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Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?
Troca e Fraldas

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?

Equipe Baruel Baby
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O cheirinho de talco é uma das maiores lembranças da infância e, durante anos, o produto foi parte essencial da troca de fraldas. De uns tempos para cá, com o avanço das orientações médicas, a recomendação tem sido ajustada. A segurança na aplicação e a quantidade de produto utilizada são alguns dos pontos que despertam dúvidas.

Para o pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, o talco em pó não precisa mais fazer parte da rotina dos bebês, especialmente os pequeninos, pelo risco respiratório. Isso porque algumas partículas podem ser inaladas involuntariamente durante a aplicação. Possíveis irritações na pele também entram como motivo para evitá-lo.

Exagerar na quantidade é problema

Em excesso, o uso de talco pode ser ainda mais crítico. É comum pensar que mais talco pode ajudar quando a pele está machucada ou úmida. No entanto, a abundância tende a piorar os quadros. Nesses casos, o ideal é reforçar a higiene adequada, garantir boa secagem da região e utilizar pomadas de barreira, quando necessário.

Para saber se exagerou na dose, o médico dá uma dica simples: observe se o produto está acumulado nas dobrinhas da pele do bebê. Além disso, usar uma perceptível grande quantidade em cada troca é mais um sinal que denuncia exagero.

“Caso haja indicação de uso, a orientação é aplicar apenas uma camada fina e sempre com orientação do pediatra, o que geralmente é feito nas consultas de puericultura”, ressalta o especialista.

Sinais de alerta

A dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, reforça que a pele do bebê é muito mais fina e sensível do que a do adulto. Por isso, muito talco pode ressecar a região, alterar a barreira natural da pele e favorecer irritações.

“Alguns pós contêm fragrâncias ou conservantes que podem desencadear dermatite de contato, com vermelhidão e desconforto”, alerta a médica. Entre os sinais de que o produto pode estar fazendo mal ao bebê estão:

  • vermelhidão persistente;
  • descamação ou aspecto esbranquiçado da pele;
  • pequenas bolinhas ou placas irritadas;
  • aumento da sensibilidade ao toque;
  • choro durante a troca de fraldas.

Em quadros mais intensos, podem surgir fissuras ou áreas inflamadas, especialmente nas dobrinhas.

Cautela do começo ao fim

O cuidado deve começar na hora de escolher o talco, caso haja liberação do pediatra para utilizá-lo. Segundo a dermatologista, há diferenças entre os tipos de pó, como produtos à base de talco mineral e à base de amido (milho ou arroz).

“Mesmo as versões consideradas ‘infantis’ devem ser usadas com cautela, sobretudo quando contêm perfume, corantes ou múltiplos aditivos”, alerta a especialista Maria Carolina Corsi.

Outro ponto importante é que o pó pode acumular nas dobras da pele e se misturar com a umidade, formando uma pasta que aumenta o atrito local. O excesso acaba:

  • retendo umidade;
  • dificultando a ventilação da região;
  • causando assaduras;
  • favorecendo infecções por fungos e bactérias.

Troca de fraldas eficiente

Para prevenir assaduras sem recorrer ao talco, a base dos cuidados é simples:

  • trocar a fralda com frequência;
  • limpar suavemente com água morna ou lenços sem fragrância;
  • secar bem, sem esfregar;
  • permitir que a pele “respire” alguns minutos, sempre que possível.

Caso surjam assaduras frequentes ou lesões que não melhoram em poucos dias, a recomendação é procurar avaliação médica.

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