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Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó com ação antisséptica e perfume original. Pés secos e protegidos.

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Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g
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Quantidade

60 g

Também nas versões

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente o desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel nos pés e no interior dos calçados, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Usar antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Elimina 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Original oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.

Fragrância original para você que mantém a tradição!

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Pé cavo: saiba o que é e se precisa de tratamento
Pé Cavo

Pé cavo: saiba o que é e se precisa de tratamento

O pé cavo é uma condição caracterizada pela elevação acentuada do arco longitudinal do pé, resultando em uma pisada que concentra o peso corporal em áreas específicas, como o calcanhar e a ponta dos dedos. Essa característica anatômica pode variar de um quadro assintomático a condições mais graves, capazes de impactar na mobilidade do indivíduo e em sua qualidade de vida. Segundo o ortopedista Greenhalgh Dias Fernandes Junior, do Hospital Japonês Santa Cruz, o pé cavo apresenta características específicas. “Clinicamente, ele se manifesta com um antepé pronado e aduzido, com elevação do arco longitudinal medial e um retropé em varo”, descreve. Ou seja, o chão só é tocado pelas pontas dos dedos e pelo calcanhar, que ainda apresenta uma inclinação para dentro, como se fosse uma torção. Como identificar o pé cavo? O diagnóstico do pé cavo é feito, principalmente, por meio de avaliação clínica realizada por um ortopedista especializado. Ela inclui a análise do formato do pé, da posição das estruturas ósseas, do padrão de marcha e da pisada. Em alguns casos, exames de imagem, como radiografias, são utilizados para confirmar a hipótese diagnóstica e avaliar a gravidade do quadro. “Sinais como a elevação do arco do pé além do normal e a presença de calosidades em áreas específicas podem ser indicativos da condição”, acrescenta o especialista. Implicações no dia a dia O impacto do pé cavo no cotidiano varia de pessoa para pessoa. Em casos assintomáticos, não há prejuízo significativo para a mobilidade ou desconfortos. Já em casos mais graves, as repercussões incluem: Dor nos pés devido à sobrecarga em áreas específicas; Formação de calosidades dolorosas em regiões de maior pressão; Tendinopatias causadas pelo esforço excessivo dos tendões; Dificuldades na marcha ou instabilidade ao caminhar. “O quadro clínico e as repercussões dependem de quão acentuado é o arco do pé e da presença de outras condições associadas. Por isso, cada caso deve ser avaliado individualmente”, ressalta o profissional. De acordo com o médico, o pé cavo não é o padrão mais comum. Isso porque o tipo mais frequente é o pé considerado “normal”, que apresenta um arco longitudinal dentro dos limites considerados saudáveis. “O pé cavo é uma alteração que, embora nem sempre seja patológica, está geralmente associada a alguma doença de base”, explica. Precisa tratar? Não são todos os casos de pé cavo que exigem intervenção. A necessidade de ações médicas depende de fatores como: Presença de sintomas, como dor ou calosidades; Impacto na mobilidade e, consequentemente, na qualidade de vida; Progressão da deformidade ao longo do tempo; Surgimento de condições subjacentes associadas, como doenças neurológicas ou musculoesqueléticas. “O tratamento deve ser baseado em uma avaliação detalhada e individualizada. Em casos assintomáticos, muitas vezes não é necessário intervir. Já nos casos sintomáticos, as opções podem incluir fisioterapia, uso de palmilhas ortopédicas e, em situações extremas, até cirurgia”, orienta o especialista. Cuidados e prevenção Embora nem sempre exija tratamento, algumas medidas podem ajudar a minimizar seu impacto e evitar complicações: Use calçados adequados que ofereçam suporte e conforto; Pratique exercícios de fortalecimento e alongamento para os pés e tornozelos; Consulte regularmente um ortopedista, especialmente em casos de dor ou alterações na pisada.

