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Sabonete Infantil Líquido Glicerina Refil 700ml – Baruel Baby

Sabonete de glicerina líquido para uso infantil. Hipoalergênico, limpa e perfuma a pele delicada de bebês e crianças.

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Quantidade

700 ml-refil

Fragrância

Glicerina

Benefícios

• Hipoalergênico
• Sem lágrimas
• Cheirinho de carinho
• Da cabeça aos pés
• Com ingredientes de origem natural
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• pH da pele
• Sem parabenos
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Aplique uma pequena quantidade do produto na mão e espalhe delicadamente, com movimentos suaves na cabecinha e no corpinho úmido do bebê até formar espuma cremosa.

Em seguida, enxágue bem.

Uso diário.

Resultado

Cabelo e corpinho limpos e perfumados com cheirinho de carinho e a segurança de um produto hipoalergênico.

Limpeza da cabeça aos pés para bebês e crianças.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, SULFATO DE SÓDIO LAURETE, COCAMIDOPROPIL BETAÍNA, CLORETO DE SÓDIO, FENOXIETANOL, COCOATO DE GLICERILA PEG-7, GLICEROL, DECIL GLICOSÍDEO, PERFUME, PALMATO DE GLICERILA HIDROGENADO PEG-200, SULFATO DE SÓDIO, BENZOATO DE SÓDIO, EDETATO DISSÓDICO, ÁCIDO CÍTRICO, SORBATO DE POTÁSSIO, LINALOL, CITRATO DE SÓDIO, CUMARINA, SALICILATO DE BENZILA, CITRONELOL, ÁCIDO BENZOICO, GERANIOL, CORANTE VERMELHO DE PONCEAU 16255, CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA 19140, AMINOMETILPROPANOL.

INGREDIENTS: AQUA, SODIUM LAURETH SULFATE, COCAMIDOPROPYL BETAINE, SODIUM CHLORIDE, PHENOXYETHANOL, PEG-7 GLYCERYL COCOATE, GLYCERIN, DECYL GLUCOSIDE, PARFUM, PEG-200 HYDROGENATED GLYCERYL PALMATE, SODIUM SULFATE, SODIUM BENZOATE, DISODIUM EDTA, CITRIC ACID, POTASSIUM SORBATE, LINALOOL, SODIUM CITRATE, COUMARIN, BENZYL SALICYLATE, CITRONELLOL, BENZOIC ACID, GERANIOL, CI 16255, CI 19140, AMINOMETHYL PROPANOL.

Mais sobre Sabonete Infantil Líquido Glicerina Refil 700ml – Baruel Baby

Sabonete de glicerina líquido para uso infantil. Hipoalergênico, limpa e perfuma a pele delicada de bebês e crianças.

O Sabonete de Glicerina Líquido Baruel Baby tem ingredientes de origem natural. É hipoalergênico e testado oftalmologicamente e dermatologicamente para uma limpeza suave e segura para a pele do bebê.

Pode ser usado da cabeça aos pés pois respeita o pH da pele delicada dos bebês e crianças.

A fórmula do Sabonete de Glicerina Infantil Baruel Baby tem cheirinho de carinho prolongado.

Livre de parabenos e desenvolvido para garantir um banho sem lágrimas.

O Sabonete de Glicerina Líquido Baruel Baby é um produto vegano e não testado em animais.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar na pele irritada ou lesionada. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com os olhos. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.

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Minha filha sempre chora ao pentear o cabelo: o que fazer?
Rotina de Cuidados

Minha filha sempre chora ao pentear o cabelo: o que fazer?

