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Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó com ação antisséptica e perfume original. Pés secos e protegidos.

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Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g
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Quantidade

60 g

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Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente o desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel nos pés e no interior dos calçados, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Usar antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Elimina 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Original oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.

Fragrância original para você que mantém a tradição!

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Verão e cuidados essenciais com os pés no calor
Cuidado Diário

Verão e cuidados essenciais com os pés no calor

O calor intenso do verão traz mudanças na rotina e exige atenção especial com a saúde, inclusive a dos pés. A exposição a praias e piscinas, o uso frequente de calçados abertos e a transpiração excessiva podem favorecer o surgimento de infecções, micoses e outras condições incômodas.  Conforme explica a dermatologista Cíntia Grü̈ndler, a combinação de calor e umidade aumenta o risco de proliferação de fungos e bactérias. “A areia da praia pode estar contaminada por parasitas. Além disso, calçados fechados favorecem a transpiração e criam um ambiente propício para micoses”, cita. O podólogo José Aroldo Mota também chama atenção para o contágio em locais privados, porém úmidos. “Piscinas e vestiários favorecem a proliferação de fungos. O ideal é sempre proteger os pés nesses ambientes e manter os sapatos arejados para evitar umidade”, recomenda. A seguir, os especialistas listam os três principais cuidados para manter os pés saudáveis durante o verão e explicam cada etapa essencial dessa rotina.   1. Mantenha os pés sempre limpos e secos Em primeiro lugar, a higiene adequada dos pés é fundamental para evitar infecções e odores desagradáveis. Para isso, é importante: Lavar os pés diariamente com água e sabão neutro, secando bem, especialmente entre os dedos; Usar meias limpas e de tecidos respiráveis, trocando-as sempre que necessário; Aplicar talco antifúngico, caso haja transpiração excessiva, mantendo os pés secos por mais tempo; Utilizar desinfetantes próprios para calçados, a fim de evitar a contaminação por fungos.   2. Proteja-se em ambientes úmidos Como apontado pelos profissionais, locais como praias, piscinas e banheiros públicos podem ser fontes de infecção. Para evitar problemas, recomenda-se: Sempre usar chinelos ou sandálias ao andar em locais úmidos; Evitar o contato direto dos pés com areia de praias muito movimentadas; Utilizar sprays ou pós antissépticos nos pés e calçados para evitar a proliferação de fungos; Secar bem os pés após o banho, pois a umidade favorece a proliferação de micro-organismos.   3. Escolha os calçados certos O tipo de sapato usado no verão pode influenciar diretamente a saúde dos pés. Pensando nisso, a dupla destaca alguns cuidados essenciais: Priorizar calçados arejados e de materiais respiráveis para evitar suor excessivo. Alternar os pares usados no dia a dia, deixando-os ventilar de um dia para o outro. Evitar sapatos fechados por longos períodos, pois a umidade pode favorecer micoses. Deixar os calçados no sol sempre que possível para evitar a proliferação de bactérias.   “A melhor escolha são calçados abertos ou feitos de materiais que permitam a respiração dos pés. Se precisar usar um modelo fechado, prefira aqueles que garantam ventilação adequada”, orienta o podólogo. Atenção aos sinais de alerta Além dos cuidados diários, é importante observar qualquer alteração na pele ou nas unhas. Vermelhidão, coceira e descamação podem ser sinais de micose. “Ao notar qualquer sintoma, procure um especialista o quanto antes para iniciar o tratamento e evitar complicações”, enfatiza a dermatologista. A médica ainda alerta que quem já tem problemas pré-existentes, como micose nos pés ou unhas, pode sofrer uma piora significativa no verão. “As frieiras tendem a se agravar com a umidade excessiva e podem até evoluir para infecções mais sérias, como erisipela”, exemplifica. Por último, mas igualmente bem importante, Cíntia reforça o cuidado com os diabéticos, comumente associados a questões nos pés. “Pessoas com diabetes também devem ter atenção redobrada, já que podem ter a circulação comprometida”, finaliza.