Corrida se populariza e vira tendência no Brasil; entenda por quê
Corrida

Corrida se populariza e vira tendência no Brasil; entenda por quê

Nos últimos anos, a corrida deixou de ser apenas uma atividade esportiva e se tornou parte do estilo de vida de milhões de brasileiros. Prática democrática, que pode ser feita em qualquer lugar e com poucos recursos, cresceu exponencialmente, especialmente no período pós-pandemia, quando as pessoas passaram a buscar mais atividades ao ar livre como forma de manter a saúde física e mental. Para o treinador Carlos Tiggemann, esse crescimento se deve à acessibilidade e à flexibilidade. "A corrida não exige equipamentos caros, pode ser iniciada com caminhadas e permite que cada pessoa respeite seu próprio ritmo. Além disso, não depende de horários fixos ou de outras pessoas, o que facilita a adesão", explica. Ele ainda destaca que o aumento de eventos esportivos e a popularização nas redes sociais impulsionaram o interesse pelo esporte. A médica do esporte Flávia Magalhães, especialista em mercado esportivo, acrescenta que a prática da corrida tem se destacado globalmente. "Segundo o relatório anual do Strava, a corrida foi o esporte mais praticado no mundo em 2024. O Brasil ficou em segundo lugar em número de praticantes. Além disso, foram realizadas 1.421 corridas de rua no país em 2023, um aumento de 20% em relação a 2022", afirma. Prática ao ar livre em alta O crescimento da corrida está diretamente ligado ao aumento de práticas ao ar livre no pós-pandemia. Levantamento da WGSN, empresa global de pesquisa de tendências, aponta a busca por atividades externas e em contato com a natureza com aumento significativo nos últimos anos. Essa tendência foi impulsionada pela necessidade de distanciamento social e pela valorização do bem-estar físico e mental. O relatório destaca que práticas como corrida, trekking e caminhada passaram a ser vistas não só como exercícios, mas como formas de conexão com o meio ambiente e com a saúde integral. A corrida, por ser simples, gratuita e individual, ganhou destaque nesse cenário, acompanhando a tendência global de valorização do autocuidado e do equilíbrio. Nesse sentido, a médica do esporte Flávia Magalhães reforça que a corrida também beneficia o mercado esportivo. "Há um crescimento expressivo na procura por tênis, roupas e acessórios adequados, especialmente por parte das mulheres, cuja participação nas corridas aumentou muito nos últimos anos. Esse movimento influencia o mercado e gera novas oportunidades para marcas esportivas", observa. Benefícios e cuidados essenciais Os benefícios da corrida são amplos. Entre eles, o treinador Carlos Tiggemann lista: Melhora da saúde cardiovascular e respiratória; Aumento da resistência; Controle do peso; Melhora do humor; Mais qualidade do sono. "Além dos ganhos físicos, a corrida proporciona sensação de bem-estar e socialização, quando feita em grupos ou eventos, o que também motiva a continuidade", acrescenta. Como começar a correr Para quem deseja dar o primeiro passo nas corridas, a dica é simples: iniciar com caminhadas e intercalar com corrida leve, respeitando os limites do corpo. "O importante é evoluir gradualmente, buscando orientação profissional quando possível. Pessoas sedentárias ou com histórico de lesões devem realizar uma avaliação física antes", orienta o treinador. Contudo, apesar dos inúmeros benefícios, a médica lembra que há contraindicações. "Pessoas com doenças cardiovasculares graves ou problemas articulares severos devem evitar a prática sem orientação médica. Cada caso precisa ser avaliado individualmente", conclui.