Pentear o cabelo deveria ser parte simples da rotina, mas pode virar um cenário de choro e tensão. Muitas famílias relatam resistência diária, principalmente em crianças pequenas, que reclamam de dor ou simplesmente se recusam a colaborar. Identificar o motivo dessa reação e aprender a lidar com ela é fundamental. “Existe uma cultura de que ‘dói, mas tem que doer’. Só que a criança pode ser mais sensível e não consegue expressar isso em palavras. Quando o adulto acolhe e cria um momento seguro, o contexto muda”, explica a psicóloga Priscila Evangelista, especialista em saúde da família e atendimento a mulheres. Ela ainda esclarece que nem sempre o estresse é apenas pela dor física. Embora algumas crianças realmente apresentem maior sensibilidade no couro cabeludo, outras já criaram expectativas sobre como o próprio cabelo “deveria” ser. Assim, fatores familiares, externos e até culturais também acabam influenciando. Quando o problema é técnico Do ponto de vista do cuidado capilar, o choro costuma ter causas bastante objetivas. O cabeleireiro Maycon Peterson, instrutor do Instituto Embelleze de Santana, destaca alguns motivos comuns: O cabelo infantil embaraça com facilidade, porque os fios são mais finos e frágeis, aumentando o atrito. A ausência de condicionador, a presença de resíduos de shampoo e o hábito de pentear a seco agravam o problema. Começar o desembaraço pela raiz ou tentar desfazer o nó com força só piora. Escovas rígidas e pentes de dentes muito finos não são adequados para fios infantis, sobretudo os cacheados ou mais longos. O profissional alerta para a tração excessiva nos fios e no couro cabeludo, capaz de gerar dor imediatamente. Para evitar, a dica é nunca começar pela raiz: inicie pelas pontas e avance aos poucos, até chegar no topo. Trabalhar com o cabelo úmido e produtos específicos facilita bastante e reduz o desconforto. A rotina que evita nós Já para o hairstylist Alcimar Ramos, do Jacques Janine Center Norte, o segredo está na prevenção. Quanto melhor for o preparo do fio, menor será o desconforto depois. Uma rotina simples, mas constante, transforma completamente o momento de pentear. A sequência começa ainda no banho e o profissional recomenda: usar shampoo suave e aplicar condicionador sempre que possível; desembaraçar delicadamente com os dedos durante o enxágue; retirar o excesso de água sem esfregar a toalha; aplicar leave-in ou spray desembaraçante adequado ao tipo de cabelo; dividir em mechas e pentear das pontas para a raiz, com calma. “Pentes de dentes largos e escovas flexíveis ajudam muito porque acompanham o movimento do fio e não puxam com tanta força. Pequenos ajustes na rotina já são suficientes para transformar esse momento”, afirma o cabeleireiro. Cuidado também é vínculo Mesmo com as técnicas corretas, o comportamento do adulto ainda faz diferença. A psicóloga Priscila Evangelista reforça que o modo como o cuidado é conduzido pode evitar que o ato vire uma disputa de poder. Frases duras, pressa excessiva e a ideia de obrigação tendem a aumentar a resistência. O que pais, cuidadores ou responsáveis podem fazer: incluir a criança no processo; permitir a escolha do penteado, acessório ou finalização; ensinar que pentear o cabelo é autocuidado, assim como tomar banho; orientar sobre respeito à textura e formato dos fios. “Não ensinamos no grito, nem no caos, mas no acolhimento. Cabe ao adulto organizar o momento e mostrar que cuidar do cabelo não precisa ser sofrimento. Quando existe escuta e respeito, o cuidado deixa de ser trauma e vira conexão”, ensina a especialista. Mas atenção: se o choro for intenso, recorrente e não melhorar com ajustes na técnica e acolhimento, é indicado buscar avaliação profissional para investigar uma sensibilidade sensorial mais acentuada.

Filho é “outro” fora de casa: por que o comportamento muda?
Comportamento

Filho é “outro” fora de casa: por que o comportamento muda?

É comum que crianças apresentem comportamentos diferentes dependendo do ambiente em que estão. Em casa, costumam se sentir mais seguras e previsíveis, enquanto em espaços externos, como escola, festas ou encontros sociais, podem se manifestar de maneiras que surpreendem os pais. A pergunta é: como agir nesses casos? Segundo a psicóloga Priscila Evangelista, isso acontece porque todos nós desempenhamos papéis sociais distintos conforme o contexto. Assim como um adulto não se comporta da mesma forma em casa, no trabalho ou com amigos, a criança aprende gradualmente a se adaptar ao ambiente em que está. “Ela ainda está aprendendo a lidar com esses papéis sociais. Por isso, apresentar comportamentos diferentes em cada espaço é algo muito comum e faz parte do processo de desenvolvimento e socialização”, explica a especialista em saúde da família. Desafios dentro e fora de casa Ficar excessivamente tímido, agressivo ou desobediente em ambientes externos pode ter relação com os desafios que a criança enfrenta fora do espaço familiar. Novas regras, pessoas desconhecidas e situações sociais diferentes exigem uma organização emocional que ainda está em construção durante a infância. Priscila também considera o contexto que o pequeno está vivendo naquele momento para justificar comportamentos mais “primitivos”, como gritar ou se opor, sendo uma forma de defesa. “Ele pode estar lidando com a separação dos pais, desafios sociais ou simplesmente algo que ainda não sabe como administrar emocionalmente”, observa. A própria adaptação a novos ambientes influencia diretamente essas reações. Como a criança está aprendendo a organizar internamente suas emoções e interações sociais, é natural que mudanças de comportamento apareçam enquanto ela se ajusta ao novo local. Quando o comportamento pede atenção Na maioria das vezes, mudar fora de casa não é motivo de preocupação. No entanto, também é importante observar o tempo e a intensidade dessas mudanças, já que comportamentos persistentes sem construção de novos vínculos podem indicar que a criança está enfrentando mais dificuldade para se adaptar do que o esperado. A especialista explica que o alerta surge quando há prejuízo claro no funcionamento da criança. Assim, alguns sinais merecem a atenção dos pais e cuidadores: Ficar excessivamente quieta ou retraída. Deixar de socializar com amigos ou parentes com quem antes interagia. Perder o interesse por brincadeiras de que costumava gostar. Evitar sair do quarto ou participar de atividades sociais. Outro ponto importante é evitar comparações com outras crianças. Isso porque o paralelo a coloca em um lugar de desvalorização e não ajuda no desenvolvimento emocional, intensificando sentimentos de inferioridade e falta de pertencimento. Como os pais podem agir A reação dos adultos é uma peça essencial nessas situações. De acordo com a psicóloga Priscila Evangelista, o primeiro passo é oferecer acolhimento em vez de responder à tensão com ainda mais tensão, além de conversar com a criança antes de chegar a um lugar novo, antecipando o que pode acontecer e reduzindo sua insegurança. “Se a criança grita ou se joga no chão, não adianta gritar de volta. É preciso acolher a emoção que está sendo expressa ali, mostrar que está tudo bem sentir aquilo e ajudar a encontrar uma forma de resolver a situação”, orienta a profissional. Depois que ela estiver mais calma, falem sobre o ocorrido e como funcionam ambientes diferentes. Por último, vale lembrar que, quando há segurança emocional, é mais fácil enfrentar os desafios e construir vínculos em novos espaços. Além disso, o processo envolve ajudar o pequeno a perceber que outras pessoas podem se tornar essa referência segura, como professores e cuidadores.

Como saber se o bebê está com cólica ou gases?
Doenças e Dores

Como saber se o bebê está com cólica ou gases?

Desconfortos abdominais são comuns nos primeiros meses de vida e costumam gerar muita dúvida nos cuidadores. Embora gases e cólicas possam causar as mesmas reações, como choro e irritação, não são situações iguais. Entender a diferença ajuda a lidar melhor com o quadro e tratá-lo corretamente. A gastroenterologista pediátrica Aline Falleiros explica que a cólica do lactente é considerada um distúrbio funcional ligado à maturação dos sistemas gastrointestinal e nervoso. Por outro lado, os gases fazem parte do processo digestivo normal e, na maioria das vezes, causam apenas um incômodo leve e passageiro. Segundo a especialista, gases e cólicas podem ocorrer ao mesmo tempo, já que a fermentação do leite no intestino leva à produção de gases ao longo do dia e da noite. Inclusive, a presença dos gases indica que a digestão está acontecendo normalmente. Gases X cólicas Os gases costumam provocar um desconforto abdominal leve, acompanhado de aumento do volume da barriga e flatulência. O choro, quando aparece, tende a ser esporádico, de menor intensidade e melhora rapidamente, sem se repetir de forma sistemática ao longo dos dias. Já a cólica apresenta um padrão mais previsível e repetitivo. O bebê pode ter episódios frequentes de choro inconsolável, geralmente no fim da tarde ou início da noite, várias vezes na semana. Mesmo que não dure três horas seguidas exatamente, o que define o quadro é a repetição desse comportamento por dias consecutivos. Além disso, alguns sinais corporais costumam acompanhar a dor abdominal mais intensa. A médica destaca os principais para ficar de olho: rosto avermelhado; contrações visíveis no abdome; enrijecimento muscular; torções do corpo; irritação intensa e dificuldade para se acalmar. O que pode causar ou piorar Um dos argumentos populares é que engolir ar durante a mamada ou uso de mamadeira provoca gases. Entretanto, não há evidências de que isso aumente o problema. Na verdade, a produção de gases está relacionada sobretudo à ação das bactérias da microbiota intestinal durante a digestão. Já a cólica do lactente não tem uma única causa definida. Alguns estudos indicam que pode estar associada a fatores como: imaturidade do sistema nervoso central; alterações na motilidade intestinal; hormônios gastrointestinais; composição da microbiota; fatores ambientais e biopsicossociais da família. Apesar de muito desconfortável, a cólica é autolimitada: costuma surgir nas primeiras semanas de vida, atingir o pico entre a sexta e a oitava semana e melhorar progressivamente até os três ou quatro meses, desaparecendo quase sempre antes dos cinco meses. O que alivia gases e cólicas do bebê Durante as crises, o mais importante é tentar acalmar o bebê. Algumas medidas simples e seguras podem ajudar a resolver a questão: dar colo com movimentos ritmados; manter contato direto da barriga do cuidador com a do bebê; enrolar o bebê como um “charutinho”; posicionar de lado ou de bruços (sempre com supervisão); colocar compressas mornas no abdome, com cuidado para evitar queimaduras; recorrer a ruídos brancos. A gastropediatra Aline Falleiros reforça que não há comprovação científica sobre a eficácia dos medicamentos para as cólicas, mesmo que alguns bebês se beneficiem em casos específicos. Os chás também não são indicados antes dos seis meses de vida. Já as restrições alimentares maternas só devem ser consideradas quando houver diagnóstico de alergia ou intolerância feito pelo pediatra. Quando procurar o médico A avaliação médica é recomendada sempre que surgirem sinais de alerta, como: sangue nas fezes; dificuldade para ganhar peso; febre; recusa para mamar; vômitos frequentes ou com sangue. Nessas situações, é fundamental investigar causas além dos desconfortos funcionais comuns da infância para o especialista definir o melhor tratamento.