Micose nos pés: como identificar e tratar
Frieira e Micose

Micose nos pés: como identificar e tratar

No verão, o contato com ambientes quentes e úmidos facilita o aparecimento de micose nos pés. Isso pode acontecer tanto nas unhas (a chamada onicomicose) como na pele, especialmente entre os dedos. A micose na unha é bastante comum, tanto que é a principal causa de atendimentos dermatológicos no mundo, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. E, geralmente, acontece porque temos menos cuidado com os pés do que costumamos ter com as mãos, aponta a entidade. Por isso, é sempre bom prestar atenção a como vão os pés. Afinal, a micose não se cura sozinha — e, se não tratada, a infecção por fungos avança e pode até contaminar outras pessoas. Avaliar as unhas é um bom primeiro passo para identificar a presença da micose. “Fique de olho em toda e qualquer alteração na unha, como descolamento, mudança de cor ou aparecimento de manchas, alteração da espessura ou se surgir uma massa com cheiro ruim sob ela”, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Quais são os sinais e sintomas de micose nos pés? Os sinais aos quais devemos ficar atentos são descolamento ou alteração de cor das unhas, especialmente se aparecerem manchas ou linhas brancas ou amareladas, aponta Bega. “Se a mancha for mais escura, como uma pinta, o ideal é buscar um(a) dermatologista para saber se é micose ou um câncer de pele.” Na maioria das vezes, a micose está associada ao mau cheiro e à coceira nos pés. “Mas nem sempre isso acontece. Se a infecção for na unha, por exemplo, não vai coçar”, afirma Bega. Por isso é importante prestar atenção também às alterações visuais na pele. Na pele do pé, a micose pode se manifestar de outras maneiras, como sentir coceira ou haver descamação, vermelhidão, bolhas bem pequenas que coçam, fissuras no calcanhar ou uma coloração esbranquiçada sobre calosidades. Descamação e umidade entre os dedos, acompanhadas ou não de vermelhidão ou coceira, também são indícios de micose. Se você perceber alguma dessas alterações, procure orientação médica de um(a) dermatologista ou podólogo(a). “O podólogo pode ajudar na identificação e, em casos mais severos, encaminhar para o dermatologista”, completa Bega. Como é o tratamento? Quando a micose está no começo (ou quando se trata de um caso mais simples), o tratamento em geral é tópico, com uso de produtos antifúngicos, por exemplo. Mas, quando a situação está mais complicada, é necessário ter acompanhamento médico para fazer o tratamento via oral. O médico ou a médica em geral pede um exame micológico e encaminha o material para o laboratório para identificar a presença do fungo e fazer uma cultura para saber qual é o fungo que está presente (e, assim, saber qual antimicótico é o melhor para combater aquele micro-organismo específico). “Geralmente, depois de diagnosticada a micose, são receitadas medicações conforme a resposta do exame micológico, podendo ser via oral ou até mesmo algum esmalte específico”, explica Cinthia Soares de Moura Fernandez Alonso, docente da área de podologia do Senac São Paulo. Cuidados durante o tratamento Para que o tratamento da micose seja bem-sucedido, é preciso tomar alguns cuidados com os pés. Os principais, segundo Bega e Alonso, são: Não usar a mesma meia nem o mesmo calçado todos os dias; Higienizar os calçados após o uso e deixá-los secar em local arejado; Secar bem os pés após o banho, especialmente entre os dedos, de preferência com papel (ou uma toalha específica, que não deve ser compartilhada); Usar antisséptico nos pés; Usar meia de algodão, que absorvem melhor o suor. Para prevenir as micoses, Bega indica não usar os mesmos calçados todos os dias, usar meias de algodão e secar bem os pés e a região entre os dedos após o banho. E, para não deixar os pés úmidos, ele sugere usar o desodorante, especialmente na forma de talco, que absorve melhor a transpiração. Alonso completa a lista de cuidados recomendando não deixar os esmaltes por muito tempo nas unhas e não compartilhar alicates e tesourinhas de corte para que o fungo não se alastre nem fique mais resistente. No verão, é bom tomar um cuidado extra: usar chinelos de dedo para usar o banheiro ou tomar banho em locais públicos (como duchas e chuveiros em praias e clubes) e evitar ficar sem calçados em pisos úmidos.

Podologia ou podiatria? Saiba o que fazem e a quem procurar
Podologia e Podólogos

Podologia ou podiatria? Saiba o que fazem e a quem procurar

A saúde dos pés pode ser cuidada por diferentes profissionais, mas é comum haver confusão sobre quem faz o quê. Por exemplo, qual é a diferença entre podologia e podiatria e em quais situações cada uma deve ser procurada? A principal distinção está na formação e no tipo de atuação, de acordo com a enfermeira Silvia Rangel, pós-graduada em podiatria clínica e especialista em pés diabéticos. Enquanto a podologia cuida da parte preventiva e menos complexa, a podiatria tem foco em diagnósticos e tratamentos de doenças. “O podólogo costuma ser requisitado para cuidados básicos e preventivos, como cortar unhas, retirar calosidades, orientar sobre higiene etc. Já o podiatra tem formação em saúde, diagnostica e trata doenças. Em países regulamentados isso é mais comum, mas, no Brasil, a especialização é geralmente feita por enfermeiros”, explica Silvia. Quando procurar cada profissional Se forem situações de rotina, como uma unha levemente encravada, alguns calos ou ressecamento da pele dos calcanhares, a recomendação é agendar um horário com o podólogo de sua confiança. Ele também poderá dar orientações e fazer a manutenção dos cuidados com os pés. A consulta com o podiatra fica para quando o problema é mais sério. “Costumamos brincar que o podiatra é quando a situação aperta. Ele é indicado para dor persistente, deformidade, lesões e doenças como diabetes, artrite ou neuropatia”, detalha a especialista na área. Vale lembrar que, no Brasil, a podiatria ainda não é regulamentada como profissão independente, diferentemente do que ocorre em países como Estados Unidos e Austrália. Aqui, ela é reconhecida como uma especialidade da enfermagem, após decisão do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) em 2023. Condições mais comuns Cada profissional tem áreas de atuação bem definidas. Como vimos, enquanto o podólogo cuida dos aspectos considerados preventivos e menos complexos, o podiatra lida com quadros clínicos mais sérios. Alguns exemplos são: Podólogo: calos e calosidades, fissuras superficiais, unhas encravadas, ressecamento e prevenção de micoses. Podiatra: pé diabético, joanetes, neuropatias, infecções, artrite e artrose. É imprescindível buscar informações sobre a capacitação de cada profissional, pois recorrer ao serviço inadequado pode trazer complicações, sobretudo em casos mais sérios ou complexos. “Se o paciente precisa de avaliação clínica ou até cirurgia e procura apenas um cuidado estético, não vai adiantar. Isso pode trazer riscos, como no pé diabético, que parece simples, mas pode evoluir para infecção e até amputação”, alerta Silvia. Sinais de alerta É fundamental estar de olho em sinais de alerta dos pés – e, caso note algum deles, saber que o melhor a fazer é procurar pelos especialistas em podiatria. Anote alguns deles: Dor persistente; Dificuldade para andar; Deformidades ósseas visíveis; Feridas que não cicatrizam; Infecções graves ou recorrentes; Rigidez do membro; Alterações decorrentes do diabetes; Perda de mobilidade. O podiatra também pode realizar um encaminhamento para especialidades médicas, como o ortopedista, a depender da situação. Um cuidado que se soma A enfermeira reforça que podologia e podiatria devem trabalhar em uma constante atuação conjunta – afinal, não se trata de concorrência, mas integração. O primeiro é essencial na prevenção e no cuidado diário, enquanto o segundo tem foco no diagnóstico e tratamento clínico. Juntos, garantem o bem-estar estético e funcional e ajudam a resolver problemas mais complexos. “Uma não é superior à outra. O podólogo atua de forma preventiva e evita muitos problemas, enquanto o podiatra oferece suporte clínico e tratamentos para os casos graves”, finaliza Silvia.