Estalar os dedos do pé faz mal? Médico responde
Proteção Articular

Estalar os dedos do pé faz mal? Médico responde

Apesar de ser mais comum com as mãos, muita gente tem o hábito de estalar os dedos dos pés, seja para aliviar uma sensação de rigidez ou por costume mesmo. Mas será que tal prática pode prejudicar as articulações ao longo do tempo? De acordo com o ortopedista Sérgio Costa, especialista em cirurgia do joelho e artroscopia, não há evidências científicas de que estalar os dedos dos pés cause danos diretos às articulações. No entanto, embora seja uma situação mais rara, se o movimento for feito com força excessiva ou de forma repetitiva, pode gerar desconforto e até pequenas lesões. “O estalo ocorre pela formação e rompimento de uma bolha de gás dentro da articulação. Esse fenômeno é natural e, quando não há dor associada, não precisa ser motivo de preocupação”, afirma o médico. Mesmo não sendo problema, o especialista pontua algumas questões que devem ser observadas: Dor ao estalar: “Se houver dor ao estalar os dedos dos pés, pode ser um indicativo de desequilíbrio ou rigidez articular.” Estalo frequente: “O estalo excessivo pode indicar uma alteração na mobilidade da articulação. Se a pessoa sente necessidade constante de estalar os dedos, vale investigar se há algum problema ortopédico.” Movimento forçado: “Se o estalo é causado por um movimento muito intenso, pode gerar sobrecarga nos ligamentos e cápsulas articulares, aumentando o risco de lesões.” Estalo como sinal de problema Se o estalar dos dedos for acompanhado de sintomas como dor, inchaço ou rigidez, pode haver uma alteração ortopédica subjacente. Entre as possíveis condições estão: Alinhamento irregular dos ossos ou de ligamentos: se há uma alteração na estrutura óssea ou ligamentar dos pés, o estalo pode ocorrer com mais frequência e vir acompanhado de desconforto; Desgaste da articulação: em alguns casos, o estalo pode estar relacionado a processos degenerativos, portanto, se houver perda de cartilagem ou instabilidade articular, o ruído pode indicar um problema mais sério; Processos inflamatórios: inflamações em tendões e cartilagens também podem gerar estalos frequentes, principalmente se houver dor associada. O especialista reforça que, se o estalo vem acompanhado de dor que não vai embora, é recomendado buscar orientação médica para investigar a causa. Saúde das articulações “Estalar os dedos dos pés, por si só, não causa artrite ou artrose. Essas doenças estão mais relacionadas a fatores como envelhecimento, predisposição genética e lesões repetitivas”, diz Sérgio Costa Ele lembra que não é preciso se assustar com o barulho produzido pela bolha de gás que se rompe dentro da articulação - o ruído não é sinal de alerta. “Esse gás é, na maioria das vezes, dióxido de carbono, e sua liberação não causa nenhum prejuízo à articulação”, acrescenta o médico. Cuide da saúde articular Mesmo sem comprovação de que o estalo cause danos, manter a saúde das articulações é essencial. O ortopedista recomenda: Usar calçados adequados, que ofereçam suporte e conforto; Fazer exercícios de fortalecimento e alongamento para manter a flexibilidade dos pés e pernas; Evitar sobrecarga nas articulações, distribuindo bem o peso corporal; Praticar atividades físicas regulares, sempre respeitando os limites do corpo; Manter a higiene dos pés, lavando e secando bem a região. “O ideal é manter os pés sempre fortalecidos e alongados para evitar problemas articulares no futuro”, finaliza Costa.

Seu pé é supinado ou pronado? Entenda as diferenças
Pé Supinado e Pé Pronado

Seu pé é supinado ou pronado? Entenda as diferenças

Dentre as estruturas corporais identificadas, há quem tenha pés supinados ou pronados, condições que afetam a maneira como o pé toca o chão e distribui o peso do corpo. Ou seja, apesar de os pés desempenharem papel fundamental na mobilidade e no equilíbrio do corpo, nem todo mundo possui uma estrutura anatômica ideal. Ter uma dessas variações significa uma possível influência na saúde articular, na propensão a lesões e até mesmo no envelhecimento. É fácil identificar um ou outro caso, já que pé supinado e pé pronado têm diferenças marcantes. “São completamente diferentes do ponto de vista anatômico e funcional”, frisa a ortopedista Tania Szejnfeld Mann, chefe do Grupo de Medicina e Cirurgia do Pé e Tornozelo da UNIFESP e membro do Hospital Israelita Albert Einstein. O que é pé supinado O pé supinado apresenta uma flexão do primeiro raio – estrutura óssea que inclui o dedão do pé e o metatarso correspondente. Essa característica faz com que, ao apoiar o antepé no chão, esse primeiro raio force o restante do pé a se ajustar, o que resulta em um calcanhar inclinado para dentro, conhecido como varo. “O pé supinado tende a ser mais rígido, o que pode limitar a capacidade de adaptação em terrenos irregulares e aumentar o risco de lesões por sobrecarga, como fraturas por estresse”, explica a médica. A rigidez desse tipo de pé dificulta a absorção de impacto, sobrecarregando os músculos e articulações durante atividades físicas. O que é pé pronado É o oposto do supinado. No caso do pé pronado, o primeiro raio é elevado, o que causa um desabamento do arco plantar e obriga o calcanhar a se inclinar para fora – uma condição chamada de valgo. Essa anatomia resulta em maior flexibilidade, mas também em instabilidade. “O pé pronado está mais associado às tendinites e a outros problemas relacionados à instabilidade articular, já que o arco plantar desabado não oferece o suporte necessário para o alinhamento corporal”, acrescenta a especialista. Mobilidade e impacto funcional As diferenças entre os dois tipos de pés têm implicações diretas na mobilidade. O pé supinado, por ser mais rígido, oferece menos amortecimento e pode levar ao desenvolvimento de lesões devido ao impacto repetitivo. Já o pé pronado, por sua flexibilidade excessiva, compromete o alinhamento biomecânico, tornando-se mais suscetível a tendinites e lesões ligamentares. Ambas as condições podem exigir ajustes no dia a dia, como o uso de calçados adequados, palmilhas ortopédicas ou mesmo fisioterapia para corrigir desequilíbrios musculares. Em casos mais severos, intervenções médicas podem ser necessárias para prevenir complicações. Envelhecimento e saúde dos pés No processo de envelhecimento, tanto o pé supinado quanto o pronado podem apresentar desafios adicionais, mas não há como prever qual tipo de pé será mais problemático, conforme explica a ortopedista. “Isso depende da demanda física de cada indivíduo ao longo da vida”, ressalta Tania Szejnfeld Mann. Por exemplo, pessoas com pés supinados podem enfrentar maior desgaste articular devido à sobrecarga constante, enquanto aquelas com pés pronados podem desenvolver deformidades no arco plantar ou lesões crônicas nos tendões. Assim, o acompanhamento médico regular se mostra essencial para prevenir complicações e manter a qualidade de vida. Cuidados preventivos Independentemente do tipo de pé, algumas medidas gerais podem ajudar a preservar a saúde e a funcionalidade ao longo do tempo, conforme destaca a ortopedista: Escolha calçados adequados: prefira modelos que ofereçam suporte ao arco plantar e absorção de impacto; Use palmilhas personalizadas: costumam ser indicadas para correção postural e distribuição adequada do peso; Faça exercícios de fortalecimento: atividades que reforçam os músculos dos pés e tornozelos ajudam a melhorar a estabilidade; Consulte um ortopedista regularmente: vá ao médico especialmente se sentir dores recorrentes ou alterações na forma como anda.

Como prevenir lesões nos pés causadas pelo esporte
Prevenção de Lesões

Como prevenir lesões nos pés causadas pelo esporte

A prática esportiva traz inúmeros benefícios para a saúde, mas também pode ser acompanhada de desafios, como o risco de lesões nos pés. Quando não prevenidos ou tratados incorretamente, esses machucados podem comprometer a performance e até mesmo afastar o atleta das atividades. Mas, afinal, por que isso acontece? Segundo o fisioterapeuta Bernardo Sampaio, diretor clínico do ITC Vertebral de Guarulhos, fatores como volume elevado de atividade sem descanso adequado, aumento brusco na intensidade dos treinos e o uso de calçados inadequados estão entre os principais responsáveis por lesões nos pés durante a prática esportiva. Principais lesões nos pés O profissional explica que as lesões mais recorrentes incluem: Fratura nos ossos do pé: especialmente no metatarso, causada por traumas diretos, comuns em esportes de contato; Entorse de tornozelo: resultado de movimentos bruscos ou torções; Fasciopatia plantar: inflamação na fáscia plantar, tecido que sustenta a sola do pé; Tendinopatia: acomete os tendões, como o de Aquiles, frequentemente sobrecarregados; Fratura de tornozelo: lesão grave que pode ocorrer em atividades de alta intensidade. Porém, nem toda dor súbita durante a prática esportiva indica, necessariamente, uma lesão. "Pode ser apenas uma contratura muscular sem gravidade", exemplifica o profissional. Mesmo assim, é importante estar atento a dores persistentes ou limitantes durante e após a atividade. Esportes com maior risco de lesões nos pés Embora qualquer modalidade possa lesionar os pés, alguns esportes apresentam mais chances, como a corrida de rua e os chamados esportes de contato, a exemplo do futebol, devido à maior incidência de lesões. “A corrida apresenta alto índice de lesões em membros inferiores, enquanto o futebol é marcado por entorses e fraturas devido ao contato físico”, observa o diretor clínico. Apesar de as fraturas decorrentes de traumas serem difíceis de evitar, outras lesões podem, sim, ser prevenidas com estratégias simples, mas realmente eficazes. Veja as recomendações de Sampaio: Fortalecimento muscular: trabalhar não só os pés, mas todo o membro inferior, para garantir suporte adequado durante os movimentos esportivos; Escolha de calçados apropriados: usar tênis que ofereçam suporte, amortecimento e sejam adequados ao tipo de atividade praticada; Treinos progressivos: evitar aumentar a intensidade ou duração dos exercícios de forma abrupta; Mobilidade articular e alongamento: apesar de o alongamento isolado não prevenir lesões, quando combinado com exercícios de mobilidade, contribui para a flexibilidade e resistência. Tratamento e retorno às atividades Lesões esportivas costumam demandar tratamento multidisciplinar, envolvendo ortopedistas e fisioterapeutas. “A fisioterapia é essencial tanto para a recuperação quanto para a prevenção de recorrências”, ressalta Bernardo. Em muitos casos, pode ser necessário reduzir o volume de atividade ou até interromper temporariamente, dependendo da gravidade da lesão. Além de tratar as lesões, a fisioterapia desempenha um papel preventivo. “Com uma avaliação funcional detalhada e um plano de tratamento personalizado, é possível retornar às atividades com segurança e evitar novas lesões”, garante o profissional.

Ter calos e joanetes ao mesmo tempo não é coincidência
Calo e Calosidade

Ter calos e joanetes ao mesmo tempo não é coincidência

Em pessoas que apresentam joanete, os calos não surgem por acaso. A condição altera a base de apoio do pé, concentra a pressão em pontos específicos e favorece o aparecimento recorrente de calos que, por sua vez, tendem a voltar quando apenas a calosidade é tratada, sem corrigir a causa do problema. Embora costumem aparecer juntos, calos e joanetes não são a mesma coisa. Os calos são áreas de pele mais espessa, formadas pela pressão e pelo atrito repetidos. Já o joanete é uma deformidade óssea na base do dedão, em que o osso se projeta e o dedo se desvia. A podóloga Francisca Sousa lembra que a relação entre os dois não é recíproca. Ou seja, os joanetes podem causar calos, mas os calos não provocam joanetes. “Isso acontece porque a deformidade ligada à joanete desvia o apoio, concentrando o peso em uma área inadequada e aumentando a pressão e o atrito”, explica. Principais regiões Juliano Martynetz, especialista em cirurgia de pé e tornozelo dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, de Curitiba (PR), esclarece que o joanete muda a forma como o peso do corpo é distribuído no antepé. “Com isso, determinadas regiões passam a sofrer mais pressão ao longo do tempo, favorecendo o aparecimento de calos nesses pontos”, diz o ortopedista. Dentre os tipos de calos mais comuns que costumam surgir em pessoas com joanete estão: Plantares: abaixo do segundo e do terceiro dedo; Laterais: no próprio joanete; Entre os dedos: por conta do atrito constante. Calos frequentes servem de alerta O aparecimento recorrente ou o aumento dos calos pode indicar que a deformidade está evoluindo. O médico ortopedista explica que esse padrão funciona como um sinal indireto de que a mecânica do pé está se alterando com o tempo. Além disso, lidar com os calos de forma inadequada pode piorar o quadro. A podóloga Francisca Sousa alerta que o tratamento errado aumenta ainda mais a pressão local, o que tende a agravar a dor e a inflamação associadas ao joanete. Não adianta tratar só o calo Há situações em que cuidar apenas da pele não é suficiente para resolver o problema. Isso costuma acontecer quando: Os calos retornam com frequência; A deformidade causa dor persistente; A pessoa tem sintomas que atrapalham o dia a dia. Nesses cenários, o mal principal não está na calosidade, mas na deformidade óssea que gera a sobrecarga. Portanto, se a causa é joanete, o problema deve ser corrigido para evitar novos calos. O foco precisa estar na origem do problema. Cuidados diários para evitar calos No dia a dia, algumas medidas ajudam a diminuir o atrito e a pressão excessiva. Nesse sentido, os especialistas indicam alguns cuidados, como: Manter a pele hidratada; Usar bons sapatos; Evitar atrito; Fazer acompanhamento profissional regular. Por último, o ortopedista Juliano Martynetz reforça que tratar o joanete – seja por cirurgia ou não – é a medida mais eficiente para que os calos deixem de aparecer com frequência. Isso porque, ao melhorar o alinhamento do pé, a distribuição de carga se equilibra e, consequentemente, as calosidades somem.

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