Filho não acompanha a turma na escola: o que fazer?
Escola

Filho não acompanha a turma na escola: o que fazer?

Perceber que o filho não está acompanhando o ritmo na escola costuma gerar uma preocupação imediata. A sensação é de que algo está errado e a dúvida vem acompanhada de medo, culpa e insegurança. Mas nem sempre isso indica dificuldade cognitiva. Às vezes, traçar uma nova estratégia é suficiente para o aluno não ficar para trás. Quando as notas de matemática da filha começaram a cair no terceiro ano, a jornalista Juliana Franco levou um susto. A menina de 9 anos sempre manteve bom desempenho e, de repente, entrou em recuperação – algo que a mãe só pretendia ter de enfrentar bem mais adiante. “A situação me assustou muito, porque a gente pensa que isso vai acontecer só lá na frente. As notas baixas já me acenderam o alerta e a reunião com a escola confirmou uma queda no rendimento por dispersão, já que ela não gostava da matéria e tinha mais dificuldades”, conta. Ritmo diferente não é atraso Para a pedagoga Adriane Wzorek, assessora pedagógica do paranaense Colégio Santo Anjo, “não acompanhar a turma” não significa, necessariamente, incapacidade. Pode indicar apenas que o ritmo de aprendizagem daquela criança é diferente do previsto pelo currículo naquele momento. “Cada aluno aprende de um jeito. O descompasso pode estar relacionado ao estilo de aprendizagem, a lacunas em conteúdos anteriores, a fatores emocionais ou de adaptação, e até a questões biológicas, como sono, visão ou audição”, pondera a educadora ao defender o olhar integral acima de qualquer rótulo. Na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental, por exemplo, as diferenças de ritmo são absolutamente normais. Isso porque as crianças estão em intensa maturação neurológica, emocional e social. O sinal de alerta só deve surgir quando a evolução individual parar ou houver sofrimento, isolamento ou frustração. Será que essa dificuldade é permanente? Existe uma diferença muito importante entre a fase de adaptação a uma nova realidade, como a mudança de série ou escola, e a dificuldade que permanece para além de uma situação pontual. Persistência e resposta às intervenções devem definir o caso. Fase de adaptação: conta com oscilações naturais, com dias de maior relutância, mas também avanços quando a criança recebe incentivo e acolhimento. Dificuldade mais estruturada: traz uma série de sinais específicos, como resistência, mesmo com intervenções pedagógicas; desmotivação constante; baixa autoestima; grande esforço sem progresso e impactos emocionais e sociais mais evidentes. No caso de Juliana, a dificuldade da filha era pontual: a queda estava concentrada em matemática. Em casa, ela começou a questionar se o uso do celular poderia estar interferindo na atenção e colocou novos limites. Já a conversa com a escola ajudou a entender que era necessário reforço direcionado, e não uma mudança mais ampla. “Quando isso acontece, a escola se aproxima da família para pensar, juntos, nos próximos passos”, cita a pedagoga Adriane. A importância do diálogo com a escola Com um impacto tão positivo na situação, a instituição de ensino deve ser acionada assim que necessário, sem ter que esperar a reunião bimestral para obter esclarecimentos. A regra é: se houver qualquer dúvida, não hesite em procurar a escola. O diálogo precoce permite compreender melhor o momento da criança e agir com mais agilidade. Entre as estratégias pedagógicas possíveis estão: adaptação de atividades e tempos; explicações mais individualizadas; uso de recursos lúdicos e concretos; retomada de habilidades básicas; pequenos grupos de apoio; acompanhamento mais próximo do professor. “O objetivo não é acelerar o aluno, mas garantir que ele construa aprendizagens com segurança e confiança”, garante a educadora. Quando buscar apoio adicional Existe diferença entre a dificuldade pontual em uma disciplina e um desafio mais amplo. Quando o problema envolve várias áreas, a investigação se expande para fatores emocionais, pedagógicos ou do desenvolvimento. É indicado o encaminhamento para especialistas, como psicopedagogo ou fonoaudiólogo, quando, mesmo com intervenções escolares, persistem dificuldades importantes ou surgem sinais além do desempenho acadêmico – alterações de linguagem, atenção, memória e questões motoras são alguns dos exemplos. Hoje, a mãe Juliana resume o aprendizado em um conselho simples: “Não se culpe. Dá tempo de recompor, de aprender, de reforçar. O importante é conversar com a escola, identificar onde está o problema e traçar um plano”. A pedagoga Adriane completa: “Aprender é um processo singular e cada criança tem seu próprio tempo”.

Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento
Primeiros Fios

Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento

O primeiro corte de cabelo costuma ser mais do que uma simples ida ao salão. Para muitas famílias, marca a passagem simbólica do bebê para uma nova fase da infância, despertando nostalgia, expectativa e até um certo aperto no coração. Entre fotos, vídeos e mechas guardadas, o momento se transforma em memória afetiva. Com Giovanna Moura, mãe de um menino de 3 anos, não foi diferente: a decisão veio acompanhada por emoção e muito significado. “Escolhemos o corte ‘tigelinha’, que eu sempre fui apaixonada. Senti como se ele estivesse virando um mocinho porque precisava cortar o cabelo”, lembra, com saudade. O menino se mostrou curioso e corajoso, sobretudo após acompanhar o corte do melhor amigo. No salão infantil, com carrinhos e brinquedos, o clima ajudou. “Eu chorei. O pai ficou todo bobo. Tiramos fotos, gravamos, foi lindo!”, conta a mãe. Aproveitaram o momento e guardaram uma pequena mecha do cabelo no livrinho de maternidade, como registro de uma fase bonita. Mudança visível, emoção inevitável Para a cabeleireira infantil Rô Freire, do complexo de beleza Pelle Capelli, o primeiro corte costuma ser carregado de emoção porque simboliza crescimento. “Representa uma mudança visível no desenvolvimento da criança. A imagem do bebê começa a dar lugar a uma nova fase, o que desperta apego, nostalgia e até insegurança”, comenta. No dia a dia do salão, ela afirma que o momento vai além da estética. Costuma ser nessa hora que os adultos percebem que os filhos estão crescendo. Para um marco afetivo tão importante, os pais e cuidadores buscam um profissional de confiança, afinal, não é apenas um cabelo; é a primeira mudança de visual. Existe idade certa para cortar? Não há idade adequada para o primeiro corte. Segundo Rô Freire, o que orienta essa decisão é a necessidade prática: os fios atrapalham a visão; o comprimento dificulta a higiene; o cabelo começa a afetar a rotina. Mas a escolha deve sempre partir da família, que conhece de perto a rotina da criança. Por outro lado, o papel do profissional, nesse contexto, é adaptar o atendimento à fase em que a criança está, independentemente da idade. Mais do que seguir um calendário, o importante é respeitar o ritmo e o conforto do pequeno. Medos, expectativas e preparação A cabeleireira infantil observa que muitos pais chegam apreensivos, preocupados se o pequeno vai chorar, se vai se mexer demais ou se a experiência pode se tornar negativa. Ainda existe a expectativa de que o corte seja rápido, seguro e confortável. “A forma como os adultos conduzem o momento influencia diretamente a reação da criança. Manter postura tranquila, evitar frases que criem medo e não tratar o corte como obrigação ajudam bastante”, garante. Por isso, conversar com os pais durante o processo e ajustar o atendimento conforme a reação do minicliente faz parte de uma condução cuidadosa. Quando os responsáveis confiam no profissional e transmitem segurança, tudo flui melhor. Um ritual que pode ser leve Para quem é da área, o primeiro corte exige sensibilidade. Entre os principais fatores para a experiência ser positiva estão: estar em um ambiente calmo; oferecer atendimento respeitoso e com pausas; ter um profissional que compreenda o comportamento infantil. “Não se trata de velocidade, mas de condução cuidadosa, ajustando postura e técnica ao movimento da criança. Afinal, o primeiro corte não é apenas um serviço técnico: envolve escuta, paciência e repertório”, argumenta Rô Freire. Para a mãe Giovanna, o episódio com o filho é lembrado com serenidade. “É uma fase como muitas outras da maternidade. Dá saudade daquele bebezinho, mas às vezes o corte é também uma necessidade. E quanto mais leve e legal for, melhor.”

Amiga não deixa o filho fazer nada sozinho: devo opinar?
Desenvolvimento e Autonomia

Amiga não deixa o filho fazer nada sozinho: devo opinar?

Observar a forma como outras famílias cuidam de seus filhos nem sempre é simples. Em alguns casos, pode até levar a uma preocupação genuína com o desenvolvimento do bebê. Com isso, surge o dilema: vale a pena dar um toque na mãe sobre a importância da autonomia infantil ou é melhor respeitar as escolhas dela? Quem viveu situação parecida foi a gestora de negócios Thayná da Costa. Próxima da prima, foi convidada para ser madrinha do bebê dela, o que a levou a acompanhar ainda mais de perto o crescimento do menino. No dia a dia, porém, notou que algumas atitudes da mãe parecem ir na contramão da diversão da infância. “Eu observo que, às vezes, ela é muito protetora e isso acaba impedindo meu afilhado de fazer coisas que não seriam perigosas. Eu cresci no interior e lá tinha terra, bicho, cachoeira. Já ele não pode viver nem fazer nada disso”, conta. Cuidado ou superproteção? Segundo a psicóloga e educadora parental Marcella Andretta, do Colégio Santo Anjo, quando o adulto faz tudo pela criança, pode acabar limitando algumas oportunidades que são importantes para a aprendizagem. “A criança aprende observando, tentando e reproduzindo. Se o adulto faz tudo, a impede de tentar, errar e tentar novamente”, detalha a profissional. Com o tempo, esse comportamento pode gerar insegurança e dependência. Em vez de experimentar novas tentativas, os pequenos passam a esperar que o responsável resolva situações que eles já poderiam enfrentar sozinhos. Muitas vezes, isso acontece mais por ansiedade do adulto do que por necessidade real do bebê. Quando a comparação vira tensão Outro ponto delicado nessas situações são as comparações entre crianças. Se o desenvolvimento de um bebê vira referência para avaliar o outro, a conversa facilmente se transforma em julgamento entre amigas e conhecidas. Segundo a psicóloga Marcella Andretta, essas comparações podem criar a sensação de competição ou de avaliação constante, fazendo com que muitas mães passem a questionar se estão fazendo algo errado. Alguns sentimentos comuns incluem: medo de que o filho esteja “atrasado” em relação aos demais; insegurança sobre a própria forma de educar; receio de julgamento por outras mães. “A maternidade não deve ser um campo de batalha. Quando comparadas, muitas mães passam a sentir que estão sendo avaliadas ou que o desenvolvimento do filho está sendo colocado em dúvida”, observa a educadora parental. Como abrir a conversa com cuidado Antes de falar sobre o assunto com a mãe, a especialista recomenda refletir sobre alguns pontos importantes. Em primeiro lugar, vale lembrar que nem toda preocupação precisa se transformar em intervenção, especialmente quando não há risco real para a criança. Experimente se perguntar: Temos intimidade suficiente para tocar nesse assunto? Minha observação realmente pode ajudar aquela família? Tenho conhecimento ou informação para levantar essa questão? Mesmo se houver abertura para conversar, o ideal é falar com cuidado e acolhimento, preferindo conversas particulares e evitando comparações entre crianças. De acordo com a profissional, uma forma de iniciar é dizendo algo mais simples, como: “Posso compartilhar uma coisa que observei? Falo com carinho e posso estar enganada”. Thayná diz que, no seu caso, a proximidade ajuda a lidar com o tema com mais naturalidade. Apesar do medo de parecer crítica, ela recorda momentos da infância com a prima e reforça que o afilhado também merece viver coisas assim. Ao mesmo tempo, consegue refletir sobre como pretende lidar com a autonomia quando for mãe.

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