Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
Logo Baby

Óleo Infantil 120ml – Baruel Baby

Óleo para a higiene de bebês e crianças. Contém óleo de amêndoas e vitamina E para manter a pele hidratada.

Comprar

Quantidade

120 ml

Benefícios

• Com óleo de amêndoas
• Contém vitamina E
• Hipoalergênico
• Sem parabenos
• Dermatologicamente testado
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Com o auxílio de um algodão, aplique uma pequena quantidade do produto nas regiões da pele do bebê com crostas ou escamações.

Espalhe o óleo suavemente.

Resultado

Pele com toque suave e protegida.

Uso na hora da troca facilita a remoção de crostas e escamações.

Uso na hora da massagem facilita o toque delicado com menos atrito.


Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: PARAFINA LÍQUIDA, ACETATO DE TOCOFERILA, ÓLEO DE AMÊNDOA-DOCE, PERFUME, LINALOL, CUMARINA, CITRONELOL,ALFA-ISOMETIL IONONA, HEXIL CINAMAL, GERANIOL, ÁLCOOL CINAMÍLICO, CINAMATO DE BENZILA.

INGREDIENTS: PARAFFINUM LIQUIDUM, TOCOPHERYL ACETATE, PRUNUS AMYGDALUS DULCIS (SWEET ALMOND) OIL, PARFUM, LINALOOL, COUMARIN, CITRONELLOL, ALPHA-ISOMETHYL IONONE, HEXYL CINNAMAL, GERANIOL, CINNAMYL ALCOHOL, BENZYL CINNAMATE.

Mais sobre Óleo Infantil 120ml – Baruel Baby

Óleo desenvolvido para a higiêne de bebês e crianças. Contém óleo de amêndoas e vitamina E para manter a pele hidratada.

O Óleo Baruel Baby ajuda a retirar as crostinhas e a manter a pele naturalmente hidratada.

Na hora da massagem, facilita o toque delicado e suave para uma rotina de carinho.

Hipoalergênico e é dermatologicamente testado para evitar alergias na pele mais delicada.

Óleo vegano e sem parabenos com fragrância suave.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou com supervisão de adulto. Não usar na pele irritada ou lesionada. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com mucosas. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

Compartilhar

Perguntas frequentes

Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.

Ver mais perguntas

Conheça o Universo Infantil

Birra não é falta de educação: saiba o que há por trás
Birra e Regulação Emocional

Birra não é falta de educação: saiba o que há por trás

Na infância, atitudes como chorar, gritar ou se jogar no chão são constantemente associadas à birra e vistas como frescura ou capricho. A explosão pode surgir com um biscoito que caiu no chão ou na hora de ir embora do parquinho. No entanto, existe outra leitura para esses casos: nomear emoções ainda pode ser difícil para a criança. A neuropsicóloga e terapeuta infantil Juliana Selegatto, da Mental One, esclarece que isso ocorre porque o cérebro da criança ainda está em desenvolvimento. Áreas responsáveis pelo autocontrole, pela tolerância à frustração e pela regulação das emoções estão amadurecendo. "Quando a criança escuta um 'não', se frustra ou se sente sobrecarregada, pode reagir com choro, gritos ou muita irritação. Na maioria das vezes, a birra é muito mais um pedido de ajuda do que um desafio aos pais", afirma. Tentativa de comunicação A birra costuma ser apenas a ponta do iceberg. Por trás da reação, podem existir necessidades ou sentimentos que a criança ainda não sabe expressar. Por isso, antes de pensar apenas no comportamento, vale se perguntar se ela está: frustrada; cansada; com fome; com medo; querendo fazer algo sozinha; sem conseguir lidar com tudo o que está sentindo. Acolher não é dizer "sim" para tudo Muitas vezes, aquilo que parece uma reação exagerada nasce do acúmulo de pequenas frustrações, excesso de estímulos ou mudanças na rotina. Compreender o contexto ajuda muito mais do que olhar apenas para a crise. De toda forma, entender o sentimento da criança não significa abrir mão dos limites. Segundo a psicóloga, ceder sempre para parar a crise vai indicar ao pequeno que insistir é uma forma eficaz de conseguir o que deseja. O equilíbrio está em validar a emoção, mas manter a direção da situação. "Você pode dizer: 'Eu sei que você ficou bravo porque queria continuar brincando. Eu entendo. Mas agora é hora de ir para casa.' A criança recebe duas mensagens importantes ao mesmo tempo: que seus sentimentos são compreendidos e que o limite continua existindo", orienta a terapeuta Juliana Selegatto. Outras atitudes que também ajudam incluem: Investir em uma rotina previsível. Sono adequado. Alimentação regular. Baixo nível de estímulos. Oferecer pequenas escolhas compatíveis com a idade (por exemplo: sugerir que decida entre duas roupas favorece a autonomia e reduz conflitos). Avisar alguns minutos antes das mudanças. Quando a birra merece atenção Na maioria das crianças, as birras diminuem naturalmente conforme a linguagem, o autocontrole e a capacidade de lidar com as emoções se desenvolvem. Ainda assim, vale procurar ajuda quando as crises são muito intensas, frequentes, demoradas, envolvem agressões ou começam a prejudicar a rotina da criança e da família. A neuropsicóloga reforça que os pais não precisam ser perfeitos. Haverá dias em que perderão a paciência e isso faz parte. Nesses casos, pedir desculpas e retomar a conversa quando todos estiverem mais calmos também é uma forma de educar. Isso porque gritos, ameaças e punições podem interromper o comportamento por medo, mas não ensinam a criança a regular suas emoções. "Toda birra passa. Mas a forma como os adultos respondem a ela deixa marcas importantes no desenvolvimento emocional da criança”, finaliza a especialista.

Quando a febrefobia dos pais pode atrapalhar
Febre

Quando a febrefobia dos pais pode atrapalhar

Ver um número alto no termômetro costuma assustar pais e cuidadores. Esse medo exagerado da febre, conhecido como febrefobia, é bastante comum. No entanto, a temperatura, sozinha, nem sempre indica um problema sério. "Um bebê com febre alta pode estar em bom estado geral, enquanto outro com febre mais baixa pode apresentar sinais de maior gravidade. O mais importante é avaliar o conjunto de sintomas e o estado clínico da criança", orienta o pediatra Mauro Almeida. Vale lembrar que a febre não é uma doença: é um sinal de que o organismo está conseguindo reagir, geralmente a uma infecção. Fique de olho nos sintomas Perceber como o bebê está se comportando é mais importante do que o resultado do termômetro. Além da febre, é necessário considerar se ele: está ativo ou muito prostrado; aceita líquidos e mamadas; está fazendo xixi normalmente; apresenta dificuldade para respirar; tem vômitos persistentes; demonstra irritabilidade intensa; está com sonolência excessiva ou dificuldade para acordar. Esses sinais ajudam a entender quando a criança precisa apenas de acompanhamento e quando é realmente necessário procurar atendimento médico rapidamente. O que fazer em casa Segundo o médico Mauro Almeida, o primeiro passo é manter a calma. Meça a temperatura corretamente e deixe o bebê confortável enquanto acompanha os sintomas. Entre as estratégias para o bem-estar do pequeno estão: oferecer bastante líquido; vestir roupas leves; manter o ambiente ventilado; usar antitérmicos prescritos por um médico. Por outro lado, as medidas caseiras devem ser evitadas. Banhos gelados e compressas com álcool, por exemplo, não apresentam benefícios comprovados e ainda podem causar desconfortos. Quando procurar um médico Algumas situações exigem avaliação profissional imediata, independentemente do valor registrado no termômetro: bebês com menos de 3 meses, mesmo sem sintomas associados; dificuldades para respirar; convulsões; rigidez na nuca; manchas roxas na pele; recusa persistente para mamar; desidratação; choro inconsolável; estado geral comprometido. "A febre é um dos sintomas mais comuns da infância e costuma ter relação com infecções virais que evoluem bem. O objetivo é aliviar o desconforto da criança e identificar quando precisa de tratamento específico", avalia o pediatra. Um adendo: combater a febrefobia não significa ignorar a febre, mas entender que deve ser analisada junto com o estado geral do bebê.

Filho que brinca sozinho: o que você deve observar
Brincadeiras

Filho que brinca sozinho: o que você deve observar

Ver o filho brincando sozinho por um longo período pode dar um aperto no coração e até gerar preocupação sobre o comportamento ser ou não normal. Embora a dúvida seja frequente, isso costuma ser esperado em certas fases e não indica, necessariamente, uma dificuldade social. Observar os sinais certos é o melhor a fazer. Segundo o psicólogo Kaique Gomes, nas fases iniciais da infância, é esperado que a criança passe por momentos de brincar solitário ou apenas próxima de outras da mesma idade – etapas descritas pelas renomadas autoras e estudiosas Diane Papalia e Ruth Feldman como parte natural do desenvolvimento, antes de surgirem interações mais complexas. “O que precisa ser observado não é apenas o fato de a criança brincar sozinha, mas o contexto. Ela também interage quando convidada? Demonstra interesse pelo outro em algum momento? Quando isso acontece, estamos falando de autonomia, não de isolamento”, pontua o profissional. Autonomia, criatividade e autorregulação Além de ser comum, a brincadeira individual exerce um papel importante no desenvolvimento cognitivo e emocional dos pequeninos. Isso porque o próprio ato de brincar é um dos principais motores do progresso infantil. Kaique observa que, quando a criança se entretém sozinha, ela organiza o pensamento, exercita a criatividade, resolve pequenos problemas e treina a capacidade de foco e concentração. Sem contar que é esperado que ela também brinque em grupos, faça contato visual e compartilhe descobertas espontaneamente com os adultos. “Existe um ganho emocional importante: nesse processo, a criança aprende a lidar com pequenas frustrações e descobre que consegue se autorregular. Isso fortalece a autonomia, a autoconfiança e a capacidade de explorar o ambiente com segurança”, afirma o psicólogo. Sinais de dificuldade Também no contexto educacional o brincar sozinho costuma ser entendido como parte do desenvolvimento. A psicopedagoga e pesquisadora da infância Adelir Marinho defende que não existe apenas um único jeito de se entreter e que a brincadeira livre faz parte do repertório saudável das primeiras fases de vida. Mas vale a atenção dos responsáveis. A mediação do educador passa a ser necessária quando essa se torna a única forma de brincar e não há variação nas atividades ou interação com outras crianças ao longo do tempo. Evitar contato, responder pouco ou não compartilhar interesses são sinais que merecem atenção. Nesses casos, o papel do professor não é forçar a socialização, mas criar condições e oportunidades reais de participação e pertencimento no grupo. Do contrário, não há problema algum. “Muitas vezes, é justamente nesses momentos de solitude que a criança desenvolve regulação emocional, atenção sustentada, memória, planejamento e resolução de problemas, além de ampliar o pensamento simbólico”, destaca a especialista em Neurociência, Educação e Desenvolvimento Infantil. O ambiente e a observação dos adultos Ambientes organizados e acolhedores favorecem tanto a brincadeira individual quanto a coletiva. Espaços acessíveis, com materiais diversos e compartilháveis, estimulam diferentes formas de interação e ampliam oportunidades de aprendizagem, conforme explica a pedagoga Adelir Marinho. Isso porque, ao explorar objetos e brinquedos de maneira independente, a criança cria novas funções para eles, inventa narrativas, estabelece regras próprias, enfrenta obstáculos e ajusta estratégias. Esse processo envolve também avaliar resultados e flexibilizar ideias, habilidades importantes para o desenvolvimento cognitivo. Por isso, a orientação para as famílias é observar o comportamento de forma global. Brincar sozinho ocasionalmente é normal e faz parte do desenvolvimento, enquanto padrões persistentes de isolamento, sofrimento evidente ou dificuldades amplas de interação social com atrasos de linguagem merecem atenção. “Ofereça oportunidades de convivência sem imposição, acompanhe com presença e intervenha apenas quando houver sinais consistentes de dificuldade”, recomenda a educadora.

Cafuné antes de dormir acalma bebês e crianças
Cafuné

Cafuné antes de dormir acalma bebês e crianças

Antes do soninho chegar, pequenos rituais podem ajudar bebês e crianças a se prepararem para o descanso. Um exemplo simples, mas poderoso, é o cafuné: o toque suave é capaz de sinalizar que o dia está chegando ao fim, além de favorecer o relaxamento, a segurança emocional e a transição entre vigília e sono. Esse gesto carinhoso faz parte da rotina da hora de dormir que a artesã Daiana da Silva adota com seu filho de dois anos. Inspirada em uma lembrança da própria infância, ela manteve o hábito com o menino como uma forma de conexão antes de dormir. “Percebo que ele dorme melhor e mais rápido quando esse momento de aconchego acontece. Eu também sou assim, por isso meu namorado sempre faz em mim. A gente lê uma historinha e depois ficamos no chamego do cafuné, em família, até adormecer”, conta. O poder de um gesto de carinho Segundo a neurologista Priscila Mageste, especialista em medicina do sono, gestos como o cafuné podem ajudar no processo de desaceleração que antecede o ato de dormir. Isso porque movimentos lentos funcionam como um sinal para o corpo iniciar a transição entre estar acordado e entrar no descanso. “O toque suave ativa receptores da pele que se conectam ao sistema sensorial e às áreas cerebrais ligadas às emoções e ao conforto. Isso favorece a sensação de segurança e contribui para que o organismo desacelere”, explica a médica. Com essa ativação, algumas respostas fisiológicas começam a mudar: a respiração se torna mais lenta, a frequência cardíaca diminui e as ondas cerebrais passam gradualmente para um ritmo associado ao relaxamento e ao início do sono, com a liberação de hormônios associados à sensação de segurança e conforto. Ritual para desacelerar De acordo com a profissional, repetir esse gesto dentro de um protocolo noturno pode ajudar o cérebro da criança a reconhecer que o momento de dormir está chegando. A previsibilidade da rotina reduz o estado de alerta e facilita o relaxamento, especialmente após um dia cheio de estímulos. Entre os primeiros anos de vida, esse tipo de regulação externa costuma ser ainda mais importante porque o sistema nervoso segue em desenvolvimento. Além do cafuné, outras práticas podem integrar esse momento, como: leitura de uma história tranquila; ouvir música calma; banho morno no período da noite; diminuir a intensidade das luzes do ambiente. “Com o tempo, porém, é importante que o cafuné não seja o único sinal associado ao início do sono. A criança também precisa desenvolver autonomia para adormecer sem depender exclusivamente do contato físico”, orienta a médica do sono Priscila Mageste. Mudanças com o evoluir com a idade Mesmo que uma rotina noturna funcione muito bem para o bebê cair no sono, isso tende a mudar com o crescimento dele. Afinal, as necessidades já não são mais as mesmas quando o bebê se torna uma criança, assim como a própria rotina familiar, que se transforma ao longo desse desenvolvimento. Nesse sentido, a neurologista destaca algumas medidas eficazes: Manter horários regulares para dormir e acordar, inclusive nos finais de semana. Expor a criança à luz natural pela manhã (com proteção). Reduzir estímulos e atividades agitadas no período da noite. Evitar o uso de telas pelo menos duas horas antes de dormir. Reservar o quarto para o momento de descanso. Criar uma rotina consistente em casa faz diferença. Para Priscila, a melhora do sono costuma acontecer de forma gradual, com hábitos que ajudam o corpo e o cérebro da criança a reconhecer, dia após dia, que chegou a hora de descansar.

Meu filho só se comporta mal comigo. Isso quer dizer que errei?
Comportamento

Meu filho só se comporta mal comigo. Isso quer dizer que errei?

A criança passa o dia inteiro sem dar trabalho na escola ou com outras pessoas, mas basta chegar em casa para responder, desafiar limites ou ter explosões emocionais. Se a situação se repete na sua casa, saiba que é mais comum do que parece e, na maioria das vezes, não significa que os pais estejam fazendo algo errado. Em primeiro lugar, é importante considerar o cenário: a criança passa boa parte do dia gastando energia para seguir regras, controlar impulsos e conviver com outras pessoas. Ao voltar para casa, tende a relaxar esse esforço. "Na verdade, o comportamento é um sinal de confiança. A casa representa um lugar de liberdade e de segurança onde a criança pode ser autêntica e livre para demonstrar a sua desorganização emocional", explica a psicóloga Larissa Pádua. Mas também não significa que todos os atos devam ser aceitos. A especialista orienta a compreender a causa dessas explosões para responder com acolhimento, sem abrir mão dos limites. Entender não é o mesmo que permitir Durante muito tempo, a dona de casa Isabel Lemes, mãe de uma adolescente, acreditou que havia falhado como mãe. Quando a filha era criança, sempre ouvia dos avós, tios e da babá que a garota era muito educada quando estava com eles, enquanto, com ela, era bem diferente. "Ficava muito triste. Todos conheciam uma versão educada da minha filha, menos eu. Perguntei muitas vezes se o erro era meu", lembra. A angústia era tão grande que a mãe levou o caso para a psicóloga da família e, aos poucos, mudou sua perspectiva: a filha encontrava nela um espaço seguro para expressar emoções difíceis. Para a profissional Larissa Pádua, esse é um ponto importante. Os pais costumam ser a principal referência de segurança da criança, mas isso não significa aceitar agressões ou desrespeito. O caminho é validar o sentimento sem legitimar o comportamento. Acolher sem abrir mão dos limites Uma atitude prática é separar a emoção da ação. "Quando um adulto diz: 'Entendo a sua raiva, mas não vou permitir que você quebre as coisas', ele legitima o sentimento e coloca um limite. Firmeza também é uma forma de afeto", garante a psicóloga. Outras atitudes podem ajudar a reduzir esses episódios no dia a dia: Criar uma rotina acolhedora ao chegar em casa, com um lanche, um abraço ou um momento para brincar. Perceber quando a criança está chegando ao limite do cansaço. Manter horários previsíveis para alimentação e sono. Conversar sobre regras e consequências antes dos conflitos acontecerem. Nomear as próprias emoções para ensinar a criança a reconhecer as dela. Vale lembrar que os adultos também devem cuidar da própria forma de reagir. Isso porque a maneira como os pais enfrentam situações difíceis serve de modelo para o desenvolvimento emocional dos filhos. Limites não devem ser ultrapassados Nem toda explosão depois da escola indica um problema de comportamento. Ainda assim, alguns sinais merecem atenção. A frequência e a intensidade das crises devem ser avaliadas, da mesma forma que a capacidade de a criança se acalmar após ser acolhida. Se os episódios passam a afetar outras áreas da vida, como sono, alimentação, desempenho escolar ou relacionamentos com outras pessoas, é hora de procurar uma avaliação profissional para entender melhor o caso. “O erro mais comum é transformar isso em uma prova de fracasso dos pais. Em muitos casos, eles refletem justamente a confiança que a criança deposita na família. O desafio é responder com acolhimento, constância e limites claros, sem recorrer à punição nem à permissividade”, finaliza a especialista Larissa Pádua.

Criança não é obrigada a abraçar ninguém. Nem a família
Cafuné

Criança não é obrigada a abraçar ninguém. Nem a família

Abraço, beijo e cafuné são demonstrações de carinho, mas não devem acontecer contra a vontade da criança. Ensinar desde cedo que ela pode aceitar ou recusar ajuda a construir uma relação de respeito com o próprio corpo e com o corpo do outro. Para a psicóloga Simone Camargo, vice-presidente da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF), esse aprendizado começa antes de qualquer conversa sobre consentimento. Quando os adultos observam os sinais da criança e respeitam seus limites, mostram na prática que seu corpo deve ser levado a sério. “Ensinar consentimento no carinho cotidiano não é apenas uma questão de educação emocional: é também uma medida concreta de prevenção à violência sexual infantil”, afirma a especialista. Carinho não precisa ser obrigação Aquele pedido para “dar um beijo na tia” ou “abraçar o vovô” pode parecer inofensivo, porém o “não” da criança deve ser respeitado também quando o contato vem de alguém querido. Isso ajuda a mostrar que preservar um limite corporal não significa falta de afeto ou educação. Em encontros com parentes e amigos, algumas estratégias podem facilitar: combinar antes quais cumprimentos deixam a criança confortável; oferecer alternativas, como aceno, toque de mãos ou “tchauzinho”; não forçar fisicamente um abraço ou beijo; evitar chamar a criança de chata ou mal-educada por recusar; fazer o adulto, e não a criança, administrar um eventual desconforto dos familiares. Simone Camargo lembra que o responsável deve funcionar como uma proteção diante da pressão social. Respeitar a recusa de forma consistente ajuda a criança a perceber que pode expressar desconfortos sem medo de represália ou de decepcionar quem ama. O “não” também nas brincadeiras Na educação infantil, limites corporais surgem em situações simples, como brincar, dividir espaço ou demonstrar carinho. Ana Maria Damiani, professora e coordenadora de Pedagogia da Universidade Anhembi Morumbi, afirma que o cotidiano oferece oportunidades para ensinar que cada pessoa tem suas preferências. Histórias, músicas, personagens e dramatizações podem ajudar a trabalhar o tema sem torná-lo pesado. Também vale mostrar que carinho pode aparecer de vários jeitos: abraço, toque de mãos, sorriso, aceno ou simplesmente a vontade de estar perto. “Se uma criança inicialmente aceita um abraço, mas depois não quer mais, ela deve poder dizer isso”, destaca a educadora. Da mesma forma, quando um colega recusa o contato, o papel do adulto é acolher o limite e ensinar as outras crianças a respeitá-lo. Consentimento é via de mão dupla Aprender a dizer “não” é apenas metade desse processo. A criança ainda precisa entender que deve perguntar antes de tocar outra pessoa, ouvir a resposta e aceitar quando o outro não quiser um abraço, uma brincadeira física ou outro contato. A professora Ana Maria Damiani reforça que o exemplo dos adultos é uma das ferramentas mais poderosas. No dia a dia, isso pode aparecer em atitudes como perguntar “posso te abraçar?”, parar uma brincadeira ou cócega quando a criança pede e evitar impor beijos ou abraços como forma obrigatória de cumprimento. Falar sobre consentimento na primeira infância também não significa transferir para a criança uma responsabilidade que é dos adultos. A proposta que deve ser seguida pelos pais é ensinar, de forma adequada à idade, princípios de autonomia, convivência e respeito.

Acessar o Universo Infantil

Baruel Baby

Produtos desenvolvidos para cuidar da pele delicada dos bebês. Fórmulas suaves e seguras para a pele infantil.
Todo bebê merece esse carinho!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Baruel Baby nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções