Sangue 29/06 – Circuito das Estações - Inverno 06/07 – 28ª Corrida do Bombeiro 06/07 – Circuito Popular de Corrida de Rua – Pirituba 06/07 – Hoka Speed Run 2025 06/07 – Smurfs Run 06/07 – Track&Field Experience Running - Parque CERET 13/07 – Live! 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Run XP - Porto Alegre 05/10 – Meia Maratona do Mercado Público 01/11 – Circuito Sesc de Corridas - Etapa Porto Alegre 22/11 – Night Run 2025 07/12 – Circuito das Estações - Verão Florianópolis | Santa Catarina 04/05 – Meia Maratona Internacional de Florianópolis Oak Berry 2025 18/05 – Corrida Sul Costa Leste 25/05 – 1ª Corrida ELASE 48 Anos 22/06 – 14ª Maratona de Floripa 30/08 – Maratona Internacional de Floripa 2025 - Meia 31/08 – Maratona Internacional de Floripa 2025 13/09 – Montanha Do Costão do Santinho 2025 20/09 – Floripa Ultra Trail 28/09 – Circuito Corridas do Bem Sesi Saúde - Etapa Florianópolis 05/10 – Ao Vivo! Run XP - Florianópolis 05/10 – Montanha Do Desafio Pedra Branca 12/10 – Movimento Rosa 2025 12/10 – Corrida SouBio 01/11 – Maratona de Jurerê - Hospital SOS Cárdio 02/11 – Maratona de Jurerê - Hospital SOS Cárdio 23/11 – Meia Maratona SC21k 30/11 – Corrida pelo Câncer Floripa *As corridas listadas são as principais de cada estado e podem estar sujeitas a alterações. Datas pesquisadas em março/2025.
Corte errado é o vilão da unha encravada? Mitos e verdades
A unha encravada, chamada cientificamente de onicocriptose, é uma das queixas mais comuns no consultório de podologia. Dor, inchaço e até pus podem surgir quando a lâmina da unha cresce para dentro da pele e causa inflamação na lateral do dedo. Mas será que a culpa é só de cortar as unhas do jeito errado? Para a podóloga Deise Ferraz, o corte inadequado realmente pesa no encravamento, mas não é o único fator envolvido. Há questões genéticas, tipo de calçado e até traumas repetidos que também influenciam no quadro. “Cortar de modo incorreto é, sim, uma das causas da onicocriptose, principalmente quando a pessoa tira demais ou cava os cantinhos. Ainda assim, não dá para colocar toda a culpa só no cortador”, afirma a profissional. 5 mitos e verdades sobre unha encravada A seguir, a podóloga desvenda os principais mitos e verdades, do corte à unha encravada. 1) Cavar os cantos ajuda a “limpar” a unha? MITO. Esse é o grande erro. Ao cavar os cantinhos – e cortar a unha rente à carne – a pessoa abre espaço para a unha crescer para dentro da pele, o que favorece o encravamento. 2) O corte reto evita unha encravada? VERDADE. O corte reto é o mais indicado na maioria dos casos, sempre mantendo os cantos levemente aparentes. Porém, vale uma ressalva: cada unha tem seu formato, então não existe uma regra totalmente universal. 3) Só um corte errado causa unha encravada? MITO. Sapatos apertados, especialmente de bico fino ou tênis muito justos, traumas e hábitos repetidos, unhas naturalmente mais curvadas, fatores genéticos e até transpiração excessiva (o que deixa a pele mais sensível) também contribuem para o quadro. 4) “Cutucar” em casa piora a unha encravada? VERDADE. Mexer com palito ou alicate tende a piorar a inflamação, causar sangramento e até infecção com pus. O que era simples pode se transformar em um problemão. 5) Cortar a unha muito arredondada evita que ela encrave? MITO. Deixar um formato muito arredondado facilita que os cantos cresçam para dentro da pele. A unha não deve ser uma “lua cheia”. A regra é que os cantos precisam aparecer levemente. Quando é hora de procurar ajuda Segundo a podóloga Deise Ferraz, a unha encravada deve sempre ser resolvida por um profissional. Porém, alguns sinais de alerta reforçam a gravidade do caso: dor intensa ao encostar; inchaço importante; vermelhidão; febre local; secreção; formação de granuloma (“bolinha de carne”); pus, cheiro forte ou dor latejante (que pulsa) indicam infecção instalada. Além disso, pessoas com diabetes não devem esperar o quadro piorar para buscar avaliação. Quanto antes o atendimento especializado acontece, menores são as chances desse grupo ter complicações. “Para prevenir novas crises, mantenha o corte reto, evite sapatos apertados, higienize e seque bem os pés, e tenha acompanhamento regular com o podólogo”, resume Deise.
Dor no pé pode indicar outros problemas de saúde
Adotar uma rotina de cuidados com os pés não é apenas uma maneira de evitar o mau odor, o ressecamento ou as micoses. Dar atenção a essa parte do corpo também nos ajuda a identificar, com antecedência, outros problemas de saúde. “Os pés podem indicar algumas questões que prejudicam não só as suas funções, mas a nossa saúde e bem-estar”, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Nossos pés podem dar pistas sobre problemas como diabetes, artrite e até mesmo doenças renais e cardíacas. Quer saber como? Confira a seguir cinco sinais que os pés dão para indicar que a nossa saúde não vai bem. Inchaço Se o inchaço dos pés não passa (ou se piora ao longo dos dias), é bom investigar sua causa, pois isso pode indicar problemas como pressão alta ou doenças renais ou cardíacas, explica Luciana Maragno, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Quando a perna incha muito, a circulação é reduzida e as defesas do organismo também. Por isso, aumentam-se as chances de ter uma infecção. O inchaço das pernas pode sinalizar uma doença sistêmica que leva a outros riscos, como trombose e infecção de pele”, explica a especialista. O inchaço (também chamado de edema) pode ser um sinal de alerta para insuficiência cardíaca, trombose venosa profunda (um coágulo sanguíneo em uma veia da perna), insuficiência renal ou doença ou cirrose hepática. Dor no dedão Uma dor súbita nas articulações do dedão do pé é um dos sintomas de gota, especialmente se vier acompanhada de vermelhidão, inchaço e rigidez. A gota ocorre quando o excesso de ácido úrico se transforma em cristais, causando inflamação nas articulações — e a base do dedão costuma ser o primeiro lugar onde ela ataca. É preciso tratar a gota porque esses cristais podem se acumular em outros lugares, como no ouvido externo, na pele e nos rins. Além disso, a doença pode ser um indicador de osteoartrite, a forma mais comum de artrite. Calcanhar espesso O espessamento da pele do calcanhar é um indício de sobrecarga. “Se a pessoa tem a pele do calcanhar mais grossa, provavelmente a distribuição do peso do corpo é mais forçada no calcanhar”, afirma Carolina Marçon, médica dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Ela explica que esse espessamento é um mecanismo de defesa e que ignorá-lo pode trazer problemas em longo prazo. “É sempre interessante alternar calçados para que não haja sobrecarga. Quem usa muito salto pode usar um mais baixo para contrabalançar e não ter sobrecarga em determinadas estruturas do pé que possam levar a problemas no joelho, no quadril ou na coluna”, completa. Alterações de sensibilidade Sensações como formigamento, queimação ou dormência, quando ocorrem com muita frequência, podem indicar algum tipo de dano no sistema nervoso. Danos nos nervos do pé, especificamente, costumam ser um sinal de alerta de diabetes. “A neuropatia, que altera o funcionamento do sistema nervoso, é uma das complicações do diabetes”, afirma Sharon Nina Admoni, responsável pelo ambulatório de pé diabético do grupo de diabetes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e médica do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês. Por isso, ao sentir essa perda de sensibilidade, é importante procurar um(a) especialista para saber se tem essa condição, e evitar o “pé diabético” e a ocorrência de feridas que podem trazer complicações para a saúde. Ferida que não cicatriza Outra complicação do diabetes é a doença vascular, que reduz a circulação nas pernas e nos pés. Com isso, além do inchaço, podem aparecer feridas que não cicatrizam. Isso acontece porque a redução no fluxo sanguíneo prejudica a chegada das substâncias que vão cicatrizar a ferida e remover toxinas. Além do diabetes, essas feridas crônicas acontecem quando se tem doenças como insuficiência arterial, varizes e obstrução dos vasos sanguíneos — por isso é bom investigar sua causa.

