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Creme para Pentear Infantil Cabelos Cacheados 150ml – Baruel Baby

Creme para pentear infantil que facilita o pentear e deixa os cachos 95% mais definidos. Facilita o pentear.

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Creme para Pentear Infantil Cabelos Cacheados 150ml
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Quantidade

150 ml

Benefícios

• Hidrata e define os cachos*
• Hipoalergênico
• Cheirinho de carinho
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Com ingredientes de origem natural
• Sem parabenos
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Aplique o creme para pentear mecha a mecha nos cabelinhos úmidos, desde o comprimento até as pontas.

Em seguida, amasse delicadamente os cachos de baixo para cima.

Não é necessário enxaguar.

Resultado

Cabelinho fácil de pentear, hidratado e com cachos 95% mais definidos.*

Cabelo com cachinhos definidos e sem frizz com aquele cheirinho de carinho.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

*Cachos 95% mais definidos em alta umidade por até 24 horas
*Em relação ao tratamento controle.

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, ÁLCOOL CETEARÍLICO, PARAFINA LÍQUIDA, DIMETICONA, FENOXIETANOL, HIETELOSE, GLICEROL, PERFUME , CLORETO DE ESTEARALCÔNIO, METOSSULFATO DE BEENTRIMÔNIO, ÁCIDO CÍTRICO, BENZOATO DE SÓDIO, ACETATO DE SÓDIO, SORBATO DE POTÁSSIO, EDETATO DISSÓDICO, LIMONENO, LINALOL, POLIQUATÉRNIO-10, ÁLCOOL ISOPROPÍLICO, HEXIL CINAMAL, CUMARINA, CITRONELOL, CELULOSE, CLORETO DE SÓDIO.

INGREDIENTS: AQUA, CETEARYL ALCOHOL, PARAFFINUM LIQUIDUM, DIMETHICONE, PHENOXYETHANOL, HYDROXYETHYLCELLULOSE, GLYCERIN, PARFUM, STEARALKONIUM CHLORIDE, BEHENTRIMONIUM METHOSULFATE, CITRIC ACID, SODIUM BENZOATE, SODIUM ACETATE, POTASSIUM SORBATE, DISODIUM EDTA, LIMONENE, LINALOOL, POLYQUATERNIUM-10, ISOPROPYL ALCOHOL, HEXYL CINNAMAL, COUMARIN, CITRONELLOL, CELLULOSE, SODIUM CHLORIDE.

Mais sobre Creme para Pentear Infantil Cabelos Cacheados 150ml – Baruel Baby

Creme para pentear para crianças. Com ingredientes hidratantes, facilita o pentear e deixa os cachos 95% mais definidos*.

O Creme para Pentear Cabelos Cacheados Baruel Baby foi cuidadosamente desenvolvido com ingredientes hidratantes, deixando os cabelos fáceis de pentear e com cachos definidos.

Oftalmo e dermatologicamente testado, o creme para pentear é hipoalergênico e produzido com ingredientes de origem natural.

Produto vegano, sem parabenos e não testado em animais.

Seu cheirinho de carinho prolongado é irresistível!

*Cachos 95% mais definidos em alta umidade por até 24 horas.
*Em relação ao tratamento controle

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Não usar em crianças menores de 3 anos. A partir de 3 anos: deve ser aplicado exclusivamente por adulto. Para maiores de 5 anos: usar sob a supervisão de adulto. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com os olhos. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Canção de ninar ou ruído branco? O que é melhor para o bebê dormir
Sono e Soneca

Canção de ninar ou ruído branco? O que é melhor para o bebê dormir

Na tentativa de ajudar o bebê a dormir melhor, muitos pais recorrem a recursos sonoros que prometem acalmar e facilitar o adormecer. Entre os mais conhecidos estão as canções de ninar e o chamado ruído branco. Mas qual dessas estratégias funciona melhor? Spoiler: depende da criança. Ambas as opções costumam ajudar no relaxamento dos nenês, conforme afirma a pediatra Ana Maria Melo, do Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas. No entanto, o efeito não é igual para todos. Essa resposta depende sobretudo das características e da sensibilidade de cada um. “Há bebês que se acalmam com o ruído branco, principalmente nos primeiros meses de vida, quando o som pode lembrar o ambiente auditivo do útero materno. Mas também existem aqueles que não se adaptam”, pondera a médica. Como o ruído atua no cérebro do bebê Ruído branco é aquele som constante, que reúne diversas frequências audíveis ao mesmo tempo. Exemplos comuns incluem o barulho da chuva, das ondas do mar ou de aparelhos que o reproduzem continuamente. Segundo Ana Maria, esse padrão sonoro cria um ambiente auditivo uniforme, capaz de bloquear ruídos externos que poderiam distrair ou despertar o bebê. Essa sensação de conforto costuma favorecer o relaxamento e o sono. Além disso, o ruído branco tem impacto sobre o córtex cerebral, região responsável pela percepção e pelo processamento de estímulos. Ao mascarar sons externos, o barulhinho pode reduzir distrações e ajudar o bebê a manter o foco no descanso. Músicas também são eficientes As famosas canções de ninar têm um papel importante não apenas no relaxamento, como na construção de vínculos afetivos. Isso porque o contato do bebê com sons e vozes começa desde a gestação e continua sendo relevante. A especialista Ana Maria Melo explica que a audição começa a se desenvolver ainda no útero e o pequenino não só percebe sons do ambiente, mas também reconhece a voz dos próprios pais nos últimos meses da gravidez. “Uma melodia suave, calma e relaxante pode ser adicionada à rotina do sono e proporcionar sensações agradáveis para o bebê, além de favorecer o vínculo com o cuidador”, diz a profissional. Por outro lado, o silêncio não deve ser descartado, especialmente quando há costume com ambientes mais tranquilos. Cuidados na rotina de sono Embora esses recursos possam ajudar no relaxamento, o uso precisa ser equilibrado e com bastante responsabilidade. O volume deve ser moderado e não ultrapassar cerca de 50 decibéis, que é o limite considerado seguro para os bebês. Ainda é importante evitar que o pequenino se torne dependente sempre do mesmo estímulo sonoro para conseguir dormir, ou seja, é melhor variar as opções ao longo do dia. Entre as orientações que podem ajudar nesse processo estão: Manter o volume dos sons em níveis baixos. Usar ruído branco ou música apenas como apoio ao relaxamento. Variar os estímulos auditivos durante o dia. Evitar exposição sonora contínua, por longos períodos. Prestar atenção a como o filho reage aos diferentes sons. “Cada bebê é único e precisa ser observado em suas necessidades e preferências. Nem todos se adaptam ao ruído branco ou à música, e isso faz parte do processo de desenvolvimento”, reforça Ana Maria Melo.

Medos infantis: como entender a fase e o que isso significa
Transições e Fases

Medos infantis: como entender a fase e o que isso significa

De uma semana para outra, a criança começa a ter medo do escuro, de barulhos ou de ficar sozinha. Para muitos pais, a sensação é de que algo mudou de forma repentina. Mas, de modo geral, isso faz parte do desenvolvimento infantil: os medos surgem justamente quando novas capacidades emocionais e cognitivas começam a se formar. A psicóloga Veruska Vasconcelos, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital Alvorada Moema, da Rede Américas, esclarece que o surgimento desses receios está ligado ao amadurecimento do cérebro e ao avanço das habilidades mentais das crianças. Nessa fase, também é comum generalizar o medo, interpretando estímulos neutros como potenciais ameaças. “Conforme a criança desenvolve capacidades como imaginação, memória e antecipação, ela passa a prever situações que antes não conseguia representar mentalmente. Não é que o medo apareceu do nada: é que o cérebro ganhou a capacidade de imaginar possibilidades, inclusive ameaçadoras”, afirma a especialista. Cada fase tem seus próprios medos Os medos infantis costumam acompanhar etapas específicas da jornada emocional. Segundo a profissional, isso acontece em diferentes idades e novos receios aparecem à medida que a criança passa a compreender melhor o mundo e as relações ao redor: Entre 6 e 12 meses: é comum surgir o medo de estranhos e a ansiedade de separação, por exemplo. É quando o bebê passa a reconhecer figuras familiares e percebe que o cuidador pode se afastar, marcando um momento importante na construção do apego. Dos 2 aos 4 anos: a imaginação se expande e, consequentemente, aparecem medos do escuro, de sombras, de monstros ou de barulhos inesperados. Nessa fase, a criança já cria imagens mentais, mas ainda não diferencia completamente fantasia e realidade. Em idade escolar: os receios costumam se tornar mais sociais, como medo de errar, de ser rejeitado ou de decepcionar. Vale lembrar que essa emoção também prepara o corpo para reagir diante de possíveis ameaças, como um mecanismo natural de proteção e sobrevivência. Medo X desenvolvimento Sentir medo é uma função natural do cérebro e desempenha um papel importante na adaptação da criança ao mundo: ajuda a identificar riscos, testar limites e desenvolver estratégias de proteção. Justamente por isso, ele costuma ser saudável e esperado. Para a psicóloga Veruska Vasconcelos, esses medos normalmente não indicam insegurança, mas fazem parte do avanço cognitivo. Estudos indicam que até 70% das crianças apresentam medos específicos em algum momento da infância, enquanto cerca de 5% a 10% delas podem desenvolver transtornos com impacto na rotina. “O que diferencia o medo saudável do medo problemático não é sua existência, mas o que ele provoca na rotina da criança. Quando é transitório e não interfere em brincar, dormir ou frequentar a escola, costuma fazer parte do amadurecimento emocional”, assegura a especialista. Dicas para ajudar a criança A forma como os adultos reagem ao medo influencia diretamente a maneira como a criança aprende a lidar com emoções difíceis. Minimizar ou ridicularizar o receio pode gerar vergonha e insegurança, além de dificultar a expressão emocional. Algumas atitudes simples apoiam o pequeno a enfrentar melhor esses momentos: manter uma rotina previsível; criar rituais de segurança na hora de dormir; fazer exposição gradual ao que assusta; usar histórias e brincadeiras para elaborar o medo; demonstrar calma diante da situação; reforçar pequenas conquistas. “O objetivo não é eliminar completamente o medo, mas ajudar a criança a desenvolver recursos emocionais para enfrentá-lo. Com o tempo, à medida que novas habilidades cognitivas e emocionais se consolidam, muitos desses receios tendem a desaparecer naturalmente”, orienta Veruska.

O segredo do banho tranquilo pode estar no horário
Banho

O segredo do banho tranquilo pode estar no horário

O banho costuma ser um dos momentos mais marcantes da rotina infantil. Para algumas famílias, acontece logo cedo e ajuda no despertar. Para outras, faz parte do ritual da noite e sinaliza que o momento de desacelerar está chegando. Mas, afinal, existe um horário considerado mais adequado para dar banho em bebês e crianças? Dica: depende! De acordo com o pediatra Fernando Degiovani, do Hospital Prontil, não há uma única regra válida para todos os casos. Do ponto de vista pediátrico, o ideal é observar o contexto da casa e escolher um horário que favoreça tanto o conforto do bebê ou da criança quanto os cuidados com a pele. “O banho pela manhã não é mais indicado do que à noite. No entanto, o horário mais adequado costuma ser o momento mais quente do dia, porque é possível usar uma água mais morna para fria e proteger a saúde da pele”, explica o especialista. Os banhos relaxantes dos bebês Nos primeiros meses de vida, muitos pais e cuidadores percebem que o banho ajuda o bebê a relaxar. Por isso, adotam o momento como parte da preparação para o sono. O médico diz que essa estratégia realmente pode funcionar, mas com ressalvas. Não é muito interessante usar excesso de duchas como ritual, por exemplo. Isso porque os banhos podem alterar a microbiota da pele, principalmente se o sabonete for utilizado todas as vezes, considerando que as fórmulas são capazes de matar bactérias protetoras da pele. Nesses casos, uma estratégia simples é dar um banho completo uma vez ao dia, com os produtos necessários, e optar apenas pela imersão na água morna à noite, visando o relaxamento e não mais a higiene, que já foi feita. Cada criança, um efeito Quando os filhos estão maiorzinhos, o tom da conversa muda. À medida que a criança cresce, o efeito relaxante tende a variar. Para algumas, o banho noturno continua ajudando a desacelerar, enquanto para outras, não interfere mais diretamente no sono. Se surgir dúvida do melhor momento, alguns fatores podem ajudar na escolha: clima e temperatura do dia; rotina da casa; horários de sono da criança; nível de atividade ao longo do dia. “De modo geral, o impacto do banho passa a depender mais da rotina familiar do que da idade. Por isso, cada família acaba organizando esse momento de acordo com seus próprios horários”, avalia o pediatra Fernando Degiovani. O que fazer e o que evitar Mais importante do que o horário é a forma como acontece. Lembre-se de controlar a aplicação de produtos, sem exagerar em sabonetes e shampoos. A recomendação é usar apenas o básico em somente um dos banhos e não ultrapassar duas higienes diárias. Vale ainda evitar horários noturnos se a criança estiver doente ou se as temperaturas forem muito baixas. Cabelo molhado e friagem podem prejudicar os pequeninos, sobretudo aqueles que já são alérgicos. Além disso, a melhor temperatura da água é sempre de morna para fria e isso só é possível em momentos e climas mais quentinhos. Por último, o médico lembra que o certo é, na verdade, o que funciona para o bebê ou para a criança, ou seja, deve-se observar individualmente e considerar também casos específicos, como pele seca ou dermatite atópica, que pedem cuidados próprios e orientados.

Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?
Primeiros Fios

Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?

Alguns pais ficam preocupados quando o bebê completa o primeiro ano de vida e apresenta poucos fios de cabelo. Além da frustração de quem idealizou penteados e da comparação com outras crianças mais cabeludas, surge o medo de aquilo indicar algo grave. Mas vale saber que normalmente essa situação faz parte do desenvolvimento natural. Conforme explica a dermatologista Luiza Turner, da clínica Total Kids, é bastante comum que crianças nessa idade ainda tenham menos cabelo aparente. Isso acontece porque as estruturas responsáveis pelo crescimento do cabelo, conhecidas como folículos capilares, ainda estão em fase de maturação. “Na grande maioria dos casos, ter poucos fios é completamente normal e não representa doença. O crescimento capilar infantil é gradual, e cada criança tem o seu próprio ritmo”, assegura a especialista. Bebês com menos cabelo Sem uma regra universal, a quantidade de fios e o próprio crescimento deles varia para cada pessoinha. Enquanto alguns bebês nascem cabeludos, outros apresentam fios bem fininhos ou até menos cabelo durante o primeiro ano de vida. Segundo a médica, essa diferença costuma estar relacionada a fatores individuais, como genética familiar, espessura natural do fio, etnia e fase do ciclo capilar. Em muitos casos, inclusive, a genética explica boa parte dessas diferenças. Se os pais tiveram pouco cabelo na infância, por exemplo, é bastante provável que a criança apresente um padrão semelhante. Quando é hora de investigar “A recomendação é aguardar até os dois anos de idade para investigar crescimento capilar reduzido, desde que a criança esteja saudável e sem sinais associados”, orienta a especialista Luiza Turner. Mas existem alguns sinais que merecem atenção: áreas completamente sem cabelo (falhas bem definidas); queda de cabelo progressiva; lesões ou descamação no couro cabeludo; alterações no desenvolvimento. Nesses casos, a avaliação médica com pediatra ou dermatologista pode tirar dúvidas, tranquilizar a família e investigar possíveis alterações dermatológicas, genéticas ou nutricionais, se necessário. Adote só cuidados comprovados Mesmo quando o bebê tem poucos fios, alguns cuidados simples ajudam a manter o couro cabeludo saudável durante essa fase. O mais importante é manter hábitos básicos e evitar práticas que possam prejudicar o crescimento capilar. A dermatologista também recomenda: manter uma alimentação equilibrada; realizar a higiene adequada com shampoo infantil suave; evitar tração excessiva nos cabelos, como penteados apertados ou uso frequente de elásticos; não utilizar produtos químicos. “Raspar o cabelo ou usar produtos que prometem ‘fortalecer’ os fios não altera a espessura, a velocidade de crescimento ou o número de cabelos. Isso ocorre de forma fisiológica com o desenvolvimento da criança”, reforça Luiza.

Bico de silicone: ajuda mesmo todas as mães?
Amamentação e Alimentação

Bico de silicone: ajuda mesmo todas as mães?

A amamentação nem sempre começa de forma simples. Dor, insegurança e dificuldades na pega podem transformar o que deveria ser um momento de conexão em fonte de sofrimento. Nessas situações, muitas mães ouvem falar do bico de silicone. Nem solução mágica, nem vilão, o acessório divide opiniões e tem indicações específicas. Com dores intensas nos seios, fissuras no mamilo e impasses na sucção da bebê, o pediatra recomendou o uso do bico de silicone para a lash designer Aline Lins, de 36 anos. Mãe de primeira viagem, ela não aceitou a alternativa de primeira, porque sentia que estava “falhando” na maternidade. “A amamentação foi uma tortura para mim. Eu tinha muita aflição de amamentar por causa do silicone e parecia que nunca dava certo. Comecei a ter dores, machucados e minha filha não estava com peso adequado por causa desses problemas”, lembra. Quando o bico de silicone é indicado? A enfermeira obstetra e consultora materna de amamentação Cinthia Calsinski explica que o bico de silicone é um dispositivo auxiliar, utilizado em situações específicas para facilitar a transição ou manutenção da amamentação. O uso deve sempre ter um objetivo claro e acompanhamento profissional. Entre as situações mais comuns que levam ao uso, estão: dor intensa ao amamentar, geralmente associada à pega inadequada; fissuras mamilares, muitas vezes consequência de manejo incorreto; dificuldade de pega do bebê, especialmente nos primeiros dias; uso precoce de bicos artificiais; casos específicos de mamilos planos ou invertidos, sempre após avaliação. Já rotina ou prevenção não são motivos para usá-lo. “Nem todas as mães se beneficiam com o bico de silicone e a recomendação ocorre apenas após avaliação individualizada da dupla mãe-bebê. Muitas dificuldades iniciais podem ser resolvidas com ajustes de posição, pega e manejo, sem necessidade do bico”, pondera a especialista. Riscos e limites do uso Na maioria dos casos, o acessório deve ser encarado como estratégia temporária, com plano claro de acompanhamento e retirada progressiva. Em determinadas situações, pode ser utilizado por mais tempo, mas sempre com monitoramento ativo. Isso porque, quando utilizado de forma inadequada, pode: reduzir a estimulação direta da mama, interferindo na produção de leite; dificultar a transferência eficaz de leite, levando a ganho de peso insuficiente; prolongar dificuldades de pega; atrasar a adaptação ao peito; aumentar o risco de desmame precoce. “É importante reforçar que o dispositivo não vai tratar a causa do problema. Ele pode aliviar temporariamente os sintomas da mãe, mas, em algumas vezes, nem isso acontece”, alerta a consultora de amamentação Cinthia Calsinski. Como saber se está ajudando (ou não) A enfermeira obstetra recomenda atenção aos sinais bons e ruins para avaliar se o uso do bico de silicone está sendo realmente positivo ou causando algum prejuízo. Está ajudando se: o bebê suga de forma eficaz e relaxa após as mamadas; há ganho de peso adequado; a mãe sente redução da dor. Atrapalha em casos em que: as mamadas sejam muito longas ou ineficazes; o bebê não ganha peso adequadamente; a produção de leite acaba reduzida; surge a dificuldade de amamentar sem o bico ao longo do tempo. Apesar de resistir no início, Aline Lins foi incentivada pela sogra a testar a alternativa. “Acabou sendo muito bom. A aflição passou, os machucados sararam e minha filha teve sucesso na pega. Devia ter usado antes”, relembra. Quando se recuperou e ganhou mais segurança, ela deixou de usar e a amamentação deu certo.

Cabelo comprido: meu filho quer, os avós criticam. E agora?
Penteados e Produtos

Cabelo comprido: meu filho quer, os avós criticam. E agora?

Quando uma criança ou adolescente decide deixar o cabelo crescer, a escolha pode parecer simples, afinal, é só uma mudança no visual. Mas, dentro da família, o assunto às vezes vira motivo de crítica, desconforto e até conflito entre gerações. Muitos pais acabam no dilema entre respeitar a vontade do filho e lidar com a opinião dos avós. Foi o que aconteceu com a assessora de imprensa Ioná Ribeiro, de 36 anos, quando o filho adolescente decidiu assumir um estilo mais roqueiro e deixar o cabelo crescer. A reação dos avós foi imediata, intensa e bastante negativa. “Eu fui a única que sustentei a decisão do meu filho, porque meu marido também foi contra. Mas ele não estava fazendo mal a ninguém. Era uma escolha de estilo, coisa de adolescente que está se descobrindo”, conta a mãe. Quando o visual vira questão geracional Conforme explica a psicóloga Taís Almeida, escolhas que parecem simples para os pais e para a própria criança muitas vezes ativam questões mais profundas em familiares mais velhos. Isso acontece porque cada geração foi educada dentro de valores e normas sociais diferentes, sobretudo em relação à aparência, gênero e disciplina. “Para muitos avós, a aparência da criança está diretamente associada à ideia de boa educação ou até de respeito. Mudanças que fogem do padrão que consideram adequado podem gerar desconforto ou preocupação, mesmo que não exista um problema real”, observa a especialista. Ela acrescenta que familiares de gerações anteriores cresceram em contextos com menos espaço para expressão individual. Quando veem uma criança exercendo autonomia, isso pode soar como permissividade ou falta de limites, ainda que esteja dentro de um desenvolvimento saudável. Por trás das críticas Na maioria das vezes, as falas dos avós não nascem da intenção de ferir, mas de um conjunto de fatores emocionais e culturais. Entre os principais estão: preocupação genuína com possíveis críticas ou bullying; valores mais rígidos sobre aparência e papéis de gênero; dificuldade em lidar com a mudança de papéis dentro da família; medo do julgamento social sobre a imagem familiar. “Comentários repetidos começam a moldar a forma como a criança se enxerga. Quando a crítica é frequente, pode gerar insegurança, vergonha ou medo excessivo de julgamento”, pontua a psicóloga Taís Almeida. Compreender essas camadas ajuda os pais a responderem com mais serenidade, sem transformar a situação em confronto, mas também sem abrir mão de decisões que favoreçam o desenvolvimento emocional da criança. Proteger a autonomia sem romper vínculos Permitir pequenas escolhas apropriadas à idade, como o estilo do cabelo, contribui para a construção da identidade, da autoestima e da sensação de pertencimento ao próprio corpo. No entanto, autonomia não significa ausência de limites: a liberdade saudável acontece em um ambiente seguro e com regras claras. Quando os pais sustentam a decisão com firmeza e respeito, transmitem uma mensagem clara de proteção emocional. “Reconhecer a intenção do familiar e, ao mesmo tempo, reafirmar o papel parental ajuda a estabelecer limites sem desqualificar o outro”, orienta a profissional. Foi justamente essa postura que a mãe Ioná adotou ao conversar com os avós. “Falei que respeito o gosto deles e que deveriam respeitar o do meu filho. Não precisam gostar nem fazer igual, mas não falarão coisas que possam machucá-lo. Dali para frente, o assunto não entrou mais em pauta”, relata, sem arrependimentos.

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