Hidratação intensiva para recuperar pés ressecados no verão
Hidratação e Emolientes

Hidratação intensiva para recuperar pés ressecados no verão

Sol forte, areia da praia e cloro da piscina são a combinação perfeita para um verão divertido, mas desafiador para a pele dos pés. Juntos, esses fatores aumentam o risco de ressecamento intenso, deixando os calcanhares ásperos, esbranquiçados e até rachados. Além de prejudicar a aparência, podem causar dor e facilitar infecções. De acordo com a cosmetóloga Vitória Contini, professora de Cosmetologia Clínica na FMU, cada agente age de maneira diferente: o sol provoca perda acelerada da hidratação natural da pele, a areia funciona como um abrasivo que desgasta a camada protetora e a água da piscina, por conter cloro, compromete ainda mais a barreira cutânea. Já a podóloga Grace Kelly Barreto complementa que, se o ressecamento evoluir, acaba deixando a pele vulnerável. “As fissuras profundas machucam, sangram e até infeccionam. Nesse ponto, não é apenas uma questão estética, mas sim de saúde.” Ingredientes que fazem a diferença Os melhores produtos para pés ressecados têm fórmulas mais potentes, pensadas para uma pele mais espessa, como a do calcanhar. Entre os ativos recomendados pela cosmetóloga Vitória estão: Ureia (5% a 20%), com ação umectante e queratolítica suave; Glicerina e propilenoglicol, que atraem água para a pele; Manteigas vegetais como karité, cupuaçu e cacau, com efeitos emolientes e restauradores; Óleos vegetais como jojoba, amêndoas, semente de uva e coco, que repõem lipídios; Pantenol e alantoína, com ação calmante e cicatrizante; Ceramidas, que reforçam a barreira cutânea. Nesse sentido, a profissional lembra que os cremes corporais comuns costumam ter concentrações menores desses ativos e são mais leves, voltados para manutenção. Já os específicos para pés possuem texturas densas e maior liberação prolongada, capazes de promover reparação intensa. Além da hidratação tópica, beber bastante água durante o dia também faz parte do processo, pois a ingestão adequada de líquidos melhora a hidratação da pele. Frequência e rotina ideais O mais recomendado é aplicar o creme duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. No período noturno, a especialista recomenda usar meias de algodão após a aplicação para potencializar o efeito do creme. Esse cuidado evita que o produto seja removido durante o sono e garante maior penetração dos ativos. Grace reforça que a regularidade é essencial para bons resultados. “Não adianta hidratar um dia e esquecer na semana seguinte. O efeito é cumulativo e só funciona se feito todos os dias”, orienta. Esfoliação é aliada ou vilã? Vitória Contini indica a esfoliação semanal como complemento para remover células mortas e aumentar a eficácia do hidratante. Para isso, recomenda esfoliantes químicos suaves, como ureia 20% ou ácido láctico em baixa concentração, ou mecânicos (que têm partículas) delicados. O melhor é evitar produtos muito agressivos, que podem machucar a pele. É comum pensar na famosa lixa de pés nesse momento. Mas a podóloga Grace Kelly Barreto já deixa o alerta: é errado exagerar no lixamento ou raspagem. “Quando a pele entende que está sendo agredida, reage formando mais calos ainda”, adverte. Tratamentos profissionais A hidratação intensiva também pode ser feita no consultório. Ao visitar um podólogo, por exemplo, o profissional poderá realizar: Limpeza completa; Retirada do excesso de pele morta; Hidratação profunda; Aplicação de curativos, se necessário. Vitória ainda acrescenta que ressecamentos crônicos merecem avaliação médica, pois podem estar relacionados a diabetes, dermatite atópica e psoríase. O diagnóstico correto garante que o tratamento seja mais eficaz e seguro. Por último, as profissionais reforçam que cuidados extras no dia a dia podem ajudar bastante. Assim, evite andar descalço, seque bem os pés, aplique protetor solar quando estiver exposto ao sol e faça um revezamento entre os calçados. Antes de qualquer tratamento, procure um profissional qualificado para avaliar o caso e indicar a melhor conduta.

Sentir cócegas nos pés é uma reação do cérebro. Entenda!
Tipos de Pés

Sentir cócegas nos pés é uma reação do cérebro. Entenda!

Todo mundo conhece alguém que não pode nem encostar em seu pé descalço que já começa a rir. Isso acontece porque os pés estão entre as regiões mais sensíveis do corpo. Tem até explicação científica: há uma enorme concentração de terminações nervosas ali, ligadas diretamente ao cérebro, que reage rapidamente a qualquer estímulo inesperado, como uma cócega. Conforme explica o neurocirurgião Renato Chaves, especialista em cérebro e coluna, a sensação costuma ocorrer porque os pés são menos tocados no dia a dia. “Como ficam protegidos por calçados, não se acostumam ao toque constante. Quando são estimulados, o cérebro interpreta como algo diferente, ativando respostas rápidas, como risos ou movimentos involuntários”, esclarece. No entanto, essa sensibilidade varia de pessoa para pessoa e por diversos motivos. “Idade, doenças neurológicas, lesões e até fatores genéticos influenciam. Até o humor ou o estresse do dia podem mudar a forma como sentimos um toque”, afirma o médico. Cócegas: alerta ou problema? Embora a reação natural seja rir, a sensibilidade nos pés é também um mecanismo de proteção, uma vez que ajuda a manter o equilíbrio e sinaliza perigos. Quando há alteração nesse padrão, seja por excesso de sensibilidade ou pela perda dela, é preciso investigar para descartar qualquer problema mais sério. De acordo com o médico Renato Chaves, as principais causas de perda de sensibilidade nos pés incluem: Neuropatias periféricas (como as causadas por diabetes); Má circulação, que reduz a oxigenação dos nervos; Compressão de nervos na coluna; Doenças como esclerose múltipla. “Dormência, queimação, dor em repouso ou dificuldade para andar são sinais de alerta”, complementa o neurocirurgião. Já a hipersensibilidade pode causar dor até com o uso de calçados. Em alguns casos, o simples toque já incomoda. Isso pode estar relacionado a síndromes neurológicas e exige avaliação especializada. Cuidados para manter a sensibilidade Manter os pés saudáveis ajuda a preservar a sensibilidade. Algumas práticas recomendadas pelo médico incluem: Caminhar descalço em superfícies variadas, como grama ou areia; Fazer massagens e banhos de contraste (quente e frio); Adotar uma alimentação equilibrada e controlar doenças crônicas; Procurar fisioterapia neurológica em casos de alteração sensorial. Ele destaca ainda que crianças costumam ser mais sensíveis às cócegas, pois seus nervos estão em formação, o que explica as reações exageradas nestas situações. Já nos idosos, há tendência à perda dessa sensibilidade com o envelhecimento, afetando o equilíbrio e aumentando o risco de quedas. “Cuspi refrigerante de tanto rir” Beatriz Rocha, 26 anos, de São Paulo, nunca vai esquecer a primeira visita à casa dos sogros. Auxiliar administrativa e dona de uma risada fácil, sempre extrovertida, ela viveu um momento inusitado logo no início do namoro com Guilherme. “Estava sentada no sofá, tomando refrigerante, quando o irmãozinho do meu namorado, de quatro anos, veio brincar e fez cócegas no meu pé. Ri tanto que não consegui segurar e cuspi o refrigerante na hora”, lembra, ainda rindo. Apesar do constrangimento inicial, Beatriz confessa que todo mundo viu graça. “Na hora, fiquei apavorada achando que a família ia me achar doida. Mas, por sorte, eles levaram na brincadeira – e isso virou piada interna na família até hoje.”

Por que a biomecânica é importante para viver bem?
Biomecânica

Por que a biomecânica é importante para viver bem?

Os pés desempenham papel essencial na sustentação e mobilidade do corpo e entender sobre biomecânica, ou seja, a interação entre forças, articulações, tendões e músculos, é fundamental para garantir equilíbrio, postura e locomoção. Segundo Camila Silva, podologista especializada em baropodometria e palmilhas, a biomecânica tem um grau de relevância e importância dentro dos atendimentos clínicos justamente porque ela entende e transcreve toda a engenharia anatômica e fisiológica do corpo. “Quando a gente entende de anatomia, entende como o corpo funciona, como que os processos fisiológicos funcionam, e aí a gente une a biomecânica, que é a engenharia, ela estuda toda a mecânica do corpo e como todos esses sistemas conversam entre si, isso é um divisor de águas para nosso atendimento. A gente consegue visualizar o pé e todo o membro inferior do nosso paciente como um sistema completo”, explica Camila. Ela se especializou em biomecânica porque queria desmistificar e simplificar o tema para que chegasse a mais pessoas e profissionais da área da saúde. “É uma área que a maioria das pessoas tem dificuldade e eu sempre quis dar aula, então pensei em me especializar nisso e daí, por que não me especializar em baro (baropodometria) também? Queria igualar a educação, o entendimento sobre a biomecânica porque de fato ela é muito complexa”, lembra Camila. Para ela, quando se consegue simplificar o que é complexo deixa de ser um bicho de sete cabeças, ou seja, se torna acessível. Outro motivador para sua especialização foi pela área ter uma predominância masculina. “Se tornou um desafio basicamente, ser uma mulher que é especialista no assunto, que dá aula, tem voz e consegue simplificar esse assunto que é bastante complexo”, afirma Camila. O uso da baropodometria. Quem deve fazer? Dentro da biomecânica o uso da baropodometria ajuda o profissional com referências qualitativas e quantitativas de cada paciente. “Ela nos traz dados extremamente ricos para conseguirmos analisar e chegar a um diagnóstico preciso e completo do nosso paciente, justamente porque oferece uma leitura de dados tanto na forma estática quanto na dinâmica e isso faz com que a gente entenda por completo o funcionamento do corpo, do sistema inferior, do membro inferior do paciente”, diz a podóloga. Segundo Camila, literalmente todo mundo deveria fazer um exame de baropodometria. “Todo mundo que puder fazer um exame, mas principalmente pessoas que sofrem com dores na coluna, no quadril, no joelho, nos pés, pessoas que têm algum problema na postura etc.”, diz ela. “Geralmente as pessoas procuram no momento de dor, mas o ideal seria fazer preventivamente”, complementa. O captor podal nem sempre é o único responsável pelo desalinhamento postural, mas Camila explica que cerca de 80% dos problemas de postura são decorrentes dele. “Justamente quando acontece alguma alteração no membro inferior temos que investigar para saber qual é a origem, qual é a causa do desalinhamento. Se é uma questão do captor podal, como na maioria dos casos é, podemos indicar o uso de uma órtese plantar aliada a um trabalho multidisciplinar com fisioterapeuta ou um educador físico”, explica Camila. Para ela, apenas trabalhando os captores junto com a questão muscular e sistêmica é possível melhorar a qualidade de vida desse paciente. Mobilidade biomecânica entre jovens e idosos A questão da mobilidade biomecânica de um jovem e de um idoso depende da consciência e importância que é dada à prevenção. “Tudo é um processo”, diz Camila. “Se você tem uma vida sedentária, você vai ser um idoso que pode ter sim um índice de queda, um índice de saúde debilitado”, complementa ela. “Os jovens hoje estão muito sedentários e isso influencia diretamente na postura”, alerta a profissional que busca conscientizar seus pacientes com dados da avaliação biomecânica. “Com a ajuda da baropodometria eu consigo falar para ele, olha, está vendo isso aqui? Isso aqui não está legal. E consigo fundamentar e explicar que hoje não dói, mas que daqui uns anos pode vir a doer”, conta Camila. Segundo ela é importante trabalhar de uma forma preventiva com os jovens para terem qualidade de vida e locomoção na velhice. “O idoso colhe aquilo que ele fez durante a vida dele toda. Eu tenho uma frase que uso sempre que, enquanto profissional da área de saúde, e eu falo por mim, enquanto podóloga, a minha missão é transformar passos em qualidade de vida”, revela Camila. Depois de ter passado por tantos casos clínicos, inclusive casos difíceis, até de amputações, Camila lembra de um caso de uma paciente que passou por tratamento de uma onicofose recorrente de ambos os hálux (dedão) nas quatro bordas. “Essa paciente tratava dessa condição por mais de dez anos. Quando chegou apreensiva e me contou dos anos de sofrimento, eu montei um protocolo para acabar com a dor em três meses”, conta Camila. Usando a biomecânica, ela conseguiu eficácia no tratamento e ganhou a confiança da paciente. “Depois de três meses ela não tinha mais dor e isso foi gratificante demais. Provei para mim mesma que estou no caminho certo e isso me deixa muito, muito feliz mesmo”, conclui Camila.   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Camila Silva | Baropodometria e Biomecânica (@podologistacamilasilva)

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