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Shampoo Infantil Glicerina Suave 210ml – Baruel Baby

Shampoo com ingredientes suaves para uma limpeza eficiente e segura do cabelo infantil de bebês e crianças.

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Suave Baruel Baby
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Quantidade

210 ml

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Fragrância

Suave

Benefícios

• Hipoalergênico
• Sem lágrimas
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Com ingredientes de origem natural
• Cheirinho de carinho
• Limpeza suave
• Sem silicone
• Sem parabenos
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Molhe os cabelinhos do seu bebê. Coloque uma pequena quantidade do produto nas mãos e aplique delicadamente nos cabelinhos, massageando suavemente até formar espuma.

Resultado

Cabelinho limpo e macio com cheirinho de carinho.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, SULFATO DE SÓDIO LAURETE, COCAMIDOPROPIL BETAÍNA, CLORETO DE SÓDIO, FENOXIETANOL, COCOATO DE GLICERILA PEG-7, DECIL GLICOSÍDEO, GLICEROL, PERFUME, PALMATO DE GLICERILA HIDROGENADO PEG-200, SULFATO DE SÓDIO, BENZOATO DE SÓDIO, EDETATO DISSÓDICO, ÁCIDO CÍTRICO, SORBATO DE POTÁSSIO, LINALOL, CITRATO DE SÓDIO, CITRONELOL, CUMARINA, ÁCIDO BENZOICO, ALFA-ISOMETIL IONONA, HEXIL CINAMAL, GERANIOL, CINAMATO DE BENZILA, CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA 19140, CORANTE VERMELHO DE PONCEAU 16255, AMINOMETILPROPANOL.

INGREDIENTS: AQUA, SODIUM LAURETH SULFATE, COCAMIDOPROPYL BETAINE, SODIUM CHLORIDE, PHENOXYETHANOL, PEG-7 GLYCERYL COCOATE, DECYL GLUCOSIDE, GLYCERIN, PARFUM, PEG-200 HYDROGENATED GLYCERYL PALMATE, SODIUM SULFATE, SODIUM BENZOATE, DISODIUM EDTA, CITRIC ACID, POTASSIUM SORBATE, LINALOOL , SODIUM CITRATE, CITRONELLOL, COUMARIN, BENZOIC ACID, ALPHA-ISOMETHYL IONONE, HEXYL CINNAMAL , GERANIOL, BENZYL CINNAMATE, CI 19140, CI 16255, AMINOMETHYL PROPANOL.

Mais sobre Shampoo Infantil Glicerina Suave 210ml – Baruel Baby

Shampoo de Glicerina com ingredientes suaves para uma limpeza eficiente e segura do cabelo infantil de bebês e crianças.

O Shampoo de Glicerina Suave Infantil Baruel Baby é hipoalergênico com ingredientes de origem natural. Testado oftalmologicamente e dermatologicamente para garantir uma limpeza suave e segura.

O cheirinho de carinho do Shampoo de Glicerina Suave também é um cheirinho prolongado.

Sua fórmula é livre de silicone e livre de parabenos e desenvolvida para garantir um banho sem lágrimas.

Produto vegano e não testado em animais.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Mixed feelings: mala de maternidade marca o fim da gestação
Mala da Maternidade

