Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
Micose recorrente pode indicar falhas no tratamento
Frieira e Micose

Micose recorrente pode indicar falhas no tratamento

Equipe Tenys Pé
Compartilhar

A micose até parece melhorar, mas logo os sintomas voltam. Nesses casos, vale olhar para alguns hábitos: os remédios foram interrompidos? Houve contato com objetos infectados? Há exposições ao calor e umidade? Essas respostas fornecem boas pistas sobre o que há por trás desse repeteco.

Suspender o tratamento antes do momento indicado está no topo das causas, conforme explica o dermatologista Luís Fernando Sayago, do Hospital Moriah.

“Visualmente há uma melhora, mas o fungo, que é um micro-organismo resistente, não foi totalmente erradicado”, esclarece o médico.

Hora de rever os hábitos

Os fungos têm preferência por ambientes fechados, abafados e úmidos. Por isso, manter essas condições pode dificultar o controle da micose, assim como o contato com objetos e acessórios infectados.

Entre os principais fatores apontados pelo especialista estão:

  • uso de sapatos fechados e de meias, toalhas ou roupas contaminadas;
  • manutenção de ambientes abafados e úmidos;
  • interrupção do tratamento antes da hora;
  • uso de medicamentos inadequados por automedicação;
  • condições clínicas associadas à baixa imunidade.

Corrigir os hábitos que favorecem a permanência dos fungos é parte importante do cuidado. Além disso, o tratamento deve ser seguido pelo período orientado, mesmo quando os sinais visíveis já apresentarem melhora.

Recorrência frequente pede atenção

O tratamento costuma ser longo e lento. No entanto, a falta de resposta após determinado período utilizando a medicação prescrita é um sinal de atenção.

Já as recorrências próximas e frequentes podem indicar baixa imunidade, enquanto a piora dos sintomas levanta a possibilidade de diagnóstico incorreto.

“A principal mensagem é evitar a automedicação, seja pela internet, por indicação de pessoas próximas ou procurando ajuda com profissionais que não são médicos”, reforça o dermatologista Luís Fernando Sayago.

Grupo mais suscetível

Pessoas com comprometimento do sistema imunológico podem apresentar maior suscetibilidade. Isso inclui pacientes oncológicos em quimioterapia, transplantados que utilizam imunossupressores e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e Aids.

O profissional ainda cita quem utiliza corticosteroides e antibióticos com frequência, crianças pequenas, bebês e idosos. Atletas e profissionais expostos constantemente ao calor e à umidade também podem apresentar maior risco.

Posts relacionados

Ver todos
Unha esfarelando: o que observar antes de tentar tratar
Frieira e Micose

Unha esfarelando: o que observar antes de tentar tratar

Perceber a unha do pé mais frágil, quebradiça ou até “esfarelando” pode levantar a suspeita de micose. A infecção por fungos realmente é uma das possibilidades, mas mudanças desse tipo também podem aparecer por outros motivos. Segundo a dermatologista Patrícia Dalboni, alguns fatores podem fragilizar as unhas, como: envelhecimento, impacto repetitivo de alguns esportes, uso prolongado de esmaltes, removedores agressivos, excesso de umidade, alterações hormonais e carências nutricionais. “Ou seja, nem toda doença de unha é necessariamente micose. Ainda assim, ela deve sempre ser considerada na investigação”, destaca a médica. Alterações que indicam micose Além do esfarelamento, a infecção fúngica pode provocar outras mudanças perceptíveis nas unhas. A estrutura pode ficar mais espessa, opaca, irregular ou frágil e começar a se descolar do leito ungueal, geralmente a partir da ponta. Também vale observar a coloração: a unha pode ficar amarelada, esbranquiçada, esverdeada ou escurecer, mas é importante lembrar que esses sinais não fecham o diagnóstico sozinhos. “Existem outras doenças de unha, como a psoríase, o líquen plano da unha e o trauma ungueal”, acrescenta a especialista. O exame micológico, feito a partir da coleta de material para análise, ajuda a confirmar a presença do fungo. Micose não é apenas questão estética Quando não tratada, a infecção pode alcançar outras unhas e até mesmo a pele dos pés. Nesse caso, ela provoca a chamada tinea pedis, conhecida como frieira, além de comprometer a barreira cutânea e facilitar a entrada de microrganismos. Por isso, ao perceber alterações suspeitas, a orientação é procurar avaliação dermatológica em vez de iniciar tratamentos por conta própria, incluindo receitas caseiras ou pomadas sem prescrição médica. O acompanhamento também é importante porque outras condições podem ter aparência semelhante à micose (ou até coexistir com ela) e somente um médico pode realizar o diagnóstico e orientar como tratar corretamente. Cuidados evitam transmissão e recorrência A especialista Patrícia Dalboni reforça que o tratamento exige paciência. Isso porque pode levar, em média, de seis meses a mais de um ano e, em alguns casos, incluir medicamentos por via oral. Abandoná-lo antes da cura favorece a recorrência. Enquanto isso, alguns cuidados fazem diferença: manter os pés secos; trocar as meias regularmente; evitar permanecer muito tempo com sapatos fechados; não compartilhar alicates e lixas; evitar cortar, lixar ou retirar totalmente a parte esfarelada da unha; separar os materiais usados na unha com suspeita de micose daqueles utilizados nas demais. “Usar utensílios na unha doente e, depois, nas outras transmitirá o fungo para as unhas saudáveis”, alerta a médica.

Mau cheiro nos pés pode indicar fungos ou bactérias
Frieira e Micose

Mau cheiro nos pés pode indicar fungos ou bactérias

O famoso chulé costuma ser associado apenas ao suor, mas essa nem sempre é a única explicação para o problema. Em alguns casos, o mau cheiro também pode estar relacionado à presença de fungos ou bactérias. A micose é um dos exemplos citados pela dermatologista Bhertha Tamura. A condição tem origem fúngica e pode provocar um odor bem desagradável na região. “Também pode ocorrer por uma tendência à contaminação por bactérias. Elas se proliferam com facilidade em quem apresenta excesso de suor nos pés", explica a especialista. Um ambiente perfeito Suor e umidade criam um ambiente favorável para a proliferação de fungos e bactérias. Não por acaso, os pés costumam reunir essas condições sobretudo ao permanecerem por muitas horas dentro de calçados fechados. A médica costuma dizer que os micro-organismos "adoram" esse tipo de ambiente. Por isso, além de tratar o problema quando ele aparece, é importante modificar as condições para dificultar sua proliferação. As dicas incluem: manter a higiene dos pés em dia; higienizar e alternar os calçados, evitando usar o mesmo par todos os dias; dar preferência a sapatos abertos; usar meias que absorvam a umidade e trocá-las sempre; aplicar talco, sempre que possível. Prevenção faz parte do tratamento Embora o chulé possa incomodar bastante, o objetivo não deve ser apenas combater o odor, mas prevenir esse aparecimento. Para isso, é fundamental reduzir a umidade dos pés e dos sapatos, além de manter a higiene em dia. Mas quando essas medidas não são suficientes ou o mau cheiro persiste, a orientação é procurar um dermatologista para investigar a causa e indicar o tratamento mais adequado para cada situação. Não ignore o mau cheiro A médica Bhertha Tamura chama atenção para sinais que podem surgir junto ao mau odor, como alterações na cor do próprio suor ou pequenas depressões bacterianas na pele. Alguns casos podem exigir antibióticos ou antifúngicos. “O momento de procurar ajuda é quando o problema passa a incomodar o próprio paciente. Ou, para os mais distraídos, quando alguém acabar avisando”, brinca a especialista.

Pés dão pistas sobre doenças; veja os sinais mais comuns
Calcanhar Rachado

Pés dão pistas sobre doenças; veja os sinais mais comuns

Dor, inchaço, mudanças na cor da pele e perda de sensibilidade nos pés nem sempre indicam apenas um problema localizado. Essas alterações também podem estar relacionadas a condições que afetam outras partes do organismo. O médico clínico e cirurgião geral Anderson Oliveira lembra que os pés estão entre as regiões menos observadas no dia a dia. No entanto, infecções, edemas, fissuras e mudanças estruturais na base do corpo podem fornecer pistas importantes sobre o estado de saúde. “A observação regular dos pés pode ajudar a identificar precocemente alterações importantes. Isso é especialmente relevante para pessoas com diabetes, doenças vasculares ou outras condições crônicas”, salienta. Condições que podem se manifestar nos pés A localização, o tipo de dor e os sintomas associados ajudam a orientar a investigação. Confira algumas condições que podem provocar alterações nos pés e qual especialista procurar em cada caso, de acordo com o médico. [caption id="attachment_5745" align="alignnone" width="780"] O que os pés revelam sobre a sua saúde[/caption]   DIABETES O que afeta: dedos, planta dos pés e calcâneo. Como se manifesta: queimação e fisgadas no início; em casos avançados, pode haver perda de sensibilidade. Rachaduras, ressecamento, calosidades e deformidades dos dedos também podem surgir. Sintomas associados: aumento da urina, da sede e da fome e, em situações de descompensação glicêmica importante, tonturas. Qual médico procurar: endocrinologista. DOENÇA RENAL Onde afeta: ambos os pés; quando há desconforto, ele pode aparecer nos tornozelos e no dorso. Como se manifesta: sensação de peso e inchaço bilateral. Sintomas associados: progressão do edema para pernas e coxas, inchaço nas pálpebras e redução da quantidade de urina. Qual médico procurar: nefrologista. DANO NERVOSO Onde afeta: dedos, calcâneo e dorso dos pés. Como se manifesta: formigamento e dormência, que podem evoluir para a sensação de pequenos choques elétricos. Sintomas associados: fraqueza muscular, redução dos reflexos dos tendões e, em casos avançados, atrofia muscular. Qual médico procurar: neurologista. Quando a neuropatia estiver relacionada ao diabetes, o acompanhamento com endocrinologista também é importante. VARIZES OU INSUFICIÊNCIA VENOSA Onde afeta: tornozelos e região dos pés. Como se manifesta: peso, inchaço, desconforto e queimação. Sintomas associados: edema dos membros inferiores, tromboflebite, trombose venosa e escurecimento crônico da pele, chamado dermatite ocre. Qual médico procurar: cirurgião vascular. INFECÇÕES Onde afeta: diferentes regiões dos pés, incluindo pontas dos dedos e calcâneos. Como se manifesta: dor, queimação e, dependendo do quadro, dor lancinante. Sintomas associados: febre, mal-estar e outros sinais sistêmicos. Qual médico procurar: clínico geral, que poderá encaminhar o paciente conforme a causa e a gravidade. GOTA Onde afeta: a articulação na base do dedão (também chamado hálux), principalmente. Como se manifesta: dor intensa em pontada ou fisgada, vermelhidão e inchaço. As crises podem piorar à noite e evoluir com rigidez articular. Sintomas associados: dores nas articulações, edema, sintomas febris e tofos gotosos. Qual médico procurar: reumatologista. FASCITE PLANTAR Onde afeta: planta do pé, especialmente a região do calcâneo. Como se manifesta: fisgada ou queimação, geralmente mais intensa nos primeiros passos após períodos de repouso. Fatores associados: sobrepeso, sedentarismo e falta de alongamento. Qual médico procurar: ortopedista. DOENÇA CARDÍACA Onde afeta: tornozelos e pés, principalmente. Como se manifesta: sensação de peso provocada pelo edema, que pode deixar uma depressão na pele após a pressão com o dedo. Sintomas associados: cansaço, mal-estar, falta de ar durante esforços e dificuldade para respirar ao deitar. Qual médico procurar: cardiologista. ARTRITE REUMATOIDE Onde afeta: antepé e articulações dos dedos. Como se manifesta: inchaço, dor e rigidez, frequentemente nos dois pés. Sintomas associados: nódulos reumatoides, fadiga, febre baixa e, em alguns casos, perda de peso. O ressecamento dos olhos e da boca pode aparecer quando há condições associadas, como a síndrome de Sjögren. Qual médico procurar: reumatologista. ANEMIA Onde afeta: os sintomas não costumam se restringir a uma região específica dos pés. Como se manifesta: depende do tipo de anemia. Na ferropriva, predominam cansaço, fraqueza e indisposição; na deficiência de vitamina B12, podem ocorrer formigamentos e alterações neurológicas; e, na anemia falciforme, crises vaso-oclusivas podem causar dor intensa em diferentes regiões. Sintomas associados: cansaço, fraqueza, indisposição, desânimo, palidez e dificuldade de concentração. Qual médico procurar: hematologista. INFECÇÕES POR FUNGOS Onde afeta: entre os dedos, na lateral e na planta dos pés. Como se manifesta: coceira, descamação, fissuras e, em alguns casos, dor ou ardência. Sintomas associados: fissuras podem facilitar infecções bacterianas secundárias. Febre ou dor intensa exigem avaliação para descartar complicações. Qual médico procurar: dermatologista. DEFICIÊNCIA DE VITAMINAS Onde afeta: extremidades do corpo, incluindo pés e dedos. Como se manifesta: formigamento, dormência e alterações de sensibilidade, de acordo com a deficiência e sua gravidade. Sintomas associados: fraqueza, alterações ósseas, dores, manifestações neurológicas e mudanças cognitivas. A falta de vitamina B12 pode causar neuropatia periférica. Qual médico procurar: clínico geral ou nutrólogo, com encaminhamento conforme a causa. Sinais que exigem ainda mais atenção O médico Anderson Oliveira esclarece que o inchaço pode aparecer ao final do dia em quem passa muitas horas em pé. Mas, se o sintoma persistir por mais de 24 horas ou deixar uma depressão na pele após a pressão com o dedo, pode estar relacionado a alterações cardiovasculares ou renais e merece avaliação. Mudanças de coloração também devem ser observadas. “O escurecimento da pele pode estar associado à insuficiência venosa crônica, enquanto palidez e alterações de temperatura ou cor acompanhadas de dor ao caminhar podem sugerir comprometimento arterial”, alerta o cirurgião. Já pele enegrecida, secreção, mau odor ou outros sinais de infecção exigem atendimento urgente. Por isso, a dica é observar regularmente a planta dos pés, os espaços entre os dedos e os cantos das unhas.

Produtos que podem te ajudar

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções