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Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó com ação antisséptica e perfume original. Pés secos e protegidos.

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Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g
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Quantidade

60 g

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Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente o desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel nos pés e no interior dos calçados, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Usar antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Elimina 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Original 60g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Original oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Original elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O pioneiro, autêntico e precursor da linha Tenys Pé. Azul com tampa vermelha é um verdadeiro ícone da categoria.

Fragrância original para você que mantém a tradição!

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Metatarsalgia ou fascite plantar: saiba diferenciar a dor
Fascite Plantar

Metatarsalgia ou fascite plantar: saiba diferenciar a dor

Dor na sola dos pés pode até parecer tudo igual, mas não é. Entre as causas mais comuns estão a metatarsalgia e a fascite plantar, duas condições diferentes, embora muitas vezes confundidas. Saber onde e como a dor se manifesta é o primeiro passo para o diagnóstico correto e o tratamento adequado. Como explica o ortopedista Paulo Frederico, especialista em cirurgia do pé e tornozelo e presidente da Comissão de Ensino e Treinamento da SBOT-RJ, as duas doenças têm origens e sintomas distintos e podem estar relacionadas à sobrecarga mecânica, alterações na pisada e até mesmo escolha errada de calçados. “A metatarsalgia afeta a parte da frente do pé, enquanto a fascite plantar compromete a região do calcanhar. Cada uma das condições exige atenção e abordagem específica para aliviar a dor e evitar complicações”, situa o médico. Como cada problema se manifesta Para entender melhor, o ortopedista destaca que vale olhar onde dói, quando dói e o que costuma piorar o quadro. Por exemplo: Metatarsalgia é a dor localizada na parte anterior do pé, sob as cabeças dos metatarsos, área identificada um pouco antes dos dedos. Surge quando há sobrecarga nessa região, seja por longos períodos em pé, uso de salto alto ou bico fino ou alterações na pisada. A metatarsalgia pode gerar a sensação de “pedrinha no sapato” e piora ao caminhar descalço, em pisos duros ou com o uso de salto alto. Fascite plantar é uma inflamação ou degeneração da fáscia plantar, tecido que vai do calcanhar até a base dos dedos e sustenta o arco do pé. A dor costuma se concentrar no calcanhar, geralmente na parte inferior e mais medial, sendo mais intensa nos primeiros passos da manhã ou depois de ficar muito tempo sentado. Com o tempo, pode também irradiar pela sola. Diferenças e semelhanças A principal diferença entre as duas condições está na localização e no comportamento da dor. Ainda assim, elas podem coexistir. Nesses casos, o tratamento precisa considerar o pé como um todo, não só a área onde dói com mais intensidade. De acordo com o ortopedista Paulo Frederico, não é raro que a fascite plantar apareça junto com sobrecarga no antepé, principalmente em pés cavos ou em pessoas que mudam a pisada para aliviar um ponto dolorido e acabam sobrecarregando outro. Além disso, elas compartilham fatores de risco importantes, como: Sobrepeso; Sedentarismo; Pé plano ou pé cavo; Encurtamento do tendão de Aquiles; Uso de calçados inadequados; Aumento súbito da atividade física (muito comum em corredores amadores ou em quem passa muito tempo em pé). O tipo de pisada influencia diretamente a distribuição da carga sobre o pé. Outro fator determinante são os calçados: saltos altos, bicos finos, solas muito rígidas ou tênis gastos alteram o alinhamento e favorecem os dois quadros. “O padrão ouro é o tênis esportivo de corrida”, afirma o profissional. Diagnóstico e tratamento O diagnóstico costuma ser essencialmente clínico, mas pode ser complementado por exames quando necessário: Metatarsalgia: o raio-X avalia deformidades ósseas e a ressonância magnética identifica bursites, sinovites e alterações de partes moles. Em alguns casos, a baropodometria (exame que analisa a distribuição de pressão plantar) ajuda a mapear sobrecargas e orientar palmilhas personalizadas. Fascite plantar: ultrassom e ressonância magnética mostram espessamento da fáscia e sinais inflamatórios. Já sobre o tratamento, o médico reforça que o objetivo é reduzir a sobrecarga, melhorar o alinhamento e aliviar a dor, mas a abordagem varia conforme o local afetado. Entre as principais procedimentos possíveis entram: Metatarsalgia: realinhamento do antepé com palmilhas metatarsais, correção de calçados, reeducação postural e, em alguns casos específicos, cirurgia para corrigir deformidades como joanete ou dedos em garra. A operação é exceção e fica reservada aos quadros refratários. Fascite plantar: alongamento do tendão de Aquiles e da fáscia plantar, fisioterapia e, quando indicado, palmilhas com suporte de arco. Quando procurar um especialista Saiba que é hora de marcar uma consulta se: A dor começar a limitar as atividades diárias; Houver inchaço persistente; Sentir dificuldade para apoiar o pé; O incômodo não melhorar após algumas semanas de cuidados simples, como repouso, alongamento e/ou troca de calçado. A recomendação do especialista é não banalizar as dores crônicas. “O pé sustenta todo o peso do corpo e absorve impacto a cada passo. Pequenos desequilíbrios, se não corrigidos, podem gerar dores crônicas e perda de performance”, finaliza.

Quem tem pé cavo tropeça mais. Entenda o porquê
Pé Cavo

Quem tem pé cavo tropeça mais. Entenda o porquê

O pé cavo é aquele com o arco mais alto que o normal. Apesar de nem sempre causar sintomas, a condição pode alterar a forma como o corpo se equilibra durante a caminhada, entre outras questões. Isso impacta a estabilidade, especialmente em superfícies irregulares, e aumenta o risco de tropeços e torções. O ortopedista André Silveira, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), explica que tal alteração estrutural reduz a área de contato do pé com o solo e modifica a forma como o peso do corpo é distribuído. “Esse tipo de pé tem bastante alteração biomecânica, desde a parte posterior do retropé até o antepé, em vários ângulos. Uma das principais consequências disso é o contato com o chão durante a caminhada”, detalha o médico. Por que surge instabilidade? A instabilidade é uma das principais queixas de quem tem pé cavo. Isso acontece porque estruturas importantes para o equilíbrio passam a funcionar de forma limitada, comprometendo a adaptação do pé aos diferentes tipos de solo. De acordo com o especialista, a culpa disso é da articulação subtalar, a responsável por ajudar o pé a se ajustar em terrenos irregulares. Nesses casos, ela costuma ser mais rígida e isso faz com que o corpo perca essa adaptação natural durante a marcha. O resultado é uma maior dificuldade para reagir a pequenas irregularidades do piso. Como consequência, pode haver episódios repetidos de torção e até uma sensação frequente de “pisar em falso” enquanto anda, como se fosse cair a qualquer momento. Impactos no dia a dia Mesmo sem sintomas tão claros, quem tem pé cavo pode experimentar sensações bem desagradáveis na rotina, como: instabilidade ao caminhar; falseio ao pisar; insegurança na marcha; até três a quatro torções anuais. Além disso, a redução da área de contato com o solo aumenta a pressão em regiões específicas do pé, o que pode levar à dor na região plantar e lateral, uma vez que o peso do corpo deixa de ser distribuído de forma equilibrada. É nesse ponto que deixa de ser um problema só do pé, conforme observa o fisioterapeuta Marcio Guimarães, especialista em reabilitação ortopédica e esportiva, à frente da Trato Fisioterapia. “O corpo inteiro pode entrar em compensação para manter o equilíbrio, aumentando a sobrecarga em outras estruturas, como tornozelos e pernas”, alerta o profissional. Como reduzir o risco Apesar dos desafios, há formas de melhorar a estabilidade e reduzir o risco de tropeços no dia a dia. O tratamento só é indicado quando há queixas e pode envolver diferentes abordagens. Entre as principais táticas a serem adotadas estão: uso de palmilhas para redistribuir a pressão e melhorar o contato com o solo; fisioterapia para fortalecimento muscular e estabilização do pé; treino de equilíbrio e propriocepção, que melhora a resposta do corpo a mudanças no terreno; exercícios de fortalecimento para dar mais suporte à marcha; escolha de calçados confortáveis, que proporcionem segurança ao caminhar. “O treino de equilíbrio e fortalecimento ajuda a reduzir o risco de torções, sobretudo em quem tem pé cavo. Fortalecer o ‘foot core’ (núcleo do pé) junto com o joelho e quadril, garante uma base firme e mais segurança ao caminhar”, avalia o fisioterapeuta. Vale lembrar que nem todos os casos exigem intervenção. A orientação é procurar o ortopedista quando houver dor persistente, instabilidade frequente e entorses de repetição. Somente a avaliação especializada pode definir o melhor caminho.

Os cuidados com os pés são diferentes para homens e mulheres?
Cuidado Diário

Os cuidados com os pés são diferentes para homens e mulheres?

Será que a rotina de cuidado com os pés deve ser diferente para homens e mulheres? Em geral, todo mundo tem que lavar os pés no banho (e secar bem), passar desodorante, hidratante… Mas, em alguns casos específicos, é preciso reforçar um desses cuidados. Um exemplo: os homens costumam suar mais no pé, o que pode causar problemas como o mau odor e as frieiras. “O homem produz mais testosterona, o que estimula as glândulas sudoríparas a produzir mais suor. Além disso, nos homens essas glândulas se concentram mais na região dos pés”, explica Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). A transpiração também pode ser um problema para as mulheres que costumam usar meias sintéticas, finas, em geral com sapatos também feitos de materiais sintéticos que não absorvem o suor e aumentam a umidade nos pés. Ou que praticam atividades físicas intensas, como corrida e futebol. “Como prevenção para homens e mulheres, ficam as dicas de secar bem entre os dedos, usar meias de algodão, calçados de materiais não sintéticos e o desodorante para os pés”, completa Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Cuidados na gravidez Os hormônios também podem fazer algumas mulheres suar mais nos pés. Nas gestantes, a alteração hormonal favorece essa sudorese, explica Renato Butsher Cruz, docente do curso técnico em Podologia do Senac Osasco. “Para evitar a bromidrose, o famoso mau odor, elas devem ter cuidados redobrados com a higienização diária e usar produtos antissépticos que diminuam a transpiração nos pés.” Além disso, na gestação, pode haver mais inchaço na parte inferior das pernas e dos pés. “Nesse caso, é preciso usar meias elásticas de suave compressão para prevenir o edema e calçados mais confortáveis e macios”, diz Schwarz. Cuidados com os pés ao usar sandálias Pensando nos hábitos de cada um, a diferença no tipo de calçado preferido também pode requerer alguns cuidados especiais. “As mulheres usam mais sandálias do que os homens, o que pode ressecar mais os pés”, afirma Schwarz. “Então, elas precisam hidratar mais o pé, fazer esfoliação uma vez por semana para retirar as células mortas e, claro, beber bastante água para manter o corpo hidratado.” Por outro lado, os homens costumam usar mais calçados fechados, seja sapato social ou tênis; por isso, devem ter mais cuidado com a transpiração. “Para reduzir essa umidade, o ideal é usar meias de algodão, que absorvem o suor, e revezar o uso do calçado”, explica a especialista.

Calo duro, mole, calosidade: saiba como diferenciar e tratar
Calo e Calosidade

Calo duro, mole, calosidade: saiba como diferenciar e tratar

Calos nos pés são incômodos frequentes e podem surgir devido ao atrito ou pressão repetitiva, formando uma camada espessa de pele endurecida. Mas nem todos são iguais. Existem diferentes tipos de calos e o tratamento adequado depende da identificação correta do problema. Para começo de conversa, a podóloga Katia Lira, especialista em reflexologia podal, explica que o calo se forma como um mecanismo de defesa do corpo. “É um espessamento da pele causado pelo atrito contínuo. O corpo cria essa camada extra para proteger a pele de lesões”, explica. Há uma diferença importante entre calo e calosidade. O calo tende a ser menor, mais profundo e pode causar dor intensa, enquanto a calosidade é uma área maior e superficial, sem dor significativa. Além disso, nem os próprios calos são sempre iguais – tem duro, mole, vascular… É hora de conhecê-los! Os principais tipos de calos Há cinco variações principais e cada um se manifesta de uma maneira: Calo duro: pequeno, redondo e firme, aparece normalmente nos dedos dos pés; Calo mole: surge entre os dedos, tem uma textura mais macia e pode ser bem doloroso; Calo vascular: contém pequenos vasos sanguíneos, causando dor e podendo sangrar ao ser removido; Calo neurovascular: além dos vasos sanguíneos, tem terminações nervosas, que o tornam o tipo mais doloroso; Calosidade plantar: caracteriza-se por uma camada espessa na sola do pé, geralmente sem dor intensa. Ou seja, a localização, as características e o nível de dor podem ajudar na identificação de qual é o tipo de calo em questão. Como tratar cada tipo de calo O tratamento varia conforme a gravidade do calo. A podóloga Katia Lira lista as principais abordagens para aliviar o desconforto causado por cada um: Calo duro: lixar levemente e hidratar com frequência; Calo mole: reduzir a umidade entre os dedos, utilizar espaçadores e evitar calçados muito apertados; Calo vascular e neurovascular: necessitam de remoção profissional, pois podem causar dor intensa e sangramento. Calosidade plantar: usar palmilhas adequadas, lixar com moderação e manter a hidratação da pele. A podóloga alerta que não existe um tratamento universal que funcione para todos os tipos de calos. Porém, medidas como hidratar os pés regularmente e usar calçados adequados ajudam na prevenção de qualquer um deles. Qual o tipo mais comum de calo De acordo com a especialista, o tipo mais comum é o calo duro, justamente por estar associado ao atrito com sapatos. Já o calo neurovascular é o menos frequente, pois envolve vasos e nervos, causando dor intensa. Seja qual for o tipo de calo, um alerta é unânime: nunca tente cortá-lo em casa! “Isso pode causar infecção e agravar ainda mais a situação”, reforça a podóloga. Pessoas com diabetes também precisam ter atenção redobrada, pois qualquer ferida nos pés pode evoluir para complicações sérias. A recomendação é visitar regularmente um especialista para acompanhar o quadro e evitar que o problema se agrave. O impacto dos calos na rotina O motorista de aplicativo José Bruno, de 47 anos, lembra que os calos fazem parte de sua vida desde a adolescência, quando usava sapatos apertados para ir à escola. Com o tempo, a condição só piorou e levou até a dores intensas e incapacitantes. “Tentei de tudo: lixar em casa, usar palmilhas e até remédios caseiros. Mas os calos sempre voltavam. Quando fui ao podólogo, ele explicou que eu estava tratando errado e que os calos eram profundos. Com o tratamento adequado, fui aprendendo a cuidar melhor dos meus pés, fazendo a remoção profissional e usando calçados mais confortáveis”, conta o paulistano, que não abre mão do acompanhamento regular profissional.

Alongar os pés antes de dormir reduz o cansaço
Alongamento Muscular

Alongar os pés antes de dormir reduz o cansaço

Por sustentarem todo o peso do corpo durante o dia, os pés podem acumular tensão muscular, sobrecarga nas articulações e até líquidos. Sapatos inadequados, como os modelos muito apertados, planos, de salto alto ou com pouco amortecimento também favorecem dores e desconfortos. À noite, o resultado não poderia ser diferente: vem aquela sensação de cansaço e fadiga, que não vai embora tão facilmente. A boa notícia é que um simples alongamento antes de dormir pode ser a chave para driblar esse incômodo. Segundo a fisioterapeuta Juliana Duarte, do Centro Universitário FMU, estirar os pés antes de dormir ajuda a relaxar a musculatura, melhora a circulação sanguínea e devolve mobilidade às articulações. Estes efeitos reduzem dores, previnem câimbras noturnas e proporcionam um descanso mais reparador. “O alongamento noturno funciona como um pequeno ritual de desaceleração: relaxa músculos que trabalharam o dia todo, estimula o sistema circulatório e retorna a elasticidade às estruturas dos pés e tornozelos. Quando vira hábito, os benefícios se somam e significam menos desconforto e mais mobilidade e bem-estar”, lista a profissional. Benefícios para o corpo inteiro Quando feito diariamente, o alongamento não só alivia o cansaço imediato, como traz ganhos importantes ao longo do tempo. Entre eles, estão: Prevenção de dores e lesões, como fascite plantar e esporão de calcâneo; Melhora da postura e do alinhamento corporal; Aumento da flexibilidade e da mobilidade articular; Redução da rigidez e das câimbras noturnas; Sensação de bem-estar geral, com menor estresse e melhor qualidade do sono. “Pés mais soltos e funcionais influenciam no corpo inteiro, reduzindo sobrecargas em joelhos, quadris e coluna”, reforça a fisioterapeuta. Alongamentos para fazer antes de dormir A seguir, aprenda exercícios simples indicados por Juliana Duarte, que podem ser feitos em casa e em poucos minutos. Leia cada instrução e execute com calma, sem forçar. Antes, porém, esteja atento a alguns detalhes: Por quanto tempo fazer? Cada exercício deve ser mantido por 20 a 30 segundos, e repetido de 2 a 3 vezes de forma lenta e controlada. Uma rotina de 5 a 10 minutos por dia já traz resultados perceptíveis. Afinal, a regularidade é o que mais conta. Quem se beneficia mais? O hábito é especialmente útil para quem passa longas horas em pé, atletas e praticantes de esportes de impacto, pessoas com sobrepeso e indivíduos com tendência a câimbras ou fascite plantar. Quando evitar ou ter cautela? Apesar de seguro para a maioria, há situações que pedem cuidado: lesões recentes, inflamações intensas, dor forte ou edema importante, neuropatias e condições crônicas em fase aguda, como artrite e artrose, por exemplo. Nesses casos, procure orientação profissional para adaptar ou adiar os exercícios. Agora, aprenda como fazer em casa: Alongamento da planta do pé: sentado, cruze uma perna sobre a outra e puxe suavemente os dedos em direção ao tornozelo. Rolo plantar: massageie a sola do pé com uma bolinha de tênis (ou semelhante) e aplique leve pressão. Alongamento de panturrilha na parede: em pé, apoie as mãos na parede, deixe uma perna atrás com o calcanhar no chão e incline o corpo para frente; troque as pernas depois. Flexão e extensão dos dedos: deitado, movimente os dedos para frente e para trás algumas vezes. Mais do que alongar, a fisioterapeuta acrescenta que é importante escolher calçados adequados, fazer pausas para movimentar as pernas ao longo do dia e incluir exercícios de fortalecimento. “Cuidar dos pés é cuidar da base que sustenta o corpo todo. Pequenas rotinas diárias trazem grandes ganhos de saúde e qualidade de vida”, finaliza.

Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?
Inchaço e Edema

Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?

Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, nem todo inchaço é simples ou passageiro. Às vezes, pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares, que exigem avaliação médica. O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53 anos, acreditou por meses que o inchaço que começou nos pés e depois avançou para as pernas era algo comum. Como a dor aumentava, passou a tomar analgésicos e anti-inflamatórios por conta própria, mas os sintomas continuaram piorando e começaram a limitar sua mobilidade. “Eu passava o dia deitado, com a perna elevada. Chegou um ponto em que já não conseguia nem calçar sapato. Demorei para ir ao médico e, quando fui, já estava em um estágio mais avançado, com insuficiência venosa”, conta. Quando o inchaço merece atenção A cirurgiã vascular Flavia Magalhães, da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que o edema ocasional costuma surgir nas duas pernas e em situações bem específicas: horas em pé ou sentado, viagens longas, em dias quentes ou no período pré-menstrual. A ocorrência melhora com elevação dos membros e desaparece com repouso noturno. Já os sinais de alerta costumam ser diferentes. O inchaço merece investigação quando está em apenas uma perna, persiste após o descanso ou vem acompanhado de sintomas como dor, vermelhidão, calor local, endurecimento da pele, escurecimento próximo aos tornozelos ou feridas que não cicatrizam. “A regra prática é simples: inchaço que melhora com repouso e elevação tende a ser benigno. Já o que persiste, é assimétrico ou vem acompanhado de dor, alterações na pele ou falta de ar precisa de avaliação médica”, orienta a especialista. Doenças por trás do inchaço nas pernas Entre as causas vasculares mais frequentes está a insuficiência venosa crônica, condição em que as válvulas das veias deixam de funcionar adequadamente, favorecendo o acúmulo de sangue nas pernas. Sensação de peso, cansaço, varizes, vasinhos, câimbras e alterações na pele fazem parte do quadro. Outras condições importantes incluem a trombose venosa profunda (TVP), caracterizada pela formação de coágulos nas veias profundas, e o linfedema, provocado por alterações no sistema linfático. Procure atendimento médico com urgência em situações como: inchaço súbito e doloroso em apenas uma perna; inchaço acompanhado de falta de ar ou dor no peito; vermelhidão, calor e dor intensa na perna; feridas que não cicatrizam; alterações persistentes na cor ou textura da pele; inchaço que não melhora após alguns dias de repouso; varizes dolorosas, inflamadas ou com sangramento. É importante lembrar que nem todo inchaço tem origem vascular. Doenças do coração, dos rins e do fígado também podem causar edema, geralmente nas duas pernas, e precisam ser consideradas durante a investigação. Como descobrir a causa do problema Se houver suspeita de doença vascular, o principal exame utilizado é o ecodoppler venoso, um ultrassom capaz de mostrar o fluxo sanguíneo nas veias e identificar alterações como refluxo, obstruções e coágulos. Segundo a médica Flavia Magalhães, algumas medidas ajudam tanto a prevenir problemas vasculares quanto a controlar quadros iniciais. Vale destaque para: praticar atividade física regularmente; evitar longos períodos parado; elevar as pernas ao final do dia; manter o peso adequado; não fumar; controlar doenças como diabetes, hipertensão e colesterol alto; em alguns casos, as meias de compressão podem ser indicadas. Quando o edema está relacionado apenas à retenção de líquidos, as orientações costumam incluir caminhar, hidratar-se adequadamente, moderar o consumo de sal, evitar permanecer muito tempo na mesma posição e elevar as pernas.

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