Mixed feelings: mala de maternidade marca o fim da gestação

A mala de maternidade pode parecer apenas uma lista de roupas, documentos e itens práticos que serão necessários quando o parto acontecer. No entanto, para muitas mulheres, carrega um peso maior: a sensação de algo estar mudando de forma definitiva. Com tudo organizado, a percepção de que a gestação está acabando fica mais forte, quase palpável, e pode reverberar em um mix de sentimentos que merecem acolhimento. Para a psiquiatra Luana Carvalho, especialista em saúde mental materna, montar a mala costuma marcar emocionalmente o “fim da gravidez”, porque representa o primeiro gesto concreto de separação entre a mulher grávida e o bebê dentro dela. É quando deixa de ser apenas espera e passa a apontar para o desfecho real e próximo. “Ela simboliza que a gestação está chegando ao fim, que uma nova fase, irreversível, vai começar. A partir desse momento, o parto e a maternidade deixam de ser uma ideia distante. Tudo passa a ganhar contornos concretos e próximos", explica a médica. Sensações que ritual desperta Não é raro que sentimentos opostos apareçam juntos nesse processo. Ansiedade, expectativa e alegria podem caminhar lado a lado com medo, insegurança e até tristeza. Essa mistura, embora desconfortável, é considerada absolutamente normal dentro da experiência emocional da gravidez. A profissional destaca que a mala representa mais do que objetos organizados: ela simboliza a transição de gestante para mãe, de espera para encontro. “Trata-se de um marco simbólico de mudança de identidade e de vida, que materializa uma transformação interna que já vinha acontecendo”, avalia. Além disso, em muitos casos, surge uma sensação de despedida da gestação. Algumas mulheres relatam uma saudade antecipada da barriga, dos movimentos do bebê e da fase gestacional. Isso pode levar a emoções mais intensas, como choro fácil ou até silêncio reflexivo, na tentativa de assimilar o fim de um ciclo. Quando a ansiedade vem junto A frase “agora é real” surge quando a mala de maternidade fica pronta. É o instante em que a mulher percebe que não se trata mais de uma ideia ou de um futuro distante – o parto e a vida materna passam a ser concretos, próximos e inevitáveis. Entusiasmo e apreensão são sentimentos completamente normais para o momento. Para algumas mulheres, inclusive, esse ritual gera mais ansiedade do que tranquilidade. Isso acontece porque a mala também pode ativar medos relacionados: ao parto; à dor; à sensação de não dar conta; à perda de controle; às mudanças profundas na rotina e na própria identidade. A psiquiatra Luana Carvalho lembra que experiências anteriores e histórias de outras mães também têm grande influência nas sensações, porque moldam as expectativas. Dependendo do conteúdo, elas podem tranquilizar ou assustar a futura mamãe. Momento com mais presença Vale lembrar que cada mulher lida de um jeito com essa preparação. Quem monta a mala com antecedência geralmente busca organização e controle emocional diante do que está por vir. Já quem deixa para a última hora pode estar, de forma simbólica, adiando o enfrentamento da mudança que se aproxima. Mesmo assim, alguns cuidados ajudam a viver esse momento com mais presença e menos angústia: Respeitar o próprio ritmo, sem seguir comparações externas. Falar sobre os sentimentos com pessoas de confiança. Reduzir o excesso de informações negativas. Permitir-se sentir ambivalência sem culpa. A especialista ressalta que montar a mala não precisa ser um momento perfeito ou feliz o tempo todo. Sentir medo, dúvida ou tristeza não diminui o amor nem a capacidade de maternar. Essas emoções fazem parte de uma grande transformação emocional e podem ser acolhidas como parte saudável desse processo.

Canção de ninar ou ruído branco? O que é melhor para o bebê dormir
Sono e Soneca

Canção de ninar ou ruído branco? O que é melhor para o bebê dormir

Na tentativa de ajudar o bebê a dormir melhor, muitos pais recorrem a recursos sonoros que prometem acalmar e facilitar o adormecer. Entre os mais conhecidos estão as canções de ninar e o chamado ruído branco. Mas qual dessas estratégias funciona melhor? Spoiler: depende da criança. Ambas as opções costumam ajudar no relaxamento dos nenês, conforme afirma a pediatra Ana Maria Melo, do Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas. No entanto, o efeito não é igual para todos. Essa resposta depende sobretudo das características e da sensibilidade de cada um. “Há bebês que se acalmam com o ruído branco, principalmente nos primeiros meses de vida, quando o som pode lembrar o ambiente auditivo do útero materno. Mas também existem aqueles que não se adaptam”, pondera a médica. Como o ruído atua no cérebro do bebê Ruído branco é aquele som constante, que reúne diversas frequências audíveis ao mesmo tempo. Exemplos comuns incluem o barulho da chuva, das ondas do mar ou de aparelhos que o reproduzem continuamente. Segundo Ana Maria, esse padrão sonoro cria um ambiente auditivo uniforme, capaz de bloquear ruídos externos que poderiam distrair ou despertar o bebê. Essa sensação de conforto costuma favorecer o relaxamento e o sono. Além disso, o ruído branco tem impacto sobre o córtex cerebral, região responsável pela percepção e pelo processamento de estímulos. Ao mascarar sons externos, o barulhinho pode reduzir distrações e ajudar o bebê a manter o foco no descanso. Músicas também são eficientes As famosas canções de ninar têm um papel importante não apenas no relaxamento, como na construção de vínculos afetivos. Isso porque o contato do bebê com sons e vozes começa desde a gestação e continua sendo relevante. A especialista Ana Maria Melo explica que a audição começa a se desenvolver ainda no útero e o pequenino não só percebe sons do ambiente, mas também reconhece a voz dos próprios pais nos últimos meses da gravidez. “Uma melodia suave, calma e relaxante pode ser adicionada à rotina do sono e proporcionar sensações agradáveis para o bebê, além de favorecer o vínculo com o cuidador”, diz a profissional. Por outro lado, o silêncio não deve ser descartado, especialmente quando há costume com ambientes mais tranquilos. Cuidados na rotina de sono Embora esses recursos possam ajudar no relaxamento, o uso precisa ser equilibrado e com bastante responsabilidade. O volume deve ser moderado e não ultrapassar cerca de 50 decibéis, que é o limite considerado seguro para os bebês. Ainda é importante evitar que o pequenino se torne dependente sempre do mesmo estímulo sonoro para conseguir dormir, ou seja, é melhor variar as opções ao longo do dia. Entre as orientações que podem ajudar nesse processo estão: Manter o volume dos sons em níveis baixos. Usar ruído branco ou música apenas como apoio ao relaxamento. Variar os estímulos auditivos durante o dia. Evitar exposição sonora contínua, por longos períodos. Prestar atenção a como o filho reage aos diferentes sons. “Cada bebê é único e precisa ser observado em suas necessidades e preferências. Nem todos se adaptam ao ruído branco ou à música, e isso faz parte do processo de desenvolvimento”, reforça Ana Maria Melo.

Quando amamentar dói emocionalmente, é preciso agir
Amamentação e Alimentação

Quando amamentar dói emocionalmente, é preciso agir

Amamentar costuma ser associado a vínculo, entrega e conexão. Mas, para muitas mulheres, esse momento também pode ser atravessado por sentimentos difíceis, que nem sempre encontram espaço para serem nomeados. Quando o peito alimenta, mas o coração aperta, é importante olhar para além do gesto. Cinthia Calsinski, enfermeira obstetra e consultora internacional de lactação, explica que a dor emocional na amamentação diz respeito ao impacto psíquico dessa experiência, especialmente diante da expectativa de que tudo deveria acontecer de forma natural, instintiva e prazerosa. “Pode aparecer como frustração, culpa por sentir dificuldade, sensação de incapacidade ou fracasso, solidão - mesmo estando cercada de pessoas -, ansiedade intensa antes ou durante as mamadas, exaustão física e mental, ambivalência e até vergonha de admitir que está difícil”, afirma a especialista. Se o sofrimento vai além da técnica Tais sentimentos tendem a se intensificar em algumas situações específicas. Dor persistente ao amamentar, dificuldades de pega ou ganho de peso do bebê, necessidade de complementação e orientações contraditórias são fatores que costumam fragilizar emocionalmente a mãe, segundo a consultora de amamentação. Também pesam o pouco apoio familiar ou profissional, o cansaço extremo do puerpério imediato, as comparações com outras mulheres e o desmame precoce não planejado. Cada um desses elementos pode reforçar a ideia de que algo está errado. “Mesmo quando a amamentação está funcionando do ponto de vista técnico, o sofrimento emocional pode existir, porque esse bom ‘funcionamento’ não significa necessariamente ausência de sofrimento psíquico”, pontua Cinthia Calsinski. A pressão social e os gatilhos Para a psiquiatra Luana Carvalho, especialista em saúde mental materna, a amamentação acontece em um dos períodos mais sensíveis da vida da mulher. Isso porque, no pós-parto, há queda brusca de hormônios, privação de sono, dor física e adaptação intensa à nova rotina. Inclusive, a oscilação das primeiras semanas pode estar ligada ao chamado “baby blues”, ou melancolia pós-parto, que tende a melhorar em até 15 dias. A expectativa construída durante a gestação também influencia a forma como a mulher vive a realidade. Quando se acredita que amamentar é algo automático e, imediatamente, prazeroso, a discrepância entre idealização e experiência concreta tende a gerar sentimentos negativos, de fracasso. “Se essa experiência não acontece como a mãe imaginou, pode despertar frustração, culpa e sensação de incapacidade. Para algumas mulheres, a dor não é só no peito, é também emocional”, explica a médica. Como atravessar o momento Segundo as especialistas, o primeiro passo é validar a experiência. Reconhecer que amamentar pode, sim, ser difícil já transforma o cenário e diminui a solidão que muitas mães sentem ao enfrentar desafios na amamentação. Alguns pilares ajudam nesse processo: escuta ativa, sem julgamento; avaliação técnica qualificada da mamada; informação baseada em evidência; plano individualizado; inclusão da rede de apoio; evitar frases como “você precisa insistir” ou “amamentar é tão importante”, que costumam aumentar a pressão; monitoramento da saúde mental; encaminhamento quando necessário. Se o sofrimento é frequente, intenso e não melhora com apoio e descanso, é importante investigar quadros como depressão ou ansiedade pós-parto. “Vínculo não se constrói apenas pelo peito, mas no olhar, no toque e na presença. Saúde mental materna não é luxo; é necessidade”, destaca a psiquiatra Luana Carvalho.

Sem cafuné! Por que meu filho evita meu carinho?
Cafuné

Sem cafuné! Por que meu filho evita meu carinho?

Nem sempre a criança quer colo, cafuné e carinho físico, e isso pode naturalmente gerar frustração nos adultos. O impulso imediato costuma ser interpretar a recusa como rejeição ou distanciamento afetivo. Mas não querer o toque não significa falta de amor. Muitas vezes, é apenas uma questão de comunicação emocional. Para compreender melhor esse comportamento, a psicóloga familiar Marcela Vincles aponta que a criança usa o corpo para expressar estados internos antes mesmo de explicar com palavras. Portanto, essa recusa pode indicar necessidade de autonomia, sobrecarga sensorial, cansaço, irritação, tentativa de autorregulação ou só preferência. “É um erro entender o gesto como rejeição ao adulto. A infância tem fases em que a autonomia corporal se intensifica. Oscilações no desejo de contato físico fazem parte do desenvolvimento saudável da identidade e dos limites”, justifica a profissional. É normal rejeitar carinho? Na verdade, sim! Entre dois e seis anos, a criança vive fases intensas de afirmação corporal e psicológica. Já na idade escolar, surge maior necessidade de privacidade. O desejo de contato físico pode variar conforme o momento, o humor e o contexto. Contudo, é importante saber diferenciar um limite saudável de possíveis sinais de alerta. Para isso, vale observar padrões. Limite saudável costuma ser: específico ao momento (“agora não”); flexível (aceita em outro momento); acompanhado de regulação emocional preservada. Sinais que merecem atenção: rigidez constante e generalizada; reação intensa ou desproporcional ao toque; mudanças bruscas ou regressão de comportamento; evitação corporal ampliada (banho, troca, abraço de pessoas seguras); medo intenso de pessoas específicas; alterações de sono ou alimentação; isolamento social significativo; irritabilidade constante ou tristeza persistente. Lembre-se: um “não” isolado não é problemático. Mas o conjunto de comportamentos pode indicar algo mais sério, com necessidade de avaliação e apoio profissional. Respeitar o “não” é importante A psicóloga familiar Marcela Vincles reforça que respeitar o limite corporal é a base do consentimento. Se o adulto ignorar a recusa, a criança pode aprender que seu corpo pertence ao outro e isso impacta na autoestima, segurança e percepção de limites. Reações como chantagem emocional, vitimização, imposição física, ridicularização ou insistência após a recusa tornam o limite um problema quando ele deveria ser parte do desenvolvimento saudável. O melhor caminho é sempre respeitar a decisão. “Quando o adulto transforma o ‘não’ em culpa, a criança aprende que dizer ‘não’ machuca as pessoas e pode começar a abandonar o próprio limite para manter o vínculo”, alerta a especialista. Afeto não é só toque Muitas crianças se sentem mais seguras com presença consistente do que com contato físico constante. Algumas alternativas que também geram conexão incluem: atenção exclusiva; brincar junto; olhar nos olhos; ouvir sem interromper; elogiar o esforço; conversar antes de dormir; criar rituais, como histórias ou músicas. Ensinar consentimento começa dentro de casa: peça permissão antes de abraçar, aceite o “não” sem drama, ensine a criança a pedir autorização para tocar os outros e mostre que adultos também têm limites corporais. Consentimento se aprende vivendo. Por fim, Marcela resume: “Uma criança que pode dizer ‘não’ para os pais é mais protegida no mundo. O cafuné é um gesto de afeto, mas o respeito é a base de tudo.”

Cafuné antes de dormir acalma bebês e crianças
Cafuné

Cafuné antes de dormir acalma bebês e crianças

Antes do soninho chegar, pequenos rituais podem ajudar bebês e crianças a se prepararem para o descanso. Um exemplo simples, mas poderoso, é o cafuné: o toque suave é capaz de sinalizar que o dia está chegando ao fim, além de favorecer o relaxamento, a segurança emocional e a transição entre vigília e sono. Esse gesto carinhoso faz parte da rotina da hora de dormir que a artesã Daiana da Silva adota com seu filho de dois anos. Inspirada em uma lembrança da própria infância, ela manteve o hábito com o menino como uma forma de conexão antes de dormir. “Percebo que ele dorme melhor e mais rápido quando esse momento de aconchego acontece. Eu também sou assim, por isso meu namorado sempre faz em mim. A gente lê uma historinha e depois ficamos no chamego do cafuné, em família, até adormecer”, conta. O poder de um gesto de carinho Segundo a neurologista Priscila Mageste, especialista em medicina do sono, gestos como o cafuné podem ajudar no processo de desaceleração que antecede o ato de dormir. Isso porque movimentos lentos funcionam como um sinal para o corpo iniciar a transição entre estar acordado e entrar no descanso. “O toque suave ativa receptores da pele que se conectam ao sistema sensorial e às áreas cerebrais ligadas às emoções e ao conforto. Isso favorece a sensação de segurança e contribui para que o organismo desacelere”, explica a médica. Com essa ativação, algumas respostas fisiológicas começam a mudar: a respiração se torna mais lenta, a frequência cardíaca diminui e as ondas cerebrais passam gradualmente para um ritmo associado ao relaxamento e ao início do sono, com a liberação de hormônios associados à sensação de segurança e conforto. Ritual para desacelerar De acordo com a profissional, repetir esse gesto dentro de um protocolo noturno pode ajudar o cérebro da criança a reconhecer que o momento de dormir está chegando. A previsibilidade da rotina reduz o estado de alerta e facilita o relaxamento, especialmente após um dia cheio de estímulos. Entre os primeiros anos de vida, esse tipo de regulação externa costuma ser ainda mais importante porque o sistema nervoso segue em desenvolvimento. Além do cafuné, outras práticas podem integrar esse momento, como: leitura de uma história tranquila; ouvir música calma; banho morno no período da noite; diminuir a intensidade das luzes do ambiente. “Com o tempo, porém, é importante que o cafuné não seja o único sinal associado ao início do sono. A criança também precisa desenvolver autonomia para adormecer sem depender exclusivamente do contato físico”, orienta a médica do sono Priscila Mageste. Mudanças com o evoluir com a idade Mesmo que uma rotina noturna funcione muito bem para o bebê cair no sono, isso tende a mudar com o crescimento dele. Afinal, as necessidades já não são mais as mesmas quando o bebê se torna uma criança, assim como a própria rotina familiar, que se transforma ao longo desse desenvolvimento. Nesse sentido, a neurologista destaca algumas medidas eficazes: Manter horários regulares para dormir e acordar, inclusive nos finais de semana. Expor a criança à luz natural pela manhã (com proteção). Reduzir estímulos e atividades agitadas no período da noite. Evitar o uso de telas pelo menos duas horas antes de dormir. Reservar o quarto para o momento de descanso. Criar uma rotina consistente em casa faz diferença. Para Priscila, a melhora do sono costuma acontecer de forma gradual, com hábitos que ajudam o corpo e o cérebro da criança a reconhecer, dia após dia, que chegou a hora de descansar.

Posso massagear meu bebê por todo o corpinho?
Hábitos Diários

Posso massagear meu bebê por todo o corpinho?

A massagem é um gesto simples que pode se transformar em um momento especial na rotina do bebê. Porém, muitos pais e cuidadores ficam inseguros com a prática: será que pode massagear o corpo todo? Há risco de machucar? Quando feita com cuidado e respeito às reações, é segura e traz ótimos benefícios. Conforme explica a pediatra Daniela Molina, do dr.consulta, a massagem é recomendada desde que realizada de forma suave e respeitando os limites do bebê. O toque é capaz de promover bem-estar, relaxamento e fortalecimento do vínculo entre os cuidadores e a criança. “É seguro massagear todo o corpinho desde que seja de forma suave e com bastante atenção aos sinais demonstrados, sem insistência. Deve ser um momento calmo, de conexão, entre adulto e bebê”, frisa a médica. Frequência e cuidado A massagem pode ser introduzida logo nos primeiros dias de vida, caso o recém-nascido esteja saudável e estável. Não é necessário esperar meses para começar, mas é fundamental observar se ele já está confortável e receptivo naquele momento. Algumas regiões costumam ser mais tranquilas para o toque, enquanto outras exigem mais delicadeza: Braços, pernas e as costas são áreas mais fáceis de massagear. Abdômen, rosto e pescoço pedem movimentos muito suaves. A regra principal é nunca provocar desconforto. A pressão do toque deve ser leve, com gestos lentos e contínuos, sem causar dor. O ritmo precisa respeitar o nenê: a qualquer sinal de incômodo, é hora de parar. Sinais de que seu filho está confortável Durante a massagem, o corpo do bebê oferece pistas importantes de que o momento está confortável: expressão relaxada; respiração tranquila; sorrisos; balbucios ou até sonolência. Por outro lado, é essencial interromper se surgirem sinais de incômodo, como: choro persistente; irritação; rigidez corporal; qualquer demonstração clara de desconforto. Como reforça a pediatra Daniela Molina, o toque nunca deve ser insistente quando o bebê sinaliza que não está bem. “Respeitar os limites da criança é o mais importante. O momento precisa ser totalmente calmo e relaxante”, acrescenta. Produtos, contraindicações e benefícios Para potencializar o relaxamento, óleos vegetais puros e próprios para bebês são permitidos, desde que não haja restrição ou alergias. Nesse sentido, a médica alerta para evitar fragrâncias e óleos essenciais, porque podem causar irritações. Vale lembrar que, em alguns casos, a massagem é contraindicada ou precisa de autorização prévia e individual do pediatra. Aguarde quando houver: febre; infecções; lesões na pele; indisposição. Mas, de modo geral, massagear o corpinho do bebê traz benefícios: melhora o sono, percepção corporal e fortalece o vínculo afetivo. Um ambiente tranquilo, com luz suave e música calma, pode tornar essa experiência ainda mais acolhedora.

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